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Arquivo de julho, 2009

sexta-feira, 3 de julho de 2009 Tênis Masculino | 12:11

Clássico

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FederAir no Match Point e na final

Como é legal voltar a assistir um jogo de tênis envolvendo saque/voleio, idas à rede, bons voleios, grandes devoluções e passadas de esquerda, bolas de ataque decisivas de direita, tudo aliado a uma grande dose de categoria, habilidade, finesse e elegância na execução. Isso foi o que nos foi ofertado na semifinal entre Federer e Haas. Se não foi um espetáculo em termos de emoções, o foi em termos de resgatar o tênis clássico, um estilo preciosamente plástico que, aos poucos, vem perdendo espaço para o tênis força.

Notas relacionadas:

  1. Duas bolas
  2. Eterno conflito
  3. Caça e caçador
Autor: paulocleto Tags: ,

quinta-feira, 2 de julho de 2009 Grand Slam | 18:47

20 mil Libras.

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Tem dias que estamos mais lentos do que outros. E não me refiro à velocidade em quadra. Cerca de 25 anos atrás, eu saia do hotel oficial de Wimbledon, após uma longa escalada na noite londrina, para ir à final masculina do torneio. No elevador encontrei no elevador Betina Bunge, então uma peruana “top ten”, e sua mãe. De partida para o aeroporto, perguntaram se me interessava um ingresso para o jogo. Como eu já tinha o meu, agradeci e segui meu caminho. Quando meu taxi se avizinhava do All England Club, a Radio Wimbledon anunciou que o ingresso para a final estava sendo vendido por 2 mil libras nos arredores do torneio. Só então me dei conta que atirara pela janela cerca de U$4 mil.

Já escrevi e comentei com amigos que daqui do Brasil é impossível se ter uma noção da comoção que Wimbledon causa na ilha britânica. Mais difícil é avaliar a comoção que causa a possibilidade de um britânico chegar à final, e possivelmente ganhar, como é o caso desta vez. Com Henman a coisa já ficava fora de controle – imaginem com Murray.

O jornal “The Times”, um dos mais sérios do mundo, noticia na sua primeira página que já tem gente pedindo 20 mil libras, algo como R$65 mil por um ingresso da final masculina. E o Murray ainda não está nas finais. E se for? Aí não dar para adivinhar. No entanto, para as quartas-de-final de Murray contra Ferrero, ingressos de R$400,00 chegaram a ser vendidos por R$20 mil.

Um problema é que existem sites na internet vendendo ingressos falsos. Geralmente são compradores de fora do país que quando chegam ao clube não passam da portaria. Um dos sites é um tal de onlinewimbledontickts.com, clone mais falso que nota de três do site oficial. Vende ingressos para a final por R$6.250,00 que não servem para pagar o cachorro-quente da calçada.

Para variar, são os próprios ingleses que causam a confusão, assim como armam com a questão das apostas nos esportes, já que lá isso é legal e mais popular do que a Sena por aqui.

O negócio é o seguinte: a cada vez que o All England Club resolve fazer investimentos e obras no local, emitem debêntures pelos quais os compradores recebem o direito a ingressos privilegiados e o uso de um luxuoso lounge dentro do clube. O ultimo deles custou cerca de R$75 mil e dá direito a ingressos até 2010, quando vence a debênture. O negócio é que esse pessoal tem direito a vender os ingressos, e boa parte o faz, criando um mercado paralelo.

Domingão eu vou estar em casa e acompanhar a final pela TV, que é uma das grandes vantagens de viver no mundo atual. Mas até que não seria uma má idéia receber um presente da Betina.

Ingresso – de $100 para quanto??

Autor: paulocleto Tags:

Grand Slam, Tênis Feminino | 13:32

Chega.

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O melhor mesmo é eu me afastar desse negócio de previsão, independente dos comentários dos meus leitores. Esse negócio de acertar tudo fica desagradável e causa uma expectativa futura que não é o perfil do blog nem a minha intenção. Além do que eu começo a mexer com os “odds” das apostas.

De qualquer maneira, um pesado manto de luto cai sobre o blog com a derrota de Eleninha, que jogou como nunca, e é verdade, e perdeu como sempre, nessas horas. E para não tirar o mérito de quem merece, perdeu naquela bola no set abaixo, 3×4, 30×40 e a Serena enfiou uma bola que, mostrou o tira-teima, caiu na pontinha da linha da forquilha. Vai ter coragem e acuidade assim lá longe. Até alí só dava Eleninha, que iria, então sacar para fechar 7/6 6/3. Venceu Serena, que é uma verdadeira vencedora.

A segunda partida – vitória de Venus sobre Dinara, eu não vou sequer comentar. Só sei que a família Williams vai ver um sabadão muito feliz. Venus já tem cinco títulos de simples em Londres. Serena tem dois. As duas tem três títulos de duplas e estão nas semifinais deste ano. Festa total.

Serena e Venus – vencedoras.

Notas relacionadas:

  1. A final feminina
  2. Desculpas e sinceridade.
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quarta-feira, 1 de julho de 2009 Grand Slam, Tênis Feminino | 20:37

Lógica feminina

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Não sei vocês, mas acabando o jogo do Roddick e do Hewitt eu fui para o clube jogar o meu tênis. Bom de tudo. Acompanhar a partidaça entre dois tenistas com estilos distintos e, em seguida, enfrentar um velho adversário que exige o melhor de mim, fez o meu dia. Agora, chego em casa, passei os olhos seus comentários (vou ler em seguida), escrevo este e depois ainda vou poder acompanhar o confronto entre paulistas e gaúchos pela TV. Tudo de bom.

Como amanhã os homens descansam, terei tempo para falar um pouco das quartas e das semis. Este post é sobre as mulheres. Amanhã, a família Williams entra na Quadra Central para enfrentar duas tenistas russas. E, receio dizer, as duas irmãs são as favoritas.

Eu adoraria ver Elena Dementieva na final, ou simplesmente ver Elena Dementieva. Mas ela vai ter que surpreender Freud e seus ensinamentos para vencer Serena numa semifinal de Wimbledon. Não que ela não tenha jogo para isso – tem até mais do que a americana – mas até hoje não mostrou ter o emocional necessário para a tarefa. Consequentemente, se os deuses, as estrelas e as forças ocultas ajudarem, Elena pode surpreender e levar seu fabuloso par de pernas para a Quadra Central no sábado. Caso contrário..

Ficando dentro da lógica, se é que podemos ficar dentro de alguma lógica no tênis feminino, Venus deve fazer a final com sua irmã caçula. A americana tem um passado que fala muito alto na Quadra Central; cinco títulos. Por outro lado, Dinara tem um passado que a condena. A moça nada, nada e morre na praia – especialmente nos GS. E praia dela, desta vez, parece ser em Venus.

Como escrevi, a lógica aponta para as irmãs Williams – pela experiência, pela história e pelo emocional. Mas como só o peru morre na véspera, vou sonhar com a Eleninha – sonhar pode, diz a minha mulher – e, logo cedo, ligar a TV para vê-la ao vivo e em cores.

Etérea Elena.

Notas relacionadas:

  1. Lindas e frágeis
  2. Favoritos?
  3. A final feminina
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Copa Davis, Grand Slam, Light, Tênis Masculino | 16:12

Vem aí.

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Vem ai as semifinais masculinas. E da próxima vez que alguem quiser entrar em bolão, façam antes uma consultoria com o Cleto. Mais tarde colocarei meus posts sobre Wimbledon.

enfrenta

E

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