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Posts com a Tag Vôlei Futuro

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012 Superliga | 10:23

E o saque vira assunto mais uma vez…

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Vôlei Futuro - Divulgação/CBV

Vôlei Futuro faz festa em quadra depois de passeio contra a Cimed/Sky em Florianópolis

Semana passada fiz um post falando das equipes reclamando dos erros de saque, principalmente na Superliga masculina. Na noite de quinta-feira, o saque voltou a ser assunto, mas pelos acertos. Variando e encaixando serviços, o Vôlei Futuro atropelo a Cimed/Sky na casa dos adversários em um 3 sets a 0 que rendeu a liderança da competição depois da sexta rodada do returno (leia mais sobre a partida).

Qual o segredo? Acho que é saber balancear. De nada adianta forçar o tempo todo e só errar. E nem entregar, apenas passando a bola. O Vôlei Futuro conseguiu ter um equilíbrio e, além dos cinco aces, desestabilizou a Cimed/Sky, como reconheceu Bruninho. “Eles sacaram muito bem, e a gente ficou acuado, principalmente nos dois primeiros sets. Acho que a gente jogou bem no terceiro set. Ali, o jogo foi jogado, mas eles tiveram mais competência pra encaixar os saques e acabaram vencendo. Eles jogaram muito bem”, disse o levantador.

Começando pelo bom saque, o Vôlei Futuro passeou em quadra e, por enquanto, é um dos times prontos da Superliga. A Cimed ainda está derrapando, mas vamos ver como chega aos playoffs. Pelo menos na noite de quinta, o jogo foi de um time só e o Vôlei Futuro mereceu herdar a liderança depois da derrota do Sesi para a Medley/Campinas.  E vimos que um serviço, quando executado com inteligência, poder ser um grande trunfo.

Falando em trunfo, vale um parenteses para a atuação de Ricardinho, que segue variando as jogadas, dando belas largadas… Mas isso será assunto para outro post em breve!

Leia também: Derrota para o Medley/Campinas custa a liderança ao Sesi-SP

Quantos match points você consegue salvar?

Usiminas/Minas - Divulgação

Festa também para o Usiminas/Minas diante do Vôlei Futuro na Superliga feminina

A quinta-feira também teve Superliga feminina, com uma vitória emocionante do Usiminas/Minas para cima do Vôlei Futuro. E o jogo deixa uma pergunta. Quantos match points uma equipe consegue salvar? Para o Minas, a resposta é seis. Isso mesmo! Elas salvaram seis pontos do jogo no tie-break até fechar a partida, segundo estatísticas da CBV. Prova de que é vôlei é um esporte emocional e que não adianta se afobar pare fechar. E claro, também ajuda ter o melhor atacante do torneio e duas cubanas no time…

Veja o resumo da sexta rodada do returno da Superliga feminina

Superliga feminina também teve vitórias esperadas. Unilever passou pelo Praia Clube e o Sollys/Nestlé bateu o Macaé. Elas seguem nas primeiras e segunda colocações. Já o Vôlei Futuro fica em terceiro, mas vê o Minas empatar em número de pontos e subir para o quarto lugar.

Notas relacionadas:

  1. Fator casa é um “energético” a mais na Superliga
  2. Saque e bloqueio colocam Sollys/Osasco em mais uma final
  3. Saque é um grande trunfo ou um grande vilão?
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012 Superliga | 11:12

Quando um time realmente fica pronto para a temporada?

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Sidão - Divulgação/CBV

Sidão reclamou da atuação do Sesi apesar da vitória sobre o Londrina

Na rodada do final de semana, a Superliga masculina ganhou um novo líder. O Sesi-SP levou um susto, perdeu um set para o lanterninha Londrina, mas marcou 3 sets a 1 e reassumiu a ponta da tabela. Mas, além da parcial perdida, outra coisa me preocupa no Sesi: o discurso dos jogadores.

Veja mais: Sesi vence Londrina e reassume liderança da Superliga masculina

    Rodada começa e rodada termina e os atletas repetem que estão felizes com a vitória, mas que o time ainda precisa se encontrar, se arrumar em quadra. “Ainda não conseguimos jogar do jeito que gostaríamos. Hoje (sábado) tivemos muitos momentos de oscilação e sabemos que isso tem que ser corrigido para as próximas partidas, já pensando no play-off”, afirmou Sidão depois da vitória. Já estamos na metade do returno e o time ainda não se arrumou?

    Quem parece que se encontrou foi o RJX que, diferente do Sesi, se aproveitou da superioridade em relação ao adversário e fez 3 a 0 para cima do UFJF. Esses jogos mais simples devem servir para embalar o time. E mais uma vez, a dupla Marlon e Lipe foi bem. Esses dois se deram bem em quadra, como já comentamos por aqui outras vezes.

    Veja a classificação atualizada e os resultados da rodada da Superliga masculina

      A rodada do final de semana ainda teve vitórias para quem já começou a temporada arrumado. O Sada/Cruzeiro, que manteve o time do ano passado e acaba ficando um pouco fora do foco por não contar com campeões olímpicos e mundiais, bateu o Medley/Campinas por 3 a 0 sem problemas. O Sada pode estar em quarto na tabela, mas é forte candidato a mais uma final.

      Já o Vôlei Futuro mudou para 2012, mas se deu bem com Ricardinho + Lorena. O vice-líder bateu o Montes Claros, em outro 3 a 0. Sempre na parte de cima da tabela, o time pode ser um exemplo de equipe que se entrosou bem, soube aproveitar o estadual para ganhar ritmo e chegou forte à Superliga.

      A Cimed/Sky ainda venceu o Vivo/Minas na sexta-feira. O time mineiro tinha embalado, mas agora está sete pontos atrás do líder Sesi. E a equipe catarinense segue colada nos líderes. O que mostra que a Superliga ainda pode ter mudanças na parte de cima da tabela e quem quiser acabar bem esse returno tem que se arrumar. Agora, ou nunca mais.

      Notas relacionadas:

      1. Time está pronto, agora só falta a vaga na Superliga
      2. Quando a sequência de resultados entra em quadra
      3. Vôlei Futuro parece ter acertado a mão nesta temporada
      Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , ,

      quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012 Superliga | 10:22

      Líderes fazem a lição de casa na Superliga feminina

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      As equipes com as melhores colocação na Superliga feminina fizeram a sua parte na terceira rodada do returno. Diante de adversários teoricamente mais fáceis, Unilever, Vôlei Futuro, Sollys/Osasco e Usiminas/Minas venceram. Desses, só o time de Osasco teve vida realmente fácil. Para os outros, 3 a 0 ou 3 a 2 significaram equilíbrio.

      Fernanda Venturini - Daniel Ramalho/adorofoto

      Venturini, que havia sofrido um acidente de carro com Bernardinho na manhã de terça, jogou contra Mackenzie

      Unilever e Vôlei Futuro venceram em sets diretos. E quem advinha o que ainda é um problema para a equipe carioca? Sim, mais uma vez o passe. E sim, ter Fernanda Venturini no levantamento ajuda. O time de Bernardinho bateu o Mackenzie/Cia do Terno, sétimo colocado, e segue na liderança isolada, mas as parciais tiveram placares até que apertados (25/21, 25/20 e 25/20).

      Placar apertado para o outro 3 sets a 0 de um dos líderes. O vice Vôlei Futuro só venceu a primeira parcial para cima do BMG/São Bernardo por 32 a 30. Depois, mesmo cometendo erros, fechou o jogo em casa com um pouco de folga no marcador (25 a 17 e 25 a 19).

      Já o Sollys/Nestlé se aproveitou do novato Rio do Sul e, aí sim, venceu por 3 a 0 com tranquilidade (25/21, 25/19 e 25/13). E o time de Osasco aproveita os jogos mais simples para recuperar o ritmo de Fabíola e contar com Hooker. A levantadora voltou depois de lesão no joelho e a oposto, grande contratação da temporada, começa a mostrar seu jogo mais solto e sua potência. Será que ela já é uma ameaça a Tandara? De qualquer maneira, é melhor ter o time todo e se preocupar em quem escalar do que olhar para o banco e não ter quem colocar. Luizomar já passou por isso quando Fabíola estava machucada….

      Para fechar o bloco de líderes, um placar que surpreendeu. O Usiminas/Minas, apesar de não ter as estrelas da seleção, é um time forte e que vem dando trabalho. Mas as mineiras sofreram para bater o lanterninha Macaé. A vitória veio apenas no tie-break. Com isso, perdeu um ponto em um jogo que poderia ter sido mais um 3 a 0 pelo histórico das duas equipes.

      No final, com altos e baixos, quem estava melhor colocado venceu quem estava na parte debaixo da tabela. Para os líderes, a rodada com duelos considerados mais simples valeu a pena.

      Notas relacionadas:

      1. Fator casa é um “energético” a mais na Superliga
      2. Já temos os oito classificados na Superliga feminina
      3. Vôlei Futuro faz festa em casa e segue vivo na Superliga
      Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , ,

      terça-feira, 24 de janeiro de 2012 Superliga | 23:02

      Noite começa com Wallace Souza e termina com Unilever

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      *atualizado dia 26/01

      Wallace - Divulgação/CBV

      Wallace Souza foi o nome do jogo entre Sada/Cruzeiro e Sesi

      A noite de vôlei desta terça-feira começou com uma atuação de gigante de Wallace Souza, oposto do Sada/Cruzeiro, e terminou com um 3 a 0 do Unilever para cima do Vôlei Futuro com direitos a muitos bloqueios e mais uma boa atuação de Fernanda Venturini.

      O Sada/Cruzeiro recebeu o Sesi-SP e venceu no tie-break. O time paulista começou devagar, errou mais e isso pode ter custado o jogo. Do outro lado, Wallace Souza mostrou o que é ser um oposto. Ele foi, em alguns momentos, caçado pelo levantador William, que sabia que seu companheiro estava em um dia inspirado. No quinto set, por exemplo, se o passe estava um pouco ruim, para quem ia a bola? Wallace. E o que acontecia? Ponto.

      O oposto marcou 32 pontos e foi eleito o melhor da partida. E Wallace está amadurecendo em quadra. Quando falei com ele às véspera da final da Superliga 2010/2011, ele me disse que se via como um cara que jogava na força e que ainda não tinha tanta manha para jogar no jeito. No jogo desta terça ele soltou o braço, mas também largou, explorou bloqueio… Esse é o caminho.

      A noite de vôlei continuou com a Superliga feminina e o que era esperado para ser um jogo de horas e horas e com outro tie-break, acabou em 3 a 0. O Unilever bateu o Vôlei Futuro, seguiu na liderança e viu o rival de Araçatuba cair para a terceira colocação. ultrapassado pelo Sollys/Nestlé (que bateu o Pinheiros). E dois aspectos chamaram a atenção: o bloqueio carioca, com destaque para os seis pontos de Mari, e a diferença entre as levantadoras.

      O Unilever foi uma parede na rede nos dois primeiros sets. Na segunda parcial, marcou sete pontos no bloqueio contra nenhum do Vôlei Futuro. Nem precisa falar mais nada…

      Mas alguns bloqueios foram facilitados pelas jogadoras de Araçatuba. Eu explico. Os dois times sofrem no passe, mas as levantadoras do Vôlei Futuro não estavam conseguindo arrumar a bola nem para as pontas. Ana Cristina, que começou como titular, não foi ousada. Ana Tiemi assumiu o posto no terceiro set, elevou o nível de jogo, mas logo voltou a colocar bolas baixas demais nas pontas e assim, foram ataques errados ou parados pelo bloqueio da Unilever.

      E sim, a Unilever também teve problemas no passe. Mas essa é a vantagem de contar com Fernanda Venturini. A veterana arrumou bolas com toque, manchete e soube explorar suas atacantes. Mari, eleita melhor em quadra, estava confiante, virando bem e bloqueando mais ainda, foi muito acionada. Quando caiu um pouco, Venturini passou a usar Sheilla. O passe quebrado só atrapalhou as jogadas de meio, que ficaram apagadas.

      Já está ficando repetitivo falar do time carioca. Mas antes de criar qualquer esperança, Venturini saiu de quadra afirmando que para de vez depois da Superliga e que não vai para as Olimpíadas de Londres. O jeito é aproveitar durante o torneio nacional mesmo…

      E a rodada continua

      A Superliga seguiu na noite de quarta-feira. No masculino, Vôlei Futuro venceu o Volta Redonda e assegurou a liderança do primeiro turno. Já a Cimed/Sky fez valer o seu favoritismo e bateu o BMG/São Bernardo. E o RJX, que poderia ter embalado depois de bater o Sada/Cruzeiro na rodada passada, voltou a errar demais e parou no Medley/Campinas, que é um time sem grandes estrelas, mas com bom elenco. Até o returno!

      Notas relacionadas:

      1. Na Superliga, noite de estreia é noite de Sheilla
      2. Unilever está em mais uma final de Superliga
      3. Noite de Venturini na despedida da Superliga feminina
      Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

      segunda-feira, 23 de janeiro de 2012 Superliga | 13:30

      Jogo de gente grande do RJX, Stacy no Vôlei Futuro e a rodada

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      A Superliga 2011/2012 já está no final do primeiro turno para homens e mulheres e, como já conversamos por aqui, a tabela promove bons jogos e que servem como parâmetro para diversos times. Entre os homens, quem chamou a atenção foi o RJX, com a primeira vitória em casa e a segunda vitória diante de um forte candidato ao título. Os cariocas, que tinham batido apenas a Cimed/Sky entre os grandes, fizeram 3 sets a 1 para cima do Sada/Cruzeiro.

      Lucão e Lipe - Divulgação/Vipcomm

      Lipe (direita) foi destaque do RJX e comemora bola no chão com Lucão

      O RJX voltou a vencer com a volta de Lipe a sua melhor fase. Ele foi o melhor jogador em quadra e o maior pontuador. O ponteiro segue como o cara de segurança do time e se aproveitando do entrosamento que já tinha com Marlon desde a temporada passada. Marlon também facilitou o jogo. A partir do segundo set, com o passe na mão, ele acelerou bem os lances com seus atacantes.

      Sei que posso estar insistindo em falar no RJX, mas esse é o time que atrai olhares desde a sua formação, com todos os selecionáveis, e também depois do fiasco do Pinheiros/Sky. Estou curiosa para acompanhar a equipe e ver se um time que nasceu grande no papel segue grande em quadra. Por enquanto, sigo com a impressão de que a equipe vai bem quando Lipe vai bem. A vitória não garante nada ainda, mas faz a Superliga ficar mais divertida com mais um time com chance de brigar.

      Veja como foi RJX 3 x 1 Sada/Cruzeiro set a set

      Enquanto isso, aqueles que já são grandes e conhecidos em quadra dominam a parte de cima da tabela da Superliga masculina. Vôlei Futuro, em mais uma atuação inspirada da dupla Lorena e Ricardinho, venceu o Sesi-SP e assumiu a liderança. A Cimed/Sky se aproveitou do frágil UFJF para voltar a vencer depois da semana conturbada com derrota e saída do Pacheco. O Vivo/Minas tropeçou diante do Volta Redonda, que tem se mostrado um time que estuda os rivais e gosta de complicar, mas segue lá em cima, em quarto. O Sada/Cruzeiro, mesmo com os 3 a 1 para o RJX, é candidato ao título e ocupa a quinta colocação.

      Volta de Stacy Sykora e tarde de Venturini

      Stacy - Site oficial/Vôlei Futuro

      Stacy é abraçada pelas companheiras do Vôlei Futuro na volta à Superliga

      A nona rodada teve um clássico, Vôlei Futuro x Sollys/Osasco. O time de Araçatuba marcou 3 sets a 2 e segue na cola do Unilever na tabela, na vice-liderança. Mas o que chamou a atenção foi a volta de Stacy Sykora. A líbero norte-americana, que sofreu traumatismo crânio-encefálico no acidente com o ônibus da equipe em abril de 2011 já tinha condições de jogar há algumas rodadas, mas reestreou justo em jogo duríssimo. Por quê?

      A pergunta já foi feita pelos leitores daqui do blog. Acho que o caminho natural seria Paulo Coco colocar a jogadora em partida mais simples, para dar ritmo. Mas ele pode ter confiado na experiência de Stacy, eleita a melhor líbero do mundo em 2010 e, talvez por isso, tenha relacionado a atleta logo no clássico. Ele sabia que era um jogo importante. Sabia que a Unilever ganharia do Pinheiros e, por isso, fecharia a rodada na ponta. E sabia que, se perdesse, ficaria em desvantagem justamente em relação ao Sollys/Nestle na tabela. Resolveu colocar a líbero na fogueira, como disseram por aqui, e deu certo. O Vôlei Futuro venceu e Stacy foi a melhor jogador de defesa na rodada. O técnico tem seus métodos questionáveis, mas às vezes eles dão certo…

      O Vôlei Futuro viaja nesta semana e encara o Unilever. E nesta Superliga, falar da equipe carioca é falar de Fernanda Venturini. A levantadora foi a melhor em quadra e a melhor jogadora da nona rodada do torneio. Ela segue comandando o time com facilidade, impondo velocidade e cada dia mais entrosada com as companheiras. Enfim, tudo aquilo que já falamos sobre a veterana…

      Notas relacionadas:

      1. Vôlei Futuro é a grande surpresa do quarto turno da Superliga
      2. Lucão assina, e Vôlei Futuro promete time grande
      3. Vôlei Futuro é “time grande” com Paula e Ricardinho
      Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

      segunda-feira, 16 de janeiro de 2012 Superliga | 08:00

      Tabela ajuda a esquentar a Superliga masculina

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      Sabe aquele velho discurso de que todo jogo é importante, de que se tem que respeitar o adversário e seguir em busca dos três pontos? Com a Superliga masculina 2011/2012 já chegando ao final do primeiro turno, esse discurso ganha força. E como a tabela coloca frente a frente os times considerados grandes, todo jogo realmente é importante para não deixar um rival direto disparar na classificação. E a rodada do final de semana também mostrou o momento que vive esses grandes…

      Lucão-Vôlei Futuro - Divulgação

      RJX, de Lucão, ainda precisa crescer contra times fortes se quiser se dar bem na Superliga

      Enquanto Sesi e Vivo/Minas vêm crescendo, RJX não está se dando bem nos principais jogos, por exemplo. O Sesi, com a boa volta de Murilo que está sendo sempre o melhor em quadra depois de se recuperar de uma inflamação no ombro, se deu bem nos confrontos diretos e pulou para a liderança. Agora, testará a boa fase diante do Vivo/Minas, atual quarto colocado.

      Veja como foi a oitava rodada da Superliga masculina

      A equipe de Minas chegou a essa posição depois de embalar. Foram vitórias sobre RJX, Sada e Vôlei Futuro, todos candidatos ao título. Agora virá o Sesi. Os dois times estão prontos para um grande duelo.

      Na contra-mão aparece o RJX. A equipe começou a temporada perdendo, embalou contra menores e na hora de encarar grandes, sentiu as ausências dos lesionados Lipe, o cara de segurança do time, e Dante e parou. Caiu para Vivo/Minas, para o BMG/São Bernardo (eu não esperava tal resultado) e para o Vôlei Futuro. E agora não dá mais para falar que o time é novo, teve pouco tempo para treinar. Já deu para entrosar todo mundo, trabalhar junto e mostrar o que sabe. E ao RJX, ainda falta errar menos e ser mais decisivo contra esses grandes. Só uma boa vitória, como foi a diante da Cimed/Sky lá em dezembro, não vai adiantar.

      As próximas rodadas, as últimas do primeiro turno, prometem bons duelos e serão ainda mais parâmetros de comparação para quem sonha com o título nacional. O líder Sesi encara, além do Vivo/Minas, o Vôlei Futuro, equipe que estava invicta em 2011, começou 2012 perdendo para Cimed e Minas, mas se recuperou em uma boa vitória sobre o RJX. Já o Vôlei Futuro, vice na tabela, precisa se esforçar para manter o ritmo pois pega Sada/Cruzeiro e Sesi e contra eles não há como vacilar.

      Agora sim a Superliga fica mais interessante. Vamos ver quem realmente vive o melhor momento.

      Notas relacionadas:

      1. As primeiras rodadas do ano da Superliga masculina
      2. Começam as quartas de final da Superliga masculina
      3. Superliga masculina tem seu primeiro medalhista
      Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

      quarta-feira, 11 de janeiro de 2012 Superliga | 17:22

      Superliga feminina volta com um invicto a menos e estrangeiras

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      A Superliga feminina 2011/2012 voltou na noite de terça-feira e já viu a queda de um dos invictos. O Vôlei Futuro, que como já comentamos por aqui acertou a mão nesta temporada, bateu o Usiminas/Minas por 3 sets a 0, com direito a dois 25 a 15, acabou com a invencibilidade das mineiras e segue líder e sem perder na competição nacional.

      Leia também: Paula Pequeno é a melhor jogadora da sexta rodada

      Apesar da derrota, o jogo ajuda a falar das estrangeiras desta Superliga. A cubana Herrera marcou 14 pontos e é uma das grandes armas do elenco de Minas mais uma vez. Já o Solly/Nestlé, outro invicto ao lado do Vôlei Futuro finalmente teve a norte-americana Destinee Hooker em uma partida inteira. A oposto ainda não foi o destaque, que ficou para Jaqueline, mas viu seu time bater o Macaé por 3 a 0.  E ainda temos mais uma norte-americana, a Dani Scott, que voltou ao BMG/São Bernardo. As estrangeiras dão uma graça a mais para a Superliga feminina.

      Voltando à rodada da terça-feira, tivemos mais um 3 a 0, agora sem estrangeiras. Mas o jogo foi a prova do que o entrosamento faz com o time. Na vitória do Unilever contra o São Bernardo no último jogo na Superliga em 2011, Bernardinho havia falado que aquele havia sido o melhor jogo do time no torneio. No primeiro confronto de 2012, na vitória sobre o Praia Clube, o discurso se repetiu.

      O Unilever, que ficou com o bronze no Top Volley durante a folga de final de ano, voltou ainda mais entrosado e viu mais uma vez a boa parceria de Fernanda Venturini com Juciely pelo meio-de-rede. A central foi a melhor em quadra e o time carioca, que embalou de vez (única derrota foi na estreia e, depois, cinco vitórias), agradece a experiente levantadora. Ela tem facilitado o jogo com o bom entrosamento com as companheiras.

      Nesta noite a rodada será para os homens. Vamos ver quem se destaca. Até mais!

      Notas relacionadas:

      1. Quartas da Superliga feminina começam sem surpresas
      2. Unilever é heptacampeão da Superliga feminina
      3. Noite de Venturini na despedida da Superliga feminina
      Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

      domingo, 18 de dezembro de 2011 Superliga | 12:38

      Vôlei Futuro parece ter acertado a mão nesta temporada

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      Fernanda Garay - Divulgação/CBV

      Fernanda Garay é um destaques do Vôlei Futuro na temporada

      Pelo menos por enquanto, depois de três rodadas na Superliga, parece que os times do Vôlei Futuro acertaram a mão, principalmente entre as mulheres. A equipe equilibrou forças, ficou mais experiente e, além de liderar o torneio nacional, é o único que ainda não perdeu nenhum set.

      O nome da terceira rodada, depois da vitória sobre o BMG/São Bernardo, foi Fernanda Garay, reforço do Vôlei Futuro na temporada. Ela foi a melhor jogadora em quadra na sexta-feira e segue o bom momento vivido desde o começo do ano, com a convocação para a seleção. Garay ajuda no passe e também é uma força no ataque, ao lado de Paula Pequeno, que entrou neo meio do jogo contra o São Bernardo e fez a diferença. Bela contratação de Garay e boa fase de Paula.

      E falando em passe, Walweska, nova central, é uma das poucas meios que também fazem fundo. E ter a bola na mão ajuda Ana Tiemi e Ana Cristina, as duas levantadoras. Aí está mais uma vantagem para a temporada. No ano passado, Alisha Glass era a aposta, mas a norte-americana teve uma lesão e voltou para os EUA. Agora, o time tem duas jogadoras na posição.

      O banco também teve uma mudança. Paulo Coco no lugar de William. E ele tem um time mais experiente e mais equilibrado em quadra. Apesar de na Superliga ainda não ter encarado as potências, venceu o Paulista diante do Sollys/Osasco com o time o completo.

      Depois de uma temporada que era esperado pelo menos a final, o Vôlei Futuro melhorou e parece ter acertado a mão. No masculino, o perfil foi adotar jogadores bons, mas fora da seleção, como Lorena e Piá, e ter o time todo o ano todo. Eles também seguem invictos depois dos 3 a 1 sobre o Londrina na noite se sábado, mas aparecem em terceiro na classificação. Mas a Superliga masculina fica para o próximo post.

      Notas relacionadas:

      1. Vôlei Futuro vê suas estrelas entrosadas em quadra
      2. Vôlei Futuro: igual no papel e nas quadras
      3. Osasco e Vôlei Futuro fecham as semifinais nesta quinta?
      Autor: Aretha Martins Tags: , , , ,

      terça-feira, 13 de dezembro de 2011 Superliga | 08:00

      Superliga ainda sem cara de super, mas com promessas

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      Bruninho e Gustavo - Divulgação/CBV

      Estrelas, Bruninho e Gustavo entraram apenas ao longo da partida de estreia da Cimed/Sky

      A Superliga 2011/2012 teve início no final de semana para homens e mulheres. Para começar, um pouco da edição masculina (como a feminina terá rodada completa logo mais, comentamos os primeiros jogos depois, combinado?). Por enquanto, o campeonato ainda não é “super”, mas tem boas promessas.

      Saiu na frente quem não tinha um dos “supertimes” da temporada. RJX, por exemplo, nasceu no Rio e tem como objetivo chegar à final da competição. Para não virar um novo Pinheiros e ser apenas um time de estrelas e sem resultado, apostou em selecionáveis como Dante, Théo, Marlon e Lucão e gente também boa como Lipe, Allan ou Thiago Sens para ter titulares e reservas.

      Porém, a tabela não foi amiga da equipe carioca. Logo de cara, um clássico sem cara de clássico. O RJX encarou o Sesi, mas as grandes estrelas não atuaram o tempo todo. E venceu quem tem uma base melhor e mais bem entrosada. O Sesi acabou de ser campeão paulista, manteve praticamente o mesmo time campeão da Superliga na última temporada e venceu, sem muitos prolemas (leia mais sobre a partida).

      Outro “supertime”, a Cimed, que herdou Giba e Gustavo da Sky, também não precisou da força máxima para vencer o Londrina/Sercomtel. Bruninho e Gustavo atuaram pouco. E Giba nem entrou (leia mais sobre a partida).

      O jogo mais equilibrado acabou ficando com os times com menos estrelas. Fora de casa, o BMG/Montes Claros, que quase acabou na temporada passada e refez o elenco, só venceu o Medley/Campinas, que se reforçou com nomes como Bob e Zanuto (que podem não estar na seleção, mas são velhos conhecidos de quem acompanha vôlei), no tie-break.

      Por enquanto, esses times menos estrelados, ou a base dos estrelados, saem na frente. É o caminho natural, já que os elencos seguiram trabalhando enquanto os atletas estavam reunidos na seleção brasileira. Só é ruim ver um clássico como Sesi e RJX sem a verdadeira cara e o verdadeiro equilíbrio esperado. No returno será melhor.

      Agora, Sesi, que tem um ótimo grupo, Vôlei Futuro, que apostou em atletas fora da seleção, mas qualificados como Lorena, Piá e Ricardinho, estão em vantagem. Depois da pausa para as festas de final de ano e com mais tempo de treino, os outros entrarão de vez na briga. E aí sim a Superliga promete render ótimas emoções.

      Notas relacionadas:

      1. A rodada de quinta da Superliga
      2. Começa a briga nos playoffs da Superliga masculina
      3. Sada/Cruzeiro completa a lista de semifinalistas da Superliga
      Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , , , , ,

      sexta-feira, 20 de maio de 2011 Diversos | 18:19

      Vissotto na Itália, mudanças em Araçatuba e em Montes Claros

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      Mais uma sexta-feira e mais uma semana agitada para o mercado do vôlei. Nesta manhã, Leandro Vissotto cumpriu a sua promessa. Ele disse na quinta, no Twitter, que teria uma novidade nesta sexta. Voltou ao microblog e disse que havia assinado com o Cuneo, da Itália (leia mais sobre a transferência de Vissotto). Bom negócio?

      Leandro Vissotto

      Vissotto voltou ao Brasil no ano passado e jogou no Vôlei Futuro, mas não chegou a acordo para renovar

      Vissotto conhece nem o vôlei italiano depois de ter jogado quatro temporadas lá antes da passagem pelo Vôlei Futuro (que acabou depois que ele e o time não chegaram a um acordo para a renovação). E o Cuneo fez uma boa campanha no último nacional, terminando em segundo lugar. Não é o super time do Trentino que ele jogava, mas é uma equipe que briga para vencer.

      E é melhor ele se esforçar na temporada porque a concorrência pela vaga de oposto na seleção aumentou depois da ótima Superliga de Wallace no Sesi. Na Itália, ao menos, estará em um torneio de um nível excelente, apesar de um pouco diferente do Brasil. Lá os atletas apostam mais na força. Mas para um cara de 2,12m é até mais fácil jogar dessa maneira.

      Ainda essa semana, o Vôlei Futuro feminino anunciou a contratação de Paulo Coco, que deixa o Pinheiros (saiba mais sobre a ida de Paulo Coco para Araçatuba). Apesar de não ter entendido algumas escolhas de Coco na Superliga, como a troca de líberos, eu acho que ele é técnico muito mais firme que o William.

      Aqui na capital, o Pinheiros dá sinais de que será difícil seguir na próxima temporada. A assessoria do time afirmou que o clube tentava negociar com patrocinadores, mas o Mackenzie já tirou o seu apoio(veja como acabou a parceria Pinheiros e Mackenzie). E como sempre falo por aqui, é muito ruim ver qualquer equipe se fechando, perdendo patrocínio. O Pinheiros vinha de temporada com resultados que podem ser considerados bons, mas sem jogadoras como Fabíola, Ivna, Ju Costa, Karine perdeu a sua base e a identidade. O Sollys/Osasco foi ao maior beneficiado, pelo menos dentro de quadra.

      Bruno Zanuto

      Bruno Zanuto deixa o Montes Claros e é um grande reforço para o Medley/Campinas

      No masculino, quem estava ameaçado e respirou foi o Montes Claros. A equipe comMas também fica a dúvida de quem restará no elenco para a temporada. O técnico Talmo já fechou com o novo time feminino do Sesi. E agora Bruno Zanuto, uma das melhores contratações de 2010/2011, assinou com o Medley/Campinas.

      Com isso, a equipe de Campinas já está com um belo elenco. Vamos relembrar… Já contrataram o oposto Bob, o levantador Fidele, o meia Everaldo e renovou com nomes como André Heller, Gustavão e Lukianetz. Agora também em Zanuto e Aranha, ponteiro que estava no Pinheiros. Em suma, o time conta com atacantes de raça (Bob e Zanuto) e de força (Lukiantez). Os centrais equilibram altura (Gustavão) e experiência (Heller). Resta saber como Fidele, que ainda é um levantador novo, vai comandar todo mundo. Acho que o time começa a temporada com chances melhores do que no ano passado.

      Para fechar, o RJX segue contratando. Os titulares já estão praticamente definidos e são eles: Marlon (levantador), Théo (oposto), Riad (central), que acabou se der campeão italiano com o Trentino, Dante (ponta), Felipe (ponta) e Lucão (central) e Allan (líbero). Agora também anunciaram Guilherme, levantador que estava no Londrina e Renan, ponta que era do Minas. Como já disse Gustavo, é um time que nasceu forte. Só espero que siga os caminhos do Pinheiros, que também nasceu grande, mas não se encontrou muito bem em quadra.

      E vocês? Gostaram das novas mudanças do mercado? Deixem seus comentários!

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      Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , ,

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