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sábado, 18 de julho de 2009 Tênis Masculino | 19:04

Domingão

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Este Domingo só poderei atualizar o blog à noite. Vou passar esta noite de sábado e o dia de amanhã em Serra Negra, visitando o amigo, de longa data, Carlos Kirmayr. O amigo passou por uma cirurgia dez dias atrás, está se convalescendo, e resolveu receber alguns amigos, alguns deles em comum, para um pequeno evento. Maiores detalhes eu passarei amanhã.

Enquanto isso, não se esqueçam de acompanhar a final de Bastad, a partir das 16:30h na ESPN-BRASIL, com o confronto entre Robin Soderling e Juan Monaco. Como ambos jogaram bem durante o evento a final promete.

Apesar de não ser televisionada, vamos acompanhar com interesse a mais uma final de Marcos Daniel na Colômbia. O gaúcho deve se perguntar por que não nasceu por lá. São cinco finais seguidas naquele país e quatro títulos consecutivos. É a água ou a altitude.

Ainda hoje devemos ter o resultado de Thomaz Bellucci em Rimini, terra de Federico Fellini, nas semifinais. Com sua vitória teremos dois brasileiros disputando finais no Domingo.

Notas relacionadas:

  1. Coelhos
  2. Video tape
  3. Dois a menos
Autor: paulocleto Tags: , ,

86 comentários | Comentar

  1. 86 Eduardo J 19/07/2009 23:15

    Estou na moderação

    Responder
  2. 85 Flávio B. 19/07/2009 23:23

    Edu Jota

    Você está me saindo um cara muito moderado, meu amigo … rsss

    Responder
  3. 84 Flávio B. 19/07/2009 23:47

    Marta

    Talvez pela grandeza dos dois tenistas e pelos sensacionais duelos que já fizeram, há uma grande tendência a se falar deles.

    Para mim não importa quem sejam os jogadores sobre quem se discute, Sampras, Agassi, Nadal, Federer, Borg, Connors, McEnroe e outras rivalidades mais.

    Só gostaria que as análises que se fazem por aqui tivessem parâmetros bem definidos, até para se poder argumentar contra ou a favor e participar do debate, salvo em casos notadamente de sarristas de plantão, como os colegas Daniel e Marcos Krabbe, que sabemos serem provocadores natos e encaramos isso numa boa, o lado divertido da torcida.

    Eu fiquei um tempo ausente da leitura do blog e, quando voltei, isso aqui tava uma guerra de torcidas … rsss

    É muito legal, como você disse no seu comentário, saber coisas dos bastidores (Cleto é mestre nisso), comentários sobre os jogos, sobre lances polêmicos, sobre modo de jogo, táticas usadas, a gente aprende bastante com isso.

    O resto é discussão e cada grupo costuma ter seu ponto de vista. Hoje eu desandei a falar sobre o assunto, tava meio de bobeira aqui em casa e resolvi esquentar os dedos no teclado descrevendo minha opinião a respeito. Mas acho que já foi pra lá de bastante e espero que essa coisinha de confronto direto fique um bom tempo na geladeira. Ao menos eu não pretendo voltar ao assunto tão cedo, se voltar.

    Não sei se você pratica tênis. Eu o faço pelo menos uma vez por semana, às vezes duas, jogo campeonatos internos de clube e academia e vivo vagando lá pelo meio dos rankings de ambos, o famoso nível intermediário bem intermediário.

    Uma das poucas coisas que tenho certeza é que tudo o que muitas vezes aqui se vê como desculpas faz parte do jogo: cansaço, estilo, contusão, dias bons, dias ruins, especialidade em certo tipo de quadra, adversários com quem seu jogo não casa, adversários com quem você adora jogar porque o jogo deles não encaixa com o seu, ou seja, não dá pra se desculpa, é a pura tradução do que é jogar tênis.

    Então, não entendo comentários como “se fulano estiver 100% ele é imbatível em tal situação!”. Poxa, assim até eu sou imbatível! Exermplo: eu raramente consigo fazer mais de um game por set quando jogo com meu professor. Uma única vez, peguei ele destreinado por 15 dias e ganhei de zero. Sabe por que? Porque todas as bolas entraram, simplesmente todas, voleio, smash, saque, drop shot, funcionou tudo. Quer dizer, com 100%, eu também sou imbatível. Melhor, fui, uma única vez na vida … rsss

    Tem muito detalhe para se julgar coisas subjetivas como essa de ser o melhor disso ou daquilo, portanto, entendo quando você fala como alguém que já cansou disso. Gostaria que todos aqui cansassem disso também e fôssemos para a próxima página, mas acho impossível pedir isso para torcedores tão rivais como os Federistas e Nadalistas.

    Mas, em consideração a sua gentileza e à delicadeza que você teve ao escrever a entrevista do Federer depois de Wimbledon, vou fazer a minha parte: H2H, nesse nível, nunca mais, certo?

    De resto, curta a parte tenística do blog e aproveite os demais assuntos que pintam por aqui, fazendo novos amigos e descobrindo gente nova e interessante para se conviver. Vale a pena! E, se não joga tênis, experimente: é um dos melhores vícios do mundo!

    Boa semana, moça.

    Responder
  4. 83 Hercules 19/07/2009 23:49

    Inspirado pela ótima colocação do Andre Tschumi faço a pergunta:

    E quando o novo superfenômeno chegar?

    E já adianto a conclusão do meu raciocínio: Federer é o melhor de todos os tempos porque conseguia ganhar da minha vó com reumatismo.

    Listando o panteão de superfenômenos da década de setenta para cá, sem ordem de preferência, coloco: Sampras, Agassi, Nadal, Federer, McEnroe, Connors, Lendl, Borg. Jogadores como Becker, Willander, Edberg, um patamar um pouco abaixo.

    Mesmo com uma controvérsia aqui ou ali na lista acima, temos uma estimativa de dois superfenômenos por década. A atual, claro, Federer e Nadal. Nadal surgiu como jogador a se respeitar em 2004, já vão 5 anos, metade de uma década.

    Portanto, pelo que a história, essa inexorável, vem ensinando, devemos nos aprontar para um novo infant terrible daqui a pouco (Murray e Djoko, sorry, não estou falando de vocês. Delpo? Forte, determinado, agressivo, muito jovem. Quem sabe.)

    Porque acho que Federer é o melhor de todos os tempos? Muito simples Porque quando a chance apareceu aproveitou. Eu já nem discuto mais se pegou geração fraca, se todo mundo se machucou para ele ganhar, se pegou minha vó com reumatismo em finais. Acho que até é, mas e daí? O que interessa é que o número 15 ninguém tira dele.

    Talvez daqui a dois ou três anos ele largue o tênis, ou viva dele apenas por diversão. Pode agora se dar ao luxo de pouco sofrer com o fantasma da chegada do novo superjogador.

    A bronca sobrará para o espanhol, já com no mínimo 24 anos, e com uns nove Grand Slams atrás do suiço.

    Federer pegou o espanhol como exatamente esse superjogador, e levou pau dele a maioria das vezes. Pensando bem foi humilhante mesmo. Pensando bem mais, agora eu defendo que Federer não é o melhor jogador de sua geração.

    Mas por algum motivo inexplicável na natureza desse raciocínio H2H o suíço mesmo sendo o segundo melhor jogador de sua geração conseguiu ganhar mais GS que o melhor jogador de sua geração no tempo em que estiveram competindo juntos. Tudo bem que foi aproveitando que o melhor jogador não chegava muito nas finais, e que por ter uma geração fraca, ganhava de bandeja minha vó com reumatismo e surrava ela. Coitadinha. Feio, chato e bobo esse marido da Mirka.

    Porém, a curiosa conseqüência quando se leva esse pensamento a sério é: se Federer surrou minha vó com reumatismo em tantas finais de GS, foi porque minha vó com reumatismo deve ter ganho do melhor jogador da geração do Federer em algum momento antes.

    Com a fatal chegada de seu nêmesis, segundo prognósticos da história, Nadal só se tornará tão grande quanto, se conseguir aproveitar as chances que terá quando o algoz não puder jogar uma final. Mas para isso o Miúra devera conseguir reverter a incrível desvantagem H2H que ele leva contra minha vó com reumatismo, noventa anos, muleta, e para a qual o Federer nunca perdeu.

    Abs

    Responder
  5. 82 Hercules 20/07/2009 0:09

    Falvio B.

    Navegando por teus versos poéticos e comentários eu já havia descoberto os dons da Charlote. Achei muito original a forma como esta guria relaciona o texto intimista dela (muito bom por sinal) com o tema de um filme e a sugestão da música acompanhante.

    Meu passeio pelo deliciosa produção de vocês me lembrou um poeminha que circulou anos atrás pelos ônibus de Porto Alegre, cujo autor não lembro, mas que resume bem quem sou eu quando penso em fazer poesia:

    “Tudo que eu toco vira poesia, mas a moça que me deu um tapa e me chamou de tarado não sabia.”

    Abs

    Responder
  6. 81 Hercules 20/07/2009 0:09

    sorry….Flavio B.

    Responder
  7. 80 Eduardo J 20/07/2009 0:10

    Hercules, com seus dotes de ciências exatas aliados ao velho e bom humor que te caracteriza, saúdo teus comentários e é por aí mesmo. Não importa a literalidade do que você disse. Se existe uma ação, vem uma reação em sentido contrário. Para quem diz uma coisa, responde-se outra. Quem diminui o Nadal, tem que engolir a freguesia. Quem tripudia os feito do Federer e ama os do Nadal, precisa se lembrar que o espanhol tem anos pela frente e que trate de fazer pelo menos parecido para depois o H2H ter sentido. E se ficarmos nos perdendo entre argumentos nunca chegaremos a nada.

    Responder
  8. 79 Flávio B. 20/07/2009 0:14

    Hércules

    Parece que a vitoria no Gre-Nal te fez muito bem, guri!

    Ah, e obrigado por me esclarecer a dúvida: então foi a tua vó reumática quem impediu o Nadal de chegar às outras finais que o Federer faturou? Guri, paga um mate para essa senhora, põe na minha conta … rssss

    E, aproveitando sua aparição: pegaste o endereço do blog da Charlotte, que coloquei às 12:15? É o que fala sobre filmes …

    Ops, ia esquecendo de te agradecer os comentários sobre o meu blog. Li outro dia sua resposta. Na realidade, a média de comentários é um pouco menos do que você falou, pois tem as minhas respostas aos coments, que também contam no numerador de comentários. Varia de 15 a 20, com picos de 25 a 30. Mas a média é pelos 15.

    Quanto ao fato de praticamente só se frequentado por mulheres, é meio óbvio: normalmente, quem curte ler poesia é mulher.

    Bom, hora de partir. E, caso queira dar uma passadinha lá, tem post novo: é a música que eu fiz pra minha filha mais nova e que vai estar no CD que estou montando.

    Boa semana, guri. E um beijo na nonagenária reumática …

    Responder
  9. 78 Matteoni 20/07/2009 0:16

    Hércules,

    Preciso conhecer sua avó! Pedir um autógrafo!

    Mas pensando bem, talvez ela tenha toda esta vantagem no H2H contra o Nadal pela experiência, que ela deve ter usado muito bem.

    Qunado Federer ganhou seu 1º GS em Wimbledon 2003 era o ano do seu 22º aniversário.

    No ano do 22º aniversário do Nadal, ela já tinha 5 GS!

    O garoto é precoce e sua avó muito experiente!

    Mas isso é uma outra estória, e a lua te espera no próximo post!

    Abçs

    Responder
  10. 77 Flávio B. 20/07/2009 0:17

    Hércules

    acabei de ver o seu coment que entrou no blog enquanto te escrevia.

    então, já vi que conheceu Charlotte …

    O João Luís Prada quer conhecer a Sayuri … rsss

    Responder
  11. 76 Hercules 20/07/2009 0:40

    Flavio B.

    Digamos que neste domingo, exatas 18:00 hs no céu havia uma linda nuvem branca em forma de saia levantada da Sharapova. Eu estava bem embaixo dela.

    E subindo.

    É, ganhar grenal nos dá asas…

    Abs

    Responder
  12. 75 Hercules 20/07/2009 0:43

    Eduardo J.

    Cara, pegaste exatamente a idéia do que eu quis dizer.

    Abs

    Responder
  13. 74 Matteoni 20/07/2009 0:58

    Aliás Hércules,

    Por falar em Lua e aliada a vitória do teu Grêmio, time este que me deu uma grande alegria quando ganhou (com uma grannnnnnde ajuda do juiz Godói!) a Copa do Barsil em cima do nosso rival ceará, me lembrei de uma música do Engenheiros do Hawai: Anoiteceu em Porto Alegre.

    Nela tem uma célebre frase de um locutor (não lembro quem era) incluída na música que diz mais ou menos assim:

    “O GRÊMIO VAI SER CAMPEÃO DO MUNDO, O RIO GRANDE DO SUL E O BRASIL VÃO VIVER UMA MADRUGADA QUE NÃO TERMINARÁ ANTES DO SOL NASCER …”

    Aí fiquei pensando duas coisas:

    a) Teria outro jeito de terminar a madrugada!?

    b) Porque o cara fala tanto em luz vermelha (logo vermelha!!!) na música?

    Abçs

    Responder
  14. 73 Hercules 20/07/2009 1:14

    Giuliano

    Em clima de grenal vou responder sua pergunta sobre a não continuidade das viagens a Lua.

    Rivalidade.

    Posso até provocar polêmica, mas não tenho dúvidas de que o clássico brasileiro da maior rivalidade é o Gre-Na>

    E justifico.

    Por causa dela Grêmio e Internacional tem estádios próprios onde cabem mais de cinquenta mil pessoas (Olímpico e Beira-Rio, respectivamente). Incrível como estádio próprio nessas condições é raro entre os grande clubes brasileiros. Por causa dela a pequena Porto Alegre (um milhão e quatrocentos mil habitantes ) tem dois campeões mundiais (quantas cidades no mundo tem essa condição?). No Brasil, São Paulo e seus mais de dez milhões de habitantes, apenas. Por causa dela Inter e Grêmio são os dois clubes com maior número de associados, cem mil do Inter, próximo de setenta mil do Grêmio.

    Enfim. Quando um acerta o outro tenta imitar, e assim vão se escalando.

    E rivalidade na corrida espacial entre EUA-União Soviética foi a mesma coisa. Era ela que justificava os altos custos e riscos administrado pelos dois blocos. Os Soviéticos estavam na frente da corrida espacial e os americanos correndo atrás. Só que em 1966 os russos perderam o grande gênio do seu projeto espacial, o Comandante e projetista Sergei Korolev. E os americanos bafejando no cangote e partindo para o tudo ou nada no projeto Apolo, que deu certo.
    No final das contas, os Soviéticos vendo que não conseguiriam acompanhar o desenvolvimento americano na corrida até a Lua desistiram dessa empreitada e concentraram esforços em desenvolveram estações espaciais na órbita da Terra, que culminou na famosa MIR, que fez cosmonautas soviéticos baterem recordes de permanência no espaço.

    Donos da Lua os americanos se olharam e perguntaram e agora? Em termos de exploração comercial a vantagem era praticamente zero. Manter as idas a Lua dava mesmo era prejuízo, e ainda hoje, mesmo com a tecnologia, ainda o é.

    Mas eu acredito que deve voltar num futuro não muito distante, como preparação para o grande desafio que é a escalada para Marte. De certa forma estaremos entrando numa era semelhante a das grande navegações do séc. XIX. Só que em vez de usar os astros como guias o estaremos usando como destino.

    Abs

    Responder
  15. 72 Hercules 20/07/2009 1:29

    Matteoni

    Bem, cientificamente você pode acabar com a madrugada indo para o Pólo cujo hemisfério estiver no verão. Quer dizer, pelo menos ela demorarã uns bons meses para aparecer.

    Mas em se tratando de uma letra do Humberto Gessinger, gremistão doente, a citada frase deve ser alguma alusão poética à Terra do Sol Nascente, onde o Grêmio conquistou seu maior título, à qual nosso querido Flavio B. poderia interpretar melhor.

    Eu lembro da garfeada no Ceará. E foi mesmo. Mas sendo eu uma parte diretamente interessada no resultado, gosto de pensar que o Godói é humano….e muito fã do Humberto Gessinger…hehehehe..

    Sobre a luz vermelha, não faço a mínima idéia porque justo o vermelho…hehehehe..

    Abs

    Responder
  16. 71 Matteoni 20/07/2009 1:35

    Ah Hércules,

    Pensando bem tem uma parte que diz assim:

    “…de luz vermelha
    de dor vermelha
    vermelho anil…”

    Vermelho Anil !!!??

    Se pararmos pra pensar há uma clara alusão a dor vermelha causada pelo “vermelho” anil !!!

    É verdade que tem papai Noel azul por aí tchê!?

    Abçs

    Responder
  17. 70 Matteoni 20/07/2009 1:42

    Outra coisa: escrevi para vc no novo post do Cleto sobre as razões da ilusão da variação de tamanha da lua.

    Abçs

    Responder
  18. 69 Hercules 20/07/2009 1:58

    Matteoni

    Cara, o pior é que tem Papai Noel azul por aqui. E vende horrores. Sério. Eu mesmo tenho um que está subindo uma escadinha. Há cinco anos enfeita a minha sacada no Natal.

    Abs

    Responder
  19. 68 Martin H. 20/07/2009 11:30

    Flávio B.,

    muito bonito o poema escrito para sua filha. Ele me fez lembrar da minha filhota (só que ela é meio pequetucha ainda para ser “menina com um toque de mulher). Digo ainda poema, não música, porque a melodia ainda não foi mostrada (estou ávido para conhecer a música pronta – avisa quando estiver no ar). No meu caso, vai dar até para mudar um pouco e cantar para a minha, com a tua permissão: “Katherine / seu amor / faz meu mundo / ter mais cor”.
    Engraçado que eu também tenho uma música para meu filho mais velho (quando ele ainda estava na barriga) e a filhota, por ora, está “a ver navios”. É o mal do caçula.

    Quanto ao blog do João Luís, apartando criador e criatura, resolvi indicar para meu irmão, que, como disse, é historiador e musicólogo”. Ele gostou, mas com algumas restrições. Eis o comentário dele:
    “Bom, eu olhei o site e achei o seguinte: a idéia, a iniciativa do cara é muito boa. Ele demonstra entusiasmo, gosta do que tá falando e conhece várias obras. Só que a impressão que eu tive é que ele se limita a repetir o que está escrito nos livros, enciclopédias e manuais sem refletir, nem pensar, muito menos criticar. Quero dizer, não se trata de um pesquisador do assunto mas de um propagandista. Ele comete erros graves de classificação de compositores (chama de minimalista um compositor cujo estilo é exatamente o contrário do minimalismo). Suas opiniões sempre caem no lugar-comum e seu gosto pela música clássica é voltada para efeitos secundários, quero dizer, ele sabe e gosta de coisas da música clássica, mas não entendeu o sentido, a idéia geral da coisa. Eu posso elogiar a iniciativa e o entusiasmo do cara, mas tenho que dizer que em termos de uma compreensão “estrutural” do assunto (desculpe pelo vocabulário pedante, hehehe) , ele tem que melhorar muito.” Robert H.
    Eu, como não sei nada do assunto, fico sem opinião.

    Abraço,
    Mártin

    Responder
  20. 67 Marta 20/07/2009 11:49

    Flavio B,

    Não pratico tênis não mas desde os tempos do Guga passei a gostar e assistir. Não sei, alguma coisa no fato da pessoa estar lá sozinha, dando a cara a tapa para o mundo, para o bem ou para o mal, me atrai demais. Acho que precisa de coragem. Porque quando dá vexame em quadra, chovem críticas de todos os lados. Quando ganha, são só elogios e o que era defeito na derrota passa a ser qualidade na vitória. Já vi(li) fazerem isso com Federer, Nadal, Safin, Roddick, Djokovic,… No tênis, parece que qualquer pequeno deslize é motivo pra críticas desproporcionais, como se os jogadores não fossem humanos. Eu queria análises mais justas, mais complexas levando em consideração o momento e o tempo de cada jogador.

    Me lembro de ter visto o primeiro titulo de ATP do Federer, o Dacio Campos falando que seria o primeiro de muitos, daquele ex-técnico sueco dele e da Mirka comemorando. Lembro da primeira vez que o Nadal ganhou do Moya, acho que tinha uns 17 anos, era magrinho e foi um acontecimento porque era o aluno ganhando do mestre. Lembro de como o Federer foi ignorado pelo diretor do torneio no primeiro Masters Cup que ele ganhou (em Houston, Texas). Foram acontecimentos que ficaram na memória, não sei porque.

    Eu acho lindo no esporte em geral, a harmonia corporal que um atleta consegue quando executa um movimento. No caso do tênis, especificamente, no caso do Federer, é de encher os olhos. O movimento nas passadas (no sentido de passo, andar), no saque, na esquerda é muito lindo, ainda mais sabendo que envolve muito raciocínio e decisão. Gosto de muitos jogadores, do Nadal, do Nalbandian, do Safin, adorava ver o Sampras, mas pra mim o Federer é de uma categoria à parte.

    Então, esse negocio de H2H, de melhor de todos os tempos, tanto faz. Cada um tem o seu predileto, seja lá por qual motivo for, que com certeza é pessoal. Não entendo qual é a satisfação em denegrir um jogador pra fazer apologia de outro. Como se carregassem alguma culpa por ser o que são, ou por jogar neste ou naquele estilo.

    É isso. Continua sendo um desabafo, né. Eu sei que Papai Noel não existe, que o mundo não é justo, mas … bem que podia ser um pouquinho mais.

    Boa semana pra você também.

    Abçs,
    Marta

    Obs: quanto à transcrição, não é difícil (só trabalhoso, um pouco). Por motivos profissionais, sempre fiz muitas reuniões e calls com estrangeiros. Meus ouvidos estão pra lá de acostumados. Quando precisar, disponha. Como fã, acho uma delicia saber o que eles estão dizendo.

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