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Arquivo de maio, 2009

terça-feira, 5 de maio de 2009 Light, Tênis Masculino | 23:44

Falta de tato

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Parece que o sérvio Novak Djokovic aprendeu a lição e não quer mais saber de imitar seus colegas de trabalho. Pelo menos não publicamente. Os companheiros/adversários deixaram claro não estavam gostando das brincadeiras. A maioria o deixou saber obliquamente; técnicos, managers etc. Já Roddick foi na jugular e Federer nos pais.

No entanto, Novak não conseguiu dizer “não” à sinuca de bico criada pelos anfitriões na entrega dos prêmios após a final de Roma. Aliás, tremenda falta de tato dos italianos: Diz a apresentadora, repetindo o que lha havia dito Novak “não posso fazê-lo porque os jogadores se ofendem. Rafael, voce se ofende?,ele pode fazê-lo?”, martelava a apresentadora, enquanto puxava o coro “vai. vai, vai. Vai ser desagradável assim lá longe. Lá foi o sérvio, sem nenhuma convicção. Nunca vi uma imitação tão envergonhada e insossa. Podem apostar que o sérvio nunca mais vai passar por essa.

Mas a pergunta para os meus leitores é a seguinte: quem era a senhora sem o “simancol’ e quem são os campeões logo atrás dos finalistas?

Notas relacionadas:

  1. Rivalidade infantil
  2. Semifinais de Sidney
  3. Operários
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Sem uma categoria | 23:19

Beijando a terra.

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O que eu queria saber é o seguinte: será que o Federer está disposto a sujar a roupa, e o corpo, de terra para finalmente vencer Roland Garros, igualar o recorde de Pete Sampras e lutar para voltar ao topo do ranking??

Dinara Safina, #1 do mundo, testa o saibro de Roma.

Autor: paulocleto Tags:

Light, Tênis Masculino | 22:55

Video tape

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Esse negócio de relembrar os pontos é quase padrão entre os profissionais – pelo menos os bons. Lembro que mais de uma vez sentei-me à mesa do jantar com um dos meus pupilos e ficamos repassando pontos da partida que eles haviam jogado. Era uma maneira de melhorarmos certas falhas pontuais. Isso porque o jogo de tênis é decidido em três ou quatro pontos de uma partida e é o desempenho do jogador nessas horas que determina como vai, ou não, andar a carreira dele. A maior parte do tempo eles lembravam ainda melhor do que eu, que tinha a cabeça treinada para lembrar.

Essa capacidade de lembrar cada um dos pontos tinha lá seu lado ruim. Uma das coisas que os tenistas mais odiavam era dormir após uma derrota, especialmente as mais dolorosas. Era como o meu amigo Carlos Kirmayr dizia antes de ir dormir após uma derrota dessas. “Vou assistir vídeo – tape a noite inteira”

A hora do pesadelo.

Notas relacionadas:

  1. PELICA E FERRO
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Copa Davis, Minhas aventuras, Tênis Masculino | 00:22

Garfos no mundo da lua

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Hoje, como acontece quase todas as segundas-feiras na hora do almoço e meu parceiro/adversário não me dá o cano, fui jogar. Ele é leitor participativo deste blog, então é melhor não ficar cutucando a onça. De qualquer maneira, eu estava um tantinho no mundo da lua; e nada por conta de Nadal e seus colegas ou mesmo a intempestiva e bem vinda subida da bolsa de hoje.

Talvez estivesse um pouco mais avoado/concentrado por conta de problemas/soluções da vida que corre fora das quadras, como acontece com todos nós. Quadra de tênis não é lugar para pensar, muito menos em assuntos mais penetrantes do que o saque adversário ou mais profundos do que suas direitas. Mas às vezes escapa.

Fui lutando para quebrar e não ser quebrado, correndo o possível, lidando com os erros e vibrando com os acertos. Confesso que são duas horas de emoções altíssimas, um dos pontos altos do dia. Não sei se estava pensando na morte da bezerra ou na caída do dólar, o fato é que a certa altura, depois de confirmar meu serviço, em game tenso e difícil, já que sacava para fechar o set em 7/5, dirigi-me à cadeira para o descanso merecido.

Percebi que meu adversário ficou meu olhando com aquela cara que os tenistas lançam quando vêem seus oponentes dando uma de milongueiro tentando aprontar alguma. Caminhei para a troca de lado e percebi que o adversário não tinha a menor intenção de fazer o mesmo. Devo ter feito uma cara de bobo bem convincente quando afirmei/indagando; “set, não é?” De bate-pronto ele respondeu: “não, 2×2″. Tremi. – “E o primeiro?” “Você ganhou 6/4″. Rapidamente recuperei minha confiança, pois já estava a prever o pior. Após algumas contas e replays mentais, chegamos juntos à convicção que ele estava certo e eu vencendo. Fiquei tentando lembrar como fechei o set. Fiquei pensando o quanto me havia estressado com um reles 1×2. Fui para o fundo da quadra para receber quando algo me bateu como se fosse um Serviço/Roddick. Levantei o braço e gritei para o adversário do outro lado da rede. “Frustrei. Nem pude gozar quando fechei o set!”

O incidente me lembrou de uma história que meu pupilo Cassio Motta adorava contar. Certa vez, ainda garoto, foi jogar o “Noturno do Tietê”. Quem dos meus leitores jogou esse tradicionalíssimo evento? Cássio jogaria contra um dos maiores catimbeiros do tênis de então, um tenista bem mais velho, cheio das manhas, “paparra” de primeira e conhecido por ser um bom garfo dentro da quadra.

Antes de sair, Milton Motta, pai e presidente da FPT, chamou o filho. “Fique de olho aberto, pois o fulano tem a fama de roubar bolas!” Cássio foi para o jogo atento para o que viesse. O jogo foi acontecendo e Cássio, como era seu costume, enfiando a mão no que aparecia pela frente. O adversário, que gostava de bolas altas e lentas, só podia assistir as bolas passando ao seu lado. Cássio confiante, já nem lembrava a advertência do pai, já que o oponente não havia puxado nem um coringa da manga e nem tentado uma garfada até o momento. E o momento era próximo do fim do jogo.

Motta vencera o primeiro set e liderava o segundo por 4×3. Foi então que, pela primeira vez, na virada, cantou a contagem: 4×3! O adversário então se virou para ele e disse: “Não; 5×2″! Cássio ficou confuso por um instante, pensando se sua vantagem era mesmo mais ampla, mas disse: “não, você se enganado, está 4×3 para mim”. O outro então vai até ele, olho no olho e diz: “acorda garoto, eu ganhei o primeiro e está 5×2 para mim. E dá as bolinhas que eu vou fechar o jogo”!

Garfão, um problema em jogos sem juiz.

Notas relacionadas:

  1. PELICA E FERRO
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domingo, 3 de maio de 2009 O Leitor no Torneio, Sem uma categoria | 23:19

O leitor em Roma

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Mais uma vez um leitor do blog comparece em um dos torneios internacionais e nos brinda com texto e fotos de sua aventura. E mais uma vez, em meu nome e dos leitores, agradeço a atenção, o esforço e o tempo. Parabens. Abaixo o Aberto de Roma de José e Tâmara Estelita:

Do Foro Romano ao Foro Itálico

Caro Paulo Cleto,

Como bem sabes, este final de semana estou em Roma com minha esposa Tâmara. Chegamos no sábado à tarde, e fomos logo descobrir a beleza e a história milenar do Coliseu, Palatino e Foro Romano. Ao anoitecer, fomos a Fontana de Trevi, onde joguei uma moeda e meu desejo foi conseguir ingressos no outro dia para a grande final do Master 1000 de Roma, pois já estavam esgotados pela internet há algum tempo.

No domingo pela manhã, abro o jornal e encontro a seguinte manchete: “Roger Federer non è pui il maestro del tennis mondiale”. Mais emblemática impossível, e a final seria entre Rafael Nadal e Novak Djokovic.

Após algumas visitas a outros monumentos históricos, pontualmente ao meio dia, estávamos na Praça de São Pedro, magnífica obra de Bernini, junto aos milhares de fiéis, esperando a benção do Papa. Bom, advinha qual foi um dos meus pedidos!?

De lá, foi só pegar um ônibus e chegar rapidinho ao Foro Itálico, onde se realizaria a grande final. Logo na bilheteria um cartaz quase tirou minhas esperanças: “Finale Masc. Sold Out”. Mas antes que eu pudesse pensar alguma coisa, uma senhora me ofereceu para comprar ao preço de custo, seus dois ingressos da Tribune Distinti Tevere, para a grande final. Milagres acontecem, ainda mais em Roma!

“Il primo piatto” a final masculina de duplas entre os Bryan brothers x Nestor/Zimonic e “il secondo piatto” a de simples entre Nadal x Djokovic. O interessante é que teve sérvio nas duas partidas. Dois jogos, duas histórias.

A quadra central é magnífica, com arquibancadas de mármore, que recebem o complemento das de alumínio especialmente para o torneio. Como os jogos de duplas não são televisionados, não estamos acostumados a vê-los no dia a dia, no nível top, e o jogo se tornou bastante interessante. Os pontos são extremamente rápidos, praticamente não há troca de bolas, e não existe vantagem na igualdade, o que torna o jogo bem mais rápido ainda. Acho que os caras nem suam. Bom, deu Nestor/Zimonic em 2 sets a 0. Bom sinal para a Sérvia?

Já na final de simples, a quadra estava completamente lotada. Rafa Nadal entrou ovacionado, mas Djokovic também teve muita torcida. Nadal começou com tudo, como sempre, conseguindo logo uma quebra, e sacou para fechar o set no 5×4 e no 6×5, mas incrivelmente falhou nas duas, e o 1o set foi para o tie-break, com vitória de Nadal por 7 x 6 (2). É incrível como apesar do set ter sido equilibrado, Nadal parecia sempre com o controle do jogo, e Dojokovic sempre correndo atrás.

Era nítido que quando os pontos se alongavam Nadal levava sempre vantagem, restando a Djokovic ser 100% agressivo, para tentar encurtar os pontos e neutralizar a superioridade do espanhol. O problema é que a bola dele é muito reta, sem ângulos, sempre no meio da quadra, bastando que Nadal dê um ou dois passos para o lado para bater na bola, sempre tentando angular, procurando as linhas, deslocando Djokovic, tal qual um pêndulo, para um lado e para o outro. E isso cansa o adversário.

E não deu outra, no 2 o set, com duas quebras, o número l do mundo vence pela 4a vez o Master 1000 de Roma, ultrapassa o número de Master 1000 de Federer e segue em busca de novos recordes. E nós saímos com um troféu de Roma!

Eu não sei como terminou a transmissão do jogo na TV, então para registrar, após a premiação a cerimonialista perguntou a Nadal duas coisas:
- Se você jogar uma moeda na Fontana de Trevi, qual seu pedido?
- Nadal: isto é segredo! (Eu pediria o GS em 2009!)
- Qual seu artista italiano preferido?
- Nadal: Bernini. (Uma escolha perfeita!)
E para Djokovic ela pediu que ele imitasse Rafa Nadal. Com a permissão do Rei de Roma, foi prontamente atendida.

Abraços Cleto e amigos do blog.
Até a próxima! Da Cidade Eterna,
José Estelita.

Abaixo, José e Tâmara com o troféu, no Coliseum e no Fora Itálico.

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Copa Davis, Light, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 22:58

Fim de semana

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Monte Carlo mais lento, Roma mais rápido. Madrid mais rápido, Paris nem tanto. Para Nadal, pouca ou nenhuma diferença faz. Hoje ele é o homem a se bater, e não parece haver adversário para ele. Muito menos no saibro. Alguma coisa teria que mudar, drasticamente, na sua cabeça, ou na de alguém, para seus adversários enxergarem alguma luz.

Com a vitória em Roma o espanhol, de 22 anos, arregimenta 15 títulos nos Masters 1000. Mais dois iguala Agassi, que se aposentou aos 32 anos. Agora são 30 vitórias consecutivas no saibro. E em Roma não perdeu um set. E o mar de pontos que o separa de Federer continua em maré alta.

O Djokovic que, como eu já escrevi, tem a mente muito forte, consegue levar o samba até o ponto onde é obrigado a encarar a besta de frente. A cabeça do sérvio é ótima, mas ainda não tão ótima quanto a do Animal Nadal. Pelo menos nas horas da onça beber água. Algo que o vice-campeão teve a humildade de reconhecer após a derrota; para sua agonia.

A pressão sobre Djoko era grande. Lutava não só pelo título, mas para fechar a porta por onde acabou entrando o escocês bagaceiro. Ao invés de passar Federer – ele teve três oportunidades nos últimos meses – Novak será passado para trás no ranking por um adversário que ainda não se encontrou na temporada de saibro. C’est la vie.

Gaston Gaudio, que a esta altura eu pensava estava se dedicando a pesca nas águas gélidas da Patagônia, voltou a vencer lá pelos lados do Saara. Um torneio pequeno, mas para ele uma vitória gigantesca. A cabeça desse rapaz consumiria vários charutos de Freud. O que será que ainda o leva a insistir se cada vez que chega lá joga tudo fora? Será que é tão difícil parar? Podia pedir umas dicas para o Coria, já que esse o ajudou mais do que se fosse seu pai.

Freud pediria uma linha de crédito em Havana ou queimaria seu divã se tivesse que percorrer o circuito de tênis por uma única temporada. Ou alguém sabe explicar, de uma maneira que eu e vocês entendamos, o que se passa pela cabeça do quase, quaaaaase, melhor da história, Roger Federer?

E provavelmente Sigmund colocaria sua barba de molho tentando entender o tênis feminino. No primeiro torneio, em Stuttgart, como número 1 do mundo, Dinara Safina foi derrotada na final pela freguesa Svetlana Kusnetsova. Dinara havia vencido os últimos quatro confrontos entre as conterrâneas. Foi só virar numero 1 do mundo que o encanto acabou.

Um só Freud seria pouco no circuito.

Notas relacionadas:

  1. Flamenco
  2. Semis táticas
  3. Correrias
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sábado, 2 de maio de 2009 Tênis Masculino | 17:07

Blasé

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Um set e um brake acima, bola para mais um brake e consolidar a vitória, quando vem a chuva. O ritmo é quebrado, são coisas do tênis, e abrem-se as portas para uma mudança no jogo.

Federer saca no 3×1, faz 30×15 e aí aparece a dupla falta. Nesse momento o jogo realmente muda. O suíço perde quatro pontos seguidos, coloca o outro de volta na partida, não faz mais nada nesse set e não muito mais no terceiro.

O jogo, os golpes, estão lá, mas aquele “killer instinct” no momentos cruciais – o diferencial em uma partida - a confiança transbordando nas feições não estão mais presente. O olhar de quem quer muito algo e sabe como conseguir deu lugar ao olhar e jeito blasé de quem, no fundo da alma, não quer mostrar a impotência diante das dificuldades.

Roger Federer entrou nessa há quase um ano e meio e ainda não saiu. Por conta disso, perde jogos para adversários que agregam tanto o potencial para lhe fazer frente, como a vontade de lutar o quanto for necessário para lhe bater. Como com em James Bond, o ar blasé sempre foi um charme, sem a licença para matar fica pouco para ser o melhor.

Foi-se a licensa para matar.

Ficou o ar blasé.

Notas relacionadas:

  1. Escada abaixo
  2. Raro e triste
  3. Piscou
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sexta-feira, 1 de maio de 2009 Tênis Masculino | 21:21

Correrias

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De um lado da chave Nadal chega à semifinal com 28 partidas invicto no saibro. Não é a maior série – que eu lembre Vilas e Muster tiveram maiores – mas é impressiva. Por mais que eu ache a direita do Gonzales o golpe mais impressivo do tênis, não acredito que ele vá balançar o embalo do espanhol. O que ele vai é usar muito a esquerda slice baixa, dos dois lados, e atirar com a direita quando possível.Vale lembrar que o chileno perdeu 5 vezes do espanhol, e as 4 ultimas, mas venceu 3.

A outra semifinal, Federer x Djokovic, promete mais sangue. Primeiro que os dois não sentem amores recíprocos. Acho até que o suíço sente um certo desprezo pelo sérvio, que gostaria de ver o rival tirando leitinho de vaquinhas nos Alpes suíços e curtindo a aposentadoria precoce. Federer tem 7 vitórias em 10 confrontos, o que fala alto. Mas perdeu a última, em Miami, e 2 das ultimas 4, o que fala ainda mais alto.

Ambos vem trabalhando horas extras no desenvolvimento de seus físicos, tão essencial no saibro, especialmente com aquele “surdo” tarado solto por aí. Federer continua sem técnico, mas Pierre Paganini, seu preparador físico, está com ele em Roma, investindo na captura de suas metas maiores no semestre: Paris e Londres. Mas uma vitória em Roma seria bem vinda.

Djoko, que luta tanto para passar Federer como para evitar que Murray o alcance, recém contratou o austríaco Gerhard Phil-Gritch, o homem que tornou possível aquele maluco do Muster ligar o botão e correr como um cão danado durante horas e chegar ao topo do ranking, para o desespero e desprezo de Agassi e Sampras. Os adversários são tenistas que entenderam que o preparo físico é o diferencial do tênis atual. Esperem por muita correria nessa semifinal. Na outra tem Nadal, então não é preciso chover no molhado.

Centro de treinamento atual para tenistas profissionais. 

Notas relacionadas:

  1. Rápidas.
  2. A final masculina
  3. Pro saco.
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  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. 5
  7. Última