Vivo/Minas | Mundo do Vôlei, por Aretha Martins

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terça-feira, 14 de maio de 2013 Diversos | 09:25

Sul-Americano masculino x feminino e as vagas no Mundial

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Aos poucos, as vagas para o Mundial de Clubes estão sendo preenchidas. No final de semana, o UPCN, da Argentina, faturou o Sul-Americano e assegurou o seu lugar. Isso não quer dizer que, apesar do tropeço em casa do Vivo/Minas na final e do RJX ter caído na semi e ficado com bronze, os brasileiros estejam fora do Mundial. Dois times serão convidados pela organização. No feminino, o país vai ao torneio com a Unilever. Pois bem, encerrado o Sul-Americano fica mais uma vez visível o abismo entre homens e mulheres por aqui e também me reascende uma dúvida: por que o Mundial masculino é diferente do feminino?

Se no feminino a Unilever deu um passeio para ficar com o título, no masculino os brasileiros não foram o que a torcida esperava. As equipes da Argentina eram as que poderiam dar trabalho. E na final, o UPCN soube se virar nos momentos chaves e aplicou 3 a 0 no Vivo/Minas em pelo BH. Se os mineiros não tiveram Filip ou Lucarelli inspirados, os argentinos tinham Evandro e companhia para liquidar a partida.

E começa ano, termina ano é esse o cenário. Enquanto o Brasil reina soberano no vôlei sul-americano feminino, o masculino está um pouco mais parelho. Falta investimento entre as mulheres nos outros países? Seria bom alguma ajuda ou incentivo para que houvesse um equilíbrio maior para elas também… Se nada for feito, podemos ver outros 25 a 3 como fez a Unilever.

Agora, é esperar pelo Mundial de Clubes. E de novo estão as diferenças entre homens e mulheres, mas em outros aspectos. O torneio feminino, por exemplo, contará com seis equipes e só a Unilever representará o Brasil. Cadê o Sollys/Nestlé? Ok, o time perdeu a Superliga, mas é o atual campeão mundial e acho que, por isso, mereceria a vaga.

Já o masculino devem ser oito equipes e o Trentino, atual campeão, está na lista e, segundo um texto da FIVB do final de abril, vai participar do torneio justamente porque é detentor do título. Se o critério vale aqui, por que não chamar o Sollys?

Além disso, o Brasil será sede da competição dos homens e levará dois participantes que serão escolhidos pela organização. Aí o assunto volta ao Sul-Americano. Depois ficar com o bronze, RJX merece a vaga por ser o campeão brasileiro? A competição deve acontecer em Belo Horizonte. Com isso, o Sada Cruzeiro, vice brasileiro e que nem jogou a competição continental, deve ser um dos escolhidos?

Os Mundiais masculino e feminino serão em outubro, no Brasil e na Suíça, respectivamente. Vamos esperar para ver quem recebe o convite para a disputa de um lado e se a Unilever, encarando rivais mais complicados, repete a sua supremacia do outro.

Notas relacionadas:

  1. Sesi e Sollys/Osasco vencem e vão ao Mundial
  2. Estreias e reforço confirmado no vôlei feminino
  3. Sada passa frio de manhã e vence à noite no Sul-Americano
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

segunda-feira, 15 de abril de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 19:42

Os nomes da Superliga masculina

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Alexndre Arruda/CBV

Lucão, central do RJX

Depois de falar quem se destacou entre as mulheres (veja post anterior), é a vez de lembrar dos homens na temporada 2012/2013 na Superliga. Como comentei, fiz uma série chamada “O nome da Superliga” para citar alguns destaques ao longo do torneio aqui no blog. Agora, é hora de balanço final. O RJX faturou o título com uma grande virada para cima do Sada/Cruzeiro e tem o primeiro nome da lista: Lucão.

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O central do time carioca foi o melhor saque da competição e também desequilibrou no bloqueio. Na final, o time entrou na partida quando a jogada entre ele e Bruninho saiu. Depois de ter atuado com o levantador anos e anos na Cimed e também na seleção, é o cara de segurança do companheiro. É um jogador que sempre usou o saque forçado, só que agora parece estar cada vez mais consistente no fundamento. Ele força e acerta o primeiro, força e acerta o segundo e assim por diante. Foi um belo nome da Superliga, ainda mais com a medalha de ouro na decisão.

Quem ficou pelo caminho também chamou a atenção. Lucarelli chegou à semifinal com o Vivo/Minas e fez uma grande temporada. Ele já passou pelo O nome da Superliga e amadureceu demais em quadra. Já vi jogos em que ele era caçado na recepção e errava. Agora, aguenta a função de passador. E mostrou variedade no ataque, sem se intimidar com rivais. É um nome que merece ser lembrado por Bernardinho na seleção, ainda mais uma posição com jogadores que já estão ficando velhos. Enquanto Lucarelli tem 21 anos, Murilo e Dante já passaram dos 30, por exemplo.

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No levantamento, o melhor do torneio foi William, do Sada e acho uma escolha justa. Foi um jogador que, mais uma vez, desequilibrou e soube usa muito bem o que tinha nas mãos. Dispensa mais comentários. Mas gostei muito da atuação de Marcelinho, do Vivo/Minas. O veterano exibiu as jogadas precisas e mais seguras com as quais ficou conhecido, mas também usou bolas rápidas, jogadas de meio forçadas com Henrique e Maurício. Terminou a Superliga jogando um voleibol e tanto.

Entre os cubanos, coloco Leal, outro do Sada/Cruzeiro, entre os nomes da Superliga. O cubano foi o esperado no ataque, com bolas potentes e certeiras. Também deu trabalho no saque. E acho que surpreendeu no fundo de quadra. Geralmente cubano não é especialista em recepção, mas Leal não prejudicou o Cruzeiro, não pelo menos nos jogos que eu assisti.

Assim como falei no post anterior, tem mais gente que foi destaque na Superliga masculina. Bruninho faturou o título distribuindo bem às bolas, Henrique foi bem n saque, Isaac é dos jovens que se destacou e está na seleção… Mas não dá para listar todo mundo ou não acabaria mais. Agora é com vocês. Quem foram os Nomes da Superliga para vocês? Quem quiser, é só comentar….

Notas relacionadas:

  1. Tabela ajuda a esquentar a Superliga masculina
  2. E o RJX está na final da Superliga masculina
  3. Investimento x conjunto na final da Superliga masculina
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

sábado, 6 de abril de 2013 Superliga | 00:45

E o RJX está na final da Superliga masculina

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A Superliga masculina já tem a sua final definida. Depois de o Sada/Cruzeiro fechar a série em dois jogos contra o Sesi, o RJX venceu o Vivo/Minas agora há pouco e carimbou o seu passaporte. Foi a vitória do mais agressivo e que confirmou a condição de favorito, já que havia liderado a fase de classificação. Além disso, honrou o investimento como o time mais badalado do torneio e jogou como conjunto nesta semifinal.

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Alexandre Loureiro/INOVAFOTO

Thiago Alves foi um dos destaques da vitória do RJX

No jogo desta noite, o primeiro set foi bastante equilibrado, mas vencido pelos cariocas. Os donos da casa dominaram na segunda parcial e ali ficou clara a diferença na agressividade. Os saques e ataques potentes do RJX entravam, enquanto o Vivo/Minas parou. Mais uma vitória para o lado carioca, que também encaminhava a partida no terceiro set, chegando a marcar 14 a 10.

Aí a reação do lado mineiro com a sua característica de time mais “jogueiro”. Eles assumiram a ponta e não saíram mais, forçando o quarto set. A situação, entretanto, se inverteu. Depois de Maurício bloquear e Lucarelli marcar, o Vivo/Minas abriu 18 a 14. Mas o RJX reagiu e num ace perfeito de Thiago Alves, empatou em 24 a 24. Da Silva, que havia entrado há pouco, virou um contra-ataque e colocou o time na frente. Depois, com bloqueio, veio a vitória por 3 sets a 1 (29/27, 25/17, 22/25 e 27/25).

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O resultado leva o RJX a sua primeira decisão da Superliga. Era a equipe com maior investimento disparado, com jogadores renomados e fez o seu papel. Em quadra, dois destaques na minha opinião. Riad estava inspirado no saque e também nos outros fundamentos. Normalmente o central badalado e segurança de Bruninho é Lucão, mas Riad foi bem em grande parte da partida e desequilibrou. Outro nome é Thiago Alves. O ponteiro virou bolas importantes em diversos momentos, desde o primeiro set. E aqui tenho que concordar com os comentaristas da partida. No final, ele partiu para o saque e encaixou um belo ace. Na sequência, poderia complicar o time com um erro. E é muito comum pontuar e, depois, forçar de novo buscando aquele fundinho da quadra e errar. Mas Thiago teve cabeça no lugar, executou um saque firme, mas seguro, e o jogo seguiu. Ele fez a parte dele com o ace. Não precisava decidir tudo ali. Ele confiou na equipe, começou a jogada e o RJX matou o contra-ataque. Fez as escolhas certas e o conjunto fez a sua parte. Isso é a atuação como um time.

Mas não dá para ignorar o outro lado. Como lembrou Marcelinho após o jogo, quem apontava o Vivo/Minas como candidato à finalista desta Superliga? Mas a equipe cresceu demais e não avançou por pouco. Méritos de um elenco, como já ressaltei por aqui, que uniu bem experiência e juventude. Marcelinho teve uma excelente temporada. Além de seguir com as bolas mais seguras que sempre foram a sua característica, ele faz jogadas lindas, rápidas, arriscadas. O lado dos mais rodados ainda contou com Henrique e seu saque. Já na ala dos novatos, o nome é Lucarelli. O ponteiro amadureceu demais e está pronto.

Lucarelli já esteve no “O nome da Superliga”. Relembre

Mas o time mineiro deixa a competição e pensa na próxima temporada. Seria muito interessante manter o elenco e continuar o trabalho. Já o RJX tem uma semana de treino pela frente. Nesta noite, foi agressivo, forte no bloqueio nos momentos decisivos (fundamento que eu acho que é melhor da equipe e foi assim em toda a Superliga), honrou o elenco estrelado e está na decisão. E tudo isso depois de levar um 3 a 0 fora de casa… Merece o parabéns pela vaga e pelo trabalho na temporada. Agora é esperar pela final. No dia 14 a gente conhece o campeão brasileiro. Título fica com o atual campeão Sada/Cruzeiro? Ou o RJX leva a melhor logo na primeira final? Veremos!

Notas relacionadas:

  1. Bonsucesso/Montes Claros está na final da Superliga
  2. Momentos da final da Superliga masculina
  3. Pela primeira vez, Sesi está na final da Superliga
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

domingo, 31 de março de 2013 Superliga | 11:04

Final mineira na Superliga ou o RJX ainda tem chances?

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O sábado foi dos mineiros na Superliga. Depois de o Sada Cruzeiro liquidar a série semifinal diante do Sesi com mais um 3 sets a 0 e se garantir na decisão, o Vivo/Minas repetiu o placar para cima do RJX e empatou outra semifinal. E agora, o time de Belo Horizonte mantém o embalo e faz uma final mineira na Superliga? Ou a equipe carioca se recupera em casa?

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Se olharmos para a fase de classificação do torneio nacional, a resposta seria a vaga para o RJX, que avançou aos playoffs em primeiro lugar. Mas se o parâmetro for a semifinal, o favorito vira do Vivo/Minas. No primeiro jogo, eles fizeram um duelo e tanto contra os cariocas e mostraram a sua força, principalmente usando bem o ataque aberto nas pontas. Na noite de sábado, dominaram os rivais e ganharam moral.

Leia mais sobre os 3 a 0 do Vivo/Minas diante do RJX

O RJX pecou pelos erros em todos os fundamentos e deu 30 pontos de graça aos mineiros. O primeiro set acabou em um erro de saque de THiago Alves e o segundo, em um erro de ataque de Da Silva, por exemplo. Já a terceira parcial foi do Vivo/Minas do começo ao fim, para liquidar logo a partida e forçar o terceiro jogo da série, marcado para a próxima sexta, no Maracanãzinho, às 21h30.

E se na semifinal da manhã foi Serginho que teve que ficar em quadra com dores, no jogo da noite o levantador Marcelinho, do Vivo/Minas, jogou e sofreu com o joelho. Ele teve um derrame no local, disse ter passado a semana toda em tratamento e longe da bola para poder jogar essa semi. Ele jogou e cumpriu bem o seu papel! Mas o destaque ficou para Lucarelli, ponteiro que já recebeu elogios por aqui e foi o maior pontuador, com 15 acertos, e eleito o melhor em quadra. Grande fase do ponteiro!

Agora e esperar pelo próximo jogo. RJX se anima em casa e volta a mostrar o que fez na primeira fase? Ou o Vivo/Minas segue o embalo e volta a disputar uma final de Superliga depois de quatro temporadas?

Notas relacionadas:

  1. Pela primeira vez, Sesi está na final da Superliga
  2. Superliga ainda sem cara de super, mas com promessas
  3. O nome da Superliga: Lucarelli
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , ,

sábado, 23 de março de 2013 Superliga | 13:18

RJX vence Minas em jogão de saques forçados e opostos

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A semifinal da Superliga masculina começou na manhã deste sábado com um jogo e tanto! Em casa, o RJX venceu o Vivo/Minas por 3 sets a 2 (25/23, 21/25, 19/25, 25/22 e 15/13) e saiu na frente da série. E foi uma partida com viradas, saques forçados e um duelo de oposto no final.

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Divulgação/CBV

Lucão virou o jogo no primeiro set

Nas duas partidas entre RJX e Vivo/Minas na fase de classificação, os cariocas venceram sem muitos problemas. Mas o time de Belo Horizonte cresceu muito na fase decisiva e mostrou isso em quadra no Maracanãzinho. No primeiro set, a equipe mineira teve a chance de fechar e levou a virada no primeiro dos itens que chamou a atenção na partida: o saque. Lucão foi para o serviço, acertou umas três bombas seguidas e virou o placar. Ali era Lucão 1 x o Vivo/Minas.

Na segunda parcial, a defesa mineira ajudou. Toda bola largada pelo RJX, caia. Mas estamos em uma semifinal e não é hora de entregar assim, na bobeira. E então veio o outro item que chamou a atenção: o oposto. O theco Filip seguiu ao pé da letra o que sua função pede e foi o homem de segurança. No total, colocou 26 bolas no chão! Além disso, Marcelinho, que faz uma ótima Superliga, contava com os ponteiros Rodrigo Quiroga e Lucarelli virando também. Os visitantes melhoraram e fecharam o placar.

E o Vivo/Minas manteve o ritmo e teve o melhor momento do jogo no terceiro set. A situação era assim: para atacar, bola nas pontas, com Filip ou com os opostos. E no meio, bloqueios de Henrique e Maurício. Foi uma parcial de se tirar o chapéu para a equipe mineira. Ah, eles também usaram a arma do RJX e forçaram bem os saque com Filip e Henrique. No final, acabaram o jogo até com mais pontos no fundamento: 9 a 4 no total. Com isso, venceram e viraram o jogo.

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Aí veio o quarto set e a vez do RJX voltar. O time estava sofrendo com a falta de referência. Bruninho joga muito bem com Lucão depois de tantos anos de parceria. Mas não dá para depender só do meio. Precisava de alguém para fazer o que o Pilip fazia do outro lado. Da Silva ficou com o lugar de Théo e, aos poucos virou esse cara. Ao longo da parcial o jogo seguiu equilibrado, mas os cariocas lideraram com ataques mais abertos. O Minas deu o troco com dois bloqueios, um na entrada e outro na saída. Mas, como Bruninho conseguiu variar mais o ataque, se livrou da marcação e pode voltar a tentar soltar pelo meio. E com Riad nessa posição, o jogo foi para o tie-break.

No set decisivo, o terceiro item que chamou a atenção. Já tinha falado do oposto, mas aqui foi uma verdadeira briga dos jogadores na posição. Marcelinho com Filip de um lado e Bruninho com Da Silva do outro. O RJX ficou boa parte na frente e o Vivo/Minas buscou o empate justamente no erro de Da Silva em 10 a 10. Depois, num erro de saque de Pilip, ponto para os cariocas, que fecharam a partida. Ou seja, o o tie-break começou e terminou nas mãos dos opostos.

Foi um jogo que valeu a pena assistir. Os saques deram o tom da partida, só achei um pouco frustrante depois de tantas defesas e jogadas bem executadas, acabar justamente em um saque na rede, mas acontece… Que lance foi aquela bola recuperada pelo Vivo/Minas no terceiro set, se não me engano, lá do outro lado da quadra. E uma bola de Lucão que, mesmo sem dar a passada, conseguiu cravar. E Lucarelli, personagem da vez no “O nome da Superliga”, colocando passe na mão de Marcelinho e virando no ataque. Enfim, dava para falar um tempão dos dois lados… Ótimo começo de semifinais!

E vocês, o que acharam? Dá para apostar em quem fica com a vaga na final? É só comentar!

Notas relacionadas:

  1. Bloqueio funciona na hora decisiva, e Minas vira na semifinal
  2. Após pancadas de um lado e de outro, Vivo/Minas vai à semi
  3. Lorena volta, e Vôlei Futuro empata em jogo de saques
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , ,

sexta-feira, 22 de março de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 19:24

O nome da Superliga: Lucarelli

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Divulgação/CBV

Lucarelli, ponteiro do Vivo/Minas

*atualizado sábado, 23/03, às 13h44

Aproveitando que as semifinais da Superliga masculina começam neste sábado, o personagem da vez da série “O nome da Superliga” é o ponteiro do Vivo/Minas Ricardo Lucarelli. Ele é um dos caras da nova geração, tem 21 anos e tem deixado a sua marca nesta competição.

Escrevi esse post na noite de sexta-feira e até então ele era o maior pontuador da Superliga, com 412 bolas no chão. Lucarelli também aparecia como o melhor atacante, com 38,86% de eficiência, e ainda é o sétimo no saque.

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Na manhã deste sábado, ele perdeu a primeira partida da semifinal para o RJX (leia mais no post deste sábado), mas também mostrou o seu recado. Em diversos momentos já vi o jogador ser alvo no saque e não corresponder. Agora, ele está mais maduro no fundamento neste sábado entregou várias bolas na mão de Marcelinho. O Vivo/Minas perdeu, mas foi um jogaço e Lucarelli foi bem quando foi acionado em todos os fundamentos.

O ponteiro já teve algumas oportunidades na seleção brasileira, mas ainda precisa render no time verde e amarelo o que está rendendo no torneio nacional. A seu favor, a juventude. Ele tem um longo caminho e muita chance de se firmar no elenco de Bernardinho. É um atacante que tem se mostrado decisivo no Minas e pode levar isso à seleção.

E ele faz parte de uma filosofia interessante do Vivo/Minas. A equipe tem experientes e que estão fazendo a diferença, como o levantador Marcelinho, em ótima fase. E jovens, como Lucarelli, que estão encarando bem a responsabilidade.

Agora, é acompanhar o desempenho deles na semifinal. A equipe de Belo Horizonte levou 3 sets a 2 do RJX neste sábado e volta para quadra em casa, na semana que vem, para tentar empatar a série. Mais tarde, às 21h30, será a vez de Sada Cruzeiro receber o Sesi no começo da outra semifinal. E então, quem vai para a final? Lucarelli tem chance de disputar o título da Superliga? Comente e também deixe a sua sugestão para o próximo “O nome da Superliga”!

Notas relacionadas:

  1. O nome da Superliga: Bruninho
  2. O nome da Superliga: Tandara
  3. Definição de um lado e disputa aberta do outro nas semifinais
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domingo, 17 de março de 2013 Superliga | 00:11

Com Murilo, bloqueio e pancadas, Sesi completa semifinalistas

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A Superliga masculina já tem as suas semifinais. RJX e Vivo/Minas fecharam as suas séries em dois jogos e se enfrentam em uma das disputas pela decisão. A outra foi decidida neste sábado. Sada/Cruzeiro bateu o Volta Redonda e se classificou. Agora, o Sesi passou pelo Canoas e fechou os semifinalistas. E para vencer, os paulistas contaram com Murilo, bloqueio e muita pancada.
O Sesi marcou 3 a 0 para cima dos rivais no jogo mais rápido da série, que teve antes um 3 a 2 para cada lado. Desde o começo os donos da casa soltaram o braço no saque e no ataque. Cléber acertou cada pancada! E Murilo? Disparou uma bola perfeita de meio fundo no terceiro set, para citar apenas um dos belos ataques na partida. Ele foi bastante acionado por Sandro e correspondeu. Comandou a equipe, assumiu a responsabilidade e foi eleito o melhor em quadra.

O bloqueio do Sesi também funcionou muito. Em outro ponto do terceiro set, eles bloquearam na entrada e o Canoas recuperou e seguiu a jogada. Depois, bloquearam na saída e o Canoas se armou de novo. Aí mataram o ponto com bloqueio na entrada mais uma vez. De novo, Murilo pareceu e também foi destaque no fundamento, marcando seis dos 11 pontos da equipe. Lembrou os bons tempos da seleção, da temporada 2010, quando foi melhor do mundo.

Foi um jogo com cara de vôlei masculino. Pancadas sem dó, algumas defesas lindas e bloqueios que voltaram no pé. Ao Sesi, os méritos da vitória e da vaga na final. Ao Canoas, faltou o bloqueio, importante nos outros jogos, e um saque melhor. A boa notícia é que o time, que chegou à Superliga depois de vencer a Superliga B, está garantido para ano que vem e ainda vai abrir categoria de base. O vôlei agradece!

Voltando a falar de decisão, o próximo adversário do Sesi será o Sada/Cruzeiro, que passou pelo Volta Redonda por 3 sets a 1. De novo os atuais campeões tiveram dificuldades e a partida foi equilibrada. Jogando em casa, os mineiros foram melhores no saque e no ataque e venceram depois de duas horas de bola em jogo.

E agora, quem vai para a final? RJX chega à primeira decisão ou o Minas volta a disputar um título? E nessa chave, Sesi segue embalado pelas pancadas e bloqueios desta noite ou o Sada/Cruzeiro vai defender o título? É hora de palpitar!

Notas relacionadas:

  1. Melhor ataque x melhor bloqueio é decidido nos erros
  2. Com bloqueio e ataque variado, Sesi faz bela virada na semifinal
  3. Vitória, e que vitória, do Sesi para cima do Sada/Cruzeiro
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sexta-feira, 15 de março de 2013 Superliga | 11:05

Definição de um lado e disputa aberta do outro nas semifinais

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Mais uma noite de jogos nas quartas de final da Superliga masculina. Em uma série, Vivo/Minas venceu o Medley/Campinas e garantiu a vaga na semifinal. Na outra, Sesi bateu o Canoas e empatou os playoffs. Por coincidência, uma semi definida e terá RJX x Vivo/Minas. Na outra, tudo ainda está aberto.

Enquanto o RJX fechou sem problemas as quartas diante do São Bernardo, como comentamos por aqui, o Vivo/Minas teve mais trabalho nos jogo, mas também liquidou em duas partidas. Na noite de quinta-feira, o placar foi de 3 sets a 1, com destaques para Marcelinho, melhor em quadra, e Filip, maior pontuador.

>>Leia mais sobre a vitória do Vivo/Minas sobre o Medley/Campinas

E acho interessante uma certa mistura que acontece no Vivo/Minas. A equipe tem veteranos, como Marcelinho, que vem muito bem na Superliga, e Henrique, ao lado de jovens como Lucarelli, outro que cresceu neste torneio e deve ter chances no futuro na seleção brasileira.

Na outra série, equilíbrio total. O primeiro jogo foi 3 a 2 para o Canoas. Agora, 3 a 2 para o Sesi. E aqui, o interessante é ver times com perfis diferentes fazendo confrontos assim. A equipe de São Paulo tem um investimento alto, com renomados como Murilo, Serginho, Éder, Lorena e companhia. Já o Canoas é um grupo de veteranos, com investimento mais modesto, mas que foi bem montado. Como Joel, oposto do São Bernardo, comentou comigo uma vez, não precisa ensinar ninguém ali a jogar. E em quadra, acho que está tudo aberto para a última partida. Quem vencer, encara o melhor de Sada/Cruzeiro x Volta Redonda na semifinal.

E parece que mais uma vez a arbitragem roubou a cena? Depois do jogo em Canoas muito se comentou dos erros. Infelizmente, não é nem de longe a primeira vez que isso acontece na Superliga…

Notas relacionadas:

  1. Gringos de um lado e cor nova do outro
  2. O lado bom e o lado ruim de Pinheiros/Sky x Sesi
  3. Após pancadas de um lado e de outro, Vivo/Minas vai à semi
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sábado, 7 de abril de 2012 Superliga | 13:01

Sada Cruzeiro mostra superioridade e vai para final

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Sada Cruzeiro - Vipcomm

Bloqueio do Sada Cruzeiro atrapalhou os ataques do Minas na semifinal deste sábado

Sada Cruzeiro venceu o Vivo/Minas na manhã deste sábado e está na final da Superliga masculina 2011/2012. Para os donos da casa, nem a torcida ajudou. Eles deram 23 pontos de graça e viram o Cruzeiro marcar 3 sets a 0, com direito a lavada no terceiro set. Do lado dos visitantes, foi o jogo já conhecido, com volume, contra-ataques certeiros e um bom saque.

Veja como foi set a set: Sada Cruzeiro bate Vivo/Minas e fecha semifinal

A diferença do jogo começou pelo saque. Enquanto o Sada Cruzeiro conseguiu acertar a mão e tirar o passe de Marcelinho, o Vivo/Minas não foi agressivo e William trabalho soltou, com a bola redonda na maioria das jogadas. Assim ficou simples para o levantador variar bem as jogadas. Depois de começar os sets com meio com Douglas Cordeiro, passou a usar Maurício, Filipe e Wallace, mais uma vez o maior pontuador do jogo. Foi uma bela atuação de William!

Além disso, sabemos que  quem saca melhor tem vantagem no bloqueio. Foram oito pontos a três no fundamento para o Sada Cruzeiro. Isso sem contar as amortecidas… E atacar sempre com bloqueio armado é ruim e faz o jogador cometer mais erros ainda com bolas isoladas na tentativa de explorar, por exemplo.

Já o Vivo/Minas foi se apagando em quadra. Saiu na frente no primeiro set e levou a virada. Depois, tentou equilibrar no segundo set e, de novo, ficou para trás. E aí entregou os pontos no terceiro set, perdendo por 12 a 3, depois 20 a 9 e vendo o jogo acabar em 25 a 15. Sem passe, Marcelinho teve que forçar mais com as pontas e aí o bloqueio cruzeirense foi melhor. E os mineiros erraram demais! 23 pontos de graça em três sets jogo? Dispensa mais comentários…

Mas os playoffs da Superliga masculina estão bem interessantes. Se no feminino já era esperado mais uma vez Unilever e Sollys/Nestlé na final, por aqui os duelos estão surpreendendo. Nas quartas, o RJX deixou o campeão Sesi pelo caminho. Já o Sada Cruzeiro sofreu muito para bater o BMG/São Bernardo e, agora, passou com facilidade pelo Minas. Isso porque o Minas havia feito uma virada diante do Cimed só por 3 sets a 2!

Ingressos rendem polêmica

Durante a semana, os ingressos para Vivo/Minas x Sada Cruzeiro causaram uma certa polêmica nas redes sociais. O Minas logo disse que os ingressos estavam esgotados, deixando muitos cruzeirenses “na mão”. Jogadores reclamaram e ironizaram em suas páginas no Twitter antes da partida. “Galera, sobrou um ingresso, alguém?”,  disse o central Acácio. Agora, depois do jogo, eles voltaram às redes sociais.

“300 cruzeirenses fizeram muito mais barulho que 3300 minastenistas”, escreveu o líbero Serginho, que ainda postou que sua família acompanhou a partida pela televisão.

Tudo bem, o jogo era de mando do Vivo/Minas, mas não era possível fazer um acordo mais amigável sobre os ingressos?

Notas relacionadas:

  1. Sada/Cruzeiro é a nova potência nacional?
  2. Sada/Cruzeiro completa a lista de semifinalistas da Superliga
  3. Festa mineira e o Sada/Cruzeiro na final da Superliga
Autor: Aretha Martins Tags: , , , ,

quarta-feira, 4 de abril de 2012 Superliga | 08:56

Virada em casa para abrir a série da semifinal

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O Sada Cruzeiro venceu o Vivo/Minas de virada em casa na abertura da sua série semifinal da Superliga masculina. E depois de perder o primeiro set, o time da casa passou a bloquear mais e mostrar o seu volume de jogo e fechou a partida com facilidade.

Sada/Cruzeiro vence Vivo/Minas no 1º jogo. Veja mais detalhes

William-Sada/Divulgação

William arma jogada pelo meio. Levantador variou bem as jogadas e o ataque do Sada funcionou

A noite de terça-feira teve jogos mais simples do que o esperado. Primeiro, o RJX fez 3 a 0 sobre o Vôlei Futuro. Depois, a vitória do Sada Cruzeiro com 25 a 16 no quarto set. E se na primeira partida o oposto Lorena fez falta (leia mais no post anterior), aqui os ataques e o saque cruzeirense ajudaram e muito.

Depois das quartas de final, ficou claro que, se alguém quiser vencer o Minas, tem que tirar o passe das mãos de Marcelinho. Experiente, o levantador está fazendo bolas mais aceleradas e comandando muito bem o time. Mas o Sada Cruzeiro fez o seu papel e, usando bem o serviço, deixou Marcelinho com um passe quebrado, o que ajudou para a facilidade no placar. O bom saque também sempre contribui para o bloqueio. E na noite de terça-feira foram 12 pontos no fundamento, contra apenas 4 do Vivo/Minas.

Além disso, depois de um começo ruim, o time da casa mostrou o seu melhor: o volume de jogo. O primeiro set foi cheio de erros, mas, a partir o segundo, a equipe comandada pelo levantador William virou bem mais no ataque e no contra-ataque com voos do oposto Wallace, bolas exploradas de Filipe e diversas pelo meio com Acácio, o melhor em quadra. A equipe jogou solta, aproveitou o embalo da torcida e fez a sua parte, vencendo o jogo que fez em casa.

Leia também: RJX bate Vôlei Futuro e dá primeiro passo rumo à decisão

As semifinais da Superliga masculina seguem no final de semana. Vocês acham que teremos outro 3 a 0 ou placares fáceis? Eu acho que não. No Vôlei Futuro, Lorena pode voltar a ser o oposto de sempre e complicar. Já o RJX tenta ser um time mais coeso, mas passou a Superliga toda baseado em talentos individuais. Entretanto, se tiver mais um dia de Lucão e Lipe inspirados no saque…

Já o Vivo/Minas aposta em sua torcida, tanto que depois do jogo o central Henrique afirmou que eles venceriam em casa. Para isso, eles têm que voltar a trabalhar com a bola na mão de Marcelinho para se livrar do bloqueio. De qualquer maneira, acho que os jogos serão mais equilibrados no sábado e no domingo.

Notas relacionadas:

  1. É hora de voltar para casa
  2. Com bloqueio e ataque variado, Sesi faz bela virada na semifinal
  3. Vôlei Futuro faz festa em casa e segue vivo na Superliga
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. Última