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29/05/2009 - 16:58

Jazz de sexta

Para começar bem o fim de semana.

até

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
26/05/2009 - 19:02

Mudamos de endereço para melhor servi-lo.

Para adequar o conteúdo à forma, e a letra ao traço, o blog mudou para:

http://colunistas.ig.com.br/economiaemacao/

O conteúdo deste blog será mantido e ampliado. Desta forma o foco volta ao eixo: mensalão, política, e delírios variados. Em breve NOVIDADES sobre o filme (acho que agora vai. Saravah!)

No outro continuo com o que já tenho feito há meses: economia comentada diariamente com os dados do dia.

O espaço é democrático: é para opinar a vontade e esculhambar se for o caso.

Abraços e até.
André Perfeito

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , ,
26/05/2009 - 11:21

Alemanha mergulha na recessão.

Os dados divulgados na manhã de hoje sobre o produto Alemão (ainda preliminares) não deixam dúvidas; o gigante europeu está passando no meio da maior tormenta em décadas. O PIB cai, na comparação anual e dessazonalizada, nada mais, nada menos, que 6,9%. O tombo trimestral foi de nada modestos 3,8%, configurando assim o quarto trimestre consecutivo da economia alemã.

Dos componentes da demanda, apenas o Consumo das Famílias apresentou algum alento e subiu irrisórios 0,5% na variação trimestral (1° tri de 2009 versus o 4° tri de 2008). O Consumo do Governo nem de perto compensou o efeito, com um crescimento na mesma comparação de apenas 0,3%.

Sob a ótica da demanda salta aos olhos o recuo expressivo do Investimento (Formação Bruta de Capital Fixo). Este componente despencou 7,9% e reafirma de forma clara que o produto da Alemanha deve continuar se arrastando por algum tempo até superar seus patamares anteriores.

Porém, o baque mesmo veio do setor externo da economia alemã. Uma vez que sua pauta de exportação é de alto valor agregado, a economia da Alemanha vem sofrendo sobremaneira – tal qual outros países industrializados – por conta da depressão econômica dos seus principais compradores. O recuo nas exportações tem sido fonte comum de estresse do produto interno das nações desenvolvidas, e ponto de intenso debate em círculos acadêmicos e empresariais. Muitos economistas vêm, por exemplo, como objetivo implícito do FED a desvalorização do dólar (através de uma política monetária francamente expansionista) frente outras moedas, numa tentativa de reverter o fluxo comercial e aliviar a recessão em casa.

A queda nas exportações chegou a colossais 9,7%.

Observando o setor externo alemão vê-se um incômodo cenário que aflige o Brasil de forma indireta. As importações do gigante europeu caíram de forma robusta (4,1% no 4° tri de 2008 e, agora, mais 5,4% de queda), denunciando assim a desaceleração do comércio mundial.

Cabe apontar também que não estamos falando apenas de volume, mas também de preço. Foi divulgado hoje também a inflação de importados naquele país e, em abril, recuou 8,6% ao ano. No último trimestre o tombo nos preços foi de 7,1%.

Vemos no gráfico acima o comportamento típico desta crise quando se trata de preços. Ao longo de 2008 o preço de importados explode na esteira da alta expressiva do petróleo e outras commodities, que se tornaram esporadicamente fonte de especulação no pós-derretimento do mercado imobiliário. Após um movimento de alta exarcebada, os preços das commodities recua frente a realidade econômica de desaceleração.

Os efeitos na nossa balança comercial é o recuo da Torrente do Comércio. No entanto, os superávit recente é resultado de quedas expressivas nas importações do Brasil; de um lado depreciadas pela queda no nível de atividade, e, por outro, da desvalorização do Real frente ao Dólar (cito especificamente o choque no câmbio verificado pós agosto de 2008 por conta da quebra da Lehman Brothers; de lá até hoje o Real caiu 30%).

Dá certo alívio, o que pode conduzir a erros de julgamento, a situação do emprego na Alemanha. Apesar de estar em franca expansão, ainda não apresenta os patamares históricos mais elevados. No entanto esta atual crise é histórica (tal qual foi o período de unificação daquele país), e a possibilidade de vermos uma deterioração no emprego é enorme.

Na Europa como um todo a situação não é diferente. Os Pedidos de Bens Duráveis recuaram em 12 meses 26,9%, jogando sombra sobre o futuro econômico europeu.

No Brasil o IPC-FIPE veio em linha com as nossas expectativas. Esperávamos que viesse em 0,33% na medição desta semana. Veio um pouco acima, em 0,34%.

O momento é muito grave no Velho Continente. Infelizmente não há sinal no nevoeiro, pelo menos um sinal convincente, de que o pior já passou por lá.

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , ,
25/05/2009 - 12:47

O risco de optar pelo atraso.

Por essas e por outras que Mário Henrique Simonsen era o “cara” da economia.

Matéria publicada em Veja em 14 de outubro de 1987.

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A Nova República está embarcando numa aventura perigosa – a tentativa de reinventar a roda. No ano passado ela produziu o Plano Cruzado, que poderia ter sido hábil anestesia às vésperas de uma cirurgia antiinflacionária. Como o anestesista esqueceu-se de convocar o cirurgião, o plano arquivou-se como mais uma tentativa frustrada de combater a inflação pelos seus efeitos. Passada a euforia messiânica, a economia brasileira tornou-se uma espécie de catálogos de vírus: taxas centenárias de inflação, recordes de déficit público, fúteis tentativas de congelamento e o mais robusto arrocho salarial da História.

Para quem gosta de anarquia, fez-se pequena obra-prima, mas neste ano resolvemos fazer ainda mais. A aventura perigosa continuou quando o governo saiu-se com a idéia de jogar duro com os credores de nossa dívida externa, declarando a moratória dos juros e anunciando aos quatro ventos que iríamos renegociar o débito com desconto, como se promissória amarela pudesse valer mais que uma promissória verde, exatamente com as mesma características e garantias – ou, mais precisamente, falta de garantias. Errar não é prova de falta de inteligência. É por tentativa e erro que se aprende, e só não erra quem nada faz. Burrice é repetir erros comprovados, e é essa a síndrome que parece contaminar hoje as elites dominantes brasileiras, que, se nunca foram brilhantes, raramente foram tão criadoras em sua capacidade de fabricar desastres como neste final dos anos 80. Infelizmente, tudo isso vem sucedendo num ano em que o Congresso prepara uma nova Constituição, concebe um novo regime, inventa um novo sistema tributário, e desenha um novo paraíso. O Brasil está hoje diante do risco de ratificar simultaneamente uma opção irracional pelo atraso tecnológico, pela xenofobia, pelo estatismo e pelo mais nefando dos tipos de capitalismo cartorial que já se abateram sobre sua História. Tudo isso em nome de um “progressismo” que ninguém sabe o que significa – porque, na verdade, não significa coisa alguma além de um progressivo estado de tumulto mental.

Para ler o resto da matéria, clique aqui

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
25/05/2009 - 10:18

Confiança versus expectativa.

A Confiança do Consumidor no país avançou de forma significativa no mês de maio, e consegue romper de forma convincente a marca dos 100 pontos (a base 100 foi estabelecida em setembro de 2000).

Não precisamos tecer comentários adicionais, o gráfico acima já é bastante claro em apontar que, apesar da melhora na margem, falta – e muito – para chegarmos aos patamares antes verificados. O que, via de regra, não seria de esperar outra coisa neste momento de crise.

Na Alemanha verificou-se coisa parecida na manhã de hoje. O Clima dos Negócios é uma pesquisa conduzida junto a 7000 empresas daquele país que são convidadas a responder duas perguntas, uma sobre a situação atual contra o mês passado, e a outra sobre as expectativas para os próximos 6 meses. O resultado surpreendeu as expectativas, mas, tal qual o gráfico anterior, fica claro o relativismo desta melhora.

Os movimentos de melhora na margem, alardeados por muitos como o “princípio do fim da crise” devem ser pesados de forma criteriosa, e entregar-se a um otimismo exagerado pode ser fatal. A situação inspira cuidados demais.

Podemos observar este quadro pessimista na evolução das expectativas de Inflação (IPCA) e PIB coletados pelo Relatório Focus, elaborado pelo Banco Central. Pegamos as medianas das expectativas para podermos comprar de forma mais adequada.

A inflação esperada para os próximos 12 meses já está significativamente abaixo da meta (linha tracejada) de 4,5% e hoje a expectativa é de 4,1%. Para o fim de 2009 a inflação é ainda menor: 4,02%.

Já no caso do PIB o quadro é mais severo. A expectativa vem derretendo na esteira da crise global e hoje aponta que o PIB de 2009 deve recuar 0,53%.

Em conjunto, inflação baixa e PIB em queda, corroboram para um cenário de queda continuada na SELIC. A Reunião do COPOM será nos dias 9 e 10 de junho. O PIB do 1° trimestre de 2009 sai dia 9. O IPCA dia 10. Entre a confiança e a expectativa fica com a palavra o BC.

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags: , ,
22/05/2009 - 16:38

New Yorker

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
22/05/2009 - 16:28

Para pensar em casa.

“In planning our own individual lives, we all have a strong psychological need to believe that we can control, or at least anticipate, much of what will happen to us. But the social and physical environments in which we live, and indeed, we ourselves, are complex systems, if you will, subject to diverse and unforeseen influences. Scientists and mathematicians have discussed the so-called butterfly effect, which holds that, in a sufficiently complex system, a small cause–the flapping of a butterfly’s wings in Brazil–might conceivably have a disproportionately large effect–a typhoon in the Pacific. All this is to put a scientific gloss on what you probably know from everyday life or from reading good literature: Life is much less predictable than we would wish. As John Lennon once said, “Life is what happens to you while you are busy making other plans.”"
Trecho do discurso de Ben Bernanke hoje, 22 de maio, aos alunos do Boston College of Law.

Pra ler a íntegra basta clicar aqui

Não sei se rio, ou se fecho a cara em semblante preocupado.

Any way é um bom pensamento para o fim de semana.

Fico pensando como tudo ao nosso redor é muito frágil; e não digo de bolsa, capital de giro e public relations, como diria Vinícius de Moraes em “Testamento”. Não. Digo de todo o resto que me parecia tão sólido, mas que desmanchou no ar, feito a Água Viva de Clarice.

A vida humana é muito precária mesmo; qualquer solidez é puro “querer sólido”, fugaz…

Agora existe um boato que irão rebaixar a dívida dos EUA.

E o mundo se inquietou paralisado pronto para virar geléia.

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
22/05/2009 - 10:55

Agenda Econômica 25 à 29 de maio

Clique na imagem para ampliar.

Em negrito previsões nossa.

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
22/05/2009 - 10:50

IPCA-15 sobe pontualmente, Inglaterra confirma desaceleração.

O IPCA-15 divulgado na manhã de hoje pelo IBGE surpreendeu parte dos analistas e veio mais alto que a mediana das expectativas de mercado. O índice anterior, de abril, havia registrado alta de 0,36%, e as projeções apontavam aumento para 0,46% em maio. Nossa projeção era de 0,55%, no entanto o índice subiu para 0,59%.

O aumento se deu pontualmente por conta da alta do Cigarro via reajuste do IPI (uma medida compensatória por conta dos recentes descontos do IPI à outras categorias de produtos). Só o Cigarro subiu no período 18,42%, seguido pelo grupo Remédios com alta 3,21%. Juntos estes dois aumentos representaram 44% da alta de abril no IPCA-15.

Outros grupos que pressionaram o índice foram Energia Elétrica (1,85%), Empregado Doméstico (1,35%), e Produtos não Alimentícios (0,68%).

Esta puxada na prévia da inflação oficial não deve influenciar o IPCA do mês, uma vez que o impacto da alta dos cigarros já foi, em grande medida, absorvida no índice de abril. Na oportunidade o IPCA subiu de 0,20% em março para 0,48% em abril. Só o grupo Cigarros subiu 14,7% naquele período. A inflação no país deve continuar comportada e não há – no horizonte de curto e médio prazo pelo menos – perigos sérios aos preços domésticos.

Na Inglaterra foi divulgado o PIB do 1° trimestre de 2009 e o resultado confirmou a prévia anterior. Na variação trimestre contra trimestre (1° contra o 4°) a queda chegou a 1,9%. Na comparação anual o tombo é de 4,1% e atinge o piso histórico de períodos de crise aguda, como na década de 80.

Abrindo as Contas Nacionais da ilha vemos deterioração em todos os elementos chave da demanda doméstica. A Formação Bruta de Capital Fixo recuou 3,8% (dados sazonalizados), as exportações caíram 5,9% na mesma comparação.

Chama atenção a queda do Consumo das Famílias que aponta queda de 1,2%, resultado da deterioração continuada no crédito e no mercado de trabalho.

Ainda persistem os sinais de desaceleração econômica no mundo industrializado. Ainda é cedo par ver melhora na margem nos dados das Contas Nacionais.

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
21/05/2009 - 16:53

Entenda o capitalismo (piada)

CAPITALISMO IDEAL

Você tem duas vacas. Vende
uma e compra um touro. Eles
se multiplicam, e a economia
cresce. Você vende o rebanho
e aposenta-se… rico!

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CAPITALISMO AMERICANO

Você tem duas vacas. Vende
uma e força a outra a produzir
leite de quatro vacas. Fica
surpreso quando ela morre.

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CAPITALISMO FRANCÊS

Você tem duas vacas. Entra
em greve porque quer três.

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CAPITALISMO CANADENSE

Você tem duas vacas. Usa o
modelo do capitalismo
americano. As vacas morrem.
Você acusa o protecionismo
brasileiro e adota medidas
protecionistas para ter as
três vacas do capitalismo
francês.

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CAPITALISMO JAPONÊS

Você tem duas vacas, né?
Redesenha-as para que tenham
um décimo do tamanho de uma
vaca normal e produzam 20
vezes mais leite. Depois cria
desenhos de vacas chamados
Vaquimon e os vende para o
mundo inteiro.

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CAPITALISMO ITALIANO

Você tem duas vacas. Uma
delas é sua mãe, a outra
é sua sogra, maledetto!!!

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CAPITALISMO BRITÂNICO

Você tem duas vacas.
As duas são loucas.

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CAPITALISMO HOLANDÊS

Você tem duas vacas. Elas
vivem juntas, não gostam
de touros e tudo bem.

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CAPITALISMO ALEMÃO

Você tem duas vacas. Elas
produzem leite pontual e
regularmente, segundo
padrões de quantidade,
horário estudado, elaborado
e previamente estabelecido,
de forma precisa e lucrativa.
Mas o que você queria
mesmo era criar porcos.

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CAPITALISMO RUSSO

Você tem duas vacas. Conta-as
e vê que tem cinco. Conta de
novo e vê que tem 42. Conta de
novo e vê que tem 12 vacas.
Você pára de contar e abre
outra garrafa de vodca.

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CAPITALISMO SUÍÇO

Você tem 500 vacas, mas
nenhuma é sua. Você cobra
para guardar a vaca dos
outros.

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CAPITALISMO ESPANHOL

Você tem muito orgulho
de ter duas vacas.

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CAPITALISMO PORTUGUÊS

Você tem duas vacas… E
reclama porque seu
rebanho não cresce…

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CAPITALISMO CHINÊS

Você tem duas vacas e 300
pessoas tirando leite delas.
Você se gaba muito de ter
pleno emprego e uma alta
produtividade. E prende o
ativista que divulgou os
números.

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CAPITALISMO HINDU

Você tem duas vacas.
Ai, de quem tocar nelas.

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CAPITALISMO ARGENTINO

Você tem duas vacas. Você
se esforça para ensinar as
vacas a mugirem em inglês…
As vacas morrem. Você
entrega a carne delas para
o churrasco de fim de
ano ao FMI.

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CAPITALISMO BRASILEIRO

Você tem duas vacas. Uma
delas é roubada. O governo
cria a CCPV – Contribuição
Compulsória pela posse de
Vaca. Um fiscal vem e lhe
autua, porque embora você
tenha recolhido corretamente a
CCPV, o valor era pelo número
de vacas presumidas e não
pelo de vacas reais. A Receita
Federal, por meio de dados
também presumidos do seu
consumo de leite, queijo,
sapatos de couro, botões,
presume que você tenha 200
vacas e, para se livrar da
encrenca, você dá a vaca
restante para o fiscal deixar
por isso mesmo…

Autor: André Perfeito - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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