Você é apaixonado por videogame, mas sua mãe não deixa você jogar frequentemente, porque tem que estudar? Que tal estudar numa escola que incentiva o uso de games e deixa os alunos jogarem no período escolar? Leia mais »
Parece absurdo, mas junto com todo avanço tecnológico, a intensidade dos jogos tem rendido sérios problemas de comportamento que, infelizmente, têm levado as pessoas a tomarem atitudes extremas.
A seguir nós listamos 10 das mais estranhas mortes motivadas por games da história. Leia mais »
Nunca pense que você já viu de tudo na vida. Você sempre acabará percebendo que está errado! Quer uma exemplo? No Japão, há alguns anos foi lançado um jogo que simula estupro, e que está causando a maior polêmica.
No RapeLay, o jogador participa de um simulador de molestação, que permite que você aterrorize uma mulher e suas filhas adolescentes, com eventos que vão desde bolinações no metrô até estupro e aborto. Isso mesmo, além da violência sexual, o jogador também pode forçar as mulheres a abortar, caso contrário ele perde a partida.
Como não poderia ser diferente, os críticos de jogos violentos, como o parlamentar britânico Keith Vaz, já se manifestaram contra o simulador. Para Keith, este tipo de conteúdo necessita ser mais rigorosamente regulamentado.
A polêmica tomou mais força na Inglaterra, quando uma das empresas pioneiras em vender produtos na internet, a Amazon, decidiu comercializar o game. O inevitável debate, que ganhou força no jornal Telegraph, acabou forçando a empresa a remover o produto das suas prateleiras e despertou a discussão política. “Eu vou levantar esta questão no Parlamento e espero que sejam tomadas medidas para evitar que o jogo volte a ser vendido“, concluiu Keith.
Abaixo você vê um pouco do jogo, obviamente sem as cenas picantes.
Um adolescente de 15 anos entrou em colapso e teve convulsões, após passar 24 horas seguidas jogando World of Warcraft no computador.
O rapaz e mais sete amigos reuniram-se na casa dele, na região oeste da Suécia, no último sábado à noite e só pararam no dia seguinte, depois que o jovem começou a passar mal.
“Eles jogaram durante a noite e o dia inteiro”, disse o pai do garoto aos jornalistas.
Segundo o jornal Daily Mail, durante a maratona, o garoto apenas tirou breves cochilos, consumiu pouquíssima comida e no domingo começou a ter convulsões. Seus pais, assustados, levaram-no à emergência, onde uma equipe prontamente o atendeu.
De acordo com os médicos, o sistema corporal do garoto entrou em pane. A combinação de falta de sono, má alimentação, associada a uma longa jornada de concentração no game foi pesada demais para ele. Mas ele recupera-se.
Se você não é muito ligado em games, basta dizer que onze milhões de pessoas jogam WoW no mundo inteiro, de acordo com os criadores do game americano, a Blizzard Entertainment. Esse número, natural e rapidamente, transformou o game no mais bem sucedido jogo ‘multi-player’ do mundo.
Para muitos, o jogo vem sendo considerado uma alternativa para pessoas que tem dificuldade de relacionar-se socialmente, fazendo com que o alarme dos psiquiatras soe constantemente. O Dr. Richard Graham, do Centro Tavistock, em Londres declarou ao jornal: “Alguns dos meus clientes passam 14, 16 horas por dia, por vezes, sem interrupções na frente do computador, sem atender às suas necessidades físicas.”
“Para esses, as consequências são potencialmente graves”, acrescentou ele com surpreendente presciência, horas antes do colapso do garoto.
E você, tem alguma experiência com o WoW que possa compartilhar conosco?
Humberto Oliveira (o ONEberto, em ‘inglês’) tem 34 anos, soteropolitano, observador nato, amante de esportes, com terceira Lua de Plutão, na primeira casa em Urano… não suporta astrologia, manuais, música brega e jogos de azar. No mundinho virtual desde os bons tempos de BBS, IRC e modem de 9.600, já viu tudo quanto é informação curiosa na internet, por isso, resolveu criar um espaço onde pudesse pulverizá-las diariamente.
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