Quilometragem.
Nicolas Lapentti jogou muito tênis nos dois primeiros sets. O Marcos Daniel até tentou acompanhar, mas não conseguiu. Existe uma diferença técnica e uma experiência de jogo entre os dois que ficou evidente nesses dois sets.
O equatoriano, enquanto teve pernas, fugiu constantemente da esquerda para gerar força com a direita, montar os ataques e terminar os pontos com bolas vencedoras, forçando erros ou indo à rede. Como sua esquerda é também um belíssimo golpe de contra ataque o cenário estava montado.
Mas, aos poucos, Marcos Daniel foi minando o físico adversário, alongando os pontos, especialmente, com as direitas abertas na cruzada, uma bola que se não matou o Lapentti fez um estrago no seu físico e na sua tática.
No terceiro set o equatoriano bateu na parede. Parou. O brasileiro aproveitou para se soltar e subir de padrão. Jogou muito durante dois sets, enquanto que Lapentti parecia ter naufragado.
Boris Becker já dizia, só para usar um nome de peso no argumento, já que conhece tênis conhece essa verdade, que o quinto set é na raça e na emoção.
Ambos sabiam que aquele set decidiria o evento, já que o quinto jogo seria bem mais para o Brasil. Lapentti, já quase morto de cansaço, foi buscar forças naquele local que só os “copeiros” conhecem. Abriu a 5×2 e tudo levava a crer que fecharia a partida.
Foi nesse momento, a partir do 2×5, que a mágica da Copa Davis tomou conta do Gigantinho. Os dois tenistas passaram a jogar muito bem concomitantemente, o que deixou o espetáculo emocionante e maravilhoso. É nessas horas que eu digo, sem pestanejar, que Copa Davis é a grande competição e cinco sets é o cenário inigualável.
Eu, em casa acompanhando pela TV, comecei a sentir aquelas emoções que me invadiam e torturavam quando eu ficava sentado na cadeira de capitão. Não encontrava posição na cadeira. Um suplício.
Os dois tenistas apresentaram então um tênis de primeiríssima linha; isso após quatro horas de correria em quadra. Um combate de titãs. Quando Nico Lapentti sacou bem aberto no match-point, invadiu a rede para o voleio final e Marcos deu aquela passada magistral de esquerda por fora, em cima da linha, lembrei de uma passada igualzinha do Jaime Oncins, na mesmíssima situação, no Rio de Janeiro, contra o alemão Markus Zoecke. Naquele momento pensei que Marcos Daniel encontraria uma maneira de vencer, assim como Oncins encontrou naquela ocasião ao ganhar por 7/5 no quinto set e fechar a vitória contra a Alemanha de Becker.
Mas, apesar da luta e coragem de Daniel, a vitória ficou com o tenista mais experiente. Nicolas Lapentti tem 33 anos e 61 vitórias na Davis, entre simples e duplas. É um recorde dos mais ricos, especialmente porque Nico quase sempre teve que levar o time nas costas jogando os três dias. Ou seja, o cenário, por mais bicudo que fosse não lhe era estranho. Marcos Daniel, apesar de ter 31 anos, tinha somente duas vitórias na Davis. Faltou quilometragem.
Notas relacionadas:
47 comentários | Comentar
- Primeira
- 1
- 2
- 3
- Última
- ver todos os comentários
Antes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!
47 flavio del potro 21/09/2009 13:07
puxa e tao triste assistir a derrota do brasil , meu deu ate vontade de rir , ou melhor de chorar
Felipe R. 21/09/2009 15:17
Se nao gosta do cleto, se nao gosta do blog, acessa o do tenista argentino/brasileiro… lá tem o conto de fadas dele aonde do jeito que ele fala parece que foi o federer jogando… agora ficar vindo aqui pra falar B* é complicado neh meu amigo?
saudaçoes pra voce amigo F.D.P.
Glads 21/09/2009 14:51
Use F de Fabiano, Luiz Fabiano!
césar cambuí 21/09/2009 13:57
Ah, Flávio B., já que temos tantos “Flávios” porque o Flavio Del Potro, o argentino do blog, não usa só as iniciais FDP?
Flávio B. 21/09/2009 13:49
Saverino, mi hijo, então era esse seu sobrenome verdadeiro? Ah, ficou bem melhor assim!
Já que aqui temos eu, Flávio B., o Santos, Flávio S. e mais outros que ora ou outra por esses prados passeiam, talvez você possa ser, agora que revelado que é de verdade, Flávio DP. Que tal?
46 Rafaela 21/09/2009 13:08
Sobre a pergunta: qual derrota foi pior, a nossa ou a da Argentina?
Olha, acho que foi a da Argentina. Nós acreditamos no favoritismo por não termos acreditado no Nico. Eles não. Eles poderiam perder a dupla, mas a vitória do Nalba e do Delpo sobre qquer um dos tenistas espanhois, sem Nadal, era certa. A Espanha era então um time no qual o número 1, Ferrer, estava em má fase e levou um vareio do Nalba logo de cara.
Quem acreditaria que Feli Lopez, aquele que nada de importante fez neste ano, venceria o Del Potro? Quem??? E não apenas venceria como, com suas curtinhas, machucaria a perna do argentino, que teve de se abaixar o jogo todo????
Se fosse hoje, mesmo depois de ter acontecido, alguém acreditaria? Eu não. E até agora não entendo como aconteceu.
Coisas incríveis de Copa Davis. Vai entender!
Abraços
45 André Barcellos 21/09/2009 13:11
Nunca fiquei à vontade com esse dito favoritismo do Brasil.
Nico vinha tendo bons resultados neste ano…sabia jogar contra o Bellucci.
A dupla deles era mais experiente que a nossa….
A nossa teve bons resultados, mas isso já ficou um pocuo longe.
Não acho que éramos tão favoritos assim.
Bem, fora essa questão, acho que não existem bruxas a serem caçadas. O Brasil escalou quem tinha de escalar. O óbvio.
E a balança pendeu para o Equador.
Talvez, quando o Bellucci estiver mais maduro…
44 flavio del potro 21/09/2009 13:14
o paulo cleto podia dirigir a equipe brasileira , ele tao bom fazendo comentarios , quem sabe dirigindo nao seria uma boa opçao.
43 Marcos Antonio Sgarbozza 21/09/2009 13:23
Pra mim na Taça Davis, o Brasil não deveria ter jogado em Ginásio Coberto, queria ver o Lapenti, com 33 nas costas correr quase 12 horas debaixo do sol de meio dia, por favor senhores dirigentes do tenis, acordem… Tenho razão ou não?
42 Caio Schiefer 21/09/2009 13:23
Cleto,
Falando em quilometragem, esse jogo tipo o do Bellucci ontem serve pra alguma coisa em termos de bagagem? Acho que não né … ainda mais contra um juvenil.
Matteoni 21/09/2009 18:22
Acho que não pode.
Se o Belluci não pudesse jogar tinha que trocar por um outro tenista inscrito entre os quatro. Como Daniel já tinha jogado, restaria apenas André Sá e Marcelo Mello.
No caso do Equador, o juvenilestava inscrito entre os quatro. Apenas eles só utilizam os dois principais (Nicolas e Giovanni), mas como a fatura tava ganha, deram oportunidade ao garoto.
Abçs
Luciano Silveira 21/09/2009 15:55
Cleto,
Não seria mais válido ter colocado o Demoliner, por exemplo, pra jogar esse último jogo? Não acha que valeria mais a experiência para o garoto, do que para o Bellucci?
paulocleto 21/09/2009 15:31
Acho q não. Mas tinha que jogar.
41 Maysa Caruso 21/09/2009 13:29
O engraçado é que no ano passado no Interclubes o Pinheiros perdeu na contagem final de pontos para o Paulistano.
Foram fazer um calculo estatístico e descobriram que perdemos a maioria dos jogos não nas simples mas quando o confronto empatava e tinha que ter jogo de duplas.
Mas tambem não dá pra crucificar o nossos jogadores…
Cada um deu o que tinha de melhor…mas as vezes o muito não é tudo.
O Leander Paes e a Cara Black ( que são super hiper campeoes…) não perderam pra uns “rookies” ( não me lembro o nome…) que decidiram jogar o USOpen em cima da hora mas estavam iluminadose foram ganhando todas as partidas???
Fico pensando se jogar em casa não pesa mais do que jogar fora. Toda a torcida, toda a expectativa de resultados, pressão….
Merece um belissimo post né Cleto…
A “quimica das duplas”…é que nem casamento …
vce pode ter todos os atributos mas às vezes não rola sintonia e não sai jogo de jeito nenhum!
Abraços
Maysa
40 Hélio Cota 21/09/2009 13:30
A elegância do vencedor e da torcida. Por isso eu amo o esporte em geral e o tênis em particular. Palavras do Nico:
“Quero cumprimentar o time brasileiro”, lembrou-se ao final da coletiva. “É muito difícil para todos nós jogarmos contra amigos, porque são os brasileiros com quem a gente mais sai para jantar e se distrair no circuito. A torcida do Gigantinho também teve um comportamento digno. Fez muito barulho, mas nos respeitou”.
O Equador, ao final da partida, deu a volta olímpica pelo ginásio de bandeira em punho, sob aplausos dos gaúchos.
Flávio B. 21/09/2009 14:07
Hélio
É bom quando a gente ainda tem cenas e declarações como essas, que mostram muito bem o quanto se equivocam aqueles que pregam a vertente de considerar os adversários como inimigos.
Em nenhum momento faltou competitividade e luta pela vitória por parte de ambos os times, apesar da citada amizade.
E é assim que a gente gosta: dê tudo o que pode na quadra, mas o jogo acaba no último ponto. Os perdedores cumprimentam os vencedores e, fora dali, o mundo segue sua toada.
Comemoram os que venceram, sob aplausos, lamentam-se os que perderam. E se lutaram pela vitória mas não foram felizes, mesmo perdendo merecem seu aplauso também.
Ganhar sempre é bom, mas saber reconhecer a vitória alheia também é fundamental, assim como respeito e educação.
Essa declaração do Nico é mais um motivo para admirá-lo, ainda mais quando se lembra de certas figurinhas carimbadas que nunca admitem a qualidade do vencedor, sempre tendo uma desculpa para dar. Essas pessoas poderiam uma atitude mais serena nessas horas, não?
Mais uma vez, parabéns aos Lapenti pela grande vitória e, passado o dissabor da derrota, por que não parabenizar os nossos tenistas por ao menos terem lutado até onde seus limites permitiram?
Talvez seja o mínimo que se espera de um profissional, mas já que muitos nem o mínimo fazem, pelo menos isso nós devemos reconhecer em nossos jogadores.
Quanto às críticas e à má performance da dupla, nada a retirar. Tomara que melhorem para nos dar alegrias numa próxima vez. Ou, então, que se dê chance ao Bruno ou outro que for.
39 Guilherme 21/09/2009 14:28
É, copa Davis é outra história…
A unica coisa que não muda é o Federer:
Na mesma semana ele jogou 5 sets contra o Del Potro, perdeu a final do GS, fez uma viagem de 12 horas, chegou e ganhou suas 3 partidas da Davis, com direito a 6-0.
Glads 21/09/2009 15:04
E estamos entendidos então.
Fecha a conta!
38 Walt 21/09/2009 14:35
Parabens a equipe brasileira! Grandes jogos, resolvidos no detalhe, que poderia ir para qualquer lado. Experiencia falou mais alto.
Agora uma curiosidade, se alguem puder me explicar: pq o Marcos não escorregava para chegar nas ‘curtinhas’? Corria na bola em direção a rede como se estivesse jogando numa quadra dura! Não sei se é costume do Marcos, mas neste ponto me parece ‘ilógico’ não escorregar para chegar nos drop shots, ainda mais sendo um tenista baixo com uma passada mais curta.
Abraços a todos e boa semana!
37 Rui Pastor 21/09/2009 15:03
Eu achei que a dupla brasileira não jogou bem. E a falta de esportividade do Bellucci, do Marcelo Melo e do Marcos Daniel em não concederem entrevistas no final das respectivas partidas foi ímpar. Já a entrevista do Lapentti após o jogo decisivo, fui uma aula do bom esportista…
rpastor 21/09/2009 20:51
No primeiro jogo o Bellucci não deu entrevistas. No dia das duplas, apenas o Sá deu entrevistas. E ontem, o Marcos Daniel também não deu entrevistas…
Flávio B. 21/09/2009 16:06
Rui
Não sei o primeiro jogo do Bellucci, mas depois do segundo, ele deu uma entrevista ao pessoal do SporTV, falando inclusive dos seus planos até o final desse ano.
36 flavio del potro 21/09/2009 15:43
ola felipe , eu adoro o paulo cleto , quanto ir nos blogs da argentina nao tem graça . ver o delpo ganhar aquele torneio sem expressao nenhuma , legal e ver a disouta de ontem e fazer meus comentarios
35 Glads 21/09/2009 15:45
No caso do Chile veja que curioso.
O Massú, velho depenado e combalido tenista fez sua parte e ganhou o ponto final em cima do Stefan Koubek, perigoso tenista. Nas duplas ele e Capdeville perderam para Melzer e o especialista, que joga muito, Julian Knowle. No domingo, no primeiro embate deu Melzer, o canhoto que joga limpo, forte e para a frente. Doía a dois.
Entra o Massú de novo na arena, pega o Koubek e depois de cinco setes passa a régua e pede a conta.
Mesmo o Massú não tendo de segurar esse peso, segurou. O Chile tem Gonzalez, homem de ponta que andou esculhambando os moldes dos mimos de seu país para com ele na ultima Davis e agora me sai com uma lesão arranjada ralando côco.
Sem problemas, o velho deu conta.
Então imagine se aparecesse por aqui essa mediana Áustria no lugar do Equador com Melzer e Koubek? Esse nosso time que está aí seria impiedosamente massacrado.
Não temos um bom ralador cocos que nem o Gonzalez para encher a derrota de desculpas, e mesmo assim arranjaríamos desculpas.
Flávio B. 21/09/2009 16:15
Glads
Velhinho … hum, o Meligeni anda por onde?
34 Ferracini 21/09/2009 16:10
Muitos colegas criticaram a atuação do capitão da equipe
brasileira.
Alguns, até, exageram, tripudiaram mesmo. Com os “Vamu” – “vamo” limitando a atuação do técnico
soménte a esse incentivo, colocado, ainda, de forma
pejorativa e debochada.
Não conheço o Francisco Costa, mas acredito, até
por bom senso, que se foi escolhido deve ter méritos.
Vejo, também, que embora o incentivo tenha prevalecido
à orientação tática, houve a orientação. Sinceramente, apesar de jogar tênis a mais de 30 anos, não sei se
é mais importante,, dependendo do momento, a orientação ou o “Vamo”.
Percebi o treinador do orientando várias vezes, e assisti a
todos os jogos, afinal tenho tempo, sou aposentado.
Perdemos porque o Nico jogou demais. Que barato ver
um veterano com a cabeça, o jogo, o físico e a postura
do equatoriano.
Aos nossos meninos valeu a garra, principalmente do Daniel, mas faltou bola para ganhar do Lapenti.
O Bellucci, ainda, infelizmente, ficou no potencial.
Da dupla, sinceramente, esperava mais. Para mim
foi o que mais deixou a desejar.
Abçs a todos
Semiramis 21/09/2009 23:41
É isso Ferracini, perdemos porque o Nicolas jogou muito, qq coisa que digamos a mais será irrelevante.
Flávio B. 21/09/2009 16:25
Graaaande Ferracini
Estava a me perguntar hoje cedo por onde andavas, meu caro!
Eu aproveitei esse final de semana para deixar meu diploma de tibetano na gaveta e desopilar um pouco as falas mais toscas.
Quanto ao técnico, vamos a parte, das vezes em que foi focado pela câmera e eu estava assistindo, não vi muita coisa além do incentivo. Mas, como não vi tudo, acompanho seu relato, que está mais embasado.
A minha única birra com ele, de verdade mesmo, foi a já insuportável história das 3 paralelas do penúltimo game das duplas, que perdemos e definiu o jogo.
Se os duplistas não conseguiram ter o semancol do que era para fazer, embora eu considere que isso seria um mínimo de uma dupla que joga há tanto tempo, nessa hora o técnico tinha que dar um alerta para eles, principalmente depois da segunda vez.
Fora isso, o resto foi só para desopilar mesmo, que de vez em quando vai bem. E já que a orelha dele estava no caminho … rsss
33 RenatoZ 21/09/2009 16:10
Tenho um comentário preso na moderação, mas faltou experiência, quem era o nosso chefe de delegação? O deles: Andrés Gomez, nosso técnico x técnico deles?
Nesses detalhes vão aparecendo pequenas vantagens que acabam se consolidando na quadra.
abs
Giuliano 21/09/2009 22:07
Bem observado.
32 roberto tabarelli 21/09/2009 16:41
vi os 2 primeiros sets do jogo do Daniel..e aquilo era uma cronica da morte anunciada… vamos cansar o gringo..era isso que comentaristas da tv diziam..acredito que baseados no que ouviram dos jogadores e tecnicos… então bolinha mansa na esquerda…bolinha alta na direita… pra lá..pra cá… esqueceram de combianr com o gringo que ele tinha que desistir..hilário… A pergunta que não quer calar? porque só quando o daniel estava abaixo no placar ele dava uma reagida?? essa era a tática? Para mim a verdade é que ele não tem bola que machuca.. nenhuma!! assim como o lapentti… mas esse tem mais talento, mais variação e arrojo..por isso.. tá lá agora numa hidro descansando do cansaço que o daniel lhe deu ,com a vaga no bolso. e nos otros escrevendo em blogs saudosos de guga…de meligeni..de mattar.. cassio motta e até do oncins………..quanto a bellucci..o que dizer.. tem golpes fortes, cabeça fraca e “apenas” 22 anos…….. se aos 22 ainda não come a bola por uma vitória importante.. quando será que isso se dará?
ps: assisti ao quinto set, mais do mesmo, apenas para enterrar o caixão.
abços
31 Glads 21/09/2009 17:15
Ferracine e Flavio
As paralelas vão ficar entaladas, não adianta!
Capitão de faro bom acabava com aquela porteira e logo!
Me faz mal lembrar.
abrç
Matteoni 21/09/2009 19:01
Isso é verdade. De ambos.
Flávio B. 21/09/2009 17:43
Glads, meu amigo, eu vou lembrar dessa meleca toda vez que jogar uma dupla daqui por uns bons anos, principalmente porque eu adoro bater essa bola na paralela, com ou sem o Sá do outro lado da rede.
Mas três assim, de grátis, nunca me deram a chance de fazer. Normalmente, mesmo os pangas fecham a porta depois da primeira passada, quiçá da segunda. Terceira, é utopia pura!
30 FABIO SOUTO MAIOR 22/09/2009 2:24
CHEGA DE HUMILHAÇAO PERDER PRA UM TIMECO COMO O EQUADOR E INADIMISSIVEL,A RESPOSTA PRA ESSA DERROTA RIDICULA E PURAMENTE TECNICA,OS GRANDES CULPADOS FORAM BELLUCI E PRINCIPALMENTE A DUPLA MARCELO E ANDRE SA,VEJA QUE O JOGO DELES SEMPRE E MESMA PORCARIA NAO HA VARIAÇAO NENHUMA,A EXCEÇAO FOI O MARCOS DANIEL QUE FOI UM LUTADOR COM GRANDE VARIAÇAO DE JOGO ONDE PERDEU NO DETALHE,PARABENS BRASIL PELA INCOMPETENCIA DE NAO GANHAR DE UM TIMECO DESSES
29 david nalbandian 22/09/2009 10:28
paulo cleto colocando fotos de homens sexy no seu blog
eu hein !!!!!!!!
paulocleto 22/09/2009 10:53
Ficou nervoso, rapaz?
28 Ex-tenista 23/09/2009 14:29
Acho Marcos Daniel fraco. É um cara esforçado, que trabalha, mas não tem bola e nem cunhão (desculpem a palavra) pra vencer um jogo como aqueles. Eu tinha certeza que ele ia cair no quinto set. Na hora H, ele amarela. Errou dois voleios mais que fáceis para acabar com o jogo, mas assim não o fez.
Infelizmente é jogador de challengers… e não de ATP. Quase nunca se sai bem em torneios deste nível… É uma pena pra ele, e um sofrimento pra nós… É isso. Abraço.
paulocleto 21/09/2009 17:24
Só os 4 inscritos podem jogar. Os outros só podem torcer e bater palmas.