Sidão | Mundo do Vôlei, por Aretha Martins

Publicidade

Posts com a Tag Sidão

sábado, 30 de março de 2013 Superliga | 12:50

Semi tem atuação completa do Sada e superação de Serginho

Compartilhe: Twitter

A Superliga masculina tem o seu primeiro finalista na edição 2012/2013. O atual campeão Sada Cruzeiro venceu o Sesi na manhã deste sábado por mais um 3 sets a 0 (25/22, 25/23 e 36/34), fechou a sua série semifinal e assegurou lugar na decisão. Na partida, superação de Serginho de um lado e um time completo do outro.

>> Curta a página do Mundo do Vôlei no Facebook

Logo no primeiro set, o líbero, personagem do “O nome da Superliga” da semana, também apareceu como personagem do jogo. Ele tentou uma defesa e sentiu dores na coluna. E Serginho já teve problemas no local, passou por cirurgia e sempre lembra que joga com quatro pinos. Neste sábado, ele ficou em quadra, mas nitidamente não era o mesmo.

Depois do incidente, não abaixou mais para passar ou recepcionar e ajudou com alguns levantamentos e outras defesas que  bola estouraram nele e subiram.  Sorte era se o saque chegava sem tanta força para uma recepção de toque. Ele se segurou e ficou o tempo todo em quadra, fazendo o que dava para fazer. Não entendi porque outro jogador não foi improvisado e Giovane não fez uma substituição. Mesmo arriscar com os centrais o tempo todo, até no passe…

Falando em central, mais tarde, Sidão, que fez trabalho de recuperação para atuar nesta semifinal, saiu mancando de um saque e não voltou mais. Problemas no Sesi.

Vipcomm

Sada Cruzeiro é o primeiro finalista da Superliga

Já o Sada Cruzeiro começou com a mesma fórmula que deu certo no primeiro jogo: saque. De cara abriu 6 a 2, o Sesi buscou e abriu mais uma vez em meados da primeira parcial com o saque. E no final, na hora de decidir, apareceu o bloqueio, que estava zerado o set inteiro. Foram três pontos no fundamento que decidiram a vitória dos mineiros naquele momento.

>>Acompanhe o Mundo do Vôlei também no Twitter

O jogo seguiu e o Sesi, mesmo com a lesão de Serginho, tentou reagir. Dessa vez o time de São Paulo também conseguiu sacar  e teve Lorena virando desde o começo, o que faltou na primeira partida da semifinal. Entretanto, os erros dos donos da casa pesaram. O placar em pontos de graça acabou em 11 a 5! Muita coisa para um set só. Enquanto isso, o Sada Cruzeiro seguiu com seu jogo e mostrando um conjunto completo, que não apenas saca, mas que defende muito bem, sob o comando de Serginho e isso ficou claro nessa parcial e vem sendo mostrado na Superliga.

E veio o terceiro set e o tudo ou nada para o Sesi, que mesmo com os problemas, se manteve grande parte do tempo na frente e dava pinta de que iria fechar. Ali o nome era Mão. O ponteiro, que geralmente entra para “crescer a rede”, ficou no lugar de Cleber e virou bolas fundamentais. Já o Sada bobeou. Perdi a conta de quantos foram os saques errados dos mineiros, um atrás do outro. Se sabe soltar o braço, para que aliviar e fazer feio? Enfim, a partida seguiu e ganhou ares dramáticos. Mão era a saída para o Sesi e o Sada queria acabar logo com tudo aquilo. E Mão, depois de salvar alguns match points, fazer ace e colocar a bola no chão no ataque, errou e deu o 36 a 34 para os mineiros.

Para mim, venceu o favorito na série, apesar de os confrontos diretos entre os dois terem sido vencidos pelo Sesi na fase de classificação. O Sada Cruzeiro vem bem, com saque, defesa, levantamento e definição. Por isso mais um 3 a 0 e a terceira final seguida da Superliga. O time, como disse, se mostrou completo. Teve saque, apesar dos erros no final. Para ajudar, a defesa se fez presente e proporcionou boas chances de contra-ataque, bem aproveitadas na rede. E tem William. Já o Sesi começou o torneio nacional com lesões, lutou e se recuperou, mas acabou vítima das lesões mais uma vez. Vai para a final e o favorito e que vai brigar pelo bi.

Notas relacionadas:

  1. Sada/Cruzeiro completa a lista de semifinalistas da Superliga
  2. Sada Cruzeiro saca muito, abre no placar e vence Sesi na semi
  3. O nome da Superliga: Serginho
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

sábado, 4 de agosto de 2012 Sem categoria | 21:32

Saque forçado ajuda, Brasil se segura e vence Sérvia

Compartilhe: Twitter

Foi no tie-break, depois de passar algum sufoco, mas a seleção brasileira masculina venceu a Sérvia nesta noite nas Olimpíadas de Londres. O time fechou a partida no tie-break, recuperou a segunda colocação no grupo e garantiu a vaga nas quartas de final.

Veja como foi a vitória do Brasil set a set

O começo foi um pouco apático e com vitória da Sérvia no primeiro set. Depois, o Brasil mostrou qual seria o melhor fundamento da partida. Com saque forçado, marcou seis aces na segunda parcial e ganhou moral. Sidão acertou o braço. E Murilo, usando a força, foi o mais regular na função. Na sequência é que veio a bobeada do jogo. Após abrir 16 a 13, o Brasil perdeu contra-ataques e viu a Sérvia virar, crescer e fechar mais uma parcial. O jeito era se recuperar e levar o jogo ao tie-break. E foi isso que eles fizeram, vencendo a parcial seguinte e dominando o set decisivo de ponta a ponta.

O jogo poderia ter sido um pouco mais simples, mas o Brasil voltou a ter uma boa atuação depois da derrota para os EUA cheia de altos e baixos e falta de paciência. O saque foi fundamental. Não apenas no segundo set, mas colocou pressão o tempo todo. Além disso, a defesa foi muito bem. Foram diversas bolas bem recuperadas, dando chance aos contra-ataques e para o time vencesse com facilidade em alguns momentos, como no tie-break.

Entre os jogadores, acho que os destaques foram Murilo, que sacou e virou bem no ataque, voltando a bater aquela bola rápida; e Sidão, que também sacou, correspondeu no ataque e, principalmente, voltou a ser efetivo no bloqueio. Dos 13 pontos do Brasil no fundamento, seis foram dele. Leandro Vissotto foi melhor nos outros jogos, mas Wallace veio empolgado do banco, batendo bolas também fortes e aceleradas.

Sim, ainda tem que melhorar para evitar bobeadas. Mas a vitória, além de ter garantido a classificação, mostrou o Brasil de novo com cara de Brasil, jogando com vontade, pancadas e se armando bem no fundo. Parece que a aquele time da Liga Mundial já passou. Que continue assim!

Notas relacionadas:

  1. Brasil faz o melhor jogo no “grupo da morte”
  2. Apatia, apagão e mais uma derrota para seleção feminina
  3. Sem paciência e reação, Brasil leva virada dos EUA
Autor: Aretha Martins Tags: , , ,

quinta-feira, 2 de agosto de 2012 Sem categoria | 20:44

Sem paciência e reação, Brasil leva virada dos EUA

Compartilhe: Twitter

Depois das mulheres, foi a vez dos homens caírem diante dos Estados Unidos nos Jogos Olímpicos. O Brasil saiu na frente, venceu o primeiro set, mas levou a virada e acabou perdendo por 3 sets a 1 nesta quinta-feira. Segundo Bernardinho, a equipe jogou sem vida e faltou paciência para se recuperar em quadra.

Leia mais: Bernardinho reclama de excesso de erros e diz que seleção jogou “sem vida”

No primeiro set, agressividade dos dois lados. Em um lance, Priddy soltou o braço no ataque, mas Serginho conseguiu colocar a bola na mão de Bruninho, que armou para Sidão, que também deu uma linda pancada. O oposto Leandro Vissotto, que eu já reclamei porque em muitos jogos não consegui ser veloz, estava muito bem e atacando forte e na bola chutada. Apesar de alguns erros, os saque brasileiro estava dando trabalho à recepção rival. O set foi equilibrado, com vitória nacional e parecia que seria assim todo o jogo. Mas o cenário mudou.

Veja os detalhes da vitória dos EUA sobre o Brasil set a set

Aos poucos, o Brasil se perdeu e viu o saque norte-americano fazer ainda mais efeito. O bloqueio não colaborou e isso parece ter influenciado todo o time. Nos tempos, todos gritavam ao mesmo tempo para arrumar o posicionamento e em quadra, as coisas ainda davam errado. O time foi perdendo paciência e também e efetividade. Com uma bela sequências de saque de Dante, o Brasil aplicou oito pontos em sequência,virou o segundo set em 21 a 19, mas não soube se segurar. Depois, perdeu mais dois sets e o jogo.

A seleção, que começou com a atitude correta, com Bruninho usando bem o meio e variando e ataques potentes, caiu quando passou a falhar no saque, se abalou na recepção e não se achou no bloqueio. E não era segredo algum que o jogo dos EUA seria baseado na força o tempo todo. Foi assim que eles foram campeões olímpicos em Pequim. Com saque de Stanley fazendo estrago e Ball coordenando as ações. Stanley segue no time e ainda ganhou a companhia de outros bons sacadores, como Anderson. E o time achou um levantador que se deu bem. Suhxo distribuiu com coerência, chamou a atenção do Brasil com o meio, deixou as pontas livres. Fez um grande jogo.

A seleção jogou abaixo do que mostrou contra a Rússia, mas ainda está melhor do que no começo desta temporada. Ricardinho, que tanto foi criticado na volta (eu também não estava gostando das atuações dele) por estar lento e sem entrosamento, já está acelerando bem as jogadas e alinhado com os companheiros. E perder não é bom, mas pelo menos foi para um time que jogou bem, se arrumou corretamente em quadra em todos os fundamentos e errou menos que os russos. Ainda é a primeira fase e o Brasil ainda é o segundo do grupo. A vitória contra a Rússia pode ter até empolgado demais, mas a derrota para os EUA não acaba totalmente com as esperanças.

Notas relacionadas:

  1. Brasil faz o melhor jogo no “grupo da morte”
  2. Superliga tem surpresas, semi definida e um 25 a 7
  3. Apatia, apagão e mais uma derrota para seleção feminina
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

sexta-feira, 15 de junho de 2012 Seleção masculina | 14:00

Saque ajuda, e Brasil vence Canadá na Liga Mundial

Compartilhe: Twitter

Não foi uma atuação como a daqui do Brasil, mas a seleção masculina passou pelo Canadá agora há pouco na Liga Mundial. O time de Bernardinho venceu por 3 sets a 2, teve alguns momentos de falhas do ataque e na cobertura, e se achou quando o saque começou a entrar.

No começo do jogo, Murilo era quem estava colocando as bolas no chão. Mais uma vez, o Brasil não demostrava aquela segurança na virada de bola. Para complicar, a defesa estava um pouco desligada, deixando cair bolas amortecidas que davam para ser convertidas em contra-ataque. Já os canadenses fizeram como no primeiro jogo e usaram muito bem o seu oposto Gavin Schmitt. Ele passou sem problemas pela marcação nacional, fazendo 25 pontos no ataque. Para se ter uma ideia, o primeiro ponto de bloqueio do Brasil no jogo saiu apenas no 19 a 17 para o Canadá no primeiro set.

Veja mais detalhes e números de Brasil 3 x 2 Canadá

A partir do segundo set, Bernardinho colocou Bruninho no lugar de Ricardinho e o ataque ficou mais variado e um pouco melhor. Mas o Brasil só engrenou mesmo quando o saque entrou, principalmente com o central Sidão. Os canadenses sabem atacar, mas não têm uma excelente equipe e, com passe quebrado, perderam dois sets.

Depois, o Brasil resolveu errar quando não poderia, ou seja, no final do quarto set. Era importante fechar logo em 3 a 1 para assegurar três pontos na classificação e seguir com um de vantagem para cima da Polônia, caso a equipe vença a Finlândia daqui a pouco. Mas o Canadá marcou no bloqueio, o Brasil errou ataque e teve uma falha infantil. A bola amorteceu no bloqueio, foi recuperada no fundo e, quando chegou alta à rede, um ficou olhando para o outro e a bola caiu no meio.

Pelo menos no tie-break os brasileiros voltaram a encaixar o saque, mais uma vez tudo começou com Sidão, e venceram o set mais curto sem muitos problemas (foram sete aces, três com o central). Não foi o 3 a 0 ou o 3 a 1 esperado, mas pelo menos o Brasil conseguiu se recuperar em quadra. No sábado, a seleção encara a Finlândia, às 12h30 e no domingo será a vez da Polônia, às 10h. Só para pensar em vitória para assegurar a primeira colocação. E que o saque continue ajudando.

Notas relacionadas:

  1. Bloqueio e saque salvam Brasil na Liga Mundial
  2. Rússia vence a Liga Mundial com saque, pancadas e Mikhaylov
  3. Com altos e baixos, Brasil vence a primeira na Liga Mundial
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , ,

domingo, 20 de maio de 2012 Seleção masculina | 19:46

Com altos e baixos, Brasil vence a primeira na Liga Mundial

Compartilhe: Twitter

E veio a primeira vitória da seleção brasileira na Liga Mundial. Depois de perder para Polônia e Canadá, Brasil venceu a Finlândia neste domingo por 3 sets a 1. Ainda foi uma partida com altos e baixos, mas pelo menos o resultado foi positivo.

Nos dois primeiros jogos, Bernardinho apostou em Ricardinho como titular. Além disso, com Vissotto, Murilo e Giba ainda treinando em Saquarema, escalou Wallace como oposto e Maurício para a ponta. Ricardinho se deu bem com Wallace, destaque do Brasil nesses três jogos, mas usou muito pouco as jogadas de meio, que pedem um pouco mais de entrosamento da equipe. Com isso, a virada de bola brasileira ficou muito marcada na ponta nas duas derrotas.

Neste domingo, Bruninho voltou ao posto de titular e, com ele, as jogadas com os centrais. Sidão marcou 11 pontos no ataque e Lucão fez sete. Sendo assim, quando uma bola ia para as pontas, o bloqueio finlandês chegava quebrado e finalmente o ataque nacional saia. Foi a opção mais correta, afinal, o Brasil tinha que vencer esse jogo. E para isso era melhor colocar em quadra quem já está acostumado com a equipe.

Além disso, o saque brasileiro entrou bem contra a Finlândia. Bruninho fez estrago com um saque flutuante, enquanto Lucão, Sidão e Thiago Alves acertaram bons serviços forçados. A seleção deve investir neste fundamento, pois foi uma das coisas que faltou na temporada passada. E um bom saque ajuda, e muito, no bloqueio. Foram 17 pontos na rede contra a Finlândia. Tudo fica mais fácil com um serviço bem executado.

A atuação brasileira ainda não foi a esperada. É começo de temporada, o primeiro torneio de um time que tem gente nova e é normal uma falta de ritmo. Mas é ruim ver a equipe, às vezes, perdida em quadra ou lenta nas coberturas, por exemplo. Entretanto, alguma coisa já melhorou. No primeiro jogo, o Brasil perdeu para a Polônia muito porque se desconcentrou nos finais dos sets. Contra o Canadá,  falhou porque não soube como parar o oposto Schimitt, estava com passe ruim e só bolas nas pontas. Neste domingo, voltou a errar no primeiro set, mas agora se recuperou, conseguiu armar melhor os contra-ataques e virar com mais facilidade. Depois, viu a Finlândia equilibrar, mas cresceu no final da quarta parcial, dessa vez fechando o jogo e evitando mais um tie-break. E a cobertura e as defesas finalmente apareceram.

E na briga de levantadores, por enquanto Bruninho resolveu mais. Ele deu volume ao Brasil, variando mais as jogadas, atrapalhando o bloqueio rival. Já Ricardinho ainda tem que se acostumar com seus companheiros para voltar a arriscar mais. E é bom que tê-lo de volta à equipe porque isso coloca Bruno em posição, digamos, ameaçada. O filho de Bernardinho terá que mostrar que merece ser o titular mesmo com toda a movimentação para volta do veterano.

A situação do Brasil não é a melhor do mundo, a vitória ainda não foi convincente, mas também não significa que a seleção esteja completamente errada. Foi o primeiro final de semana da temporada…

Notas relacionadas:

  1. Entre altos e baixos, Murilo é unanimidade na seleção
  2. Os altos e os baixos da vitória sobre os EUA
  3. Desta vez, mais baixos do que altos diante dos EUA
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , ,

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012 Superliga | 11:12

Quando um time realmente fica pronto para a temporada?

Compartilhe: Twitter
Sidão - Divulgação/CBV

Sidão reclamou da atuação do Sesi apesar da vitória sobre o Londrina

Na rodada do final de semana, a Superliga masculina ganhou um novo líder. O Sesi-SP levou um susto, perdeu um set para o lanterninha Londrina, mas marcou 3 sets a 1 e reassumiu a ponta da tabela. Mas, além da parcial perdida, outra coisa me preocupa no Sesi: o discurso dos jogadores.

Veja mais: Sesi vence Londrina e reassume liderança da Superliga masculina

    Rodada começa e rodada termina e os atletas repetem que estão felizes com a vitória, mas que o time ainda precisa se encontrar, se arrumar em quadra. “Ainda não conseguimos jogar do jeito que gostaríamos. Hoje (sábado) tivemos muitos momentos de oscilação e sabemos que isso tem que ser corrigido para as próximas partidas, já pensando no play-off”, afirmou Sidão depois da vitória. Já estamos na metade do returno e o time ainda não se arrumou?

    Quem parece que se encontrou foi o RJX que, diferente do Sesi, se aproveitou da superioridade em relação ao adversário e fez 3 a 0 para cima do UFJF. Esses jogos mais simples devem servir para embalar o time. E mais uma vez, a dupla Marlon e Lipe foi bem. Esses dois se deram bem em quadra, como já comentamos por aqui outras vezes.

    Veja a classificação atualizada e os resultados da rodada da Superliga masculina

      A rodada do final de semana ainda teve vitórias para quem já começou a temporada arrumado. O Sada/Cruzeiro, que manteve o time do ano passado e acaba ficando um pouco fora do foco por não contar com campeões olímpicos e mundiais, bateu o Medley/Campinas por 3 a 0 sem problemas. O Sada pode estar em quarto na tabela, mas é forte candidato a mais uma final.

      Já o Vôlei Futuro mudou para 2012, mas se deu bem com Ricardinho + Lorena. O vice-líder bateu o Montes Claros, em outro 3 a 0. Sempre na parte de cima da tabela, o time pode ser um exemplo de equipe que se entrosou bem, soube aproveitar o estadual para ganhar ritmo e chegou forte à Superliga.

      A Cimed/Sky ainda venceu o Vivo/Minas na sexta-feira. O time mineiro tinha embalado, mas agora está sete pontos atrás do líder Sesi. E a equipe catarinense segue colada nos líderes. O que mostra que a Superliga ainda pode ter mudanças na parte de cima da tabela e quem quiser acabar bem esse returno tem que se arrumar. Agora, ou nunca mais.

      Notas relacionadas:

      1. Time está pronto, agora só falta a vaga na Superliga
      2. Quando a sequência de resultados entra em quadra
      3. Vôlei Futuro parece ter acertado a mão nesta temporada
      Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , ,

      sábado, 9 de julho de 2011 Seleção masculina | 14:21

      E vamos para mais uma final!

      Compartilhe: Twitter

      O Brasil está em mais uma final da Liga Mundial. A seleção acabou de vencer a Argentina por 3 sets a 0. Apesar do placar, o jogo não foi tão fácil assim e teve o segundo set mais longo da história da competição. Dessa vez, vou fazer um comentário diferente por aqui. Primeiro, um resumo de cada set e, depois, um pouco sobre os jogadores do Brasil. Vamos lá!

      Sidão - Divulgação/FIVB

      Sidão recebe bola. Jogada de meio foi a arma mais eficiente do Brasil

      1º set: 25 a 22 para o Brasil
      Brasil teve um branco quado deixou a Argentina virar no 11 a 9, mas logo se recuperou e passou a jogar do jeito que a gente vinha pedindo, com alegria e bastante solto. E na parte final do set, a virada de bola brasileira apareceu muito bem, principalmente com o Théo, mais uma vez o oposto titular. Ele só foi bloqueado uma vez e em uma jogada ue foi previsível. O Brasil só não precisava errar tantos saques forçados, poderia “testar” mais os rivais. Já o saque argentino funcionou muito bem na pancada, primeiro com De Cecco, ainda no começo da parcial, e com Conte, no final.

      2º set: 42 a 40 para o Brasil
      A Argentina começou na frente e me pareceu mais solta no ataque. Entretanto, a defesa brasileira estava bem ligada. Durante todo o set, os brasileiros recuperaram belas bolas. Já o bloqueio nacional ainda foi pouco efetivo, principalmente nas pontas, chegando quebrado. E a Argentina pode ser menos experiente, mas tem bons jogadores. Conte tem muita habilidade e o levantador De Cecco viu que a ponta estava aberta e usou bem Pereya. O Brasil cresceu quando voltou a usar o seu meio e equilibrou novamente. Mas a Argentina não se entregou e levou o jogo até os 40 pontos!

      3º set: 25 a 23 para o Brasil
      Parecia que o time nacional poderia sentir a famosa síndrome do terceiro set, abrindo e deixando a Argentina crescer. Mas depois de levar os ataques de ponta do set anterior, o bloqueio acordou e marcou essa posição. Além disso, Pereya parou de virar. No final, a inversão do 5-1 não deu nada certo e isso preocupa um pouco para a final porque Vissotto segue sem ritmo e Marlon, apático. Bernardinho fez bem em e logo voltar seus titulares e como o Brasil voltou à frente? Com uma bola de meio! Essa foi a grande arma da seleção diante da inexperiência da Argentina. Eles conseguiram marcar no bloqueio na ponta, mas não chegaram ao meio.

      E os brasileiros?

      Théo - Divulgação/FIVB

      Théo passa pelo bloqueio argentino. Ele foi maior pontuador, com 23 acertos

      Foi bom ver o time empolgado de novo em quadra. Giba e Serginho seguiram chamando o jogo e, ao lado de Bruno, contagiaram a equipe. O Brasil também fez algumas lindas pancadas no ataque, daquelas que dão moral (posso estar sendo chata, mas ainda queria mais). Entre os nossos opostos, Théo é a melhor escolha. Ele está mais entrosado com Bruno e foi o maior pontuador da partida. Mas, para mim, o destaque dessa fase final da Liga Mundial é Sidão. Ele conquistou a vaga entre os titulares com um saque potente e presença na rede. Neste sábado o saque brasileiro foi equivocado em alguns momentos, como disse no set a set, mas o ataque de meio foi perfeito. E foi com a bola de meio que o Brasil ganhou, com experiência e maturidade em quadra.

      Vale falar também que a Argentina sai da briga, mas deixa uma boa impressão. O Brasil ainda é mais time, mas os argentinos não se intimidaram tanto assim e colocaram pressão. Até as Olimpíadas de Londres esse time ainda vai crescer…

      E agora, quem vem pela frente?
      Se fosse para escolher, iria preferir a Polônia. O Brasil já sabe jogar contra eles. Mas a Rússia é a favorita. Podemos esperar o tradicional bloqueio alto e saque pesado, mas também algumas jogadas mais aceleradas como vimos no “treino” contra o Brasil na sexta-feira. A partir de 15h a gente descobre!

      E vocês? O que acharam do jogo? Poderia ter sido mais fácil, sem os 42 a 40 do segundo set? Deixem seus comentários e mais a tarde a gente volta para falar do rival do Brasil!

      Notas relacionadas:

      1. Estamos na final da Liga Mundial
      2. Agora sim, os comentários de mais uma virada…
      3. Argentina dá aula de voleibol e surpreende na fase final
      Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , , , ,

      quinta-feira, 7 de julho de 2011 Seleção masculina | 16:39

      Agora sim, os comentários de mais uma virada…

      Compartilhe: Twitter

      Mais um jogo do Brasil, mais um começo ruim e mais uma virada na fase final da Liga Mundial. Nesta quinta, a seleção não demorou tanto a acordar como no jogo contra Cuba, venceu por 3 sets a 1 e deu mostras de que sabe se concentrar e pode liquidar um jogo com facilidade.

      Pontos negativos?

      Anderson, atacante dos Estados Unidos/FIVB

      Anderson, dos Estados Unidos, foi bem nos primeiros sets

      O começo mais uma vez apático. O time demora a ficar vibrante e solto em quadra. E ainda se deixou levar e se perdeu com erros da arbitragem. Por isso levou 25 a 15 dos EUA no primeiro set. O time tem que fazer seu jogo e esquecer do resto para vencer, sem cair em provocação (pelo menos isso só durou um set…).

      E acho que ainda falta aquele atacante de potência, que crava a bola e dá moral à equipe. Vissotto mais uma vez entrou e pouco fez. Com seus 2,12m poderia render muito mais. Wallace não faria bem ao time nessa fase final?

      Pontos positivos ?
      A postura em geral a partir do segundo set. A equipe ganhou a vontade de jogar e foi para cima. Finalmente o bloqueio, na parte final do jogo, colocou pressão nos norte-americanos (pontuamos mais do que eles na rede). E esse fundamento ajuda a animar o time. Além disso, o Brasil fez belas defesas e teve paciência para trabalhar.

      Para fechar, no quarto set, o time finalmente conseguiu abrir no placar e manter o foco para vencer e vencer bem. Nada de relaxar só porque está na frente no placar e chegar até a levar viradas bobas, como nas derrotas para os norte-americanos. Era a isso que eu me referia quando falava de “manter o padrão todo o tempo”!

      E os jogadores?

      Giba e Serginho/FIVB

      Giba foi o maior pontuador da partida, com 21 acertos

      Giba foi mesmo o nome do jogo. Bruno acertou as bolas rápidas com ele, o que resultou em lindos ataques. Bom para Bruno, que percebeu o melhor momento do companheiro e mostrou mais segurança, e para Giba, que segue em boa forma e, se contar com essa bola acelerada na medida, é difícil de ser parado. E Sidão, mais uma vez titular, foi bem no saque e na rede. Ele está aproveitando e bem as chances de Bernardinho.

      E agora, como encara a Rússia?
      Acho que, mais uma vez, com velocidade. Se tentarmos jogar com bolas mais altas, vamos perder no bloqueio. O meio será importante e as pontas com jogadas aceleradas também. E como comentou a leitora Priscilla, Dante faria bem ao time, já que é um belo ponteiro e mais alto que Giba e Murilo. Bernardinho já falou que vai mexer no time e mudar um ou dois jogadores (veja o que técnico falou sobre a Rússia). Dante pode ser um desses. Vamos ver!

      Notas relacionadas:

      1. Sufoco e virada contra a Bulgária no 2º jogo
      2. Virada dramática para acordar de vez na Liga Mundial
      3. Mais uma virada e a vaga na semifinal da Liga Mundial
      Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

      quarta-feira, 6 de julho de 2011 Seleção masculina | 11:29

      Virada dramática para acordar de vez na Liga Mundial

      Compartilhe: Twitter

      Depois de cinco sets, o Brasil estreou com vitória sobre Cuba na fase final da Liga Mundial (veja como foi o jogo set a set). Que sufoco! Mas valeu para o time de Bernardinho acordar de vez e mostrar as suas forças nesta competição. E acho que o jogo fez bem aos nossos atletas também…

      Bernardinho começou o jogo com Marlon, como a gente comentava por aqui, e voltou Leandro Vissotto na posição de oposto.  Porém o esquema não deu certo e o time não rendeu o esperado. Além de ver seus ataques pararem no bloqueio cubano, errava saque demais. E de que adianta forçar o tempo todo e errar ainda mais contra um time que só joga na força e está acostumado a pancadas?

      O jogo passou a mudar no terceiro set, quanto Bernardinho trocou quatro jogadores. Pontos para o treinador! Bruno, Théo, Sidão e Giba deram um gás a mais e o ânimo que o Brasil precisava.  Além disso, a equipe passou a sacar com consciência, colocando e não apenas forçando. E vendo Sidão encaixar, mais uma vez, boas sequências. A reserva fez bem principalmente a Bruno. O levantador mostrou o volume esperado, variou as jogadas e usou todos os seus atacantes. Além disso, Théo foi seguro no ataque e Giba apresentou uma ótima forma.

      Poderia ter sido mais simples e o Brasil poderia ter vencido com mais facilidade do quarto set, por exemplo, quando voltou a perder um pouco a objetividade na virada de bola. Mas, diferente das derrotas da primeira fase, o time conseguiu se segurar no momento decisivo e brilhou a estrela de Lucão, mais um que passou diversos jogos desta Liga Mundial longe de suas melhores atuações. Ele ainda vacilou no saque e pode melhorar no bloqueio, mas foi gigante no ataque. E não é sempre que um central fecha um jogo com 20 pontos!

      Passado o sufuco, ficaram coisas boas e ruins. Um jogo de cinco sets logo no começo de uma semana cheia desgasta. O Brasil ainda não passou o jogo todo em seu nível ideal. Mas uma virada dá um ânimo a mais!

      P.s.: No feminino, o Brasil também segue bem. A seleção principal venceu os Estados Unidos e está na semifinal da Copa Pan-Americana e a seleção de novas passou pela Polônia na Copa Yeltsin. Deu certo assistir aos jogos pela web? Alguém tentou? Eu fui vencida pelo sono…

      Notas relacionadas:

      1. Ricardinho está na pré-lista para a Liga Mundial
      2. Virada para acordar na Liga Mundial
      3. Noite para o Brasil fazer história na Liga Mundial
      Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , ,

      terça-feira, 5 de julho de 2011 Seleção masculina | 08:00

      Como sobreviver ao grupo da morte na Liga Mundial?

      Compartilhe: Twitter

      De volta ao blog ainda me recuperando da gripe (obrigada pelos recados de melhoras), é hora de falar da fase final da Liga Mundial. O Brasil está, segundo palavras de Bernardinho, no grupo da morte, ao lado de Cuba, Estados Unidos e Rússia. Na outra chave estão Polônia, Bulgária, Itália e Argentina. Os dois melhores de cada chave vão para as semifinais.

      E agora, como sobreviver a esse grupo? Vamos a uma breve análise de cada adversário do Brasil e alguns “caminhos’…

      Leon

      Leon é uma das potencias de Cuba no ataque e no saque

      Cuba: começou a Liga Mundial um pouco desacreditada sem o central Simon, o ponteiro Leal e o levantador Hierrezuelo, mas mostrou que ainda é uma potência e tanto no ataque. Bell e o jovem Leon são os dois melhores atacantes da competição. Seja qual for o time em quadra, eles apelam para a força física o tempo todo. O jeito é não se intimidar e tentar segurar à frente do placar, colocando pressão o tempo todo. É preciso jogar na técnica e não na força.
      quarta-feira, às 8h30

      Estados Unidos: depois dos jogos da primeira fase, dispensa maiores explicações. Liderados por Stanley, eles sabem sacar muito bem. Além disso, têm paciência para defender e armar contra-ataques quantos vezes forem necessárias. Foi jogando dessa maneira que eles venceram o Brasil na primeira fase. E é melhor o time nacional se armar para variar os ataques e também ter paciência para vencer.
      quinta-feira, às 8h30

      Rússia: teve uma chave até que simples na primeira fase, já que Japão e Alemanha não são rivais tão fortes assim. Teve apenas uma derrota, diante da Bulgária, o adversário mais complicado e, ainda assim, foi no final da primeira fase, quando já não atrapalharia mais. São aqueles altos de sempre, com bons jogadores de bloqueio, ataque e saque. Nesta Liga Mundial é destaque é para Maxim Mikhaylov, 3ª melhor atacante e que já deu trabalho ao Brasil em outras edições do torneio. Alerta é total e vale usar as jogadas rápidas para escapar do bloqueio.
      sexta-feira, às 8h30

      seleção brasileira

      Com Marlon, camisa 17, Brasil conseguiu um passeio sobre a Polônia

      E o Brasil? Deve fazer alguma coisa de diferente para chegar à semifinal? Eu apostaria em Marlon como levantador e seguiria com Sidão no meio. Como vocês comentaram por aqui, o time foi mais preciso no ataque com Marlon, que está distribuindo melhor do que Bruno. E Sidão está dando volume ao bloqueio. Nas pontas, Murilo deve voltar a receber mais bolas. E no geral, o bloqueio precisa pressionar mais e começar a defesa, como foram nas outras temporadas.

      Enfim, a fase de adaptação acabou. Agora é para valer. Chegou a hora de ser ofensivo desde o começo dos jogos e de conseguir manter o padrão ao longo dos sets e de um jogo para o outro. Sabemos que o foco na temporada é a Copa do Mundo, que vale a vaga olímpica. Mas seria bom já começar com um pódio, não?

      E vocês? O que esperam dessa fase final? E o que esperam do Brasil? Deixem seus comentários!

      Notas relacionadas:

      1. Brasil estreia na Liga Mundial com pior jogo do grupo
      2. É chegada a hora das finais da Liga Mundial
      3. “Grupo da morte” do Brasil e palpites para o Mundial
      Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , ,

      1. Primeira
      2. 1
      3. 2
      4. Última