Mesmo quem não gosta de jogos de videogame ou computador, certamente vai se surpreender com esta matéria. Provavelmente, você já deve ter percebido que os games avançaram tecnologicamente de maneira impressionante. Há bem pouco tempo atrás, os jogos usavam receitas que, se comparadas com os tempos atuais nos faz perceber o quanto eram limitados. Leia mais »
Este vídeo está há algum tempo no Youtube, mas, embora seja muito legal, muita gente ainda não viu. Trata-se da reprodução em um prédio do famoso jogo “Snake”. Todo o processo é feito com as luzes dos próprios apartamentos.
Nunca pense que você já viu de tudo na vida. Você sempre acabará percebendo que está errado! Quer uma exemplo? No Japão, há alguns anos foi lançado um jogo que simula estupro, e que está causando a maior polêmica.
No RapeLay, o jogador participa de um simulador de molestação, que permite que você aterrorize uma mulher e suas filhas adolescentes, com eventos que vão desde bolinações no metrô até estupro e aborto. Isso mesmo, além da violência sexual, o jogador também pode forçar as mulheres a abortar, caso contrário ele perde a partida.
Como não poderia ser diferente, os críticos de jogos violentos, como o parlamentar britânico Keith Vaz, já se manifestaram contra o simulador. Para Keith, este tipo de conteúdo necessita ser mais rigorosamente regulamentado.
A polêmica tomou mais força na Inglaterra, quando uma das empresas pioneiras em vender produtos na internet, a Amazon, decidiu comercializar o game. O inevitável debate, que ganhou força no jornal Telegraph, acabou forçando a empresa a remover o produto das suas prateleiras e despertou a discussão política. “Eu vou levantar esta questão no Parlamento e espero que sejam tomadas medidas para evitar que o jogo volte a ser vendido“, concluiu Keith.
Abaixo você vê um pouco do jogo, obviamente sem as cenas picantes.
Durante uma partida entre PAO e Asteras Tripolis, válido pelo Campeonato Grego, um sujeito invadiu o campo correndo e foi contido pela rasteira de um dos jogadores. Resultado:
Humberto Oliveira (o ONEberto, em ‘inglês’) tem 34 anos, soteropolitano, observador nato, amante de esportes, com terceira Lua de Plutão, na primeira casa em Urano… não suporta astrologia, manuais, música brega e jogos de azar. No mundinho virtual desde os bons tempos de BBS, IRC e modem de 9.600, já viu tudo quanto é informação curiosa na internet, por isso, resolveu criar um espaço onde pudesse pulverizá-las diariamente.
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