Domingão
Este Domingo só poderei atualizar o blog à noite. Vou passar esta noite de sábado e o dia de amanhã em Serra Negra, visitando o amigo, de longa data, Carlos Kirmayr. O amigo passou por uma cirurgia dez dias atrás, está se convalescendo, e resolveu receber alguns amigos, alguns deles em comum, para um pequeno evento. Maiores detalhes eu passarei amanhã.
Enquanto isso, não se esqueçam de acompanhar a final de Bastad, a partir das 16:30h na ESPN-BRASIL, com o confronto entre Robin Soderling e Juan Monaco. Como ambos jogaram bem durante o evento a final promete.
Apesar de não ser televisionada, vamos acompanhar com interesse a mais uma final de Marcos Daniel na Colômbia. O gaúcho deve se perguntar por que não nasceu por lá. São cinco finais seguidas naquele país e quatro títulos consecutivos. É a água ou a altitude.
Ainda hoje devemos ter o resultado de Thomaz Bellucci em Rimini, terra de Federico Fellini, nas semifinais. Com sua vitória teremos dois brasileiros disputando finais no Domingo.
Autor: paulocleto - Categoria(s): Tênis Masculino Tags: Carlos Kirmayr, Marcos Daniel, thomaz bellucci
Matteoni
Bem, cientificamente você pode acabar com a madrugada indo para o Pólo cujo hemisfério estiver no verão. Quer dizer, pelo menos ela demorarã uns bons meses para aparecer.
Mas em se tratando de uma letra do Humberto Gessinger, gremistão doente, a citada frase deve ser alguma alusão poética à Terra do Sol Nascente, onde o Grêmio conquistou seu maior título, à qual nosso querido Flavio B. poderia interpretar melhor.
Eu lembro da garfeada no Ceará. E foi mesmo. Mas sendo eu uma parte diretamente interessada no resultado, gosto de pensar que o Godói é humano….e muito fã do Humberto Gessinger…hehehehe..
Sobre a luz vermelha, não faço a mínima idéia porque justo o vermelho…hehehehe..
Abs
Ah Hércules,
Pensando bem tem uma parte que diz assim:
“…de luz vermelha
de dor vermelha
vermelho anil…”
Vermelho Anil !!!??
Se pararmos pra pensar há uma clara alusão a dor vermelha causada pelo “vermelho” anil !!!
É verdade que tem papai Noel azul por aí tchê!?
Abçs
Outra coisa: escrevi para vc no novo post do Cleto sobre as razões da ilusão da variação de tamanha da lua.
Abçs
Matteoni
Cara, o pior é que tem Papai Noel azul por aqui. E vende horrores. Sério. Eu mesmo tenho um que está subindo uma escadinha. Há cinco anos enfeita a minha sacada no Natal.
Abs
Flávio B.,
muito bonito o poema escrito para sua filha. Ele me fez lembrar da minha filhota (só que ela é meio pequetucha ainda para ser “menina com um toque de mulher). Digo ainda poema, não música, porque a melodia ainda não foi mostrada (estou ávido para conhecer a música pronta – avisa quando estiver no ar). No meu caso, vai dar até para mudar um pouco e cantar para a minha, com a tua permissão: “Katherine / seu amor / faz meu mundo / ter mais cor”.
Engraçado que eu também tenho uma música para meu filho mais velho (quando ele ainda estava na barriga) e a filhota, por ora, está “a ver navios”. É o mal do caçula.
Quanto ao blog do João Luís, apartando criador e criatura, resolvi indicar para meu irmão, que, como disse, é historiador e musicólogo”. Ele gostou, mas com algumas restrições. Eis o comentário dele:
“Bom, eu olhei o site e achei o seguinte: a idéia, a iniciativa do cara é muito boa. Ele demonstra entusiasmo, gosta do que tá falando e conhece várias obras. Só que a impressão que eu tive é que ele se limita a repetir o que está escrito nos livros, enciclopédias e manuais sem refletir, nem pensar, muito menos criticar. Quero dizer, não se trata de um pesquisador do assunto mas de um propagandista. Ele comete erros graves de classificação de compositores (chama de minimalista um compositor cujo estilo é exatamente o contrário do minimalismo). Suas opiniões sempre caem no lugar-comum e seu gosto pela música clássica é voltada para efeitos secundários, quero dizer, ele sabe e gosta de coisas da música clássica, mas não entendeu o sentido, a idéia geral da coisa. Eu posso elogiar a iniciativa e o entusiasmo do cara, mas tenho que dizer que em termos de uma compreensão “estrutural” do assunto (desculpe pelo vocabulário pedante, hehehe) , ele tem que melhorar muito.” Robert H.
Eu, como não sei nada do assunto, fico sem opinião.
Abraço,
Mártin
Flavio B,
Não pratico tênis não mas desde os tempos do Guga passei a gostar e assistir. Não sei, alguma coisa no fato da pessoa estar lá sozinha, dando a cara a tapa para o mundo, para o bem ou para o mal, me atrai demais. Acho que precisa de coragem. Porque quando dá vexame em quadra, chovem críticas de todos os lados. Quando ganha, são só elogios e o que era defeito na derrota passa a ser qualidade na vitória. Já vi(li) fazerem isso com Federer, Nadal, Safin, Roddick, Djokovic,… No tênis, parece que qualquer pequeno deslize é motivo pra críticas desproporcionais, como se os jogadores não fossem humanos. Eu queria análises mais justas, mais complexas levando em consideração o momento e o tempo de cada jogador.
Me lembro de ter visto o primeiro titulo de ATP do Federer, o Dacio Campos falando que seria o primeiro de muitos, daquele ex-técnico sueco dele e da Mirka comemorando. Lembro da primeira vez que o Nadal ganhou do Moya, acho que tinha uns 17 anos, era magrinho e foi um acontecimento porque era o aluno ganhando do mestre. Lembro de como o Federer foi ignorado pelo diretor do torneio no primeiro Masters Cup que ele ganhou (em Houston, Texas). Foram acontecimentos que ficaram na memória, não sei porque.
Eu acho lindo no esporte em geral, a harmonia corporal que um atleta consegue quando executa um movimento. No caso do tênis, especificamente, no caso do Federer, é de encher os olhos. O movimento nas passadas (no sentido de passo, andar), no saque, na esquerda é muito lindo, ainda mais sabendo que envolve muito raciocínio e decisão. Gosto de muitos jogadores, do Nadal, do Nalbandian, do Safin, adorava ver o Sampras, mas pra mim o Federer é de uma categoria à parte.
Então, esse negocio de H2H, de melhor de todos os tempos, tanto faz. Cada um tem o seu predileto, seja lá por qual motivo for, que com certeza é pessoal. Não entendo qual é a satisfação em denegrir um jogador pra fazer apologia de outro. Como se carregassem alguma culpa por ser o que são, ou por jogar neste ou naquele estilo.
É isso. Continua sendo um desabafo, né. Eu sei que Papai Noel não existe, que o mundo não é justo, mas … bem que podia ser um pouquinho mais.
Boa semana pra você também.
Abçs,
Marta
Obs: quanto à transcrição, não é difícil (só trabalhoso, um pouco). Por motivos profissionais, sempre fiz muitas reuniões e calls com estrangeiros. Meus ouvidos estão pra lá de acostumados. Quando precisar, disponha. Como fã, acho uma delicia saber o que eles estão dizendo.