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	<title>O Homem Vertical - política e economia de forma clara &#187; china</title>
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	<description>política e economia de forma clara</description>
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		<title>Produção Industrial no mundo em baixa.</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2009 13:37:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Perfeito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Produção Industrial continua apresentando queda no mundo, reiterando a percepção de que ainda não passamos pelo pior da crise. É verdade que várias medidas de risco estão melhorando, e mesmo a crise de confiança parece estar se diluindo na esteira dos pacotes de estímulo e ações governamentais. No entanto os sinais continuam fracos no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Produção Industrial continua apresentando queda no mundo, reiterando a percepção de que ainda não passamos pelo pior da crise. É verdade que várias medidas de risco estão melhorando, e mesmo a crise de confiança parece estar se diluindo na esteira dos pacotes de estímulo e ações governamentais. No entanto os sinais continuam fracos no mundo e devemos ver desenrolar ainda mais dados ruins no que tange o nível de atividade.</p>
<p>Para ilustrar este aspecto serve como exemplo a Produção Industrial na China e da Europa. Em ambos os casos o resultado frustrou a expectativa positiva dos analistas. </p>
<p>No gigante asiático a queda foi na alta. Esperava-se que a Produção Industrial no ano, em comparação com o mesmo período do ano passado, viesse em alta de 6,2%. Porém a alta registrada foi de 5,5% em abril.</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/05/prod_ind_china.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/05/prod_ind_china-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" class="alignnone size-medium wp-image-5252" /></a></p>
<p>No Velho Continente a situação é muito mais dramática, e os dados de março estabeleceram o novo recorde de baixa na série histórica com -20,2% ao ano.</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/05/prod_europa.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/05/prod_europa-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" class="alignnone size-medium wp-image-5253" /></a></p>
<p>O momento é de cautela e ainda não há, de forma evidente pelo menos, melhora significativa na produção industrial mundial.</p>
<p>Amanhã teremos a divulgação na Vendas no Varejo no Brasil e a expectativa é de alta, na variação mensal, na ordem de 0,7%. Come este dado em mão poderemos finalizar – de forma mais completa – nossa projeção para o PIB do 1° trimestre no país. Por ora nossa expectativa é de queda de 0,70%, seguida por recuperações trimestrais até o fim do ano (dados dessazonalizados). No entanto, estas altas esperadas – e consecutivas – não devem reverter o tombo do fim do ano passado, e 2009 deve fechar em queda de 1,19%.</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/05/previsao_pib.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/05/previsao_pib-300x33.jpg" alt="" width="300" height="33" class="alignnone size-medium wp-image-5254" /></a></p>
<p>As Vendas no Varejo nos EUA, divulgada hoje de manhã, foi melhor que o índice anterior, mas frustrou as expectativas mais otimistas. O índice anterior era de -1,1% em março. Em abril esperava-se variação nula, em 0%, porém o resultado fechou em -0,4%.</p>
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		<title>Os dois lados da moeda.</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2009 14:45:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Perfeito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A desaceleração econômica é um fato corrente nestes últimos meses e, apesar de melhoras marginais, estamos ainda longe de qualquer volta à um período pré-estouro da bolha imobiliária. Podemos ver este fenômeno se manifestar de formas diversas; na produção industrial, nas vendas no varejo ou mesmo no nível de emprego.
A Produção Industrial da Inglaterra divulgada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A desaceleração econômica é um fato corrente nestes últimos meses e, apesar de melhoras marginais, estamos ainda longe de qualquer volta à um período pré-estouro da bolha imobiliária. Podemos ver este fenômeno se manifestar de formas diversas; na produção industrial, nas vendas no varejo ou mesmo no nível de emprego.</p>
<p>A Produção Industrial da Inglaterra divulgada hoje, por exemplo, faz coro com esta leitura de queda econômica. Veio melhor que as expectativas de mercado, mas isto não quer dizer – de forma alguma – que estas expectativas eram boas. A produção inglesa retrocedeu 12,4% ao ano e reforça os sinais já emitidos anteriormente pela economia da ilha.</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/05/prod_ind_ingla.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/05/prod_ind_ingla-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" class="alignnone size-medium wp-image-5247" /></a></p>
<p>Existem várias formas de “medir o pulso” da economia mundial, mas hoje uma feliz coincidência de agendas econômicas nos brindou com um sinal claro do desaquecimento mundial. Estamos nos referindo à evolução do comércio mundial, tema especialmente sensível à economia brasileira.</p>
<p>Foram divulgados os resultados das Balanças Comerciais dos EUA e da China, os dois lados da moeda global e fiéis depositários da esperança na recuperação econômica mundial. O resultado é simétrico e esperado: diminuição do déficit de um em compasso com a diminuição do superávit do outro, ambos convergindo para o zero do nível.</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/05/saldo_eua_china.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/05/saldo_eua_china-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" class="alignnone size-medium wp-image-5248" /></a></p>
<p>Numa perspectiva de longo prazo poderia se argumentar que a diminuição do déficit comercial norte-americano é algo saudável, uma vez que traz sanidade às contas públicas daquele país. Porém este argumento ignora que o mundo desde o pós-guerra é calcado na demanda norte-americana por bens e serviços, e mudar este fluxo da circulação mundial é algo novo e que deve ser pensado em perspectiva, ponderando entre outras coisas o papel do dólar como moeda mundial, tema que está em voga nos círculos acadêmicos (de forma escancarada ou não).</p>
<p>Do lado chinês podemos ver na queda do superávit uma situação duplamente perigosa. Mostra que o motor do mundo na última década desacelerou, e – ainda pior – saldos comerciais chineses menores representam um impacto futuro para o financiamento da dívida norte-americana que, apesar da redução do déficit comercial, está em franca expansão por conta da política fiscal expansionista (hoje, às 15:00, será divulgado o orçamento norte-americano e mais recordes de gastos são esperados).</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/05/orcamento_eua.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/05/orcamento_eua-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" class="alignnone size-medium wp-image-5249" /></a></p>
<p>No que concerne propriamente ao nosso quintal, nos preocupa a evolução das importações chinesas, uma vez que o gigante asiático caminha à passos largos para se tornar nosso principal cliente. As importações daquele país recuaram 23% em 12 meses, acendendo a luz amarela no nosso setor externo (que por uma combinação preciosa de exportações com leve recuperação, e importação em declínio, apresenta bem-vindos saldos positivos).</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/05/comercio_china.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/05/comercio_china-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" class="alignnone size-medium wp-image-5250" /></a></p>
<p>Alguns economistas externaram nos últimos meses a expectativa que a economia chinesa em aceleração poderia aliviar a situação brasileira no curto e médio prazo, fazendo barreira à tsunami mundial. Esta leitura precisa ainda de confirmação mais profunda dos dados econômicos e não devemos imaginar que estamos insulados da tormenta econômica. Seria naíve da nossa parte nos entregarmos ao otimismo neste momento.</p>
<p>É bem verdade que o Brasil está numa situação atípica; onde gozamos de uma situação externa relativamente confortável (reservas em alta, superávit comercial e, agora, o Real que volta a se valorizar), e interna tranqüila (inflação sob controle e com perspectiva de quedas continuadas na taxa de juros básica, o que reforça uma expectativa de crescimento no médio prazo).</p>
<p>Porém o jogo das superpotências ainda está em andamento e o casamento deste déficit e deste superávit é uma relação delicada e ainda indefinida. Só esperamos que ambos os lados da moeda não caiam, ao mesmo tempo, com a face para baixo.</p>
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		<title>Brasil X China</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 13:49:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Perfeito</dc:creator>
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		<category><![CDATA[china]]></category>
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		<category><![CDATA[exportação]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Alguns economistas traçaram recentemente um cenário que aponta para uma melhora substancial na economia brasileira no segundo semestre de 2009 via uma demanda chinesa mais robusta. Ponderam que a situação do crédito no gigante asiático teria dado sinais de melhora e que o preço baixo das commodities deu fôlego novo à indústria chinesa, aumentando o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family:"><span style="font-size: small"><a href="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/export.jpg"></a><a href="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/import.jpg"></a><a href="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/saldo.jpg"></a><a href="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/prod_europa.jpg"></a><a href="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/saldo.jpg"></a><a href="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/prod_europa.jpg"></a> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family:"><span style="font-size: small">Alguns economistas traçaram recentemente um cenário que aponta para uma melhora substancial na economia brasileira no segundo semestre de 2009 via uma demanda chinesa mais robusta. Ponderam que a situação do crédito no gigante asiático teria dado sinais de melhora e que o preço baixo das commodities deu fôlego novo à indústria chinesa, aumentando o lucro de forma marginal. Também apontaram que os preços dos fretes marítimos estão acelerando (ainda que em comparação a uma base mais fraca), e isto seria sinal de uma recuperação discreta nos preços das commodities.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family:"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family:"><span style="font-size: small">Não temos a intenção de desacreditar o relatório dos nossos colegas, mas frente a uma sensação no mercado de que o Brasil pode se recuperar mais rapidamente do que é razoável, é mister fazer uma ressalva que acreditamos relevante frente a novos dados. Foram divulgados na terça-feira última os números abertos da Balança Comercial chinesa que apresentou um saldo positivo em janeiro: US$ 39 bilhões. No entanto, essa melhora se deu através do recuo estratosférico de 43,1% nas importações e de 17,5% nas exportações, fazendo assim a equação fechar no azul.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family:"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family:"><span style="font-size: small">Ao observamos no detalhe vemos lá uma mudança substancial na nossa relação comercial. A China exportou menos para o Brasil, porém o decréscimo das importações chinesas de produtos <em>made in Brazil</em> foi muito além.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family:"><span style="font-size: small"><span style="font-family: 'Gill Sans'"><span style="font-size: small"><a href="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/export.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-5058" src="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/export-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" /></a>  <span style="font-family: 'Gill Sans'"><span style="font-size: small"><a href="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/export.jpg"></a><a href="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/import.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-5059" src="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/import-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" /></a></span></span></span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family:"><span style="font-size: small"><span style="font-family: 'Gill Sans'"><span style="font-size: small"></span></span></span></span></p>
<div><span style="font-family:"><span style="font-size: small"><span style="font-family: 'Gill Sans'"><span style="font-size: small"></span></span></span></span></div>
<p><span style="font-family:"><span style="font-size: small"><span style="font-family: 'Gill Sans'"><span style="font-size: small"><span style="font-family: 'Gill Sans'"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family:">Os gráficos falam por si, e são figuras contundentes. No entanto, ainda mais preocupante é a constatação de que o saldo comercial entre os dois países se inverteu em janeiro último. O Brasil que sempre acumulou saldos robustos com o parceiro asiático vê em janeiro uma reversão abrupta na tendência (algo que não acontecia desde fevereiro de 2002). Hoje o déficit é US$ 96 milhões pró-China.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> <span style="font-family:"><span style="font-size: small"><a href="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/export.jpg"></a><a href="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/import.jpg"></a><a href="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/saldo.jpg"></a><a href="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/prod_europa.jpg"></a><a href="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/saldo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-5060" src="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/saldo-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" /></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p><span style="font-family:"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: &quot;Gill Sans&#038;quot">A desaceleração nas commodities ainda deve permanecer por algum tempo e a China vai demorar para “puxar” a economia brasileira. Nossa expectativa é que o Brasil não cresça em 2009, ou melhor, que desacelere levemente, em -0,22% tudo mais constante. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: &quot;Gill Sans&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: &quot;Gill Sans&#038;quot">Justamente por conta desta percepção que o país cresça tão pouco durante este ano, que esperamos uma atitude mais decidida do Banco Central e no corte de 1,50% na Selic na próxima reunião.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: &quot;Gill Sans&#038;quot"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: &quot;Gill Sans&#038;quot">Dificilmente escaparemos da triste sina que ataca a economia mundial. A Europa viu em dezembro uma queda 12% na sua Produção Industrial. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family:"><span style="font-size: small"><a href="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/export.jpg"></a><a href="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/import.jpg"></a><a href="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/saldo.jpg"></a><a href="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/prod_europa.jpg"></a><a href="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/saldo.jpg"></a><a href="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/prod_europa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-5061" src="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/02/prod_europa-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" /></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p><span style="font-family:"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-family: &quot;Gill Sans&#038;quot">Imaginar que o Brasil vá passar incólume – ou com interferência reduzida – por isso é um tanto quanto exagerado, e nesse momento preferimos reiterar o cenário mais baixista uma vez que o balanço de riscos pende perigosamente para o pior. Ainda mais com o mau humor nos EUA frente o pacote do presidente Obama (o que é precipitado, como apontamos no <em>Comentário Diário</em> de ontem).</span></p>
<p></span></p>
<p><span style="font-family:"><font size="3"><font face="'Gill Sans'"><font size="3"><font face="'Gill Sans'"> </p>
<p></font> </p>
<p></font></font> </p>
<p></font></span></span><span style="font-family:"><font size="3"><font face="'Gill Sans'"><font size="3"> </p>
<p></font></font> </p>
<p></font></span></span><span style="font-family:"><font size="3"><font face="'Gill Sans'"> </p>
<p></font> </p>
<p></font></span></span><span style="font-family:"><font size="3"> </p>
<p></font></span></span></span></p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
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