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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012 Superliga | 08:00

Tabela ajuda a esquentar a Superliga masculina

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Sabe aquele velho discurso de que todo jogo é importante, de que se tem que respeitar o adversário e seguir em busca dos três pontos? Com a Superliga masculina 2011/2012 já chegando ao final do primeiro turno, esse discurso ganha força. E como a tabela coloca frente a frente os times considerados grandes, todo jogo realmente é importante para não deixar um rival direto disparar na classificação. E a rodada do final de semana também mostrou o momento que vive esses grandes…

Lucão-Vôlei Futuro - Divulgação

RJX, de Lucão, ainda precisa crescer contra times fortes se quiser se dar bem na Superliga

Enquanto Sesi e Vivo/Minas vêm crescendo, RJX não está se dando bem nos principais jogos, por exemplo. O Sesi, com a boa volta de Murilo que está sendo sempre o melhor em quadra depois de se recuperar de uma inflamação no ombro, se deu bem nos confrontos diretos e pulou para a liderança. Agora, testará a boa fase diante do Vivo/Minas, atual quarto colocado.

Veja como foi a oitava rodada da Superliga masculina

A equipe de Minas chegou a essa posição depois de embalar. Foram vitórias sobre RJX, Sada e Vôlei Futuro, todos candidatos ao título. Agora virá o Sesi. Os dois times estão prontos para um grande duelo.

Na contra-mão aparece o RJX. A equipe começou a temporada perdendo, embalou contra menores e na hora de encarar grandes, sentiu as ausências dos lesionados Lipe, o cara de segurança do time, e Dante e parou. Caiu para Vivo/Minas, para o BMG/São Bernardo (eu não esperava tal resultado) e para o Vôlei Futuro. E agora não dá mais para falar que o time é novo, teve pouco tempo para treinar. Já deu para entrosar todo mundo, trabalhar junto e mostrar o que sabe. E ao RJX, ainda falta errar menos e ser mais decisivo contra esses grandes. Só uma boa vitória, como foi a diante da Cimed/Sky lá em dezembro, não vai adiantar.

As próximas rodadas, as últimas do primeiro turno, prometem bons duelos e serão ainda mais parâmetros de comparação para quem sonha com o título nacional. O líder Sesi encara, além do Vivo/Minas, o Vôlei Futuro, equipe que estava invicta em 2011, começou 2012 perdendo para Cimed e Minas, mas se recuperou em uma boa vitória sobre o RJX. Já o Vôlei Futuro, vice na tabela, precisa se esforçar para manter o ritmo pois pega Sada/Cruzeiro e Sesi e contra eles não há como vacilar.

Agora sim a Superliga fica mais interessante. Vamos ver quem realmente vive o melhor momento.

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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012 Campeonato Italiano, Superliga | 18:48

Por que Leandro Vissotto se dá tão bem no vôlei italiano?

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Leandro Vissotto - Divulgação

Leandro Vissotto é um dos jogadores de segurança do Cuneo

O oposto Leandro Vissotto chegou à seleção brasileira depois de títulos e várias partidas como destaque nos anos que ficou no Trentino. Na temporada passada, defendeu o Vôlei Futuro com altos e baixos e também caiu no time de Bernardinho em 2011. Na janela de mercado, voltou para a Itália e é mais uma vez o destaque, só que agora no Cuneo. Na quarta-feira, ajudou o time na classificação antecipada na Liga dos Campeões, por exemplo. Porque Leandro Vissotto vai tão bem no vôlei italiano e nem sempre tem o mesmo rendimento por aqui?

A explicação vem em um bate-papo exclusivo com o oposto de 2,12m. “A diferença entre o Campeonato Italiano e a Superliga é basicamente a bola e, com isso, muda todo o sistema de jogo. A penalty (usada no Brasil) é uma bola muito leve e de difícil controle , por isso, os sacadores a não forçam tanto. Assim, acaba ficando mais fácil passar, o que ajuda o levantador a distribuir bolas com velocidade e pelo centro. Na Itália é exatamente o contrário”, fala Vissotto.

“Aqui o saque é muito forçado porque a bola é mais pesada e mais fácil de ser controlada. Como serviço forçado e sem o passe na não, o levantador tem que se apoiar nos atacantes de bola alta. É por isso que sou muito efetivo e um jogador de decisão no Italiano”, completa o oposto. Os resultados comprovam a boa fase do brasileiro na Itália. Ele foi eleito o melhor jogador de dezembro no campeonato nacional.

Ter 2,12m e estar acostumados e esse tipo de jogo ajuda, e muito, Vissotto na Itália e nos torneios pelo Cuneo. Mas o que falta para se dar bem também por aqui e na seleção, como fez na reta final dos torneios de 2010? Quem sabe se antecipar um pouco ao ataque para chegar às bolas mais aceleradas?

A bola pode deixar o voleibol italiano mais “quadrado” e um pouco mais lento, mas os gigantes que atacam nas pontas também pode se dar bem no Brasil. Renan, de 2,17m e destaque do BMG/São Bernardo tem ido bem e foi o principal atacante do time na vitória sobre o RJX na noite de quarta-feira. Vissotto também te jogo para isso, basta se readaptar ao vôlei nacional para se dar bem também na seleção…

Mudança na tabela da Superliga
E falando no vôlei por aqui, a Superliga masculina tem um novo líder. O Sesi venceu o Montes Claros e, com o tropeço do Vôlei Futuro diante do Vivo/Minas, assumiu a ponta da tabela (leia mais sobre a partida). Agora sim os times não ganhando a sua cara e podemos ter ideia do que acontecerá na competição. O RJX ter perdido não é alarmante, por exemplo, porque jogou sem Dante e Lipe. Mas agora os times já estão entrosados e mais bem treinados. A tendência é que o torneio fique ainda melhor.

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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , ,

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012 Diversos | 23:30

RJX mostra seu elenco, cumpre o esperado e leva 1º título

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Desde que foi lançado, com grande investimento e nomes de peso, o RJX é apontado com um dos favoritos nesta temporada. Na apresentação da Superliga 2011/2012, o discurso dos jogadores era unânime ao apontar o time carioca como candidato ao título. Depois de um começo devagar no final de 2011, o time estreia em 2012 com seu primeiro título e cumpre o esperado.

O pódio veio na noite desta quinta-feira na final do Campeonato Carioca. O torneio não é forte como o Paulista, por exemplo, e teve apenas o RJX e o Volta Redonda, os dois times na decisão, com elencos profissionais. Mas foi possível ver que nem sempre os selecionáveis da equipe são aqueles que resolvem…

Nem Dante, Théo, Lucão ou Marlon. O nome da final foi Lipe. Com 20 pontos, ele foi o cara de segurança, papel que já desempenhou em outros jogos do RJX. O entrosamento com Marlon, que distribuiu bem o jogo por sinal, depois de atuarem juntos no Minas tem ajudado e o ponteiro está em ótima fase.

Já Dante, ainda com as dores no joelho direito que o atormentaram em 2011, pouco atacou, mas ajudou no passe. Théo nem jogou e deu lugar a Paulo Victor, um oposto forte e promissor. No meio, Lucão fez a sua parte, mas Ualas, o outro central, também tem tido boas atuações no elenco. E Alan, apenas reserva na seleção, fez defesas, peixinhos e colocou a boal na mão de Marlon.

O título carioca pode não ser o mais importante da temporada já que o campeonato só tinha duas equipes, mas é bom começo. E mostra que nem só de estrelas se vive uma equipe (lembram do Pinheiros/Sky, não?). Porém, a decisão desta quinta-feira, vale lembrar, não foi o jogo perfeito do RJX. O time perdeu o primeiro set, quase caiu também no terceiro, mas deu um passeio na quarta e última parcial, saindo de um 8 a 7 para impor larga vantagem e fechar com facilidade em 25 a 17.

O RJX fez o que era esperado e venceu seu primeiro torneio oficial. Agora vamos ver o que o time consegue no campeonato que vale de verdade, a Superliga. Por coincidência, foi justamente diante do Volta Redonda que a equipe conseguiu a primeira vitória, na terceira rodada, e, depois disso, não perdeu mais (relembre como foi a partida, que começou com três horas de atraso). O objetivo do RJX é chegar à final. Pelo que tem apresentado até agora, o novato já tem time para isso?

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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , ,

terça-feira, 27 de dezembro de 2011 Seleção feminina, Seleção masculina, Superliga | 11:24

Retrospectiva: 2011 teve vaga olímpica, sustos e decepção

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Mais um ano de blog e mais uma vez aqui está a tradicional retrospectiva. O ano de 2011 foi de aquecimento no mercado nacional e alerta para as seleções, tanto masculina quanto feminina. E para vocês, o que mais marcou nos últimos 12 meses? Relembre nos tópicos, clique nos links para reler mais sobre os assuntos e deixe seus comentários no final. E Feliz 2012! Até lá!

Acidente e preconceito na Superliga 2010/2011

Acidente-Vôlei Futuro/Futura Press

Ônibus do Vôlei Futuro tomba perto de ginásio da semifinal da Superliga feminina

A Superliga 2010/2011 foi a primeira decisão na temporada do vôlei por aqui. E a fase final foi mais conturbada do que o normal por problemas que aconteceram fora das quadras.

Na semifinal da edição feminina, o ônibus com a delegação do Vôlei Futuro tombou perto do ginásio do Osasco, no dia 12 de abril. Segundo as primeiras informações, a líbero norte-americana Stacy Sykora era a única que preocupava, com um corte na cabeça. Pouco depois, todos souberam que a situação era bem mais grave e que a atleta havia sofrido um traumatismo craniano. Stacy ficou quase um mês internada, voltou aos EUA para completar a recuperação e, aos poucos, já voltou a atuar. A líbero segue no Vôlei Futuro para a temporada 2011/2012.

Já na semifinal do masculino, o Vôlei Futuro foi jogar na casa do Sada/Cruzeiro e o central Michael afirmou ter passado a partida ouvindo gritos preconceituosos. O caso tomou grandes proporções, o Sada/Cruzeiro foi multado e, no jogo de volta, o time de Araçatuba fez uma “festa rosa” para o atleta, com jogadores usando camisas rosa ou com o arco-íris, símbolo GLSTB e a torcida com batedores coloridos e com o nome de Michael. Ele assumiu ser homossexual e, em uma entrevista exclusiva, falou que nunca namorou, nem homem e nem mulher. Dentro de quadra, o Sada/Cruzeiro levou a melhor e ficou a vaga na decisão.

No final, um campeão inédito e um velho conhecido

Unilever vence a Superliga - Divulgação/CBV

Unilever faturou o sétimo título na Superliga

A edição 2010/2011 da Superliga teve um campeão novato e outro mais do que conhecido. No masculino, o Sesi venceu o Sada/Cruzeiro e conquistou o seu primeiro título nacional com uma equipe equilibrada e um grupo homogêneo. Tanto que, na decisão, o nome do jogo não foi alguém da seleção. O destaque ficou para Vini, prova de ter um grupo completo e preparado pode valer mais do que só alguns selecionáveis.

Entre as mulheres, mais um Unilever x Sollys/Osasco. E o time do Rio de Janeiro, derrotado na temporada 2009/2010, recuperou a coroa e faturou o sétimo título nacional. Na decisão, assim como em quase todos os jogos do time, Sheilla foi a jogadora de segurança. Agora, na temporada 2011/2012, ao lado de uma levantadora experiente como Fernanda Venturini, tende a crescer ainda mais em quadra.

Novos ‘supertimes’, volta de Venturini e mais contratações

Fernanda Venturini - Divulgação

Depois de quatro anos, Fernanda Venturini volta a jogar e assina com o Unilever

Como o costume, depois da Superliga vem a movimentação do mercado e, nesse ano, dois ‘supertimes’ surgiram. Em abril, Eike Batista montou o RJX, no Rio de Janeiro. a equipe contrataria Dante, Marlon, Théo e Lucão, da seleção, além de Lipe, Alan e outros nomes importantes. No mesmo mês, a Cimed anunciou a parceria com a Sky. A ex-patrocinadora deixou o Pinheiros depois de uma temporada turbulenta, com dispensas de Rodrigão e Marcelinho e eliminação nas quartas de final da Superliga diante do Sada/Cruzeiro, que seria vice-campeão. O Pinheiros não manteve o time e a Cimed “ganhou” Giba e Gustavo para a temporada 2011/2012.

No feminino, o mercado viu trocas entre rivais e até o final de uma aposentadoria. Atendendo a um pedido de Bernardinho, que ficou sem levantadora depois de Dani Lins assinar com o Sesi, que montou um time feminino em 2011, Fernanda Venturini voltou a jogar e é a levantadora do Unilever. O time também tirou Natália do rival Sollys/Osasco.

O problema é que, até dezembro, alguns reforços ainda não jogaram em seus times. Giba, com fratura por estresse na tíbia, e Natália, depois da segunda cirurgia para retirada de um tumor benigno na canela esquerda, são exemplos de contratados que ainda não atuaram.

Depois de Stacy, o susto com Jaqueline

Jaqueline - Vipcomm

Jaqueline deixa hospital depois de fratura na cervical na estreia no Pan

Quem acompanha vôlei teve dois grandes sustos em 2011. O primeiro foi o acidente com o time do Vôlei Futuro e o traumatismo craniano de Stacy, como comentamos. Meses depois, Jaqueline foi a protagonista da vez. Pelo menos as duas estão bem e recuperadas.

A jogadora deu um susto gigante ao se chocar com Fabi logo na estreia do Brasil no Pan-Americano de Guadalajara. As duas caíram para defender uma bola e a ponteira bateu a nuca na testa da líbero. O resultado, depois de momentos de apreensão e de ver a jogadora deixando a quadra de maca, foram fraturas em duas vértebras da cervical.

Jaqueline, que já tinha sofrido no ano com a perda de seu primeiro bebê logo no começo da gestação, surpreendeu na recuperação. O que eram oito semanas com o colar cervical viraram três e na semifinal do Paulista, em novembro, ela já estava em quadra novamente.

Novidades emplacam na seleção feminina

Tandara- Divulgação/CBV

Tandara chegou para ficar na seleção feminina

Já que falamos de mercado e novos times, vamos falar também de caras novas na seleção feminina. 2011 viu a estreia de Tandara como oposta. A jogadora ficou com o lugar de Joycinha e se tornou uma arma no ataque, para as inversões de 5-1, e também no saque, com pontos importantes ao entrar no serviço nos finais dos set. Ela ainda é reserva de Sheilla, mas tem potencial.

Fernanda Garay voltou ao time de Zé Roberto na temporada e não fez feio. Ela ajudou no passe, grande problema da equipe, e ainda mudou o ritmo de ataque. A ponteira segue a boa fase no Vôlei Futuro e deve ter vindo para ficar.

Juciely completa o trio de novidades do ano, mas a central ainda está atrás de Fabiana e Thaísa e tem que brigar com Adenízia por uma vaga entre as preferidas de Zé Roberto.

E falando nas mulheres, 2011 acabou com decepção

Fabi e Sheilla - Divulgação/FIVB

Seleção decepcionou na Copa do Mundo e perdeu a primeira chance de se classificar para as Olimpíadas

Com suas caras novas, a seleção feminina partiu para um ano de recuperação. Em 2010, o Brasil foi prata no Grand Prix e prata no Mundial. Agora, conseguiu voltar ao lugar mais alto do pódio, mas ainda decepcionou.

A seleção teve ouro na Copa Pan-Americana, em torneio amistoso em casa e no Sul-Americano e ainda ficou com a prata depois de ser derrotada pelos Estados Unidos com facilidade na decisão do Grand Prix. Mas os problemas e as críticas começaram nos Jogos Pan-Americanos.

Zé Roberto, visando treinar o time para a Copa do Mundo, que valeria a vaga olímpica, levou a equipe principal para Guadalajara. Lá, rivais como os Estados Unidos estavam com a equipe B. O Brasil foi ouro, mas depois, decepcionou e, com três derrotas, ficou apenas em quinto lugar na Copa do Mundo.

Aí vieram as perguntas e as críticas, até de Ary Graça. Valeu a pena jogar com a seleção A em Guadalajara? O time está preparado para lutar pelo bi nas Olimpíadas de Londres? Mais uma vez a seleção está com problemas em quadra, como no passe e no levantamento, e fora dela, como o emocional.? As respostas só virão em 2012. E o ano começará mais cedo, já que as atletas terão que disputar o pré-Olímpico continental para chegar a Londres.

Homens conseguem vaga, mas no sufoco

Giba - Divulgação/FIVB

Giba comemora ponto na vitória sobre o Japão. Jogo valeu o bronze e a vaga olímpica

A seleção masculina fechou 2011 com a vaga olímpica assegurada, mas o caminho até aqui não foi simples. Bernardinho aproveitou o calendário cheio de campeonatos para montar duas equipes e mesclar jogadores em alguns torneios. A equipe B foi ouro no Pan, mas a A teve problemas e derrotas inesperadas.

O time principal venceu o Sul-Americano, mas ficou com a prata na Liga Mundial e passou sufoco para assegurar o terceiro lugar no Japão e lugar Nos Jogos Olímpicos de Londres, com tie-break contra China e derrotas para Itália, Cuba e Sérvia. O bronze a vaga olímpica só vieram na última fase, no último jogo. E quem não viu a briga entre Bernardinho e Serginho diante das câmeras na vitória sobre a Argetina? Os dois perderam a cabeça, mas logo minimizaram a discussão, falando que era algo normal e que a convivência seguia boa. Depois, Murilo, que foi o pivô da briga (Serginho “tomou as dores” do companheiro com Bernardinho, que reclamava do Brasil em jogo no qual a Argentina não se esforçou para fazer nada, já que a derrota até que ajudaria a equipe), comentou que até há um desgaste no time, mas não a ponto de alguém pedir para sair.

O ano também foi de fazer testes e trocar jogadores em algumas posições.o que gerou insegurança na equipe. Afinal, quem são os opostos da seleção, por exemplo? Mas os atletas também ressaltaram que esse foi o ano certo para esses testes e que todos estão confiantes para o ouro em 2012, ano que fechará o ciclo olímpico e também marcará as últimas Olimpíadas de ídolos como Giba, Dante…

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  1. A final olímpica de volta no Grand Prix
  2. Brasil tem vaga na semi e cabeça no lugar no Mundial
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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , , , , ,

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011 Superliga | 11:19

RJX vence bem depois de sufoco dentro e fora de quadra

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Demorou quatro rodadas, mas o RJX, novo time do Rio de Janeiro, começou a mostrar a sua cara na Superliga masculina 2011/2012. O time, criado para a temporada e já apontado por todos como um dos favoritos ao título, venceu a Cimed/Sky na  noite de terça-feira por 3 sets a 1. Foi o segundo triunfo do time no torneio.

Dante - Divulgação/CBV

Dante comemora ponto para o RJX sob os olhares de Bruninho, da Cimed

Essa vitória pode ter ajudado a lavar a alma da equipe (veja todos os problemas que o time enfrentar abaixo). Depois de perder o primeiro set e ainda mostrar falta de entrosamento, com um empurrão feio de Marlon no companheiro em uma corrida desnecessária para o levantamento, os talentos individuais começaram a aparecer e formar um conjunto.

O RJX nasceu favorito pelos nomes do elenco, como Dante, Marlon, Théo, Lucão e Lipe. Mas, por conta da Copa do Mundo, a equipe só tinha conseguido fazer três treinos juntas até a partida contra a Cime/Sky. E, nessas horas, vale ter gente boa em quadra. Marlon acertou a bola com Lipe, que passou a virar tudo a partir do segundo set. Lucão e Dante, com a ajuda de Ualas, comandaram os 16 pontos de bloqueio. E isso não quer dizer que a Cimed não tenha jogadores de talento, longe disso. Mas o RJX soube manter o ritmo, passou a ganhar uma cara de conjunto com um jogador acertando o saque, outro o ataque e assim por diante, e venceu. Já o time de Florianópolis perdeu o embalo e a partida (leia mais detalhes da partida).

Noite sem dormir e a viagem com 12 horas a mais

Entretanto, o que poucos sabem é do sufoco do RJX para chegar a essa vitória. Logo no começo da temporada, o time não tinha um ginásio para treinar. Depois, ficou sem seus atletas que foram para a seleção. E na Superliga, até o tempo conspirou contra, como contou Dante ao blog Mundo do Vôlei.

Segundo o ponteiro, as dificuldades começaram ainda antes da primeira vitória, um 3 a 2 de virada sobre o Volta Redonda, na rodada passada (leia mais sobre o jogo). A viagem de Montes Claros, depois da derrota para o time local, até Volta Redonda demorou 12 horas a mais que o previsto.

“Em Montes Claros já estava chovendo e terminamos o jantar à 1h da manhã. Saímos do hotel às 4h30 porque nosso voo seria às 5h50. Iríamos para Belo Horizonte e, depois, para Volta Redonda. Mas o aeroporto estava fechado e aí começaram os problemas”, fala Dante.

“Mudaram nosso voo e tivemos que ir para São Paulo. Chegamos lá por volta da hora do almoço. Esperamos no aeroporto e decidiram nos colocar em uma ponte aérea para o Rio de Janeiro e de lá a gente pegaria um ônibus para Volta Redonda”, continua o ponteiro. “Dividiram os jogadores em dois grupos, mas, também por causa do tempo, teve gente que foi parar em Campinas. Chegamos no Rio só umas sete horas da noite, passamos em casa voando para tomar um banho e fomos para Volta Redonda. Ou seja, jogamos depois de passar a noite em claro e a partida foi aquele sufoco na virada por 3 a 2″, completa Dante.

Pelo menos para jogar em Florianópolis, o RJX não teve problemas. E em quadra, o time começou a mostrar a que veio nesta Superliga. Mas, depois, na chegada ao Rio de Janeiro nesta quarta, muita espera para pegar as malas no aeroporto, como os jogadores comentam no Twitter…

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Autor: Aretha Martins Tags: , , ,

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 Superliga | 08:30

Os jogos não seriam as quartas e sábados?

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Durante o lançamento da Superliga masculina, no final da semana passada em São Paulo, o discurso dos jogadores sobre a calendário da competição era um só. Todos afirmaram que o calendário não ficaria apertado com o o torneio com 12 times (e não 15 como eram na última temporada) e começando um mês do que foi a edição 2010/2011. Todos falaram também, independente de que time eram, que os jogos seriam as quartas e sábados.

Vivo/Minas - Divulgação/CBV

Vivo/Minas jogou na noite de terça-feira e volta para a quadra apenas no sábado

A Superliga 2011/2012 está na segunda rodada e, depois da mudança de diversos jogos, alguns por conta do canal que transmite o campeonato, teremos jogos em diferentes dias da semana. Para quem acompanha de casa os jogos, isso pode até ser bom, já que com partidas espalhadas ao longo da semana, fica mais simples montar a grade de programação e exibir os melhores duelos da rodada.

Já os jogadores comemoraram na festa de lançamento o tempo de descanso entre uma partida e outra. “Jogamos na quarta, mas teremos quinta e sexta para descansar e treinar até jogar de novo no sábado”, comentou Murilo. Mas com as alterações, alguns times terão mais folga do que outros. Vivo/Minas e Londrina/Sercomtel, por exemplo. Eles jogaram na terça, com vitória do time mineiro, e voltam para quadra apenas no sábado, quando o Londrina encara o Vôlei Futuro e os mineiros pegam o Medley/Campinas. Já RJX pega o Montes Claros fora de casa na quinta e os dois jogam de novo no sábado, contra Volta Redonda e Cimed/Sky, respectivamente (veja tabela completa da rodada).

Uma semana puxada deve ser compensada por outra mais tranquila ao longo da Superliga. Que as viagens não cansem demais, ainda mais neste começo do torneio, que ninguém ainda está no auge da sua forma física e o pessoal da seleção ainda está se recuperando da Copa do Mundo.

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  1. Quartas para as mulheres e vagas para os homens
  2. Começam as quartas de final da Superliga masculina
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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , ,

terça-feira, 13 de dezembro de 2011 Superliga | 08:00

Superliga ainda sem cara de super, mas com promessas

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Bruninho e Gustavo - Divulgação/CBV

Estrelas, Bruninho e Gustavo entraram apenas ao longo da partida de estreia da Cimed/Sky

A Superliga 2011/2012 teve início no final de semana para homens e mulheres. Para começar, um pouco da edição masculina (como a feminina terá rodada completa logo mais, comentamos os primeiros jogos depois, combinado?). Por enquanto, o campeonato ainda não é “super”, mas tem boas promessas.

Saiu na frente quem não tinha um dos “supertimes” da temporada. RJX, por exemplo, nasceu no Rio e tem como objetivo chegar à final da competição. Para não virar um novo Pinheiros e ser apenas um time de estrelas e sem resultado, apostou em selecionáveis como Dante, Théo, Marlon e Lucão e gente também boa como Lipe, Allan ou Thiago Sens para ter titulares e reservas.

Porém, a tabela não foi amiga da equipe carioca. Logo de cara, um clássico sem cara de clássico. O RJX encarou o Sesi, mas as grandes estrelas não atuaram o tempo todo. E venceu quem tem uma base melhor e mais bem entrosada. O Sesi acabou de ser campeão paulista, manteve praticamente o mesmo time campeão da Superliga na última temporada e venceu, sem muitos prolemas (leia mais sobre a partida).

Outro “supertime”, a Cimed, que herdou Giba e Gustavo da Sky, também não precisou da força máxima para vencer o Londrina/Sercomtel. Bruninho e Gustavo atuaram pouco. E Giba nem entrou (leia mais sobre a partida).

O jogo mais equilibrado acabou ficando com os times com menos estrelas. Fora de casa, o BMG/Montes Claros, que quase acabou na temporada passada e refez o elenco, só venceu o Medley/Campinas, que se reforçou com nomes como Bob e Zanuto (que podem não estar na seleção, mas são velhos conhecidos de quem acompanha vôlei), no tie-break.

Por enquanto, esses times menos estrelados, ou a base dos estrelados, saem na frente. É o caminho natural, já que os elencos seguiram trabalhando enquanto os atletas estavam reunidos na seleção brasileira. Só é ruim ver um clássico como Sesi e RJX sem a verdadeira cara e o verdadeiro equilíbrio esperado. No returno será melhor.

Agora, Sesi, que tem um ótimo grupo, Vôlei Futuro, que apostou em atletas fora da seleção, mas qualificados como Lorena, Piá e Ricardinho, estão em vantagem. Depois da pausa para as festas de final de ano e com mais tempo de treino, os outros entrarão de vez na briga. E aí sim a Superliga promete render ótimas emoções.

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quinta-feira, 28 de julho de 2011 Superliga | 22:57

Adeus e gostinho de Superliga no amistoso no Rio

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RJX fez a sua estreia diante do Cimed/Sky nesta noite. O jogo foi um gostinho do que será a próxima Superliga, com ginásio cheio e virada no placar. E uma bonita despedida para Nalbert.

Nalbert e Dante - Flicker/grupo_ebx

Nalbert e Dante antes do amistoso contra a Cimed/Sky

O ex-capitão jogou pelo time carioca e fez bonito, principalmente no fundo, entregando bolas na mão de Marlon o tempo todo. Faltou um pouco de gás no ataque, reflexo desse tempo longe das quadras. Mas era noite de festa e foi bonito de se ver!

Com Nalbert, o RJX venceu com facilidade o primeiro set. No começo do segundo, antes de ser substituído, ele cumprimentou todos os jogadores do time carioca e ainda falou com os atletas do outro lado da quadra. Atitude de quem estava em casa, sentindo-se à vontade e o dono da festa. Se deixasse, ele ficaria mais em quadra, nem que fosse apenas para passar, aposto!

No jogo, os dois primeiros sets tiveram um festival de saques errados e foi facilmente dominado pelo RJX. A Cimed/Sky só entrou em quadra à partir do terceiro set e, aí sim, jogo ficou bom e mais disputado. A equipe de Florianópolis venceu os três sets seguintes e levou o jogo de virada.

O RJX foi melhor no começo porque contou com o entrosamento de quatro atletas da seleção (Dante, Théo, Lucão e Marlon). Depois, Dante saiu e Théo caiu de rendimento. Foi aí que Marcos Pacheco deu uma bela chamada na Cimed/Sky, que acordou.

As duas equipes ainda estão em começo de trabalho, mas o amistoso mostrou que o RJX chegou para brigar entre os grandes. Mas os jogadores ainda estão cansados e sentiram os cinco sets. Faltou energia para lutar até o final, como disse Lucão após a partida.

É só o começo de temporada e não dava para exigir demais. Claro que falta entrosamento, ritmo, condicionamento, mas sobram bons jogadores em quadra, dos dois lados. E não apenas os selecionáveis. O RJX conta com Thiago Sens, por exemplo, um ponteiro promissor. A Cimed/Sky aposta em Kaio, um oposto de 2,07m muito forte, no veterano Badá, que atua como líbero… Dá para ver que os times cada vez mais se preocupam com elencos de alto nível e não apenas nos titulares.

Que o Rio de Janeiro seja bem-vindo de volta à Superliga e que a temporada nos reserve clássicos cada vez mais acirrados.

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segunda-feira, 25 de julho de 2011 Seleção feminina, Seleção masculina, Superliga | 08:30

Longe dos times, a solução é pedir uma equipe “emprestada”

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Leandro Vissotto/CBV

Enquanto não se apresenta ao Cuneo e à seleção, Vissotto treinará com o RJX

Para a seleção brasileira masculina e na Europa, é período de férias. Para os jogadores, é o momento de voltar aos seus times, conhecer os novos companheiros e começar os trabalhos para a temporada. E se o seu time é um desses europeus e você não quer ficar parado? Simples, peça um time “emprestado”.

O RJX, nova equipe carioca e tema do último post, é esse tal “time emprestado”. Leandro Vissotto e João Paulo Bravo, que só chegam ao italiano Cuneo e ao turco Arkas Spor no final de setembro, vão treinar com os novos cariocas até se reapresentarem à seleção, em agosto. Eles jogam o Sul-Americano e, depois, seguem para o exterior.

A prática pode ser positiva, já que eles não ficam parados e ainda seguem bem entrosados com os companheiros da equipe nacional (Marlon, Dante, Théo e Lucão, do RJX). E em uma equipe gabaritada não se corre o risco de uma lesão ou algum problema de um treino mais individualizado, digamos assim. No feminino, Mara e Ju Perdigão, novatas do Unilever, jogam o juvenil carioca com o Fluminense também para manter a forma. Boa ideia desses jogadores!

E quando há excesso de competição?

Sheilla e Dani Lins/CBV

Sheilla e Dani Lins - desfalque do Unilever e do novato Sesi por conta da seleção

Se neste começo de temporada os jogadores estão com folga e tempo, o segundo semestre não deve ser assim. As competições com as seleções brasileiras recomeçam em agosto e vão até novembro, passando por torneios como Sul-Americano, Pan e Copa do Mundo.

Nesses casos, como ficam os clubes, sem suas principais estrelas? A Unilever por exemplo, no começo do mês, decidiu não jogar o Sul-Americano de clubes (que vale vaga para o Mundial) e também depois o Mundial, porque terá Sheilla, Mari, Natália e companhia na seleção e não terá a sua força máxima (leia a nota oficial publicada pelo time carioca). Por conta de calendário, a CBV não vai liberar as jogadoras.

Alguns já comentaram sobre isso por aqui e concordo com eles em alguns pontos. É o time quem paga os salários e não pode contar com os jogadores, ou seja, sai prejudicado. Mas por outro lado, se a seleção não convocar os atletas e disputar os torneios, como vai, por exemplo, conhecer e dar experiência aos novatos para fazer uma renovação?

É um assunto delicado. O calendário poderia ajudar e os testes com a seleção poderiam ser feitos em períodos que não prejudicasse os times, por exemplo. Mas a seleção também não deve deixar de ser servida porque além de sonho de 10 entre 10 jogadores, é uma grande vitrine para o vôlei nacional, para alavancar cada vez mais o esporte, conseguir patrocinadores, atrair atletas aos nossos torneios…

Agora, o jeito é usar os “time emprestado” do começo do post. Depois, esperar bons resultados e a vaga olímpica com as seleções. Para enfim, ver todo mundo forte aqui no Brasil de novo na Superliga.

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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , ,

quarta-feira, 20 de julho de 2011 Superliga | 20:24

Rio conhece o seu novo time das estrelas

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o esporte se preocupa cada vez mais com o lado social. O projeto de Eike Batista também inclui ações sociais em favelas pacificadas do Rio e investimento em formação de jogadores. E nesta quarta também a ex-jogadora Virna anunciou um projeto de aulas de vôlei para crianças de comunidades. Bom papel do esporte, não?

O RJX, time do empresário Eike Batista, foi apresentado nesta quarta-feira no Rio de Janeiro. O elenco já era conhecido e conta com nomes como Dante, Marlon, Théo, Lucão, Riad, Luis Felipe Chupita e o líbero Alan (leia mais sobre a apresentação do RJX). No papel, é mais um time de estrelas. Mas será que a teoria vai se tornar realidade?

Essa equipe me lembra um pouco o Pinheiros/Sky quando foi apresentado. Um time cheio de gente conhecida e que já nasce com a pressão de vencer. “Eles inflacionaram o mercado e formam um time que já começa forte”, me disse Gustavo na apresentação do Cimed para a temporada.

Gustavo estava no Pinheiros e viu o que aconteceu com os paulistas. Tinham quatro jogadores de seleção, mas não formaram um elenco e, depois de dois anos, o que nasceu galático acabou.

Marlon, capitão do RJX, disse na apresentação desta quarta que uma das preocupações foi justamente montar um elenco de fato, um conjunto. Além dos campeões mundiais, a equipe conta com Chupita, que foi muito bem na Superliga do ano passado pelo Minas e já se acostumou com o levantador. Thiago Sens segue a mesma linha. É um jogador novo, que as poucos está buscando o seu espaço e pode ajudar.

Parece que eles escolheram um bom caminho. Resta ver o entrosamento em quadra. Dante estava no vôlei russo e Riad, no Italiano. São estilos de jogar diferentes do nosso. Na Itália, por exemplo, eles têm um voleibol mais “quadrado”, baseado na força do saque o tempo todo e bolas nem tão velozes, já que é mais complicado passar. Por aqui, a variação de saque é a velocidade no ataque é bem maior. Além disso, o tempo de treinamento será pequeno porque logo os jogadores voltam para a seleção.

Que venha a Superliga para mostrar se o projeto do RJX foi bom ou não. A próxima temporada já começa com times fortes. A Cimed se reforçou com Giba e Gustavo. O Sesi manteve quase todo o seu elenco campeão, assim como o Sada/Cruzeiro, o atual vice. O Vôlei Futuro perdeu Vissotto e Lucão, mas apostou em Vini, Piá e Lorena. Sem falar no Montes Claros, que é sempre empurrado pela torcida. Para quem gosta de vôlei, nada melhor do que ter bons times espalhados pelo País.

Exemplos do esporte
Além do RJX, foram apresentados também os projetos sociais de Eike Batista para o vôlei, que também inclui ações sociais em favelas pacificadas do Rio e investimento em formação de jogadores. E nesta quarta também a ex-jogadora Virna anunciou um projeto de aulas de vôlei para crianças de comunidades. Bom papel do esporte, não? Um lado social muito bem explorado!

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