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	<title>O Homem Vertical - política e economia de forma clara &#187; IPCA</title>
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	<description>política e economia de forma clara</description>
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		<title>IPCA: de volta ao centro da meta.</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 14:36:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Perfeito</dc:creator>
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		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>

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		<description><![CDATA[O índice de inflação oficial – o IPCA – reagiu conforme esperado e capturou a desaceleração generalizada dos preços no país no mês de março. Após um início de ano em alta, devido às pressões típicas da época (reajuste de mensalidades, aluguéis, etc.) turbinada via IGPs mais altos por conta da explosão do preço do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O índice de inflação oficial – o IPCA – reagiu conforme esperado e capturou a desaceleração generalizada dos preços no país no mês de março. Após um início de ano em alta, devido às pressões típicas da época (reajuste de mensalidades, aluguéis, etc.) turbinada via IGPs mais altos por conta da explosão do preço do petróleo/commodities em meados de 2008, os preços domésticos declinam. A variação do IPCA foi de 0,20% em março (nossa projeção era de 0,25%) contra 0,55% em fevereiro. No acumulado em 12 meses o índice sai do teto da meta e vai de encontro ao centro.</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/04/ipca.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/04/ipca-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" class="alignnone size-medium wp-image-5160" /></a></p>
<p>Outro índice divulgado hoje foi o IGP-M do 1° decêndio pela FGV. A prévia apontou deflação acentuada e sai de -0,45% em março para -0,53% em abril puxado, principalmente, pelo IPA (Índice de Preços no Atacado) que caiu quase 1%. Em 2009 o índice está em deflação de 2,90%.</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/04/igp_m_1.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/04/igp_m_1-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" class="alignnone size-medium wp-image-5161" /></a></p>
<p>A deflação verificada no país é o outro lado da moeda da desaceleração econômica; como apontou dados da CNI, o emprego industrial recuou 1,1% na última medição.</p>
<p>Na Alemanha, os Pedidos à Industria continuam em queda, se bem que num ritmo mais fraco do que antes. No entanto, o tombo em 12 meses chega a quase 40%, deixando claro o tamanho desaceleração no Velho Continente.</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/04/pedidos_ale.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/04/pedidos_ale-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" class="alignnone size-medium wp-image-5162" /></a></p>
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		<title>Espaço para cair.</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 14:26:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Perfeito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[150]]></category>
		<category><![CDATA[COPOM]]></category>
		<category><![CDATA[crise? que crise?]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, como sabemos, é o dia D na condução da política monetária no Brasil. Esta reunião do COPOM (que começou ontem com o PIB caindo 3,59%, e termina hoje com o IGP-M do 1° decêndio derretendo -0,45%), tem um peso maior do que as anteriores. Pouco importa o tamanho do corte, o que importa é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, como sabemos, é o dia D na condução da política monetária no Brasil. Esta reunião do COPOM (que começou ontem com o PIB caindo 3,59%, e termina hoje com o IGP-M do 1° decêndio derretendo -0,45%), tem um peso maior do que as anteriores. Pouco importa o tamanho do corte, o que importa é saber o que o BC acha do atual momento econômico. </p>
<p>Se cortar pouco a Selic, o colegiado do COPOM estará comunicando que a inflação é o maior problema por ora. Porém, se a faca cortar mais fundo ele deixará claro que o nível de atividade preocupa, e que a redução deverá ser prolongada.</p>
<p>Nosso departamento econômico anunciou dia 9 de fevereiro que a queda esperada na Selic era de 150 pontos base. Víamos que o PIB do 4° trimestre estava comprometido por conta dos dados da indústria, que no período havia caído 9%, e que a inflação estava se comportando bem, a despeito das pressões dos reajustes de mensalidade e transporte (com um IGP-M turbinado via bolha de commodities em meados de 2008), e dos problemas climáticos em Santa Catarina e Rio Grande do Sul.</p>
<p>Porém, além de inflação e atividade em viés baixista, observávamos os nossos pares no mundo emergente, e a constatação era que havia espaço para cair. A tabela abaixo ilustra o fato. Peguemos como exemplo a Coréia do Sul. O país asiático teve um choque no câmbio severo, uma desvalorização de 55,20% &#8211; a nossa foi 37,64% -, possui um Risco País maior que o nosso em 457,57 (medido via CDS de maturação de 5 anos) e mesmo assim pratica uma taxa de juros básica de 2%.</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/03/tabela.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/03/tabela-300x60.jpg" alt="" width="300" height="60" class="alignnone size-medium wp-image-5103" /></a></p>
<p>Estes dados estão detalhados em relatório distribuído ontem sob o título “Por trás da linha Maginot”, onde é consolidada nossa visão sobre os desdobramentos da economia brasileira, e do nosso equívoco para combater a crise mundial. Par ler o relatório basta acessar no link no fim deste Comentário Diário.</p>
<p>A inflação por aqui continua na trajetória imaginada. O IGP-M do 1° decêndio literalmente devolveu o aumento do mês passado. Na medição anterior o índice havia registrado uma alta de 0,45%. Agora a deflação foi de exatos 0,45%. O IPCA, medida oficial dos preços no país, veio um pouco acima da nossa expectativa. Imaginávamos uma estabilidade em torno de 0,48% (resultado do mês anterior), mas veio um pouco acima e fecha em 0,55% no mês de fevereiro.</p>
<p>Na Alemanha a desaceleração se aprofunda de forma violenta. Os Pedidos da Indústria fecham com queda de 38% ao ano e demonstram de forma cabal o tamanho da desarticulação da produção para um novo ponto de equilíbrio com a demanda. Infelizmente este ponto é muito, mas muito, baixo. O estoque de capital (e a oferta que isto representa) terá que se adequar à este novo nível de consumo – reprimido via crédito escasso e desemprego crescente.</p>
<p>Não há como fugir da realidade econômica atual. Com a palavra o BC.</p>
<p>Para acessar “Por trás da linha Maginot”, acesse o link abaixo. Caso não consiga, me mande um email solicitando que envio uma cópia.</p>
<p>http://www.gradualinvestimentos.com.br/portal/pdfs/Por%20tr%C3%A1s%20da%20linha%20Maginot_FINAL.pdf?utm_source=Zartana&amp;utm_medium=emailmarketing&amp;utm_campaign=Relat%F3rio+-+Depto+Econ%F4mico+-+10-03&amp;utm_content=Andr%E9+Guilherme+P.+Perfeito+aperfeito%40gradualcorretora.com.br</p>
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