Após a morte de Michael Jackson, várias informações e materiais inéditos começam a surgir na mídia. A mais recente mostra um vídeo com o exato momento em que Michael se envolve num grave acidente.
O fato ocorreu em 1984, durante gravações de um comercial para a Pepsi, e ficou guardado até agora.
Após a explosão de um artefato para efeitos especiais, Michael acabou tendo o cabelo atingido e sofrendo queimaduras de segundo e terceiro graus no couro cabeludo. O episódio, segundo a imprensa, tem sido considerado como o estopim do vício de Michael em analgésicos.
O “National Safety Council” é o órgão norte-americano líder mundial dos programas de educação para prevenção de acidentes e para formação de pessoal especializado em atendimento à emergências. Além disso, a NSC visa promover saúde e a segurança das pessoas através de treinamento.
Com isso, a NSC construiu uma lista de probabilidades de mortes por causas diversas, desde um ataque cardíaco até a mordida de um cão. Leia mais »
Talvez ele tenha sido o mais controverso artista da atualidade. A vida de Michael terminou envolvida em mistérios. O site Oddee fez uma relação de curiosidades sobre a vida de Jackson que pouca gente sabe.
Michael dormia numa cama de oxigênio
Para aumentar a beleza e viver mais tempo, Michael Jackson utilizava uma câmara de oxigênio para dormir. Posteriormente, ele doou o aparelho para um centro médico californiano para ajudar no tratamento de vítimas de queimaduras. Leia mais »
Uma adolescente romena morreu eletrocutada após deixar seu laptop cair na água, enquanto tentava ‘twittar’ na banheira.
A polícia disse que Maria Barbu, de 17 anos, tinha tentado ligar o laptop com as mãos molhadas depois que a bateria descarregou enquanto divertia-se enviando e lendo mensagens na rede social Twitter.
Segundo o site Australian Times, a garota foi encontrada morta pelos seus pais com o laptop ao seu lado.
Para quem ainda não conhece, o Twitter é encarado com a grande febre do momento. Segundo um ranking divulgado no início do ano pelo blog americano Compete.com, o Twitter passou do 22º posto para o 3º em número de acessos, perdendo apenas para o Facebook e Myspace. Em maio deste ano, o microblog faturou o Webby Awards, uma espécie de Oscar da internet, como o principal acontecimento do universo virtual em 2008.
Muita gente não sabe, mas um inventor saudita acabou desenvolvendo um chip que funciona como uma espécie de transmissor GPS, implantado sob a pele da pessoa.
Segundo a Fox News, o modelo básico tem a intenção de fazer com que as autoridades monitorem facilmente os terroristas, criminosos, fugitivos, imigrantes ilegais e dissidentes políticos.
Já o “modelo B”, conhecido por “Killer Chip” teria uma função extra. Uma dose de cianeto mata o portador do chip remotamente, sem confusão nem barulho, caso ele seja considerado uma ameaça pública. O sujeito estaria caminhando pela rua quando, de repente, desmaia mortalmente.
Os modelos foram apresentados ao governo alemão, que recusou a patente. Segundo Stephanie Krüger, porta-voz do escritório de patentes e marcas da Alemanha, “a invenção viola dois pontos da Lei de Patentes alemã – que não permite invenções que transgridam a ordem pública ou os bons costumes”.
Polêmico, não? Será que encontraria mercado em algum país?
Confesso que o primeiro capítulo da série não me motivou a continuar assistindo, mas uma cena chamou atenção do público: o acidente que vitimou a Maysa na ponte Rio – Niteroi. Foi uma das cenas mais bem produzidas da TV brasileira nos últimos anos, na minha humilde opinião – levando-se em consideração a fotografia e a tomada como um todo.
Essa é mais uma daquelas histórias de deixar qualquer um de queixo caído, dada a motivação dos fatos.
O adolescente Daniel Petric, de apenas 17 anos, está sendo julgado por um crime – acredite – motivado por um jogo de videogame. O garoto se desentendeu com seus pais, após ser proibido de jogar o game Halo 3.
De acordo com a acusação, Daniel, que havia passado cerca de um ano recluso em casa, jogando videogame e vendo tv, em virtude de uma grave infecção causada por um acidente de snowboard, estava muito excitado com a possibilidade de comprar um novo game para seu Xbox, o Halo 3. Como seus não estavam de acordo, ele decidiu contrariar a determinação e sair escondido. Ao chegar em casa, foi repreendido pelos pais, que guardaram o jogo em um cofre, junto com uma arma.
Segundo o site do jornal Cleveland, as últimas coisas que seu pai, Mark Petric, lembra daquele episódio são as palavras do filho: “Vocês podem fechar os olhos? Tenho uma surpresa para vocês“, logo depois, Mark lembra que foram feitos alguns disparos. Um dos tiros atingiu a cabeça da sua mãe, que morreu na hora e um outro atingiu uma parte não-letal do crânio do pai.
Alguns minutos depois, a outra filha do casal chegou com o marido para visitar os pais e encontraram Daniel do lado de fora da casa. Segundo relatos do pai, o garoto dizia a irmã que eles não poderiam entrar em casa, pois seus pais estavam tendo uma grande discussão. Foi então que, mesmo ferido, Mark conseguiu gritar por socorro.
De acordo com a defesa, o fato de Daniel encontrar-se em uma situação de estresse, provocada pela recuperação do acidente, acabou interferindo de maneira direta no crime.
Emocionado, o pai ainda revelou uma das conversas que teve com o garoto:
“Pai, me perdoe pelo que eu fiz com a mamãe, com você, com nossa família. Eu estou feliz que você esteja vivo“, disse Daniel.
“Você é meu filho, você é meu garoto“, responder Mark Petric.
O nome do jogo deve-se ao local onde as batalhas acontecem: um planeta em forma de anel, envolto por um enorme campo gravitacional ocasionado pela sua Lua. Você encarna na pele de Master Chief, um super soldado vestido numa armadura que possui uma rede neural, com inteligência artificial implantada no cérebro de Chief.
Distúrbio de comportamento? Pressão psicológica? Os casos de jovens que suicidam-se ao vivo na web continuam crescendo.
Em 2006, um jovem que morava em Porto Alegre (RS) planejou a hora e o local de sua morte e compartilhou o suicídio com outras pessoas que estavam conectadas em um fórum virtual. Na ocasião, o garoto de 16 anos anunciou em seu próprio blog o local e data que ocorreria o fato.
Ele morreu por intoxicação após deixar duas grelhas queimando no banheiro de casa. “Eu não suporto esse calor. O que eu devo vestir para tornar isso mais suportável? O que eu posso fazer? Pelo amor de Deus alguém por favor me ajude.”, foram as últimas palavras que o jovem digitou.
O mais recente caso, ocorreu na última quinta-feira, quando Abraham Bigs, um jovem de 19 anos da cidade de Pembroke Pines, Flórida, ingeriu medicamentos diante de sua webcam.
De acordo com a FOXNews, Bigs tomou três tipos de remédios, deitou-se na cama e morreu, tudo isso assistido por cerca de 1500 pessoas. “Ele faleceu diante de sua webcam, e tudo foi transmitido ao vivo”, declarou o sargento John Gazzano.
Segundo alguns membros do canal, eles pensaram inicialmente que tratava-se de uma ‘pegadinha’ do garoto, achando que ele não teria coragem suficiente para tal atitude, mas logo perceberam o que ocorreu, quando os policiais chegaram à residência do rapaz e desligaram a webcam, conforme mostra a imagem acima.
Biggs deixou uma carta onde afirmava ter prejudicado outras pessoas e por isso odiava a si mesmo por se considerar um fracassado. “Sinto que decepcionei a todos e acho que nunca vou mudar ou melhorar. Estou apaixonado por uma garota e sei que não sou suficientemente bom para ela. Cheguei a conclusão que minha vida inteira não tem significado“, diz em parte da carta.
Estranho jeito de morrer, não? Infelizmente foi assim que Daniel Hurle, um garoto de 12 anos, teve seus dias abreviados.
Calma, já explico. De acordo com o parecer médico, Daniel morreu vítima de arritmia cardíaca e perturbações do ritmo cardíaco, causado pelo solvente do desodorante.
O Lynx, como é chamado, traz na sua embalagem um texto dizendo: “Evite a utilização em locais pouco ventilados”. Segundo o The Sun, esse foi o erro do garoto. Ele trancou-se no banheiro e, como de costume, resolveu pulverizar desodorante no corpo. Seu pai comentou que chegou a tentar reanima-lo, mas foi em vão.
“Eu gritei para ver se ele estava OK. Não ouvi nada e resolvi forçar a porta. Ele não estava respirando”.
O patologista, Dr. Andrew Hitchcock, revelou que não havia nenhum sinal de doença ou de que o garoto tivesse usado drogas.
Achou toda a história absurda? O legista, Dr. Robert Hunter, não. Ele disse que acha a advertência na embalagem do produto totalmente satisfatória, mas acrescentou: “Não sei quantas pessoas lêem”.
Definitivamente, esta foi uma das mortes mais incomuns dos últimos tempos.
Humberto Oliveira (o ONEberto, em ‘inglês’) tem 34 anos, soteropolitano, observador nato, amante de esportes, com terceira Lua de Plutão, na primeira casa em Urano… não suporta astrologia, manuais, música brega e jogos de azar. No mundinho virtual desde os bons tempos de BBS, IRC e modem de 9.600, já viu tudo quanto é informação curiosa na internet, por isso, resolveu criar um espaço onde pudesse pulverizá-las diariamente.
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