Foi hilário esse dia! Os caras foram na praia e sairam distribuindo adesivos “Eu Vô” e “Num vô” nas praias para as meninas. Só vendo mesmo!
Não fui eu quem ripei, o som tá meio sem sincronismo com a imagem, mas dá pra rir mesmo assim!
Essa é a hora de esquecermos as diferenças. Um estudo feito mostra quais os animais que podem matar e nos salvar ao mesmo tempo.
Escorpiões: Fantástico na batalha contra o cancro cerebral. Ele Pode Matá-lo: em sua maioria, os escorpiões usam as suas toxinas para capturar a vítima, repelir concorrentes durante o acasalamento, e defender-se contra inimigos maiores. Infelizmente, os seres humanos fazem parte dos inimigos maiores. Uma picada pode causar multiplos problemas, inclusive o fracasso de coração e de pulmão.
Mas ele pode salvá-lo: os pesquisadores médicos na Universidade da Alabama no Birmingham (UAB) descobriram um novo uso para o veneno do escorpião – no tratamento de cancro. Cada ano, aproximadamente 9,000 americanos são diagnosticados com glioma maligno, uma forma do cancro cerebral que mata aproximadamente a metade as suas vítimas dentro de um ano após o diagnóstico.
As células de glioma trabalham como células de músculo de barata. O fato pode se repugnante mas é a chave da cura. O gigantesco escorpião israelense tem um veneno que é inofensivo a seres humanos mas mortalmente à sua vitima, a barata. Os médicos perceberam que quando eles injetaram uma droga conseguida através do veneno de escorpiões israelenses em cérebros humanos infeccionados por cancro, o veneno destruiu as células glioma e deixou as células sãs. O tratamento ainda está nas primeiras etapas do desenvolvimento, mas os pesquisadores permanecem otimistas.
Víboras: Diminui a pressão sanguinea Ela pode matá-lo: a Maior parte de víboras são bastante assustadoras. Diferentemente de uma toxina tradicional, as funções do veneno da víbora previnem o sangue da coagulação, significando que as cobras de fato matam as suas vítimas fazendo-os morrer sangrando.
Mas ela pode salvá-lo: Felizmente para nós, a lenta coagulação do sangue não é sempre uma má coisa. Os pesquisadores descobriram que as pequenas doses do veneno de víbora podem impedir artérias de endurecer-se, assim parando as espécies de coágulos de sangue que comumente ocorrem em pacientes cardíacos. De fato o veneno da jararaca (ou pelo menos uma versão sintetizada dele) é um ingrediente-chave na maior parte de nervos inibidores.
Monstro de Gila: 2 tipos de diabetes Ele pode matá-lo: Uma espécie de lagarto venenoso, o monstro de Gila é nativo do México, e dos Estados Unidos. Diferentemente de outras criaturas mortais, os monstros de Gila não injetam o veneno diretamente nas suas vítimas. Em vez disso, despeja uma espécie de saliva nas feridas abertas da sua vítima, normalmente enquanto o monstro de Gila está mastigando. Por causa disto, as fatalidades humanas de mordidas de monstro Gila são raras, mas uma mordida pode causar a dor intensa, a náusea, a inchação, a fadiga, a vertigem.
Mas ele pode salvá-lo: Além do lado sórdido, o veneno do monstro de Gila estimula a produção de insulina e diminui a produção de glicose, que é uma grandes notícias para os diabéticos. O Byetta, uma droga manufaturada por farmacêuticos para tratar 2 tipos de diabetes, usa uma forma do veneno do monstro de Gila como o seu ingrediente principal. Aprovado pelo FDA em Abril de 2005, o Byetta é injetado antes das refeições para ajudar a produção de insulina.
Uma mulher romena de 38 anos precisou de atendimento médico depois de engolir dente postiço de seu namorado em um momento de paixão. Ela chegou ao hospital reclamando de dores de estômagose disse apenas que tinha engolido um objeto estranho, sem especificar.
Segundo o site Ananova.com, os médicos ficaram surpresos quando o raio X mostrou um dente dentro do seu estômago. Então ela admitiu que engoliu o dente enquanto experimentava um novo tipo de beijo apaixonado em seu namorado.
Após dois dias no hospital, o objeto estranho deixou o corpo da mulher de forma natural.
Depois de esperar um ano pela transformação do Fiat Palio EX 2002 num tunado dos mais radicais, a funcionária pública aposentada Rosa Maria de Almeida teve a primeira frustração: o automóvel não passou na vistoria feita pelo Sistema Especializado em Inspeção Veicular (Seiv), órgão credenciado pelo Inmetro para inspeção de carros modificados, que precisam de aprovação para obterem novo documento e voltarem a circular. Em seguida, a maior decepção: depois de receber o carro, mesmo sem documentos, Rosa resolveu dar uma volta para sentir as mudanças, e acabou se envolvendo num acidente que, por pouco, não teve desfecho trágico.
Chegando no cruzamento das Rua Craveiro Lopes e Padre Pedro Evangelista, no Bairro Coração Eucarístico, região Noroeste de Belo Horizonte, ela perdeu o controle do veículo que acelerava continuamente; bateu na traseira do VW Gol do vendedor Leonardo Henrique Werneck, que estava parado no sinal e precisou manobrar rapidamente para não atingir pedestres que atravessavam a esquina.
“O galão de nitro estava totalmente solto. Escorregou, travou e prendeu o acelerador. Mas, na hora, não deu para ver que era isso”, afirma Rosa, que reclama do trabalho feito pela loja Fera Mansa, contratada para a transformação do carro. O responsável pelo serviço, Wagner Nogueira Vaz de Mello Júnior, entretanto, garante que o galão estava preso e não poderia escorregar. Com relação ao fato do carro não ter passado na vistoria, ele contra-ataca: “Quando ela me contratou, pediu para fazer um carro de exposição, um veículo para competir nos campeonatos de tuning e vencer. Esse é um tipo de automóvel que realmente não pode trafegar na rua. Depois, não sei por que, ela resolveu regularizar o carro para andar e aí não passou na vistoria, mas realmente não teria como passar”.
O engenheiro mecânico e responsável técnico da Seiv, Antônio Eustáquio Lapa, afirma que o carro foi reprovado devido a uma série de não-conformidades. Uma das mais graves foi a retirada do bocal de abastecimento da lateral do carro. Pela adaptação, um cano passa por todo o interior do veículo, indo até o compartimento do porta-malas por onde o carro é abastecido. As maçanetas também deixaram de existir, ficando a abertura das portas, que passaram a ser no formato “asas de gaivota”, por causa de interruptores internos ou controle remoto. O carro foi rebaixado, teve a suspensão alterada e as rodas instaladas ultrapassaram o diâmetro original. Com relação ao galão de nitro, porém, a dúvida permanece, pois, conforme o técnico responsável pela vistoria do carro de Rosa, Igor Antônio Alves Parreiras, no momento na inspeção, o galão ainda não havia sido colocado: “”estava só o buraco no painel”. “Devido às várias irregularidades, o carro não poderia ser aprovado para circular. Sugeri que regularizassem como carro de competição, mas não quiseram”, afirma Lapa. Para ser incluído na categoria competição, o carro pode teoricamente ter qualquer alteração, desde que atenda aos requisitos básicos de segurança. O documento passa a ter o registro ‘carro de competição’ e o automóvel não pode mais circular pelas ruas, tendo que ser levado de carreta para os locais de exposição ou competição. A saída seria voltar a forma de abastecimento ao normal, por questão de segurança.
Nasceu, no Baptist Children’s Hospital, em Miami, na Florida, o bebê mais prematuro nascido até hoje, de 21 semanas e 6 dias de gestação. Trata-se de Amillia Taylor que, quando do seu nascimento, pesava 280 gramas e media 24 centímetros.
Os paparazzi não perdem uma oportunidade. Basta um descuido e surge uma foto polêmica. Invasão de privacidade à parte a dedicação desses caras é algo louvável!
Humberto Oliveira (o ONEberto, em ‘inglês’) tem 34 anos, soteropolitano, observador nato, amante de esportes, com terceira Lua de Plutão, na primeira casa em Urano… não suporta astrologia, manuais, música brega e jogos de azar. No mundinho virtual desde os bons tempos de BBS, IRC e modem de 9.600, já viu tudo quanto é informação curiosa na internet, por isso, resolveu criar um espaço onde pudesse pulverizá-las diariamente.
° Comercial - comercial@obuteco.com.br