É inevitável deixar de pensar na louraça Fergie quando falamos de Black Eyed Peas. Mas a banda já existia antes dela e a verdadeira mente criativa do grupo é seu dono Will.I.Am.
Donos de sucessos instantâneos como Shut Up, Pump It e Don’t Lie, o grupo já de Los Angeles já se apresentou no Brasil duas vezes. Sua identificação com o país é tanta, que na música “Sexy” o grupo usa samples de “Insensatez”, uma bossa nova de Tom Jobim. Isso, claro, além do hit Mas Que Nada que regravaram com Sergio Mendes para embalar a campanha da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2006.
Mas o grande momento da ligação BEP – Brasil foi mesmo o show no reveillón de 2006-07 na praia de Ipanema. Mais de 200 mil pessoas dançaram ao som do hip-hop a chegada do novo ano.
Aqui no Musig você pode ouvir os grandes sucessos da banda, enquano aguarda o próximo cd, The E.N.D (Energy Never Dies). Basta clicar aqui e escolher a música, criar sua playlist e dançar à vontade.
O Metallica conseguiu. Depois de quase 30 anos de carreira, milhões de discos vendidos e polêmicas por todas as partes, eis que a maior banda de heavy-metal do mundo conseguiu entrar para o Rock ‘N Roll Hall Of Fame. E não podia deixar de ser sem uma controvérsia.
Há quem diga que Dave Mustaine (hoje fundador, cérebro, faz-tudo do Megadeth) deveria ter sido incluído na nomeação. Convenhamos que a participação dele é maior do que a de Robert Trujillo, o atual baixista, mas a banda escolheu com critérios apenas aqueles que gravaram um disco do Metallica.
Independente disso, o Metallica influenciou metaleiros através dos anos e continua fazendo com maestria o seu trabalho. Os shows da banda estão entre os mais enérgicos do mundo e continuam lotados.
E aqui no Musig, você tem à disposição uma gama de opções para ouvir do Metallica quando quiser, inclusive o novo álbum, o elogiadíssimo Death Magnetic.
Sabe quando você precisa dar um presente para alguém e não sabe o que enviar? Gostaria de dar um cd, mas não tem certeza do gosto da pessoa. Ou se ela for muito eclética e você ficar pensando se apenas um artista seria o suficiente?
O MusiG resolve o seu problema. De maneira rápida, fácil e eficiente, você pode mandar um VALE PRESENTE para qualquer pessoa e assim garantir um presente que é a cara dela.
São diversas opções que vão de R$ 10,00 a R$ 40,00, ou até assinaturas mensais. Quem receber o agrado poderá baixar as músicas que quiser, montar um cd personlizado e agradecer eternamente. É muito simples.
Para comprar o seu vale presente, primeiro é necessário ter créditos em sua conta. Para arquirir créditos basta ir na aba “Créditos” na Página de vendas, selecionar o valor desejado e finalizar a compra.
Depois de comprar o seu crédito, vá na aba “Vale presente” na Página de vendas, selecione o vale-presente desejado e clique em “Comprar”. O item será adicionado ao seu Carrinho de compras.
Vá então até o Carrinho de compras e conclua a sua compra. Um pop-up será exibido, informando o código do cartão. Insira o e-mail do destinatário, seu nome e uma mensagem ao seu amigo e pronto! O cartão será enviado.
Depois dessa sugestão, você não deixará ninguém de mãos abanando. Aproveite!!
Se você gosta de jazz, gosta de Miles Davis. E é impossível não gostar. Miles é um dos músicos mais influentes do século passado e sempre tocou com os grandes nomes. Ganhou oito Grammys, inclusive um pelo conjunto da obra, e foi incluído no Hall Of Fame do Rock ‘n Roll em 2006.
Tudo o que se falar de Miles será pouco para definir sua grandeza. É melhor ouvir. E por isso, o MusiG disponibiliza o cd Chronicles – The Complete Prestige Recordings 1951-1956, com 50 sucessos do gênio para você curtir em qualquer lugar. O preço é bastante convidativo (R$ 30,00) e se trata de uma coleção sem igual.
Você pode ouvir o cd também, basta clicar em cada música e criar sua playlist para ouvir quando quiser. Miles Davis é essencial para quem curte a boa música. Não perca essa chance. Além de ser um presentão.
Quando terminou com o Faith No More, o vocalista Mike Patton começou uma nova carreira: falar mal dos ex-companheiros. Tudo bem que ele continuou fazendo música, mas conseguiu mais barulho com a mídia quando resolveu espinafrar quem ao seu lado havia feito fama e fortuna com músicas memoráveis como Epic, From Out Of Nowhere, Falling To Pieces e outras.
O FNM foi com certeza uma das bandas de maior sucesso na década de 90 chegando a dividir o palco com transatlânticos do rock como Metallica e Guns N Roses. Eram considerados uma revolução no som do momento, sendo ao mesmo tempo agressivos na imagem e melódicos na música. A voz de Patton fazia uma contradição única com a guitarra de Jim Martin, apontado por muitos como um novo Slash (até pelo visual). A cozinha composta por Bill Gould e Mike Bordin era uma das mais pesadas do cenário e Roddy Bottum criou momentos memoráveis no teclado.
Era difícil apontar o estilo do FNM, que passava pelo progressivo e hard rock até o heavy-metal. Uma especialidade da banda era regravar velhso sucessos e deixá-los ainda melhores como War Pigs, do Black Sabbath e Easy, do The Commodores.
Como muitos grupos que atingem o sucesso rapidamente, o FNM se perdeu em meio ao ego de seus músicos e as famosas “desavenças musicais” que dissolveram tantas bandas por aí. Jim Martin foi o primeiro a sair e Mike Patton começou a dar mais atenção ao seu trabalho solo do que à banda. Bill Gould se juntou a Dino Cazares do Fear Factory e criou o Brujeria. Mike Bordin emprestou seu enorme talento nas baquetas a Ozzy Osbourne e a banda assim acabou. É?
Pois eis que voltaram. Anos (e brigas) depois, o quinteto está reunido para shows na Europa, mas há quem jure que é apenas por dinheiro. Nunca houve um sinal de reconciliação dos músicos e o guitarrista Jim Martin nem sequer foi cogitado. A banda recomeça de onde foi quebrada, com John Hudson na guitarra e nenhuma pretensão se lançar um álbum novo por enquanto. Segundo dizem os músicos, querem apenas tocar ao vivo, já que não possuem nenhum contrato com gravadora.
Bom, aos fãs o que fica é a esperança de mudarem de idéia. Ao contrário do que diz o nome da banda, a fé é essencial nesse caso. Aqui no MusiG você pode ouvir os sucessos do Faith No More quando quiser. Clique aqui e escolha sua música preferida.
Foi uma semana negra para a música brasileira, aquela no início de março de 1996. Muito se pode dizer dos Mamonas Assassinas, que eram mais uma banda engraçadinha, que não eram importantes, que não possuíam criatividade ou até mesmo que não faziam música. Ironicamente, após a tragédia que vitimou a banda, o quinteto de Guarulhos começou a ser tratado de forma mais respeitosa e os músicos até começaram a ser considerados talentosos.
O que ninguém podia negar é que os Mamonas eram carismáticos. Dinho e companhia faziam rir até em velório com suas letras de duplo sentido, às vezes no sentido literal mesmo, e com humor que faz falta atualmente. Não apelavam para escatologia ou sexo à vontade para tentar ser engraçados e as crianças podiam ouvir sem reprovação dos pais. Não tinham bundas dançando na frente da banda e todos faziam questão de mostrar que tocavam de verdade.
Dinho, o vocalista, e Samuel, o baixista, fariam aniversário no início de março, mas na noite do dia 02 de março de 1996, o avião onde estavam se chocou com a Serra da Cantareira, matando toda a banda. Fica a saudade de ambos, de Julio, Bento e Samuel, e das piadas e letras realmente engraçadas.
Chamá-los de dinossauros do rock é colocar essa banda no lugar comum. Muitos são os grupos dos anos 60/70 que se encaixam nessa categoria, mas como os animais pré-históricos, foram extintos. É a velha lei da natureza, só os fortes sobrevivem.
Está certo que há muito tempo que o Deep Purple não lança um trabalho digno de seu nome. Bons álbuns e shows calcados mais nos clássicos. E daí? Os Stones seguem a mesma linha, ou não? O que importa é que os clássicos do Purple são eternos. É bastante comum observamos nas casas de shows os coroas e a molecada agitando junto e cantando todas as letras. É a prova de que o som bom dura para sempre.
Depois de idas e vindas, dos membros originais apenas o batera Ian Paice marca presença até hoje. Os também antigos Roger Glover e Ian Gillan também estão lá, ao lado do tecladista Don Airey e o espetacular guitarrista Steve Morse. Morse já possuía uma carreira de respeito tendo sido eleito o “melhor guitarrista do mundo” por cinco anos consecutivos pelos leitores da revista Guitar Player. Se juntou ao Deep Purple em 1994 e susbstitui a altura o lendário (e problemático) guitarrista Ritchie Blackmore.
Para se ter noção da importância do Deep Purple na história do rock, o riff de “Smoke On The Water” foi eleito, em 2008, o “maior riff de todos os tempos”, à frente de “Smells Like Teen Spirit” (Nirvana), “Sweet Child O Mine” (Guns N Roses), “My Generation” (The Who) e “Born To Be Wild” (Steppenwolf). A escolha foi feita por alunos da escola técnica de música de Londres, uma das maiores e mais conceituadas do mundo.
O Brasil é sinônimo de futebol, alegria, praias, belezas naturais e muito mais. Mas não há símbolo maior do país no exterior do que aquela avenida onde belas mulatas sambam com energia de outro mundo no maior Carnaval do planeta. Embora Salvador junte mais gente na Bahia, o carnaval carioca ainda é o mais representativo quando falamos em escolas de samba. Também pudera, com enredos que entraram para a história, nomes como Mangueira, Beija-Flor, Portela e Império Serrano ficaram tão conhecidos país afora como os principais times de futebol.
Quem não lembra do Ratos e urubús larguem minha fantasia que Joãosinho Trinta levou para a avenida com a Beija-Flor de Nilópolis, causando polêmica e furor a ponto de a Igreja proibir a exibição da estátua de Jesus Cristo coberta de lixo? Também marcou época o refrão Explode Coração do samba Peguei um ita no norte, campeão pelo Salgueiro em 1995, tal como o que poderia ser uma previsão do futuro o que a Caprichosos de Pilares cantou em 1985 “Tem bumbum de fora pra chuchu /// Qualquer dia é todo mundo nu“.
Para 2009 as escolas de samba cariocas já estão prontas e afinadas. Será que teremos alguma música que entrará para a história? Qual será a polêmica da vez? Será uma imagem santa ou um tapa-sexo inexistente? Na próxima semana saberemos, mas você já pode começar a aprender os sambas-enredo cariocas aqui no MusiG. Isso mesmo, o cd com as músicas que farão a Marquês de Sapucaí dançar sem parar já estão disponíveis na loja de música do iG.
Você já deve ter visto por aí várias seleções se músicas que remetem à Sexta-Feira 13. Como não poderia deixar de ser, o MusiG também tem a sua e garantimos que o terror e o medo estão bem representados. Se quiser criar um clima em sua festa de sexta-feira, ou ouvir alguns dos maiores nomes do rock contemporâneo e histórico, confira sugestões abaixo e ouça seu som aterrorizante na loja MusiG. Mas ouça de luz acesa.
Alice Cooper: A tia velha do Rock não poderia ficar fora da lista. Conhecido por shows temáticos onde “morria” ao final de cada apresentação, Alice Cooper mudou a forma das bandas se apresentarem e o foi o percussor das interpretrações teatrais tão imitadas ao longo dos anos. Nos EUA, nos anos 70 e 80, havia quem realmente acreditava que as mortes eram reais.
Black Sabbath e Ozzy Osbourne: Contemporâneos de Alice, os quatro rapazes de Birminghan, formaram talvez a mais importante banda de heavy-metal em todos os tempos. Tony Iommi, Geezer Butler, Bill Ward e Ozzy Osbourne criaram o Black Sabbath a partir de uma banda de jazz e após seu primeiro disco, o homônimo Black Sabbath, foram considerados satanistas e coisa pior. Ironicamente, todos eram católicos e tocavam com cruzes nos palcos para mostrar sua devoção, porém souberam utilizar desse rótulo para vender mais. Após a saída do grupo, Ozzy continuou com a fama de ‘Príncipe das Trevas”, algo que foi aumentando com as histórias que o cantor colecionava, como comer morcegos no palco. Na verdade, ele mordeu o bicho, já morto, pensando se tratar de um boneco, mas quando descobriu, saiu correndo para um hospital e passou a noite tomando vacinas.
KISS: Outra banda que aproveitou esse lado teatral e sobe cativar os fãs (além de vender muito) foi o KISS. Suas músicas não possuiam uma linguagem satanista ou coisa do gênero, mas as pinturas em suas faces, principalmente a de Gene Simmons, o baixista, assustaram na primeira impressão e ajudaram a criar a imagem da banda. Soma-se a isso a boataria que se deu em torno do nome. Reza a lenda que KISS significa Kids In Satans Service. Em alguns lugares trocou-se o Kids por Knights. A banda nunca confirmou nenhuma das duas hitórias, mas também não se deu o trabalho de negar. Enquanto os boatos corriam, o KISS se firmou como uma das maiores bandas da história e para uma Sexta-feira 13, o álbum Creatures of the Night é uma boa pedida.
Type O Negative: O baixista e vocalista Peter Steele tem mais de dois metros de altura e passaria por vampiro facilmente. Não gosta de sair de dia, raramente dá um sorriso e sua voz é tão baixa que o próprio Satã poderia usá-lo como porta voz. As músicas são lentas e sombrias, característica do Doom Metal que a banda explora tão bem. As letras seguem no mesmo tom, mas mesmo com tanto suspense, o Type O Negative conseguiu explodir nas rádios e na MTV com o álbum Bloddy Kisses, de 1993, principalmente com a faixa Black No.1. Excelente pedida para climatizar qualquer evento dark.
Slayer: Mestres supremos do Thrash Metal, os californianos do Slayer nunca pegaram leve em suas letras. No início da carreira, álbuns como Reign In Blood, Hell Awaits e Haunting The Chapel já ditavam o tom da música de Tom Araya e cia. Hoje em dia, mais calmo, porém menos tolerante, o Slayer usa bastante a temática de serial killers e problemas sociais. Mas não esquece as raízes, principalmente quando lança um álbum chamado God Hates Us All. Suas músicas foram bastante utilizadas em vários filmes de terror e fazem parte da coleção dos amantes do gênero.
Cradle Of Filth: Figurinha carimbada em festas góticas e eventos de terror, o COF vem se consolidando como uma das principais bandas de metal na atualidade. Com muita maquiagem, efeitos na voz e letras sombrias, o som ainda não conseguiu ser rotulado. Balança entre o death metal, o gore, dark, gothic e outros estilos pesados. Utilizam muita sinfonia e arranjos clássicos no som e fazem a alegria dos vampiros modernos. Mas aviso: é bastante barulhento!
Obituary: Essa vai para os fãs de Jason, Michael Myers, Ed Gein, Charles Manson e assassinos em geral. O Obituary já foi considerado a banda mais sanguinolenta do mundo. Não há uma letra que não conote terror e morte em seu repertório. Isso quando não incluem temas mais pesados como autópsia e necrofilia. As capas são verdadeiras odes ao macabro e o som é tão pesado e rápido que faz o Slayer parecer banda de fado. Ao lado de Morbid Angel, Death e Canibal Corpse, o Obituary é considerado um dos pilares do death metal.
Iron Maiden: A Donzela de Ferro não é necessariamente uma banda satanista ou com cotonações no meio, mas a música The Number Of The Beast é um clássico que na época que foi lançada aterrorizou muita gente. Também pudera. O refrão “666, the number of the beast” cantado em 1982 era considerado algo bem incomum. Hoje, o Iron Maiden passa longe desses temas, mas o bonecão Eddie continua aparecendo nos show para alegria dos fãs. E em março eles estarão de volta ao Brasil!
Em fevereiro de 1959 o mundo do rock perdeu dois de seus nomes mais importantes até então. Buddy Holly e Ritchie Valens morreram em acidente aéreo na Dakota do Norte, EUA.
Ambos eram os nomes do momento e faziam um sucesso estrondoso, mesmo com suas curtas carreiras. Ritchie tinha apenas 17 anos mas já imortalizara as músicas “Come On, Lets Go”, “Donna” e a releitura de La Bamba, que deu nome ao filme feito em sua homenagem em 1987, com Lou Diamond Phillips interpretando o cantor.
Buddy também explodia nas rádios americanas com sucessos instantâneos como “Peggy Sue” e sua música era considerada muito sofisticada para aquele tempo. Com seu estilo mais controlado e tranquilo, era considerado um contraponto ao elétrico Elvis Presley e seu talento inovador inspirou jovens no mundo todo, inclusive dois que viriam a fazer parte dos maiores grupos do rock em todos os tempos: Paul McCartney e Mick Jagger, que sempre o apontam como uma de suas principais influências.
Buddy era mais velho do que Ritchie, mas ambos eram grandes amigos e o acidente inclusive ocorreu porque Holly deu carona a Valens no avião que alugara para poder chegar a tempo em Minnesota, local do próximo show. Insatisfeito com o ônibus oferecido para a viagem, Buddy quis alugar o avião. Ritchie ganhou o assento após uma disputa na moeda com Tommy Allsup, baixista de Buddy. Pouco antes de embarcar, Buddy brincou com Waylon Jennings, outro membro de sua banda, dizendo “espero que seus pés congelem no ônibus” no que Jennings respondeu “espero que seu avião caia”. Essas palavras o amaldiçoaram por toda a sua vida.
Nevava bastante e o piloto não possuía as credenciais necessárias para pilotar naquelas condições. Logo após a decolagem, o avião caiu em uma fazendo matando os dois músicos, mais J.P. Richardson, outro nome que fazia grande sucesso no momento, e o piloto. O acidente ficou conhecido como “O Dia Que A Música Morreu” na letra da música American Pie de Don McLean.
Mas aqui no Musig vocês podem continuar ouvindo o som desses jovens gênios que o destino levou embora. Curta sem parar as músicas de Ritchie Valens e Buddy Holly.
Esse é o espaço onde o assinante da loja e o internauta em geral fica sabendo das novidades da loja, os lançamentos, tira dúvidas e se informa a respeito da loja de música do iG, a mais descolada e moderna da internet brasileira.