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Posts com a Tag Vôlei Futuro

sábado, 11 de dezembro de 2010 Superliga | 20:20

Com bom grupo, Vôlei Futuro leva o 1º da maratona

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*atualizado dia 13/12, às 15h09

O time masculino do Vôlei Futuro tem uma maratona complicada pela frente na Superliga. A equipe de Araçatuba enfrentou neste sábado o Pinheiros/Sky, encara a Cimed na segunda-feira e viaja para Minas Gerais para pegar Sada/Cruzeiro (dia 16/12) e Vivo/Minas (dia 18/12). Pelo menos a primeira etapa da série já foi vencida.

Ainda sem Ricardinho, que se recupera de uma contusão no joelho, e Lucão, que passou por uma cirurgia na mão esquerda e deve ficar fora das quadras por 45 dias (leia mais), o Vôlei Futuro fez 3 sets a 0 para cima do Pinheiros/Sky e mostrou que não é de estrelas que vive uma equipe. Ter um grupo bem preparado é o mais importante. E vontade de vencer também ajuda…

Eles foram para a quadra com o mesmo time que perdeu para o Sesi por 3 sets a 2, com Leandro no levantamento e Aurélio pelo meio. Mas, como disse Leandro Vissotto ao Sportv depois da partida, dessa vez a equipe foi guerreira e teve vontade de jogar e vencer, o que ele mesmo assumiu ter faltado contra o Sesi. Com uma postura ofensiva, o Vôlei Futuro fez um jogo equilibrado, soube virar o placar e acabou logo com a partida, com parciais de 25/22, 25/21 e 25/23 (veja como foi o jogo set a set). Para coroar o grupo, o prêmio de melhor em quadra foi para Leandro, o reserva de Ricardinho. Já o Pinheiros, de Giba, Rodrigão, Gustavo, Marcelinho e companhia, não se achou no saque e, quando assumia a liderança, errava nas finalizações.

O Vôlei Futuro chamou a atenção ainda antes do começo da temporada com o seu time de estrelas como Ricardinho, Leandro Vissotto, Lucão e Mario Jr. Mas de que adianta jogadores renomados sem gente boa no banco para entrar quando é preciso? Ou pouco entrosada, como ainda é o caso do time feminino de Araçatuba, que perdeu a final do Paulista para o Pinheiros, que mostrou sintonia e foi eficiente em quadra, mesmo sem tantas selecionáveis (leia mais no post anterior)? Ter um bom grupo, com peças de substituição e prontas para entrar e segurar o alto nível, pode ser a chave de uma temporada de sucesso, ainda mais com um torneio longo e desgastante como a Superliga. E uma maratona dura de jogos pela frente!

Outros clássicos do sábado
No outro grande jogo deste sábado, o Sesi venceu o Medley/Campinas por 3 sets a 1 (23/25, 25/22, 25/18 e 25/17) e continua invicto nesta Superliga. Está aí mais um time que é grande e tem chances de levar o título. E no clássico mineiro, o BMG/Montes Claros passou pelo Sada/Cruzeiro por 3 sets a 0 (25/22, 28/26 e 25/20). Paulinha, torcedora do MOC, estava no jogo e contou ao blog que a torcida, como já é costume, lotou o ginásio, fez muita festa e até contagiou os jogadores do banco de reservas. Ela disse que o levantador Rodriguinho foi o destaque da partida. E vale lembrar que ele é o renascente do time que levou o vice-campeonato na temporada passada. O time todo mudou, mas parece que o levantador já se acostumou bem aos novos companheiros.

P.s.: infelizmente eu não assisti ao clássico mineiro. Mas o espaço do blog é de vocês! Quem esteve lá no ginásio, pode comentar contando o clima e o que achou da partida. Qualquer coisa, eu completo no texto aqui!

Notas relacionadas:

  1. Vôlei Futuro é a grande surpresa do quarto turno da Superliga
  2. Lucão assina, e Vôlei Futuro promete time grande
  3. Vôlei Futuro é “time grande” com Paula e Ricardinho
Autor: Aretha Martins Tags: , , ,

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010 Diversos, Superliga | 23:52

Pinheiros é bicampeão paulista feminino

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Acabou o Campeonato Paulista feminino e o troféu ficou em casa. Jogando ao lado da torcida, o Pinheiros/Mackenzie bateu o Vôlei Futuro por 3 sets a 0 (25/20, 25/20 e 27/25), fechou a série melhor de três e conquistou o bicampeonato do torneio estadual, terceiro título no total.

Na partida da noite de quinta-feira, o Vôlei Futuro parecia que iria dominar e saiu na frente em todos os sets. O primeiro e o segundo foram praticamente iguais. A equipe de Araçatuba liderou, abriu com os erros de defesa do Pinheiros e, depois, vacilou no ataque e parou no bloqueio. A equipe da capital marcou seis pontos no fundamento em cada parcial e, com isso, virou e fechou.

Já o terceiro set foi o mais emocionante. Pela primeira vez no jogo, o Pinheiros perdeu um pouco o poder de conclusão nos ataques e o Vôlei Futuro passou a variar os ataques, fugindo dos bloqueios. Os times se alternaram na liderança, e a equipe de Araçatuba chegou ao primeiro set point. Mas com um bloqueio e uma bola de cheque, Ju Costa virou  o jogo e fez 27 a 25, dando o título ao Pinheiros (leia mais sobre a partida).

Pinheiros fatura mais um título do Campeonato Paulista

Pinheiros fatura mais um título do Campeonato Paulista

Acertos da decisão
Ju Costa e Soninha: lideram a categoria dos “acertos”. As ponteiras foram as principais jogadoras de ataque do Pinheiros, errando pouco e dando segurança à levantadora Fabíola. Grande partida das duas jogadoras.

Fabíola: única jogadora da seleção brasileira do Pinheiros, a levantadora praticamente não errou na distribuição e viu suas atacantes não terem dificuldades em passar pelo bloqueio do Vôlei Futuro. Como o time manteve a base do ano passado (Soninha foi a principal novidade), Fabíola já está acostumada ao elenco e jogou solta, usando, por exemplo, muito mais a velocidade e as inversões de uma ponta a outra da rede do que o lado de Araçatuba.

Lia: a oposta ficou escondida no ataque graças ao desempenho das ponteiras nos primeiros sets, mas cresceu e foi uma parede no bloqueio, comandando as viradas. No último set, também atacou mais e deu fôlego para a levantadora variar as bolas.

Michele: a líbero do Pinheiros sabia que do outro lado estava Stacy Sykora, melhor líbero do mundo, que faria belas defesas. Michele também fez seu trabalho e deu volume ao time da capital, dando o peito em diversas bolas, sem medo.

Conjunto (ou falta dele): o que se falou o campeonato inteiro foi comprovado na final. Se o Vôlei Futuro contava com estrelas individuais, o Pinheiros se destacou pelo conjunto. Todas estavam na mesma “sintonia”, no mesmo ritmo depois de meses de treinamento. Já do lado de Araçatuba, a falta de entrosamento atrapalhou. A norte-americana Alisha Glass é uma bela levantadora, mas ainda não tem a confiança e o tempo perfeito para as jogadas de velocidade. Tanto que, com ela em quadra, a central Fabiana não bateu bolas rápidas, apenas algumas chinas, com uma bola um pouco mais alta. Isso fez o jogo ficar marcado nas pontas e fácil para o bloqueio do Pinheiros. O Vôlei Futuro ganhou novo ritmo com Ana Cristina, que substituiu Alisha no segundo set e seguiu até  o final. As centrais Fabiana e Fernanda Gritz apareceram mais, tanto que o jogo ficou bem mais equilibrado. Mas o Pinheiros conseguiu se segurar, variar as jogadas e fechar.

Vibração: desde o primeiro ponto, os dois times estavam muito vibrantes, mas cada um a sua maneira. Enquanto as meninas do Vôlei Futuro pulavam e abriam largos sorrisos, a equipe do Pinheiros soltava a raiva a cada ponto. no final, o time guerreiro, como definiu Fabíola, levou a melhor.

E o balanço da final…
O Campeonato Paulista feminina corou o time mais entrosado, que sabe sair das adversidades e se aproveitar da força da torcida. O Pinheiros eliminou o Sollys/Osasco na semifinal, um time que contava com seis jogadoras que tinham acabado de chegar da seleção. Agora, fechou a série melhor de três decisiva sobre o Vôlei Futuro, que tinha quatro atletas vindas do Mundial e Paula Pequeno, que se recuperou de lesão no tornozelo ao longo do Paulista. E o Pinheiros era o time que, mesmo sem as estrelas das rivais, se conhecia muito bem, treinou junto todo o torneio e levou a vantagem.

O título fica em boas mãos e, agora, é pensar na Superliga. E aí será o momento de o Vôlei Futuro crescer realmente. Com treinos e entrosamento, a equipe vai ganhar a desenvoltura para acelerar e variar as jogadas e dará trabalho. Já o Pinheiros se deu bem com a chegada de Soninha e ainda tem o poder de Ju Costa e Lia e a boa fase de Fabíola. Pois é, a Superliga promete…

E você? O que achou da terceira partida da final do Paulista? E o que espera da Superliga? Deixe seu comentário!

P.s.: também comentei sobre a atuação das jogadoras do Pinheiros no Terceiro Set, boletim sobre do vôlei do site do Milton Neves, parceiro do iG. Quem quiser ouvir, aí está o link

Notas relacionadas:

  1. Pinheiros “dá orgulho” e vai para semifinal
  2. Ares cubanos em Araçatuba e as finais do Paulista
  3. Na final do Paulista, cresce quem joga em casa
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , ,

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010 Diversos | 14:58

Na final do Paulista, cresce quem joga em casa

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O Campeonato Paulista feminino será decidido na terceira partida e, por enquanto, o fator casa tem influenciado. Depois da vitória no primeiro jogo em São Paulo do Pinheiros, o Vôlei Futuro deu o troco em Araçatuba no final de semana e se recuperou. O último confronto será na noite de quarta-feira, às 21h, na casa do Pinheiros. E aí? Quem leva?

Vôlei Futuro vence e empata série final do Paulista

Vôlei Futuro vence e empata série final do Paulista

Pelo primeiro jogo, diria que o Pinheiros, já que elas dominaram e, a cada set, mostraram um ponto forte, usando bem bloqueio, saque e ataque e errando pouco. Já o Vôlei Futuro falhou muito no fundo de quadra e não conseguiu se armar (leia mais sobre a partida no post anterior).

No jogo de sábado, a situação se inverteu. O pouco tempo de treinamento junto já parece ter entrosado a equipe de Araçatuba e a levantadora norte-americana Glass, como comentaram aqui, achou o tempo de suas atacantes. O passe ainda começou com falhas e colaborou com a derrota no primeiro set, mas, depois, o time de acertou. A líbero Stacy Sykora pode ser a diferença no fundo desse time. Na segunda parcial, o Pinheiros parou, errou muito e foi batido facilmente. Na sequência, finalmente o jogo que todos esperam, com bastante equilíbrio. O Vôlei Futuro contou com apoio da torcida e fechou em 3 sets a 1 (21/25, 25/14, 26/24 e 25/22).

Pode-se dizer que agora as duas equipes já mostraram o que sabem. Se o Pinheiros leva a vantagem no conjunto e nos ataques de Ju Costa e Lia, o Vôlei Futuro está se entrosando e se aproveitando dos reforços de Fabiana, Paula, Glass e Syokora para crescer.

O ginásio do Pinheiros é pequeno e o “fator casa” pode ajudar, já que a torcida fica próxima à quadra e consegue fazer pressão. Mas o pessoal do Vôlei Futuro, assim como na decisão do Paulista masculino (o time venceu o Sesi no último jogo aqui em São Paulo), já está preparando um ônibus que sairá do ginásio de Araçatuba às 10h30 da manhã (para quem quiser, aí está o site oficial). A casa estará cheia e o jogo promete ser de alto nível… Vamos ver quem sai dessa campeão!

P.s.: post teve algumas dicas de Diogo Miloni, parceiro do boletim Terceiro Set. Brigada!

Notas relacionadas:

  1. Bastidores do encontro entre Ricardinho e ex-colegas
  2. Volta para casa… nova ou velha
  3. Ares cubanos em Araçatuba e as finais do Paulista
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , ,

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010 Diversos, Superliga | 12:21

Ares cubanos em Araçatuba e as finais do Paulista

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As equipes masculina e feminina do Vôlei Futuro entraram em quadra na noite de quinta-feira. Os homens atuaram pela Superliga e as mulheres, na primeira partida da final do Campeonato Paulista. Melhor para o time masculino, que venceu o BMG/Montes Claros com “ares cubanos”.

Camejo é o novo cubano do Vôlei Futuro

Camejo é o novo cubano do Vôlei Futuro

Depois de quase um ano treinando com a equipe, Camejo finalmente conseguiu a liberação e pode estrear no elenco do Araçatuba. E ele foi o destaque da vitória sobre o atual vice-campeão nacional. Com 24 pontos do cubano, sendo sete aces, o Vôlei Futuro venceu por 3 sets a 1 (leia mais) e acabou com a série invicta do Montes Claros.

Cuba parece fazer bem ao Vôlei Futuro. Nas finais do Paulista, por exemplo, Pedro Isnaga mostrou uma boa sintonia com o levantador Ricardinho nas bolas aceleradas e foi um bom destaque. Agora, Camejo pode seguir os mesmos passos e ainda com o diferencial da potência no saque, típica dos caribenhos.

Finais do Paulista feminino
Pinheiros e Vôlei Futuro fizeram a primeira partida da série melhor de três da final do Campeonato Paulista feminino na noite de quinta-feira. E por aqui, a vitória foi do Pinheiros. As donas da casa, mais entrosadas de toda a disputa do torneio, foram superiores, venceram por 3 sets a 0 (leia mais) e souberam combinar saque e bloqueio.

Do outro lado, o Vôlei Futuro, que ainda está se acostumando a jogar junto, falou na recepção e na armação das jogadas. Tanto que Ana Cristina começou como levantadora titular e foi substituída pela norte-americana Glass. Mesmo assim, os ataques paravam no bloqueio do Pinheiro. No fundo, o passe estava muito ruim e a atuação da líbero Teny não agradou ao técnico William, que pretende escalar Sykora, mais uma norte-americana, para a próxima partida das finais e ainda disse que seu time não jogou nada (leia mais).

Vôlei Futuro e Pinheiros voltam para quadra neste sábado, às 19h30, em Araçatuba. Se vencer, o Pinheiros fatura o bicampeonato. Se o time do interior empatar, o terceiro jogo será no dia 9, em São Paulo, às 21 horas. Quem leva? Nesse caso, com o entrosamento e as boas partidas de Ju Costa, acho que o Pinheiros tem mais chances…

Notas relacionadas:

  1. As finais da Superliga e os nossos palpites
  2. Pinheiros “dá orgulho” e vai para semifinal
  3. Volta para casa… nova ou velha
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , ,

terça-feira, 30 de novembro de 2010 Diversos, Superliga | 08:15

Volta para casa… nova ou velha

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Sei que estou devendo falar por aqui sobre os Campeonatos Estaduais e sobre a Superliga, mas vamos retomar aos poucos? Para começar, o Paulista….

Fabiana cresce no bloqueio contra o São Bernardo

Fabiana cresce no bloqueio contra o São Bernardo

O torneio por aqui a semana passada foi a volta para  casa de diversas jogadoras da seleção brasileira, umas para casa nova, outras para a casa velha. E parece que quem experimentou a novidade de seu melhor. O Vôlei Futuro, bastante reformulado para a temporada, está na final do estadual depois de duas vitórias, sem muita facilidade, sobre o BMG/São Bernardo (leia mais).

Segundo a central Fabiana, uma das novidades da equipe de Araçatuba, o time se apresentou melhor do que ela esperava neste começo de trabalho. Não pelo entrosamento, que ainda precisa ser melhorado, mas pela atitude. Ela me disse que viu o time buscando o resultado dentro de quadra e que, por isso, estava satisfeita.

E o Vôlei Futuro é um dos grandes times da temporada, pelo menos no papel. Além de Fabiana, tem Joycinha, mais uma vice-campeã mundial, a ponteira Paula Pequeno, que está recuperada da lesão no tornozelo e voltando à forma, e as norte-americanas Glass e Sykora. E ainda tem a oposta Tandara. Ou seja, está forte em todas as posições e começou bem a temporada, com a vaga na final.

Comentei sobre isso no programa Terceiro Set, do site do Milton Neves, parceiro do iG. No boletim, gravado na sexta-feira, falo um pouco da chegada dos reforços ao time do interior de São Paulo. Clique no link Boletim Terceiro Set para ouvir. (Visite também a página do programa)

Bloqueio do Pinheiros marca a central Thaísa

Bloqueio do Pinheiros marca a central Thaísa

Do outro lado, entretanto, o novo time vai encontrar uma equipe que já está acostumada a jogar junta, depois de todo o Campeonato Paulista. O Pinheiros, na outra semifinal, venceu o Sollys/Osasco na última partida da série, no final de semana.

Nesse caso, quem voltou para a antiga casa não se deu bem. O time de Osasco tem seis jogadoras da seleção (Natália, Jaqueline, Sassá, Thaísa, Adenízia e Camila Brait) e parecia que chegaria à final depois dos fáceis 3 sets a 0 na segunda partida da série. Porém, o time caiu no último jogo para um time de apenas uma vice-campeã mundial, a levantadora Fabíola, mas mais acostumado ao conjunto.

Ju Costa, maior pontuadora da vitória por 3 sets 1 resumiu a partida: “Estou até arrepiada. A gente sabia que estava disputando contra uma bela equipe, cheia de selecionáveis, mas nós mostramos mais uma vez a força do nosso grupo” (leia mais).

Espero em uma final de alto nível aqui em São Paulo, como foi no masculino, quando o Vôlei Futuro bateu o Sesi. O Pinheiros chega com a tradição e o vôlei Futuro, com a novidade. Individualmente, a equipe de Araçatuba é melhor, mas só isso vale? A gente descobre a partir de quinta-feira, na primeira partida da decisão, às 20h (horário de Brasília) no Pinheiros. O segundo jogo será na casa do Vôlei Futuro, no dia 4 de dezembro, às 19h30 Se necessária,a terceira partia será de novo na capital, no dia 8/12, às 21h.

E falando em volta para casa, seja nova ou velha, a oposta Sheilla, um dos grandes reforços para a temporada, estreia nesta noite pelo Unilever na Superliga, na partida contra o São Caetano, seu ex-clube. Mas nesse caso, o time do Rio de Janeiro deve vencer sem problemas… Amanhã eu volto, para falar mais da Superliga! Até!

Notas relacionadas:

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  2. Ídolos voltam para casa
  3. Leandro Vissotto volta ou não para o Brasil?
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

sexta-feira, 26 de novembro de 2010 Diversos | 09:34

Até o vôlei carioca sofre com a violência

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*atualizada às 14h56

O Rio de Janeiro passa por dias tensos com o clima de guerra entre policiais e traficantes de morros não pacificados na cidade. E a violência chegou ao voleibol. Por conta dos veículos queimados e da violência, a final do Campeonato Carioca entre Unilever e Macaé, que seria na noite de quinta-feira, foi adiada (leia mais). A partida será no dia 22 de dezembro.

Na manhã da quinta-feira eu conversei com a Fabi, líbero do Unilever, para uma matéria sobre a Superliga, mas a violência na cidade também “entrou” na entrevista. Enquanto falávamos, ela foi interrompida por um membro da comissão técnica que perguntava como tinha sido o caminho para o treino. Fabi respondeu que foi tudo bem e que demorou apenas uns 20 minutos para chegar ao ginásio, até menos do que esperava. Quando voltou a falar comigo, ela comentou: “Você está sabendo como as coisas estão aqui, né? Parece guerra. Tá feio!”.

As jogadoras concordaram com o adiamento da final do Estadual. “Cancelaram o nosso jogo aqui no Tijuca. Foi de muito bom senso”, disse Mari em sua página no Twitter. E ela ainda brincou, fazendo referência àqueles que passaram as madrugadas em claro para assistir aos jogos do Mundial. “Olá galera Zumbi, vamos ficar bem acordados porque com essa guerra toda nem vai rolar ficar com sono rsrs. Hoje será galeraligada”, postou. Já Sheilla, que estrearia no Unilever no jogo, fez um pedido. “Vou orar bastante pro Papai do Céu nos proteger!!! Proteger a Cidade Maravilhosa!!!”.

E esse não foi a primeira vez que a equipe da Unilever foi “vítima” no Rio de Janeiro. Lembram na Superliga 2009/2010, quando o time ficou ilhado (veja o post) por causa das fortes chuvas?

Reta final no Paulista
Aqui em São Paulo, o Estadual está em fase de definição dos finalistas. Em uma chave, Pinheiros e Sollys/Osasco estão empatados e decidem a vaga na final na manhã deste sábado, às 12h (horário de Brasília), na casa do Pinheiros. Do outro lado, o Vôlei Futuro joga nesta noite em casa, às 19h, contra o BMG/São Bernardo e com uma vitória já está classificado.

Quem é quem na Superliga
O final de semana também é da estreia na Superliga feminina. BMG/Mackenzie, campeão mineiro, encara o Banana Boat/Praia Clube na abertura do torneio. Fiz uma matéria com um perfil de cada equipe que disputa a competição. Aí está o link para quem quiser…. Conheça os times que disputam a Superliga feminina 2010/2011

Notas relacionadas:

  1. Briga boa pela liderança e as energias do carnaval
  2. Lucão assina, e Vôlei Futuro promete time grande
  3. Fim de semana de decisão, guerra e paz
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , ,

segunda-feira, 22 de novembro de 2010 Diversos | 15:20

Fim de semana de decisão, guerra e paz

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Dois campeonatos estaduais conheceram seus campeões neste final de semana. Em São Paulo, o Vôlei Futuro bateu  o Sesi por 3 sets a 0 no último jogo da série e ficou com o título no masculino. Em Minas Gerais, o BMG/Mackenzie superou o Usiminas, também na terceira partida dos playoffs, e foi campeão entre as mulheres. E as duas decisões tiveram seus momentos de guerra e de paz.

No Paulista, a confusão ficou visível segundo jogo da série. Depois de vencer o primeiro confronto em casa por 3 sets a 2, o Sesi foi a Araçatuba precisando de um triunfo para levar o ouro. Mas o Vôlei Futuro fez 3 a sets a 0 e o clima esquentou, principalmente entre Leandro Vissotto e Serginho. Eles se provocaram, trocaram ofensas e não se cumprimentaram ao final do jogo, gerando a confusão (leia mais).

No último jogo, na manhã de sábado, nova vitória por 3 sets a 0 do Vôlei Futuro e o clima parecia tenso. Serginho cobrava a equipe do Sesi em todos os tempos de maneira veemente, característica do jogador. O time de São Paulo começou mal, sofrendo com o saque adversário e não encaixando o seu serviço. “Tudo começou a ser decidido ali. O Sesi não estava num bom dia no saque”, analisa Leandro Vissotto.

A equipe de Murilo e companhia reagiu e cresceu no terceiro set, com o passe funcionando. Mas o dia não era deles. “Eles tiveram o set na mão, mas a gente acreditou que teria uma oportunidade para conseguir virar e deu certo”, afirma o oposto de Araçatuba.

Depois da partida, mais do que a festa do Vôlei Futuro, foi importante ver o abraço na rede entre Vissotto e Serginho. “Tudo foi coisa de jogo. Nós dois estávamos querendo muito vencer. Mas acabou tudo ali, na quadra, e o que fica é a comemoração, o bonito do jogo”, completa Vissotto.

Vôlei Futuro é campeão paulista 2010

Vôlei Futuro é campeão paulista 2010

Tapa na cara em Minas
O clima foi ainda mais tenso em Minas Gerais. BMG/Mackenzie e Usiminas também fizeram uma decisão equilibrada e a confusão, mais uma vez, foi no segundo jogo da série, no sábado. O Usiminas venceu por 3 sets a 2 e, depois da partida, a oposta do Mackenzie Aline Siqueira, conhecida como Wime, foi tirar satisfação com a cubana Herrera por conta das provocações que ela disse ter escutado da rival durante todo o jogo. Segundo a imprensa local, Wime chegou a acertar um tapa na cara de Herrera e briga teve que ser apartada por membros da comissão técnica dos dois times. No domingo, sem confusão, o Mackenzie venceu por 3 a 1 e levou o Estadual. A oposta campeã se desculpou com a torcida e disse que perdeu a cabeça.

Sou apaixonada por voleibol e fiquei bastante decepcionada com esse clima nos jogos. As provocações existem, ainda mais em decisões, mas os jogadores são profissionais e tem que saber lidar também com isso. Mas fico feliz com a reconciliação, principalmente entre Vissotto e Serginho. Afinal, estamos falando de um ídolo do esporte, um líbero que é conhecido pela garra, determinação e o “sangue nos olhos” durante as partidas, e um jogador que está estourando na seleção, crescendo para a torcida brasileira. Já Brasil e Cuba é uma eterna briga, mas não precisava terminar em agressão…

Superação e festa
O final de semana também foi de coisas boas. A final do Paulista também foi um exemplo de superação. O ponta Thiago Alves, do Sesi, jogou os playoffs visivelmente no sacrifício e não quis deixar a quadra nem quando o técnico Giovane lhe deu essa opção. E mesmo com dores, ele virou no ataque e ainda fez pontos em bloqueios simples para cima de Vissotto (Thiago tem 1,94m e Vissotto, 2,12m). Depois da decisão, a explicação do ponta.

“Semana passada, após o jogo do Cruzeiro (pela Superliga),estava sentindo muita dor no joelho. Na quinta, fiz uma ressonância e no resultado viram que tinha machucado o menisco e que teria que fazer uma artroscopia. A comissão técnica se reuniu e perguntou o que eu queria fazer: se já operar ou tentar jogar as finais do Paulista. Escolhi tentar jogar, então fiz o que pude nessas 3 partidas”, afirma Thiago. Agora ele dará um tempo para a operação e será desfalque nesse começo de Superliga.

Dor de um lado e festa do outro. A torcida do Vôlei Futuro era pequena perto do número de fãs do Sesi, mas eles fizeram barulho e ganharam o reconhecimento dos jogadores. Os campeões cumprimentaram e vibraram com a torcida em quadra, ganharam um almoço em uma churrascaria em São Paulo e encararam uma viagem de mais de 500km de ônibus de volta para Araçatuba.

“Chegamos por volta de 11 e meia da noite de sábado, mas uma verdadeira multidão esperava pelo ônibus do Vôlei Futuro na entrada da cidade. Demos uma volta pela principais avenidas e depois chegamos ao Ginásio Plácido Rocha, onde uma 3 ou 4 mil pessoas estavam lá”, diz o central Lucão.

“As ruas estavam cheia e muita gente saiu nas sacadas dos prédios”, fala Vissotto, um pouco maravilhado. “Em Trento tinha um pouco isso, mas nem se compara. Aqui você sai na rua e tem gente que vem, fala com você, te dá parabéns e pede autógrafo”, comenta o oposto, que voltou ao Brasil depois de cinco temporadas na Itália. E ele já sente a responsabilidade de ter tantos fãs. “A cidade vibra e também cobra e isso dá uma pressão a mais dentro de quadra”, completa. Que o vôlei continue assim, com festa, pessoas apaixonadas e atletas em busca de superação.

P.s.: Conversei com Vissotto por telefone para escrever o post e quase foi “atrapalhada”. No meio da conversa, o levantador Ricardinho passou pelo oposto e o interrompeu. Os dois moram no mesmo prédio em Araçatuba. E ao fundo também dava para ouvir a voz da pequena Catarina, filha de Vissotto. Esse é o bom clima de família!

Notas relacionadas:

  1. Uma “ponte” até Leandro Vissotto em Doha
  2. Serginho e Vissotto entram para seleção ideal
  3. Família Vissotto
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010 Diversos | 13:58

Família Vissotto

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*atualizado dia 19/11, às 14h45

O oposto da seleção brasileira Leandro Vissotto voltou ao Brasil nesta temporada, já levou um título com o Vôlei Futuro e segue na briga pelo segundo ouro na temporada. Na primeira conquista, os Jogos Abertos do Interior, o jogador contou com uma torcida especial em Santos, litoral de São Paulo: a família unida na arquibancada.

A mãe Lygia e o pai Ciro invadiram a casa da tia Maria Clara na cidade praiana para acompanhar o filho durante o torneio. E, agora, prometem ser figuras frequentes nas arquibancadas. “Agora ficou tudo mais fácil”, disse Lygia, que mora com o marido no Rio de Janeiro.

Leandro Vissotto, Ciro e Lygia antes das finais dos Jogos Abertos

Leandro Vissotto, Ciro e Lygia antes das finais dos Jogos Abertos

Vissotto atuou cinco temporadas na Itália e a distância não separava a família. “Eu ia para lá todas as temporadas, principalmente nas finais. Ia e passava um mês por lá. O Ciro também viajava quando conseguia uma folga no trabalho, mas sempre acabava ficando pouco tempo”, explica Lygia. Ela é dentista e tem horários flexíveis em seu consultório, e Ciro segue a rotina de economista em uma rede de supermercados carioca.

“Agora Araçatuba é bem mais perto”, brinca a mãe do oposto. “Posso falar mais e a gente pode se ver aos finais de semana”, comenta Lygia. O filho famoso aprova a proximidade. “É muito bom jogar em casa e tê-los por perto. É gostoso, né?”, disse Vissotto.

A mãe coruja já está fazendo os planos para as festas de Natal e Ano Novo. “Esse final de ano vai ser completo. Vai ser o primeiro Natal aqui, com toda a família, depois de uns quatro ou cinco anos”. Leandro é o caçula do clã Vissotto. Ele tem duas irmãs que também jogaram vôlei nos Estados Unidos, mas não seguiram na carreira. Todos estão confirmados para as festas de dezembro.

Mas como o Natal ainda está um pouco distante, nada de folga para Leandro. O jogador voltou para quadra essa semana, para as finais do Paulista, contra o Sesi. Na primeira partida da série, o time de São Paulo venceu por 3 sets a 2 (leia mais). No jogo da noite de quinta-feira, 3 sets a 0 para o Vôlei Futuro, mas com  muita confusão depois da partida, com os atletas se estranhando e se recusando a se cumprimentar na rede… (não assisti ao jogo e vi apenas algumas imagens na TV, e por isso não comentei mais sobre o assunto… Mas fiquei decepcionada! Que a terceira partida tenha um clima de paz!). O Paulistão será decidido neste sábado, às 11h, no ginásio do Sesi, em São Paulo.

P.s.: E por falar em família, quem conferiu os Jogos Abertos de perto e até tirou a foto do post foi minha mãe, dona Perlu. Eu estava “de castigo” em São Paulo, na cobertura do Campeonato Mundial. Valeu pela ajuda! Agora tenho uns dias de folga e volto na segunda! Abraços

Notas relacionadas:

  1. Uma “ponte” até Leandro Vissotto em Doha
  2. Serginho e Vissotto entram para seleção ideal
  3. Festa em Floripa, Montes Claros e na Europa
Autor: Aretha Martins Tags: , , , ,

sexta-feira, 12 de novembro de 2010 Diversos, Seleção feminina, Superliga | 13:25

Semifinais do Mundial e outras coisas mais…

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A reta final do Campeonato Mundial feminino está aí, eu, como vocês, estou sentindo o cansaço dos jogos da madrugada, mas agora é a hora de decidir. Neste sábado, Rússia encara Estados Unidos, às 4h (horário de Brasília) e o Brasil enfrenta o Japão, às 7h, nas partidas que valem vaga na grande final. E aí, quem acertou quem seriam os semifinalistas?

Quase todo mundo que comentou por aqui se deu bem nos palpites. Eu também! Ainda apostaram que Sérvia e a Coreia do Sul poderiam complicar na chave do Japão, mas os times não mantiveram o desempenho da primeira fase. Sérvia perdeu para Turquia e Rússia, e as asiátias foram superadas por Polônia, Japão e Sérvia. A Itália também foi citada, só que apesar de ter se recuperado do passeio que levou do Brasil, vacilou quando não podia e perdeu para Cuba.

Não teve jeito. O Japão, anfitrião do torneio, teve chaves mais simples e soube aproveitar, animando a torcida local. As russas seguem como fortes candidatas ao título e invictas na competição. Do outro lado, Brasil também tem nove vitórias em nove jogos e chega “grande” para disputa. Já os Estados Unidos têm ótimo volume de jogo e contaram com a ajuda da Itália para ficar com a vaga.

O que esperar do Japão
Acho que a semifinal Brasil x Japão será um jogo de paciência. As duas equipes se conhecem bem e tem um ponto em comum: defesa. As japonesas sempre foram bem nesse fundamento e é preciso ter calma para seguir atacando até que a bola caia. Mas o Brasil também estão muito bem no fundo de quadra. Basta lembrarmos das defesas e passes contra os Estados Unidos. E as estatísticas comprovam isso. Ao final da primeira fase, Jaqueline era apenas a 19ª na recepção. Agora ela é a terceira (veja reportagem sobre os números das brasileiras).

Entretanto, Zé Roberto já alertou que o Japão não é apenas defesa. Saori é a jogadora de segurança e Inoue, a presença no bloqueio. Elas estão crescendo nos últimos campeonatos e venceram o Brasil na fase final do Grand Prix, ou seja, estão acreditando que podem vencer de novo. Não acho que será uma partida simples e espero velocidade e muito empenho das japonesas, mas confio no Brasil, se o time entrar e se mantiver concentrado o tempo todo (leia mais sobre Brasil x Japão)

Finais do Paulista e Superliga
Enquanto passamos a madrugada acordados vendo a seleção, os times masculinos do País estrearam na Superliga e se preparam para a final do Campeonato Paulista. Ainda não consegui ver esses torneios (quem assistiu aos jogos e quiser comentar, fique à vontade!), mas a empolgação do Vôlei Futuro me chamou a atenção.

O novo time das estrelas, com Ricardinho, Leandro Vissotto, Lucão e Mario Jr, não mediu forças para intimidar o Sesi na decisão do Paulista. Foi organizada uma caravana em Araçatuba para a primeira partida da final, que será aqui em São Paulo, na próxima terça, às 18h30. As vagas já estão esgotadas! Para quem ficar por lá, o time irá transmitir o jogo em um telão gigante em seu ginásio. A segunda partida da série será na quinta-feira, também às 18h30, em Araçatuba. Se precisar, o último jogo será em São Paulo, na casa do Sesi, no sábado, às 11h.

Ricardinho já comentou que a cidade realmente abraçou o vôlei. Ele contou que é reconhecido na rua e as pessoas pedem autógrafos e fotos. Acho isso bom para o vôlei nacional, que ganha mais um time competitivo e tende a ter uma visibilidade cada vez maior.

Bernardinho e a derrota para Bulgária
Aquele jogo entregue no Campeonato Mundial masculino ainda será lembrado… Nesta semana, Bernardinho disse à revista Alpha que se sente enverg0nhado pelo episódio.”A gente tinha de tomar um caminho. Mas é um caminho que eu nunca quero tomar de novo. Eu queria pedir desculpas às pessoas. Se você me perguntar se eu me orgulho, eu digo: ‘De forma nenhuma’. Vai contra tudo aquilo que eu sempre preguei, os princípios em que acredito”, disse o treinador (leia mais).

Um dia depois, em entrevista à ESPN, ele voltou a falar sobre o tema. Disse que o time fez uma votação e a maioria optou por colocar os reservas em quadra, poupar Bruninho, que era o único levantador no momento no Mundial,e colocar o oposto Théo na função. “Assumo total responsabilidade por jogar contra a Bulgária sem levantador. Mas tudo começou com o problema do levantador logo na inscrição. Não nos permitiram substituir o Marlon, que estava com problemas graves. Queriam colocar o maior número de pedras possível no nosso caminho”, afirmou (leia mais).

Como já escrevi por aqui, não acho errado poupar jogadores ou até mesmo se usar do regulamento, mas acho que o time deveria assumir logo o que fez. E mesmo sem um levantador, o Brasil não jogou o que sabia. E perdeu porque achou que aquilo era o melhor naquele momento. Pelo menos foi isso o que nós vimos. Enfim, foi um erro, mas prefiro lembrar do título. Não podia deixar esse comentário passar, mesmo que com uns dias de atraso, mas espero que esse assunto já tenha mesmo acabado…

Até amanhã!
A gente vê por aqui depois do jogo Brasil x Japão, no Mundial feminino. Quem quiser, pode arriscar um palpite. Eu chuto 3 sets a 1 para o Brasil. Até lá!

Notas relacionadas:

  1. Vão começar as semifinais da Superliga
  2. Quem vai para as semifinais do Mundial feminino?
  3. Mais um jogo e mais uma vitória no Mundial
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , ,

terça-feira, 21 de setembro de 2010 Diversos | 09:31

“Antigos” campeões dão cor aos Estaduais

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A renovada seleção masculina está na Alemanha nos últimos treinos antes do Campeonato Mundial, primeira grande competição dessa geração. Quem tem medalhas olímpicas e títulos mundiais no currículo está aqui no Brasil, dando uma cor especial aos Campeonatos Estaduais.Dois bons torneios no momento são o Paulista e o Mineiro. Por aqui, os veteranos da seleção estão se dando bem. Já em Minas, levam a melhor os times dos jovens talentos nacionais.

Gustavo em ação pelo Pinheiros/Sky

Gustavo em ação pelo líder Pinheiros/Sky

Gustavo e Marcelinho na frente
Gustavo, campeão olímpico e bi no Mundial, e Marcelinho, campeão Mundial em 2006 e prata nos Jogos de Pequim, lideram o Paulistão. O Pinheiros/Sky, aproveitando-se do entrosamento da temporada passada e de bons reforços como Tuba e Maurício, está invicto no torneio. Até agora foram nove vitórias em nove jogos.

Em segundo lugar aparece o Sesi que, no momento, conta com astros fora das quadras. O time é comandado por Giovane Gavio, que até hoje atrai a atenção de gerações que gostam de vôlei, e tem Serginho no elenco. O líbero, um dos melhores do mundo na posição, ainda se recupera de uma cirurgia para retirada de uma hérnia de disco da coluna, mas acompanha de perto a campanha do time no Paulistão. Ele deve voltar a atuar em aproximadamente um mês.

Na cola do Sesi estão dois times com medalhistas. Vôlei Futuro, a sensação da temporada depois de montar uma equipe forte sob a distribuição do levantador Ricardinho, e Medley/Campinas, criado pelo ex-jogador Maurício e que tem André Heller em quadra. Todos têm três derrotas na tabela, mas o Campinas, que bateu o time de Araçatuba no final de semana, sai na frente no desempate e assume a terceira colocação.

Wallace, do Sada, já vestiu a camisa do Brasil

Wallace, do Sada, já vestiu a camisa do Brasil

Caras novas dominam
Em Minas Gerais, a atração não está apenas na bagagem dos jogadores. O Montes Claros, time criado na última temporada e vice-campeão da Superliga mesmo sem campeões ou medalhistas da seleção é o xodó da torcida e segue lotando os ginásios no começo da temporada apesar de ter perdido grandes nomes do ano passado como Lorena, Piá, Diogo e Acácio. Em quadra, entretanto, o time já teve tropeços no Mineiro. O Montes Claros já perdeu duas vezes para o Sada Cruzeiro e se recuperou com uma vitória sobre o Vivo/Minas.

Quem está na liderança no estadual é o Sada Cruzeiro. No elenco, o time conta com Wallace, que vestiu a camisa da seleção na Liga Mundial, e Samuel, campeão mundial em 2006. Eles ainda se reforçaram com nomes como Acácio e Serginho e chegam fortes neste ano. Até agora, estão invictos no Mineiro.

Quem tem campeão olímpico e mundial no elenco ainda não venceu. O Vivo/Minas, do oposto André Nascimento e do central Henrique, veio de uma campanha fraca na última Superliga e ainda não se encontrou no estadual. Nesta noite eles tentam a recuperação contra o líder Sada.

Enquanto a seleção se prepara para o Mundial, vale conferir os Estaduais nos ginásios e aproveitar a proximidade com esses “antigos” campeões.

Notas relacionadas:

  1. Uma notícia ruim para as mulheres e uma boa para os homens
  2. Enquanto não começa a Copa dos Campeões…
  3. Briga boa pela liderança e as energias do carnaval
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,

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