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terça-feira, 27 de dezembro de 2011 Seleção feminina, Seleção masculina, Superliga | 11:24

Retrospectiva: 2011 teve vaga olímpica, sustos e decepção

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Mais um ano de blog e mais uma vez aqui está a tradicional retrospectiva. O ano de 2011 foi de aquecimento no mercado nacional e alerta para as seleções, tanto masculina quanto feminina. E para vocês, o que mais marcou nos últimos 12 meses? Relembre nos tópicos, clique nos links para reler mais sobre os assuntos e deixe seus comentários no final. E Feliz 2012! Até lá!

Acidente e preconceito na Superliga 2010/2011

Acidente-Vôlei Futuro/Futura Press

Ônibus do Vôlei Futuro tomba perto de ginásio da semifinal da Superliga feminina

A Superliga 2010/2011 foi a primeira decisão na temporada do vôlei por aqui. E a fase final foi mais conturbada do que o normal por problemas que aconteceram fora das quadras.

Na semifinal da edição feminina, o ônibus com a delegação do Vôlei Futuro tombou perto do ginásio do Osasco, no dia 12 de abril. Segundo as primeiras informações, a líbero norte-americana Stacy Sykora era a única que preocupava, com um corte na cabeça. Pouco depois, todos souberam que a situação era bem mais grave e que a atleta havia sofrido um traumatismo craniano. Stacy ficou quase um mês internada, voltou aos EUA para completar a recuperação e, aos poucos, já voltou a atuar. A líbero segue no Vôlei Futuro para a temporada 2011/2012.

Já na semifinal do masculino, o Vôlei Futuro foi jogar na casa do Sada/Cruzeiro e o central Michael afirmou ter passado a partida ouvindo gritos preconceituosos. O caso tomou grandes proporções, o Sada/Cruzeiro foi multado e, no jogo de volta, o time de Araçatuba fez uma “festa rosa” para o atleta, com jogadores usando camisas rosa ou com o arco-íris, símbolo GLSTB e a torcida com batedores coloridos e com o nome de Michael. Ele assumiu ser homossexual e, em uma entrevista exclusiva, falou que nunca namorou, nem homem e nem mulher. Dentro de quadra, o Sada/Cruzeiro levou a melhor e ficou a vaga na decisão.

No final, um campeão inédito e um velho conhecido

Unilever vence a Superliga - Divulgação/CBV

Unilever faturou o sétimo título na Superliga

A edição 2010/2011 da Superliga teve um campeão novato e outro mais do que conhecido. No masculino, o Sesi venceu o Sada/Cruzeiro e conquistou o seu primeiro título nacional com uma equipe equilibrada e um grupo homogêneo. Tanto que, na decisão, o nome do jogo não foi alguém da seleção. O destaque ficou para Vini, prova de ter um grupo completo e preparado pode valer mais do que só alguns selecionáveis.

Entre as mulheres, mais um Unilever x Sollys/Osasco. E o time do Rio de Janeiro, derrotado na temporada 2009/2010, recuperou a coroa e faturou o sétimo título nacional. Na decisão, assim como em quase todos os jogos do time, Sheilla foi a jogadora de segurança. Agora, na temporada 2011/2012, ao lado de uma levantadora experiente como Fernanda Venturini, tende a crescer ainda mais em quadra.

Novos ‘supertimes’, volta de Venturini e mais contratações

Fernanda Venturini - Divulgação

Depois de quatro anos, Fernanda Venturini volta a jogar e assina com o Unilever

Como o costume, depois da Superliga vem a movimentação do mercado e, nesse ano, dois ‘supertimes’ surgiram. Em abril, Eike Batista montou o RJX, no Rio de Janeiro. a equipe contrataria Dante, Marlon, Théo e Lucão, da seleção, além de Lipe, Alan e outros nomes importantes. No mesmo mês, a Cimed anunciou a parceria com a Sky. A ex-patrocinadora deixou o Pinheiros depois de uma temporada turbulenta, com dispensas de Rodrigão e Marcelinho e eliminação nas quartas de final da Superliga diante do Sada/Cruzeiro, que seria vice-campeão. O Pinheiros não manteve o time e a Cimed “ganhou” Giba e Gustavo para a temporada 2011/2012.

No feminino, o mercado viu trocas entre rivais e até o final de uma aposentadoria. Atendendo a um pedido de Bernardinho, que ficou sem levantadora depois de Dani Lins assinar com o Sesi, que montou um time feminino em 2011, Fernanda Venturini voltou a jogar e é a levantadora do Unilever. O time também tirou Natália do rival Sollys/Osasco.

O problema é que, até dezembro, alguns reforços ainda não jogaram em seus times. Giba, com fratura por estresse na tíbia, e Natália, depois da segunda cirurgia para retirada de um tumor benigno na canela esquerda, são exemplos de contratados que ainda não atuaram.

Depois de Stacy, o susto com Jaqueline

Jaqueline - Vipcomm

Jaqueline deixa hospital depois de fratura na cervical na estreia no Pan

Quem acompanha vôlei teve dois grandes sustos em 2011. O primeiro foi o acidente com o time do Vôlei Futuro e o traumatismo craniano de Stacy, como comentamos. Meses depois, Jaqueline foi a protagonista da vez. Pelo menos as duas estão bem e recuperadas.

A jogadora deu um susto gigante ao se chocar com Fabi logo na estreia do Brasil no Pan-Americano de Guadalajara. As duas caíram para defender uma bola e a ponteira bateu a nuca na testa da líbero. O resultado, depois de momentos de apreensão e de ver a jogadora deixando a quadra de maca, foram fraturas em duas vértebras da cervical.

Jaqueline, que já tinha sofrido no ano com a perda de seu primeiro bebê logo no começo da gestação, surpreendeu na recuperação. O que eram oito semanas com o colar cervical viraram três e na semifinal do Paulista, em novembro, ela já estava em quadra novamente.

Novidades emplacam na seleção feminina

Tandara- Divulgação/CBV

Tandara chegou para ficar na seleção feminina

Já que falamos de mercado e novos times, vamos falar também de caras novas na seleção feminina. 2011 viu a estreia de Tandara como oposta. A jogadora ficou com o lugar de Joycinha e se tornou uma arma no ataque, para as inversões de 5-1, e também no saque, com pontos importantes ao entrar no serviço nos finais dos set. Ela ainda é reserva de Sheilla, mas tem potencial.

Fernanda Garay voltou ao time de Zé Roberto na temporada e não fez feio. Ela ajudou no passe, grande problema da equipe, e ainda mudou o ritmo de ataque. A ponteira segue a boa fase no Vôlei Futuro e deve ter vindo para ficar.

Juciely completa o trio de novidades do ano, mas a central ainda está atrás de Fabiana e Thaísa e tem que brigar com Adenízia por uma vaga entre as preferidas de Zé Roberto.

E falando nas mulheres, 2011 acabou com decepção

Fabi e Sheilla - Divulgação/FIVB

Seleção decepcionou na Copa do Mundo e perdeu a primeira chance de se classificar para as Olimpíadas

Com suas caras novas, a seleção feminina partiu para um ano de recuperação. Em 2010, o Brasil foi prata no Grand Prix e prata no Mundial. Agora, conseguiu voltar ao lugar mais alto do pódio, mas ainda decepcionou.

A seleção teve ouro na Copa Pan-Americana, em torneio amistoso em casa e no Sul-Americano e ainda ficou com a prata depois de ser derrotada pelos Estados Unidos com facilidade na decisão do Grand Prix. Mas os problemas e as críticas começaram nos Jogos Pan-Americanos.

Zé Roberto, visando treinar o time para a Copa do Mundo, que valeria a vaga olímpica, levou a equipe principal para Guadalajara. Lá, rivais como os Estados Unidos estavam com a equipe B. O Brasil foi ouro, mas depois, decepcionou e, com três derrotas, ficou apenas em quinto lugar na Copa do Mundo.

Aí vieram as perguntas e as críticas, até de Ary Graça. Valeu a pena jogar com a seleção A em Guadalajara? O time está preparado para lutar pelo bi nas Olimpíadas de Londres? Mais uma vez a seleção está com problemas em quadra, como no passe e no levantamento, e fora dela, como o emocional.? As respostas só virão em 2012. E o ano começará mais cedo, já que as atletas terão que disputar o pré-Olímpico continental para chegar a Londres.

Homens conseguem vaga, mas no sufoco

Giba - Divulgação/FIVB

Giba comemora ponto na vitória sobre o Japão. Jogo valeu o bronze e a vaga olímpica

A seleção masculina fechou 2011 com a vaga olímpica assegurada, mas o caminho até aqui não foi simples. Bernardinho aproveitou o calendário cheio de campeonatos para montar duas equipes e mesclar jogadores em alguns torneios. A equipe B foi ouro no Pan, mas a A teve problemas e derrotas inesperadas.

O time principal venceu o Sul-Americano, mas ficou com a prata na Liga Mundial e passou sufoco para assegurar o terceiro lugar no Japão e lugar Nos Jogos Olímpicos de Londres, com tie-break contra China e derrotas para Itália, Cuba e Sérvia. O bronze a vaga olímpica só vieram na última fase, no último jogo. E quem não viu a briga entre Bernardinho e Serginho diante das câmeras na vitória sobre a Argetina? Os dois perderam a cabeça, mas logo minimizaram a discussão, falando que era algo normal e que a convivência seguia boa. Depois, Murilo, que foi o pivô da briga (Serginho “tomou as dores” do companheiro com Bernardinho, que reclamava do Brasil em jogo no qual a Argentina não se esforçou para fazer nada, já que a derrota até que ajudaria a equipe), comentou que até há um desgaste no time, mas não a ponto de alguém pedir para sair.

O ano também foi de fazer testes e trocar jogadores em algumas posições.o que gerou insegurança na equipe. Afinal, quem são os opostos da seleção, por exemplo? Mas os atletas também ressaltaram que esse foi o ano certo para esses testes e que todos estão confiantes para o ouro em 2012, ano que fechará o ciclo olímpico e também marcará as últimas Olimpíadas de ídolos como Giba, Dante…

Notas relacionadas:

  1. A final olímpica de volta no Grand Prix
  2. Brasil tem vaga na semi e cabeça no lugar no Mundial
  3. Unilever terá ataque de gala na temporada 2011/2012
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , , , , ,

quinta-feira, 5 de maio de 2011 Campeonato Italiano, Mais Europa | 21:22

Como foi ou como está a temporada dos brasileiros lá fora?

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Neste ano, quase todos os atletas das seleções brasileiras jogaram por aqui. Mas teve gente que ganhou medalhas lá fora. E tem gente que ainda está na briga por um lugar no pódio. Por isso, o Mundo do Vôlei fez um pequeno balando de como foi e de como está a temporada de alguns dos nossos jogadores que estão na Itália, Turquia, Rússia…

Bruninho duela por final no Italiano

Bruno vibra na vitória do Modena em casa na Itália

Bruno vibra na vitória do Modena em casa na Itália

O levantador, que já renovou com a Cimed para a próxima temporada, fez um contrato de 45 dias com o Modena para jogar os playoffs do Campeonato Italiano e está vivo na competição. O seu time empatou a série semifinal contra o Trentino, time campeão europeu e mundial e que conta com o levantador brasileiro Rapha, nesta quinta-feira. Em casa, eles venceram por 3 sets a  1 e Bruninho foi apontado pela imprensa italiana como o melhor levantador do mundo. O playoffs será decidido apenas no domingo. Quem vencer, encara Macerata ou Cuneo, que também estão empatados em 2 a 2. Essas equipes não contam com brasileiros.

Marcelinho, outro levantador brasileiro, foi dispensado pelo Pinheiros/Sky em dezembro e fechou com o Treviso, mas caiu nas quartas de final do torneio nacional.

Finais na Rússia e na Turquia
Por lá os brasileiros também ainda disputam o ouro. Dante, com o Dinamo Moscou, faz a série final do Campeonato Russo contra o Zenit Kazan, comandado pelo campeão olímpico Ball, dos Estados Unidos. É mais um playoffs que ainda está empatado. O terceiro jogo será nesta sexta-feira. Depois, eles se enfrentam de novo no sábado e, se precisar, fazem o quinto e último confronto no dia 12. Já na Turquia, o Fenerbaçe, de Fofão e Zé Roberto Guimarães, disputa mais um título no feminino.

Quem já foi campeão

Trentino faturou o terceiro título consecutivo na Liga dos Campeões

Trentino faturou o terceiro título consecutivo na Liga dos Campeões

Desde o começo do ano, alguns brasileiros conquistaram títulos no exterior. O Trentino, de Rapha, teve um início de temporada arrasador. Depois de fechar o ano passado com o segundo título mundial, faturou o terceiro ouro na Liga dos Campeões da Europa, em março.

Ainda nos torneios europeus, Renatinha, que já passou pela seleção brasileira, foi campeã com o Chateau d’Ax Urbino na Copa CEV.

Na primeira temporada na Turquia, o ponta João Paulo Bravo, campeão mundial com o Brasil em 2010, foi campeão da Copa da Turquia com o Arkas Spor. Porém, no torneio nacional, ele ficou com a prata.

O brasileiro Fernando Maia caiu no Campeonato Português com o Castelo de Maia, mas faturou a Supertaça de Portugal.

Dessa vez não deu

Dínamo Moscou ficou com o bronze na Liga dos Campeões

Dínamo Moscou ficou com o bronze na Liga dos Campeões

Alguns desses brasileiros também subiram ao pódio em outros torneios, mas sem o ouro. Dante, com o Dínamo Moscou, fechou a Liga dos Campeões em terceiro lugar nesta temporada. No feminino, o bronze foi para o Fofão, Zé Roberto e o Fenerbahçe.

Marcelinho, além de ter se despedido mais cedo do Italiano, faturou o vice-campeonato com o Trentino na Copa CEV. Já Rodrigão, outro dispensado pelo Pinheiros/Sky em dezembro de 2010, teve que se contentar em chegar até às quartas no torneio europeu e até às semifinais no Campeonato Turco com o Ziraat Bankasi.

Ainda falando em times turcos, João Paulo Bravo levou mais uma medalha de prata com o Arkas Spor, na Euro Challenge Cup.

Agora, além da torcida por novos títulos, fica a expectativa para saber de alguns deles volta para o Brasil. Além de Bruninho, acertado com a Cimed, Rodrigão e Dante devem voltar, sim. O central está perto do Sesi e o ponteiro, do time de Eike Batista no Rio de Janeiro. Já Zé Roberto tem mais um ano de contrato com o Fenerbahçe e Fofão, apesar dos boatos, disse no Twitter que está feliz por lá. O jeito é esperar por aqui…

Notas relacionadas:

  1. Brasileiros na ponta do Italiano e na Liga dos Campeões
  2. Ah, como é bom tirar férias!
  3. Brasileiros conquistam título inédito na Itália
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,

terça-feira, 8 de junho de 2010 Seleção feminina, Superliga | 13:54

Zé Roberto ganha conselhos de jogador de futebol

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O técnico da seleção feminina Zé Roberto Guimarães assinou com o time turco Fenerbahce e vai voltar a comandar uma equipe fora do país. Segundo informações do Blog do Massi, o treinador se aconselhou com Alex, do futebol, para saber qual o clima do clube e de Istambul antes de fechar o seu contrato.

Zé Roberto assina com o Fenerbachce

Zé Roberto assina com o Fenerbachce

O jogador é um ídolo na Turquia e atua no Fenerbahce desde 2004. Ele explicou para Zé Roberto como era a vida em Istambul e a relação com torcedores e dirigentes. O técnico parece ter gostado…

Mas ele irá se mudar para Istambul apenas no final do ano. O técnico fica no Brasil com a seleção até a disputa do Mundial, competição mais importante da temporada, viaja para o torneio no Japão e só depois vai para a casa nova. Uma decisão acertada de Zé Roberto, que deve aproveitar o Grand Prix para montar o time para buscar o inédito ouro mundial.

O novo trabalho de Zé Roberto pode até ajudar a seleção brasileira no futuro. O time turco conta com estrelas como a central alemã Christiane Fürst, a atacante russa Sokolova e a polonesa Skowronska. Elas são destaques das seleções de seus países e sempre cruzam com o Brasil nos torneios internacionais. Conhecê-las de perto pode ser um ponto positivo para a nossa seleção. Para completar, resta saber se Fofão, que tem proposta do vôlei da Rússia, também vai aceitar o convite do Fenerbache.

Mari e Sheilla com a camisa do Unilever

Mari e Sheilla com a camisa do Unilever

Camisas novas

E falando em seleção brasileira, Mari e Sheilla aproveitaram uma folga nos treinamentos em Saquarema e vestiram as suas novas camisas. As duas foram apresentadas no Unilever e, com isso, o time muda a sua cara. De uma equipe forte no meio, com Fabiana, agora no Vôlei Futuro, passa a ser potente pelas pontas, com as duas novas atacantes.

Sem questionar a capacidade de Mari e Sheilla, mas acho que a mudança não é boa para as cariocas. Ter o meio como a jogada de segurança é uma bela arma, já que segura o bloqueio e livra as pontas. E Fabiana é rainha nessa posição. Vamos ver como será a nova temporada….

Notas relacionadas:

  1. Brasil ganha mais de um set de graça na estreia no Grand Prix
  2. Bloqueio e Zé Roberto deixam Brasil mais perto do octa
  3. Zé Roberto é o técnico do ano, e ele merece!
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , ,

sexta-feira, 9 de outubro de 2009 Campeonato Italiano, Seleção feminina | 10:25

Zé Roberto é o técnico do ano, e ele merece!

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Confesso que a reaprendi a gostar de Zé Roberto Guimarães. Foi com ele que me apaixonei pelo vôlei, no ouro olímpico em Barcelona. Depois, fiquei um pouco decepcionada com a sua ida para o futebol. Quando voltou ao vôlei, achava seu jeito calmo demais. Mas agora, compreendo a sua forma de comando. E ele foi reconhecido na Itália também! Faturou a eleição de técnico do ano da última temporada, à frente do Scavolini Pesaro (leia mais).

Muitos estão acostumados ao estilo Bernardinho de ser. Sempre explosivo, enérgico com todos da equipe em todos os momentos dos jogos. Zé Roberto segue uma linha mais amena e é tão bem-sucedido como o técnico da seleção masculina. Prefere a conversa aos gritos, por exemplo. Quem assiste aos jogos, dificilmente o vê muito nervoso no banco, ou quase rasgando a camisa, o que é muito comum para Bernardinho. Até a sua fala é mais calma.

E foi com esse jeito mais sereno que ele colocou a seleção feminina onde ela está, no topo. Além das conversas, ele mostrou que entende as mulheres, tanto já jurou amor eterno a elas, e que sabe cobrar. Quem não se lembra do veto aos “bumbuns” grandes na seleção, em fevereiro do ano passado?

A partir daí eu passei a gostar mais dele! Foi uma prova que não daria moleza para as convocadas e que, depois de resultados frustrantes e da fama de amarelar sempre, as meninas teriam que trabalhar e muito na seleção. O resultado a gente já sabe. Ouro no Grand Prix de 2008, ouro em Pequim e ouro em todas as outras competições até hoje.

Zé Roberto é um ponto de equilíbrio quase ideal. Ainda acho que poderia cobrar de maneira mais enérgica em alguns momentos, para acordar mesmo as jogadoras. Mas admiro a sua capacidade de conversar, acalmar e passar o que ele deseja para suas comandadas. O título de melhor do ano foi merecido!

Para completar, um vídeo do técnico relembrando seus tempos de jogador (ele foi levantador da seleção brasileira na década de 70) ao lado de suas comandadas. Ele ainda sabe mandar bolas redondinhas! As imagens são do VoleiBrasil.org.br.

E você? O que pensa de Zé Roberto como técnico? Também acha que ele mereceu o título na Itália? Deixe seu comentário!

Aproveite e veja o perfil de Zé Roberto Guimarães no VôleiBrasil.org.br.

Notas relacionadas:

  1. Menina e menino do vôlei são os melhores do ano
  2. Técnico da seleção apenas na seleção
  3. Bloqueio e Zé Roberto deixam Brasil mais perto do octa
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , ,

sexta-feira, 18 de setembro de 2009 Seleção feminina | 08:30

Paula Pequeno é a única “novata” no Sul-Americano

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Zé Roberto definiu na quinta-feira o grupo que vai para o Sul-Americano e, mesmo com o título das reservas no Final Four, ele preferiu manter as jogadoras “de sempre”. A única novidade é Paula Pequeno, que está treinando bem e segue com o time.

Como já conversamos aqui no blog, resta saber se Paula tem ainda vaga na seleção. Alguns leitores afirmaram que ela tem lugar cativo no time. Outros preferem Natália e Mari. Paula é uma grande jogadora, mas, como está sem atuar com o Brasil há um ano, voltou a ser novata e precisa mostrar serviço e que está em forma. No momento, ainda acho que ela sai atrás de Natália, mesmo com a pouca experiência, e Mari.

Mas tem outra posição no elenco de Zé Roberto que me chama a atenção: o meio-de-rede. Carol Gattaz e Adenízia brigam pelo seu espaço, e uma briga muito boa, por sinal! Carol chegou a jogar ao lado de Fabiana e Walewska, mas ficou de fora com a chegada de Thaísa. Agora, com a aposentadoria provisória de Walewska, ela está em alta. É uma jogadora focada e com ótimo posicionamento no bloqueio. Já Adenízia chegou agora e se destaca pela agilidade. É uma atacante muito leve, mas também com potência e está repetindo na seleção o trabalho exibido no antigo Finasa/Osasco na Superliga.

O Sul-Americano começa no dia 30, em Porto Alegre. Brasil vai enfrentar na primeira fase Paraguai (dia 30/09), Peru (dia 1/10) e Argentina (dia 2/10). As semifinais serão no dia 3 e a final, no dia 4 de outubro. Eu só me preocupo com a Argentina, que já nos deu trabalho neste ano.

Quem vencer garante vaga na Copa dos Campeões. Mas, como disse o leitor JP no post anterior, o torneio vai perder um pouco do brilho, já que a China perdeu para a Tailândia e está fora. E de Brasil x Japão já estamos um pouco cansados. Vamos ver quem se classifica na Europa e na Norceca….

A seleção brasileira
Pontas: Paula Pequeno, Mari, Natália e Sassá
Opostas: Sheilla e Joycinha
Meios: Fabiana, Thaísa, Carol Gattaz e Adenízia
Levantadoras: Dani Lins e Ana Tiemi
Líberos: Fabi e Camila Brait

E para você? Vem  mais um título? Quem deve ser titular e quem deve ficar na reserva na seleção brasileira? Deixe o seu comentário!

Notas relacionadas:

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  2. Superlotação na seleção feminina
  3. Paula Pequeno pode roubar o lugar de quem?
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , ,

quinta-feira, 10 de setembro de 2009 Seleção feminina | 10:39

A vitória número 50

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A seleção brasileira feminina começou bem a luta pelo segundo título no Final Four. Na noite de quarta-feira, passou pelos Estados Unidos por 3 sets a 2 (veja como foi a partida) e chegou a vitória número 50 contra as norte-americanas.

E quem atou nesse triunfo foram as jogadoras mais novas da seleção. Como prometido, Zé Roberto começou o torneio com um time diferente daquele titular que faturou o Grand Prix. Estavam em quadra Regiane, Fernanda Garay, Carol Gattaz e Adenízia.

Mesmo com as mudanças, a seleção teve uma boa atuação. Venceu o primeiro set com facilidade; viu os Estados Unidos abrirem no segundo e perdeu, mas sem uma grande vantagem; não se afobou com equilíbrio no terceiro set e cresceu no final, fechando mais uma vez;  vacilou, errou mais e perdeu o quarto; e voltou para o jogo e segurou as rivais na vitória no tie-break.
Bom jogo para dar ritmo ao time e entrosar as novas jogadoras. O Brasil volta à quadra nesta quinta-feira contra a República Dominicana, às 19 horas (horário de Brasília).

E você? O que achou da escolha de Zé Roberto em poupar as titulares do Grand Prix? E a seleção fatura mais um Final Four? Deixe o seu comentário!

Notas relacionadas:

  1. Brasil ganha mais de um set de graça na estreia no Grand Prix
  2. A final olímpica de volta no Grand Prix
  3. Superlotação na seleção feminina
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sexta-feira, 4 de setembro de 2009 Seleção feminina | 09:09

Paula Pequeno pode roubar o lugar de quem?

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Se você fosse José Roberto Guimarães por um dia, Paula Pequeno teria vaga em seu time titular? A atacante de ponta está recuperada de uma artroscopia no joelho esquerdo, já está treinando com a seleção brasileira e pode volta à equipe no Sul-Americano, no final do mês. Mas ela ficaria com o lugar de quem?

Zé Roberto já disse que pretende poupar jogadoras que participaram do Grand Prix nesse torneio e também no Final Four, que começa no dia 9 de setembro. Com isso, Paula ganha uma chance a mais para ser titular, mesmo tendo ficado afastada das quadras desde maio por causa da cirurgia. E ela é aquela atleta que serve como um termômetro para a equipe. Quando está bem, vibra muito e levanta o time. Mas quando não vira as bola, todo mundo sente
.
Paula disputa vaga com Natália, Mari e Sassá, além de Jaqueline, que ainda pode voltar para a seleção. Natália mostrou que tem talento no título do Grand Prix. Ela tem uma potência gigante no ataque, mas ainda precisa melhorar a recepção. Zé havia prometido que ela e Mari fariam um intensivão para arrumar o fundamento. Já Sassá é o contrário. Sabe defender, mas perde no ataque. E Mari é a mais equilibrada. Já melhorou seu passe nos últimos anos e é uma excelente atacante.

Se eu fosse o treinador, deixaria Sassá no banco. Colocaria Mari em uma ponta e Natália, que revezaria com Paula, na outra, para ganhar ritmo de jogo. Mas se o passe de Natália já estiver melhor, ela poderia ser a ponteira titular. Ela é jovem e tem tudo para seguir firme na seleção.

E você? O que faria com a seleção brasileira se fosse Zé Roberto Guimarães? Paula Pequeno teria espaço em seu time? Deixe a sua opinião!

Notas relacionadas:

  1. Caras novas e outras velhas conhecidas para o Grand Prix
  2. Fabi pode desfalcar seleção no Grand Prix
  3. Superlotação na seleção feminina
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domingo, 23 de agosto de 2009 Seleção feminina | 13:48

14 vitórias, dois prêmios e o octa no Grand Prix

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Brasil é octacampeão do Grand Prix - Divulgação/FIVB

A seleção brasileira feminina de vôlei venceu: Porto Rico, Alemanha (3 vezes), Estados Unidos, Tailândia, Polônia, China (2 vezes), Japão, Coreia do Sul, Rússia e Holanda. Nesta manhã, mais uma vitória sobre o Japão por 3 sets a 1 (veja como foi a partida) e, depois de quase um mês de viagens longas e jogos sem parar, faturou o oitavo título no Grand Prix sem perder nenhuma partida.

O último jogo do torneio foi, para o Brasil, um espelho das atuações recentes. O passe não saiu como em quase todas as partidas do Grand Prix. Mas o time se recuperou, com raça no ataque e ótimo posicionamento no bloqueio, também como em todas as partidas. Desde o começo do primeiro set, a seleção sentiu o poder do saque japonês. A situação piorou no segundo e no começo do terceiro. A partir daí, foi a fez das brasileiras reagirem e passarem a atacar mais e bloquear mais ainda! No final, a recuperação, os 3 a 1 no placar e o título na mão.

Sassá na partida contra o Japão - Divulgação/FIVBA partida desta manhã foi a cara de Sassá. Ela entrou ainda no primeiro set no lugar de Natália para ajudar na recepção e não saiu mais. Além do fundo, a jogadora foi importante no ataque. Com o baixo bloqueio japonês, Sassá, mesmo com apenas 1,79m, fez a festa e marcou 19 pontos. Excelente atuação!

Mas não pensem que a briga pela posição com Natália já está vencida. Natália fez um ótimo Grand Prix e tem potência de homem no ataque. Ainda precisa melhorar na recepção, sem dúvida, mas tem uma brilhante carreira pela frente. Ela tem só 20 anos e, logo na primeira grande competição, ganhou o posto de titular. Com o tempo e aperfeiçoamento nos treinos, tem tudo para ser uma das melhores do País.

E além do oitavo título, o Brasil saiu do Grand Prix com dois prêmios individuais. Um mais que merecido e o outro que eu dividiria entre duas atletas. Sheilla foi a melhor atleta da competição. Ela jogou muito contra o Japão e, em todo o torneio, mostrou imensa maturidade e repertório. Ela sabe dar pancada, largar, saca muito bem e ainda ajuda no bloqueio. Completa! Já Fabiana foi a melhor bloqueadora. Reconheço seu poder na rede, mas Thaísa também foi uma gigante e merecia um pedaço desse prêmio. Nos momentos finais dos sets, foi Thaísa quem montou a parede na rede. De qualquer jeito, os prêmios estão em boas mãos.

E ainda vale lembrar que Paula Pequeno e Jaqueline estão fora da equipe. Elas terão que jogar duro para conseguir uma vaga no time titular! Eu não sei quem tirar para dar lugar para as duas. Talvez Mari pudesse revezar com a Jaque para ajudar na recepção… Deixa o Zé Roberto pensar nisso! Afinal, a seleção brasileira mostrou que tem problemas sim, mas que sabe lidar com eles. Isso é sinal de maturidade! Sinal de que aquela época de amarelar realmente já passou!

E você? O que achou de mais um título do Brasil, no dia do aniversário de um ano do ouro olímpico? Foi merecido? As brasileiras se firmaram como as melhores do mundo? Deixe o seu comentário!

Outros resultados da rodada
Alemanha 3 x 1 China (25/14, 23/25, 25/21 e 25/14)
Rússia 3 x 0 Holanda (25/20, 25/23 e 25/21)

Classificação final do Grand Prix
1º) Brasil
2º) Rússia
3º) Alemanha
4º) Holanda
5º) China
6º) Japão

Notas relacionadas:

  1. Fabi pode desfalcar seleção no Grand Prix
  2. As finais do Grand Prix
  3. Brasil embala de vez no Grand Prix!
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quarta-feira, 19 de agosto de 2009 Seleção feminina | 10:13

Sufoco, altos e baixos e um trauma definitivamente superado

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Seleção feminina de vôlei estreou nesta madrugada nas finais do Grand Prix em um jogo complicadíssimo contra a Rússia. Depois de 1h54 de partida, Brasil venceu por 3 sets a 2 e mostrou que, definitivamente, o trauma de jogar com as russas acabou (veja como foi a partida).

Sheilla foi a maior pontuadora da partida - Divulgação/FIBVFoi no tie-break contra a Rússia que o Brasil perdeu a chance de chegar à final na Olimpíada de Atenas. Foi no tie-break contra a Rússia que o Brasil perdeu a final do Campeonato Mundial em 2006. Depois disso, vitória na primeira fase em Pequim e vitória nesta madrugada. Isso é resultado da maturidade de um time. As russas sempre serão adversárias complicadas, mas não são mais um bicho-papão. A seleção deixou de se assustar com a altura do outro lado da quadra e, mesmo com alguns erros, aprendeu a encarar as europeias como qualquer outro time. Forte sim, mas não imbatível.

Vamos deixar tudo isso para trás e olhar para o jogo desta madrugada. Os 24 a 19 de Atenas foram históricos, mas passou. O trauma foi superado! O que ainda precisa melhorar no Brasil é a recepção. As falhas começaram na partida desta quarta-feira no final do primeiro set e se agravaram ao logo do duelo. E contra um time alto, todo mundo sabe o que significa jogar sem passe: bloqueio na cara!

Brasil teve altos e baixos no bloqueio - Divulgação/FIVBMas, como na maioria dos jogos desse Grand Prix, o Brasil compensou os erros com reação. E aí está a prova de que todos os confrontos com as russas viraram mesmo história. Agora o Brasil não abaixa mais a cabeça! Depois de muitos altos e baixos, essa equipe cresce na hora da decisão. Já tinha sido assim contra China e Alemanha, por exemplo. Hoje o saque entrou quando precisou e, com isso, o time passou a bloquear. Demorou, mas o fundamento funcionou e ajudou na virada depois de estar com 14 a 12 no placar.

A seleção feminina passou sufoco, mostrou instabilidade no saque e no passe, mas se destacou no final e isso vai dar moral para os próximos jogos das finais do Grand Prix, como disse a levantadora Dani Lins depois da partida em entrevista ao Sportv. E é bom manter a empolgação e o foco já que o adversário da madrugada desta quinta será a China. Mais uma vez, a defesa será testada, mas agora com jogadas de velocidade. Que o bloqueio não demore tanto a aparecer e ajude como no final do jogo de hoje!

E você? Assistiu ao jogo contra a Rússia? O que achou da partida? Brasil tem chance de faturar o título? Deixe seu comentário!

Outros resultados do Grand Prix
Holanda 3 x 2 China (18/25, 25/22, 25/22, 24/26 e  15/13)
Japão 1 x 3 Alemanha (21/25, 25/16, 17/25 e 22/25)

Jogos do Brasil no Grand Prix (horário de Brasília)
Brasil x China – 20/08 – 3h37
Brasil x Alemanha – 21/08 – 3h37
Brasil x Holanda – 22/08 – 3h37
Brasil x Japão – 23/08 – 7h07

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domingo, 16 de agosto de 2009 Seleção feminina | 13:24

A história se repete para a seleção no Grand Prix

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Desde os primeiros jogos fora de casa no Grand Prix, a seleção feminina de vôlei tem a mesma atuação. Consegue vencer, mas se atrapalha nos erros e na falta de concentração e sempre perde algum set. Nesta madrugada foi a mesma coisa. Contra a Coréia do Sul, o Brasil entrou desligado no jogo, perdeu a primeira parcial e venceu de virada por 3 sets a 1 (veja como foi a partida).

O principal problema da equipe nacional está na recepção e isso é uma falha antiga. Esse time, mesmo com renovação depois da conquista do ouro olímpico, tem excelentes atacantes, mas perde no fundo de quadra. Um exemplo é Natália. Ela está na sua primeira competição com a seleção, faz estrago no ataque, mas peca da defesa. A mesma coisa já aconteceu com Mari.

Na partida contra a Coreia, o Brasil se atrapalhou com as jogadas de velocidade das asiáticas e só ganhou mais volume no fundo com a entrada de Sassá, especialista em recepção. E aí fica a pergunta. Mais vale colocar Sassá, que sabe defender bem, ou deixar Natália e Mari, que são ótimas no ataque? Contra as seleções mais velozes, como as asiáticas, colocaria Sassá e deixaria Natalia como opção para entrar ao longo do jogo. Assim, o time ganharia confiança na defesa e na recepção e ficaria mais solto para variar os ataques.

Se os erros são os mesmos de sempre, os acertos também se repetem. Quando consegue voltar para o jogo e retomar a concentração, o Brasil é uma potencia no bloqueio e no ataque. Resultado das nossas altas atacantes, a boa característica dessa geração da seleção feminina. Contra a Coreia, foram 14 pontos no bloqueio, por exemplo.

Brasil fechou a fase classificatória como o único time invicto. Só que vai encarar times complicados como Rússia, Alemanha, Holanda, China e Japão nas finais e não pode mais vacilar tanto. Hoje foram 22 pontos dados de graça! Qualquer time que esteja do outro lado, cresce e se aproveita de tantos erros assim. É preciso concentrar mais e errar menos! E dar mais bola na mão de Dani Lins, para voltarmos a ter a variação de ataque dos primeiros jogos do Grand Prix.

E você? O que achou da vitória do Brasil sobre a Coréia do Sul? O que espera dos jogos da fase final? Deixe a sua opinião no Mundo do Vôlei!

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