Com bom grupo, Vôlei Futuro leva o 1º da maratona
*atualizado dia 13/12, às 15h09
O time masculino do Vôlei Futuro tem uma maratona complicada pela frente na Superliga. A equipe de Araçatuba enfrentou neste sábado o Pinheiros/Sky, encara a Cimed na segunda-feira e viaja para Minas Gerais para pegar Sada/Cruzeiro (dia 16/12) e Vivo/Minas (dia 18/12). Pelo menos a primeira etapa da série já foi vencida.
Ainda sem Ricardinho, que se recupera de uma contusão no joelho, e Lucão, que passou por uma cirurgia na mão esquerda e deve ficar fora das quadras por 45 dias (leia mais), o Vôlei Futuro fez 3 sets a 0 para cima do Pinheiros/Sky e mostrou que não é de estrelas que vive uma equipe. Ter um grupo bem preparado é o mais importante. E vontade de vencer também ajuda…
Eles foram para a quadra com o mesmo time que perdeu para o Sesi por 3 sets a 2, com Leandro no levantamento e Aurélio pelo meio. Mas, como disse Leandro Vissotto ao Sportv depois da partida, dessa vez a equipe foi guerreira e teve vontade de jogar e vencer, o que ele mesmo assumiu ter faltado contra o Sesi. Com uma postura ofensiva, o Vôlei Futuro fez um jogo equilibrado, soube virar o placar e acabou logo com a partida, com parciais de 25/22, 25/21 e 25/23 (veja como foi o jogo set a set). Para coroar o grupo, o prêmio de melhor em quadra foi para Leandro, o reserva de Ricardinho. Já o Pinheiros, de Giba, Rodrigão, Gustavo, Marcelinho e companhia, não se achou no saque e, quando assumia a liderança, errava nas finalizações.
O Vôlei Futuro chamou a atenção ainda antes do começo da temporada com o seu time de estrelas como Ricardinho, Leandro Vissotto, Lucão e Mario Jr. Mas de que adianta jogadores renomados sem gente boa no banco para entrar quando é preciso? Ou pouco entrosada, como ainda é o caso do time feminino de Araçatuba, que perdeu a final do Paulista para o Pinheiros, que mostrou sintonia e foi eficiente em quadra, mesmo sem tantas selecionáveis (leia mais no post anterior)? Ter um bom grupo, com peças de substituição e prontas para entrar e segurar o alto nível, pode ser a chave de uma temporada de sucesso, ainda mais com um torneio longo e desgastante como a Superliga. E uma maratona dura de jogos pela frente!
Outros clássicos do sábado
No outro grande jogo deste sábado, o Sesi venceu o Medley/Campinas por 3 sets a 1 (23/25, 25/22, 25/18 e 25/17) e continua invicto nesta Superliga. Está aí mais um time que é grande e tem chances de levar o título. E no clássico mineiro, o BMG/Montes Claros passou pelo Sada/Cruzeiro por 3 sets a 0 (25/22, 28/26 e 25/20). Paulinha, torcedora do MOC, estava no jogo e contou ao blog que a torcida, como já é costume, lotou o ginásio, fez muita festa e até contagiou os jogadores do banco de reservas. Ela disse que o levantador Rodriguinho foi o destaque da partida. E vale lembrar que ele é o renascente do time que levou o vice-campeonato na temporada passada. O time todo mudou, mas parece que o levantador já se acostumou bem aos novos companheiros.
P.s.: infelizmente eu não assisti ao clássico mineiro. Mas o espaço do blog é de vocês! Quem esteve lá no ginásio, pode comentar contando o clima e o que achou da partida. Qualquer coisa, eu completo no texto aqui!
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