Era Lipton
Uma curiosidade. A Sony anunciou hoje que comprou hoje a participação da empresa sueca na sua parceria com a Ericsson. Com isso, acaba a Sony Ericsson, que passa a ser Sony Mobile Communications.
Imagino que meus leitores devem estar perguntando – e o tênis com isso? O nome oficial do Aberto de Miami é Sony Ericsson Open – como é que isso vai ficar? Eles vão mudar o nome a um mês do início do evento? Vão deixar e promover um nome que não existe mais?
Vale lembrar, pelo menos para auqeles que acompanham o tênis “AG” (antes do Guga) que esse torneio já teve a marca mais valiosa do tênis, quando o torneio era conhecido simplesmente por “Lipton”, marca de um chá que fez a enorme bobagem de abrir mão do nome e. lógico, nunca mais fez nada daquele porte.
Vamos ver como os gênios do marketing resolvem a questão.
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17 comentários | Comentar
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17 Sawyer 16/02/2012 17:36
Algum generoso Patrocinador, vai bancar o Torneio…..
Notícia ruim de última hora…é da WTA, Cljsters está fora de Indian Wells….está lesionada….talvez seja dúvida para Miami
16 Bet@ 16/02/2012 17:40
Já que a banda virou, como diria o Test, e não deu tempo de comentar uns coments sobre o BR Open, estive lá agora na hora do almoço para retirar meus ingressos. Tinha uma pequena movimentação de gente, mas muitas pessoas da segurança e algumas da organização.
Conversando com um dos funcionários da Koch Tavares, ele disse que ontem o dia foi muito corrido e que hoje ia ser punk, tanto que pra encontrar com ele levou um tempinho.
Essa questão de bilheteria é muito complicada na maioria dos lugares aqui em Sampa e normalmente o volume de pessoas é bem maior que o de cabines e atendentes. Embora a Koch Tavares não seja iniciante no ramo, acho que o Challenger e esse BR Open vão acabar servindo de laboratório para a empresa voltar a pegar a mão da coisa.
O ideal é que não houvesse os vacilos narrados pelos colegas nos posts anteriores, mas acho que as críticas mais pesadas deverão ocorrer se ano que vem os problemas não forem sanados. Pena que os prejudicados acabem desanimando e desistindo, pois o torneio parece estar apresentando um bom nível e a quadra não está aquele saibro modorrento que faz uma partida demorar o equivalente a três.
Em relação ao público, de tarde vai ser bem fraquinho mesmo, talvez fosse o caso de procurar a divulgação em escolas, clubes e academias, facilitando o acesso de estudantes que gostam ou praticam o esporte. O grosso do pessoal está trabalhando, eu mesmo tive vinte minutos para engolir o almoço depois de dar uma passada lá atrás dos ingressos e voltar à labuta.
Mas à noite, que é quando o pessoal tem mais disponibilidade de tempo, tem estado boa a audiência, um ponto importante. Duro ia ser ter arquibancadas vazias nesse turno, aí sim seria um mau sinal.
E sabadão estaremos lá pra ver os jogos e encontrar os colegas do blog.
silvio macedo 17/02/2012 11:33
Flavião
Cheguei ( quinta) mais ou menos meio dia e meia e demorei mais de 20 minutos com apenas umas 7 ou 8 pessoas na frente!!!!
Fora o p*** sol na “cachola”.
Pelo que senti, foi a inexperiencia da atendente, mais problemas com a linha da maquininha de cartão, etc…
E eu lá no sol!!!
Abraço
15 Matteoni 16/02/2012 18:49
Sony Mobile Open.
paulocleto 17/02/2012 10:13
Não é uma má idéia!!
14 Renata 16/02/2012 19:11
Ahhh eu sou da era DG, porque sou novinha… tinha 10 anos quando Guga venceu seu 1º Roland Garros… Mas leio bastante, rs.
Vão ter que mudar o nome.
13 RenatoZ 16/02/2012 19:14
Olá Pessoal,
Até hoje em conversas com o pessoal AG, falamos do Lipton. Sony o que?? Ninguém conhece.
Abraços a todos
RenatoZ
silvio macedo 17/02/2012 11:35
Até um tempo atrás eu ainda chamava de Lipton…
Prá mim é normal… eu ainda falo 10 Cruzeiros!!!
O Lipton no começo era em Boca.
Abraço
12 Tácito Albuquerque 16/02/2012 19:40
O público tem me surpreendido, confesso que não esperava tanta gente nestes dias iniciais. O que não pode é ocorrer isso que o Pedro descreve no post anterior, uma pena, isso quer dizer que ontem teríamos muito mais gente do que o presente.
Como nas semis e nas finais me parece que não existem mais ingressos, a Koch Tavares foi muito feliz em transferir da Bahia para São Paulo, eu particularmente estava receoso do sucesso desta transferência, ainda bem, estava equivocado.
Que os problemas surgidos sirvam de exemplos para que não se repitam nestes dias restantes e muito menos no próximo ano. Parabéns aos paulistas e demais que prestigiaram ao Brasil Open.
O mais importante é que os problemas surgidos podem e devem ser solucionados, o difícil era colocar público nas quadras e isso já tivemos a resposta positiva da sociedade.
11 Carlos 16/02/2012 21:02
Cleto, por favor, faça um comentário sobre o número de jogadores na chave do Brasil Open. Se não me engano, é uma chava de 32 com 28 jogadores? Pq não fazer uma chave de 32 com 32 jogadores, ou seja, com mais jogos? Poderia dar uma de suas aulas como os organizadores pensam essas coisas. Abração,
10 Marcelo Baptista 16/02/2012 21:26
Como o Mateione é lucido. Não de agora ein machovéi?
Parece caso de terapia mais gosto dos coments dele
Gosto de ler os posts do rapais.
Melhor seria conhecer ele.
Quanto aprendisado.
9 Thiago 16/02/2012 22:11
Pelo que li, o processo de compra começou em outubro do ano passado, terminando agora somente por causa das questões legais que envolvem um negócio deste deste tamanho. Assim, imagino que, se for preciso alguma alteração de nome já para esta edição, eles têm uma carta na manga.
Além do torneio de Miami, vale lembrar que a Sony Ericsson é/era patrocinadora Master de todo o circuito da WTA , cuja identidade visual tem relação direta com a marca (não com o verde tradicional, mas com um tom de roxo muito encontrado no site da empresa).
*** Pro Mr Marco que perguntou sobre Rotterdã: Todos os jogos no canal 131 da SKY (só SKY) que pelo jeito vai monopolizar a transmissão dos ATP 500
8 Luciano Silveira 16/02/2012 22:15
Até hoje, conversando com amigos tenistas, nos referimos ao “Lipton” algumas vezes. Claro que em seguida caímos às gargalhadas, pq faaaz tempo. hehehehe
silvio macedo 17/02/2012 11:38
Luciano
Eu vi o Koch jogando no auge.
Ainda tive o prazer de ensina-lo a praticar wind-surf!
Se tiver tempo, veja no meu blog:
http://www.silviomacedotenis.blogspot.com/2008/08/ensinando-o-dolo.html
Um abraço!
Luciano Silveira 17/02/2012 11:28
hahahahaha
O Koch eu nao tive o prazer de ver jogando no auge, somente nos veteranos, na ALJ em Porto Alegre. Mas realmente, devem fazer aquela cara de espanto absoluto… =D
Renata 17/02/2012 10:41
Da dupla quem? rs
Bet@ 17/02/2012 8:26
Luc
Imagina então quando o pessoal mais novinho me pega falando da dupla Koch e Mandarino ….
7 leo borges 17/02/2012 8:18
com chave de 28, os cabecas Almagro, Verdasco e Simon so’ estreiaram na quinta. Certamente um atrativo a mais para virem pra ca’. Pro Almagro que estava na Davis, e jogou ate’ no domingo sem necessidade, entao foi melhor ainda.
6 Bet@ 17/02/2012 8:25
Fiz as contas e descobri que eu sou da era DB (depois do Borg), se for pra falar em termos de acompanhamento mais constante do circuito. Mas se for para falar dos primórdios mesmo, eu sou AB e DK (depois do Koch), que eu gostava muito de assistir quando era moleque pequeno e praticamente foi quem me fez gostar desse jogo.
Estive duas vezes ontem no Ibira, mas não foi para assistir as partidas,infelizmente. Na hora do almoço fui retirar os meus ingressos e no início da noite voltei para trocar, eles estavam com a data errada e eu não percebi quando os recebi antes.
Aproveitei para conversar com o pessoal da organização e passei algumas críticas que os colegas daqui vem fazendo, principalmente a questão da bilheteria. O rapaz que me atendeu (muito solicito e educado, por sinal, assim como outras pessoas que estão dando suporte ao evento) reconheceu os problemas e disse algo parecido com o que eu escrevi ontem e ficou preso na moderação: eles estão com os parâmetros meio desregulados nesse recomeço em Sampa.
Em função da procura de ingressos antecipada eles fizeram uma estimativa que foi superada com a procura de ingressos nos dias do evento, o que gerou uma carga maior não prevista de pessoas nas bilheterias. Estão anotando tudo e vão tentar corrigir as falhas para o próximo evento. Fica a sugestão para que o pessoal envie as críticas para a Koch Tavares, pois isso ajuda muito no planejamento. O chato é que as “vítimas” do evento desse ano acabaram sendo prejudicadas, o que sempre pesa pelo lado negativo, mas acho que se for bem trabalhado isso pode resultar num torneio melhor estruturado ano que vem.
Ouvi também uma conversa sobre um possível acordo para uso do estacionamento da Assembléia Legislativa, que fica a cem metros do Ginásio. Se sair, vai ser uma ótima opção, pois os estacionamentos disponíveis na região não dão conta. Ontem, por volta das 19, o estacionamento do ginásio já estava lotado, assim como o da Joinvile, que um colega indicou. Tive sorte e acabei parando numa vaga na Alameda Lorena, bem na frente da guarita de um prédio residencial, a uns 250 metros da entrada do ginásio. Hoje, sábado e domingo, vai ferver.
Voltando às atrações, num dos estandes tinha uma máquina para medir velocidade de saque e havia chance de ganhar uns prêmios, em quatro tentativas. O pessoal se cadastrava e ia lá dar suas raquetadas. Pensei em brincar também, mas achei melhor não humilhar os demais com o meu mega saque ubber panga… kkkkkkkkkkkkkkkkk
Há um estande com roupas esportivas (calção, camisetas, tênis, etc) e um para vendas de raquete, de uma única marca. O cartaz dizia que havia promoções, mas quando tentamos entrar na loja eles estavam recebendo material e só reabririam mais tarde. Na hora do almoço estava vazio, mas eu tinha que voltar rapidamente para o trabalho.
Enquanto esperava a troca dos ingressos, casualmente encontrei o Cleto caminhando tranquilamente próximo ao portão 6. Batemos um papinho bom sobre vários assuntos, como o torneio, blog e carros, até que chegou o amigo que ele provavelmente estava esperando. Nos despedimos e, dependendo do que rolar, talvez nos encontremos novamente no sábado, dessa vez dentro do ginásio.
De noite consegui assistir ao jogo do Pança contra o Tô Nem Aí. Pena que não pude ficar para ver ao vivo, mas tinha outros afazeres obrigatórios. Embora o Simon estivesse meio desregulado em algumas batidas, principalmente a esquerda que vira e mexe saía encolhida no melhor estilo dinossauro Horácio, a partida teve grandes lances.
Em compensação, a esquerda do Nalba foi um colírio, fora as mudanças de direção e os voleios. Esse é outro que vai deixar vácuo quando trocar de vez as quadras pelas baladas! O quinto game do segundo set, Nalba sacando após quebrar Simon e que chegou a estar 0×40 foi sensacional, só jogadas Premium.
Agora é torcer para dar Almagro x Verdasco e Nalba x Bello nas semis do sábado, exatamente o dia para o qual compramos ingressos. Tomara que não dê zebra e saiam bons jogos nesse dia.
Renata 17/02/2012 12:45
Ahh, legal. Eu vi partidas de vôlei de lá de cima e gostei. Espero que seja bacana ver tênis lá também.
Obrigada, Bet@! =)
Bet@ 17/02/2012 11:37
Paulo
E eu descobri que você tem muito bom gosto para automóveis … rsss
Bet@ 17/02/2012 11:37
Renata
A única coisa que se perde quando se está na numerada superior é aquela sensação de velocidade da bolinha durante as trocas, mas a visão de cima permite apreciar e muito a movimentação dos tenistas, às vezes até mutuamente. Então, não é de todo ruim. Espero que os jogos sejam bons e você aproveite bastante.
Renata 17/02/2012 10:51
Hoje vou ao Ibira ver Volandri vs Nalbandian e Mayer vs Thomaz!
Infelizmente não consegui pegar anel inferior… mas mesmo assim, estou empolgada!
Martin A 17/02/2012 10:22
Sim Bet@, com certeza, é ótimo poder assistir um torneio em vivo e acho que o Brasil Open pode ser a curto prazo um ATP 500. Promotores não vão a faltar e publico também não.
Não é tão longe da Europa e nessa época o fuso horário são apenas 3 horas e depois está Buenos Aires e o Carnaval a mão. Com a crise europeia, lá tudo o mundo está olhando para cá.
Uma pena que demorou tanto em cair a ficha e trazer o torneio para São Paulo.
paulocleto 17/02/2012 10:20
Descobri que tenho alguns interesses automobilisticos mútuos com o Barão. E aquele que eu aguardava era o pai do Andre Sá, amigo de velha data.
Bet@ 17/02/2012 9:56
Dom Martin Hermano
Algumas medidas são meio básicas, mas nem sempre o básico funciona. A sensação que tive é que o pessoal ficou meio enferrujado pela longa ausência da cidade, perdendo um pouco a mão do tempero que cada local traz em sua particularidade.
Ainda assim, estou achando ótimo ter a oportunidade de curtir um 250 de perto e não só pela TV, fora a chance de ver alguns amigos mais distantes.
Martin A 17/02/2012 8:51
Bet@:
O ginásio de Ibirapuera me faz lembrar essas discotheques nas que os donos deixam acumular fora uma fila o mais cumprida possível enquanto dentro está vazio. Assim acham que estão fazendo uma grande jogada de marketing.
Não entendo como um assunto tão simples como colocar mais bilheterias consegue atrapalhar tanto aos organizadores. Ontem o estadio estava a um 50%. Estou achando tbm excesso de lugares reservados que não são ocupados.
Vamos ver hoje a “Bellucic” (Bellucci coached by Orsanic) contra Mayer, promete ser um grande jogo.
5 césar cambuí 17/02/2012 11:11
2.640 m de altitude é algo para os fortes.
Torneio feminino em Bogotá, 2ª rodada, todas as cabeças de chave foram varridas do torneio.
Bet@ 17/02/2012 11:38
Varridas? Hum, a bruxa deve estar solta por lá …
4 Luciano Silveira 17/02/2012 11:33
Agora fico imaginando se os promotores optassem por levar o evento ao Rio de Janeiro, nesta mesma época, com o torneio coincidindo com o Carnaval.
Creio que mais tops viriam pela cidade e pelo evento (carnaval).
De qualquer forma, em Sao Paulo, como a coisa está, já é fantástico!
Bet@ 17/02/2012 11:44
Primo
Eu vou ficar exatamente atrás dos jogadores, bem no meio do fundo da quadra. Creio que dali vai dar pra ter uma sensação bastante real de quanto andam os serviços e como é o tempo de reação e leitura de saque do defensor. Pena que não vai dar tempo de fazer a estampa da Torcida Raça Escocesa nas camisetas, senão a gente ia uniformizado para o Ibira … rsss
3 silvio macedo 17/02/2012 11:46
Paulo
Estou esperando ansiosamente as fotos do pen drive!!!
Aliás, acabei de adquirir num sebo virtual, tres numeros da “Tenis Esporte” para minha biblioteca!
Estou pleiteando uma salinha aqui no hotel para fazer uma mini biblioteca e mini museu de tenis.
Acho que este ano sai…
Um abraço
silvio macedo 17/02/2012 15:09
Eu imaginava mesmo que vc tinha todas…
paulocleto 17/02/2012 12:45
Se sair o museu me avise para uma visita. Quanto a Tenis Esporte, tenho todas…
2 silvio macedo 17/02/2012 12:16
Espantoso!
Ontem vi um jogo com os dois tenistas batendo revés com uma mão (Almgro e Hanescu). Hj mais um…(Berloq)
Javier Marti tb…
1 silvio macedo 17/02/2012 12:29
Três constatações:
1- Realmente o jogo está bem mais rápido que na época em que ia nos torneios em Sp (anos 80 e 90, ATP tour, chalengers, satélites). A união de preparo fisico e material moderno, devem ser o motivo disso.
2- (saudosismo1) , devido a alta grana e profissionalismo em jogo, não se brinca mais na quadra com o adversário ou com o público. Em alguns momentos, a oportunidade aparece, mas nada disso: o “foco” é seriedade. Acho que o Mandarino, Kirmayr, Connors, Tiriac, Nastase jogassem hj iam dizer que “desreipeitavam” os adversários. Como os jogadores dos times que levam um “olé”; só reclamam quando são eles que sofrem…
3- (saudosismo 2) , No primeiro jogo de ontem, contei nos dedos da mão o numero de voleios!
Acho que vai haver uma mutação nos jogos de tenis: em vez dos jogadores baterem 2 minutos de fundo, um minuto de voleio cada um e depois um minuto de saque; o bate-bola será: 4 minutos de fundo e um de saque…
Abraços a todos
Bet@ 17/02/2012 11:45
Saiu no lugar errado a resposta …
Primo
Eu vou ficar exatamente atrás dos jogadores, bem no meio do fundo da quadra. Creio que dali vai dar pra ter uma sensação bastante real de quanto andam os serviços e como é o tempo de reação e leitura de saque do defensor. Pena que não vai dar tempo de fazer a estampa da Torcida Raça Escocesa nas camisetas, senão a gente ia uniformizado para o Ibira … rsss
Felipe B 17/02/2012 11:27
Oi Flávio! Realmente é uma pena. Mas acho q foi pior até para meus amigos. Eu já tinha assistido ATP antes, visto treino do lado da quadra e tal. Agora pros meu amigos que pela primeira vez viram um jogo de tênis na quadra acho q perde-se bem a noção de velocidade. Mesmo assim eles ficaram impressionados com a velocidade do saque e com algumas bolas. Mas se vc está do lado da quadra e vê o quanto corre aquele topspin despretensioso e como os caras tem q ajustar os pés pra bater até a mais simples das bolas é bem mais legal. Mas foi legal!
Bet@ 17/02/2012 9:53
Primo
A visão de cima é boa, mas tênis é que nem teatro: dependendo do tipo de peça, estar nas primeiras fileiras é fundamental para captar o jogo em sua plenitude.
Quanto às cadeiras reservadas, infelizmente muitas ficam vazias, mas faz parte do marketing. O chato é para quem fica numa situação como a de vocês, vendo os buracos lá embaixo e não podendo descer.
Felipe B 17/02/2012 9:28
Se não me falha a memória, o Lipton era o único torneio fora dos GS que tinha chave de 128 (com 96 jogadores) e que era disput@do em 2 semanas. Com isso ganhava o status de 5º GS da temporada. Realmente é uma perda sentida.
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Falando do Brasil Open de ontem. Muita coisa legal, mas não vi nada mais do que o esperado para um ATP. Mas alguns pontos falhos. O q mais me chateou foi q quando chegamos ao Ibirapuera batemos de cara com um cartaz informando que estavam esgotados os ingressos para o anel inferior. Entretanto, mesmo nos momentos mais cheios tinham pelo menos 20% dos lugares vazios. Cambistas, pessoas que compram o pacote da semana e não foram ontem, pessoas q foram só de manhã e foram embora qdo tava mais cheio? Sei lá, mas deu raiva viajar 120 km e ficar lá em cima mesmo com lugares vazios em baixo. Por outro lado a visão de cima foi melhor do q eu esperava…