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Posts com a Tag Stanley

terça-feira, 5 de julho de 2011 Seleção masculina | 08:00

Como sobreviver ao grupo da morte na Liga Mundial?

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De volta ao blog ainda me recuperando da gripe (obrigada pelos recados de melhoras), é hora de falar da fase final da Liga Mundial. O Brasil está, segundo palavras de Bernardinho, no grupo da morte, ao lado de Cuba, Estados Unidos e Rússia. Na outra chave estão Polônia, Bulgária, Itália e Argentina. Os dois melhores de cada chave vão para as semifinais.

E agora, como sobreviver a esse grupo? Vamos a uma breve análise de cada adversário do Brasil e alguns “caminhos’…

Leon

Leon é uma das potencias de Cuba no ataque e no saque

Cuba: começou a Liga Mundial um pouco desacreditada sem o central Simon, o ponteiro Leal e o levantador Hierrezuelo, mas mostrou que ainda é uma potência e tanto no ataque. Bell e o jovem Leon são os dois melhores atacantes da competição. Seja qual for o time em quadra, eles apelam para a força física o tempo todo. O jeito é não se intimidar e tentar segurar à frente do placar, colocando pressão o tempo todo. É preciso jogar na técnica e não na força.
quarta-feira, às 8h30

Estados Unidos: depois dos jogos da primeira fase, dispensa maiores explicações. Liderados por Stanley, eles sabem sacar muito bem. Além disso, têm paciência para defender e armar contra-ataques quantos vezes forem necessárias. Foi jogando dessa maneira que eles venceram o Brasil na primeira fase. E é melhor o time nacional se armar para variar os ataques e também ter paciência para vencer.
quinta-feira, às 8h30

Rússia: teve uma chave até que simples na primeira fase, já que Japão e Alemanha não são rivais tão fortes assim. Teve apenas uma derrota, diante da Bulgária, o adversário mais complicado e, ainda assim, foi no final da primeira fase, quando já não atrapalharia mais. São aqueles altos de sempre, com bons jogadores de bloqueio, ataque e saque. Nesta Liga Mundial é destaque é para Maxim Mikhaylov, 3ª melhor atacante e que já deu trabalho ao Brasil em outras edições do torneio. Alerta é total e vale usar as jogadas rápidas para escapar do bloqueio.
sexta-feira, às 8h30

seleção brasileira

Com Marlon, camisa 17, Brasil conseguiu um passeio sobre a Polônia

E o Brasil? Deve fazer alguma coisa de diferente para chegar à semifinal? Eu apostaria em Marlon como levantador e seguiria com Sidão no meio. Como vocês comentaram por aqui, o time foi mais preciso no ataque com Marlon, que está distribuindo melhor do que Bruno. E Sidão está dando volume ao bloqueio. Nas pontas, Murilo deve voltar a receber mais bolas. E no geral, o bloqueio precisa pressionar mais e começar a defesa, como foram nas outras temporadas.

Enfim, a fase de adaptação acabou. Agora é para valer. Chegou a hora de ser ofensivo desde o começo dos jogos e de conseguir manter o padrão ao longo dos sets e de um jogo para o outro. Sabemos que o foco na temporada é a Copa do Mundo, que vale a vaga olímpica. Mas seria bom já começar com um pódio, não?

E vocês? O que esperam dessa fase final? E o que esperam do Brasil? Deixem seus comentários!

Notas relacionadas:

  1. Brasil estreia na Liga Mundial com pior jogo do grupo
  2. É chegada a hora das finais da Liga Mundial
  3. “Grupo da morte” do Brasil e palpites para o Mundial
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , ,

terça-feira, 5 de outubro de 2010 Diversos | 18:49

Que falta faz um bom levantador!

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Os torcedores dos Estados Unidos devem estar pensando agora: cadê o Ball? Os atuais campeões olímpicos fizeram o que puderam e perderam para a Itália em um grande jogo no Campeonato Mundial. E para mim, o motivo da derrota foi a falta de um bom levantador.

Os Estados Unidos, quando puderam contar com Kevin Hansen distribuindo bem, funcionaram e dominaram. Com o saque excepcional de Stanley, dispararam no placar e arrasaram no primeiro set. Parecia que a partida seria simples…

Mas as coisas mudaram a partir da segunda parcial. Hansen se perdeu em quadra e o oposto Stanley e o ponta Priddy tiveram que fazer milagre para conseguir atacar, sempre com bolas afastadas da rede ou fora do tempo. Do outro lado, Cernic entrou para ajudar a recepção italiana e o jogo ficou mais equilibrado. Mas os donos da casa estavam, digamos, completos.

O levantador Vermiglio, apesar de todo o seu jeito cheio de marra, trabalhava bem. Savani estava inspirado, assim como os centrais Mastrangelo e Sala. Até o oposto Fei, apagado no começo, fez a diferença com belos saques no final. Nos três sets seguintes, muito equilíbrio e vitória da Itália por 3 sets a 1.

De que adianta sacar bem, ter atacantes potentes sem alguém para armar? Os Estados Unidos têm a resposta…. E o time conhecido pela tática perfeita se perdeu e ficou quebrado sem o levantamento. O jogo ainda seguiu parelho graças ao saque eficiente e aos pontos de bloqueio dos Estados Unidos, 15 no total.

E a Itália, favorecida nas primeiras fases ao cruzar com adversários fáceis mostrou que pode crescer e jogar contra os grandes também. Aos Estados Unidos, resta torcer para seguir no Mundial. Para a Itália, uma vitória contra França é a vaga na semifinal. E espero que contra o Brasil. O Mundial está pegando fogo e agora sim, está dando gosto de assistir!

P.s.: E a Rússia, que entregou para a Espanha para fugir de um possível confronto com o Brasil, foi eliminada do Mundial. Sérvia mostrou experiência, contou com Miljkovic e venceu por 3 sets a 1. Escrevi sobre isso para o iG. Quem quiser ler, eis o link!

Notas relacionadas:

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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , ,

sexta-feira, 6 de novembro de 2009 Diversos | 10:40

Mundial é dos mais altos e fortes, literalmente

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Sabe aquele atacante com mais de 2m de altura, que é lento para as chutadas, mas bate bem pelas pontas as bolas mais altas? Ele estava perdendo um pouco de espaço com as jogadas aceleradas, mas volta a ser fundamental em quadra com a “Golden Formula”, a regra do primeiro ataque depois da linha dos três.

Essa já era a previsão dos jogadores da Cimed antes de embarcarem para o Mundial de Clubes, em Doha, no Catar, e ela foi confirmada em quadra. Estão nas semifinais os times com os gigantes, que batem as tais bolas altas na força. São eles: Trentino, do brasileiro Leandro Vissotto e do búlgaro Kazyski; Zenit Kazan, do norte-americano Stanley e do russo Teykhin e Belchatow, do polonês Kurek e do francês Antiga. Para completar a chave, o Payakan, do Irã, a surpresa do campeonato, que tem um bom oposto, o Mohammad Kazaem, e treinou três meses na regra nova antes do Mundial. A Cimed, acostumada a jogar na velocidade, se perdeu em quadra e foi eliminada (veja post anterior).

Com a nova regra foi fácil observar que o jogo ficou nas mãos dos altos e do bloqueio. Como o ataque vem do fundo, o bloqueio está sempre armado. E como o bloqueio está sempre armado, esses gigantes conseguem mais altura para achar espaço e soltar o braço. Foi assim ontem no jogo Cimed x Belchatow. Apesar de o bloqueio brasileiro estar bem armado, Kurek, de 2,05m, conseguiu encontrar buracos para passar a bola! E o time brasileiro, sem um grande oposto para receber assumir a responsabilidade da primeira bola, perdeu.

Vamos ver agora, entre os gigantes, quem leva a melhor. Uma semifinal será entre Trentino e Payakan. O favoritismo é do time italiano que, além dos bons atacantes, está fazendo estragos no bloqueio. Eles ganharam do Zenit Kazan no grande duelo da primeira fase basicamente neste fundamento, com 21 pontos. Do outro lado teremos Zenit contra Belchatow. Aqui a briga deve ser mais acirrada. Os dois times têm qualidades parecidas para ataque. Os russos tem o genial norte-americano Ball no levantamento, enquanto os poloneses contam com a armação do experiente espanhol Falasca. Mas pela tradição e experiência, o Zenit na frente.

Dia de folga
Sexta-feira é dia de folga em Doha. Os times voltam para a quadra nas semifinais no sábado e na final, domingo. Enquanto isso, eles aproveitam para conhecer a cidade do Catar. Na foto, a equipe do Trentino durante o seu passeio pela cidade. Quem me enviou a imagem foi Nathalia, mulher de Leandro Vissotto. Ela está com ele bem no centro da imagem. Obrigada e boa diversão!

Trentino faz turismo em Doha

Trentino faz turismo em Doha

E para você? Quem leva esse Mundial de Clubes? Dê o seu palpite!

Notas relacionadas:

  1. Primeiro ataque agora só da linha dos três
  2. Começa o Mundial de Clubes com sua regra odiada
  3. Cimed perde para seus erros e para Kurek
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , ,