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Arquivo de março, 2009

quinta-feira, 5 de março de 2009 Copa Davis | 12:45

Idéia de jerico

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O leitor Rodrigo P. quer saber por que os jogos mais difíceis nos confrontos da Copa Davis ficam para o fim? (Veja em Tapete Argentino) Imagino que Rodrigo se refira às partidas entre os dois melhores tenistas de cada país, que não necessariamente são as mais difíceis.

Até pouco mais de uma década atrás, a ordem dos cinco jogos era sorteada no dia anterior ao início do confronto. A FIT mudou para que somente a ordem dos dois jogos do primeiro dia fosse sorteada e que os dois melhores rankeados de cada time se enfrentassem, obrigatoriamente, na quarta partida; ou seja, a primeira partida do terceiro dia.

A FIT alegou que seria uma maneira de aumentar a probabilidade de o jogo entre os dois melhores se enfrentarem com o confronto ainda “vivo”. Particularmente acho que isso foi só uma daquelas idéias de jerico de cartola, já que se o confronto estiver decidido, os dois melhores entram em quadra para jogar um joguinho de compadres, em três sets e que nada vale.(Vamos ver comserá por exemplo, no confronto Espanha X Servia, o esperado confronto Djoko x Nadal)).

Acho que se existisse a possibilidade, por sorteio, de eles jogarem ainda no primeiro dia, o evento ficaria mais rico. Como ficaria viva também a possibilidade dos dois se enfrentarem no quinto e decisivo jogo, o que realmente colocaria fogo no evento. Hoje, com a nova regra, só os números 2 se enfrentam no caso de um quinto e decisivo jogo.

Notas relacionadas:

  1. Sorte e azar?
  2. Tapete argentino
  3. Flamenco
Autor: paulocleto Tags:

Copa Davis | 12:24

Flamenco

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Vai entender cabeça de técnico. Albert Costa, capitão da Espanha, decidiu colocar em quadra David Ferrer e deixar de fora Tommy Robredo no primeiro dia do confronto entre Espanha e Sérvia.

Robredo jogou três torneios sobre o saibro – piso onde acontece o confronto – e venceu dois, um belo feito e que deve ter o deixado com altas expectativas de entrar em quadra. Ferrer, que andava péssimo também voltou a jogar bem – foi à final em Dubai e semis na África do Sul. No entanto, não joga sobre o saibro desde o começo de Julho passado. Além disso, Tommy é mais confiável sobre o saibro que Ferrer independente de outras considerações.

David vai enfrentar o “casca de ferida” Tipsarevic, outro que prefere as quadras duras ao saibro – na verdade é “cego” na terra. Ferrer ganhou uma vez dele no saibro e Tommy duas; ou seja, chocolate igual.

A única maneira de entender a escolha de Costa é se ele não confia em Tommy e confia, muito, em David, o que pode muito bem ser o caso, inclusive porque ele está lá com o time e eu estou cá. Agora, é ver para entender.

Aliás, a imprensa vem fazendo muita festa em cima do confronto Djoko x Nadal. Se o confronto fosse sobre as quadras duras, na Sérvia, ainda poderia dar samba, senão turbofolk. Na Espanha e no saibro é mais para o flamenco e um massacre. A briga será para os sérvios fazerem sets.

Tommy – na versão da ópera do The Who, de quem herdou o nome.

Tommy e sua raquete- na versão “tiro a roupa por uma causa”.

Notas relacionadas:

  1. O sorte io
  2. 1×0 Argentina – fácil
  3. As duplas, e o Nadal?
Autor: paulocleto Tags: , , , , ,

quarta-feira, 4 de março de 2009 Copa Davis, Juvenis, Tênis Brasileiro | 13:07

Tapete argentino

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Copa Davis; para mim o momento mais dramático e emocionante do circuito. As emoções são tantas, dentro e fora das quadras, que extraem atitudes e façanhas tão inesperadas quanto fascinantes dos tenistas.

A Argentina, após perder a chance de décadas, tenta, e não sei se conseguirá, se reagrupar para novas tentativas, especialmente por atravessar aquele momento mágico em que dois grandes tenistas convivem em um mesmo time. Se a liderança do time conseguir unir o time, grandes coisas podem acontecer. Se não, novas tragédias serão inevitáveis.

Para tentar realizar isso, a federação chamou Tito Vasquez para ser o capitão no lugar de Mancini. Conheço Tito desde os tempos em que jogávamos torneios juvenis. Estudamos na mesma época nos EUA, ele foi tenista profissional por mais de uma década, técnico de Victor Pecci quando este atingiu seu melhor momento, trabalhou alguns anos na federação inglesa, está de volta a Buenos Aires há algum tempo, onde segue escrevendo poesias nas horas vagas, além de ter “roubado” a mulher de Alain Delon nos anos setenta.

Duvido que Tito fosse a primeira escolha dos tenistas atuais, mas foi a escolha da federação para colocar ordem no time. Após a derrota para a Espanha na final sobraram acusações, veladas e diretas, entre Nalbandian e Del Potro. Os argentinos, apesar do que alguns tolos afirmam por aqui, raramente são grandes amigos fora das quadras. As feridas continuam.

No primeiro confronto desta temporada a Argentina fica sem Nalbandian, doente, e Del Potro, que alega estar focado em jogar em quadras duras e não quis voltar para jogar no saibro portenho. Nalbandian havia aceitado a convocação, mas um vírus o fez se afastar. Del Potro já havia avisado que não jogaria a primeira rodada, mas aceitaria jogar a partir da segunda rodada.

Os argentinos partem do princípio que a primeira rodada contra a Holanda, atualmente sem tenistas entre os 100 melhores, será uma baba. Não deixam de ter razão. Mas conforme Tito foi sondando seus tenistas, vários pularam fora, oferecendo uma gama de razões pessoais; entre eles Calleri, Canas e Acasuso.

Como na Argentina sobra tenista, ainda deu para montar um time formado por Juan Monaco, Juan Chela, Lucas Arnold e, agora, no apagar das luzes, Martin Vassalo Arguello. Monaco contundiu o tornozelo na final de Buenos Aires, mas não quer nem cogitar ficar fora do time – é jovem, quer mostrar serviço e passa pelo momento de confirmação na carreira.

Mesmo sem suas estrelas o time de Tito Vasquez deve vencer sem maiores dificuldades. Mas o capitão terá que trabalhar diplomaticamente para montar o seu melhor time para a próxima rodada, quando jogará de visitante contra a França ou Rep. Checa.

Como declarou Lucas Arnold, o mais veterano do time; “é necessário mais transparência, não podemos mais jogar a sujeira para debaixo do tapete. Não temos que ser amigos, mas temos que nos unir para um objetivo maior”.  Se Tito conseguir convencer os principais interessados que esse é o espírito que deve prevalecer, de fato, terá realizado uma das principais e mais difíceis tarefas de um capitão de Copa Davis.

Jan. de 1967: Coffe Cup, Costa Rica – PC, Felipe Tavares e Tito Vasquez.

Notas relacionadas:

  1. A sorte argentina começa mudar
  2. Sorte e azar?
  3. Enchendo linguiça
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terça-feira, 3 de março de 2009 Tênis Feminino | 16:03

Escapadinha

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Antes de começar a falar em Copa Davis, assunto principal da semana, um pouco de algo mais light para os fãs do tênis.

Todos já devem ter imaginado como seria se o nosso esporte importasse algumas tradições do futebol, pelo menos aquelas que não fazem mal a ninguém. O primeiro vídeo imagina algo que boa parte dos fãs já deve ter imaginado.

O segundo é com Jelena Jankovic, a “Virgem da WTA”, aquela que foi sem nunca ter sido, a tenista que foi a 1ª do ranking sem nunca ter levantado a taça em um Grand Slam.

Além se ser a tenista mais sorridente do circuito, a sérvia tem também outra característica com a qual procura encantar seu público. Não sei se vocês já perceberam, a cada partida televisionada, a moça faz questão de, pelo menos umas duas a três vezes, abaixar a cabeça até os pés – tipo para amarrar os sapatos ou pegar uma raquete na sacola -, expondo às cameras aquele que deve acreditar ser o seu maior atributo físico. Pode parecer abusado da minha parte mencionar tal fato, mas se não acreditam é só acompanhar a próxima transmissão da moça.

O 2º vídeo mostra algo que eu nunca vi em quadra, pelo menos depois que permitiram o tal do “bathroom break”, onde as moças dão uma escapadinha para retocar a maquiagem. Fico imaginando o que mais Jelena vai nos propiciar para conquistar nossos corações e mentes. 

Notas relacionadas:

  1. As moças
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segunda-feira, 2 de março de 2009 Grand Slam | 16:44

Testando o teto.

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Os chefões do All England, local do Torneio de Wimbledon, realizarão uma exibição no dia 17 de Maio, dosi meses antes do torneio, na sua famosa Quadra Central com o intuito único de testar as condições atmosféricas decorrentes do teto retrátil a ser inaugurado este ano.

Os convidados para a Garden Party em Wimbledon são Tim Henman e Kim Cljisters e o Casal 20, Steffi e Andre Agassi. Vale lembrar que estes dois venceram o torneio – mas qual eles não venceram?

O pessoal quer ver como a grama reage tendo 15 mil pessoas nas arquibancadas e o teto, que é transparente, fechado. A organização afirma que o gramado deve estar totalmente seco antes de ser fechado. O que me faz pensar que será um verdadeiro estresse decidir o momento de interromper a partida, antes de a chuva começar, para então fechar o teto, que leva 10 minutos para fechar.

Uma mudança na umidade do local é esperada, em função do calor humano nas arquibancadas, e eles querem ver como isso funcionará. Eles testarão tambem o ar-condicionado e o administrador de umidade do ar. O público pagará cerca de R$115,00 para acompanhar a festa e o teste. Fico me perguntando se o teste não for o que eles esperam? Improvisam? Alea jacta est!

O gráfico do teto translúcido da QC de Wimbledon fechando e fechado.

Andre (debaixo da peruca) e Steffi na festa oficial de 1992, quando ambos venceram Wimbledon.

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domingo, 1 de março de 2009 Tênis Masculino | 22:34

Paladino du France.

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Lembram daquele seriado antigo de TV em que o pistoleiro do farwest distribuía seus cartões, onde estava escrito seu nome e a frase “Gun for Hire”? Acho que aqui no Brasil chamava “Paladino do Oeste”. Pois é.

O Torneio de Acapulco é o maior dos eventos da América Latina e tem algum dinheiro para queimar. Ficou um tanto óbvio isso, com a presença de Gael Monfils na final do torneio. Ou alguém tem melhor explicação para o que o francês estava fazendo no último torneio de quadras de saibro, no meio da temporada de quadras duras e indoors. Porque os seus últimos campeonatos foram; Rotterdam e Marselha nas duras indoors, e os próximos serão Indian Wells e Miami nas duras outdoors.

O espanhol Nicolas Almagro ignorou a presença do francês “top ten” e, finalmente, conseguiu vencer um dos eventos na America Latina na presente tour. No ano passado Almagro havia vencido na Bahia e no México. Por isso, leva para casa U$300 mil, o que é montão de dinheiro – os tempos realmente são outros no circuito profissional.

Monfils – que é “top tem”, mas das sete finais no ATP Tour em que esteve perdeu seis, um recorde para não deixar ninguém intimidado do outro lado da rede em uma final – não ficou muito atrás, se é que não ficou na frente, com o prêmio de finalista e alguns cartões de visitas a menos.

Quer um cartão?

Autor: paulocleto Tags: , ,

O Leitor no Torneio | 22:07

Um leitor em Marselha

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Com um atraso de uma semana, publico um email enviado por um leitor sobre sua visita ao Torneio de Marselha. Uma pena esse problema técnico, mas acho que vale a pena – até como incentivo para outros. Como já escrevi antes, publicarei comentário de leitores que compareçam a grande eventos e mandem um texto e fotos para compartilhar a experiência. Esta é do André Tschumi, a quem agredeço.

“Nesse final de semana pude acompanhar in loco as semi-finais e finais do ATP de Marselha, cidade onde moro atualmente. Segue abaixo um breve relato dessa ótima experiência. Estou mandando em anexo as fotos dos principais jogadores que tive o prazer de ver no estádio. Infelizmente as cadeiras relativas aos ingressos de estudante ficavam mal posicionadas. Assim eu fiquei distante e com um ângulo ruim para conseguir tirar boas fotos. Tive que usar o zoom da câmera no nível máximo, o que prejudicou a qualidade das imagens. Ainda assim dá para reconhecer os jogadores, principalmente nas fotos que tirei hoje (Clement/Llodra e Tsonga). Caso ache a idéia interessante, sinta-se a vontade para publicar o que bem desejar desse meu material no seu blog.

Tive o imenso prazer de acompanhar nesse final de semana as semi-finais e finais de simples e de duplas do ATP de Marselha. Contando com dois top 10 e outros dois top 20, (fora Berdych, Safin e Lopez…) o torneio de Marselha é um dos mais fortes ATP 250 do circuito. Esse ano a fase final do torneio foi uma verdadeira festa dos donos da casa. Na chave de duplas Clement e Lllodra derrotam três dos quatro cabeças de chave do torneio, incluindo uma virada no jogo final sobre os ótimos duplistas Julian Knowle e Andy Ram.

Mas o grande destaque vai para os jogos de simples, que apresentaram excelente nível técnico, tanto nas semi-finais quanto na final. A exceção fica por conta do segundo set do jogo do Simon, quando esse perdeu o foco e permitiu ao Llodra fechar rapidamente o set e poupar energias para as duplas. Antes disso, Tsonga bateu Djokovic num jogaço, onde ambos tiveram uma excelente atuação. A diferença é que nos pontos importantes o Tsonga elevou o seu nível e fez tudo certo, não dando chances ao sérvio. Num game do primeiro set o francês conseguiu manter o serviço após sacar em 0/40. Quando o segundo set foi para o tie-break a torcida veio abaixo e jogo ficou com clima de Copa Davis. Tsonga aproveitou bem esse clima, enquanto Djokovic desconcentrou-se um pouco e cometeu alguns erros. Resultou: 7 x 1 para o francês e delírio da torcida.
Na final de simples Llodra mostrou porque chegou tão longe no torneio. Ele deu muito trabalho para Tsonga, que teve que jogar tudo o que sabe para ficar com o titulo. Incrível a precisão de Llodra junto a rede! Lembrou o Patrick Rafter nos seus melhores tempos. Atualmente, acho que apenas o Stepanek consegue ser tão “mortal” junto à rede quanto o Llodra.

Em quadras bem velozes, quando está com bom aproveitamento do primeiro serviço, o vice-campeão de Marselha é um adversário duríssimo a ser batido. No primeiro set, Tsonga conseguiu a quebra fundamental no 5 x 5 porque Llodra teve que jogar com o segundo serviço. A história se repetiu no tie-break do segundo set, quando Llodra cometeu duas duplas-faltas, praticamente entregando o set e, consequentemente, a partida. Tsonga teve o mérito de jogar o tempo todo em alto nível, aproveitando-se muito bem dos poucos erros do adversário, como já havia feito contra Djokovic. Com os títulos de Clement/Llodra e Tsonga o tênis francês parte com muita força dessa semana em Marselha.

Excelentes perspectivas para os bleus na Copa Davis. Fica apenas a duvida de quem será o segundo jogador de simples: Simon ou Monfils. Um agradável problema para o Guy Forget e uma dor de cabeça para os tchecos, extremamente dependentes do dueto Stepanek/Berdych. Allez les bleus!

Os campeões de Marselha: Tsonga e Clement/Llodra.                                Fotos:Felipe Tschumi

Autor: paulocleto Tags: , ,

Tênis Masculino | 21:35

Operários

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Para aqueles que ficaram com uma pontinha de saudades, prometo colocar novas energias a partir de hoje. Um pouco de histórias, comentários, avaliações, ponto de vistas, críticas, provocações etc.

A semana que passou foi interessante, apesar da ausência dos dois melhores e daquele que promete ser a nova força. O circuito masculino mostrou, mais uma vez, que tem forças para sustentar até três torneios simultâneos e algumas ausencias sem grandes tramas.

No Dubai as grandes ausências foram as mais sentidas. Cada uma com seu significado dentro e fora do evento. No entanto, Novak Djokovic, que anda precisando se reafirmar, soube aproveitar a ocasião. Ele não quis saber de conversa, política e distrações. Teve lá suas dificuldades com o theco Hernich e com o “magro” Simon, um casca de ferida em qualquer dia, mas no final sua força de vontade prevaleceu. Não se enganem, se vocês procuram um grande golpe, uma qualidade técnica espetacular em Novak, ficarão desapontados. Sua força está na sua vontade de vencer, na sua capacidade de se concentrar, na sua ambição de ser um grande tenista. Um grande jogador ele já é; se será um grande tenista, em tempos de Federer, Nadal e outros que ainda podem surgir, é seu maior desafio.

Não deixa de ser curioso ver na final de um torneio forte como Dubai um operário como o espanhol David Ferrer. Esse é outro que ganha na marra, na força de vontade, na determinação, na quase desesperada vontade de vencer. Ele e Novak são tenistas que deixam um pouco mais evidente o que falta aos nossos tenistas. Um Centro de Treinamento seria muito bem vindo; porém personalidades e características como as desses dois finalistas seriam muito bem vindas.

Djokovic e Ferrer, dois finalistas com qualidades.

Notas relacionadas:

  1. Rivalidade infantil
  2. Semifinais de Sidney
  3. Dor providencial
Autor: paulocleto Tags: , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. 5
  7. Última