Publicidade

Posts com a Tag Sesi

terça-feira, 14 de maio de 2013 Diversos, Seleção feminina, Superliga | 15:48

Amil anuncia Claudinha e líderes já têm suas ‘cabeças’

Compartilhe: Twitter

O Vôlei Amil anunciou nesta terça-feira Claudinha como a levantadora para próxima temporada. Com isso, os líderes da última Superliga fecham as, digamos, cabeças de suas equipes. E acho que fizeram bons negócios.

Divulgação/ZDL

Claudinha é a nova levantadora do Vôlei Amil

O time de Campinas era justamente quem precisava de uma mudança. Zé Roberto apostou em Fernandinha, mas ela poderia ter mostrado mais. Ela sofreu com uma antiga dor nas costas e lesões e nem pode atuar em toda a temporada e, em alguns momentos, pecou nas decisões em quadra, sendo um pouco previsível. Pri Heldes entrou, e bem, em seu lugar, mas ainda é muito nova para assumir o time, apesar de ter futuro. Agora chega Claudinha.

>>Curta a página do Mundo do Vôlei no Facebook

A ex-levantadora do Minas também é jovem, tem 25 anos, mas tem feito boas Superligas. Ela é habilidosa e ao mesmo tempo passa segurança em quadra e deve dar uma cara nova ao time. Além disso, terá dupla jornada para mostrar o trabalho a Zé Roberto, em Campinas e na seleção. Boa chance para dar um salto na carreira.

>>Siga o Mundo do Vôlei também no Twitter

Essa semana também foi de anúncios de renovações na Unilever. Seguem no time Sarah Pavan, Valeskinha e, já que o assunto do post são levantadoras, Fofão. Aos 43 anos ela vai para mais uma temporada e ainda comandando a equipe com aquela tranquilidade aparente que lhe é peculiar. É um exemplo a ser seguido e deve mesmo se manter em quadra enquanto o físico lhe permitir.

Sollys/Nestlé e Sesi, que completaram os quatro primeiros na temporada 2012/2013 já haviam renovado com suas levantadoras e também acertaram. Fabíola, além de ter conquistado a torcida, fez duas excelentes temporadas no Osasco, enquanto Dani cresce em Londres e ainda pode ajudar o time da capital.

Cabeças definidas, agora é seguir a movimentação nas outras posições! Gostaram dos negócios até aqui?

Notas relacionadas:

  1. Líderes fazem a lição de casa na Superliga feminina
  2. Vôlei Amil já mostrou a que veio nesta Superliga?
  3. Rodada de vitória suada do Amil e surpresa do Pinheiros
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , ,

segunda-feira, 15 de abril de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 19:34

Os nomes da Superliga feminina

Compartilhe: Twitter

Desde o returno da Superliga fiz aqui no blog uma série chamada “o Nome da Superliga”. Citei alguns destaques dos times ao longo da briga pelo ouro e, agora, com o título do feminino para Unilever e do masculino para RJX, vou usar a série para atender um pedido que chegou pelos comentários do Mundo do Vôlei. Vamos falar de quem fez a diferença durante a competição? Primeiro as mulheres. Comento dos homens no outro post.

>> Curta a página do Mundo do Vôlei no Facebook

A Unilever recuperou o título com 3 a 2 de virada para cima do Sollys/Nestlé na decisão. Dona do último ponto da partida em uma escolha premeditada da levantadora Fofão, Natália foi um dos nomes da Superliga. A ponteira ficou uma temporada afastada por causa do tumor na canela, voltou neste ano e cresceu aos poucos. Decidiu quando tinha que decidir e não hesitou em colocar aquela última bola no chão. Teve uma temporada de superação depois de ter recebido muitas críticas com a convocação para as Olimpíadas de Londres. Lá ela fez bem pouco em quadra, mas agora está de volta e tem o ciclo olímpico pela frente para mostrar que merece vaga na seleção e que pode ser destaque em 2016.

Alexandre Arruda/CBV

Bia, central do Sesi

Falando em seleção, Zé Roberto já fez a primeira convocação do ano e lembrou de jovens que brilharam na Superliga. Bia foi o nome no meio do Sesi, mesmo que no time estava também Fabiana. Esperava mais da veterana, enquanto a novata foi presença firme nos bloqueios. Já Angélica comandou o bloqueio do Praia Clube, time que pareceria que iria desbancar ou atrapalhar a eterna briga Unilever x Sollys/Nestlé, mas acabou pelo caminho. As duas estão na lista do treinador e têm futuro.

Outra já convocada que está de novo na lista é Pri Daroit. El é um ponteira que ainda precisa amadurecer, mas está no caminho e segurou as pontas no Vôlei Amil quando Ramires, destaque no ataque, não estava em seus melhores dias.
Quem acho que ainda merece destaque na ala das jovens são Gabi e Ju Carrijo. A ponteira da Unilever substituiu Logan Tom e aguentou tranco. Na final, demorou a entrar de vez no jogo, mas não comprometeu o time. Só tem 18 anos e é outra que deve estar no time de 2016 ou mesmo 2020, pela pouca idade. Já a levantadora tem 20 anos e muita habilidade. Queria vê-la testada na seleção também no futuro.

>>Acompanhe o Mundo do Vôlei também no Twitter

Na lista das estrangeiras, espaço no Nome da Superliga para Herrera e Sarah Pavan. A cubana comandou o Praia e o time sentiu, e muito, quando ela saiu por contusão. É uma jogadora de potência e decisão e que promete dar trabalho na próxima temporada. Já a canadense chegou ao Rio para herdar a vaga na final, foi maior pontuadora em diversos confrontos, inclusive na final, e fez seu nome por aqui, depois de já ter sido destaque na Itália. Ter 1,96m ajuda Sarah a ser ofensiva já no saque e soltar o braço no ataque.

Alexandre Arruda/CBV

Bernardinho, técnico da Unilever

E para fechar os destaques, Bernardinho. O técnico mais uma vez fez a diferença na Unilever. A equipe não era a dona do melhor elenco e nem a favorita ao título diante do Sollys/Nestlé. Ainda assim, soube comandar o time na virada na decisão. E ver como todas falam dele é admirável. De Gabi a Fofão, todas reconhecem o trabalho de Bernardinho e querem atuar ao lado dele.

Sei que deixei um monte de gente de fora. Teve Camila Brait bem na defesa, Dani Lins ganhando consistência no levantamento, Ramires atacando com potência, Vasileva atuando como segurança.. Mas se fosse para falar de todo mundo, o post (que já está gigante) não teria fim! E também são apenas as minhas opiniões. Quem quiser, fique à vontade para comentar! E veja também no post seguinte os destaques da Superliga Masculina para o Mundo do Vôlei.

Notas relacionadas:

  1. Com altos e baixos, ataque vence defesa na Superliga feminina
  2. Superliga feminina tem quartas de final com três favoritos
  3. Resta saber a ordem dos classificados na Superliga feminina
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

quarta-feira, 10 de abril de 2013 Superliga | 14:35

Ranking, set de 21 pontos, Bernardinho, mercado e quase férias

Compartilhe: Twitter

*atualizado às 15h21

Galera, estou de férias na redação do iG, mas sigo acompanhando o que acontece no vôlei nesta semana. Fico por aqui (por isso o “quase férias” do título) até a final da Superliga masculina e como essa semana começou agitada, resolvi colocar o papo em dia no blog. Teve ideia de diminuir número de pontos por set, novo ranking de atletas, movimentação no mercado e uma confirmação que a gente já esperava, mas que mesmo assim deve ter sido comemorada.

>> Curta a página do Mundo do Vôlei no Facebook

A novidade desta quarta-feira é que a FIVB estuda diminuir os sets de 25 para 21 pontos. A ideia será testada na Liga europeia e serviria para diminuir o tempo dos jogos. O assunto já rendeu comentários no Twitter. Estava agora mesmo comentando isso com Gustavo. O central gostou da ideia e ainda deu uma sugestão: “Melhor os 21 pontos, na minha opinião, e um tempo a menos. Substituições mais rápidas!”, me respondeu ele. Com uma parada a menos e menos pontos, o jogo pode ficar mais ágil. Ainda assim, não perderá a essencial. Não sei se só quatro pontos fariam tanta diferença, mas quem sabe a mudança não dá certo? Como estávamos falando no Twitter, jogos de mais de 2h30 ou 3h são bem cansativos. E vocês, galera, o que acham dessa ideia?

Outro assunto foi o ranqueamento, que gerou algumas polêmicas nesta temporada. Quantas vezes escrevi ou comentaram que o Sollys/Nestlé era a seleção brasileira? Quem não lembra das reclamações de Zé Roberto Guimarães depois da semifinal da Superliga? Pois bem, uma das selecionáveis terá que deixar o time.

Alexandre Arruda/CBV

Fernanda Garay agora é 7 no ranking da CBV

Cada equipe pode somar 32 pontos, mas pode contar com, no máximo, três jogadoras com sete pontos, valor mais alto do ranking. E depois do bicampeonato olímpico, Fernanda Garay foi promovida ao grupo de sete pontos. A classificação acho que é justa, afinal, a ponteira fez uma excelente temporada e nas Olimpíadas de Londres tirou o lugar de Paula Pequeno e foi importante para a seleção. Como o ranking leva em conta o que a atleta fez no ano anterior, Fê Garay deveria mesmo ser 7.

Veja o ranking completo das atletas da Superliga feminina

Agora, além dela, Thaísa, Jaqueline e Sheilla são as atletas do Sollys/Nestlé com pontuação máxima. Uma delas terá que sair. Qual faria menos falta? Não tenho ideia. Alguns boatos falam que é a própria Fê Garay quem vai deixar o time. Não sei, mas qualquer uma fará falta porque todas são destaques em suas posições. O Sesi já tentou levar a Jaqueline e o time paulista tem Fabiana e Tandara como 7 no momento. Ah, e Tandara foi o mesmo caso de Garay. Ela mudou de pontuação nesta temporada. Mas aí acho que contou não a seleção, até porque ela conseguiu o seu lugar no time, mas é reserva, mas o crescimento ao longo da Superliga. Bom, vou parar de fazer suposições e deixar para os dirigentes do Sollys e dos outros times se acertarem com isso… Mas quem quiser comentar e montar o seu time, fique à vontade!

Falando em montar time, o mercado teve mudança e confirmação nesta semana. Pacheco é o técnico do time masculino do Sesi, na vaga deixada por Giovane. Apesar de achar que houve falha na semifinal por não ter um plano B para a lesão de Serginho, que jogou no sacrifício o tempo todo contra o Sada/Cruzeiro, gostava do trabalho de Giovane. Mas Pacheco tem mais experiência no banco, diversas finais de Superliga e o time paulista segue em boas mãos. O ruim disso é ver a equipe de Campinas que ficou sem patrocinador já perdendo gente também.

>>Acompanhe o Mundo do Vôlei também no Twitter

Alexandre Arruda/CBV

Bernardinho segue na Unilever e na seleção

Outro técnico foi notícia, só que pela confirmação. Bernardinho, campeão da Superliga, segue na Unilever e na seleção brasileira. Tem gente que pode falar, reclamar do jeito dele ou se algumas decisões como cortes e tal, mas Bernardinho é um treinador e tanto. Ele mexeu na Unilever em diversos jogos da Superliga e isso fez o time mudar e vencer. Até na final, as jogadoras falaram que mudaram de postura após uma conversa dele do segundo para o terceiro set. A torcida carioca deve ter comemorado a decisão, ainda mais depois de o próprio Bernardinho ter comentado no começo da temporada ao Diário de São Paulo, se não me engano, que estava cansado e que seguiria só com um dos times, a Unilever ou a seleção. Mas ainda assim, era uma decisão esperada. Ary Graça já tinha dito que seguiria no time nacional, e não o imagino fora da Unilever. Alguém imagina?

A semana ainda deve render mais assuntos, afinal, a decisão da Superliga masculina será no domingo, no Maracanãzinho. Eu sigo nas minhas “quase férias” e, por isso, posso ficar um pouco distante nos próximos dias. Mas volto para a final RJX x Sada/Cruzeiro!

Notas relacionadas:

  1. Unilever busca equilíbrio e mostra lado brincalhão de Bernardinho
  2. Noite de Natália e Vasileva no duelo Zé Roberto x Bernardinho
  3. RJX aprova tabela, virada e segue quase igual Sada na ponta
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , ,

sábado, 30 de março de 2013 Superliga | 12:50

Semi tem atuação completa do Sada e superação de Serginho

Compartilhe: Twitter

A Superliga masculina tem o seu primeiro finalista na edição 2012/2013. O atual campeão Sada Cruzeiro venceu o Sesi na manhã deste sábado por mais um 3 sets a 0 (25/22, 25/23 e 36/34), fechou a sua série semifinal e assegurou lugar na decisão. Na partida, superação de Serginho de um lado e um time completo do outro.

>> Curta a página do Mundo do Vôlei no Facebook

Logo no primeiro set, o líbero, personagem do “O nome da Superliga” da semana, também apareceu como personagem do jogo. Ele tentou uma defesa e sentiu dores na coluna. E Serginho já teve problemas no local, passou por cirurgia e sempre lembra que joga com quatro pinos. Neste sábado, ele ficou em quadra, mas nitidamente não era o mesmo.

Depois do incidente, não abaixou mais para passar ou recepcionar e ajudou com alguns levantamentos e outras defesas que  bola estouraram nele e subiram.  Sorte era se o saque chegava sem tanta força para uma recepção de toque. Ele se segurou e ficou o tempo todo em quadra, fazendo o que dava para fazer. Não entendi porque outro jogador não foi improvisado e Giovane não fez uma substituição. Mesmo arriscar com os centrais o tempo todo, até no passe…

Falando em central, mais tarde, Sidão, que fez trabalho de recuperação para atuar nesta semifinal, saiu mancando de um saque e não voltou mais. Problemas no Sesi.

Vipcomm

Sada Cruzeiro é o primeiro finalista da Superliga

Já o Sada Cruzeiro começou com a mesma fórmula que deu certo no primeiro jogo: saque. De cara abriu 6 a 2, o Sesi buscou e abriu mais uma vez em meados da primeira parcial com o saque. E no final, na hora de decidir, apareceu o bloqueio, que estava zerado o set inteiro. Foram três pontos no fundamento que decidiram a vitória dos mineiros naquele momento.

>>Acompanhe o Mundo do Vôlei também no Twitter

O jogo seguiu e o Sesi, mesmo com a lesão de Serginho, tentou reagir. Dessa vez o time de São Paulo também conseguiu sacar  e teve Lorena virando desde o começo, o que faltou na primeira partida da semifinal. Entretanto, os erros dos donos da casa pesaram. O placar em pontos de graça acabou em 11 a 5! Muita coisa para um set só. Enquanto isso, o Sada Cruzeiro seguiu com seu jogo e mostrando um conjunto completo, que não apenas saca, mas que defende muito bem, sob o comando de Serginho e isso ficou claro nessa parcial e vem sendo mostrado na Superliga.

E veio o terceiro set e o tudo ou nada para o Sesi, que mesmo com os problemas, se manteve grande parte do tempo na frente e dava pinta de que iria fechar. Ali o nome era Mão. O ponteiro, que geralmente entra para “crescer a rede”, ficou no lugar de Cleber e virou bolas fundamentais. Já o Sada bobeou. Perdi a conta de quantos foram os saques errados dos mineiros, um atrás do outro. Se sabe soltar o braço, para que aliviar e fazer feio? Enfim, a partida seguiu e ganhou ares dramáticos. Mão era a saída para o Sesi e o Sada queria acabar logo com tudo aquilo. E Mão, depois de salvar alguns match points, fazer ace e colocar a bola no chão no ataque, errou e deu o 36 a 34 para os mineiros.

Para mim, venceu o favorito na série, apesar de os confrontos diretos entre os dois terem sido vencidos pelo Sesi na fase de classificação. O Sada Cruzeiro vem bem, com saque, defesa, levantamento e definição. Por isso mais um 3 a 0 e a terceira final seguida da Superliga. O time, como disse, se mostrou completo. Teve saque, apesar dos erros no final. Para ajudar, a defesa se fez presente e proporcionou boas chances de contra-ataque, bem aproveitadas na rede. E tem William. Já o Sesi começou o torneio nacional com lesões, lutou e se recuperou, mas acabou vítima das lesões mais uma vez. Vai para a final e o favorito e que vai brigar pelo bi.

Notas relacionadas:

  1. Sada/Cruzeiro completa a lista de semifinalistas da Superliga
  2. Sada Cruzeiro saca muito, abre no placar e vence Sesi na semi
  3. O nome da Superliga: Serginho
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

sexta-feira, 29 de março de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 11:54

O nome da Superliga: Serginho

Compartilhe: Twitter

As semifinais da Superliga masculina seguem neste sábado e para já entrar no clima, o personagem da semana da série “O nome da Superliga” é o líbero Serginho, do Sesi. E é bom ele se preparar porque a partida contra o Sada Cruzeiro que pode decidir a vaga na final promete ser recheada de saques forçados.

>> Curta a página do Mundo do Vôlei no Facebook

Alexandre Arruda/CBV

Serginho, líbero do Sesi

Serginho dispensa muitos comentários depois de tudo o que já fez na seleção brasileira e nos clubes. Nesta temporada, ele segue comandando o fundo do Sesi e é dono da melhor defesa da Superliga, com 27,49%. E no geral, o time paulista também se dá bem no fundamento e lidera as estatísticas, com 22,25% de eficiência até aqui.

O jogador é um dos veteranos do torneio, mas sempre que converso com ele, me contagia com um entusiasmo… Fala como um garoto que se encantou pela bola. Lembro só de uma vez que até me assustei ao falar com ele, no começo dessa Superliga. Logo nos primeiros jogos, o Sesi tropeçou e teve uma sequência de derrotas. Em uma dessas partidas conversei com o Serginho e ali ele estava abatido. Mas, o campeonato seguiu, o time pode contar com todos os jogadores depois de algumas lesões naquele começo e melhorou.

Em quadra, o líbero seguiu o que era. Um cara esquentado, que cobra demais, mas também incentiva e puxa o time. Acho que, se for possível controlar um pouco os ânimos para não virar uma briga de fato, vale a pena ter um Serginho na equipe, pela energia e, claro, pela qualidade.

>>Acompanhe o Mundo do Vôlei também no Twitter

Agora, o Sesi terá o Sada Cruzeiro pela frente na semifinal da Superliga neste sábado, às 10h (horário de Brasília). A vantagem na série é do time mineiro, que venceu a primeira partida por 3 a 0 com uma atuação e tanto no saque. De novo, eles devem repetir a tática e lá vai Serginho tentando equilibrar a defesa paulista. Será que agora ele leva a melhor? Quem vence? Saque do Sada, o melhor da competição liderado por Leal, ou a defesa do Sesi, a melhor da competição liderada por Serginho? Veremos… E no sábado ainda tem Vivo/Minas x RJX e lá quem venceu a primeira foram os cariocas, no sufoco em um belo jogo.

Notas relacionadas:

  1. Campeões pela primeira vez
  2. O nome da Superliga: Tandara
  3. O nome da Superliga: Lucarelli
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

sábado, 23 de março de 2013 Superliga | 23:41

Sada Cruzeiro saca muito, abre no placar e vence Sesi na semi

Compartilhe: Twitter

Para fechar o primeiro dia de semifinais da Superliga masculina, o Sada/Cruzeiro recebeu o Sesi e venceu por 3 sets a 0 (25/20, 25/14 e 25/22) na noite deste sábado. O jogo foi mais simples para os mineiros do que eu esperava, mas eles conseguiram essa diferença no placar usando e abusando do saque forçado.

>>Curta a página do Mundo do Vôlei no Facebook

O trio Rogério, Wallace e principalmente o cubano Leal fizeram estrago na recepção do Sesi. O segundo set foi exatamente assim. Saque forçado e bem executado e ponto, ou direto ou no contra-ataque. Só na parcial foram quatro dos seis aces do jogo do lado mineiro. Os paulistas marcaram um ponto direto no serviço. Entretanto, no começo do terceiro, a equipe da casa voltou para quadra um pouco desconcentrada e errou mais. A partida ficou equilibrada e o bloqueio, que não tinha aparecido ainda na parcial, cresceu e fez o Sada abrir no finalzinho. No contra-ataque com Leal, bola cravada e fim de jogo.

O saque pode ter sido o fundamento que mais se destacou, mas outros aspectos merecem ser comentados. Muito já se reclamou da arbitragem nesta Superliga e no segundo set Leal tocou muito na rede enquanto Sandro, do Sesi, tentava um levantamento. Ok, o Sada já dominava e aquilo não iria interferir no resultado, mas foi um erro e tanto a arbitragem não ter marcado.

>>Siga o Mundo do Vôlei no Twitter

Esperava mais do Sesi, principalmente depois do belo jogo que fechou as quartas de final. Cleber seguiu atacando bem, mas Lorena, o termômetro do time, demorou a entrar de fato na partida. No terceiro set, quando o oposto estava melhor, o time também reagiu e equilibrou do começo ao fim. Mas, se quiser ainda seguir na Superliga, tem que fazer jus as estatísticas e melhorar na recepção, porque o Sada vai seguir com saque forçado, sem dúvida alguma.

Do lado vencedor, William foi eleito o melhor em quadra. E concordo com a escolha. Para destacar, duas jogadas. No segundo set, mesmo com passe quebrado, uma chutada pelo meio com Douglas alta, na medida para o central matar o ponto. Depois, na terceira parcial, jogada de novo com Douglas pelo meio e o Sesi defende. A bola volta de graça e William fica com passe na mão. O que se espera de um levantador com passe na mão? Uma bola rápida no meio. Foi o que o bloquei do Sesi pensou, queimando com o central. Mas William chamou Filipe, que atacou sozinho e sem marcação pelo fundo.

Outro que foi destaque e vem fazendo uma bela Superliga é o cubano Leal. Quem acompanhou o Mundial de 2010 lembra dele e o trabalho que deu aos adversários naquele time que foi vice, perdendo para o Brasil na decisão. Leal deixou o país, cumpriu a pena de dois anos sem jogar e acabou como uma contratação e tanto para o Sada/Cruzeiro. E ele chama a atenção no fundo de quadra. Que Leal seria diferença no ataque, já era mais do que esperado, afinal, trata-se de um atacante cubano. Mas e o passe? Nesta noite ele foi alvo do saque do Sesi e entregou na mão ou quase isso para William. Um jogador completo em boa fase.

Bom, mas estamos ainda na primeira rodada da semifinal. De um lado, o Vivo/Minas perdeu para o RJX, mas fez uma excelente partida e ainda está tudo aberto. Aqui, o Sada/Cruzeiro pode ter marcado um 3 a 0, mas o Sesi chegou até esta fase na competição e tem elenco para jogar de igual para igual. Porém a situação pode complicar se o saque mineiro continuar assim e os paulistas não se acertarem nessa semana. E você, o que espera dessas semifinais? Comente! A próxima rodada será sábado que vem!

Notas relacionadas:

  1. Sada/Cruzeiro sai na frente na semi em jogo que teve de tudo
  2. Vitória, e que vitória, do Sesi para cima do Sada/Cruzeiro
  3. RJX vence, Sada/Cruzeiro vence e Superliga segue acirrada
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

domingo, 17 de março de 2013 Superliga | 00:11

Com Murilo, bloqueio e pancadas, Sesi completa semifinalistas

Compartilhe: Twitter

A Superliga masculina já tem as suas semifinais. RJX e Vivo/Minas fecharam as suas séries em dois jogos e se enfrentam em uma das disputas pela decisão. A outra foi decidida neste sábado. Sada/Cruzeiro bateu o Volta Redonda e se classificou. Agora, o Sesi passou pelo Canoas e fechou os semifinalistas. E para vencer, os paulistas contaram com Murilo, bloqueio e muita pancada.
O Sesi marcou 3 a 0 para cima dos rivais no jogo mais rápido da série, que teve antes um 3 a 2 para cada lado. Desde o começo os donos da casa soltaram o braço no saque e no ataque. Cléber acertou cada pancada! E Murilo? Disparou uma bola perfeita de meio fundo no terceiro set, para citar apenas um dos belos ataques na partida. Ele foi bastante acionado por Sandro e correspondeu. Comandou a equipe, assumiu a responsabilidade e foi eleito o melhor em quadra.

O bloqueio do Sesi também funcionou muito. Em outro ponto do terceiro set, eles bloquearam na entrada e o Canoas recuperou e seguiu a jogada. Depois, bloquearam na saída e o Canoas se armou de novo. Aí mataram o ponto com bloqueio na entrada mais uma vez. De novo, Murilo pareceu e também foi destaque no fundamento, marcando seis dos 11 pontos da equipe. Lembrou os bons tempos da seleção, da temporada 2010, quando foi melhor do mundo.

Foi um jogo com cara de vôlei masculino. Pancadas sem dó, algumas defesas lindas e bloqueios que voltaram no pé. Ao Sesi, os méritos da vitória e da vaga na final. Ao Canoas, faltou o bloqueio, importante nos outros jogos, e um saque melhor. A boa notícia é que o time, que chegou à Superliga depois de vencer a Superliga B, está garantido para ano que vem e ainda vai abrir categoria de base. O vôlei agradece!

Voltando a falar de decisão, o próximo adversário do Sesi será o Sada/Cruzeiro, que passou pelo Volta Redonda por 3 sets a 1. De novo os atuais campeões tiveram dificuldades e a partida foi equilibrada. Jogando em casa, os mineiros foram melhores no saque e no ataque e venceram depois de duas horas de bola em jogo.

E agora, quem vai para a final? RJX chega à primeira decisão ou o Minas volta a disputar um título? E nessa chave, Sesi segue embalado pelas pancadas e bloqueios desta noite ou o Sada/Cruzeiro vai defender o título? É hora de palpitar!

Notas relacionadas:

  1. Melhor ataque x melhor bloqueio é decidido nos erros
  2. Com bloqueio e ataque variado, Sesi faz bela virada na semifinal
  3. Vitória, e que vitória, do Sesi para cima do Sada/Cruzeiro
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

sábado, 16 de março de 2013 Superliga | 12:05

Lá vamos nós para mais um Rio x Osasco na final…

Compartilhe: Twitter

O Sollys/Nestlé conseguiu a vaga na sexta. Agora de manhã, a Unilever venceu o Sesi por 3 sets a 0 e também avançou para a decisão. E lá vamos nós para mais um Osasco x Rio de Janeiro na briga pelo título da Superliga…

Divulgação

Festa da Unilever com vitória em casa na semi

Antes mesmo de começar o torneio, tudo mundo esperava o Sollys na final pelo elenco, pelos resultados que já havia conquistado e tudo mais. Depois de embalar de vez ainda nas primeiras rodadas, a Unilever também desenhava o seu status de favorita. O time do Rio teve uma bela sequência de vitórias e, neste ano, se livrou de um problema que atrapalhou na temporada passada.

A equipe também foi até a final, mas sofreu com a falta de banco e trocas para passar por toda a Superliga. Agora, Logan Tom se machucou no returno, mas Gabi já tinha sido acionada no lugar da veterana e deu conta do recado quando virou titular. Natália voltou a jogar e cresceu ao longo do torneio, sendo decisiva nessa reta final. E ainda tem gente no banco, como Régis, Amanda, Robertinha e outras… Com elenco mais equilibrado, ficou mais fácil.

A partida deste sábado foi equilibrada, principalmente até meados dos sets. O Sesi também tem um elenco estrelado e engrenou depois da parada do final de ano. Entretanto, na hora de decidir, um saque ou um bloqueio fazem a diferença e a Unilever se deu muito bem. Olha o segundo set. Amanda entrou para sacar e aplicou uma série com direito a aces e passes quebrados. É o banco de reservas de novo ajudando. E contando com Bernardinho para orquestrar tudo isso. Na temporada passada, Amanda entrava com a responsabilidade de decidir, atacar e tal. Agora, pode entrar para fazer o seu melhor, que é o saque. Deu tão certo que ela ficou com o troféu de melhor em quadra, pelo que deu para ver na transmissão.

Lá vamos nós para a mesma final. O Vôlei Amil nem deu tanto trabalho ao Sollys e o Sesi tinha elenco que poderia equilibrar a série, mas também não conseguiu. Sollys e Unilever honraram o favoritismo e mereceram as vagas conquistadas. Mais do mesmo? Sim. Mas acho que foi justo. E agora, quem leva a decisão? Resta esperar até o dia 7 de abril.

Divulgação

Sassá passou mal, mas se recuperou e acompanhou a partida

Susto de Sassá

Ainda no primeiro set, Sassá passou mal e caiu em quadra. Respirando com muita dificuldade, ela recebeu atendimento e logo foi levada para a sala de musculação. O ginásio do Maracañazinho, por causa de enchentes e chuvas, estava com o ar-condicionado quebrado. Já a sala de musculação tinha ar. Lá ela melhorou e até voltou para assistir o restante da partida ao lado dos pais. Foi um susto, e segundo a transmissão, ela teve uma queda de pressão e acabou muito nervosa pela dificuldade de respirar. Tudo resultado do calor.

A Superliga já mostrou alguns problemas. Diversos jogos tiveram apagão, agora o calor faz uma atleta passar mal. Até quando veremos isso?

Notas relacionadas:

  1. Unilever enfrenta o Sollys/Osasco na final
  2. Unilever está em mais uma final de Superliga
  3. Mais um jogo, mais uma vitória e recorde para o Unilever
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , ,

sexta-feira, 15 de março de 2013 Superliga | 22:58

Sollys/Nestlé mostra sua seleção é o primeiro finalista

Compartilhe: Twitter

A Superliga feminina já tem o seu primeiro finalista e é um velho conhecido. O Sollys/Nestlé acabou de fazer 3 sets a 0 diante do Vôlei Amil (25/19, 25/16 e 25/20), encerrou a série semifinal em 2 a 0 e avançou para a decisão. Resta saber se encara Unilever ou Sesi na briga pelo título.

Esse resultado, sem desmerecer em nada a equipe de Campinas, já era esperado. Todo mundo já cansou de dizer, mas a realidade é que o Sollys é praticamente a seleção e todo mundo está jogando bem. Fernanda Garay é um destaques da Superliga, Sheilla aparece no momento certo, Thaisa e Adenízia são fortes no ataque e no bloqueio, Jaqueline nesta noite resolveu no ataque e Fabiola, na segunda temporada no time, está mais do que entrosada e sabendo colocar todo mundo para jogar. Ainda tem Camila Brait no fundo.

Para facilitar, o saque do time de Osasco atrapalhou a recepção de Campinas. Com isso, elas conseguiram também colocar pressão no bloqueio e, em todos os sets, abriram vantagem sem muita dificuldade. Foi ainda uma lavada em pontos de ataque: 44 a 27 no final. O Vôlei Amil tentou e até se favoreceu justamente de erros do saque do Sollys no terceiro set, mas logo as visitantes se acharam de novo e fecharam.

A equipe formada por Zé Roberto fez um bom trabalho e cumpriu o objetivo no ano de estreia – como disse o treinador mais de uma vez, ele queria chegar à final do Paulista e às semis da Superliga. Saiu derrotado na duas, mas chegou lá. A mescla de juventude com experiência foi boa, mas as mais novas ainda precisam de rodagem e isso pesa e causa nervosismo na hora do vamos ver.

E agora, mais do mesmo com Sollys x Unilever na decisão? Ou o Sesi pode surpreender e levar a decisão da série semifinal para o terceiro jogo? Meu palpite é que  duelo será mais equilibrado do que o desta noite, mas quem ainda deve levar a melhor é a equipe carioca. E vocês? O que acham?

Desabafo de Zé Roberto

Depois do jogo, o técnico José Roberto Guimarães aproveitou para reclamar da CBV e do ranking das atletas. A pontuação foi criada para equilibrar as equipes e “espalhar” as jogadoras da seleção brasileira. O Sollys/Nestlé herdou atletas do extinto Finasa e, com isso, tem gente “barata” ou que não custa nada, como Adenízia, formada na base de Osasco. Com essas brechas no ranking, a equipe formou essa seleção que comentamos acima.

Será que isso é justo? Para Zé Roberto, não. Ele pediu a revisão do sistema do ranking, citou o caso de Adenízia e ainda completou: “Tem que ser revista a questao dos pontos porque se não a final vai ser sempre Rio e Osasco e quem entra vai ficar com dúvida se vai ficar”.

E vocês, o que acham?

Notas relacionadas:

  1. Com vantagem, Sollys/Nestlé é o 1º semifinalista da Superliga
  2. Com saque, vibração e Hooker, Sollys/Nestlé é campeão
  3. Sollys/Nestlé é o “supertime” da temporada?
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , , ,

Superliga | 11:05

Definição de um lado e disputa aberta do outro nas semifinais

Compartilhe: Twitter

Mais uma noite de jogos nas quartas de final da Superliga masculina. Em uma série, Vivo/Minas venceu o Medley/Campinas e garantiu a vaga na semifinal. Na outra, Sesi bateu o Canoas e empatou os playoffs. Por coincidência, uma semi definida e terá RJX x Vivo/Minas. Na outra, tudo ainda está aberto.

Enquanto o RJX fechou sem problemas as quartas diante do São Bernardo, como comentamos por aqui, o Vivo/Minas teve mais trabalho nos jogo, mas também liquidou em duas partidas. Na noite de quinta-feira, o placar foi de 3 sets a 1, com destaques para Marcelinho, melhor em quadra, e Filip, maior pontuador.

>>Leia mais sobre a vitória do Vivo/Minas sobre o Medley/Campinas

E acho interessante uma certa mistura que acontece no Vivo/Minas. A equipe tem veteranos, como Marcelinho, que vem muito bem na Superliga, e Henrique, ao lado de jovens como Lucarelli, outro que cresceu neste torneio e deve ter chances no futuro na seleção brasileira.

Na outra série, equilíbrio total. O primeiro jogo foi 3 a 2 para o Canoas. Agora, 3 a 2 para o Sesi. E aqui, o interessante é ver times com perfis diferentes fazendo confrontos assim. A equipe de São Paulo tem um investimento alto, com renomados como Murilo, Serginho, Éder, Lorena e companhia. Já o Canoas é um grupo de veteranos, com investimento mais modesto, mas que foi bem montado. Como Joel, oposto do São Bernardo, comentou comigo uma vez, não precisa ensinar ninguém ali a jogar. E em quadra, acho que está tudo aberto para a última partida. Quem vencer, encara o melhor de Sada/Cruzeiro x Volta Redonda na semifinal.

E parece que mais uma vez a arbitragem roubou a cena? Depois do jogo em Canoas muito se comentou dos erros. Infelizmente, não é nem de longe a primeira vez que isso acontece na Superliga…

Notas relacionadas:

  1. Gringos de um lado e cor nova do outro
  2. O lado bom e o lado ruim de Pinheiros/Sky x Sesi
  3. Após pancadas de um lado e de outro, Vivo/Minas vai à semi
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. 5
  7. Última