Você achou a foto bizarra, mas deseja ter uma barriga “tanquinho” como esta? De acordo com reportagem do The Wall Street Journal, o procedimento acima, que é realizado há alguns anos, demora uma hora ou duas. Entretanto, a dor pode persistir por vários dias. O inchaço pode durar semanas ou até meses (a imagem foi registrada depois de pouco mais de um ano após a cirurgia). Além disso, podem haver complicações, como infecções e hemorragias.
Um grupo de 32 pacientes foram acompanhados. Vários tiveram complicações pós-operatórias. Seis deles tiveram um acúmulo do líquido conhecido como seroma, que foi drenado com uma agulha. Três deles tiveram graves processos de cicatrização. E dois pacientes necessitaram de um segundo procedimento cirúrgico para obter os resultados desejados.
Por outro lado, oitenta e seis por cento dos pacientes manifestaram-se satisfeitos com os resultados.
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Não se trata de nenhum episódio de McGayver ou Dr. House. Um garoto de 12 anos caiu da bicicleta, bateu com a cabeça no chão e acabou passando por uma cirurgia incomum.
Segundo o diário Daily Mail, após a queda, Nicholas Rossi começou a queixar-se de dores de cabeça. Após uma hora de observação, o rapaz começou a perder a consciência e foi atendido pelo Dr. Rob Carson, que percebeu que, na queda Nicholas tinha fraturado o crânio e sofrido hemorragia, neste caso, fatal caso nada fosse feito em poucos segundos.
O médico então decidiu operar o rapaz, mas dois problemas surgiram em cima da hora para aumentar o drama. Primeiro, o hospital não dispunha de equipamentos necessários para uma intervenção neurológica. Foi então que o Dr. Rob decidiu recorrer a uma furadeira caseira para perfurar o crânio do garoto e salvar sua vida.
Depois de esterelizar a broca, o médico foi resolver o segundo problema: ele nunca tinha realizado nenhuma cirurgia dessa natureza na sua vida. Para conseguir, ele precisou telefonar para um neurocirurgião do hospital de Melboune, que lhe deu orientações precisas de como eliminar o coágulo.
O pai de Nicholas afirmou: “O Dr. Carson chegou até nós e disse ‘Vou ter que furar o crânio de Nicholas para aliviar a pressão sobre o cérebro. Nós temos apenas um tiro e uma bala’”.
Após o sucesso da curiosa intervenção, o estado de Nicholas tornou-se estável o suficiente, que permitiu sua mudança para um outro hospital.
Modesto, o Dr. Carson não se deixa abalar com os elogios. “Não é uma realização pessoal. É apenas parte do meu trabalho. Eu tinha uma equipe muito boa para ajudar-me”, encerrou ele.
Você está satisfeito(a) com sua aparência física? Quase ninguém está, mas são poucas as pessoas que têm coragem e dinheiro para passar por alguma intervenção cirúrgica.
Para Hajnal Ban não existe limite para sentir-se bem fisicamente. A política australiana viveu muito tempo complexada e, por mais que tentasse, não conseguia superar sua baixa estatura. Foi então que decidiu submeter-se a uma operação para alongar os ossos de suas pernas em oito centímetros, passando a medir 1,63, uma altura considerada “normal” para ela.
Segundo o diário Daily Mail, Hajnal gastou cerca de R$ 60 mil num tratamento que levou nove meses. Durante a intervenção cirúrgica, que foi realizada numa clínica russa, a jovem de 31 anos teve sua perna quebrada em quatro lugares. Os médicos inseriram alguns pinos de aço inoxidável, fixando suas pernas em torno de armações metálicas e parafusos rotativos, usados para esticar os ossos separados.
Loucura? Hajnal explicou sua polêmica decisão, afirmando: “Um monte de jovens mulheres sentem-se inseguras com relação ao seu peso, nariz ou seu corpo de maneira geral. Minha insegurança era minha altura”.
Para quem acha que foi muito esforço por quase nada, Hajnal afirma que a cirurgia a ajudou a mudar a maneira como se sente. “Eu não sou alta, sou apenas média, mas estou feliz em meu próprio corpo”, desabafou ao jornal.
David atualmente é o garoto mais assistido da web, tudo porque seu pai resolveu filma-lo após uma cirurgia odontológica, quando ele ainda estava sob efeito de anestésicos.
Com uma mistura de euforia e alucinação, o garoto fez com que o vídeo acabasse ganhando uma versão legendada em espanhol e um remix muito legal.
Não, você não leu errado! Cirurgiões retiraram um rim de uma mulher através da vagina para que ela pudesse salvar sua sobrinha, numa operação pouco convencional, que também tem o objetivo de encorajar outras pessoas a doar.
A inusitada cirurgia foi realizada por médicos na John Hopkins University of Medicine, que vêem nesse tipo de intervenção uma forma de auxiliar o pós-operatório, porque reduz a dor, acelera o tempo de cicatrização e de recuperação.
Jennifer Gilbert, de 23 anos, recebeu o rim doado pela tia Kimberly Johnson (foto acima), de 48, que declarou que todo o procedimento “foi mais fácil do que um parto“.
Segundo a ABCNews, a remoção transvaginal de rim foi feita anteriormente para remover tumores e rins que perderam o funcionamento em pacientes doentes.
A operação deixou três cicatrizes do tamanho de uma ervilha no abdômen da mulher. Com isso, os cirurgiões esperam que mais mulheres sintam-se encorajadas e transformem-se em doadoras. O Dr. Robert Montgomery, que liderou a equipe durante a intervenção, declarou que a operação é menos dolorosa do que uma cirurgia de vesícula e que a recuperação é extremamente rápida.
Mas é preciso ter cautela, o diretor da Cleveland Clinic, Dr. Jihad Kaouk, declarou que “existe um risco de infecção com o rim passando através de uma área contaminada e depois indo para outro paciente que está imunocomprometido”.
“Essa é uma preocupação que temos, e gostaríamos de acompanhar o resultado a este respeito”, encerrou Kaouk.
Kimberly, a doadora já pôde sair da cama no mesmo dia da cirurgia, sem nenhum risco.
Definitivamente, ainda não vimos tudo na vida. Dessa vez a notícia curiosa fica por parte da Everest Funeral, que é uma empresa especializada em fazer cirurgia plástica em mortos. Isso mesmo, eles são responsáveis por dar uma aparência diferente aos falecidos.
De acordo com o diretor da empresa, Mark Duffey, o “último momento” está sendo encarado de maneira diferente: “As pessoas costumavam dizer ‘coloque-me em um caixão de pinho e me enterre no quital’, mas isso está mudando. As pessoas querem ser lembradas e o enterro é o grande último evento delas e elas querem estar bem“, explicou ele ao MSNBC.
Normalmente, o funeral é totalmente programado, desde a definição pacífica da expressão facial (o que tem de ser feito antes do embalsamento) para apagar os traços da idade e de doenças até a utilização de cera, malhas ou até mesmo super cola no caso de ossos quebrados e a recriação do estilo do falecido, com o tratamento dos cabelos, unhas e maquiagem.
Como esse tipo de trabalho não é comum, já começa a render muita polêmica. Alguns cemitérios e crematórios exigem a retirada das próteses e demais “acessórios”. “Quer seja silicone nos seios, bíceps ou bochechas, nós pedimos que tirem, pois eles podem explodir, como pequenas bombas”, declarou Aida Bobadilla, gestora do Los Angeles Odd Fellows.
Isso mesmo, um médico amputou o braço de um adolescente usando mensagens escritas através de um telefone celular. David Notte, de 52 anos é voluntário da organização “Médicos Sem Fronteiras”, em Rutshuru, no Congo e viu-se numa situação inusitada: precisava salvar a vida de um garoto, mas não tinha experiência para realizar a cirurgia.
“Ele estava morrendo, tinha mais dois ou três dias de vida”, afirmou o médico.
O clínico percebeu que sua única alternativa seria amputar o braço ferido, que já estava com gangrena. Como nunca tinha feito tal procedimento, pediu apoio via SMS a um colega que estava em Londres.
“Eu sabia o que meu colega queria dizer com as mensagems, porque já haviamos realizado outras intervenções juntos”, explicou Notte.
De acordo com o diário Daily Mail, o garoto já recupera-se bem. “Nós só tinhamos um litro de sangue, um bisturi, um par de fórceps e não tinha certeza se o anestésico era forte o suficiente”.
Felizmente a cirurgia foi bem sucedida, caso contrário seria um absurdo sem tamanho.
Pensou que cirurgia estética fosse um privilégio apenas das mulheres? Pois saiba que até os animais podem usufruir um pouco do que o mundo das plásticas oferece.
Cirurgia abdominal
A técnica de cirurgia abdominal é uma espécie de lipoaspiração de precisão. O médico suga a gordura do paciente e cria os famosos gomos abdominais. A cirurgia custa entre US$ 4.000 e US$ 7.000 e só é indicado para certos casos.
O procedimento demora cerca de duas horas e a dor pode persistir por vários dias. O inchaço pode durar semanas ou meses e pode haver complicações, como infecções e hemorragias.
Até que ponto chega sua vaidade? Para Hang Mioku, uma coreana de 48 anos, não existem limites para alcançar a aparência desejada, tanto que ela teve coragem de injetar óleo de cozinha no próprio rosto – isso mesmo – óleo comum, aquele encontrado em qualquer cozinha.
A crescente obsessão pela aparência física já não é mais novidade, sobretudo aqui no Brasil, onde algumas mulheres até alcançaram certa notoriedade, em virtude das modificações corporais.
No caso de Mioku, tudo começou quando ela recebeu um diagnóstico médico que dizia que ela sofria de um distúrbio psicológico, dado o grande número de procedimentos cirúrgicos que ela vinha submetendo-se desde os 28 anos. A moça sofria cirurgias após cirurgias, tornando-se absolutamente viciada nesse tipo de tratamento.
De acordo com o jornal Telegraph, a situação tornou-se tão insustentável, que os médicos começaram a evitar novos procedimentos cirúrgicos. Foi então que ela conheceu um médico que mostrou-se disposto a ajuda-la. O profissional entregou-lhe uma seringa e uma quantidade de silicone, para que ela mesma pudesse se aplicar em casa.
Mais tarde os problemas começaram a aparecer. Quando o suprimento de silicone terminou, ela resolveu recorrer ao óleo de cozinha. Resultado: seu rosto ficou tão inchado e desfigurado, que as crianças da vizinhança começaram a chamá-la de “pé de ventilador”, porque sua cabeça havia crescido e o corpo permanecia da mesma forma.
Arrependida, Mioku começou a apelar para alguns programas de TV locais, em busca de doações para custear a reconstrução da sua face. O resultado não foi o esperado, entretanto, foi suficiente para conseguir duas cirurgias de correção. Já no primeiro procedimento, os cirurgiões removeram 60g da substância estranha do rosto e mais 200g do pescoço.
A condição da moça é tão complicada que, mesmo após várias sessões, seu rosto permanece bastante inchado.
Ah, a foto acima é de Mioku, evidentemente, antes das cirurgias.
Humberto Oliveira (o ONEberto, em ‘inglês’) tem 34 anos, soteropolitano, observador nato, amante de esportes, com terceira Lua de Plutão, na primeira casa em Urano… não suporta astrologia, manuais, música brega e jogos de azar. No mundinho virtual desde os bons tempos de BBS, IRC e modem de 9.600, já viu tudo quanto é informação curiosa na internet, por isso, resolveu criar um espaço onde pudesse pulverizá-las diariamente.
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