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Arquivo de setembro, 2009

04/09/2009 - 20:01

Baco

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Baco não faz uso de linguagem sóbria, simples, sem excesso de figuras de linguagem

Baco não se espalhou  rapidamente pela Europa graças à invenção da imprensa.

Baco não retornou a Portugal em 1527.

Baco não mudou sua capital para Constantinopla.

Baco não é um enclave espanhol que faz fronteira com Marrocos, no norte de África, e nem fica próximo de Gibraltar e de Algeciras

Baco não é um objeto mais pesado que o ar.

Baco não é o fruto do Solanum lycopersicum; Solanaceae e nem é considerado como legume.

Baco não era era amplamente cultivado e consumido pelos povos pré-colombianos, sendo atualmente cultivado e consumido em todo o mundo.

Não foi por meio de Baco que a Espanha reconhece a independência de Portugal.

Baco não se apaixonou, aos 17 anos, por Wilri Timppe.

Baco não é português, não nasceu na primavera de 1480 e nem, a serviço do rei de Espanha, comandou a expedição marítima que efetuou a primeira viagem que circunavegou o globo. 

Baco não forma, desde o século X, a parte central do Sacro Império Romano.

Baco não durou até 1806.

A Baco não sucedeu-se um período de confronto político.

Baco não sabe o que é sinergia.

Baco não ganhou uma biografia de Pedro, o grande, escrita em 1871, capa de couro, a edição mais linda do mundo. E se ganhasse, Baco não saberia o que fazer com ela.

Baco não é o segundo menor continente em extensão territorial e o quarto mais populoso.

O nome de Baco não provém da palavra Alyeska, que significa “grande terra” em aleúte, um idioma esquimo-aleutiano.

Baco não engloba todas as áreas da Terra situadas a leste da longitude 0°.

Baco não  é a maior massa marítima do globo, situada entre a América, a leste, a Ásia e a Austrália, a oeste, e a Antártida, ao sul.

Baco não é da família do pimentão. Baco odeia pimentão.

Autor: fal - Categoria(s): Sem categoria Tags:
02/09/2009 - 17:21

Até as canelas

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Uepa, sinais da nave-mãe!! Quem me conhece sabe: eu só estou aqui esperando a nave-mãe vir me buscar. E parece que dessa vez vai, já que a nova primeira-dama do Japão, Miyuki Hatoyama, escreveu um livro onde conta que sua alminha foi e voltou de Vênus. Ó só, dona primeira-dama, se aparecer algum alien aí, é a mim que eles querem, fia, manda todos pro Brasil.
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E quando você pensa que já viu de tudo, empresa famosa que produz boneca mais famosa ainda, lança versão Três Mosqueteiros da tal boneca. Achei sensacional. Ser criança hoje em dia é muito mais bacana que na década de 70. Pelo menos no quesito boneca, vamos combinar.
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Parece que agora vai: amanhã enterram o Michael Jackson. Quer dizer, dizem. E como vai ser uma cerimônia fechada, só para pessoas próximas e parentes, devem ir umas cinco mil pessoas, né? Bom, ele vai ser enterrado num cemitério onde já repousam Humphrey Bogart, Lon Chaney, Nat King Cole, Walt Disney, Errol Flyn e Jimmy Stewart. Vizinhança é tudo.

E o site americano TZM disse que o atestado de óbito do cantor foi atualizado e que agora diz que a causa da morte foi “homicídio”. Overdose de anestésico. Caras, que rolo.
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Fernando Collor de Mello eleito imortal na Academia Alagoana de Letras. Então.
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José Sarney declara, leio eu aqui no nosso IG, que vai lutar dentro de seu partido para que Dilma seja indicada como candidata à sucessão presidencial. Tá certo. Amor com amor se paga.
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E ainda até as canelas sobre o pantanoso terreno da política nacional e adjacências, sou obrigada a relatar que uma ex-deputada estadual de São Paulo deve participar, amanhã, de um programa na Rede TV!, procurando por um namorado.  Se ela for mesmo, alguém há de me ligar aqui em casa tendo um treco e daí eu desisto de tudo e vou assistir.
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Já que o cigarro foi abolido desde o dia 7 de agosto dos locais fechados de uso coletivo, como bares, casas noturnas, restaurantes e escolas do Estado de São Paulo, donos espertos de motéis andam fazendo as mais deliciosas promoções (em hotéis e motéis ainda pode).

Eu ia desenvolver um longo blablablá sobre as liberdades civis serem perdidas assim mesmo, um pedacinho por vez, mas não adianta nada, está todo mundo ocupado ficando feliz porque não vai mais ter o cabelinho cheirando a fumaça. E não, eu não fumo em bares. Aliás, eu nem freqüento bares. Mas vamos em frente. Até sexta.

Autor: fal - Categoria(s): No olho do furacão Tags:
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