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	<title>O Homem Vertical - política e economia de forma clara &#187; BC</title>
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	<description>política e economia de forma clara</description>
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		<title>Relatório BC: Inflação 2009 rigorosamente na meta.</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 12:55:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Perfeito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório Trimestral]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi divulgado na manhã de hoje o Relatório Trimestral de Inflação, a publicação mais importante do BC no que tange o estado geral da economia brasileira. O relatório, um calhamaço de 172 páginas, abrange praticamente todos os aspectos relevantes da economia doméstica e externa, com o objetivo de fornecer subsídio à condução da política monetária [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi divulgado na manhã de hoje o Relatório Trimestral de Inflação, a publicação mais importante do BC no que tange o estado geral da economia brasileira. O relatório, um calhamaço de 172 páginas, abrange praticamente todos os aspectos relevantes da economia doméstica e externa, com o objetivo de fornecer subsídio à condução da política monetária do governo. Vale lembrar que este é o primeiro relatório pós PIB do 4° trimestre, que apresentou queda substancial. Segue abaixo um resumo tópico do Sumário Executivo:</p>
<p>•	Queda no PIB dos países desenvolvidos deve persistir em 2009,<br />
•	PIB brasileiro deve arrefecer na margem, seguindo a trajetória mundial,<br />
•	Crise foi transmitida para o país via obstrução nos canais de crédito,<br />
•	Confiança de consumidores e do empresariado no país caiu dada a restrição da demanda doméstica,<br />
•	Crédito em baixa, vendas de automóveis em baixa (-20,2% no 4º tri),<br />
•	Investimento idem (tombo de 9,8%),<br />
•	Utilização da Capacidade Instalada em queda, denunciando queda na produção,<br />
•	Efeito da desaceleração econômica é defasada no mercado de trabalho, mas deve atingir o setor,<br />
•	Crédito teve expansão apenas no segmento direcionado, já nos recursos livres houve queda dada as incertezas mundiais e no futuro da economia,<br />
•	Bens de maior valor agregado, e dependentes de crédito para sua demanda, sofreram mais, forçando assim uma readequação dos estoques,<br />
•	Contas públicas em ordem (superávit garantido), e relação Dívida/PIB declinante,<br />
•	Utilização do PPI (Projeto Piloto de Investimentos) fora do orçamento deve ajudar ainda mais a manutenção do superávit,<br />
•	Qualidade da dívida pública melhor devido ao câmbio e ao alongamento do perfil da dívida,<br />
•	Reservas Internacionais estáveis e em patamar robusto a despeito do agravamento da crise,<br />
•	Incertezas sobre o desenvolvimento da crise global tornam difícil prever comportamento das exportações e do câmbio,<br />
•	Cenário do BC prevê condições de financiamento da Balança de Pagamentos e a redução no déficit nas Transações Correntes via ingresso de capitais na forma de IED (Investimento Estrangeiro Direto),<br />
•	Cenário de Referência do BC projeta IPCA para 2009 em 4,0%, para o 1° tri de 2010 a inflação acumulada em 12 meses é de 4,4%,<br />
•	Previsão para o PIB de 2009 cai de 3,2% para 1,2%,</p>
<p>Em conjunto as novas informações contidas no relatório sintetizam as mudanças ocorridas nos últimos três meses, onde a inflação desacelerou via redução da demanda (doméstica e externa), que por sua vez é subproduto da restrição generalizada do crédito mundial. Vemos neste Relatório que o BC “mudou a mão” no que toca seu cenário básico. Se antes dava-se a impressão de que a inflação era ainda um problema sério neste ano, agora vemos um BC muito mais preocupado com a desaceleração econômica doméstica e externa, e seus efeitos deletérios sobre o nível de emprego.</p>
<p>Para ratificar a visão baixista da inflação, foi divulgado hoje o IGP-M da FGV. O índice anterior era de 0,26% em fevereiro, o mercado previa uma deflação de 0,35% e nossa projeção apontava para uma queda ainda mais substancial: de -0,42%. No entanto, o IGP-M furou até o piso das expectativas e fechou março em queda livre de -0,74%.</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/03/igp_m.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/ohomemvertical/files/2009/03/igp_m-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" class="alignnone size-medium wp-image-5137" /></a></p>
<p>A principal influencia negativa foi o IPA (Índice de Preços do Atacado) que saiu de 0,20% para -1,24%, a maior queda desde junho de 2003.</p>
<p>O Relatório Focus também apresentou queda generalizada nas expectativas de inflação e é a primeira vez que tanto o Agregado quanto o TOP 5 prevêem o IPCA em 2009 abaixo da meta oficial de 4,50%. Um ótimo sinal sem dúvida.</p>
<p>Para ler o Relatório Focus no original, acesse:<br />
http://www4.bcb.gov.br/pec/GCI/PORT/readout/R20090327.pdf</p>
<p>Fica claro que a partir de agora o BC sinaliza uma mudança no seu “modo de ver” a economia brasileira. Já vemos uma pressão forte sobre os juros no sentido de derrubá-los. Fora isso, iniciativas como o pacote para os bancos médios (cuja principal medida foi o aumento da parcela “segurada” pelo governo para  R$ 20 milhões por instituição), criam um bom cenário sobre como o nosso BC deve atuar daqui para frente. Claro, se a economia mundial não azedar de vez no meio do caminho.</p>
<p>Para ler o Relatório Trimestral de Inflação na íntegra, acesse:<br />
http://www.bcb.gov.br/htms/relinf/port/2009/03/ri200903P.pdf</p>
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		<title>Curto circuito.</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 13:12:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Perfeito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[bancos]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[curto circuito]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Já foi objeto desse Comentário Diário na última sexta-feira a contradição na condução da atual política econômica pelo governo federal no que toca o sistema financeiro. Ao conduzir ao mesmo tempo uma política monetária expansionista (liberando parte do compulsório) e uma contracionista (com os juros reais mais altos do mundo), o BC encostou os fios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já foi objeto desse Comentário Diário na última sexta-feira a contradição na condução da atual política econômica pelo governo federal no que toca o sistema financeiro. Ao conduzir ao mesmo tempo uma política monetária expansionista (liberando parte do compulsório) e uma contracionista (com os juros reais mais altos do mundo), o BC encostou os fios desencapados da preferência pela liquidez com a liquidez em si. Os tesoureiros dos grandes bancos não têm outra opção a não ser seguir a racionalidade fria dos balanços e repassar ao Banco Central, todo fim de dia, o dinheiro em caixa.</p>
<p>As conseqüências são várias. Entre elas destacamos o encarecimento do crédito à iniciativa privada, principalmente no que toca o capital de giro. Foi reportado no Valor Econômico dessa segunda-feira que grandes empresas, com faturamento acima dos R$ 300 milhões, que antes conseguiam taxas entre 0,5 e 1,0 p.p. acima do CDI, hoje não conseguem por menos de 1,5 p.p.. Já empresas menores pagam 3% acima do CDI, ou seja, 40% ao ano.</p>
<p>Essa situação é grave e não será resolvida com a boa vontade dos bancos. Um grande banqueiro anunciou esse fim de semana que irá comprar as carteiras de crédito de bancos menores, em resposta aos apelos do presidente Lula que se irritou recentemente com a falta de interesse dos grandes bancos comerciais com o pacote anunciado pelo governo. Porém, nós sabemos que isso não será suficiente e o problema não é mais o barateamento do interbancário, mas sim o empréstimo à iniciativa privada que está entrando em inanição.</p>
<p>O mundo parece ter cada vez mais esperanças nos países em desenvolvimento. Prova disso foi o anuncio da chanceler alemã, Angela Merkel, que pediu ao Banco Mundial um linha de crédito aos países em desenvolvimento, de tal sorte que nosso crescimento não seja abortado. Ela não faz isso por bondade ou altruísmo não. Ela sabe muito bem que o setor dinâmico da economia alemã será o exportador, e que se os países periféricos pararem de importar o desastre será ainda maior na Alemanha. Por razão similar o FED fez a linha de swap a Brasil semana passada. Não interessa ao EUA o dólar nesse patamar, o que praticamente inviabiliza suas exportações em grande escala ao Brasil.</p>
<p>No Brasil foi divulgado o boletim Focus, que apresentou alta na expectativa para o fim de 2008, mas mantém a expectativa de curto prazo inalterada. Nossa projeção para o IPCA, que será divulgado sexta-feira, é uma aceleração dos atuais 0,26% para 0,42%. Amanhã será divulgado o IPC-FIPE e vemos aceleração no índice, pulando para 0,45%. Na quinta-feira é a vez do IGP-DI e nossa expectativa é de 1,06%.</p>
<p>Para ler o relatório no original basta clicar no link.<br />
http://www4.bcb.gov.br/pec/GCI/PORT/readout/R20081031.pdf</p>
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		<title>Forçando a barra.</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 12:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Perfeito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[comentário]]></category>
		<category><![CDATA[contracionista]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde o início dessa atual crise o mundo vive uma espécie de “estado de exceção” em matéria econômica. Como já foi bem dito pelos formuladores de política econômica mundo a fora: épocas excepcionais exigem medidas excepcionais. 
 
Até aí tudo bem, seria muita ingenuidade achar que o sistema por si iria sair dessa armadilha sozinho. Sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="color: #003366"><span style="font-size: small">Desde o início dessa atual crise o mundo vive uma espécie de “estado de exceção” em matéria econômica. Como já foi bem dito pelos formuladores de política econômica mundo a fora: épocas excepcionais exigem medidas excepcionais. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="color: #003366"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="color: #003366"><span style="font-size: small">Até aí tudo bem, seria muita ingenuidade achar que o sistema por si iria sair dessa armadilha sozinho. Sem contar que foi o próprio sistema que cavou a própria cova sob o olhar leniente do estado. Agora é a vez de o estado limpar a sujeira para debaixo das contas públicas. Talvez daqui há alguns anos será a vez dessa crise surgir nos balanços públicos, mas deixemos isso para o futuro. Não é raro que os problemas econômicos de hoje foram as soluções econômicas de ontem.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="color: #003366"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="color: #003366"><span style="font-size: small">Só que para cada problema uma solução. Não existe um remédio universal quando se trata de economia. Na verdade não existe um remédio universal para nada.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="color: #003366"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="color: #003366"><span style="font-size: small">O caso brasileiro, no que toca esse vendaval econômico, é evidentemente diferente do que acontece nos EUA ou na Alemanha. Talvez o caso brasileiro seja mesmo único, não tendo paralelo entre os emergentes nem no mundo desenvolvido.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="color: #003366"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="color: #003366"><span style="font-size: small">Porém, o governo erra ao receitar o mesmo remédio dos países industrializados ao Brasil. Por uma razão simples: ele está misturando políticas econômicas antigas e novas ao mesmo tempo, criando um coquetel heterodoxo que pode, em conjunto, anular o efeito inicialmente planejado.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="color: #003366"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="color: #003366"><span style="font-size: small">O governo está colocando no mesmo caldeirão uma política monetária contracionista (antiga), e uma política monetária expansionista (nova). Quando o BC acena com a elevação na taxa básica ele promove aperto na base monetária, criando de forma artificial uma pequena recessão que teria como objetivo adequar a demanda ao nível de produto disponível no país e, evitando assim, a inflação doméstica.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="color: #003366"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="color: #003366"><span style="font-size: small">O BC, no entanto, também afrouxa o sinto e libera parte do compulsório para irrigar o sistema financeiro que, em choque, fechou-se em si e nega-se a emprestar para a sociedade.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="color: #003366"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="color: #003366"><span style="font-size: small">O resultado dessa combinação é um curto-circuito no coração do sistema financeiro, na tesouraria dos bancos. Como é ainda muito arriscado emprestar recursos à sociedade, os tesoureiros dos grandes bancos preferem (com toda a razão) deixar parado os recursos adicionais no caixa das suas instituições. Mas como o BC ainda pratica uma política de juros altos (e os mais altos do mundo em termos reais, vale lembrar), não é de se estranhar que esses mesmos tesoureiros resolvam devolver toda noite seus recursos à remuneração líquida e certa do BC.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="color: #003366"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="color: #003366"><span style="font-size: small">O mal estar está gerado. O dinheiro roda em espiral no sistema e não vaza para a sociedade, ficando apenas a conta diária para o BC pagar aos bancos. Agora o BC ameaça punir os bancos que continuarem a praticar esse toma lá dá cá. Os bancos já disseram, “se o dinheiro encarecer para mim vai ficar é caro para a sociedade”. O que faz muito sentido: se um banco vive de intermediação financeira, é óbvio que se seus custos aumentem ele repasse isso para o consumidor final, que nem todas as empresas fazem.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="color: #003366"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="color: #003366"><span style="font-size: small">Em economia não adianta forçar a barra nem enfiar goela abaixo algo. A racionalidade do sistema sempre encontrará um jeito par se equilibrar num patamar mais confortável do que o formulador gostaria.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="color: #003366"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="color: #003366"><span style="font-size: small">Esse é o problema de receitar o mesmo remédio para pacientes diferentes. Nos EUA faz sentido inundar o sistema financeiro de dólares, a política monetária é francamente expansionista e isso inclui uma taxa básica realmente baixa (na verdade negativa).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="color: #003366"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;color: #003366">Está na hora do BC sentar com o Ministério da Fazenda e organizar, de fato, um plano original para o Brasil. Caso contrário podemos ter um paciente doente nas mãos de um médico cheio de diplomas. Seria melhor algo mais simples e eficiente. Em outras palavras: foco</span></p>
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