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Arquivo de agosto, 2009

domingo, 9 de agosto de 2009 Light, Tênis Masculino | 16:20

Pautas

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Como vocês, meus atentos leitores, perceberam, tenho andado apertado de tempo e escrito menos do que eu gostaria e, suspeito, do que vocês gostam. Às vezes, por razões que fogem ao nosso controle, ou mesmo simplesmente uma má administração do tempo, essas coisas acontecem. Em mais um ou dois dias a normalidade deve se instalar.

Enquanto isso, tanto para me ajudar como em recompensar sua paciência e fidelidade, pretendo nos próximos dez a quinze dias, aceitar sugestões de pautas. Algumas já foram feitas no passado recente, outras serão bem vindas.

A idéia é, como recém sugeriu a Maysa, escrever estórias ou dar opiniões. Acho que tanto faz se venham ser mais curtas ou mais longas. Se vocês têm alguma duvida cujas respostas podem ser de interesse geral – esse será o principal parâmetro – do tênis atual, passado e nunca futuro, essa é a hora. E que tenham todos um ótimo dia dos pais. Abraços e obrigado.

Autor: paulocleto Tags:

sábado, 8 de agosto de 2009 Tênis Feminino, Tênis Masculino | 11:57

Vale tudo

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Civilidade é outra coisa. Se não perfeito, o Canadá é um bom exemplo de duas culturas convivendo sob a mesma bandeira. Já sei que no passado, e mesmo um pouco agora, canadenses franceses e ingleses convivem civilizadamente naquele enorme espaço, boa parte do tempo congelado e lotado de espaços não tomados.

O Canadá é parlamentarista, assim como tem uma Monarquia Constitucional, o que para nós, pelo menos para mim, é uma mistura de difícil compreensão. Sempre me intrigou ver o retrato da Rainha Elizabeth nas paredes dos escritórios canadenses. Mas funciona, e melhor do que aqui, onde temos, como definir, um Congresso?!?

No que diz respeito ao tênis, nunca foram de apresentar grandes tenistas, mas são donos de um dos mais tradicionais eventos do circuito – o Aberto do Canadá – tanto feminino como masculino. A diferença – e caso único – é que o evento é rotatório: em um ano cada evento acontece em Montreal, no Canadá francês, e no outro em Toronto, Canadá inglês.

Talvez por essa singularidade e na contramão do que os outros eventos vêem fazendo, eles não uniram os eventos femininos e masculinos. Dessa maneira, uma das cidades tem um evento todos os anos, hora assistindo as meninas esbanjarem sua sensualidade em quadra, hora acompanhando os homens esbanjarem sua virilidade. Bem democrático, só desobedecendo ao que o saudoso Tim Maia cantava.

O evento é ótimo, bem organizado, excelente publico e bem tradicional, acontecendo desde 1881. A frustração local com o torneio é que a ultima canadense a vencer foi Faye Urban em 1969 e o último canadense Robert Bédard, em 1958; bem melhor do que os ingleses com Wimbledon e o bastante para tornar a realidade brasileira menos vergonhosa.

Mont Real francês e, à direita, Toronto inglês

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sexta-feira, 7 de agosto de 2009 Tênis Masculino | 19:46

O joelho está bom.

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Já que é para fazer um post curto, que seja de um e de outro, para ninguem ficar milindrado. As fotos são de Montreal, com a fera treinando. Dois detalhes: que raquete é essa na mão dele, que ele está verificando a tensão. Antes que achem que mudou de tacape, outra foto com a velha amarelinha.

E o detalhe importante: cade as proteções no joelho?

Notas relacionadas:

  1. Nadal fala
  2. A fera vai voltar
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Light, Tênis Masculino | 14:17

O paizão

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Logo após divulgar fotos de suas filhas, tiradas por seu pai enquanto as meninas soluçavam, Roger Federer avisou que chega a Montreal ainda hoje para se preparar e jogar o Aberto do Canadá. O time de cachorros grandes estará completo novamente.

Notas relacionadas:

  1. Casou
  2. Clássico
  3. A final
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quinta-feira, 6 de agosto de 2009 Light, Tênis Masculino | 17:50

Petit garçon

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Já que escrevi sobre destino outro dia, aproveito a coincidência para publicar o vídeo promocional da USTA para o USA Open Series. Desta vez com Novak Djokovic, que nos diz que na família dele ninguém jogava tênis e que quando ele tinha quatro anos de idade construíram três quadras em frente ao restaurante de seus pais. O garoto levava sanduíches e cervejas para os construtores e eventualmente o deixaram bater umas bolinhas, o que o motivou a aprender o esporte. E se tivessem construído em outro lugar da cidade? Pior, se não tivessem construído? Isso responde, de alguma maneira, porque Brasil não tem mais atletas?

Notas relacionadas:

  1. Sócio benemérito.
  2. Eterno conflito
  3. Caça e caçador
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Tênis Masculino | 15:14

Doping e caráter

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Não tem nada a ver com tênis, mas tem tudo a ver com esporte. Li hoje na Folha de São Paulo sobre o escândalo do doping no atletismo brasileiro. Para quem não leu, está nos jornais e na internet.

O que me chamou a atenção não foi a maracutaia aprontada pelo técnico Jaime Netto Jr. do time Rede Atletismo e sim a reação do presidente do time, Jorge Queiroz de Moraes Jr.

O técnico, em parceria com o fisiologista e sob a orientação deste, vinha administrando uma tal de EPO, com a finalidade de acelerar a recuperação dos atletas sob sua orientação. Na sua declaração, após o flagrante em exames realizados em recente competição nacional, o técnico afirmou, entre outras coisas, que o fisiologista lhe garantiu que nada apareceria nos exames e que os exames só aconteceram porque alguém em outro time nacional de atletismo teria feito uma denuncia à CBAt, que então providenciou um exame-surpresa.

O técnico admite que o fez porque achou que não seria pego e está bravo porque alguém denunciou e foi pego.

A reação do presidente Moraes Jr – que desconhecia as mutretas do técnico e, por conta disso vê uma boa possibilidade em acabar com o Projeto da Rede, uma distribuidora de energia ou, no mínimo, uma drástica diminuição. “Eu faria a mesma coisa se fosse da outra equipe. Acho mais do que correta a atitude da pessoa que solicitou os exames para a CBAt”.

É exatamente esse o tipo de reação que devemos esperar de pessoas que estejam em posição de comando no esporte, especialmente em épocas de crises. Ao contrário do que vemos no país afora, em qualquer área, especialmente na política, mas também no esporte e praticamente em qualquer área – já que as atitudes são nacionais e não confinadas a qualquer seção da sociedade – onde pessoas em comando, ao invés de darem exemplos e responderem aos fatos, especialmente os que se referem a mazelas e descalabros de suas áreas, com transparência e honestidade, o que se ouve é cada um deles sendo evasivo e desonesto com quem deveriam prestar contas e tentando se proteger para continuar a praticar seja lá o que praticam.

Por isso, deixo aqui o meu apoio ao Sr. Jorge Queiroz de Moraes Jr, a quem não conheço, mas gostaria de conhecer, para que não desista de seus projetos por conta de um ou outro desonesto. Mas, acima de tudo, não abdique de seu caráter, que é mais valioso do que qualquer título ou recorde, por mais difícil que isso seja de entender para alguns outros. É realmente uma pena que continuamos a eleger e sermos dirigidos por pessoas que não tenha os mesmos critérios de dignidade e transparência do Sr. Moraes.

Autor: paulocleto Tags:

quarta-feira, 5 de agosto de 2009 Tênis Masculino | 17:10

A fera vai voltar

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Tio e sobrinho declararam à imprensa espanhola a confirmação que Rafael Nadal volta às competições do Aberto do Canadá, desta vez realizado em Montreal, para defender seu título. Com certeza, os fãs do espanhol, que andam retraídos desde o fim de Maio, com a ausência forçada do tenista, vão ficar mais alegres.

Os americanos, que de bobinhos não tem nada – há décadas ouço várias pessoas voltaram dos EUA declarando que os gringos são meio bobos; há um otário a cada esquina já dizia WC Fields e acho que eles estão mais por aqui do que por lá – já lançaram um vídeo de Rafa fazendo um merchandise do circuito U.S Open Series.

Para os fãs do endiabrado tenista, de quem sou fã maior, de sua personalidade e caráter em quadra acima de tudo, vai aqui o vídeo para matarem as saudades. O rapaz deixa claro que é tenista e pescador. Não contou nenhum causo de pescador, mas deixou claro que o que gosta mesmo no esporte é a competição, e isso não é nenhuma mentira.

Notas relacionadas:

  1. Nadal fala
Autor: paulocleto Tags:

terça-feira, 4 de agosto de 2009 Tênis Brasileiro | 00:40

Ajuste

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Percebo que o meu comentário, na transmissão da final de Gstaad na ESPN, sobre o backhand de Thomaz Bellucci causou uma pequena discussão nos comentários. Para variar, digo algo e as pessoas entendem de sua maneira. Como a origem foi um comentário feito durante a transmissão, vale um esclarecimento por escrito para ver se consigo me fazer entender.

Mencionei que um dia Thomaz vai ter que colocar mais spin naquele backhand, para deixar de fazer tantos erros não forçados com esse golpe. Bellucci tem a tendência de ir na cara da bola; um pouco de spin emprestaria mais controle e segurança ao golpe. O tenista comete erros desse lado tanto na rede quanto no fundo da quadra e é claramente seu ponto vulnerável.

Alguém perguntou se um tenista pode mudar a origem de seu golpe e até o revés de Soderling foi mencionado. A diferença é que o sueco tem uma ótima mecânica para a bola flat, algo que o brasileiro não tem, e com isso não há a necessidade de ajustes. Mas um ajuste não é o fim do mundo. Cada um tem que sempre procurar melhorar o que tem. O Karlovic mexeu no seu serviço esta temporada, assim como o Roddick, para ficar em dois exemplos gritantes.

Para não tornar o post em uma redação, uso o exemplo do Rafael Nadal, que tem um backhand similar ao de Bellucci e fez algumas modificações nessa linha. Nadal fazia muitos erros no backhand, golpe que continua seu ponto mais vulnerável, mas sabe quando limpar a rede para continuar no ponto e quando ir reto para machucar – algo que Bellucci fez em duas importantes ocasiões, como mencionei no post anterior.

Não se trata de uma mudança no golpe e sim de um ajuste, o que é muito diferente e feito por quase todos os tenistas, quando necessário. ‘Às vezes Thomaz até usa um pouco de spim, mas dá para sentir que é algo que ainda usa com parcimônia e hesitação – o instinto é ir na cara da bola, o que devia ser o inverso.

No fundo, a mudança é algo na mesma linha do que Thomaz fez com seu serviço – o controle, acuidade, segurança e penetração estão bem visíveis. E, importante, o tenista brasileiro mostrou ter cabeça e talento para assimilar um ajuste.

Notas relacionadas:

  1. Mãozinha.
  2. Cachorro grande
  3. Coelhos
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segunda-feira, 3 de agosto de 2009 Tênis Brasileiro | 01:02

O destino

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Só mesmo quem joga tênis ou viveu próximo de profissionais para entender os detalhes que constroem, ou destroem uma carreira. Em 1997, um dia antes de sua partida inaugural em Roland Garros, Gustavo Kuerten me explicava sua ansiedade em enfrentar na primeira rodada Salava Dosedel, um tenista que o havia batido nas duas ocasiões anteriores e de quem era, segundo suas palavras, um “filho”, outra palavra para “freguês”. Mas o adversário estava contundido e mal podia sacar. Por conta disso, Gustavo passou a primeira rodada, adquiriu confiança e seguiu seu caminho para escrever história.

Tennis - Allianz Suisse Open Gstaad 2009Thomas Bellucci fez uma aposta esta temporada – escrevi sobre ela logo no fim da temporada passada – em jogar torneios grandes e não mais se esconder nos menores. Na ocasião lhe perguntei se não iria misturar ATP Tour com Challengers, ele disse que iria insistir com os ATP.

A temporada do saibro, seu piso favorito, começou com sua ida à final na Bahia. De lá até Julho foram só derrotas e frustrações. Quando voltou aos Challengers, não foi por vontade, mas porque seu ranking despencara. O cenário mudou um pouco para melhor com a vitória no Challenger de Rimini, terra de Fellini, há duas semanas. Era bom, mas, de certa maneira, um retrocesso. Será que ele continuaria só se dando bem em torneios menores?

O Torneio de Gstaad é o último da temporada de saibro. E lá foi o brasileiro tentar sua sorte no qualifying, seguindo sua estratégia e vontade de crescer. Passou o qualy e pegou um tenista menor da casa. Teve dois match-points contra, quase foi embora cedo, mas virou o jogo.
A partida seguinte deverá ser lembrada, pelo resto de sua carreira, como “a partida”. Bateu o cabeça de chave 1 e dono da casa, Stanislas Wawrinka. Na rodada seguinte encarou o experiente alemão Kiefer. Pelo andar da carruagem, chegava ao fim de sua participação em Gstaad.

Mas o destino ainda não tinha dado todas as cartas. Kiefer se contundiu logo no início do segundo set, abandonou e Bellucci chegou à semifinal confiante e no lucro contra o russo Andreev, de quem não tomou conhecimento, para chegar à final ainda mais confiante no seu jogo e no seu destino. A decisão foi um passeio porque jogou melhor. Não vou entrar nos detalhes técnicos, porque esses eu cobri bem durante a transmissão da final na ESPN-BRASIL.

O interessante é mencionar que Bellucci brilhou nos dois momentos mais distantes da temporada de saibro. No apagar e no apagar das luzes. Se não vencesse em Gstaad seguiria jogando misturando torneios menores (e aposto que seu sucesso em Rimini tem muito a ver com seu sucesso em Gstaad, o que mostrou que sua estratégia era audaz mas não totalmente pé no chão) e pior, agora jogando em quadras duras, onde eu acredito possa ter sucesso, mas ele ainda não possui a mesma fé.

Mas o destino, amparado pelo trabalho, a opção de persistir em ser um jogador grande e não um pequeno, e seu talento o levaram a esta conquista. Um pequeno desvio, como o montinho de terra que travou o pé de Kiefer, a bola arriscada pelo seu adversário na match-point na primeira rodada, a dor que não teve, uma palavra de seu técnico, o bom dia contra Wawrinka, a hesitação de Beck no primeiro e decisivo game, suas duas decisivas esquerdas na paralela e por aí afora construíram essa conquista. Da mesma forma que a dor no braço do Dosedel, e uma série de outras felizes circunstâncias abriram as portas para Kuerten construir sua primeira grande conquista. Quanto ao resto da história de Bellucci, se tivermos bom senso, seguiremos, como é nosso papel, sendo fãs e apreciadores do que puder nos ofertar o brasileiro, ou então, outros, continuarão cobrando, exigindo e criticando os que não se encaixarem no mesmo perfil.

Notas relacionadas:

  1. Mãozinha.
  2. Pressão?
  3. Gstaad na ESPN
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sábado, 1 de agosto de 2009 Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 19:21

Um novo e bem vindo Bellucci

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Foi interessante e emocionante narrar a participação de dois brasileiros em semifinais de torneio da ATP. Marcos Daniel mostrou volume de jogo e a razão do seu recém e bem vindo sucesso a esta altura da carreira. O gaúcho jogou de igual para igual com o jovem, habilidoso e confiante alemão Andreas Beck e perdeu para um adversário que conseguiu manter o alto padrão em toda a partida.

Daniel parou no inequívoco fato de que o jovem alemão tem um arsenal mais completo e perigoso do que ele. Talvez se Daniel tivesse mais combatividade o resultado poderia ser outro. Mas é uma incógnita.

O diferencial da partida foi o bom serviço do alemão, para qual o brasileiro nunca encontrou uma resposta que o possibilitasse entrar nos pontos. Aos poucos foi se frustrando e enervando com esse empecilho, até parecer, no meio do segundo set, se conformar com o fato. Como o alemão não lhe abriu uma porta, sequer uma janela, na primeira quebra do jogo, já no meio do segundo set, o jogo se definiu a favor do alemão.

Bellucci venceu pela mesma razão. É mais tenista e mais perigoso do que Andreev – sendo o russo #27 do ranking, isso nos dá uma idéia de onde Bellucci poderia estar no ranking e onde deve, um dia, esperamos, chegar. Thomaz tem excelente serviço e perigoso drive de direita, dois golpes determinantes no tênis de hoje. Paralelo a isso, mostrou mais velocidade, a sua era bem aquém da desejada para o nível que está enfrentando, e melhorou a técnica de seu revés. Além disso, melhorou consideravelmente o serviço, além de sutis mudanças na técnica, como diminuir a altura do toss e compactar o movimento, não fica só tentando fazer buracos na quadra e sim investindo na variação.

Mas tudo isso já vem, aos poucos e há algum tempo, fazendo parte do jogo do paulista, e parando nas suas deficiências emocionais. A diferença, apresentada esta semana, apareceu exatamente nesse quesito. O melhor momento, e mais surpreendente até ali, foi o game do 4×4 no 1º set, quando quebrou o adversário jogando com muita personalidade, confiança e, aleluia, garra; algo que repetiu no 5 x 5 do segundo set.

Se eu fosse o técnico do Bellucci o faria assistir várias vezes esse game, que é um claro exemplo de onde Bellucci pode chegar e do que deve incorporar ao seu tênis. A sua vontade em prevalecer e quebrar o adversário, e a consequente determinação, tranquilidade e confiança em confirmar sua vantagem nos mostraram um novo e bem vindo Thomaz Bellucci.

Bellucci, castigando com seu drive.

Notas relacionadas:

  1. Bellucci, o pulo do gato.
  2. Encardido
  3. Gstaad na ESPN
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  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. Última