O espaço cultural Louis Vuitton apresenta até 23 de agosto próximo “Écritures Silencieuses”,
uma exposição que mistura escritos arcaicos de uma civilização desaparecida e arte contemporânea.
O ponto de partida dos curadores foram 3 tábuas cobertas de glifos da língua “Rongo Rongo”, um dialeto aborígene originário da Ilha de Páscoa.
Perdida no meio do oceano Pacífico a civilização dessa minúscula ilha de 165 km2 é até hoje um grande enigma para os pesquisadores.
Na exposição do espaço Vuitton as tábuas seculares coabitam com obras de 15 artistas conteporâneos de renome internacional que conceberam seus trabalhos em torno de 3 temas: “Gravura”, “Linguagem ” e “Escrita”.
Ficha técnica:
Artistas presentes:
Claude Closky / Tracey Emin / Ni Haifeng / Jenny Holzer / Idris Khan / Joseph Kosuth / Barbara Kruger / Ernesto Neto / Giuseppe Penone / Robin Rhode / Marco Nereo Rotelli / Charles Sandison / Lawrence Weiner / Wade Guyton & Kelley Walker
Curadoria : Hervé Mikaeloff
Cenografia : Nathalie Crinière
“Écritures Silencieuses”
até 23 de agosto de 2009
Espace Louis Vuitton
60 Rue de Bassano / 101 Avenue des Champs-Élysées
75008 Paris
de segunda a sábado de 12h00 as 19h00, domingos das 11h00 as 19h00 (fechado nos feriados)
Fotos: Courtesy Louis Vuitton / DR
Véspera de fim de semana prolongado (segunda é feriado aqui na França).
Dia corrido, malas pra fazer, reunião de trabalho amanhã cedo e as oito
embarco pra Bruxelas.
Como quero manter o rítmo do blog aqui vai um trechinho de
um dos meus filmes preferidos de François Truffaut - e certamente um dos mais sóbrios
e elgantes do diretor.
« ‘La peau douce’ é a historia de um adultério. Extremamente realista o filme
apresenta uma imagem antipoética do amor. De uma certa maneira o oposto
de ‘Jules et Jim’ » declarou o cineasta em 1964, ano em que o filme foi lançado.
Nele, Françoise Dorléac (irmã de Catherine Deneuve, falecida em 1967) assina uma das
interpretações mais brilhantes de sua curta carreira.
Nesse novo hotel-butique do grupo Radisson Blu Hotels, o designer François Champsaur
apostou num estilo chique-contemporâneo e privilegia os materiais nobres como o mármore
negro do Zimbabwe e o carvalho escovado. O contraste das cores também é palavra de ordem
e, no décor, o preto, o cru, o azul Klein e o dourado se misturam numa bela harmonia.
A casa conta com apenas 38 quartos e 15 suites, uma delas (na foto) dotada de um œil-de-bœuf
que revela uma vista incrível da Torre Eiffel.
Todos os quartos são ainda equipados de máquinas de café Nespresso e de produtos de higiene
grifados Anne Sémonin.
Para completar, uma bela piscina os espera no subsolo. Last but not least, o hotel fica na charmosa Place de México, a dois passos da esplanada do Trocadéro.
Dei uma sumida aqui do blog eu sei : « mea maxima culpa ».
A avalanche de trabalho já passou (thank god) – até a próxima …
Enquanto o próximo período de rush não vem eu estou aqui de volta com vocês – mas prometo qeu vou me organizar melhor da proxima vez !
Hoje vou falar da nossa dama de ferro – a torre Eiffel- que completou
120 anos em 31 de março passado.
Para comemorar esse aniversário o monumento ganhou uma
nova pintura e seu restaurante do primeiro andar, o « 95 Altitude », também
passou por um lifting completo.
Depois de um ano e meio de obras o espaço reabriu suas portas em abril de 2009 com
grandes mudanças estruturais e novo nome : hoje o restaurante se chama « 58 Eiffel Tour ».
O projeto arquitetônico foi assinado pela agência SLA Architecture em colaboração com Patrick Jouin, um dos designers mais badalados da cena « déco » francesa atual.
No quesito gastronomia a casa apostou na excelência e escolheu ninguém menos
que Alain Ducasse para pilotar o projeto.
Para o almoço o « 58 » propõe um pic nic deluxe com duas escolhas de pratos por apenas 19€ e para o jantar um menu brasserie a partir de 65€.
Contanto com o must do design e da gastronomia, sem falar da vista de tirar o fôlego, o « 58 Eiffel Tour » é um endereço único.
Alguém dá mais ? Duvido.
http://www.restaurants-toureiffel.com/
Ficha técnica :
Designer : Agência Patrick Jouin Manku
Arquitetos : SLA Architecture / Grupo SLH
Superfície : 750 m2
Formado em Artes Plasticas pela FAAP e em Letras pela Sorbonne divide seu tempo entre a ilustração e o jornalismo. O papel e o teclado são seus melhores amigos e Paris é sua cidade desde 1991. Em 1997, pelas mãos de Inacio de Loyola Brandão e Graziela Peres, começa a corresponder mensalmente para a Vogue Brasil. Uma colaboração que dura até hoje.