IPCA-15 surpreende.
A principal prévia da inflação oficial, o IPCA-15, rompeu todas as expectativas e registrou uma variação bem inferior a esperada. A medição anterior, em fevereiro, tinha registrado 0,63% de alta, puxada, em grande medida, pelos reajustes escolares em curso. Nossa projeção apontava para uma inflação na casa de 0,41%, o mercado estava esperando 0,29%, no entanto o índice derreteu e chega à 0,11% em março – o menor índice desde setembro de 2006.
Os principais grupos que pressionaram a inflação para baixo foi a Educação (-0,43%), e Alimentação e Bebidas (0,21%).
O IPC-FIPE foi divulgado e apresentou relativa estabilidade, oscilando de 0,25% para 0,29% (nossa projeção era de 0,25%).
Vale lembrar ao leitor que o IPC medido pela FIPE tem apuração semanal, e não deve ser comparado simplesmente com o IPCA-15.
Os índices de inflação recentemente divulgados no país, bem como as expectativas medidas pelo Relatório FOCUS, apontam para uma trajetória benigna da inflação doméstica. Este movimento reitera o cenário de desaceleração econômica e jogam mais pressão sobre o COPOM de abril no sentido de uma política monetária expansionista. É isso que apontam os juros futuros negociados. Os com vencimento mais curto, com entrega em janeiro de 2010, registram valores abaixo de 10 já há algum tempo.
Com a palavra a autoridade monetária.
Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:

uma boa e ruím noticia ao mesmo tempo oDelfim diria que a função é descontinua.ja não se consegue obter os mesmos resultados a esquerda ea direita da função. olimite não da para ser determinado neste caso logo o banco central vai ficar na dú vida e manter as mesmas taxas . VEREMOS.
quero ver a discussão em torno dos 6% mais TR da poupança. Se esse assunto avançar veremos taxas menores. Caso não, já sabe…. De qq forma a taxa básica está fora do lugar.
Abs