Abismado.
Mais uma vez sou abismado pela Copa Davis, seus dramas e suas emoções, sobre nós espectadores, e, principalmente, sobre os participantes. Continuou achando que é uma oportunidade única na vida de um atleta. Continuo achando que, como em tudo na vida, uns lidam bem, outros lidam mal, uns aproveitam, outros desperdiçam. E não sou eu quem precisa ficar esfregando na cara de ninguém quem é quem. Para a amargura e dor maior, cada um sabe bem aonde aperta o seu sapato.
Infelizmente não tenho um daqueles satélites maravilhosos, onde eu posso assistir à partida de Copa Davis que eu escolha. Também não tenho aqueles HDs que gravam para assistir a hora que eu pudesse. Sendo assim, deixei de assistir algumas partidas imperdíveis este fim de semana, assim como deixei de gravar outras que era melhor nem ver.
Deixei de assistir o Tipsarevic bater o Berdich e o Stepanek na vitória da Sérvia sobre a Rep. Checa, o que deve ter sido maravilhoso, sem contar a controversa vitória de Djokovic sobre Berdich, quando o sérvio aprontou mais uma de suas milongas para virar a partida e vencer.
Não pude também ver a surpreendente vitória do Santiago Giraldo sobre o Sam Querrey em três sets, nem a vitória do Fish sobre o mesmo colombiano, que quase vira herói nacional, por 8/5 no 5º set, após ter batido o Falla também no 5º set na partida de abertura. Fico imaginando o que o Fish deve estar sentindo, o que os americanos estão falando sobre a incompreensível derrota do Querrey, assim como que alguns fãs colombianos podem estar acusando o Giraldo e o Falla de amarelões. Devem ter sido três dias de grandes emoções.
Mas assisti a partidaça do Monfils x Nalbandian. Nunca vi o francês jogar naquela intensidade. Se jogasse os GS assim poderia surpreender qualquer um e mesmo ficar com um título. Aquele é o jeito que o “mano” francês deveria jogar, ao invés de ficar com aquelas frescuras a que se acostumou a fazer. O argentino jogou bem e lutou muito para vencer – especialmente no 4º set, quando teve um break acima – mas não aguentou o jogo do outro. Uma partida para se assistir na ponta da cadeira e aplaudir de pé.
Quanto aos brasileiros, madruguei para assistir o 1º dia. Fiquei apreensivo, na falta de uma palavra melhor, quanto a participação do Bellucci e contente com a do Mello. Mas fiquei muito torto de acordar na madrugada e ainda ter que trabalhar. Não vi a dupla e não me animei a ver a simples do Bellucci no meio da madruga de Domingo. Melhor assim.
Thomaz venceu a primeira partida porque arriscou quando se viu nas cordas – esteve com 2/5 no quinto – e as bolas entraram. Valeu pela coragem e o desprendimento. Mas o problema estava lá. Estava esgotado desde o início do quinto set.
Como um tenista entre os 30 melhores do mundo, com evidente superioridade técnica, pode deixar uma partida contra um inspirado duplista complicar tanto? Seria seu cansaço só um fator físico ou o mental teve um peso na equação? Como entender um jogador teoricamente preparado para jogar partidas de 5 sets, abandonar por esgotamento, no início do 2º set, após um dia de descanso, padrão nos GS, uma partida que podia decidir o destino do país na competição? A humidade e o calor – extremamente desagradáveis e castigantes, presentes em torneios como o Aberto da Austrália, também jogado em 5 sets, ou mesmo aqui em casa, onde tantas vezes usamos desses fatores para incomodar adversários – são o bastante para explicar?
Quando Bellucci abandonou a partida o confronto foi decidido. Bopanna já havia mostrado na 1ª partida ser um tenista perigoso. Belo saque, bela esquerda, ótimos voleios e ágilidade apesar do peso. Após a desagradável surpresa, se conseguisse jogar solto seria um perigo, por ter um arsenal mais amplo e letal do que Mello. Conseguiu.
Bellucci – não resistiu ao cansaço.
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67 Armando Boza 20/09/2010 17:47
Olha pessoal, não sou de postar muito aqui, mas acho que como todo brasileiro tb fiquei frustrado com o resultado da equipe brasileira.
Mas acho que criticar determinado atleta pelo seu desempenho é uma falta de respeito.
Ainda sou adepto daquela antiga frase “TA ACHANDO RUIM? VAI LA E FAZ MELHOR”.
Felipe Barreto 20/09/2010 19:03
Antiga frase utilizada legitimamente apenas por crianças do ensino fundamental. E mesmo lá no primário,tal argumento continua sendo patético.
66 Rodrigo P. 20/09/2010 17:54
Marcos Vieira.
Não tem turminha não. Eu sou talvez o único que gosta do cara. Então imagino que fale de mim. Gosto dele principalmente pelo fato de ser o unico brasileiro a quem podemos torcer ultimamente. E, mesmo assim, concordo com a maioria das críticas aqui colocadas ao seu estilo, seu jogo e sua personalidade. O que sou contrário é a determinadas formas de se fazer isso, não ao conteúdo propriamente dito.
Não vejo necessidade de fazer estátua do cara não. E, da mesma forma, nunca fui intolerante com comentários “pouco elogiosos”, como você se referiu. Eu apensa sempre defendi, sendo referente a ele ou qualquer outro, que a desqualificação pessoal é inadequada, ainda mais em um ambiente público como esse.
Não atender as expectativas de alguém ou de muitos é mais normal do que parece. O problema é tirarmos desse fato conclusões que ofendem pessoalmente alguém. Pois se for assim, é bom que quem fala isso tudo dele seja, pelo menos, um dos 10 melhores do mundo no que faz, ou então 100 ou 1.000, pois caso contrário não passa de um bost@ hipócrita, de um cagão que não merece respaldo e devaria mudar de profissão.
E é assim mesmo, pois falamos da “profissão” do cara e, em cima disso, tiramos conclusões de ordem pessoal, o desqualificando e dizendo que o sujeito é um merd@.
É a cultura pobre do Brasil, a do “melhor do mundo”. É sobre essa mesma cultura que estamos criando uma sociedade de frustrados, onde só se é vencedor sendo o melhor no que faz, estando no topo.
Posso apontar uma batalhão de pessoas vencedoras, de muito sucesso, fonte de orgulho para seus pais e seus filhos, que não tem em sua história essa babaquice de fui o melhor, tive evidência nisso e naquilo. O critério que define sucesso, em nossa sociedade, está distorcido e criando um bando de frustrados.
Sobre os procuradores que blindam o Bellucci, na qual estou incluído, aí vai de cada um. Ja vi gente aqui, incluindo você, se esperneando por qualquer linha escrita que fosse contrária ao espanhol. Se não usamos o mesmo critério para validar nossas procurações de blindagem, não nos cabe julgarmos uns aos outros como certos ou errados.
Mas tenho certeza que isso tusdo que escrevi é bobagem. Tenho certeza que aqui ta todo mundo vazando sucesso pelas ventas, podres de rico, com alto reconhecimento e, claro, pelo menos entre os 100 melhores do mundo no que fazem.
E tem os que não estão nessa turma, que são os cagões, os bost@s.
Alexandre 20/09/2010 21:05
Rodrigo P., eu sou mais ou menos da sua linha. Talvez até mais radical em defender os tenistas brasileiros.
.
Pra mim, os caras que estão entre os 200 do mundo já são muito bons. Eu os invejo pelo tênis que jogam, com muita potência e precisão.
.
Um dos problemas é que tem muita gente que começou a acompanhar tênis depois do fenômeno Gustavo Kuerten.
Aí o parâmetro fica distorcido…
Rodrigo P. 20/09/2010 18:57
Pois é Osvaldão… imagine só se fosse do espanhol mesmo!?!?! Travaria o blog…
osvjor 20/09/2010 18:56
hahahaha, agora q tô lendo os motivos do seu comment-desabafo, Rodrigo. muito engraçados… teve crítica até ao uso da toalha. pensei q tavam criticando o Nadal, q demora 25 anos pra sacar, mas, não, era o Bellucci o alvo…
osvjor 20/09/2010 18:32
cara, eu não sei bem do q vc tá falando, mas assim mesmo concordo contigo. esse triunfalismo é patético. ah, e tb gosto do Bellucci, é claro. a gente lendo/vendo histórias do tênis tá sempre se deparando com casos de tenistas apanhando de adversários de ranking muito mais baixo etc, sucumbindo à pressão emocional, a condições climáticas desfavoráveis, na Davis, como bem citou o Cleto, ou fora dela. Por acaso, tô lendo agora um livro do Arthur Ashe e ele tb cita uns casos nessa linha. abs
ignacio 20/09/2010 18:25
compartilho da mesma opinião sua.
65 Matteoni 20/09/2010 18:27
Léo F.
.
Na realidade me referia as entrevistas deles, os yelows, que saiu na Folha de São Paulo, mas seu link foi muito bom, e reproduzo aqui a impressão de um colunista que esteve lá:
.
“Brasil se ressente de um tenista que faça a diferença na Copa Davis”
.
FERNANDO ITOKAZU
ENVI@DO A CHENNAI
.
Na véspera do terceiro e último dia do confronto com a Índia, o discurso na delegação brasileira era o de que o país tinha um time para a disputa do Grupo Mundial.
.
O argumento é que o Brasil conta com um tenista top 30 (Thomaz Bellucci), outro jogador com espírito de Copa Davis (Ricardo Mello) e uma dupla consistente (Bruno Soares e Marcelo Melo).
.
O que se viu ontem, porém, é que ainda falta um tenista que faça a diferença.
.
Bellucci já é o segundo melhor tenista do Brasil na história do ranking da ATP (Associação dos Tenistas Profissionais), mas seu histórico na Copa Davis é pífio.
.
O 27º do mundo acumula agora sete vitórias e seis derrotas na competição. Sendo que quatro desses triunfos aconteceram quando o confronto já estava definido.
.
E algumas das derrotas aconteceram no momento em que era esperado que ele assumisse a condição de melhor jogador do Brasil.
.
Além do revés de ontem para um jogador quase cem posições atrás dele no ranking, Bellucci também caiu sem oferecer muita resistência diante do veterano Nicolas Lapentti, no ano passado.
.
Ele não conseguiu nem cumprir o papel que Rohan Bopanna executou agora em Chennai: pelo menos cansar o principal jogador rival.
.
Lapentti, então com 33 anos e já próximo da aposentadoria, precisou jogar os três dias do confronto também válido pela repescagem.
.
No terceiro dia, bastante cansado, Lapentti precisou de cinco sets, mas venceu Marcos Daniel e garantiu a vitória do Equador sobre o Brasil, adiando a volta do país à elite da competição.
.
Contra Bellucci, o equatoriano precisou de apenas três sets para vencer o confronto.
Sempre que é questionado a respeito, o tenista afirma que não sente a pressão quando joga pela Davis.
.
Além de perder para rivais teoricamente mais fracos, Bellucci nunca conseguiu vencer um adversário mais bem posicionado no ranking.
.
Questionado se houve algum erro na preparação ou se precisaria mudar, o brasileiro foi sucinto em sua resposta: “Não”. ”
.
.
.
Este foi, viu e perdeu.
.
E vê-se que este rapaz escreveu somente a realidade nua crua, sem tirar nem por.
.
O resto é resto.
.
Abçs
64 Matteoni 20/09/2010 18:29
Léo F.
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Na realidade me referia as entrevistas deles, os yelows, que saiu na Folha de São Paulo, mas seu link foi muito bom, e reproduzo aqui a impressão de um colunista que esteve lá:
.
“Brasil se ressente de um tenista que faça a diferença na Copa Davis”
.
FERNANDO ITOKAZU
ENVI@DO A CHENNAI
.
Na véspera do terceiro e último dia do confronto com a Índia, o discurso na delegação brasileira era o de que o país tinha um time para a disp*ta do Grupo Mundial.
.
O argumento é que o Brasil conta com um tenista top 30 (Thomaz Bellucci), outro jogador com espírito de Copa Davis (Ricardo Mello) e uma dupla consistente (Bruno Soares e Marcelo Melo).
.
O que se viu ontem, porém, é que ainda falta um tenista que faça a diferença.
.
Bellucci já é o segundo melhor tenista do Brasil na história do ranking da ATP (Associação dos Tenistas Profissionais), mas seu histórico na Copa Davis é pífio.
.
O 27º do mundo acumula agora sete vitórias e seis derrotas na competição. Sendo que quatro desses triunfos aconteceram quando o confronto já estava definido.
.
E algumas das derrotas aconteceram no momento em que era esperado que ele assumisse a condição de melhor jogador do Brasil.
.
Além do revés de ontem para um jogador quase cem posições atrás dele no ranking, Bellucci também caiu sem oferecer muita resistência diante do veterano Nicolas Lapentti, no ano passado.
.
Ele não conseguiu nem cumprir o papel que Rohan Bopanna executou agora em Chennai: pelo menos cansar o principal jogador rival.
.
Lapentti, então com 33 anos e já próximo da aposentadoria, precisou jogar os três dias do confronto também válido pela repescagem.
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No terceiro dia, bastante cansado, Lapentti precisou de cinco sets, mas venceu Marcos Daniel e garantiu a vitória do Equador sobre o Brasil, adiando a volta do país à elite da competição.
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Contra Bellucci, o equatoriano precisou de apenas três sets para vencer o confronto.
Sempre que é questionado a respeito, o tenista afirma que não sente a pressão quando joga pela Davis.
.
Além de perder para rivais teoricamente mais fracos, Bellucci nunca conseguiu vencer um adversário mais bem posicionado no ranking.
.
Questionado se houve algum erro na preparação ou se precisaria mudar, o brasileiro foi sucinto em sua resposta: “Não”. ”
.
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Este foi, viu e perdeu.
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E vê-se que este rapaz escreveu somente a realidade nua crua, sem tirar nem por.
.
O resto é resto.
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Abçs
Rodrigo P. 20/09/2010 18:53
Mattão, esquisito esse “NÃO” categórico do Bellucci heim… Pra não dizer meio “feio”.
Como escrevi anteriormente, acho que o principal motivo de não vingarmos aqui no Brasil, é não levarmos o tênis institucionalmente. O próprio autor acima diz que precisamos de um tenista que faça a diferença. Oras… o que precisamos é de um tênis que faça a diferença!
Continuamos com a aposta de esperar por um herói, como Guga, que SOZINHO, empunhe uma raquete e mostre como somos fortes. Sou contrário a essa opinião.
Os casos de sucesso na Davis, e no tênis, não mostram um único tenista que faça a diferença. Espanha mesmo foi campeã sem Nadal diretamente na final. Argentina vai longe com várias opções. Sérvio ganhou seus jogos com Tipsarevic e Djokovic. A França a mesa história. EUA…
Porque somente nós deveríamos apostar que o que falta é UM UNICO TENISTA que faça a diferença?
Isso é o que precisamos no curtíssimo prazo. O que também só funcionaria no curto prazo.
Abs
63 Gustavo 20/09/2010 19:17
Queria ver esse cara que é o melhor tenista do Brasil lutar boxe. Primeiro jabzinho naquele nariz gigantesco e já ia chorar, chamar a mãe e dizer que tava muito quente e estava com falta de ar, precisava desistir. Vai tomar vergonha na cara fracote. Só se desiste de uma partida estando morto ou jogando pela sua própria honra, que não vale muita coisa. Representando o país na Davis vai até o fim. Você é fracassado, volte ao 200 do mundo que é onde você merece ficar.
To revoltado demais com esse cara. Jogou com uma má vontade inacreditável. Se não tá afim diz que não quer e deixa alguém com ranking inferior ir. Pelo menos o cara pode jogar com vontade. Abntes tivesse ido o Feijão, não é muito bom (mas o Bellucci também não é grande coisa) mas quem sabe teria se esforçado. Se vai perder que perca com dignidade, não porque tava muito calor e falta de ar.
62 Marcos Vieira 20/09/2010 19:35
“Brasileiro está acostumado a rir de sua própria desgraça e não tem complexo de vira-lata. Tem orgulho de ser vira-lata.”
Marcos Vieira 20/09/2010 20:49
foi daí mesmo que saiu o “desabafo” …
Léo F. 20/09/2010 19:45
Pão, circo, carnaval, futebol…..brilha uma estreeeeeela!!!
61 paulo rocha 20/09/2010 19:55
Nosso tênis dispensa comentários….medíocre….
60 Joaquim 20/09/2010 19:57
Olá Paulo Cleto, infelizmente na maioria das vezes em que eu comentei aqui foi para contra-argumentar em relação à uma colocação sua em relação ao tenista Novak Djokovic.Eu gosto muito do blog, você é um ótimo comentarista, mas comete alguns erros que caem no senso comum,erros que, como você diria, são cometidos pelos “tenistas de sofá”, “classe” desprezada pelo senhor!!
Um dos sentimentos que mais causam um desconforto no ser humano é o da injustiça. E o senhor cometeu uma injustiça grave ao fazer o comentário que fez sobre a vitória do Djoko.Isso é de uma leviandade que não tem tamanho, faz-me refletir sobre até onde vai a imaginação do ser humano e, às vezes,como consequência, a sua maldade. Vitória controversa para quem??Acho que só o senhor disse uma coisa dessas no mundo inteiro, tamanho foi o absurdo. O senhor ao menos viu o lance em que o Nole, claramente, sentiu o joelho e foi carregado até o banco??Além do mais, ele estava em um daqueles momentos de alta intensidade e vibração, pronto para dar o pulo do gato, ou seja, nem valeria a pena fazer isso que o senhor mencionou. O cara veio de uma maratona de jogos no US Open, estava com gastroenterite, foi para o sacrifício, deu o coração em quadra, foi superior ao adversário, é mais jogador do que o Berdych e melhor competidor, venceu indiscutivelmente, e ai vem um comentarista e escreve uma “asneira” dessas.É revoltante. O senhor viu o que Janko Tipsarevic, que estava ao lado do Nole nessa empreitada, disse?? “People cannot fathom what a big big heart Nole has. I want to thank him for coming here to play with us. Not many would do that.” Eu duvido que Federer o faria!!
Todos sabem que o senhor não gosta da personalidade do Djokovic, não precisa ser nenhum Freud para constatar, mas gostaria que o senhor tivesse a grandeza de admitir que errou e corrigir essa calúnia que foi cometida. Julgar uma pessoa sem ter conhecimento dos fatos?Isso é bem clichê e falta de caráter, analisando sob o prisma dos princípios que a sociedade diz serem corretos!!Mas, como confio no seu caráter, acho q haverá uma correção!!
paulocleto 20/09/2010 20:01
Leia o ultimo post e veja quem escreve asneiras. Não confunda paixão com razão. Eu não faço.
59 JUSTICEIRO INDIGNADO 20/09/2010 19:58
PARABENS BRASIL POR HUMILHAR TODOS OS TENISTAS DO BRASIL E PELA INCOMPETENCIA DE NAO GANHAR DE JOGADORES RIDICULOS E MAU RANQUEADOS COMO O BOPANNA E O SODERMAN,ACABARAM COM O NOSSO RESPEITO LA FORA ,AGORA NINGUEM MAIS RESPEITAR O BRASIL NO TENIS,DESSE JEITO NOS NUNCA SEREMOS O PAIS DO TENIS QUE E UMA PENA
58 Maria Regina 20/09/2010 20:17
Falta raça!!! Falta raça e coragem ao Bellucci. Covarde!!!!
Alexandre 20/09/2010 20:49
Maria, vc definitivamente não viu o jogo do Thomaz contra o Bopana.
.
Vc pode criticá-lo em muitos aspectos. Mas alegar falta de coragem é inaceitável.
O Thomaz foi pra definição dos pontos qdo teve match point contra e foi muito ousado no 2×5 do 5.o set.
57 Léo F. 20/09/2010 20:19
Off-Topic… isso sim foi um jogão de gala e sala!!! Arthur Ashe e sua head de grafite X Borg e sua Donnay de madeira..
http://www.youtube.com/watch?v=jd2IV3daUL8
56 sergio 20/09/2010 22:20
O tenis é esporte pesado para o corpo , corre , para corre de novo saca , corre, recebe faz força na raquete bate na bola corre atraz da bolinha nao pega, para, corre de novo gira bate na bola
O medico do Alzhaimer da minha mãe morreu jogando tenis em um dia de calor forte. Tanto que ele vai em outro agora
É muito torneio seguido O Belucci estava no us open
semana passada Onde uma tenista dessas de fechar o comercio desmaiou em quadra.
aqui nesse link uma pintura sobre calor e tenis que esta numa galeria inglesa para um concurso . pode dar nota tambem : É uma galeria otima com links para todos os museus de arte do planeta.
http://www.saatchi-gallery.co.uk/showdown/index.php?showpic=285192
55 Paulo Cesar 21/09/2010 2:05
Isso é o reflexo, um presidente que fala para um garoto ir procurar outro esporte porque tênis é coisa pra “burguês”! queríamos o que? Tênis feminino não existe desde os tempos da M. Esther Bueno.
54 Gustavo Pinheiro Machado 21/09/2010 4:48
Paulo, achei interessante o ponto que colocaste sobre o Bellucci mas acho que vai além de um simples problema de esgotamento físico dos dois jogadores de simples da equipe brasileira (uma vez que o Mello também declarou que depois do tie-break do segundo set ficou “sem gasolina).
Acho que o principal problema da equipe brasileira reside na convocação dos jogadores. Não critico a convocação do Bellucci e do Mello. Ambos jogaram bem dentro de suas possibilidades (o Mello até superou as expectativas vencendo o Devvarman no primeiro dia). Porém, não consigo enxergar justificativas na convocação de dois especialistas de duplas, a menos que eles sejam um ponto garantido, coisa para poucas duplas, como os irmãos Bryan, ou um ponto altamente provável (como os próprios indianos). Fato é que a dupla brasileira não consegue fazer frente a adversários como Bhupathi/Paes. Nem aqui em Porto Alegre ano passado conseguiram vencer os equatorianos. Tudo bem que o Nico fez um verdadeiro “tour de force” aqui naquele final de semana, mas, mesmo assim, não se justifica a derrota.
Com esse raciocínio, coloco o seguinte: não seria talvez mais inteligente levar dois outros jogadores de simples (ou mesmo um duplista e um de simples) de modo a ter maior flexibilidade de escolha tanto para o primeiro dia (não era o caso do confronto contra a Índia) como para o último?
Exemplifico: neste caso, contra a Índia, a convocação dos dois jogadores principais do Brasil era óbvia: Bellucci e Mello. O Bellucci por seu ranking atual e o Mello pela boa forma dos últimos meses e pela familiaridade com o piso. Porém, digamos que ao invés de convocar o tal Marcelo Melo (que, de acordo mesmo com outros tenistas profissionais brasileiro, é lento e sem potência nenhuma nos golpes), o capitão brasileiro convocasse outro tenistas de simples, talvez mesmo o Tiago Alves (que não anda lá em uma boa forma). O primeiro dia foi muito bem, ambos os brasileiros ganharam seus jogos de simples. Contudo, a vitória pagou um alto preço e detonou a capacidade física dos dois tenistas para o domingo, como foi visto. Claramente, o capitão da equipe o sabia. Talvez não soubesse a magnitude do caso, mas sabia que ambos esgotaram as energias no primeiro dia. Com outro jogador de simples, haveria a opção (mesmo que não funcionasse, devido ao encaixe dos estilos de jogo) de se colocar o Alves (ou qualquer outro jogador de simples) para um quinto jogo, praticamente descansado. Será que o Bopanna manteria aquele alto nível de jogo em um eventual quarto, quinto set?
Enfim, será que ainda vale a pena continuar convocando especialistas de duplas que não ganham o jogo e ocupam espaço na equipe que poderia ser usado para jogadores de simples, aumentando as possibilidades do capitão para um quinto dia? O capitão da equipe russa faz isso constantemente – nunca chama jogadores de dupla – para poder jogar ao máximo com as opções de jogadores de simples. Sei também que a Rússia tem muito mais jogadores de alto nível que o Brasil (tantos que o time do Cazaquistão é TODO de jogadores russos), mas o exemplo fica.
Claro que o Bellucci precisa melhorar o condicionamento (e com isso a movimentação), mas o problema é maior do que simplesmente o cansaço de um jogador, pelo menos na minha opinião.
paulocleto 21/09/2010 10:10
Machado, pontos bem interessantes. abs
Flávio B. 21/09/2010 7:50
Gustavo
Não é só você que vai nessa linha de pensamento, muitos colegas aqui do blog também. A questão é que, infelizmente, parece que às vezes as coisas só ficam bem claras depois de acontecerem, o que só permite uma correção de rota na próxima vez.
Provavelmente o João não tinha projetado que o Bello ia levar um século para ganhar seu primeiro jogo, ficando na lona para o segundo. Creio que numa próxima convocação, se ele realmente for um bom técnico, vai rever alguns conceitos e tentar montar um time que lhe dê mais opções, evitando casos como o desse confronto.
Porém, o grande buraco é que nosso time, em relação aos demais da primeira divisão, é fraco. Além disso, Bellucci ainda está longe de ser locomotiva, principalmente quando está numa fase ruim, como a dos últimos 3, 4 meses. Aí, fica fraco de vez.
Eu pensaria, sinceramente, em se tentar um plano a longo prazo, com o desenvolvimento dos novos talentos, capitaneados pelo Bello, que ainda é novo e continua sendo nosso melhor tenista. Coisa para dois, três anos, e a partir daí sim, tentarmos manter um bom padrão, trazendo mais novos talentos para o grupo.
É sabido que gente nova em grupo bom tende a produzir mais e ratear menos. Só que alguém vai ter que ralar para que o grupo fique bom. Resta saber se há interesse e se alguém topa pagar o preço, “em nome da pátria” …
53 Lúcio Franco (46) Goiânia. 21/09/2010 9:37
Bom dia Cleto,
A minha vó recorria a um ditado quando alguns de seus netos reclamava das dificuldades que enfrentava nos relacionamentos, especialmente no casamento, ” Quem come a carne tem que roer os ossos”. No seu blog,”o casamento” com os leitores comentaristas lhe dá muita carne boa, comentários interessantes, que vc geralmente prestigia, mas há também os ossos, comentários de pessoas que se apegam a minúcias do ” politicamente correto” e não olham através do véu da aparência, do que é feito para “dourar a pílula”, não percebem a essência. Vc é uma das pessoas que ” conheço”, que maior valor dá ao verdadeiro, ao essencial, não se importando, na medida do possível, em ser agradável, bacaninha, em cima do muro, ou compacturar com a hipocrisia, portanto Cleto, tomo a liberdade de lhe falar para que não ligue para os comentários das pessoas “ossos”, que querem apenas carona na visibilidade alheia, ser um censor taleban ou um apedrejador persa.
Até
paulocleto 21/09/2010 10:18
Lúcio, sua avó tinha toda razão e vc colocou muito bem. O chato é quando carne passa por osso ou será que é vive-versa? Abs
52 Alexandre Macedo 21/09/2010 10:03
Equador no ano passado, Índia neste ano. Jogadores com ranking baixos e e fim de carreiras. Esses nossos adversários.
Oportunidades desperdiçadas. Dupla que não ganha de ninguém. Jogador com preparo físico de jogador de Gamão. Capitães que não conseguem se antecipar a nada. Etc… Essa é nossa situação.
Resultado : humilhação e mais um ano na 2ª.
Alessandro 27/10/2010 1:09
Vc resumiu otimamente bem a situação do tenis profissional no Brasil. Enquanto os nossos tenistas não pararem de pensar que são sempre zebras, nada vai mudar. E isso se aplica a outras modalidades esportivas. Enquanto a rede globo parar programação de olimpiada pra televisionar brasileiro recebando medalha de bronze, nada vai melhorar.
51 Gentil Nunes Bezerra 21/09/2010 13:51
Me desculpem, mas perder do jeito que perdeu, depois de 2 a 0 e os caras com ranking sofríveis, só me vem uma coisa na cabeça: BANDO DE FROUXOS !!!!!!
50 Eduardo B. 21/09/2010 14:20
Essa partida só deixou evidente a caracterista mais marcante do Bellucci: APATIA!
49 Ronaldo Volkart 21/09/2010 23:10
Sempre leio o blog, mas hoje em função da polemica do Bellucci, li os comentários e fiquei abismado com tanta bobagem escrita. Felizmente não é a maioria dos posts.
Para quem quer fazer chat, favor usar outro local.
Desepcionante o Bellucci mesmo…
48 Luciano Oliveira 22/09/2010 11:00
Quem era o tecnico do brazil?
O dunga!
quanto ou jogo de bellucci pelo menos ele não perdeu apenas desistiu.
isto na nossas peladasé pedir para cagar e sai antes que o jogo acabe para não passar vergonha maior.
mas a maior decepçao é com a cbt e suas escolhas.