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Posts com a Tag Seleção feminina

domingo, 14 de junho de 2009 Seleção feminina, Seleção masculina | 15:32

Saque e bloqueio dão vitória sobre a Polônia

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A seleção masculina voltou para a quadra do ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, na manhã deste domingo e venceu de novo a Polônia, agora por 3 sets a 0 (25/20, 25/20 e 25/15). Mas agora, no segundo jogo, o novo time brasileiro relaxou, jogou mais solto e encontrou uma formação melhor em quadra.

Nesta manhã, o central Sidão entrou no lugar de Éder e Thiago Alves ganhou o lugar de João Paulo na ponta. Pelo meio, a mudança não foi tão significativa. Mas a entrada de Thiago Alves deu mais volume à defesa brasileira e mais agilidade ao ataque, já que Bruninho conhece muito bem o novo atacante, seu companheiro de Cimed.

Além de melhorar no fundo de quadra, com passe mais redondo para o levantador e recepção mais consistente. O Brasil acertou o saque neste domingo. Desde o primeiro set, os jogadores entraram forçando e neutralizaram o meio da Polônia, grande arma do time europeu. Só no primeiro set foram quatro pontos diretos no fundamento. E o serviço se manteve forçado e eficiente durante toda a partida.

O bloqueio também estava melhor posicionado neste domingo e acertou o tempo dos poloneses desde o primeiro set. Com saque e bloqueio, o Brasil conseguiu abrir vantagem e se impor em todos os sets. O problema ficou nos contra-ataques. Apesar da defesa alerta, os atacantes desperdiçaram algumas bolas e isso precisa melhorar.

O balanço dos primeiros jogos da nova seleção é positivo. Foi superada a ansiedade da estreia em um ginásio lotado. E o time rendeu mais com Thiago Alves que, apesar de ser mais baixo que João Paulo, tem velocidade no ataque e já está totalmente entrosado com Bruninho. Além disso, a nova seleção já mostrou que a altura ajuda e muito. Quem tem mais de 2,00m saca melhor e bloqueia melhor. Isso é visto nos centrais. Lucão, Éder e Sidão sacam muito bem e são paredes no bloqueio, além de terem versatilidade no ataque. Lucão, em diversas jogadas, chegou com bloqueio armado e parou para pensar e largar antes de soltar o braço e correr o risco de levar um “toco”. Ajustes ainda são necessários, como na defesa, na recepção e no contra-ataque, mas esse time tem tempo e talento suficiente para se arrumar neste novo ciclo olímpico.

Ouro para as mulheres

Já a seleção feminina, que passa por uma renovação bem menos radical que a masculina, venceu neste domingo a Itália e faturou o penta no Montreux Volley Masters.

Mas o melhor resultado deste torneio é ver que o time não se perdeu sem a levantadora Fofão. Ana Tiemi e Dani Lins estão preparadas para assumir o posto da veterana. E a equipe feminina também está mais alta e consegue pressionar e muito no bloqueio. Zé Roberto terá trabalho para definir quem será titular e reserva. No meio, Carol Gattaz teve um retorno arrasador. No ataque, Natália tem o vigor e a potência da juventude. E também tem Adenísia, que fez uma excelente Superliga pelo extinto Finasa/Osasco. Sem contar com as veteranas como Sheilla, Mari, Sassá, Jaqueline…

E você? O que achou das nossas seleções? Aprovou o começo de temporada de homens e mulheres? Assistiu ao jogo dos meninos no Ibirapuera? Deixe a sua opinião! Depois eu volto com o balanço com o que vocês acharam das nossas seleções Até!

Notas relacionadas:

  1. Primeiro torneio, primeiro jogo, primeira vitória
  2. Brasil 3 x 1 Polônia
  3. Nova seleção masculina estreia com vitória
Autor: Aretha Martins Tags: , , , ,

sexta-feira, 12 de junho de 2009 Seleção feminina, Seleção masculina | 20:04

Levantadora nova, time novo

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A seleção feminina venceu a Polônia na tarde desta sexta-feira e está classificada para a semifinal do Montreux Volley Masters. Time de Zé Roberto teve mais dificuldade que o esperado contra as polonesas, mas ganhou forças com sua nova levantadora.

O técnico brasileiro havia escolhido Dani Lins para ser o novo coração da equipe nacional. Ela ficaria com a vaga de titular deixada por Fofão, que se aposentou da seleção no ano passado. Dani teve que esperar para jogar com a camisa verde e amarela. Ainda se recuperando de uma entorse no pé, ela entrou em poucas passagens contra Alemanha e China, mas fez a diferença nesta tarde.

O Brasil começou perdendo e, de novo, com erros na defesa e recepção. A Polônia se aproveitou e tomou conta da partida. Entretanto, a seleção brasileira cresceu com ataques de Sassá e fechou o primeiro set por 25 a 18. Na parcial seguinte, mais uma vez, domínio das polonesas, que agora se aproveitaram dos erros do Brasil, que além do fundo, desperdiçava no ataque. Final, 26 a 24 para as europeias.

Foi aí a vez de Dani Lins estrear de fato na seleção. Ela entrou e mudou a cara do time. Com maior potência no ataque, o Brasil passeou no terceiro set, por 25 a 15 e no quarto, por 25 a 13. 3 sets a 1 no placar e a vaga na semifinal do torneio suíço. A seleção brasileira vai encarar a Holanda no sábado. A final está marcada para domingo.

Até agora, a equipe nacional está bem. Ainda precisa acertar o passe, mas tem gente que sabe resolver no ataque, como Sheilla, Sassá, Mari e as centrais. Dani Lins será a titular do time, mas terá uma reserva de luxo, afinal, Ana Tiemi é alta e uma força no bloqueio. E o bloqueio, que não apareceu tanto contra a Polônia, é a grande arma do time. E ganhou o reforço de Caroz Gattaz, que segue líder das estatísticas nesse fundamento. Um bom começo de temporada e grandes chances de título.

Começo também para os homens

Agora quem precisa mostrar a sua nova cara para o público é a seleção masculina, que estreia neste sábado na Liga Mundial contra a Polônia no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. A partida está marcada para às 10h (horário de Brasília) e todos os ingressos estão esgotados.

Diferente das mulheres, os homens de verde e amarelo têm mais caras novas e algumas nem tão conhecidas do público nacional. Os opostos Rivaldo e Leandro Vissotto, o levantador Raphael e o ponta João Paulo Bravo são exemplos de destaques do voleibol italiano. Mas também tem gente conhecido da Superliga como Thiago Barth, Thiago Alves, Bruninho…

Resta saber como eles vão se comportar juntos, pela primeira vez diante da torcida, contra um rival de peso como a Polônia, que também passa por uma fase de renovação. Os veteranos Rodrigão e Giba foram os últimos a se apresentar ao time e estão fora da estreia em São Paulo. Na pré-temporada, o Brasil fez seis jogos em um torneio na França e venceu todos. Agora é para valer. Boa sorte aos novos meninos do Brasil!

A seleção brasileira conta com: Bruninho, Raphael e Marlom (levantadores); Leandro Vissotto, Rivaldo e Leandrão (opostos); Éder, Sidão, Rodrigão, Lucão e Thiago Barth (centrais); Murilo, Giba, Wanderson, Léo Mineiro, João Paulo e João Paulo Bravo (pontas); Mario Jr e Serginho (líberos).

E você? Vai assistir aos jogos do Brasil em São Paulo? Mande o seu comentário e conte o que achou!

Notas relacionadas:

  1. Técnico da seleção apenas na seleção
  2. Primeiro torneio, primeiro jogo, primeira vitória
  3. Parede brasileira segura a China no Montreux Volley Masters
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

terça-feira, 9 de junho de 2009 Seleção feminina | 18:28

Primeiro torneio, primeiro jogo, primeira vitória

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A seleção feminina começou a temporada com a sua cara. Nesta tarde, estreou no Montreaux Volley Masters com uma vitória por 3 a 0 sobre a Alemanha com a mesmas forças que a consagraram campeã olímpica em Pequim: bloqueio para compensar a recepção e inteligência no ataque.

Esta é a seleção com a maior média de altura do País (1,87m). Além das gigantes centrais Thaisa, Fabiana e Carol Gattaz , conta com a levantadora Ana Tiemi, de 1,88m, a maior na função. Mesmo que o bloqueio não marque o ponto, ele sempre está ali, fazendo sombra e colocando pressão nas adversárias. E foi isso que aconteceu nesta tarde. A Alemanha armava bem as suas jogadas, mas não conseguia finalizar e parecia se afobar com a presença da parede brasileira, sempre bem colocada.

O Brasil não chegou a ser ameaçado. Depois de um começo nervoso, conseguiu abrir no placar e fechar o primeiro set em 25 a 19. Na parcial seguinte, a Alemanha levou o jogo de igual para igual com um ótimo passe. Enquanto as brasileiras variavam no ataque, elas se jogavam na defesa e tocavam em quase todas as bolas. Além disso, colocavam a bola na não da levantadora, mas faltava a frieza para definir a jogada. A seleção brasileira se distanciou no placar com saques de Sheilla e bloqueios de Carol Gattaz e fechou em 25 a 19.

No terceiro set, um passeio nacional. As alemãs entregaram o jogo e as brasileiras relaxaram e dominaram a partida. Jogando bem mais solto que na primeira parcial, mas sem sofrer da famosa “síndrome do terceiro set”, quando um time acha que o jogo já está definido e relaxa tanto que perde o foco, o Brasil fechou em 25 a 14.

Bom começo
O primeiro jogo da nova formação da seleção foi positivo. Time não conta com jogadoras renomadas como Walewska, que pediu para ficar afastada; Paula Pequeno, ainda se recuperando de uma cirurgia no joelho; Carol Albuquerque, que não foi convocada por Zé Roberto e Fofão, aposentada da equipe. Mas a base está mantida e jogou bem no primeiro desafio do ano. Falta ainda acertar um velho problema: o fundo de quadra. Enquanto as alemãs recuperavam diversas bolas, as brasileiras tinham dificuldades em colocar o passe na mão de Ana Tiemi.

Além disso, o saque nacional teve altos e baixos. Quando entrava, fazia estragos, principalmente com Fabiana e Carol Gattaz, no saque tático, e Sassá, com a força. Mas foram também diversos erros no serviço não forçado. Coisas de primeiro jogo e simples de arrumar. Basta um pouco mais de concentração. Mas não pode demorar muito para coloca ordem nisso.

Carol Gattaz, Ana Tiemi e Natália, as caras novas do time na partida desta tarde, tiveram uma boa estreia. Carol foi a segurança na rede e causou estragos com um saque tático sem peso, principalmente no terceiro set. Ana Tiemi virou titular na última hora, já que Dani Lins torceu o tornozelo, mas soube se acalmar e se soltar ao longo do jogo. E Natália mostrou a potência de sempre no ataque e foi grande no bloqueio.

Brasil volta a jogar nesta quinta, contra a China, às 16h (horário de Brasília). Vamos ver como o time se sai neste novo ciclo olímpico. E você, o que achou da estreia da seleção feminina? Deixe o seu comentário!

Notas relacionadas:

  1. Menina e menino do vôlei são os melhores do ano
  2. Técnico da seleção apenas na seleção
Autor: Aretha Martins Tags: , , ,

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009 Seleção feminina, Seleção masculina, Superliga | 11:28

Técnico da seleção apenas na seleção

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Bernardinho e Zé Roberto estão perto de se despedirem do Rexona e do Pesaro para comandar apenas às seleções masculina e feminina de vôlei. A informação foi dada pelo Blog do Bruno Voloch na tarde de quinta-feira. No mesmo dia, o colunista afirmou que recebeu um contato de Ary Graça, presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) dizendo que a entidade não teria dinheiro para bancar o salário dos dois técnicos. Ter os melhores custa caro, não é?

Se isso acontecer mesmo, os clubes são os mais prejudicados. Bernardinho e Zé Roberto fazem um bom trabalho nas seleções e comandar clubes ao mesmo tempo não os atrapalha. Para Zé pode até ser uma ajuda, já que ele acompanha de perto as selecionáveis que estão jogando lá fora. Para Bernardinho talvez seja uma válvula de escape para a pressão e o mau humor que ele tem quando treina os homens.

Os técnicos contam a ajuda da comissão para observar os jogadores do Brasil e do mundo que pretendem convocar enquanto estão à frente dos seus times. Sim, seria bom se eles pudessem acompanhar o desenvolvimento dos atletas mais de perto. Porém, as coisas estão caminhando bem mesmo com a “jornada dupla”.

Já os times perderiam uma peça importante e que está trazendo resultado. Pesaro já levou a Copa da Itália e está muito bem na Liga dos Campeões. Rexona está dando um baile na Superliga, venceu os três primeiros turnos e é o time mais “redondo” do Brasil no momento. Será que eles sobrevivem sem seus técnicos? Podem criticar, mas Zé e Bernardinho são bons no que fazem e a prova disso são os resultados.

E para você, leitor, um técnico deve ser exclusivo da seleção brasileira ou pode comandar outro clube ao mesmo tempo? Um trabalho atrapalha o outro? Dê a sua opinião!

Notas relacionadas:

  1. Até agora, favoritos estão se dando bem na Superliga
  2. O troco e o bi na segunda final da Superliga
  3. Rexona vence de cá, Finasa vence de lá e assim vai…
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , ,

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008 Diversos, Seleção feminina | 11:34

Menina e menino do vôlei são os melhores do ano

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A medalha de ouro na Olimpíada de Pequim da seleção feminina rendeu mais troféus na noite de terça-feira. No Prêmio Brasil Olímpico, organizado pelo COB, Fofão foi eleita a melhor jogadora de vôlei do ano de 2008 e José Roberto Guimarães, o melhor técnico. Honras merecidas e na hora certa!

Fofão deu adeus à seleção brasileira do melhor jeito possível. Ela chegou aos poucos, com seu jeito calada, esperou como reserva de Fernanda Venturini e segurou a onda quando precisava. Como boa levantadora, foi a cabeça do time na conquista do ouro e ajudou o time a superar os traumas de Atenas e da final do Pan de 2007. Vai deixar saudades na seleção já que Carol Albuquerque, que deve assumir o seu lugar, é regular, mas não decisiva como Fofão.
José Roberto Guimarães
Zé Roberto provou que um bom técnico nem sempre precisa gritar nos ouvidos de seus atletas para vencer. Confesso que já reclamei do jeito calmo demais do treinador das meninas do vôlei, mas reconheço que foi assim, sendo centrado, que ele conseguiu ajudar as jogadoras a levantarem a cabeça, amadurecerem e buscar essa medalha.

Agora é treinar para continuar no topo e superar a perda de Fofão. Como aconteceu com os homens depois das conquistas de Atenas, Mundial e tudo mais, a seleção feminina será o alvo de todos os times do mundo. Mais do que nunca elas precisam ser madurar para segurarem o primeiro lugar.

E que os homens, mesmo sem prêmios neste ano, levem 2008 como uma lição. A seleção masculina ainda é uma das melhores do mundo, mas não é mais invencível e deve se adaptar às jogadas altas dos europeus e às defesas dos norte-americanos. E ainda passar pela renovação. Sigam o exemplo de Zé Roberto e Fofão: paciência! Esperam, tenham cabeça, e encontrem as meninas no topo em 2009!

Autor: Aretha Martins Tags: , , ,

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