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Posts com a Tag Zé Roberto Guimarães

quinta-feira, 13 de agosto de 2009 Seleção feminina | 13:28

Fabi pode desfalcar seleção no Grand Prix

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O final desta semana será de decisão para a seleção feminina. Time precisa de apenas mais uma vitória para se classificar para as finais do Grand Prix, mas pode ficar sem uma de suas principais jogadoras, que deu um susto na Coreia do Sul.

Fabi no treino da seleção - Arquivo/CBVA líbero Fabi torceu o tornozelo esquerdo no treino e ainda está com o local inchado. Ela se machucou na noite de terça-feira, passou por tratamento e já voltou a treinar com o grupo na quarta e hoje, mas ainda depende do aval do médico do time para saber encara o Japão na madrugada de sexta. As informações são do blog oficial da seleção feminina.

Não precisa nem falar o quanto o Brasil pode perder sem a líbero titular em quadra. Ainda mais contra as japonesas, que exploram a velocidade o tempo todo e vão exigir muita atenção da nossa defesa. Sem ela, a equipe fica sem liderança no fundo e pode se complicar… Mas vamos ter calma! Fabi é uma guerreira e vai fazer de tudo para entrar em quadra com a seleção. “Se estiver me sentindo bem vou jogar. Mas, primeiro, vou sentir se tenho condições de jogo. Não quero comprometer o time”, afirmou a líbero do Brasil. “Isso aqui é a minha vida. Amo o que faço”, completou.

Brasil enfrenta, além do Japão, Alemanha e Coreia do Sul na última etapa da fase classificatória do Grand Prix. As partidas estão marcadas para as madrugadas de sexta, sábado e domingo. Perto da vaga, vale usar esses jogos para embalar e chegar forte às finais.

E você? Como o Brasil pode ser comportar sem Fabi em quadra? O time consegue a vaga logo no primeiro jogo? Deixe o seu comentário e palpite para os finalistas do Grand Prix!

atualizado às 18h55

Notas relacionadas:

  1. Caras novas e outras velhas conhecidas para o Grand Prix
  2. Brasil ganha mais de um set de graça na estreia no Grand Prix
  3. Brasil e mais cinco nas finais do Grand Prix?
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

terça-feira, 11 de agosto de 2009 Seleção feminina | 10:41

Brasil e mais cinco nas finais do Grand Prix?

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A seleção feminina de vôlei está perto de mais uma fase final do Grand Prix. Para garantir o seu lugar, precisa apenas de uma vitória sobre o Japão, na Coreia do Sul, na próxima sexta-feira. Tomara que o jogo contra as japonesas seja mais simples que o caminho de Macau até Mokpo, sede das próximas partidas da seleção.

Depois do jogo contra a China, o técnico Zé Roberto Guimarães já havia reclamado no planejamento da FIVB (Federação Internacional de Voleibol) para a viagem da seleção (leia mais). Um trajeto de Macau para a Coreia do Sul, que poderia ser feito em pouco mais de três horas, demorou 23! E, como conta Georgia Infante, que acompanha a seleção no blog oficial da CBV, o time ainda teve que encarar espera no aeroporto, ônibus sem espaço para as malas e bagagens perdidas de Zé Roberto e Thaísa. Precisava tanta dor de cabeça?

Sheilla, Fabiana e Dani Lins na vitória sobre a China - Divulgação/FIVBMas vamos voltar para a quadra. O Brasil precisa vencer o Japão para estar matematicamente na próxima fase do Grand Prix. E vai encarar um time em ascensão. Depois de três derrotas no primeiro final de semana, inclusive para a frágil Tailândia, as japonesas surpreenderam. Atuando em casa, passaram por Porto Rico, Coreia e Rússia. Como elas já têm a vaga na final por ser o país-sede, vão atuar soltas e podem complicar com jogadas de velocidade. Vale o alerta para o bloqueio. As japonesas seguem o estilo das chinesas e o Brasil não se acertou neste fundamento no último jogo. Foram apenas sete pontos e não lembro de uma partida que o time não tenha chegado aos dois dígitos no bloqueio.

Para fechar a primeira fase, Brasil encara Alemanha, que já foi vencida na etapa do Rio de Janeiro, e Coreia do Sul, dona da casa, que está apenas na 11º colocação e, até agora, só venceu Porto Rico e perdeu todos os outros jogos. Acho que a seleção não terá problemas para se classificar.

Os outros
Além de Brasil e Japão, a Holanda segue bem neste Grand Prix. Assim como a equipe de Zé Roberto, ainda não perdeu. Está em segundo lugar na classificação geral pelo desempate em número de pontos. Mas terá um caminho mais complicado pela frente. Enfrenta Polônia, República Dominicana e a forte China na última etapa da classificatória.

China e Alemanha, na terceira e quarta colocadas respectivamente, também tem boas chances de se classificar. E se a final fosse hoje, a última vaga ficaria com a Rússia, que veio para o Grand Prix com algumas jogadoras novas e ainda não se encontrou em quadra.

E para você? Quem se classifica para as finais do Grand Prix? Vem aí o oitavo título do Brasil? Deixe o seu palpite no Mundo do Vôlei! Depois volto com um balanço para ver quem acertou!

Notas relacionadas:

  1. Brasil ganha mais de um set de graça na estreia no Grand Prix
  2. A final olímpica de volta no Grand Prix
  3. Brasil tem que suar para seguir invicto no Grand Prix
Autor: Aretha Martins Tags: , , ,

domingo, 2 de agosto de 2009 Seleção feminina | 15:14

A final olímpica de volta no Grand Prix

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Em quadra nesta manhã de domingo estavam Brasil x Estados Unidos. Os mesmos times que brigaram pelo ouro olímpico em Pequim, no ano passado. O Brasil era praticamente o mesmo, só com Dani Lins no lugar de Fofão. Já os Estados Unidos, totalmente renovado. E mais uma vez, deu Brasil. A seleção venceu por 3 sets a 0 (veja como foi a partida) e terminou invicta a primeira etapa do Grand Prix.

O jogo de hoje foi mais complicado da fase do Rio de Janeiro. Mesmo novatas, as americanas seguem com a característica principal do seu voleibol: a defesa. A bola não cai na quadra delas. E elas são muito guerreiras. Mesmo sem a qualidade técnica do Brasil, acreditaram em todas as jogadas, fizeram defesas lindas e deram trabalho à seleção nacional.

Os dois primeiros sets foram bem equilibrados. As americanas estudaram muito o Brasil também e sabiam da força do nosso bloqueio. Com isso, não chegaram atacando para cravar a bola na quadra e, sim, exploraram a mão de fora da nossa jogadora e a tática deu certo. Além disso, o saque tirou o passe da mão de Dani Lins, que usar muito a oposta Sheilla, que estava bem marcada e não conseguiu explorar o bloqueio dos Estados Unidos. Só Mari estava atacando com mais eficiência.

Natália ataca contra os Estados Unidos - Divulgação/VipcommMas, mesmo com as medalhistas olímpicas em quadra, quem entrou e deu moral para as brasileiras crescerem nos finais dos sets e dominarem o terceiro foi uma novata. Natália, que teve jogar com esparadrapo da mão por causa de um dedo fraturado, entrou no saque no primeiro set e ficou lá até o Brasil fechar a parcial. No segundo, ela foi a segurança no ataque e virou todas as bolas que recebeu. Ficou em quadra no terceiro set e manteve o desempenho.

E o último set, vencido com facilidade, foi o momento que o time brasileiro acertou a mão no saque tático e arrumou o bloqueio. Sem passe, os Estados Unidos se perderam em quadra.

Foi um bom começo de Grand Prix. Três vitórias, em três jogos, com três níveis de adversários diferentes. Porto Rico entregou o jogo. Já a Alemanha viu o melhor do Brasil em quadra. E os Estados Unidos exigiram adaptação e crescimento ao longo da partida. A seleção agora viaja para Macau e volta a jogar no dia 7 (sexta-feira), contra a Tailândia.

E você? Assistiu aos jogos da seleção feminina? Estava no Maracãzinho? O que achou da primeira etapa do Grand Prix? Deixe a sua opinião no Mundo do Vôlei.

Notas relacionadas:

  1. Caras novas e outras velhas conhecidas para o Grand Prix
  2. Com bloqueio de volta, seleção feminina vai à semifinal
  3. Brasil ganha mais de um set de graça na estreia no Grand Prix
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

sábado, 1 de agosto de 2009 Sem categoria | 18:11

Vitória com aula de bloqueio no Grand Prix

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A seleção brasileira feminina venceu mais uma no Grand Prix, no Rio de Janeiro. Diante da Alemanha, o time de Zé Roberto deu uma aula de bloqueio logo no primeiro set e venceu por 3 sets a 0, com parciais de 25/12, 25/19 e 25/16 (veja como foi a partida). Brasil segue invicto na competição.

A partida deste sábado prometia ser bem mais complicada que o simples jogo de estreia contra a frágil seleção de Porto Rico. As rivais alemães haviam vencido os Estados Unidos e têm um time muito mais consistente que as caribenhas. Mas o Brasil também estava melhor em quadra. Não demorou a entrar no ritmo, como no primeiro jogo.

Thaisa bloqueia para o Brasil - Divulgação/VipcommO bloqueio, melhor fundamento dessa geração da seleção brasileira, voltou a funcionar muito bem e, como disse Zé Roberto após a partida, colocou pressão desde o começo. Foram 15 em todo o jogo neste fundamento, metade só no primeiro set. Destaque para as centrais Thaisa e Fabiana, que têm uma excelente leitura do jogo adversário. Com isso, as alemãs não tiveram muito espaço e quando passaram a acertar o ataques, explorando o bloqueio ao invés de tentar colocar a bola no chão, o Brasil estava muito mais seguro em quadra.

E foi isso foi umas coisas que mais me chamou a atenção. A seleção manteve a concentratação e o equilíbrio, além do respeito tático. O Brasil estava focado o tempo todo e sabia como se movimentar a cada jogada. Assim, mesmo quando a Alemanha encostava no marcador, logo vinha uma instrução do banco que era prontamente atendida na quadra e a seleção abria vantagem novamente.

Para ajudar, o saque da europeias também não quebrou o passe nacional e Dani Lins conseguiu explorar todas as jogadas nacionais. Ela ganhou elogios merecidos do técnico. Teve uma excelente atuação, com jogadas de classe com chutadas a ponta e bolas rápidas pelo meio.

Agora, o time verde e amarelo encara os Estados Unidos. Será a re-edição da final da Olimpíada. Em Pequim, o Brasil levou a melhor. E com a concentração e o ótimo trabalho na defesa, principalmente com o bloqueio, aposto no Brasil de novo.

E você? Estava no Maracañazinho? O que achou de mais essa vitória do Brasil? E o que espera do jogo contra o Estados Unidos? Deixe o seu comentário!

Notas relacionadas:

  1. Uma pequena folga
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

domingo, 5 de julho de 2009 Seleção feminina | 01:53

Seleção feminina é campeã da Copa Pan-Americana

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Segundo torneio, segundo título da temporada. A seleção brasileira feminina venceu a República Dominicana por 3 sets a 0, com parciais de 25/18, 25/20 e 25/14, e faturou o bicampeonato na Copa Pan-Americana na noite deste sábado.

Seleção feminina comemora na final da Copa Pan-Americana - Divulgação/Norceca.orgO time verde e amarelo contou com o que sabe para vencer: bom saque e bloqueio. Como em toda a competição, a atuação na rede das brasileiras não deu espaço às adversárias. Foram 14 pontos de bloqueio contra apenas três das dominicanas. Nem parecia a mesma equipe que perdeu para a mesma República Dominicana na fase classificatória, em uma partida cheia de deslizes em todos os fundamentos.

A seleção dominou o primeiro set de ponta a ponta. Ficou atrás apenas uma vez na segunda parcial. Saiu atrás na terceira, mas virou e passeou com um 25 a 14. E Sheilla, como em quase todo o torneio, foi a maior pontuadora do jogo, com 15 bolas no chão (10 no ataque, quatro no bloqueio e uma no saque). A oposto só não liderou o número de pontos na estréia, contra o Canadá, e na vitória sobre Trinidad e Tobago, quando o Brasil usou todas as suas reservas.

Mas não foi apenas Sheilla, veterana da seleção, quem teve chance de jogar. A Copa Pan-Americana serviu para que o técnico Zé Roberto colocasse todas as suas jogadoras em quadra. E, mais uma vez, ele fez questão de ressaltar que esse não é o mesmo time que foi campeão olímpico em Pequim. Apenas Fabi, Sheilla, Mari, Sassá e Thaíssa faturam o ouro olímpico e estavam no torneio. O Brasil ainda contou com Dani Lins, Carol Gattaz, Joycinha, Adenízia, Ana Tiemi, Natália, Regiane e Camila Brait.

E mesmo com tantas caras novas, o time continuou com o seu bom jogo e ainda ganhou estatura. Além disso, mostrou que é sim um time novo e ainda em desenvolvimento, mas que sabe se recuperar. “Estou satisfeito com a vitória”, disse Zé Roberto após o ouro na Copa Pan-Americana. Pena que não vimos essa conquista, pela pouca cobertura dada a esse torneio, como disse e os leitores já comentaram por aqui… Foi uma vitória e mais um título que prova que o time está no caminho certo e pode se dizer preparado para o torneio classificatório para o Mundial, que começa no dia 22 de julho. Depois de jogar a Pan-Americana com a equipe de novos, valeu a pena levar a seleção principal e arrumar o elenco para a temporada!

E você? Estava no ginásio ou assistiu ao jogo? O que achou de mais esse título da seleção feminina? Mande o seu comentário para o Mundo do Vôlei!

Veja os números da final da Copa Pan-Americana

Notas relacionadas:

  1. Primeira derrota da seleção feminina
  2. Com bloqueio de volta, seleção feminina vai à semifinal
  3. Seleção feminina está na final, mas todo mundo sabe?
Autor: Aretha Martins Tags: , , , ,

sexta-feira, 3 de julho de 2009 Seleção feminina | 00:51

Com bloqueio de volta, seleção feminina vai à semifinal

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A seleção feminina brasileira se recuperou da derrota para a República Dominicana, voltou a usar bem a sua principal arma e se classificou para a semifinal da Copa Pan-Americana. Brasil venceu o Peru por 3 sets a 0 e agora encara os Estados Unidos na briga pela final da competição. A outra semifinal será entre República Dominicana e Porto Rico.

Fabiana ataca contra o Peru - Divulgação/Norceca.orgO time de Zé Roberto voltou a bloquear bem, marca registrada desde a conquista da medalha de ouro em Pequim. No jogo desta quinta-feira, foram 17 bloqueios contra apenas 3 das peruanas. Essa é a cara do Brasil: se aproveitar das excelentes centrais e fazer pressão na rede o tempo todo, além de um saque potente.

Mas, mesmo reconhecendo que o time foi bem em todos os sentidos, serviço, bloqueio e defesa, Zé Roberto Guimarães fez um alerta. “Quero deixar claro que o Brasil é o atual campeão olímpico, mas esse é um novo time, em um novo ciclo de preparação com algumas jogadoras que foram para a Olimpíada”, explicou o treinador.

Pode deixar, Zé Roberto! Nós sabemos que a seleção está renovada e que terá altos e baixos, como nos jogos contra a Argentina, na vitória por 3 sets a 1, e contra a República Dominicana, na derrota por 3 sets a 2. O time é novo sim, mas mostrou que sabe se recuperar. Depois do tropeço contra as dominicanas, a seleção se levantou e passou com facilidade pelo Peru

Parece que a mescla de jovens e experientes está no caminho certo. O Brasil não perdeu seu estilo de jogo e está indo bem. Vamos ver contra a nova seleção norte-americana na semifinal! Os Estados Unidos também estão se renovando e vão para a quadra com uma mistura de olímpicas e novatas, assim como a equipe verde e amarela. O jogo será nesta sexta-feira, às 21h (horário de Brasília).

E você? O que está achando da renovação da seleção feminina? Podemos sonhar com mais um título nesta temporada? Deixe o seu comentário!

Notas relacionadas:

  1. Técnico da seleção apenas na seleção
  2. Saque e bloqueio dão vitória sobre a Polônia
  3. Primeira derrota da seleção feminina
Autor: Aretha Martins Tags: , , , ,

quarta-feira, 1 de julho de 2009 Seleção feminina | 16:20

Primeira derrota da seleção feminina

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O time de José Roberto Guimarães perdeu pela primeira vez nesta temporada. A seleção caiu diante da República Dominicana por 3 sets a 2 na Copa Pan-Americana, na noite de terça-feira depois que mais de um a ano de invencibilidade. Em quase duas horas de confronto, o Brasil não achou maneira de parar o ataque de Bethânia de La Cruz, que marcou 26 pontos, sendo 8 apenas no quinto set.

E vale lembrar que o bloqueio brasileiro estava sendo a grande arma nesta competição. No jogo anterior, na vitória por 3 a 0 contra o frágil time de Trinidad e Tobago, foram 13 pontos neste fundamento contra apenas 2 das adversárias. O bloqueio também foi fundamental no susto contra a Argentina, na segunda partida do torneio. O Brasil começou a partida devagar, venceu o primeiro set no sufoco e perdeu o segundo. Depois, virou e fechou em 3 a 1 com supremacia na rede. Foram arrasadores 23 bloqueios contra 4 das argentinas. Mas, nada disso funcionou contra Bethânia, já que a dominicana fechou mais de um set sozinha.

Jogar contra as caribenhas lembra jogar contra Cuba. É sempre um duelo duro, os times se conhecem muito bem e jogam na catimba o tempo todo.Os estilos em quadra são parecidos. Assim como a nossa seleção, República Dominicana, e também Cuba, usa o saque forçado e a presença do bloqueio para segurar as rivais. Dessa vez, o Brasil errou nos momentos cruciais e levou a pior.

Entretanto, o Brasil perdeu quando podia perder. Enquanto as dominicanas já estão na semifinal, a seleção verde e amarela terá que lutar nas quartas-de-final contra o Peru. O jogo está marcado para a quinta-feira, às18h30 (horário de Brasília). Se vencer, pode encarar de novo a República Dominicana na decisão e, aí sim, nada de dar mole!*

E Zé Roberto aproveita esse campeonato para testar a seleção. Adenízia, Regiane, Joycinha e Natália, caras novas dessa equipe, tem ganhado o seu espaço. Carol Gattaz, que fez um ótimo torneio no Volley Masters, também briga por uma vaga. E é assim que deve ser. Mesmo com alguns tropeços, o técnico deve mesclar seu time para conhecer todas as jogadoras e decidir quem vai atuar no campeonato classificatório para o Mundial de 2010 e para o Grand Prix, os torneios realmente importantes nesta temporada da seleção.

E você? Acha que a seleção feminina se recupera da primeira derrota do ano e traz mais um título? Deixe a sua opinião!

*informação atualizada

Notas relacionadas:

  1. Técnico da seleção apenas na seleção
  2. Primeiro torneio, primeiro jogo, primeira vitória
  3. Saque e bloqueio dão vitória sobre a Polônia
Autor: Aretha Martins Tags: , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. Última