Caiu na Real

Finalmente deram uma pastilha de realidade ao espanhol Rafael Nadal. Ele pulou fora de Barcelona e lançou um novo discurso, onde explica que seu bem estar físico agora é prioridade. Já não era sem tempo. O rapaz garante, e eu acredito, que a decisão é tão somente preventiva e não por conta de contusão sentida. Alias, se querem saber, já devia estar tudo planejado. Se ele perdesse até quinta feira em Monte Carlo jogaria em Barcelona.
No post “Macho Alfa” eu me adiantei sobre o fato. Realmente não fazia mais sentido o cara ficar se arrebentando para arrebentar o circuito. Escolher bem suas participações passa a ser uma arte de alta prioridade na carreira do rapaz. Alguém perto dele achava que ele era o “Super Hombre” – parece, mas não é, seus joelhos não são de titânio. Seja lá quem fazia seu calendário, terá que carregar o ônus e a culpa de praticamente ter acabado, precocemente, com a carreira do tenista. Já vi esse filme antes.
No caso do espanhol, além do erro de medida, no saibro e na dura, havia a sinuca dos torneios espanhóis. Ninguém ali queria assumir a responsabilidade de deixar o maior ídolo espanhol fora dos dois principais torneios da Espanha.
Tão difícil quanto, será ficar fora de um e jogar o outro, considerando a rivalidade entre as duas cidades. Fico pensando o que acontecerá com Madrid se Rafa vencer Roma? Suspeito que jogará igual. Existe uma semana entre os dois eventos, ao contrário de entre Monte Carlo e Barcelona, Madrid é Masters 1000 e, para quem não sabe, Rafa, apesar de dizer que o Real Club de Tenis Barcelona é seu clube, torce pelo Real Madrid e não pelo Barcelona FC.
Para apaziguar os ânimos, Nadal jurou de pés juntos que voltará a jogar Barcelona em 2011. Isso porque após muitas negociações, haverá então uma semana de descanso entre Barcelona e Roma; mas não me perguntem para que vai sobrar.
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26 Olavo Brito 20/04/2010 13:29
O que as pessoas estão esquecendo é q a tendinite crônica não vai embora, vc sempre sente um pouco quando se faz o esforço. Portanto meia hora a mais de esforço pode acentuar o problema. Então o Nadal sempre vai está sujeito a ter crises. É conviver com o problema e amenizá-lo quando possível para conviver bem o máximo tempo. Quem tem sabe do que to falando.
Marcão 20/04/2010 18:42
Eu tenho, prezado Olavo, portanto sei do que vc está falando. Quando pega, não larga mais. Mas será que é tendinite crônica que o Nadal tem? Eis a questão. Nas oitavas de Miami, contra o Ferrer, fiquei com a clara impressão de que ele estava com limitação de movimentos na metade do segundo set. No entanto, ele não apenas venceu aquela partida como destroçou o Tsonga na partida seguinte. Em verdade, os joelhos do Nadal são um mistério. Só o staff dele sabe o que de fato acontece. De todo modo, a decisão de não jogar Barcelona foi acertadíssima. Poupar-se tem que passar a fazer parte do espanhol.
Paralaxx 20/04/2010 13:40
Existe uma máxima no esporte, principalmente no alto rendimento, em que sentir dor faz parte da rotina do atleta. É um exercício diário de superação. Nenhum atleta treina ou compete completamente sem dor. Todos tentam conviver com ela da melhor maneira possível. O Nadal parece que está aprendendo a conviver com ela.
25 Matteoni 20/04/2010 13:39
Barcelona ou Real Madrid!?
.
http://bloglog.globo.com/FCKeditor/UserFiles/Image/foto%20nadal(4).jpg
.
Abçs
Flávio B. 20/04/2010 14:39
Eu sabia que tinha um motivo para eu não simpatizar com o Nadal … rssss
Sempre adorei o Barcelona e jamais gostei do Madri. E olha que quando eu conheci o Barça, há uns 40 anos atrás, ele vivia tomando coco do Madri …
É questão de simpatia mesmo.
Hélio Cota 20/04/2010 14:36
O tio foi zagueirão do Barça, mas Rafa não só torce pelo Madrid, como vai constantemente ao Bernabéu.
24 Eduardo C 20/04/2010 13:46
Imagino que o Nadal não aceite perder nem “par ou ímpar”, dentre várias qualidades de um campeão, podemos citar a vontade de ganhar tudo o que se propõe a disputar, porém esta “qualidade” em algumas situações não o permite entrar mais relaxado em alguns torneios, gerando um desgaste desnecessário para vencer partidas que não mudariam muito sua vitoriosa carreira, além de não fazer sentido talvez pelo dinheiro que receba em participar de tantos torneios de exibição ao mesmo tempo em que critica o calendário.
Algumas decisões equivocadas podem fazer com que uma lesão acompanhe um atleta por muito tempo…
Corretíssimo se poupar para os torneios diferenciados, um pouco atrasada esta decisão porém antes tarde do que nunca
23 Sergio Lins 20/04/2010 14:03
Como jogar no saibro.
Paciência de Jó
Para vencer no saibro, é preciso ter estratégia, técnicas adequadas, preparo físico e também muita paciência
Por Arnaldo Grizzo
Segundo o Antigo Testamento, Jó era um homem íntegro, reto, temente a Deus e que se afastava do mal. Ele também era rico. Porém, uma aposta entre Deus e o Diabo – para testar sua fé – fez com que este personagem perdesse tudo, menos a vida. Humilde e paciente, Jó sofreu todas as provações sem cair em pecado. No fim, Deus lhe restituiu tudo o que tinha em dobro.
Que diabos essa história tem a ver com a maneira de se jogar no saibro? Tudo. O saibro é tido por muitos como o piso que melhor define um grande tenista. Nele não basta apenas possuir primor técnico (aliás, isto não basta em qualquer superfície), pois é sobre a terra batida que um tenista precisa provar todas as suas qualidades físicas, técnicas, táticas e mentais; e aí entra a “paciência de Jó”. Sendo assim, os que melhor conseguirem conjugar estes fatores seguramente alcançarão a glória neste terreno.
Saibro, como todos sabem, é a superfície mais lenta do tênis. É onde winners se tornam bolas defensáveis, onde, apesar de toda força que fizer, a bola não vai andar tanto quanto andaria em outros lugares. Por este motivo, o jogo precisa ser muito mais estudado do que em outros pisos e a paciência é uma virtude. Até mesmo grandes campeões sofrem quando atuam sobre o pó. O exemplo mais clássico é Pete Sampras, que sempre teve resultados modestos nestas quadras lentas, que minimizavam sua estratégia de sempre ser agressivo.
Haja paciência
É fácil notar o quanto o fator “paciência” influencia e determina ações quando se trata de partidas em terra batida. No ano passado e neste novamente, o inglês Andy Murray contratou Alex Corretja – ex-jogador cujos resultados mais expressivos sempre foram em saibro – para auxiliar em sua preparação para a temporada europeia de quadras lentas. Em 2008, o espanhol disse ao iniciar seu trabalho: “Estamos tentando fazê-lo entender que, sobre saibro, você precisa ser mais paciente e colocar um monte de bolas na quadra”.
Durante Roland Garros 2007, Maria Sharapova, conhecida pela beleza e pelos potentes e definidores golpes de fundo, foi questionada sobre o fato de precisar ter um pouco mais de paciência em seus jogos no saibro. A musa, que possui seus resultados mais modestos nesta superfície, retrucou com: “Não acho que a paciência é necessariamente uma das minhas fraquezas”. E, assim, o Aberto francês continua sendo o único que ela não conquistou.
Novak Djokovic, quando ainda estava tentando alcançar as primeiras posições do ranking, declarou após uma dura vitória sobre Gaston Gaudio em Monte Carlo 2007: “Acredito que preciso ser mais paciente nesta superfície. Esse foi o porquê de eu estar perdendo hoje, especialmente no segundo set. Estava muito impaciente, tentando bater um winner de todos os lugares, o que é impossível neste piso. Estou tentado me acostumar ao saibro e ao estilo de jogo que é diferente. [...] As bolas que você acha que vão ser um winner, voltam. Então, física e mentalmente, você precisa estar muito mais preparado”.
Esteja preparado
Como bem definiu Djokovic, é necessário muito preparo físico e mental para aguentar os jogos no saibro. Aqui, a velha máxima: “ganha quem coloca uma bola a mais do outro lado da quadra” é mais do que válida, é um ponto crucial. Quem não se sente fisicamente preparado para suportar longas trocas de bola irá sofrer. A falta de um condicionamento físico razoável – ou, no mínimo, no mesmo padrão do seu adversário – deixará o jogo desnivelado quanto mais o tempo passar. E, se um dos jogadores perceber esta fraqueza no outro, ele fará de tudo para ficar horas dentro da quadra e se aproveitar desta vantagem.
Reviravoltas constantes
A lentidão do jogo no saibro, além de favorecer o preparo físico (muitas vezes em detrimento de uma boa técnica), faz com que as partidas se tornem, muitas vezes, imprevisíveis. A morosidade dos pontos na superfície permite que mesmo placares dilatados sejam revertidos e viradas espetaculares aconteçam com relativa frequência. Sendo assim, é possível lutar por um resultado por mais improvável que pareça, alterando mudanças táticas sempre que parecer interessante. No saibro, nunca é tarde para tentar algo novo.
A estratégia e as estratégias
Assim como qualquer outra superfície, jogar sobre terra batida requer planejamento. Ou melhor, planejamentos. Aqui, no entanto, este fator tende a ser ainda mais crucial que em outros pisos. Ter e usar uma estratégia é algo imprescindível, porém, é sempre bom ter variáveis para experimentar. Pois, se existe algo que a menor velocidade no saibro propicia, isso é “pegar o ritmo do jogo”. Ou seja, se alguém joga sempre da mesma maneira, seu oponente logo logo perceberá os pontos fracos desta tática e começará a desvendar os segredos para derrotá-la. Por isso, é sempre bom alternar estratégias para que os adversários não se acostumem a elas.
Falta e quebra de ritmo
A longa duração dos pontos sobre quadras lentas é uma boa quando um tenista está tentando encontrar o ritmo. O tempo maior para se ajustar a uma batida ajuda os que estão com problemas e até compensa algumas falhas na execução dos golpes. Com paciência, é possível reencontrar a cadência do jogo. Contudo, o que se prega para ter sucesso no saibro não é somente a constância, mas também a variação.
Uma boa mescla de golpes, com peso e efeito diferentes, é o ideal neste piso. Bolas anguladas, drop-shots, grandes topspins, slices, enfim, tudo isso e mais um pouco pode e deve ser usado para machucar o oponente (e deixá-lo maluco sem saber o que será feito no próximo ponto). Tente ser imprevisível quando este fator se fizer necessário.
Bola vai, bola vem. O maior segredo para vencer no saibro é, sem dúvida, a constância. Ser agressivo ou defensivo demais é algo que pode não resultar em vitórias, mas a regularidade, esta sim é um caminho mais seguro para o sucesso. Aqui voltamos ao exemplo de Jó, já que constância é sinônimo de continuidade, perseverança, firmeza, obstinação, lealdade, fidelidade. No saibro, a paciência é uma virtude que quase sempre trará grandes recompensas.
Tomamos como exemplo maior Rafael Nadal, cuja constância e paciência tornam-no praticamente imbatível na terra batida. Seu apego tático e sua força mental (além do físico privilegiado, obviamente) fazem dele o que ele é. Ele vence os adversários com os golpes constantes, minando suas resistências, e a calma para se manter nos pontos até o fim, sem se preocupar. Assim, a recompensa por sua paciência sempre vem.
Fique esperto para jogar no saibro
1. Seja paciente
Os pontos são longos. Os winners raros. As oportunidades para finalizar precisam ser bem trabalhadas.
2. Seja constante
Aprenda a ser regular. Mantenha os golpes dentro da quadra. Lembre-se: ganha quem coloca uma bola a mais do outro lado da quadra.
3. Esteja consciente de seu preparo físico
Trabalhar os pontos é algo que demora e consome bastante energia. Se seu preparo físico não está dos melhores, é bom começar a trabalhá-lo. Sua preparação mental vai depender muito de seu condicionamento.
4. Pense estrategicamente
Planeje uma maneira de ganhar os pontos e esteja preparado para seguir esta tática até o fim. Contudo, se perceber que não vai funcionar, é melhor mudar. E, mesmo que a estratégia seja vencedora, sempre tente buscar novos meios para não dar ritmo ao oponente.
5. Use (e abuse do) topspin
O saibro é lugar onde este tipo de efeito se dá melhor, pois faz com que a bola quique alto, limitando as ações do adversário. Então, lembre-se de usá-lo.
6. Varie os golpes
Não se limite a bater na bola da mesma maneira sempre. Busque variações de jogadas, comângulos, slices, curtinhas, lobs etc.
7. Lembre-se: contrapés e drop-shots também existem
Ao deslocar um oponente, tenha em mente que estes golpes são bastante eficientes no saibro. Muito mais que em outras superfícies.
8. Saiba como escorregar para alcançar as bolas
A natureza do pó de saibro faz com que os tenistas estejam sempre “derrapando”. Então, é preciso entender como fazer isso.
9. Aprenda a reconhecer quando atacar e defender
Para se dar bem na quadra lenta, você precisa reconhecer as oportunidades que cria e aproveitálas. Entender o momento certo para atacar e defender é um dos segredos.
10. Nunca desista dos pontos ou do jogo
O jogo no saibro propicia a chance de alcançar bolas impossíveis e minar a resistência do adversário com isso. Sendo assim, lute por cada ponto e deixe seu oponente louco. Além disso, a terra batida costuma ter muitas alternâncias de placar. Então, mesmo que as coisas pareçam perdidas, não perca as esperanças e lute para mudar o resultado.
ferchafon 21/04/2010 13:28
Lins, gostei desse artigo do Grizzo!
Acrescento que treinar no saibro é bom para aumentar a tua concentração porque o piso é irregular. Como a bola pode quicar diferente devido a pegar na linha ou em outra irregularidade do piso, isto deixa você mais “ligado” que em um piso mais regular (ex: quadra dura).
Giuliano 20/04/2010 23:20
Gostei do texto Lins.
Basiquinho, mas muito bom.
A idéia do Rodrigo P foi boa, considere.
Abs!
Moroni 20/04/2010 16:05
Comentário sacal e desnescessário.
Flávio B. 20/04/2010 14:48
Bom, depois de ler tudo isso, cheguei a uma conclusão: eu só não ganho de todo mundo no saibro porque não sei bater direito na bola … kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Ah, tudo bem, o preparo físico também não é lá meu ponto forte, embora seja muito veloz ainda, mesmo com a raquete em uma mão e a bengala na outra …
O resto que está aí, eu faço o tempo todo, né, Maysa?
Sergio Lins 20/04/2010 14:30
Tem razão Rodrigo, ficou grande demais. Valeu pela sugestão.
Matteoni 20/04/2010 14:25
Muita paciência mesmo.
Rodrigo P. 20/04/2010 14:15
Lins, lhe faço a sugestão de, eventualmente, quando o que você quer copiar e colar aqui seja muito grande, que apenas faça com o link da notícia ou artigo. Aí clicamos ali e vamos ler. No fim das contas dá na mesma e aqui fica um pouco mais “clean” os comentários… na medida do possível.
Abs
Felipe 20/04/2010 14:11
paciência pra ler o comentário…
22 Olavo Brito 20/04/2010 14:11
E eu tb acho que sua contusão é mais pela sequência de vitórias do que do seu estilo defensivo (agora agressiva). Com a tendinite crônica nos joelhos vai ser difícil disputar sequências enormes de jogos sem cada vez mais ir agravando o problema.
21 Rodrigo P. 20/04/2010 14:40
Cleto, eu tenho uma versão, que certa vez coloquei aqui. Dizia respeito inclusive ao filme que vc ja viu e que muitos aqui também assistiram.
Talvez não seja primordial, para ser grande como Nadal é e grande como o protagonista do filme também foi, que as coisas sejam feitas como sempre foram? Eu não sei não… Apesar de, SEM DÚVIDA, nesta altura do campeonato, achar que Nadal deve se poupar daqui pra frente, considero que esse mesmo fato possa lhe transformar em outro jogador.
Ele é o que mais reclama do calendário, ao mesmo tempo que sempre que tem que parar, acaba reclamando que está sem “ritmo de jogo” (não aqui desqualificando sua reclamação, muito pelo contrário). Essa reclamação de Nadal sobre ritmo de jogo considero legítima, pois vejo muitos caras por aí que quando mais jogam, melhor jogam. Nadal é um deles…
No curto prazo, não seria uma possibilidade de tiro no pé? Poupar o joelho ao preço de sacrificar a confiatrix?
Eu não tenho opinião formada, e acho que vale um post, mas tem muita gente que acredita que se o protagonista do filme que todos viram não tivesse treinado tanto e jogado tanto, não teria chegado onde chegou. Dizem que tratava-se de um sacrifício que era a força motriz de seu rendimento, a injeção de confiatrix. Pagou o preço de uma carreira relativamente curta mas muito gloriosa…
Abrir mão dessa forma de atuar, que funciona pra alguns, não sei não…
Nadal ja tem seu nome na história, com letras garrafais, mas tirando qualquer caso específico e falando amplamante… Não se corre o risco, quando poupamos um atleta que funciona melhor jogando tudo e treinando pesado, de termos um jogador com uma carreira longa e de menos sucesso, em detrimento a encurtar a carreira de um cara, proporcionando mais condições de ele se encher de confiatrix e conquistar tudo que for possível em curto espaço de tempo?
Eu acho uma equação “dificilíssima”… ainda mais tratando-se de pessoas jovens, vaidosas no bom sentido, com a perigosa idade (18-22) de que acha que é imortal e pode tudo! Ou vocês não sabem porque nos alistamos com 18 anos? Com 18 anos achamos que não vamos morrer nunca, por isso vamos pra linha de frente numa guerra… Mas isso já é outra história…
Paralaxx 20/04/2010 16:04
Tambem acho que abrir umas brechas no calendário, tipo 1 semaninha aqui outra ali, não irão tirar o ritmo dele. Jogar com menos dor será bem mais importante.
Rodrigo P. 20/04/2010 14:58
Também acho Sócio.
Mas penso lá trás… se não tivesse sido exatamente como foi… Seria o imenso Nadal de hoje? Seria esse cara que conquistou tudo isso? Nunca saberemos, mas eu acho que não…
Flávio B. 20/04/2010 14:52
Sócio
Abrir mão de um ou outro torneio não vai tirar o ritmo dele, ao contrário de longas paradas para curar contusões e afins.
Desses de saibro que vem aí, se ele jogar um sim, um não, e for ao menos até as semis, já vai dar pra manter o ritmo em dia, creio eu.
E se por algum aborto da natureza ele perder no meio do caminho, sempre pode se alistar no próximo …
Matteoni 20/04/2010 14:47
Queria ouvi-la.
20 Paulo Pantusa 20/04/2010 14:51
Caro Lins, de todo forma, grande ou pequeno, achei ótimo o seu comentário. Abraços.
19 Sergio Lins 20/04/2010 15:16
E por falar em tenistas espanhóis, além de “entregar” o jogo pro Rafita, andam muito “entrosados” entre si.
http://img685.imageshack.us/img685/8104/vpkz79.jpg
18 maysa caruso 20/04/2010 15:47
Sérgio Lins…também..adorei o que vce escreveu do jeitinho que vce colocou…
Gosto de ler direto…quem não tem paciencia que pule e pronto…( fica triste comigo não Rodriguinho…que gosto muito de vce..)
To saindo correndo…vou jogar….e muito …
bjos a todos
Maysa
e quanto ao blog clean….ora meninos…desde quando esse blog é clean??
Tem que ser mais pra “neo barroco hip hop com toques modernistas” ( rsrsrsrsrs)
Quanto à frase ” giorno da leone”…quando te encontrar no clube Cleto… te explico….. e quero meu bombom…
Giuliano…seu pai tambem cantava ” Faceta nera dellAbissínia….aspeta, aspeta que allora si avicina….” ???
Sergio Lins 21/04/2010 14:17
Oi Maysa,
como sempre sua presença por aqui é um oásis no deserto.
Acredito que o Glads faria uma metáfora bem melhor que esse clichê mas foi a única que me ocorre.
Grande abraço,
Giuliano 20/04/2010 23:24
Hehehe…sensacional Maysa, conheço sim essa musica…
Rodrigo P. 20/04/2010 16:05
Nem que eu quisesse Maysa! Com vc tudo é só alegria!!! Mas eu tenho paciência… Mas é que esse especificamente nem Carl Lewis pulava…
17 Marcello Rosa 20/04/2010 16:38
Falando em diminuir o ritmo, kd o Roger Federer????
16 jhonny 20/04/2010 16:47
Noticias de Barcelona:
Belluci ao lado do argentino Horacio Zeballos venceu a Dupa do alemão Simon Greul e o Australiano Peter Luckzak por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/2, agora na proxima fase enfrentaram a Dupla cabeça de chave nº 8 os poloneses Marcin Matkowski e Mariusz Fyrstenberg, pelas oitavas de finais.
Tambem ja ficou definido que o Belluci enfrentara amanha o romeno Victor Hanescu que venceu Andrea Beck por 2 x 0, parciais de 6 x 1 e 6 x 2,
Noticias da Davis: o Capitao João Zwetsch, anunciou a equipe que jogara com o Uruguai na Final do Zonal Americano do grupo mundial dia 07 a 09 de maio, em Bauru São Paulo
o time é composto por:
Thomas Belluci, Marcos Daniel, Bruno Soares e Marcelo Melo, iram como reservas o Andre Ghen e o Ricardo Hocevar, alem dos juvenis Augusto Laranja e Guilherme Clezar, boa sorte ao grupo brasileiro pois vai precisar ja que o Marcos Daniel vinha mto mal este ano e se recuperou apenas agora no challenger de Floripa, e a dupla brasileira nao vence um jogo desde a primeiro rodada do atp 500 de acapulco, e no ano tem 4 vitorias e 9 derrotas.
jhonny 20/04/2010 17:40
Paralaxx realmente é triste, esta preocupação, mas ela é real, afinal esta dupla nao esta jogando nada, o Belluci tera que vencer as duas de simples de qualquer jeito e torcer que ou Daniel ganhe do Felder ou do Cuevas, eu nao estou levando fé nesta dupla.
Em resumo se o Brasil quer ir pra repescagem o Belluci nao pode nem pensar em perder um dos dois jogos se quer.
Paralaxx 20/04/2010 17:10
Triste mesmo é que estejamos preocupados com o poderoso…uruguai….e pior, com razão…
jhonny 20/04/2010 17:08
Não foi convocado, acho que os dois reservas deveriam ser o Mello (na realidade pra mim tinha que ser titular), e o Andre Sá, e testar o Sá com o Bruno Soares, ja que eles jogaram mto bem na Davis contra a Colombia, quando o Brasil caiu para 3º divisão.
Com isto o Ricardo Mello deve confirmar a vaga no torneio de Belgrado, ele estava de alternate, e o Daniel vai cair algumas posições por nao defender as quartas de finais do ano passado.
Olavo Brito 20/04/2010 17:02
Uê, cade o Ricardo Melo??
15 Marcos Marc 20/04/2010 18:27
Eu não me esqueço quando meu velho e amigo professor de tênis disse no ano passado que Nadal se arrependeria eternamente por ter ido disputar esse torneio em Barcelona.
Apesar de respeita-lo pela vivencia no esporte não acreditei que tal fato comprometeria tanto o jogo e a temporada do espanhol .
14 leb 20/04/2010 18:42
Bom mesmo é que o touro está de volta…mesmo que vamos vê-lo mais esporadicamente.
Vai começar a papar tudo de novo!!!
13 mario 20/04/2010 19:51
Acho que o Bellucci tem uma boa chance de se dar relativamente bem neste torneio. A chave dele, agora, não me parece muito complicada.
12 Lauro 20/04/2010 22:29
Cleto, vc acha mesmo que a carreira dele praticamente acabou? Ok, sou torcedor dele e ando bastante preocupado! Mas será que já podemos considerar essa possibilidade assim?
Abs
11 antonio banderas neto 21/04/2010 0:24
ESSE NADAL USOU TANTA DROGA (CERA) NA EPOCA QUE ATP TINHA UM ANTIDOPING MUITO FRACO QUE ELE FEZ A FESTA GANHOU VARIOS SLANS ,QUER DIZER ROUBOU E A ATP NAO FEZ NADA ,NEM BANIU ELE DO ESPORTE E NEM TIROU TODOS OS TITULOS ROUBADOS,A CAUSA DESSAS CONTUSOES SO TEM UMA EXPLICAÇAO ABUSOU DAS DROGAS (LER REPORTAGEM DO DIA 29 DE 2008 NO SITE TERRA PARA QUEM NAO ACREDITAR) ESSE CARA E UM VERDADEIRO TRAPACEIRO,ASSIM COMO MUITOS ESPANHOIS E AMERICANOS POR AE
Gabriel 22/04/2010 21:58
Desconfiar Fábio,é algo legítimo.Cada um com suas desconfianças.Acusações levianas como as que vimos acima,acho irresponsável.
Fábio S Schmitt 22/04/2010 16:42
Não coloco a minha mão no fogo por ninguém, muito menos para Rafael Nadal, o que ele corre em quadra é algo que beira o absurdo. Temos o direito de desconfiar sim.
Gabriel 21/04/2010 19:20
Aprendeu a ser leviano onde?Ou é de família?
Guilherme 21/04/2010 0:42
Alguem remove o comentário desse animal?
10 leb 21/04/2010 14:37
Acusar é facil né BANDERAS…prove! Deve estar frustrado com algo!
antonio banderas neto 21/04/2010 23:40
cala boca ae ae seu espanhol de araque ja provei
9 NG shopping 21/04/2010 17:37
Isso ae !
8 Fátima Rosa 21/04/2010 19:19
Tenho acompanhado seus posts a respeito do Nadal e você tem razão, espero que fique bem para continuar com sua brilhante carreira. Felicidades a todos.
7 W Economy 21/04/2010 23:11
é pra se pensar
paulocleto 21/04/2010 17:47
Isso nao é caracteristica de quadra de saibro e sim do uma quadra ruim.
paulocleto 21/04/2010 11:31
É só para nos lembrar do que tem solto por aí.