Ampliados milhões de vezes: objetos comuns vistos através de microscópio eletrônico | O Buteco da Net
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18/01/2011 - 00:05

Ampliados milhões de vezes: objetos comuns vistos através de microscópio eletrônico

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Com um microscópio eletrônico de varredura, você pode ampliar artigos até um milhão de vezes maior do que seu tamanho real. Ele oferece belos detalhes de fotografias em 3D e é o mais caro microscópio do mundo.

Veja fósforos, cotonete, escovas e até papel higiênico com impressionante riqueza de detalhes.

Fio dental usado

Uma escova de rímel

Grãos minúsculos de sal e pimenta do reino

Um cotonete com cera na ponta

Cristais de açúcar: um cristal de açúcar refinado e um cristal de açúcar bruto

A ponta de um fósforo não queimado

Cerdas

Um núcleo de grafite

O mecanismo de iluminação de um isqueiro

Lâmina rotativa sobre um barbeador elétrico com pelos minúsculos

Uma agulha e linha

Via Daily Mail

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Autor: ONEberto - Categoria(s): Curiosidade, impressionante Tags: , , ,

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66 comentários para “Ampliados milhões de vezes: objetos comuns vistos através de microscópio eletrônico”

  1. asdasdXXXXXJax disse:

    sao ‘coloridos’ por computador…
    idiotas!

    • Jão disse:

      Idiota é quem fica explicando 200 vezes a mesma coisa …..ja chega, ja sabemos que as fotos são coloridas artificialmente !!!

  2. Nick disse:

    Tem gente que só sabe falar:

    É fake.. é fake… é fake…

    se não temo o que comentar, lei o post e fica quieto…

    é fake.. é fake… que saco…

  3. Dario Borges disse:

    Microscópio eletrônico de varredura

    O microscópio eletrônico de varredura ou microscópio eletrónico de varrimento (MEV) é um tipo de microscópio eletrônico capaz de produzir imagens de alta resolução da superfície de uma amostra. Devido a maneira com que as imagens são criadas, imagens de MEV tem uma aparência tridimensional característica e são úteis para avaliar a estrutura superficial de uma dada amostra.

    O processo de varredura

    Em um MEV típico, os elétrons são emitidos termionicamente a partir de um cátodo (filamento) de tungstênio ou hexaboreto de lantânio (LaB6) e acelerados através de um ânodo, sendo também possível obter elétrons por efeito de emissão de campo. O tungstênio é tipicamente usado por ser o metal com mais alto ponto de fusão e mais baixa pressão de vapor, permitindo que seja aquecido para a emissão de elétrons. O feixe de elétrons, o qual normalmente têm uma energia que vai desde as algumas centenas de eV até 100keV, é focalizado por uma ou duas lentes condensadoras, em um feixe com um ponto focal muito fino, com tamanho variando de 0,4 a 0,5 nm. Este feixe passa através de pares de bobinas de varredura e pares de placas de deflexão na coluna do microscópio.
    Tipicamente as lentes objetivas, as quais defletem o feixe horizontal e verticalmente para que ele varra uma área retangular da superfície da amostra.

    Quando o feixe primário interage com a amostra, os elétrons perdem energia por dispersão e absorsão em um volume em forma de gota, conhecido como volume de interação, o qual se estende de menos de 100 nm até em torno de 5 µm para dentro da superfície da amostra. O tamanho do volume de interação depende da energia dos elétrons, do número atômico dos átomos da amostra e da densidade da amostra. A interação entre o feixe de elétrons e a amostra resulta na emissão de elétrons secundários, elétrons retroespalhados, elétrons Auger, raios-x Bremstralung, raios-x característicos, radiação eletromagnética na região do infravermelho, do visível e do ultravioleta, fônons além de causar aquecimento da amostra.
    O microscópio eletrônico de varredura (MEV) é um equipamento capaz de produzir imagens de alta ampliação (até 300.000 x) e resolução. As imagens fornecidas pelo MEV possuem um caráter virtual, pois o que é visualizado no monitor do aparelho é a transcodificação da energia emitida pelos elétrons, ao contrário da radiação de luz a qual estamos habitualmente acostumados. O princípio de funcionamento do MEV consiste na emissão de feixes de elétrons por um filamento capilar de tungstênio (eletrodo negativo), mediante a aplicação de uma diferença de potencial que pode variar de 0,5 a 30 KV. Essa variação de voltagem permite a variação da aceleração dos elétrons, e também provoca o aquecimento do filamento. A parte positiva em relação ao filamento do microscópio (eletrodo positivo) atrai fortemente os elétrons gerados, resultando numa aceleração em direção ao eletrodo positivo. A correção do percurso dos feixes é realizada pelas lentes condensadoras que alinham os feixes em direção à abertura da objetiva. A objetiva ajusta o foco dos feixes de elétrons antes dos elétrons atingirem a amostra analisada.

    Fonte: Wikipedia.

  4. Vinicius disse:

    muitooo lokoooooo mano

  5. Samanta disse:

    Bem legal ^^.

  6. carol disse:

    interessante..

  7. Muleke maroto disse:

    eu queria ve um papel higienico com o milho :p

  8. felipe disse:

    o site legal, ams existem muitas pessoas idiotas aqui, por isso que nao vo entra nessa porra. aff brasil. a hora que eu tive grana boa vo vaza desse pais e deixar esse ze povinho inuteis que so prestam pra ver bbb que se fodam

  9. Bárbara disse:

    Perfeito! Adorei as imagens, vão me ajudar muito no trabalho de física. Obrigada!

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