Queda de braço
A Federação Internacional de Tênis comprou a suspensão do Tribunal de Flanders e confirmou a suspensão de um ano aos tenistas belgas Yanina Wickmayer, semifinalista do U.S Open, e em Xavier Malisse.
Como escrevi no post “Rua”, dois dias atrás, isso está me parecendo mais uma mensagem do que qualquer coisa. Os tenistas não foram flagrados em nenhum doping, só não foram encontrados, em três ocasiões, para realizar os testes.
Junto com a mensagem está implícito uma queda de braço entre os atletas e os responsáveis pelo esporte belga.
Suponho que a coisa toda tenha chegado ao ponto de ebulição com a divulgação de Andre Agassi, suas drogas, suas mentiras e suas escapadas. Os belgas são os primeiros a reagir a essa papagaiada do americano, que agora, depois de deitar e rolar, cospe no prato em que se, para que outras se engasguem, emquanto segue seu plano marqueteiro indo à TV, fazendo carinha de coitado e pedindo clemência. Como dissemos antes, o Agassi tem magnífico passado no tênis, que sempre exigiu respeito, mas queria de ter visto ele lavar sua roupa suja, pedir sua clemência, sem necessariamente estar ganhando dinheiro com isso.
Aliás, o espanhol Sergi Brugera já está esperneando que quer a medalha de ouro das Olimpíadas de Atlanta, em 1996, onde foi prata, perdendo na final para o careca embolado. Será que o Fernando Meligeni vai fazer eco e tentar o seu bronze? Com a palavra o Fininho.
Quanto aos belgas, lhes resta apelar, fazer algum tipo de mea culpa, por não terem dado importância às convocações do Tribunal, e deixar clara a mensagem que o mundo mudou e com ele a maneira como os esportistas devem se relacionar com qualquer tipo de droga e a satisfação que devem para o público e, não menos importante, seus adversários.
Desta vez os tenistas perderam.

Éhh isso, César e Glads
Eu não tenho dúvida da divindade da música por seu papel de transcender quem a aprescia…
Foi por Bach que descobri a Clássica.
A gente , penso, por sermos imagem dEle, fazemos coisas como Ele.
A criatividade e a beleza são infinitas … não há limites, não há palavras, não há como decodificar. Só sentir.
Que o diga C.S. Lewis com seus êxtases , que ele chamou de Contentamento (achei que ficou até pobre a palavra, mas não há como descrever sentimentos profundos) em Surprised by Joy.
Abrç
Bach tinha uma musicalidade matemática…
Suas peças são maravilhosamente simples e complexas. Simples na harmonia sugerida (sim, porque poucas vezes a harmonia é expressa em Bach) e complexa nos contrapontos e fugas.
Alguém já o criticou dizendo que ele era uma máquina de fazer música (porque, ritmicamente, suas obras são muito “certinhas” – será que foi o Agassi?). No entanto, acho genial que alguém que apele tão pouco para o ritmo consiga nos elevar tanto com sua inspiração.
Mauro e André
Nos tempos de Bach a musica obedecia por lei, e lei mesmo, uma rígida disciplina construtiva. Seria como os movimentos obrigatórios na ginástica hoje, independente de quão espetacular é o atleta, há um rigor de fundamentos a ser seguido. Havia ainda uma dificuldade muito grande na liberdade de escolha sobre o que compor, onde viver sua musica e a quem poder servir com ela. Bach ficou preso por dois anos segundo alguns registros, enquanto outros falam em período menor, por conta disso. E mais, ele tem três entre as dez peças mais românticas e melódicas de todos os tempos construídas no virtuoso estilo barroco, o que torna a empreitada do romantismo e melodia quase impossível.
Abraços
Glads. Eu sei do que vc está falando.
Havia um tema, um contraponto, variações sobre o etapa, movimentos obrigatórios…o que na época de Bach era ainda mais amarrado por conta da limitação dos instrumentos disponíveis.
O cravo predominava e o piano nem havia surgido então…
A própria formação de acordes, arcabouço da harmonia, que pressupõe sons simultâneos ficava ainda mais difícil por conta da abundância de instrumentos melódicos. Até o cravo, que poderia ser harmônico, teve papel mais melódico.
Um pouco antes de Bach só se compunha, por imposição da igreja, em compasso ternário a fim de homenagear a trindade…é mole?
Bach de fato foi genial e precursor, inclusive no processo de “formatação” do que hoje é o piano.
Cara, o Agassi definitivamente enganou todo mundo. Agora falar mal do Sampras e da penca toda…
Segundo ele não é para vender, porque já é rico. É para “redenção pessoal”. Ora, se assim for, fico com o Safin que sugeriu que ele devovesse parte da grana que ganhou, assim como os títulos.
Desculpem quem pensa o contrário, mas isso tudo tá cheirando um mau-caratismo desgraçado. Primeiro se droga (tudo bem), é pego mas mente. Não se entrega jamais, só na hora que resolve publicar uma auto-biografia. E aí detona todo mundo, joga m. no ventilador. Tudo bem, quer ser transparente ao extremo? Então não vem com essa de querer continuar sendo amado por todos e pedindo misericórdia aos críticos. Quando alguém mente deliberadamente durante tanto tempo é que tem algo muito errado. Será que ele sofreu tanto assim com sua consciência? Qual é, Agassi tá parecendo político brasileiro….
Paulo,
Safin é meio maluco e não tem autoridade para criticar demais os outros, mas ele tem um tanto de razão em alguns pontos contra Agassi:
Safin sugere a Agassi que devolva dinheiro e títulos para ‘limpar consciência’
Das agências internacionais
Em Paris (França)
Prestes a se aposentar do tênis no Masters 1000 de Paris, na França, o ex-número 1 do mundo russo Marat Safin deu uma sugestão imediata para ajudar o norte-americano Andre Agassi a ficar com sua consciência limpa após a admissão sobre o uso de drogas e a mentira contada para a Associação dos Tenistas Profissionais (ATP) para não ser punido: que Agassi devolva os milhões de dólares que recebeu em premiações de torneios.
MARAT SAFIN IRONIZA LIVRO DE AGASSI
O russo Marat Safin vai enfrentar o argentino Juan Martín Del Potro pela segunda rodada de Paris
LIVRO DE AGASSI REVELA NOVAS POLÊMICAS
SAFIN VENCE E ADIA SUA APOSENTADORIA EM PARIS
BORG GOSTARIA DE ENFRENTAR FEDERER E NADAL
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Sempre com declarações irônicas e polêmicas, Marat Safin sugeriu ainda que Agassi também pode pensar em devolver todos os títulos que ganhou ao longo de sua celebrada carreira se ele quisesse ficar claramente limpo.
“Ele sente culpa? Então que ele devolva os seus títulos, dinheiro e seus Grand Slams!”, afirmou Safin em entrevista ao jornal francês L’Equipe. “Se ele joga tão limpo, poderia ir por todo esse caminho. Você sabe, a ATP tem uma conta bancária e ele pode fazer a restituição, se quiser”, completou o russo.
Em seu último torneio na carreira profissional, em Paris, Safin também questionou o o que teria motivado Andre Agassi a revelar ter feito uso de drogas em sua autobiografia, intitulada “Open”, que foi lançada nesta semana nos Estados Unidos.
Agassi relatou em seu livro o remorso desde a revelação de seu uso de substância proibida e o fato de ter enganado a ATP para não ser punido, mas Safin disse que estava preocupado com a forma com que o norte-americano se confessou.
“Eu não quero escrever minha biografia, não preciso de nenhum dinheiro. A questão é: por que ele fez isso?”, indagou Safin. “O que ele fez está feito. Ele espera vender mais livros, mas é completamente estúpido”, criticou o russo.
Marat Safin ainda reprovou a atitude de Andre Agassi em prejudicar a ATP, que manteve seu problema com o doping sob sigilo durante todos esses anos e ficou em uma situação embaraçosa com as revelações do ex-tenista norte-americano.
“Eu não defendo a ATP, mas o que ele disse a coloca em uma posição ruim. A ATP lhe permitiu ganhar muitos torneios e a acumular muito dinheiro. Eles (ATP) mantiveram um segredo, então por que ser tão cruel com eles? Há momentos em que você precisa ser capaz de calar a boca”, completou o tenista russo de 29 anos.
O Murray está com a maior moral, assinou um contrato de $16 milhões (£10 milhões) coma a adidas por cinco anos.
Marcos – já divulgado aqui há um bom tempo.
pessoal da uma olhada nesta entrevista …
http://www.cbsnews.com/video/watch/?id=5579067n&tag=api
Pelo que entendi é a primeira entrevista de Hgassi para a CBS sobre o lvro..
Deu a louca no Agassi? Como alguém joga a reputação no ralo dessa forma simplesmente para promover esse bendito livro? Que bizarro…
Glads
Eu seleciono uma pequena amostra e te envio. Eu estava esperando a gente dar uma melhorada, porque a primeira gravação foi feita fora de estúdio e serviu apenas como guia para montagem da harmonia e os estudos dos demais músicos, por isso não ficou lá grande coisa.
Além disso, essas gravações foram feitas depois do trabalho do dia todo, com a garganta já bem judiada, e sem microfone, o que obriga a forçar um pouco o gogó e dá umas distorcidas.
Mas vou selecionar ao menos uma que esteja mais em ordem e te passo, assim a ansiedade diminui … rsss
Mauro Márcio
E aí rapaz, fervendo no caldeirão do demo? Por aqui também tem feito um bom calor, mas com certeza é menos do que aí.
Respondendo ao seu coment das 10:06, aproveitando um pequeno intervalo aqui: a narrativa sobre o primeiro dia no estúdio traz exatamente essa imagem que você descreveu, de criança com um brinquedo novo.
Eu não sou músico, como você perguntou. Eu sou escritor, embora não viva disso. Parte dos meus escritos são em forma de poesia e esse ano eu completo 30 anos de poesia.
Algumas delas foram escritas já com melodia, tendo a letra de um poema mas podendo ser cantadas também. Aproveitei que esse ano finalmente “encontrei” o meu parceiro musical, já que nunca nos vimos antes e em menos de cinco meses de amizade parece que sempre nos conhecemos.
Com isso, veio a vontade de concretizar um sonho antigo, que era o de “oficializar” as músicas, com a devida harmonia e cifras. No início, era só isso, mas foi ficando boa a coisa e resolvemos fazer o CD, que vai servir de comemoração para os 30 anos de poesia.
Poemas podem mexer com a alma, mas a música também o faz e, creio eu, se bem feita, tem uma magia a mais que o poema, por causa do som melódico. A sensação de participar de um projeto desses é indescritível, meu caro, e a gente sai rindo do estúdio como se fosse criança mesmo.
Definitivamente, impagável.
Um grande abraço, Mauro.
Flávio B.:
Quando vc terminar a gravação, tenha muito cuidado com a mixagem.
É a etapa mais importante…acredite.
Vc pode salvar uma gravina mais ou menos ou detonar uma baita gravação com a mix.
E hoje, como sempre, o melhor equipamento é aquele que está entre a cadeira e a mesa. O homem.
Um abraço!
André
Obrigado pelo apoio, mas posso garantir que “a pecinha” é de boa qualidade … rssss
Ele já trabalha com isso há um bom tempo, tem uma banda também e faz trabalhos geralmente só para profissionais. Ouvi o CD da banda dele, gravado por ele no seu estúdio, e ficou muito bom o som, como dos bons CDs da praça.
Fora isso, o pessoal que está tocando comigo está sempre ensaiando ou gravando lá, então acho que está tudo em casa.
Mesmo assim, obrigado. E o DVD, quando é que sai?
Então vc está bem assessorado…legal.
A captura das imagens é dia 22 deste mês, mas até sair do forno só em meados do ano que vem…
Há vários processos implicados: Overdubs, mixagem em 5.1 e 2.0, gravação dos extras, masterização, capa, prensagem…
É um parto, mas vale a pena. Qualquer dia mando algo do que já gravei pra vc dar uma ouvida.
Paulo, para mim o Agassi é mala faz tempo, pois nunca acreditei naquele choro que nao
derrubava uma lagrima, quando ganhou R. Garros e qdo. se despediu no US open.
Há um livro do Magnus Norman citado numa reportagem de 2005 acusando Agassi de doping. Fala de doping em 2003 e talvez em outros momentos da carreira do americano quando esteve contundido e recuperou-se rapidamente. Olha o que dizia a reportagem:
“Tennis off the record”, livro escrito por dois jornalistas suecos e pelo ex-tenista Magnus Norman, insinua que Andre Agassi se dopou e que a ATP abafou o caso.
Acesse: http://esportes.terra.com.br/tenis/interna/0,,OI682079-EI2125,00-Livro+de+Norman+insinua+doping+de+Agassi.html
E verá uma reportagem de 2005 que cita Norman suspeitando do Agassi.
Que vergonha!
Será que a ATP não vai fazer nada? É o fim do tênis.
Agassi assume doping em 1997 quando não ganhou nada, mas Norman o acusou de se dopar em 2003.
Isso foi publicado em 2005 e como Agassi reagiu?
Em agosto de 2006 o técnico de Agassi nega que ele tomasse cortizona para jogar o aberto dos EUA.
A pergunta é: Você acredita nisso?
A máscara caiu!
Agassi é o Ben Jhonson rico do tênis mundial.