Sheilla | Mundo do Vôlei, por Aretha Martins

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Posts com a Tag Sheilla

segunda-feira, 20 de maio de 2013 Diversos | 17:45

Romance no vôlei: um mês do casamento da Sheilla

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Sheilla usou as redes sociais nesta segunda-feira para comemorar um mês de casamento com Brenno Blassioli. A oposta da seleção brasileira e do Sollys/Nestlé se uniu ao assistente técnico do basquete do Pinheiro em uma cerimônia em Campos do Jordão, em São Paulo, e, agora, mostra um ensaio que fez antes da festa.

A jogadora usou o seu próprio vestido e provou cabelos e maquiagem em uma prévia do que seria o dia da noiva. Ela compartilhou o vídeo da produção nesta segunda-feira. Assista abaixo:

YES WEDDING Warm-up Bride com Sheilla Castro no Blend (Vídeo: Nando Federice) from YES WEDDING on Vimeo.

Sheilla também postou uma foto do dia da união em sua página no Instagram com a legenda: “Pra sempre!!! Parabéns pra gente!!! Primeiro mês!!!”. (O blog está com problema nas imagens.. portanto, aqui está o link da foto da jogadora)

E o momento é de romance nas quadras… Monique, oposto do Praia Clube e que também está na seleção, foi mais uma a comemorar um mês de casamento nesta segunda-feira com fotos nas redes sociais (mais uma vez, o link da foto da oposta).

Já Luciane Escouto, a miss do vôlei que defendeu a Unilever na temporada passada, ganhou aliança do namorado neste domingo e será mais uma em breve no time das casadas. Felicidades aos casais do vôlei!

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sexta-feira, 15 de março de 2013 Superliga | 22:58

Sollys/Nestlé mostra sua seleção é o primeiro finalista

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A Superliga feminina já tem o seu primeiro finalista e é um velho conhecido. O Sollys/Nestlé acabou de fazer 3 sets a 0 diante do Vôlei Amil (25/19, 25/16 e 25/20), encerrou a série semifinal em 2 a 0 e avançou para a decisão. Resta saber se encara Unilever ou Sesi na briga pelo título.

Esse resultado, sem desmerecer em nada a equipe de Campinas, já era esperado. Todo mundo já cansou de dizer, mas a realidade é que o Sollys é praticamente a seleção e todo mundo está jogando bem. Fernanda Garay é um destaques da Superliga, Sheilla aparece no momento certo, Thaisa e Adenízia são fortes no ataque e no bloqueio, Jaqueline nesta noite resolveu no ataque e Fabiola, na segunda temporada no time, está mais do que entrosada e sabendo colocar todo mundo para jogar. Ainda tem Camila Brait no fundo.

Para facilitar, o saque do time de Osasco atrapalhou a recepção de Campinas. Com isso, elas conseguiram também colocar pressão no bloqueio e, em todos os sets, abriram vantagem sem muita dificuldade. Foi ainda uma lavada em pontos de ataque: 44 a 27 no final. O Vôlei Amil tentou e até se favoreceu justamente de erros do saque do Sollys no terceiro set, mas logo as visitantes se acharam de novo e fecharam.

A equipe formada por Zé Roberto fez um bom trabalho e cumpriu o objetivo no ano de estreia – como disse o treinador mais de uma vez, ele queria chegar à final do Paulista e às semis da Superliga. Saiu derrotado na duas, mas chegou lá. A mescla de juventude com experiência foi boa, mas as mais novas ainda precisam de rodagem e isso pesa e causa nervosismo na hora do vamos ver.

E agora, mais do mesmo com Sollys x Unilever na decisão? Ou o Sesi pode surpreender e levar a decisão da série semifinal para o terceiro jogo? Meu palpite é que  duelo será mais equilibrado do que o desta noite, mas quem ainda deve levar a melhor é a equipe carioca. E vocês? O que acham?

Desabafo de Zé Roberto

Depois do jogo, o técnico José Roberto Guimarães aproveitou para reclamar da CBV e do ranking das atletas. A pontuação foi criada para equilibrar as equipes e “espalhar” as jogadoras da seleção brasileira. O Sollys/Nestlé herdou atletas do extinto Finasa e, com isso, tem gente “barata” ou que não custa nada, como Adenízia, formada na base de Osasco. Com essas brechas no ranking, a equipe formou essa seleção que comentamos acima.

Será que isso é justo? Para Zé Roberto, não. Ele pediu a revisão do sistema do ranking, citou o caso de Adenízia e ainda completou: “Tem que ser revista a questao dos pontos porque se não a final vai ser sempre Rio e Osasco e quem entra vai ficar com dúvida se vai ficar”.

E vocês, o que acham?

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013 Diversos | 10:48

2012 é o ano de Sheilla, parte 2

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No finalzinho do ano passado fiz um post por aqui dizendo que 2012 havia sido o ano de Sheilla. Ela começou o ano com derrota na Unilever na final da Superliga, mas depois se transferiu para o rival Sollys/Nestlé e venceu o que disputou no novo clube, de Campeonato Mundial ao Paulista. Na seleção, foi da fase final das Olimpíadas, pedindo bola, decidindo e salvando diversos match points naquele jogo contra a Rússia. Ainda deixou a timidez de lado e posou para capa e recheio da VIP. Para completar, faturou o prêmio Brasil Olímpico. Tudo isso falamos naquele post…

Nesta quinta-feira a jogadora levou mais um título pela temporada 2012. Sheilla desbancou a norte-americana Destinee Hooker e venceu a disputa de melhor oposta em votação no site Volleyball.it. Depois de todos os feitos listados, acho que não precisa explicar muita coisa…

Leia mais: Bruninho é eleito o melhor levantador do mundo em 2012 por site italiano

Quem também venceu foi Bernardinho. Ele superou José Roberto Guimarães na final. E para quem quiser, fiz uma materinha para o iG com todos os resultados.

>> Sheilla e Bernardinho levam prêmios de melhores de 2012. Veja todos os vencedores

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  1. Topada na quina da porta afasta Sheilla das quadras
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013 Superliga | 11:25

E as quartas de final da Superliga seguem sem surpresas

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Depois de Sesi x Banana Boat/Praia Clube em um duelo equilibrado na abertura das quartas de final da Superliga feminina, como comentamos aqui no post anterior, os playoffs seguiram na noite de terça-feira com duas vitórias esperadas para os favoritos.

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Gabi, ponteira do Unilever

No Rio de Janeiro,  a Unilever fez 3 a 0 para cima do Rio do Sul (25/19, 25/13 e 25/18) em uma hora e meia de jogo. Gabi, que já tinha caído das graças de Bernardinho e assumiu a posição de titular com a lesão de Logan Tom, foi destaque. Ela levou o troféu de melhor em quadra e foi a maior pontuadora, com 14 acertos, ao lado de Elis, do Rio do Sul. Pois é, parece que Gabi está dando, e bem, conta do recado e ser titular com apenas 18 anos. Na temporada passada ela já tinha ido bem com a camisa do Mackenzie.

Saiba como foi a vitória do Unilever set a set

Em Osasco, o Sollys/Nestlé, atual campeão, também venceu em sets diretos o Usiminas/Minas (25/17, 25/17 e 25/11) em 1h25 de partida. Falando em nomes, o destaque foi Sheilla e seus 19 pontos. Se a gente falar em fundamento, destaque para o bloqueio. Foram 15 pontos na rede contra apenas três das mineiras. E de novo Sheilla dominou, com cinco pontos no fundamento. Não foi a toa que levou o Viva Vôlei.

Leia mais sobre Sollys/Nestlé 3 x 0 Usiminas/Minas

E nesta noite, a última partida da primeira rodada das quartas-de-final, entre Vôlei Amil e Pinheiros. Apesar de o time paulista ter melhorado no returno e até ter surpreendido e vencido o Sollys/Nestlé e levado o confronto contra as campinas para o tie-break, por exemplo, a vantagem deve ser do elenco comandado por José Roberto Guimarães. A cubana Ramirez é um reforço e tanto e ela disse estar 90% recuperada das torções nos dois tornozelos e pronta para jogar. Vamos ver se a tendência continua…

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sábado, 26 de janeiro de 2013 Superliga | 08:42

Rodada de vitória suada do Amil e surpresa do Pinheiros

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*atualizado às 14h30

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Andrea, do Pinheiros, encara o bloqueio do Sollys/Nestlé

A quarta rodada do returno da Superliga começou com uma surpresa e acabou tarde na sexta-feira. Primeiro, o Pinheiros, na zebra até aqui da competição, venceu o Sollys/Nestlé. Depois, o Vôlei Amil penou, levou o jogo ao tie-break e só no quinto set venceu o Sesi em casa. Que rodada!

Quando vi na tabela que seria dia de Sollys/Nestlé x Pinheiros, não tive como evitar o pensamento de que seria mais uma vitória do time de Osasco. O retrospecto das duas equipes e os elencos apontavam para isso. Mas se de um lado a bicampeã olímpica Sheilla, titular em dois sets, marcou apenas 3 pontos, do outro a líbero Leia fez uma partida de dar inveja.

Com defesas lindas da sua líbero, o Pinheiros mostrou volume e acabou com a paciência do Sollys. Depois de tanto atacar e a bola não cair, elas perderam e a concentração e a partida por 3 sets a 1 (25/16, 28/26, 20/25 e 25/19). E o Pinheiros não apenas defendeu, como sacou bem. O time da capital paulista marcou 11 pontos em aces. Isso mesmo, foram 11 pontos diretos de saque! Que número invejável.

Do lado do Sollys, se Sheilla não aparece bem nos números, quem assume a responsabilidade é Fernanda Garay, maior pontuadora com 17 acertos. No Pinheiros, destaque para Ellen, com 24 bolas no chão. Pelo elenco, experiência, investimento e tudo mais, o resultado foi uma zebra. Mas que deve ter dado um ânimo e tanto aos Pinheiros, ah, isso deve!

Para fechar a rodada, Vôlei Amil recebeu o Sesi. Pelo primeiro set, vencido pelo time da casa com bom saque e 6 a 2 no bloqueio, poderia se pensar em um jogo mais simples. Nada disso. A partida foi resolvida apenas no tie-break, com vitória do Campinas (25/17, 23/25, 15/25, 25/23 e 15/13), e mostrou algumas coisas…

No Sesi, Tandara cresce como a atacante de definição. Foram 28 pontos dela na partida, soltando o braço do começo ao fim. Mas ainda acho que Fabiana não está rendendo o que pode. Ok, ela marcou 12 pontos, mas poderia ser uma segurança a mais para a levantadora Dani Lins. Quem tem aparecido mais pelo meio é a outra central, a jovem Bia, que foi grande no bloqueio.

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Sistema defensivo funcionou e o Vôlei Amil cresceu no bloqueio contra o Sesi

No Vôlei Amil, Daymi Ramirez e Suellen chamaram a atenção. A cubana é aquela atacante que chama o jogo, mas mostrou que também sabe bloquear. E a líbero, criticada pelo peso e por falta de agilidade em alguns momentos, teve uma atuação e tanto na defesa. Ela quase sempre estava na posição certa na quadra. E também recuperou bolas no reflexo e na agilidade. Foi merecida a escolha da líbero como a melhor em quadra.

O jogo foi bom. O Sesi poderia ter liquidado em 3 a 1 depois de se recuperar. Se no primeiro set não se achou no bloqueio, no terceiro seu um passeio e marcou 7 a 1 no fundamento na parcial. Entretanto, desacelerou no set seguinte, viu o Vôlei Amil voltar a bloquear e continuar defendendo bem e acabou tendo que decidir no 5º set. Aí, melhor para as donas da casa.

De tanto que Zé Roberto reclamou, o seu time se acertou na defesa. Várias bolas subiram e os contra-ataques entraram. Mas acho que isso não deve fazer o Sesi abaixar a cabeça. O time vem, sim, melhorando no returno e, apesar da primeira derrota, errou menos e fez uma boa partida. Talvez falta equilibrar mais a distribuição no ataque e deixar Dani Lins com o passe mais redondo. Mas um time que passa um set inteiro sem nenhum erro, como foi na terceira parcial, também merece méritos.

Enfim, foi uma bela rodada! Na classificação, Unilever segue líder após vitória sobre o Usiminas. Mesmo com a derrota, o Sollys/Nestlé é o segundo, com o mesmo número de pontos do Banana Boat/Praia Clube, que levou um susto e só bateu o São Caetano por 3 a 2. Agora, o Vôlei Amil é o quarto colocado, seguido pelo Sesi. E daqui a pouco tem mais vôlei, com a Superliga masculina… Tá bom para um feriadão?

P.s.: viram a virada do Sesi para cima do RJX na manhã deste sábado? Placar foi 3 sets a 2 (21/25, 22/25, 25/20, 26/24 e 15/12), com destaque para Lorena, maior pontuador com 26 bolas no chão e Everaldo, levantador que entrou no segundo set no Sesi e não saiu mais. Com isso, o time paulista ajudou o Sada/Cruzeiro na corrida pela liderança. O RJX ainda está dois pontos na frente na tabela, mas os mineiros jogam neste sábado…

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013 Superliga | 15:44

Bloqueio e Garay ajudam, e Sollys se recupera no returno

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Vôlei Amil x Sollys/Nestlé foi o principal jogo da primeira rodada do returno da Superliga feminina 2012/2013, encerrada na noite de terça-feira. As atuais campeãs havia perdido para o elenco de Campinas na estreia na competição e vinham de outra derrota, para o Unilever. Contando mais uma vez com o elenco completo, o time de Luizomar de Moura se acertou no bloqueio e venceu por 3 sets a 0.

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Festa do Sollys/Nestlé na vitória em Osasco

O fundamento foi o diferencial para o Sollys/Nestlé. Elas marcaram 12 pontos no bloqueio e levaram sete. Além disso, viram o Vôlei Amil se perder em algumas jogadas mesmo depois de começar o primeiro e o terceiro sets com vantagem no marcador  (o que rendeu críticas do técnico José Roberto Guimarães) . E o time de Osasco logo tirou essas vantagens e equilibrou e virou o jogo. Fernanda Garay estava em uma noite inspirada, fez 18 pontos, inclusive o último da partida, com um bloqueio (olha o fundamento fazendo a diferença).

Veja mais detalhes da primeira rodada do returno da Superliga feminina

O Vôlei Amil tem que tomar cuidado para não se perder em quadra, com já aconteceu mais de uma vez. Elas recuperam a bola, mas demoram a definir o ponto. Já no Sollys, a tendência é embalar porque, finalmente, o time está completo. Sheilla e Adenízia estão de volta ao elenco titular e são ajudas e tanto para a equipe. Ivna substituiu bem a oposta e colabora mais inversões, mas não tem a experiência da bicampeã olímpica. E Adenízia faz o contraponto das centrais com Thaísa. Enquanto a loira é mais forte, ela é mais ágil e rápida no ataque.

O restante da primeira rodada foi como o esperado. Unilever, líder da competição, bateu o São Caetano. Já o Sesi passou pelo Pinheiros. O Rio do Sul fez um jogo duro e venceu o Usiminas/Minas no tie-break. E, como já falamos aqui, o Banana Boat/Praia Clube abriu o returno passando pelo lanterninha São Bernardo.

Que venha a segunda rodada. E mais uma vez o Vôlei Amil estará no jogo em destaque, encarando o Unilever no Maracanãzinho. Quem leva a melhor no segundo Bernardinho x Zé Roberto? No primeiro tudo quem venceu foram as cariocas…

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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012 Diversos, Seleção feminina, Superliga | 10:54

2012 é o ano da Sheilla

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Ela faturou o bicampeonato olímpico, virou manchete e destaque em toda a imprensa depois de contrariar a fama e o jeito tímido e tirar a roupa para uma revista masculina, mudou de time e já foi campeã do Mundial de Clubes e, agora, é eleita a melhor atleta do ano pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro). 2012 é mesmo o ano da Sheilla!

A oposta da seleção brasileira e do Sollys/Nestlé ganhou o prêmio Brasil Olímpico na noite de terça-feira. No masculino, o escolhido foi Arthur Zanetti, ginasta ouro nas argolas em Londres. Se Zanetti conseguiu um feito inédito, a estrela do vôlei foi fundamental na conquista do bi.

Sheilla chegu a receber críticas. Por aqui, alguns comentam que ela não era mais aquela atacante decisiva e que poderia falhar na hora H. Nas Olimpíadas, viu a seleção quase ser eliminada logo na primeira fase, mas foi o grande destaque na recuperação do time, principalmente naquele jogo contra a Rússia, nas quartas de final.

Já é esperado que o oposto receba as bolas complicadas. Se o jogador está em um dia inspirado, então, é bola para ele na certa. Naquela partida, o Brasil precisou salvar seis match points para vencer. E dessas seis lances, cinco passaram pelas mãos de Sheilla. A atacante pediu bola e colocou tudo no chão. A Rússia já esperava que a jogada fosse com ela e, mesmo assim, não conseguiu pará-la.

E foi aquele jogo que reascendeu o Brasil nas Olimpíadas, sem dúvida. Por isso, Sheilla merece todos os méritos. “O voleibol é um esporte coletivo,mas tem momentos de individualismo”, como bem disse José Roberto Guimarães, que recebeu na festa o prêmio de técnico do ano.

Entretanto, vale uma ressalva de quem ama vôlei, mas acompanha os esportes em geral. Sheilla fez, sim, um grande feito e foi o nome das quartas de final. Porém, a seleção feminina de vôlei já está acostumada a ganhar, têm mídia, patrocínios, CT, conforto e tudo mais. E Sheilla concorria com Sarah Menezes e Yane Marques, outras medalhistas olímpicas. Sarah, ouro no judô logo no primeiro dia das Olimpíadas, foi uma conquista inédita, de uma menina jovem e com uma bela história. Yane, do pentatlo, ganhou bronze em um esporte pouquíssimo conhecido por aqui. Talvez o Prêmio Brasil Olímpico pudesse também ter ido para as outras atletas. Isso não desmerece em nada que Sheilla fez e o seu desempenho, mas os outros esportes também poderiam ser reconhecidos.

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quarta-feira, 7 de novembro de 2012 Diversos | 22:17

Sollys/Nestlé é campeão paulista e fecha um 2012 perfeito

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Em 2012, o Sollys/Nestlé foi campeão da Superliga. Manteve a base, ganhou reforço de Sheilla e Fernanda Garay e foi campeão do Sul-Americano e do Campeonato Mundial de Clubes, título que o Brasil não conquistava desde o começo da década de 90. Agora, na última final deste ano, soma mais um título e volta a ser campeão paulista. Ou seja, ganhou todas as finais que disputou no ano e já soma 39  jogos invicto. Isso que é ser favorito e confirmar tal status em quadra.

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Thaísa foi a maior pontuadora do jogo desta quarta-feira na decisão do Paulista

Na final desta quarta-feira, o time de Osasco encarou o Vôlei Amil. Como conversamos por aqui, era Zé Roberto de um lado e a praticamente a sua seleção brasileira do outro. E, depois de marcar 3 sets a 0 no primeiro jogo da decisão, as selecionáveis venceram de novo pelo mesmo placar e asseguraram o primeiro lugar no estadual.

A partida desta noite foi uma aula de bloqueio do Sollys/Nestlé. Foram mais de 13 pontos, sem contar as amortecidas. O rival de Campinas começou sofrendo na recepção, mas se virando um pouco mais no ataque. Ju Nogueira conseguiu uma sequência e o time reagiu, mas perdeu o primeiro set. Na segunda parcial, a recepção melhorou e o Vôlei Amil saiu de 12 a 6 para 13 a 12. Mas depois de ainda empatar em 14 a 14, o time se atrapalhou na definição das jogadas, viu o experiente Sollys/Nestlé crescer e vencer de novo. E o Osasco largou com 6 a 0 na terceira parcial. Apesar de alguns erros, seguiu agressivo, com bloqueio imponente e bons contra-ataques e liquidou o jogo. As parciais foram 25/18, 25/21 e 25/20.

E o Solly não contou com Sheilla, que se recupera de uma fratura no dedo do pé esquerdo depois de uma topada na quina da porta. Aí, valeu a experiência de um time de campeãs olímpicas, além de Camila Brait e Fabíola, com passagens pela seleção. Durante a semana, Jaqueline comentou a ausência da oposta e disse que Ivna, reserva de Sheilla, estava pronta, mas que a responsabilidade seria das mais “rodadas”. Foi assim, principalmente no primeiro set.

Reprodução/Twitter

Festa do campeão Sollys/Osasco no pódio

Thaísa começou virando tudo pelo meio e acabou como a maior pontuadora do jogo com 13 acertos. Além disso,  bola de segurança era para Jaqueline. Boas opções da levantadora Fabíola. Ivna marcou o primeiro ponto no segundo set. Em uma bola ela alivou, mas depois correspondeu e também virou bem. Ela era a mais jovem em quadra e não precisava ser exigida desde o começo. Viu Thaisa arrasando no ataque e Jaque e Fê Garay também correspondendo e, quando solicitada, já estava pronta. Uma jogadora como a Sheilla faz falta sempre, mas o elenco do Sollys/Nestlé compensou.

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Bloqueio foi um dos melhores fundamentos do Sollys/Nestlé na decisão

No Vôlei Amil talvez ainda falte justamente maturidade. Ju Nogueira atuou como oposta e Pri Daroit é uma das ponteiras. As duas ainda são jovens e precisam de mais bagagem. Para a Superliga, o time vai contar com a búlgara Vasileva, uma oposta também jovem, mas que atuou na Europa e pode chamar mais a responsabilidade na virada de bola para não deixar chances escaparem, como no segundo set, quando tirou aquela diferença de seis pontos.

O Campeonato Paulista, tanto masculino quanto feminino, é o melhor dos estaduais, sem dúvida. E o torneio mostrou que o Sollys/Nestlé é o favorito e um time mais do que redondo em quadra. O Vôlei Amil está na primeira temporada e ainda tem o que amadurecer e tem seu valor por já chegar a uma final passando pelo Sesi, que também conta com atletas experientes e campeãs olímpicas, como Fabiana, Sassá ou Tandara.

Pois é, por enquanto, a Superliga parece que terá o time de Osasco na frente, mas com briga boa como Unilever, como sempre. Depois devem brigar os semifinalistas do Paulista.

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sexta-feira, 2 de novembro de 2012 Diversos | 11:45

Topada na quina da porta afasta Sheilla das quadras

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Sheilla será baixa nas finais do Paulista

*atualizado

O Sollys/Nestlé terá uma baixa para a final do Campeonato Paulista. Nesta semana, o time emitiu nota oficial dizendo que Sheilla ficaria fora das quadras após um “acidente doméstico”. A oposta teve uma fratura no quarto dedo do pé.

Veja a nota oficial Sollys/Nestlé

O tal acidente citado pelo time de Osasco foi uma topada na quina da porta. Sheilla treinou normalmente no primeiro período e se preparava para sair de casa para a segunda sessão do dia quando deu a topada e se machucou.

Ivna herda a vaga na equipe titular do Sollys. Claro que o time perde potência, habilidade e experiência com a troca forçada, mas a reserva entrou muito bem durante o Mundial de Clubes e começou jogando no Paulista. Ela está bem entrosada com as levantadoras e deve ajudar.

Sollys/Nestlé e Vôlei Amil decidem o Paulista nesta semana. No primeiro jogo, domingo, o Sollys/Nestlé marcou 3 a 0 para cima do time de Campinas. A segunda partida será no dia 07  (quarta-feira), às 20h30, em Osasco e, se necessário, o terceiro duelo está marcado para o dia 11 (domingo), às 13h, novamente em Osasco.

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quinta-feira, 25 de outubro de 2012 Diversos | 10:13

Mala do Sollys tem chocolate de pedra, vestidos e histórias

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O Sollys/Nestlé venceu o Campeonato Mundial disputado em Doha e voltou ao Brasil no final de semana. Na quarta-feira, o patrocinador ofereceu um café da manhã para as jogadoras e o evento rendeu matérias para o iG, falando sobre a série invicta de 35 jogos e o título individual inédito para Jaqueline, e um especial para o Mundo do Vôlei.

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Malas na chegada a Doha e malas mais cheias ainda na volta para casa

Para o blog, as atletas contaram o que acharam dos Emirados Árabes, revelaram alguns delírio de consumo e também o que mais as chocou em uma cultura tão diferente. E ainda teve gente que até encontrou um primo distante por lá.

Rosto coberto até para comer

Sheilla foi almoçar com Thaísa no shopping no dia de folga da equipe no torneio. E as duas se chocaram com os rostos cobertos das mulheres até na hora de comer. E olha que Thaísa conhece a cultura local porque sua bisavó era libanesa (daqui a pouco conto melhor essa história).

“Nunca tinha ido aos Emirados, mas sabia que os homens têm várias mulheres e que as mulheres andam todas cobertas. E fomos saber mais e descobrimos que é o homem quem define quanto do rosto a mulher vai mostrar. Nesse almoço, a moça (ou velha, não sei, não dava para ver porque estava tudo coberto) levantava só um pouco do véu para comer ou beber. E o marido estava ali na frente! Que cara que não facilita para a mulher, nem para comer! Fiquei chocada”, contou Sheilla

Primo Daher

Thaísa ainda encontrou um parente que era atendente em uma loja da Louis Vuitton. “Tenho descendência árabe, então já conheço um pouco da cultura, da comida. A minha bisavó por parte de mãe nasceu no Líbano e veio para o Brasil. E só existe uma família Daher no mundo, que se dividiu entre o Líbano e aqui”, falou a central.

Leia ainda: “Melhor individual que eu ganhei na vida”, diz Jaqueline sobre prêmio de passadora

“Encontrei um parente meu em Doha! Ele morava e trabalhava lá. Quando estava na loja, ele viu meu nome e perguntou de onde eu era. Começamos a conversar em inglês, disse que era do Brasil e falei da minha família. Ele disse que a mãe dele também era do Líbano. ‘Então você é meu parente’, eu respondi”.

Cinco vestidos pelo preço de meio

Doha é um paraíso para comprar joias de ouro ou pérola, produtos de marcas internacionais e muitos vestidos. Mais uma vez, quem conta a história é Thaísa.

“Trouxe cada vestido longo, de festa… Trouxe algumas coisas de joias, mas me foquei nas roupas. As mulheres de lá sempre usam burca, ficam cobertas, mas por baixo, minha amiga, é uma coisa espetacular. Elas se vestem para as outras mulheres porque as festas são só para elas. Então, quando chegam e tiram a burca, é uma disputando com a outra qual o vestido mais bonito, qual a melhor joia. Elas estão sempre muito bem maquiadas. Comprei cinco vestidos, quatro longos e um curtinho que eu dei para Sheilla, e peguei menos da metade de um que comprei aqui e nem está pronto ainda. Voltei com uma mala a mais. Tava tão bom o preço que eu nem pechinchei. Pensei é que tinha saído no prejuízo aqui no Brasil”.

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Sacolas cheias no mercado em Doha

Chocolate de pedra e outros mimos

Nem todo mundo precisou de mais uma mala, como Thaísa. Sheilla disse ao blog que se rendeu aos produtos importados e comprou um chocolate, digamos, diferente. “Era um chocolate que parecia pedra. Se vir, nem acredita. Acho que todo mundo trouxe isso”, comentou.

Leia também: Dono de maior série invicta, Sollys Nestlé reconhece feito, mas ignora pressão

Karine, que jogou o Mundial no Catar pela segunda vez, se controlou mais dessa vez. “No ano passado eu trouxe muito chá, azeite, café… Agora eu comprei menos. Mas trouxe umas pashiminas (lenços) e lembrancinhas para a minha casa. Gosto de ter coisas dos lugares por passei, para lembrar que estive por lá”.

E depois de pensar um pouco, a levantadora do time “completou a sua mala”. “O mais importante que trouxe de lá foi a medalha, linda”, disse aos risos.

De volta ao trabalho

O Sollys/Nestlé já voltou à ativa e venceu o Pinheiros por 3 sets a 0 na noite de quinta-feira na primeira partida da série semifinal do Campeonato Paulista. Mais uma decisão à vista…

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