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05/11/2009 - 01:49

Blefando?

A desavença entre a Federação Francesa, a prefeitura de Paris e os vizinhos do Estádio de Roland Garros é antiga. Nos anos 20 a FFT conseguiu da prefeitura o terreno para construir o Estádio Roland Garros – maiores detalhes vocês encontram no meu livro Gustavo Kuerten e Roland Garros – Uma história de Amor. Alguns anos atrás, após muita discussão, a FFT conseguiu que a prefeitura cedesse mais um terreno para a ampliação, já contra a vontade dos vizinhos, onde foram construídas as Quadra Suzanne Lenglen e todas as atuais quadras de treino.

Agora, a FFT quer mais um terreno, para construir a Quadra Coberta. A prefeitura atual disse que não, após um acerto entre o antigo presidente da FFT e o ex-prefeito.

Há muita gente querendo melar o acordo. A nova quadra seria há 500m da atual Quadra Central, já nas margens do Bois de Boulogne, o maior parque da cidade. O pessoal do meio-ambiente da Assembléia local não quer nem ouvir falar no assunto. Os vizinhos, e são muitos, também não. A vida deles vira um inferno durante o evento.

Uma das coisas que a FFT quer fazer também é acabar com evento em Bercy – jogado a semana que vem no Maracanazinho de Paris – e passá-lo para a futura quadra coberta em RG. Seria ótimo para o evento, que o último dos Masters 1000 da temporada.
A FFT se vê contra a parede, contra o relógio e decidiu agora partir para as ameaças, chantagens e blefe. Diz que se o terreno não for entregue há chances de abandonarem o local por outro, que teria que ser obrigatoriamente fora de Paris, o que eles esperam sensibilize a opinião pública – o evento é adorado em Paris.

Há a última opção, que não é a que eles gostariam, de cobrir a atual Quadra Central. A questão é que eles injetaram milhões há menos de 10 anos, construindo (vejam o livro) novas arquibancadas, vestiários, locais para TV etc e “esqueceram” a cobertura de fora. A novela está longe de terminada.

mm

O projeto de Marc Mimram para a nova quadra coberta de Roland Garros.

Autor: paulocleto - Categoria(s): História Tags: ,

40 comentários para “Blefando?”

  1. césar cambuí disse:

    Concordo que é blefe quando considero que os franceses são cultuadores dos seus símbolos e Roland Garros é um símbolo francês, mas, ao mesmo tempo, as lembranças do Barão Haussmann (meados do sec. XIX), a torre Eiffel do final do sec. XIX e as transformações do Louvre recomendam uma certa cautela.

  2. Ricardo Dipold disse:

    ahh sinceramente acho que isso tudo faz parte de uma negociação.. fala sério, qualquer coisa no mundo de hoje se não tiver uma pressão não vai.. não anda… agora, uma coisa é certa.. acho que o pessoal que ta fazendo toda esta história, não vão ser bobo de perder um evento como esse.. isso deve gerar milhões ao cofre de muita gente… acho que é só uma questão de modernizar um pouco para não ficar muito atrás dos CONCORRENTES que no caso são os outros Grand Slam…. é tudo negócio.. SEMPRE..

  3. Flávio B. disse:

    Walt

    Tem um coment no post passado para você.

  4. Flávio B. disse:

    Eu imagino que o tumulto que se cria com RG deva ser infernal para a vizinhança, mas é um tumulto de duas semanas em 52 do ano todo, não?

    Viver em cidade grande tem suas benesses e os seus problemas. Tudo bem que Paris talvez não precise de RG para continuar sendo o que é e atrair milhares de turistas, mas perderia muito com a saída do torneio.

    Fora isso, é um GS, coisa que somente outros 3 países no mundo tem, além de ser o tipo de evento diferenciado e que marca para sempre o local onde ocorre.

    Mas se eles não quiserem, podem trazer para Sampa. Eu não me importaria de ter um evento desses no meu bairro …

    • Ricardo Dipold disse:

      kkkkkkkkkkkkkkkkk

      perfeito Flávio.. manda pra Sampa que vai ser muito bem vindo..

  5. Matteoni disse:

    Pois eu discordo da vizinhança de RG: sempre achei RG o máximo!
    .
    Pega-se o metro, arruma alguma conexão pra linha 10, depois atravessa Paris, desce na Porte d’Auteuil, faz-se uma longa e aconchegante caminhada pelo Bois de Boulogne e enfrenta uma filinha para ingressos. Não como a de Wimbledon, mas se não chegar cedo só tem para o complexo.
    .
    Mas fiquei com uma dúvida: se a nova quadra central vai ser no saibro, obviamente, como o Master de Paris vai ser jogado lá se é na rápida?
    .
    Vão tranformar em rápida só para este evento?
    .
    Abçs

  6. luis disse:

    Flavio B.

    Concordo com vc.

  7. Rodrigo P. disse:

    Se de fato não for um blefe e resolverem tirar de Paris… Onde seria seu palpite Cleto? Mesmo quando se faz um blefe, deve-se ter alguma coisa pra colocar na mesa… Onde você acha que eles vislumbram uma possibilidade?

    Nessa possibilidade, se existe, teriam que construir um complexo a partir do zero? Ou ja existe estruturas que podem ser modificadas a ampliadas em alguma cidade próxima?

    Mas… duvido que tirem de lá… o máximo que vejo é tudo continuar como sempre… sem cobertura, do tamanho que está… tudo igual. Perpetuamente.

    Abs

  8. Rodrigo P. disse:

    Mattão…

    Porque o espanhol não ta jogando?

    • Rodrigo P. disse:

      Po, ta todo mundo correndo na quadra.. Valencia, Basel… Depois ele reclama que ta sem ritmo…

    • Matteoni disse:

      Foi o que eu falei no post passado sobre Valência, ali vizinho dele.

    • Giuliano disse:

      Ele deve estar se poupando para não estourar de novo…

  9. Giuliano disse:

    Caetano badi,
    Eu comentei em resposta ao teu coment do post anterior “Formadores de Opinião”, como mudou de post, repeti aqui para não perder o trem…

    Parabéns pela atitude.

    Este é um tema que eu acho interessante, a fogueira de vaidades que é o tenis brasileiro e suas panelinhas.
    Para quem conheceu o tênis recentemente pode parecer tudo estranho, mas isso é bem antigo.
    Eu bem que gostaria de ver um post do mestre Cleto indo além da superfície neste tema…

    O Givaldo é um cara muito maneiro mesmo, ele dá show em humildade e é um cara que deixa transparecer que realmente gosta do tênis e daquilo que faz.

    Tenho uma passagem com ele que ficou na memória…

    Eu estava na final de um torneio jogado na academia que ele trabalhava e meu adversário era justamente um pupilo dele, logo, ele sentou na arquibancada para assistir.

    O jogo foi muito parelho, perdi o primeiro num tie-break apertado, ganhei o segundo 6/4 com uma quebra pros dois lados e a decisiva pra mim e no terceiro, tava indo sem quebras até eu sacar no 5/6, quando eu fiz simplesmente duas duplas faltas no game, tentei recuperar o prejuízo mas acabei perdendo o jogo e fiquei com o troféu de vice.

    Então cumprimentei e parabenizei meu adversário, juntei minhas tralhas e fui saindo da quadra quando o Givaldo, após ter cumprimentado seu atleta, veio me cumprimentar também.
    Ele havia assistido o jogo todo e mesmo sendo seu pupilo do outro lado, ele se empolgava e aplaudia os meus bons pontos igualmente, ele estava ali curtindo o jogo, que foi realmente uma bela partida de tênis.
    Então ele me deu os parabéns e de forma surpreendente para mim, deixou de lado um pouco o seu atleta e foi me acompanhando até os vestiários, elogiando meu jogo, falou da minha direita e da forma como eu ia para cima nas devoluções, chegando a narrar alguns pontos da partida e me disse lamentando: “…poxa você tava sacando tão bem, o tênis é fogo né, vc não tinha feito nenhuma dupla falta o jogo todo (eu nem tinha percebido) e foi fazer duas duplas faltas justo neste ultimo game…”
    Enfim, ele ficou conversando comigo até praticamente a hora que entrei na ducha, não sei se ele esqueceu do seu aluno, ou simplesmente quis me dar uma “força” por eu ter perdido um jogo tão parelho, sei lá, só sei que ele foi muito maneiro conversando, dando uns toques e tal.

    • Marcos Pereira disse:

      Giuliano,

      Tive a oportunidade de conhecer o Givaldo pessoalmente, atencioso e simpatissíssimo!

  10. Giuliano disse:

    Não sei, mas neste caso me parece que a FFT tá querendo muita moleza não é?
    Ganhou o terreno, aliás uma bela história diga-se, depois ganhou mais terreno para ampliar, aí deu uma grande mancada gastando uma grana preta e esquecendo de uma cobertura e agora quer mais terreno para uma quadra coberta?

  11. RenatoZ disse:

    Olá pessoal!
    Tem uma coisa me encafifando nessa história de quadra coberta em Roland Garros: Normalmente, as quadras cobertas de saibro são mais rápidas que as descobertas. Acho que vai ter um monte de tenistas reclamando que é um jogo dentro e outro fora. Espero que a cobertura seja retrátil, o que minimizaria o problema.

    Caetano e Giuliano,
    Muito legais o relato de vocês! Para complementar, seguem minhas impressões. O Larri, muito antes do Guga, já tinha uma postura bem arrogante, nem quero imaginar como ficou depois do Guga.

    O Emílio Sanchez fazendo campanha arrecadatória é o fim da picada. Falo isso, sem qualquer pudor pois sou filiado à CBT há vários anos. Mas acho, ou espero que não tenha sido para isso que foi contratado.

    O Givaldo Barbosa sempre foi muito educado e gentil comigo, apesar de saber umas histórias dele no mínimo nebulosas. Aliás, no domingo passado, tive a chance de reencontrá-ló, ao lado do Júlio Góes, Pablo Albano e Roberto Cavalcante na final do Interclubes. Perdemos, mas é sempre um prazer reencontrá-los todos e mais ainda jogar com eles.

    Quanto ao “TE DETESTAM” com relação ao Cleto, eu mesmo escrevi um tempo atrás que o Paulo é uma figura controversa e ele ficou meio “bravo” comigo, mas se pegarmos os 10 melhores brasileiros rankeados na ATP, Guga, Koch, Meligeni, Hocevar, Oncins, Mattar, Bellucci, Kirmayr, Saretta e Motta, apenas 1 ou talvez 2 não gostam do Paulo, os demais só falam muitíssimo bem dele.

    Acho que por ter opiniões firmes e feito o que fez pelo tênis, acabou suscitando algumas inimizades, fora o fato que não dá para agradar todo mundo sendo capitão da Davis por tanto tempo e com sucesso.

    Outra coisa desagradável é essa gestão da CBT ficar desmerecendo todas as outras gestões da CBT, mesmo quando tomaram decisões acertadas.

    Abraços a todos!

    • Matteoni disse:

      Zuccari tu jogou na Wilson que fechou não foi?

    • Flávio B. disse:

      Renato

      Qualquer cara que for “chefe” pelo tempo que o Cleto foi vai ter problemas de relacionamento e gente achando que ele é isso ou aquilo, seja o cara quem for.

      Nessa posição, você muitas vezes vai tomar atitudes que são necessárias para aquilo que administra, mas que ferem vontades pessoais.

      Não adianta, a maioria só pensa no próprio umbigo e normalmente faz propaganda contra qualquer um que não atenda às suas vontades.

      E outra: falar mal quando a “vítima” não está lá pra se defender costuma ser confortável, quero ver é aguentar o tranco do confronto, quando o que se fala pode ser rebatido com bons argumentos e se colocar em cheque o questionamento feito.

      E pelo pouco que já li aqui de ataques e defesas, me parece que ele tem muito argumento para responder quando questionado.

    • paulocleto disse:

      OK Renato, estou devendo um almoço! Quanto a quadra coberta, definitivamente haveria uma grande diferença. O próprio Murray meteu o pau qdo teve que jogar indoors em Wimbledon – ele disse que era outro jogo…

  12. Alcides Menegatti Filho disse:

    Os franceses realmente cultuam seus ícones, mas são muito antipáticos, apesar de Paris ser um dos destinos mais procurados pelos turistas. Se são assim com quem leva dinheiro para lá, imagine se vão querer atrapalhar o próprio sossego com obras? Mas que uma quadra coberta faz uma diferença faz. Que o digam os organisadores do US open deste ano. Assunto abordado oportunamente aqui.

  13. RenatoZ disse:

    Matteoni,
    É Wilton, não Wilson. Conheço o Wilton (Batata) há muitos anos, mas foi meu irmão que trabalhou lá, inclusive treinando o Bellucci por 4 anos, entre outros.
    E, acho, que a academia fica aberta atéo fim do ano.
    Ah, ele é um dos que falam bem do Cleto também.

    Flavio B,
    Concordo com você, mas no tênis é um pouco demais essa guerra de vaidades.

    Abraços
    RenatoZ

    • Flávio B. disse:

      Renato

      Normalmente, o nível de vaidade é diretamente proporcional a quantidade de egos … rsss

    • Mauro Márcio disse:

      Flávio,
      arrisco dizer que no tênis, os egos são um pouco mais inflados, vejo até patologias nos egos , “ísmos do ego”. É esporte praticado , especialmente entre as décadas de 60 a 90, por um grupo mais destacado na sociedade (sem querer voltar à discussão se o tênis é ou não elitizado).
      Eram/são pessoas , no Brasil, do meio prá cima na pirâmide sócio-econômica-cultural, onde se tem opiniões mais ajustadas, fortes, até embrutecidas (pela vaidade) e não isentas de maldades.
      Cleto está nesse meio e não seria imune às peçonhas porque é destaque… sempre foi.
      Embora não precise de nossa defesa, afirmamos e sabemos o bem que recebemos de seus esforços.
      Mas acho muito curioso a irritação que o sucesso/inteligência/talento de uns causa em outros. Lembra do Salieri no filme Amadeus ??
      (Vishsh … fui longe. Me ocorreu agora que assisti esse filme em 85. Eu ainda adolescia, agora já tô até careca… )

    • Flávio B. disse:

      Mauro

      Eu também assisti esse filme, no cinema. Muito bom, por sinal. Talvez o grande paradoxo do tênis seja esse, de ser teoricamente um esporte de gente ética, mas também de uma competição e rivalidade muito acirrada, ainda mais por ser um jogo de eu contra tu.

      E como o psicológico fala alto nesse esporte, tudo que se puder usar pra subjugar o outro, costuma ser usado.

    • Matteoni disse:

      Zuccari,
      .
      Com certeza é Wilton. Escrever Wilson foi um ato falho!!! A culpa é da raquete do Federer!
      .
      Mas me enganei e pensei que fosse vc no lugar do seu irmão. Perdão por ter te “colocado” mais estes anos!!!
      .
      Abçs

  14. Flávio B. disse:

    A questão da quadra coberta é muito simples: muda tudo, somente isso … rsss

    Lá no clube tem duas quadras cobertas (melhor, agora tem a terceira, mas esta fica só para aulas, praticamente) e duas descobertas. Na realidade, é como se fossem dois locais totalmente distintos.

    A quadra coberta é muito mais rápida, a bola quica e salta, além de não ter vento. A quadra descoberta é muito mais pesada, bem lenta e a bola quica bem mais baixa.

    Agora, se um tenista for jogar GS e ficar reclamando disso, tem mais é que ser desconsiderado. O que se espera de um profissional desse calibre num torneio desse quilate é que ele demonstre toda a sua capacidade de se adaptar às condições que se apresentarem na hora do seu jogo. Ficar somente com a famosa CNTP (condições normais de temperatura e pressão) eu também quero.

    Já se falou aqui em outros posts sobre essa coisa de deixar os pisos cada vez mais parecidos e o quanto isso nivela por baixo os tenistas, pois a tendência é de se “acomodarem” naquele jogo que se encaixa mais ou menos em todos os pisos, sem ter que desenvolver as características que seriam necessárias para cada um deles , caso fossem bem diferentes entre si.

    GS é GS e é coisa para bulldog. Se o comentário do Murray em Wimbledon foi apenas para retratar a nova realidade, tudo bem. Mas se foi para reclamar da diferença, aí é melhor ele tentar entender direito o que é um GS.

    • RenatoZ disse:

      Flavio B,
      Concordo que jogador profissional tem que se adaptar às condições de jogo, mas quadras diferentes num mesmo torneio é demais, fora que dá margem aos organizadores para beneficiar um ou outro.
      E considerando que será só uma quadra coberta, como é que ficam as condições de igualdade para os tenistas que disputam um mesmo campeonato.
      Se no amador, já sentimos diferença, no profissional a coisa é mais embaixo.
      Abração!

  15. Mauricio disse:

    Olá meu amigo, está bem e você página deportiva.Saludos visitame.

  16. RenatoZ disse:

    Flavio B,
    Concordo que jogador profissional tem que se adaptar às condições de jogo, mas quadras diferentes num mesmo torneio é demais, fora que dá margem aos organizadores para beneficiar um ou outro.
    E considerando que será só uma quadra coberta, como é que ficam as condições de igualdade para os tenistas que disputam um mesmo campeonato.
    Se no amador, já sentimos diferença, no profissional a coisa é mais embaixo.
    Abração!

  17. Felipe Cavalcanti disse:

    Olá pessoal,
    .
    Lembro a todos que, pelo que vi no sítio do “Tournoi BNP Paribas Masters de Paris-Bercy”, nome de batismo do Masters 1000 de Paris, os jogos da chave principal começam já no Domingo. Está virando moda. Registre-se que o quali começa apenas um dia antes, no Sábado, ou seja, certamente haverá jogos das duas chaves ao longo do dia 08.
    .
    Recado dado, não se esqueçam: o prazo fatal para envio dos palpites para o último Masters 1000 da temporada deverá ser mesmo Domingo pela manhã, dado o fuso. Não marquem bobeira desta vez, hein?! ;)
    .
    Abraços
    .
    P.S.: Em resposta logo mais acima (5/11/2009 às 12:10) a um comentário de Matteoni, Paulo Cleto cometeu, pela segunda vez em três dias — a primeira havia sido no post “Fiapos na garganta”: “(…) após chegar a uma semifinal no carpeta coberto (…)” —, um ato falho, ao mencionar a existência de um piso, o carpete, que não consta mais de competições promovidas pela ATP. Será sua vontade subconsciente falando alto? Ou sou apenas eu que considero um absurdo o banimento completo dessa superfície (as alegações da ATP, de que ele facilitaria contusões, chega a ser risível após as recentes lesões dos grandes do circuito em “hardcourts”)?. Um grande abraço

  18. Sheila disse:

    Glads…

    Não faço idéia de quem seja você, pois não tenho entro muito aqui por total falta de tempo, mas gostaria de lhe agradecer.
    Hoje é meu aniversário, e vc me deu um SUPER PRESENTE!!!!!!!
    Como o Paulo bem sabe, o que mais amo na vida é música, e quando li a sua dica fui imediatamente ao You Tube e fiquei por alí quase duas horas, pois como uma coisa sempre acaba puxando outra, fui ouvir a interpretação do YO YO MA, que é belíssima, depois Enio Morricone ( Sublime…), The Mission, e por aí vai!!!!
    Muito Obrigada!!!!!!
    Beijos,

    Sheila

    • Glads disse:

      Sheila

      Também não sei de ti, e se posso imaginá-la a tenho simples, real e emotiva. Mesmo aí do seu cantinho a sua luz fugiu a mim e basta, muito obrigado por estar com a gente e tenha o melhor aniversário do mundo!
      .
      Beijos

  19. paulocleto disse:

    Bercy é usado o ano inteiro com os mais diversos eventos.

  20. Ricardo Dipold disse:

    Bercy é o nome do complexo é iso? assim como o de Wimbledom é o All England Lawn Tennis, acertei Cleto?

  21. Matteoni disse:

    Ricardo,
    .
    É exatamente isso. O Palácio de Bercy abriga outros vários esportes o ano todo. Dá uma olhada:
    .
    http://en.wikipedia.org/wiki/Palais_Omnisports_de_Paris-Bercy
    .
    Abçs

  22. paulocleto disse:

    Falou e disse. — Nem me tentem…

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