Clássico
Daniel e Sá se protegendo do sol e apoiando o amigo.No canto da quadra sentei ao lado do Andre Sá e do Marcos Daniel que como beduínos se protegiam do sol se escondendo debaixo de toalhas. Não arredaram os pés enquanto o campineiro não venceu sua partida. As quadras secundárias já perderam totalmente a umidade da chuva de ontem e estavam ridiculamente lisas e rápidas.
O jogo foi decidido no primeiro set, quando Mello quebrou o adversário no 5×5. No quarenta iguais, Hanescu meteu duas duplas faltas seguidas. Não dava para Ricardo perder após um regalo desses. O romeno ainda teve uma última chance no 3×3 do segundo set, quando abriu 0×40 no saque adversário. Mello apertou a concentração e conseguiu reverter. Quebrou em seguida e logo acabou com o jogo. A vitória em dois sets ajudou a preservar o físico para mais tarde, assim como fizera Bellucci.
Esta noite, não antes das 21:30 h de Brasília, os dois brasileiros restantes na chave voltam à Quadra Central. O bicho vai pegar. Um clássico é sempre um clássico.
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10 comentários | Comentar
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10 Sergio Lins 12/02/2010 20:25
Mandei esta pergunta na banca retrasada, acabou ficando pra trás, vou repostar, ok?
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Bom dia amigos,
Já que o assunto é corda, vou pedir a opinião dos especialistas.
Eu gosto de 16, pra “sentir” melhor a bolinha (essa frase fora de contexto fica muito gay… KKKKK)
Uso raquete Babolat Aeroprodrive 100 (já sei, ironia das ironias, é a raquete do Nadal)
Entre as citadas, Luxilon, Gamma, Babolat Pro Hurricane, Sigmum Pro, qual é a melhor?
O ideal seria partir pra tripa sintética? Importar um rolo de 200m dos USA via amigo viajante pra não ter que pagar extra pra loja toda vez que estourar?
Ah, esqueci de citar: coloco 55 a 60 libras.
Abraços,
Sergio Lins 12/02/2010 21:44
Valeu Rodrigo.
Estoura corda a cada 5 horas????
Sua direita é mais forte que a do Gonzalez??
Esquece o amistoso… não tenho capacete.
Também compro la na DLP, vou falar com eles semana que vem e ver o que tem de sintética.
Abraço,
Rodrigo P. 12/02/2010 21:14
Lins, corda 16 é uma corda grossa. Sendo grossa, com ela você sente MENOS a bolinha. Quanto mais fina, mais você vai sentir a bolinha. Quanto mais fina… 17, 18… em teoria, você terá mais toque, sentirá mais a bola
As cordas mencionadas no seu post são cordas “poli”. Tudo depende do seu nível. Mas cordas polis são cordas mais duras, mais duráveis, mas bem menos confortáveis. Se você não é um cara que quebra muita corda(eu estouro a cada 5…6 horas de quadra) vá pra synthetic gut, sem dúvida. São mais baratas e muito mais confortáveis.
Quanto a marca ou modelo melhor… é como raquete, o que é melhor pra um, não é pra outro… tem que testar.
Comprar rolo é sempre bom. Eu só compro de rolo, mas compro aqui mesmo na loja DLP em Curitiba. Excelente loja. Comprando lá o rolo, vc paga um pouco mais que nos USA, mas os encordoamentos estão no preço, enquanto durar o rolo. Sendo assim, fica até mais barato… pois comprando o rolo nos USA vc terá que pagar 7 reais a cada encordoamento.
Se quiser mais detalhes, me pede por e-mail… aquele que você tem. Sou ninja em cordas.
9 Glads 12/02/2010 21:59
Leão, Beta, Mauro, Marcos Mano, Giuliano-Amigo, Adriana, Marcio-do-meu-Coração, Cambuí, Ferrão, Barcelos, Cota, Alexandre, Maysa, Estelita-Estrela, Pimenta, Johny, Osv-Poeta-Marrom, Flor, Viotti, Araújo-Novo e que Deus me perdoe, pelo esquecimento aos mais que gosto, da ingerência alcoólica que me afeta a lembrança. Mas na amizade não me perco e convido todos à dança depois.
E ao Pezão, que andei negligenciando uma lembrança mais forte, e que me entende mais, porque mais sabe de mim:
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Estou em Angra e não livro de vocês um segundo. Estou postando após a comemoração plena do nada-demais. Saí da quadra feliz que nem menino porque ganhei um jogo depois de mil anos e perdi outro depois de vinte e quatro horas. Mas as figuras que me cercam merecem festa por toda a vida.
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Um brinde a vida!!
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Eu gostaria muito que os dois links abaixo fossem apreciados pelo enredo do que somos aqui, e também pelo carinho que o mundo de fora merece. Noto que todos nós temos dado onda aos papos de pé de ouvido que a solidão tem no discurso. Ela que fique lá no seu deserto, nos cuidemos nisso.
Fora com esse maracambú.
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Em tempo: Julia vive em mim, e mais, viveu sempre!
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Adoro vocês, e Diadorim também.
Diadorim é Simone, como sabe bem o Giuliano-Gil, Beta, Fish e Mauro.
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Abraços
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http://www.youtube.com/watch?v=F9z7lP48WRY
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http://www.youtube.com/watch?v=_ShiqGQp8hQ
Glads 12/02/2010 22:18
Flor-de-Lins
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Não me “pixe” pela falta ou excesso de vírgulas, pela má concordância do tempo, pelos os verbos erradamente em transição direta e todos os outros erros maiores ou menores na minha escrita de agora. Estou feliz e com pouco tempo para filtragens, embora eu nunca soube como faze-las.
E se mais tempo eu tivesse, nunca conseguiria melhorar meu entendimento nessa língua pátria, essa é a verdade.
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A propósito, a falta do “me” em “não livro”, foi um acidente da ansiedade alcoólica, alem de outras faltas.
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Abraços
8 Daniel Sciacco Fontoura 12/02/2010 22:10
Parece que o cansaço bateu no Bellucci hein, até mais o mental do que o físico… Está difícil de encaixar o jogo dele hoje, vamos ver se ele consegue se concentrar mais e impor o jogo dele.
Devolveu uma das quebras agora mas acho que o Melo ainda leva o primeiro set e o Bello ganha de virada.
7 Sergio Lins 12/02/2010 22:30
Esse texto do Torero fala exatamente o que o Ferracini disse duas bancas atrás e que ainda está ecoando na minha cabeça.
O que Gisele Bundchen e Tonhão têm em comum
(ou A beleza da imperfeição)
Tarado leitor, vou começar falando de beleza feminina, mas logo chegarei ao assunto sobre o qual você realmente quer ler: futebol.
Pois bem, há quarenta anos, desde Elizete, no pré-primário, tenho observado as mulheres atentamente. Muito atentamente. Reparo em suas belas linhas, comparo, noto as diferenças, classifico suas formas, ordeno tipologias, hierarquizo, analiso profundamente. E cheguei à conclusão de que é preciso uma pequena imperfeição para que as mulheres sejam realmente belas.
Às vezes ela é um pouco dentucinha, mas isso lhe dá um ar juvenil, às vezes são sardas (ah, aquela atriz do Lost…), pode ser um cabelo esquisito, um olho de cada cor, uma gordurinha extra (três vivas às gordurinhas extras!) etc… Mas o fato é que uma certa imperfeição traz um charme especial. A própria Gisele Bundchen tem um nariz um tanto excessivo, mas, em vez de diminuir sua beleza, isso lhe dá uma certa ousadia, uma graça a mais.
Pois bem, com os grandes times de futebol (finalmente chegamos ao que interessa) acontece a mesma coisa. Ele não pode ter apenas craques. Tem que ter um grosso. Um cara tosco, daqueles que você pensa: “Pô, se esse cara pode ser jogador, qualquer um pode.”
Você se lembra do grande Flamengo do começo da década de 80? Lembra daquele esquadrão que tinha Raul, Leandro, Zico, Andrade e Adílio? Pois bem, entre Mozer e Junior posicionava-se o modesto Marinho. E às vezes em seu lugar entrava o Rondinelli, que não era exatamente um Domingos da Guia.
Naquele super Palmeiras da Parmalat havia Tonhão. O tosco Tonhão. E era amado pela torcida.
No campeoníssimo Internacional da década de 70 havia Vacaria, que imediatamente me faz pensar no adjetivo “voluntarioso”, e nunca em “habilidoso” ou “elegante”. Aliás, ele ganhou esse apelido depois de dar um bicuda que mandou a bola tão longe que um companheiro falou: “Essa foi parar em Vacaria” (a quase 200 km de onde estavam).
O Santos de 2002 tinha Paulo Almeida, o incansável, que corria o tempo todo. Foi útil, valoroso e o mais jovem capitão de um time campeão brasileiro. Mas craque, não era.
O inesquecível Corinthians de Marcelinho, Ricardinho, Rincón, Vampeta, Edílson, e Dida tinha quem como zagueiro central? João Carlos. Muitas vezes eficiente, mas jamais um exemplo de classe e categoria.
Mesmo na seleção brasileira, que deveria ser à prova de grossos, temos exemplos interessantes. A nossa equipe de 70, a mais mítica das seleções, possuía Everaldo, um modesto lateral esquerdo, e Brito, que não tinha lá muitos recursos técnicos.
E na inesquecível seleção de 1982 talvez tenha faltado justamente um jogador rústico, daqueles que dão bicudas e narigadas na bola.
Enfim, não desprezemos os grossos, os jogadores tacanhos, as sardas e os dentinhos salientes. Quando estão cercados por beleza, eles dão um charme a mais.
paulocleto 13/02/2010 12:56
Adorei o texto!!
6 adriano c. 12/02/2010 22:31
Estou esta semana em Sauipe e no intervalo entre os jogos vi o Cleto trocando umas bolas com M. Daniel. Voleando muitoooo!!!!
Acho que daria pra jogar o circuito de duplas tranquilo!!!
Gde abç!!
paulocleto 13/02/2010 12:55
Esse é meu leitor e amigo…E não veio falar comigo?!
5 Carlos Rodrigues 12/02/2010 22:31
Boa noite Srs..
É impressão minha, ou as curtinhas do Belluci andam muito ?
4 césar cambuí 12/02/2010 22:35
Para quem queria saber do Nalbadian
http://bit.ly/9YeIJp
3 Giuliano 12/02/2010 22:59
Flavião,
)
Já está arrumando desculpas antes da hora muleke?!?!?
Flávio B. 13/02/2010 0:22
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKkk
Tava só vendo se você estava ligado! Não tem desculpa nenhuma, esse problema na garganta é recorrente, principalmente porque muitas vezes tem aquele entra e sai de ar condicionado que acaba matando a gente.
Segunda estou voltando, mas acho que só dá pra jogar na terça e na quarta. E na quadra não tem desculpa, jogo é jogo e quem está melhor leva, incluindo aí preparo físico e tudo o mais.
O resto, é só pra fazer palhaçada mesmo … rsss
2 Carlos Rodrigues 12/02/2010 23:26
E deu Melo, feliz por ser um Brasileiro, triste pq hoje o Belluci não jogou tudo que podia.
Flávio B. 13/02/2010 0:30
Melo fez o que tinha que fazer: jogar bem e aproveitar que o Bello já andava mais cansado, coisa que o Melo não tem nada a ver. Ganhou quem jogou melhor e errou menos.
O legal foi ver que o Bello, mesmo mais cansado, ainda conseguiu equilibrar o jogo, o que é muito positivo pois com o saque que ele tem dá pra compensar muita coisa.
Mas o número de erros não forçados indica claramente que ele já estava virando o fio. Parabéns ao Melo, que soube capitalizar as vantagens que apareceram e ganhou o jogo.
Vamos torcer agora para o Melo conseguir ir em frente.
1 Daniel Sciacco Fontoura 12/02/2010 23:51
Não deu para o Bellucci, mas acho que o Melo vai com bastante confiança para cima do Ferrero, quem sabe ainda podemos ter um brasileiro campeão esse ano na Bahia…
Glads 13/02/2010 7:35
Flor
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Me desculpe, agora que pesquei sua duvida!
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O comentario a que voce se refere ficou no desvio, na tal da merderação.
Bom dia
Glads 12/02/2010 23:21
É com você também, visto que te gosto um tanto igual aos outros amigos daqui. A diferença é que a tua perspicácia em dose dupla anda aguçada!
E, veja, que a flor-de-lis, sua flor, inda aguarda a primavera distante, pois:
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A primavera traz o perdão das faltas no calor do verão, das faltas na frutificação no outono, do abandono e da desculpa fria de recolhimento no inverno.
A primavera é o remitir do perdão nas cores.
Pena que esta estação fica só um pouquinho com a gente, se bem que fica na medida exata do pouco que merecemos.
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Até o Sol
Glads 12/02/2010 23:53
E mais:
Chaka Kan não canta Julia, ela espalha a paixão e a doçura por todo o infinito possivel!!
Sergio Lins 12/02/2010 22:25
Grande Glads,
Boa noite caríssimo Membro da Academia Brasileira dos Tenistas Escritores e Poetas (3 membros: você, Flavio e Giuliano).
– a falta do “me” em “não livro”
Não captei o teor do seu post, será que era comigo a conversa?
Abraço,