Dois coisas estão me impressionando na chave masculina do US Open, a qualidade apresentada pelos principais tenistas e o surgimento de dois novos tenistas, Del Potro e Nishikori, que devem começar a marcar presença. Este post é sobre o primeiro assunto. Logo escreverei sobre o segundo assunto.
Federer, Nadal, Djokovic, Murray, Roddick tem feito ótimas apresentações, alertas que estão que este é o último grande palco da temporada. As de Nadal só mantêm o incrível padrão do rapaz na temporada. Já Federer está mais focado e determinado do que em qualquer momento nos últimos meses, com exceção da final de Wimbledon. Finalmente caiu a ficha do rapaz e agora ele corre do prejuízo. Se vai dar ou não, eu não sei, só sei que é ótimo voltar assistir a incrível qualidade técnica do suíço aliada à determinação, casamento necessário para o sucesso.
Djokovic está focado e pressionado como sempre. Ele é um tenista muito determinado, joga bem quando por baixo no placar, mas ainda não consegue manter a mesma qualidade nos momentos bicudos do torneio. Mas é outro que sabe que o U.S.Open é o último grande momento da temporada.
O escocês Murray vai, aos trancos e barrancos, mostrando todo o seu talento e habilidades que não são poucas. Conforme o rapaz for domando seu emocional ficará ainda mais perigoso. Já é páreo para qualquer tenista, resta saber se já está pronto para vencer um GS. Ele pode, graças ao talento e espírito, explodir na cara de todo mundo.
Roddick sabe que já passou da hora de mostrar algo desde quando venceu o U.S. Open, em 2003, e se tornou o 1º do ranking. De lá para cá despediu técnicos, como se a culpa fosse deles, e virou saco de pancadas. Está focado, sacando muito, não foi às Olimpíadas pensando no U.S. Open, está feliz no amor e querendo muito mostrar serviço. Está no local certo, mas é muito vulnerável naquela esquerdinha. Seria a grande surpresa.