Técnico da seleção apenas na seleção
Bernardinho e Zé Roberto estão perto de se despedirem do Rexona e do Pesaro para comandar apenas às seleções masculina e feminina de vôlei. A informação foi dada pelo Blog do Bruno Voloch na tarde de quinta-feira. No mesmo dia, o colunista afirmou que recebeu um contato de Ary Graça, presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) dizendo que a entidade não teria dinheiro para bancar o salário dos dois técnicos. Ter os melhores custa caro, não é?
Se isso acontecer mesmo, os clubes são os mais prejudicados. Bernardinho e Zé Roberto fazem um bom trabalho nas seleções e comandar clubes ao mesmo tempo não os atrapalha. Para Zé pode até ser uma ajuda, já que ele acompanha de perto as selecionáveis que estão jogando lá fora. Para Bernardinho talvez seja uma válvula de escape para a pressão e o mau humor que ele tem quando treina os homens.
Os técnicos contam a ajuda da comissão para observar os jogadores do Brasil e do mundo que pretendem convocar enquanto estão à frente dos seus times. Sim, seria bom se eles pudessem acompanhar o desenvolvimento dos atletas mais de perto. Porém, as coisas estão caminhando bem mesmo com a “jornada dupla”.
Já os times perderiam uma peça importante e que está trazendo resultado. Pesaro já levou a Copa da Itália e está muito bem na Liga dos Campeões. Rexona está dando um baile na Superliga, venceu os três primeiros turnos e é o time mais “redondo” do Brasil no momento. Será que eles sobrevivem sem seus técnicos? Podem criticar, mas Zé e Bernardinho são bons no que fazem e a prova disso são os resultados.
E para você, leitor, um técnico deve ser exclusivo da seleção brasileira ou pode comandar outro clube ao mesmo tempo? Um trabalho atrapalha o outro? Dê a sua opinião!
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