Arquivo de junho, 2007
Editorial de O Globo após o golpe militar.
Olha como são as coisas… Editorial de 2 de abril de 1964.
André Perfeito
“RESSURGE A DEMOCRACIA
Vive a Nação dias gloriosos. Porque souberam unir-se todos os
patriotas, independentemente de vinculações políticas, simpatias ou
opinião sobre problemas isolados, para salvar o que é essencial: a
democracia, a lei e a ordem. Graças à decisão e ao heroísmo das
Forças Armadas, que obedientes a seus chefes demonstraram a falta de
visão dos que tentavam destruir a hierarquia e a disciplina, o
Brasil livrou-se do Governo irresponsável, que insistia em
arrastá-lo para rumos contrários à sua vocação e tradições. Como
dizíamos, no editorial de anteontem, a legalidade não poderia ser a
garantia da subversão, a escora dos agitadores, o anteparo da
desordem. Em nome da legalidade, não seria legítimo admitir o
assassínio das instituições, como se vinha fazendo, diante da Nação
horrorizada.
Agora, o Congresso dará o remédio constitucional à situação
existente, para que o País continue sua marcha em direção a seu
grande destino, sem que os direitos individuais sejam afetados, sem
que as liberdades públicas desapareçam, sem que o poder do Estado
volte a ser usado em favor da desordem, da indisciplina e de tudo
aquilo que nos estava a levar à anarquia e ao comunismo. Poderemos,
desde hoje, encarar o futuro confiantemente, certos, enfim, de que
todos os nossos problemas terão soluções, pois os negócios públicos
não mais serão geridos com má-fé, demagogia e insensatez.
Salvos da comunização que celeremente se preparava, os brasileiros
devem agradecer aos bravos militares, que os protegeram de seus
inimigos. Devemos felicitar-nos porque as Forças Armadas, fiéis ao
dispositivo constitucional que as obriga a defender a Pátria e a
garantir os poderes constitucionais, a lei e a ordem, não
confundiram a sua relevante missão com a servil obediência ao Chefe
de apenas um daqueles poderes, o Executivo. As Forças Armadas, diz o
Art. 176 da Carta Magna, “são instituições permanentes, organizadas
com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade do
Presidente da República E DENTRO DOS LIMITES DA LEI.
No momento em que o Sr. João Goulart ignorou a hierarquia e
desprezou a disciplina de um dos ramos das Forças Armadas, a Marinha
de Guerra, saiu dos limites da lei, perdendo, conseqüentemente, o
direito a ser considerado como um símbolo da legalidade, assim como
as condições indispensáveis à Chefia da Nação e ao Comando das
corporações militares. Sua presença e suas palavras na reunião
realizada no Automóvel Clube, vincularam-no, definitivamente, aos
adversários da democracia e da lei.
Atendendo aos anseios nacionais, de paz, tranqüilidade e progresso,
impossibilitados, nos últimos tempos, pela ação subversiva orientada
pelo Palácio do Planalto, as Forças Armadas chamaram a si a tarefa
de restaurar a Nação na integridade de seus direitos, livrando-os do
amargo fim que lhe estava reservado pelos vermelhos que haviam
envolvido o Executivo Federal.
Este não foi um movimento partidário. Dele participaram todos os
setores conscientes da vida política brasileira, pois a ninguém
escapava o significado das manobras presidenciais. Aliaram-se os
mais ilustres líderes políticos, os mais respeitados Governadores,
com o mesmo intuito redentor que animou as Forças Armadas. Era a
sorte da democracia no Brasil que estava em jogo. A esses líderes
civis devemos, igualmente, externar a gratidão de nosso povo. Mas,
por isto que nacional, na mais ampla acepção da palavra, o movimento
vitorioso não pertence a ninguém. É da Pátria, do Povo e do Regime.
Não foi contra qualquer reivindicação popular, contra qualquer idéia
que, enquadrada dentro dos princípios constitucionais, objetive o
bem do povo e o progresso do País.
Se os banidos, para intrigarem os brasileiros com seus líderes e com
os chefes militares, afirmarem o contrário, estarão mentindo,
estarão, como sempre, procurando engodar as massas trabalhadoras,
que não lhes devem dar ouvidos. Confiamos em que o Congresso votará,
rapidamente, as medidas reclamadas para que se inicie no Brasil uma
época de justiça e harmonia social. Mais uma vez, o povo brasileiro
foi socorrido pela Providência Divina, que lhe permitiu superar a
grave crise, sem maiores sofrimentos e luto. Sejamos dignos de tão
grande favor.”
E a tal da TV Pública?
Alguma notícia? Alguém sabe de alguma coisa?
Sou simpático a tese da TV Pública, acho que pode ser uma boa mesmo. Uma TV que tenha outros objetivos que não os objetivos comerciais de sempre pode muito bem incentivar a produção de um conteúdo interessante. Sei que é chavão comparar a iniciativa brasileira com a BBC londrina, mas não vem a minha cabeça outro modelo. Ainda mais que sou fã incondicional do Monty Phyton, o exemplo clássico que liberdade editorial pode gerar nonsense de qualidade.
Só que por essas bandas da Terra a história é diferente. A BBC funciona bem porque os ingleses são realmente liberais, falam o que pensam o tempo todo: doa a quem doer. Achincalham a Rainha com dinheiro público, e tem tradição de não deixar pedra sobre pedra. Mas aqui o Lula quase expulsa (ou expulsou?) o jornalista Larry Rohter por conta da sua matéria sobre nosso presidente e a cachaça. Isso é fichinha perto do que acontece na Inglaterra com a família real. O Senador Renan mandou um bilhete para o Senador Arthur Virgílio alertando sobre a “imprensa fascista”, puro sentimento persecutório do presidente do Senado.
Liberdade não tem meio termo. É um monstrinho que uma vez libertado não volta pra jaula fácil. Só tenho receio que a TV Pública por aqui vire TV do Executivo e faça campanha de governo, durante o governo.
André Perfeito
Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:Inventário Bill Gates
Anexo 1 do livro Princípios de Economia Metafísica, por André Perfeito.
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Inventário Bill Gates
Para ilustrar com mais clareza a subsunção real do Tempo de Vida pelo Capital, proponho o seguinte exemplo, e exercício de imaginação.
Peguemos o Bill Gates. Ele, até onde consta minha lista da Forbes, figura no topo da lista dos endinheirados do planeta. Sendo o homem mais rico do planeta faço a seguir um inventário fictício de seus bens e serviços, e registro que o faço com um viés conservador na estimativa.
Pois bem, o Bill Gates é o homem mais rico do mundo.
É razoável supor que o homem mais rico do mundo possua pelo menos três mansões; uma na cidade, outra de campo e outra de praia, e todas elas – sendo modesto – de pelo menos 700 m² de área construída. Também é razoável supor que cada uma dessas casas, desculpe…, mansões, tenham pelo menos cinco suítes, e que cada suíte uma TV de Plasma. Cada suíte uma cama king-size, além de criado-mudo, tapetes, lâmpadas, armários, roupa de cama (cobertores, travesseiros, lençóis e fronhas), fora a tinta da parede e as obras de arte penduradas (quadros com paisagens inglesas de caça a raposa e fotos de família).
Agora, toda mansão que se preze, tem uma belíssima cozinha. Existe a geladeira, o freezer, o fogão industrial cromado, os utensílios diversos (liquidificadores, panelas, formas, batedeiras, micro-ondas, abridores automáticos de lata de sardinha além de um Jumbo-Grill George Forman). Existe a bancada de madeira para preparar os alimentos, as pias, as torneiras, as lâmpadas, o triturador de lixo, os cestos de lixo, as facas para carne, o jogo de talheres, os copos (de refrigerante, vinho, água, e os de festa etc…). Sem contar a louça com pratos para os mais variados fins e propósitos: de sopa, para jantar, para o lanche da tarde, etcetera e tal.
Na sala de estar uma lareira e os apetrechos para ela: tela protetora de fagulhas, ferros para mexer no fogo, além de lenha, é claro. Fora isso mais tapetes, quadros, lâmpadas, lustres, luminárias, a mesa de jantar em madeira de lei, a cristaleira, mais uma TV de Plasma (essa bem maior que as outras) e a aparelhagem para o home-theatre. Além dessas coisas de sala típica como patos de madeira e bustos de alce empalhado.
Saindo da sala e olhando com cuidado o entretenimento da família. Não deve faltar uma mesa de bilhar (a da cidade com feltro verde, a de praia branco e a de campo vermelha), os tacos, a mesa para carteado, as cartas, as fichas em resina plástica, aquele quadro com cachorros jogando carta e vestido de gente, vídeo games (X-Box, for sure) e computadores de última geração com monitores de 27 polegadas.
Para não exagerar na conta vamos imaginar que ele possua apenas três carros: um para cidade, outro para praia e outro para o campo. O da cidade é uma SUV BMW X5, o carro de campo é uma SUV Land Rover estendida, e o da praia é outra SUV Land Rover, mas do modelo menor, mais compacta. Também não acho exagero imaginar que o homem mais rico do mundo tenha pelo menos um jatinho particular, desses que a Embraer faz bem melhor que a Bombardier.
Não nos esquecemos dos serviços que ele consome diariamente. O almoço, o jantar, o lanche da tarde e a limpeza e manutenção das três mansões citadas.
Agora imaginemos o seguinte. Imaginemos que nosso querido Bill Gates consiga produzir, com a própria mão e com as ferramentas necessárias, tudo o que ele possui: os carros, as camas, os lençóis, as geladeiras, os freezer, os fogões, os tapetes, os quadros, as mesas, a louça, os talheres, o Jumbo Grill George Forman, a pia, o colchão king-size, os computadores, as TVs de Plasma sem contar as casas em si: obras de concreto, aço, madeira, fios de energia, encanamento, telhas, portas, azulejos e tinta. Todas de 700 m². E são três. Não se esqueça.
Vamos desconsiderar as obras de arte, aja vista que reproduzir o livro de anotações do Leonardo Da Vinci (qual o Bill Gates possui) não é tarefa fácil. Mas vamos supor que de resto ele consiga produzir todo o resto na melhor produtividade vigente.
Seria razoável imaginar que ele demoraria pelo menos 2000 anos para produzir sozinho tudo o que possui.
Mas nós sabemos que ele não viverá tudo isso. Vamos supor que nosso querido Bill Gates chega na incrível idade de 150 anos, e que de quebra fossem anos acordados, sem contar as horas que esteve dormindo.
A aritmética é simples, você já deve ter percebido.
Se subtrairmos os 2000 anos necessários para ele produzir tudo o que possui, e deduzir os 150 anos que ele viverá, veremos que ele acabou utilizando 1850 anos de vida de outras pessoas.
Caro leitor, esse é o eixo da Economia Metafísica. Não devemos considerar somente o tempo de trabalho incorporado as mercadorias como Adam Smith, David Ricardo e Karl Marx fizeram. O Capital é a vida morta voltando a vida toda vez que tocada pela mão de um vivente, e, além, é a vida de toda a humanidade até aqui transformada em objeto morto: mercadoria.
O capitalismo, numa perspectiva individual, é isso: ao final do dia você deve contabilizar se ganhou vida alheia para somar na sua conta, ou se perdeu para o alheio seu tempo de vida.
Esse é o sentido mais radical de guerra, e o comércio é a arena mundial deste conflito não por vida, mas pelo tempo de vida dos outros, como um constante afluxo de almas para a propriedade do Capital.
André Perfeito
Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:Sem palavras. Muito triste.
Coletei esses dois vídeos no You Tube que ilustram bem a que ponto chegamos no Brasil no que concerne a segurança pública. É assustador perceber que já virou espetáculo a banalização da violência. Simplesmente jogamos juventude contra juventude, sem futuro…
Qual é o nosso plano? Nossa visão de país?
E esses políticos… essa lama toda no Congresso, no Senado, nas contas públicas, nos contratos…
Parte o coração, mas não podemos baixar a cabeça nunca. No fim, quem sabe, fiquemos vestidos de palhaços com uma flor amarela na mão.
Hoje estou com muito ódio da política.
André Perfeito
Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:Nós, brasileiros…
Quem nasce na Alemanha, é alemão.
Quem nasce na França, francês.
Na Argentina, argentino.
Na Espanha, espanhol.
Nos EUA, americanos…
E quem nasce no Brasil?
Brasileiro, ora pois!
Mas veja que curioso. Porque não seria brasiliano, brasiliense, ou, até mesmo, brasilião?
Penso cá algo atrevido. O sufixo eiro, da nossa forma chamada brasileiro, é um sufixo oficioso, de quem produz ou ganha dinheiro com aquilo. É o mesmo que um padeiro, pedreiro, faxineiro, politiqueiro ou funileiro.
Nós não temos uma ligação com nossa terra. Temos, antes de tudo, uma relação oficiosa com este pedaço do paraíso. Sempre pensamos em como ganhar dinheiro com isto aqui; exploração barra pesada que deixa muito pouco para a Pátria Mãe Gentil. Tudo é negócio, nada é republicano.
E de quem é a culpa disso? Alguns acham que é do povo, essa massa ignorante que elege e reelege uma fauna de calhordas sem fim para o comando nacional.
Mas discordo! Discordo veementemente dessa visão cretina e limitada.
A culpa, se é que culpa cabe aqui, é da nossa elite.
Me explico.
A elite alemã sempre teve um projeto para seu povo. Não à toa fizeram três Reich e chamaram o mundo para o pau pelo menos duas vezes. Além do mais fizeram, segundo os juristas que ouvi, uma das mais belas peças constitucionais: a constituição de Weimar.
A elite francesa acredita que seu país é o guardião da civilização, são queridos os ideais iluministas e agem com um claro desdém com o resto do mundo, bando de bárbaros pensam.
Os americano se auto- proclamaram a “terra fortes, lar dos livres” e com isto em mente foram atrás do seu quinhão no mundo; exportando democracia e importando tudo o quanto pudessem consumir.
Até a elite Argentina tem lá seu plano, mesmo que enviesado e ressentido. Sentem-se como um pedaço da Europa por essas bandas do sul. Isso não é pouco. Isto os força a tentar manter um padrão mais elevado que o do resto do continente. Não por acaso nos apelidaram carinhosamente de macaquitos.
Mas e a nossa elite verde-amarela? Qual é o plano? Qual é a meta? Qual é o sonho? Nada! Absolutamente NADA!!! Não quero dizer que concordo com os planos das elites alemãs, francesas, americanas ou argentinas. Essa questão é irrelevante. Irrisória. O problema é que nós não temos um plano, para o bem ou para o mal que seja. O único plano da Elite deste pedaço de chão é, como disse, ganhar dinheiro com o Brasil. E só.
O nome Brasil já é um produto, nosso primeiro produto for export. Reza a lenda que nossos queridos índios venderam a alma aos portugueses por algumas mercadorias menores: espelho, pente, facão… Este país é puro capitalismo, mercadoria sem fetiche: nu e cru. (Será por isso tantas mulatas rebolando seus quitutes de forma tão explícita na festa mor do nosso povo?).
O salário do brasileiro pobre não é bem um salário. Acredito que está mais para depreciação de ativo do que qualquer outra coisa. Pra que investir em mecatrônica e produzir robôs, como os japoneses, se uma empregada doméstica custa 350 reáu por mês? Inventamos o andróide antes deles. Fomos pós-modernos antes do modernismo, tecnologicamente speaking.
O povo ignorante é produto da elite, não o contrário.
Mas não acho que a elite é vilã destes 500 anos de história. Este maniqueísmo moralista só serve para cristãos e comunistas a moda antiga. Não! O que precisamos é de uma elite de fato. E uma elite tem planos, sonhos e metas. O que me irrita é justamente não termos uma elite pensante. O que ela faz para ganhar dinheiro (e ganhou muito) é uma atividade chamada no mercado financeiro de arbitragem; compra barato e vende caro. Geoge Soros, uma espécie de Darth Vader do mercado financeiro, chama com muita propriedade este tipo de atividade de no-brainer (sem cérebro).
Me irrito sobremaneira quando vejo a breguice do estilo neo-clássico dos shoppings de luxo. Esta pretensa classe das madames brasileiras (lembram da Roseana?). A elite brasileira é brega, e o pior, não se deu conta disso!
Elite é algo potente, algo que tem que ser forte, não essa mistura de silicone e Dolce & Gabana. A elite pensa. A nossa não!
Mas tenho dó da nossa elite. Sério mesmo! E sabem porque? Porque ela é uma elite de desterrados, expulsos da sua terra, sem terra. Eles são os verdadeiros Sem Terra! Ficam de frente pro mar e de costas para o Brasil fitando fixamente o horizonte, na esperança de ver a nau de Dom João voltar e resgata-los deste inferno tropical, quente e com mosquitos.
Enquanto a nau não vem, imitam o que viram e ouviram lá das outras bandas do atlântico. Macaqueiam (macaquitos não soa mal). Uma elite tem terra, é dona, é responsável pelo que é dela. A elite alemã sabe o que quer fazer com a Alemanha, porque a Alemanha é deles. Como nossa elite não é dona, não se responsabiliza, terceiriza a consciência numa classe política de brocutus desesperada por poder e dinheiro.
Esta ópera bufa de dinheiro na cueca, amantes e bois fantasmas é só mais um capítulo do que sempre se repetiu. Não há novidade.
Pois bem. Eu tenho um plano. Este filme que estou tentando (com muito custo, acreditem) realizar é parte deste plano. Este texto é parte do plano. Meus artigos são parte do plano.
Não cabe esmiúça-lo aqui. Na verdade não importa.
O que importa de fato para mim, para a elite, para os estudantes, para os operadores de bolsa, para as domésticas, para os catadores de lixo, para as prostitutas; enfim, para nós brasileiros é isso: um sonho!
Precisamos sonhar com um país melhor. Eu sozinho não vou conseguir isso, mas se sonharmos junto isso pode acontecer sim!
Eu quero que a elite sonhe, e sonhe alto! Delirem com um imperialismo brasileiro, pensem num país sem miseráveis, feliz, livre! Chega desse café pequeno, desta foda de ladinho! Quero este sonho!
E não achem que gostaria de um imperialismo belicoso ou arrogante. Não! Eu sonho que podemos sim, enquanto povo, apontar para o mundo uma nova forma de ser e de viver, menos tacanha, menos materialista. Temos todos os “ativos” para isso acontecer. Temos gente, crenças, energia: tudo.
Tenho certeza quando assumirmos nossa terra de fato teremos uma grata surpresa com o que realmente somos.
Oxalá!
André Perfeito
Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:É tudo palhaço!
Não, não estou falando da classe política. Uma amiga minha me falou ontem deste blog que eu achei fantástico! Divertidíssimo.
Três amigas cariocas resolveram se juntar para contar histórias de como homem é palhaço. Mancadas à granel e brutalidade explícita do gênero masculino são desdenhadas num texto saboroso das meninas e de leitoras do blog.
Acessem and have fun
http://tudopalhaco.blogspot.com/
Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:Lembrem de votar
Cristo Redentor, uma das sete maravilhas do mundo.
Acesse
http://www.votecristo.com.br/index2.html

Ok, depois eu tiro um sarro…
André Perfeito
PS: E por falar em saudade… A Barra da Tijuca é o anti-Rio de Janeiro. Seus shopping malls com Estátua da Liberdade (sim existe uma estátua da liberdade) criaram o pior scroc possível: o lutador de jui-jitsu marombado. Em nada lembra a sofisticação de outros tempos. Desepero e consumismo deram nisso. Cinco jovens de classe-média alta espancaram um empregada num ponto de ônibus. Você devem ter visto.
PS2: Sou contra a lei de cotas. E já que o pai de um desses garotos ficou indgnado com o fato do seu filhote estar preso junto com bandidos comuns lanço lanço aqui mais uma campanha: pelo fim das cotas para ricos na cadeia! Abaixo a Cela Especial e o Foro Privilegiado!
Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:Saia justa pouca é bobagem.
É tamanho o mal estar no Senado Federal que agora até o presidente do Conselho de Ética, o senador Siba, ameaça renunciar caso não ache um relator.
Ninguém quer meter a mão nesse angu; pelo visto os senadores já têm uma opinião formada acerca do boi no pasto do Renan, e não querem ver gente fuçando na sua própria cerca. Vale lembrar que dois outros já desistiram da relatoria do caso: senador Cefeteira e senador Wellington.
Agora vem cá: se na dúvida o réu ganha (uma variante do empate defesa leva, do internacional jogo de tabuleiro War), como é que fica? Fica pra depois do carnaval? Ou antes do carnaval?
O Renan vai levar o Senado junto. Se não quiser levar é simples; é só mostrar as provas e pronto. A devassa na vida dele vai ser feita de qualquer forma, já sabemos da amante, já sabemos da filha, já sabemos do gado… Ele devia fazer uma reunião no gabinete dele com a situação e a oposição e mostrar de vez tudo o que é necessário para acabar com esta situação ridícula que se encontra o senado.
Siga o exemplo do Dirceu. Enfrente a oposição de frente! Saia do cargo e vá atrás um por um dos que acusaram, e nos prove que eles estavam errados!
O amplo direito de defesa está sendo negado ao senador Renan. Ele tem que se defender, mas se nega. Assim não dá.
André Perfeito
Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:Renan apóia Roriz e acusa “esquadrão da morte moral”
Do Último Segundo
“O presidente do Senado, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), defendeu nesta terça-feira o senador Joaquim Roriz – acusado de participar de um esquema de desvio de verbas do Banco de Brasília (BRB) – dizendo que não se deve prejulgar o colega, e disse que a manifestação pública “Basta de corrupção, fora Renan!”, preparada pelo PSol, é “um esquadrão da morte moral”.”
Comentário: Ei, Renan! Vai tomar no!
É inacreditável o desespero do senador. Não apoio o Psol, na verdade até acho as teses deles pra lá de equivocadas, mas se o Psol serve pra algo é pra meter o dedo na ferida.
E só pra constar. Apoiar o Roriz é de uma conveniência sem tamanho. Que raiva!
André Perfeito
PS: Vai Gui! Defende o senador e me acusa de ser em cima do muro.
Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags: