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Posts com a Tag RJX

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012 Superliga | 11:12

Quando um time realmente fica pronto para a temporada?

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Sidão - Divulgação/CBV

Sidão reclamou da atuação do Sesi apesar da vitória sobre o Londrina

Na rodada do final de semana, a Superliga masculina ganhou um novo líder. O Sesi-SP levou um susto, perdeu um set para o lanterninha Londrina, mas marcou 3 sets a 1 e reassumiu a ponta da tabela. Mas, além da parcial perdida, outra coisa me preocupa no Sesi: o discurso dos jogadores.

Veja mais: Sesi vence Londrina e reassume liderança da Superliga masculina

    Rodada começa e rodada termina e os atletas repetem que estão felizes com a vitória, mas que o time ainda precisa se encontrar, se arrumar em quadra. “Ainda não conseguimos jogar do jeito que gostaríamos. Hoje (sábado) tivemos muitos momentos de oscilação e sabemos que isso tem que ser corrigido para as próximas partidas, já pensando no play-off”, afirmou Sidão depois da vitória. Já estamos na metade do returno e o time ainda não se arrumou?

    Quem parece que se encontrou foi o RJX que, diferente do Sesi, se aproveitou da superioridade em relação ao adversário e fez 3 a 0 para cima do UFJF. Esses jogos mais simples devem servir para embalar o time. E mais uma vez, a dupla Marlon e Lipe foi bem. Esses dois se deram bem em quadra, como já comentamos por aqui outras vezes.

    Veja a classificação atualizada e os resultados da rodada da Superliga masculina

      A rodada do final de semana ainda teve vitórias para quem já começou a temporada arrumado. O Sada/Cruzeiro, que manteve o time do ano passado e acaba ficando um pouco fora do foco por não contar com campeões olímpicos e mundiais, bateu o Medley/Campinas por 3 a 0 sem problemas. O Sada pode estar em quarto na tabela, mas é forte candidato a mais uma final.

      Já o Vôlei Futuro mudou para 2012, mas se deu bem com Ricardinho + Lorena. O vice-líder bateu o Montes Claros, em outro 3 a 0. Sempre na parte de cima da tabela, o time pode ser um exemplo de equipe que se entrosou bem, soube aproveitar o estadual para ganhar ritmo e chegou forte à Superliga.

      A Cimed/Sky ainda venceu o Vivo/Minas na sexta-feira. O time mineiro tinha embalado, mas agora está sete pontos atrás do líder Sesi. E a equipe catarinense segue colada nos líderes. O que mostra que a Superliga ainda pode ter mudanças na parte de cima da tabela e quem quiser acabar bem esse returno tem que se arrumar. Agora, ou nunca mais.

      Notas relacionadas:

      1. Time está pronto, agora só falta a vaga na Superliga
      2. Quando a sequência de resultados entra em quadra
      3. Vôlei Futuro parece ter acertado a mão nesta temporada
      Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , ,

      quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012 Superliga | 15:05

      Saque é um grande trunfo ou um grande vilão?

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      RJX - Divulgação/CBV

      RJX, de Lipe, venceu o Cimed/Sky na quarta rodada do returno da Superliga masculina

      A quarta rodada do returno da Superliga masculina começou na terça e acabou na quarta-feira com times falando sobre o saque. No primeiro jogo, o Sesi se deu bem com tantos erros do BMG/São Bernardo. Na noite de quarta, a Cimed/Sky conseguiu boas sequências, mas acabou derrotada mais uma vez no torneio pelo RJX. O saque, que muitas vezes já foi trunfo, pode ser o vilão de um jogo…

      E esse tema não envolve apenas a Superliga. Na seleção masculina, por exemplo, Bernardinho e jogadores reclamaram do nível dos saques durante a Copa do Mundo. O serviço ficou bem abaixo do esperado, mas quando entrou, ajudou o Brasil a dar uma lavada, como naquele 3 sets a 0 para cima dos russos. Entre as mulheres, o saque flutuante já está ficando manjado. Mas ainda tem gente variando bem, como a Unilever, que consegue boas sequências com Sheilla e Regiane no fundamento.

      Parece que, às vezes, falta fazer o básico. Foi isso que senti no São Bernardo diante do Sesi. Se o saque era forçado, era errado. Se tirava o peso, errava também. Que tal começar tentando colocar a bola do outro lado? Claro que há um risco muito grande de levar, de cara, uma bola rápida pelo meio, mas pelo menos teve um pouco de jogo. O São Bernardo não conseguiu nada disso e deu mais de 20 pontos de graça em erros de saque. Impossível ganhar jogo assim.

      Já conversei com o Lucão sobre isso. Ele também disse que faltaram saques melhores ao Brasil na Copa do Mundo. E olha que ele é um daqueles “autorizados” a forçar o tempo todo. Falta um equilíbrio melhor. Sempre terão aqueles que soltam o braço o tempo todo, mas quem alivia, tem que acertar mais. E um saque sem peso, principalmente no masculino, acostumado a receber pancadas o tempo todo, pode, sim, tirar a bola da não do levantador. Já no feminino, a tática já ficou conhecida.

      Um bom saque é mais do que meio ponto marcado porque o passe, se sair, vai ser quebrado e o bloqueio pode chegar inteiro na marcação. Alguns saques errados são aceitáveis. Uma sequência de bolas na rede ou para fora compromete totalmente e deixa o jogo chato.

      “O jogo foi muito disputado. Cometemos muitos erros de saque, o que não pode acontecer. Conseguimos buscar a partida, mas perdemos algumas chances no quinto set”, resumiu o central Gustavo depois da derrota da Cimed/Sky para o RJX. O resultado custou a liderança da tabela, que ficou para o Sesi, aquele que se aproveitou dos serviços errados do BMG/São Bernardo.

      Notas relacionadas:

      1. Saque e bloqueio colocam Sollys/Osasco em mais uma final
      2. Tabela ajuda a esquentar a Superliga masculina
      3. Jogo de gente grande do RJX, Stacy no Vôlei Futuro e a rodada
      Autor: Aretha Martins Tags: , , , , ,

      sábado, 28 de janeiro de 2012 Superliga | 11:02

      Altos e baixos do RJX e elenco integrado do Sesi

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      Sesi - Divulgação/CBV

      Sesi volta a vencer e empata com o Vôlei Futuro na liderança da Superliga

      O final de semana do vôlei começou com RJX x Sesi, na noite de sexta-feira, na abertura do returno da Superliga masculina 2011/2012. Em quadra, a diferença entre um time já experiente, apesar da “pouca idade”, e de um novato. O Sesi fez 3 sets a 1 e voltou a vencer depois de três derrotas consecutivas. E o que ajudou a equipe paulista foi o mesmo que contou para o título na temporada passada.

      Leia mais detalhes da vitória do Sesi sobre o RJX

      O Sesi é um time ainda novo na Superliga, mas que aprendeu que, além de bons titulares, é preciso ter também bons reservas. No ano passado, teve que se virar quando ficou sem Thiago Alves ou Thiago Barth. Tinha o banco para ajudar e chegou ao título. Na sexta, não contou com o líbero Serginho, machucado. Mais uma vez, tinha o banco. Lucianinho entrou e foi o melhor em quadra. Isso mostra um time compacto e integrado e que, mesmo com três derrotas em sequência, segue como um dos favoritos e um dos times a ser batido. Ainda sinto um pouco de falta de Thiago Alves, principalmente em dias em que Diogo é marcado pelo bloqueio, mas Wallace está aí para compensar na rede.

      Do outro lado, o RJX vive de altos e baixos em diversos jogos. Depois de um primeiro set ruim, com erros e sem passe, os cariocas cresceram em quadra com o jogo acelerado do levantador Marlon e boa atuação de Dante e Lipe nas pontas. Riad também entrou bem pelo meio. E o que você espera depois disso? Que o time embale, não é? Não. O RJX errou mais, levou pontos de saque e perdeu.

      Se quiser mesmo ser grande, o time tem que aprender, o mais rápido possível, a manter o nível, a ser menos inconstante. Não adianta nada um set bom apenas. O Sesi, mais constante, venceu e mostrou o que deve ser feito.

      Notas relacionadas:

      1. Sesi-SP “adota” ex-Unisul
      2. Pela primeira vez, Sesi está na final da Superliga
      3. O novo velho time do Sesi
      Autor: Aretha Martins Tags: , , , , ,

      segunda-feira, 23 de janeiro de 2012 Superliga | 13:30

      Jogo de gente grande do RJX, Stacy no Vôlei Futuro e a rodada

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      A Superliga 2011/2012 já está no final do primeiro turno para homens e mulheres e, como já conversamos por aqui, a tabela promove bons jogos e que servem como parâmetro para diversos times. Entre os homens, quem chamou a atenção foi o RJX, com a primeira vitória em casa e a segunda vitória diante de um forte candidato ao título. Os cariocas, que tinham batido apenas a Cimed/Sky entre os grandes, fizeram 3 sets a 1 para cima do Sada/Cruzeiro.

      Lucão e Lipe - Divulgação/Vipcomm

      Lipe (direita) foi destaque do RJX e comemora bola no chão com Lucão

      O RJX voltou a vencer com a volta de Lipe a sua melhor fase. Ele foi o melhor jogador em quadra e o maior pontuador. O ponteiro segue como o cara de segurança do time e se aproveitando do entrosamento que já tinha com Marlon desde a temporada passada. Marlon também facilitou o jogo. A partir do segundo set, com o passe na mão, ele acelerou bem os lances com seus atacantes.

      Sei que posso estar insistindo em falar no RJX, mas esse é o time que atrai olhares desde a sua formação, com todos os selecionáveis, e também depois do fiasco do Pinheiros/Sky. Estou curiosa para acompanhar a equipe e ver se um time que nasceu grande no papel segue grande em quadra. Por enquanto, sigo com a impressão de que a equipe vai bem quando Lipe vai bem. A vitória não garante nada ainda, mas faz a Superliga ficar mais divertida com mais um time com chance de brigar.

      Veja como foi RJX 3 x 1 Sada/Cruzeiro set a set

      Enquanto isso, aqueles que já são grandes e conhecidos em quadra dominam a parte de cima da tabela da Superliga masculina. Vôlei Futuro, em mais uma atuação inspirada da dupla Lorena e Ricardinho, venceu o Sesi-SP e assumiu a liderança. A Cimed/Sky se aproveitou do frágil UFJF para voltar a vencer depois da semana conturbada com derrota e saída do Pacheco. O Vivo/Minas tropeçou diante do Volta Redonda, que tem se mostrado um time que estuda os rivais e gosta de complicar, mas segue lá em cima, em quarto. O Sada/Cruzeiro, mesmo com os 3 a 1 para o RJX, é candidato ao título e ocupa a quinta colocação.

      Volta de Stacy Sykora e tarde de Venturini

      Stacy - Site oficial/Vôlei Futuro

      Stacy é abraçada pelas companheiras do Vôlei Futuro na volta à Superliga

      A nona rodada teve um clássico, Vôlei Futuro x Sollys/Osasco. O time de Araçatuba marcou 3 sets a 2 e segue na cola do Unilever na tabela, na vice-liderança. Mas o que chamou a atenção foi a volta de Stacy Sykora. A líbero norte-americana, que sofreu traumatismo crânio-encefálico no acidente com o ônibus da equipe em abril de 2011 já tinha condições de jogar há algumas rodadas, mas reestreou justo em jogo duríssimo. Por quê?

      A pergunta já foi feita pelos leitores daqui do blog. Acho que o caminho natural seria Paulo Coco colocar a jogadora em partida mais simples, para dar ritmo. Mas ele pode ter confiado na experiência de Stacy, eleita a melhor líbero do mundo em 2010 e, talvez por isso, tenha relacionado a atleta logo no clássico. Ele sabia que era um jogo importante. Sabia que a Unilever ganharia do Pinheiros e, por isso, fecharia a rodada na ponta. E sabia que, se perdesse, ficaria em desvantagem justamente em relação ao Sollys/Nestle na tabela. Resolveu colocar a líbero na fogueira, como disseram por aqui, e deu certo. O Vôlei Futuro venceu e Stacy foi a melhor jogador de defesa na rodada. O técnico tem seus métodos questionáveis, mas às vezes eles dão certo…

      O Vôlei Futuro viaja nesta semana e encara o Unilever. E nesta Superliga, falar da equipe carioca é falar de Fernanda Venturini. A levantadora foi a melhor em quadra e a melhor jogadora da nona rodada do torneio. Ela segue comandando o time com facilidade, impondo velocidade e cada dia mais entrosada com as companheiras. Enfim, tudo aquilo que já falamos sobre a veterana…

      Notas relacionadas:

      1. Vôlei Futuro é a grande surpresa do quarto turno da Superliga
      2. Lucão assina, e Vôlei Futuro promete time grande
      3. Vôlei Futuro é “time grande” com Paula e Ricardinho
      Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

      segunda-feira, 16 de janeiro de 2012 Superliga | 08:00

      Tabela ajuda a esquentar a Superliga masculina

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      Sabe aquele velho discurso de que todo jogo é importante, de que se tem que respeitar o adversário e seguir em busca dos três pontos? Com a Superliga masculina 2011/2012 já chegando ao final do primeiro turno, esse discurso ganha força. E como a tabela coloca frente a frente os times considerados grandes, todo jogo realmente é importante para não deixar um rival direto disparar na classificação. E a rodada do final de semana também mostrou o momento que vive esses grandes…

      Lucão-Vôlei Futuro - Divulgação

      RJX, de Lucão, ainda precisa crescer contra times fortes se quiser se dar bem na Superliga

      Enquanto Sesi e Vivo/Minas vêm crescendo, RJX não está se dando bem nos principais jogos, por exemplo. O Sesi, com a boa volta de Murilo que está sendo sempre o melhor em quadra depois de se recuperar de uma inflamação no ombro, se deu bem nos confrontos diretos e pulou para a liderança. Agora, testará a boa fase diante do Vivo/Minas, atual quarto colocado.

      Veja como foi a oitava rodada da Superliga masculina

      A equipe de Minas chegou a essa posição depois de embalar. Foram vitórias sobre RJX, Sada e Vôlei Futuro, todos candidatos ao título. Agora virá o Sesi. Os dois times estão prontos para um grande duelo.

      Na contra-mão aparece o RJX. A equipe começou a temporada perdendo, embalou contra menores e na hora de encarar grandes, sentiu as ausências dos lesionados Lipe, o cara de segurança do time, e Dante e parou. Caiu para Vivo/Minas, para o BMG/São Bernardo (eu não esperava tal resultado) e para o Vôlei Futuro. E agora não dá mais para falar que o time é novo, teve pouco tempo para treinar. Já deu para entrosar todo mundo, trabalhar junto e mostrar o que sabe. E ao RJX, ainda falta errar menos e ser mais decisivo contra esses grandes. Só uma boa vitória, como foi a diante da Cimed/Sky lá em dezembro, não vai adiantar.

      As próximas rodadas, as últimas do primeiro turno, prometem bons duelos e serão ainda mais parâmetros de comparação para quem sonha com o título nacional. O líder Sesi encara, além do Vivo/Minas, o Vôlei Futuro, equipe que estava invicta em 2011, começou 2012 perdendo para Cimed e Minas, mas se recuperou em uma boa vitória sobre o RJX. Já o Vôlei Futuro, vice na tabela, precisa se esforçar para manter o ritmo pois pega Sada/Cruzeiro e Sesi e contra eles não há como vacilar.

      Agora sim a Superliga fica mais interessante. Vamos ver quem realmente vive o melhor momento.

      Notas relacionadas:

      1. As primeiras rodadas do ano da Superliga masculina
      2. Começam as quartas de final da Superliga masculina
      3. Superliga masculina tem seu primeiro medalhista
      Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

      quinta-feira, 12 de janeiro de 2012 Campeonato Italiano, Superliga | 18:48

      Por que Leandro Vissotto se dá tão bem no vôlei italiano?

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      Leandro Vissotto - Divulgação

      Leandro Vissotto é um dos jogadores de segurança do Cuneo

      O oposto Leandro Vissotto chegou à seleção brasileira depois de títulos e várias partidas como destaque nos anos que ficou no Trentino. Na temporada passada, defendeu o Vôlei Futuro com altos e baixos e também caiu no time de Bernardinho em 2011. Na janela de mercado, voltou para a Itália e é mais uma vez o destaque, só que agora no Cuneo. Na quarta-feira, ajudou o time na classificação antecipada na Liga dos Campeões, por exemplo. Porque Leandro Vissotto vai tão bem no vôlei italiano e nem sempre tem o mesmo rendimento por aqui?

      A explicação vem em um bate-papo exclusivo com o oposto de 2,12m. “A diferença entre o Campeonato Italiano e a Superliga é basicamente a bola e, com isso, muda todo o sistema de jogo. A penalty (usada no Brasil) é uma bola muito leve e de difícil controle , por isso, os sacadores a não forçam tanto. Assim, acaba ficando mais fácil passar, o que ajuda o levantador a distribuir bolas com velocidade e pelo centro. Na Itália é exatamente o contrário”, fala Vissotto.

      “Aqui o saque é muito forçado porque a bola é mais pesada e mais fácil de ser controlada. Como serviço forçado e sem o passe na não, o levantador tem que se apoiar nos atacantes de bola alta. É por isso que sou muito efetivo e um jogador de decisão no Italiano”, completa o oposto. Os resultados comprovam a boa fase do brasileiro na Itália. Ele foi eleito o melhor jogador de dezembro no campeonato nacional.

      Ter 2,12m e estar acostumados e esse tipo de jogo ajuda, e muito, Vissotto na Itália e nos torneios pelo Cuneo. Mas o que falta para se dar bem também por aqui e na seleção, como fez na reta final dos torneios de 2010? Quem sabe se antecipar um pouco ao ataque para chegar às bolas mais aceleradas?

      A bola pode deixar o voleibol italiano mais “quadrado” e um pouco mais lento, mas os gigantes que atacam nas pontas também pode se dar bem no Brasil. Renan, de 2,17m e destaque do BMG/São Bernardo tem ido bem e foi o principal atacante do time na vitória sobre o RJX na noite de quarta-feira. Vissotto também te jogo para isso, basta se readaptar ao vôlei nacional para se dar bem também na seleção…

      Mudança na tabela da Superliga
      E falando no vôlei por aqui, a Superliga masculina tem um novo líder. O Sesi venceu o Montes Claros e, com o tropeço do Vôlei Futuro diante do Vivo/Minas, assumiu a ponta da tabela (leia mais sobre a partida). Agora sim os times não ganhando a sua cara e podemos ter ideia do que acontecerá na competição. O RJX ter perdido não é alarmante, por exemplo, porque jogou sem Dante e Lipe. Mas agora os times já estão entrosados e mais bem treinados. A tendência é que o torneio fique ainda melhor.

      Notas relacionadas:

      1. Estrela do Trentino, Leandro Vissotto quer vaga na seleção
      2. A final do Campeonato Italiano direto da quadra
      3. Como será a parceria Leandro Vissotto e Ricardinho?
      Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , ,

      quinta-feira, 5 de janeiro de 2012 Diversos | 23:30

      RJX mostra seu elenco, cumpre o esperado e leva 1º título

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      Desde que foi lançado, com grande investimento e nomes de peso, o RJX é apontado com um dos favoritos nesta temporada. Na apresentação da Superliga 2011/2012, o discurso dos jogadores era unânime ao apontar o time carioca como candidato ao título. Depois de um começo devagar no final de 2011, o time estreia em 2012 com seu primeiro título e cumpre o esperado.

      O pódio veio na noite desta quinta-feira na final do Campeonato Carioca. O torneio não é forte como o Paulista, por exemplo, e teve apenas o RJX e o Volta Redonda, os dois times na decisão, com elencos profissionais. Mas foi possível ver que nem sempre os selecionáveis da equipe são aqueles que resolvem…

      Nem Dante, Théo, Lucão ou Marlon. O nome da final foi Lipe. Com 20 pontos, ele foi o cara de segurança, papel que já desempenhou em outros jogos do RJX. O entrosamento com Marlon, que distribuiu bem o jogo por sinal, depois de atuarem juntos no Minas tem ajudado e o ponteiro está em ótima fase.

      Já Dante, ainda com as dores no joelho direito que o atormentaram em 2011, pouco atacou, mas ajudou no passe. Théo nem jogou e deu lugar a Paulo Victor, um oposto forte e promissor. No meio, Lucão fez a sua parte, mas Ualas, o outro central, também tem tido boas atuações no elenco. E Alan, apenas reserva na seleção, fez defesas, peixinhos e colocou a boal na mão de Marlon.

      O título carioca pode não ser o mais importante da temporada já que o campeonato só tinha duas equipes, mas é bom começo. E mostra que nem só de estrelas se vive uma equipe (lembram do Pinheiros/Sky, não?). Porém, a decisão desta quinta-feira, vale lembrar, não foi o jogo perfeito do RJX. O time perdeu o primeiro set, quase caiu também no terceiro, mas deu um passeio na quarta e última parcial, saindo de um 8 a 7 para impor larga vantagem e fechar com facilidade em 25 a 17.

      O RJX fez o que era esperado e venceu seu primeiro torneio oficial. Agora vamos ver o que o time consegue no campeonato que vale de verdade, a Superliga. Por coincidência, foi justamente diante do Volta Redonda que a equipe conseguiu a primeira vitória, na terceira rodada, e, depois disso, não perdeu mais (relembre como foi a partida, que começou com três horas de atraso). O objetivo do RJX é chegar à final. Pelo que tem apresentado até agora, o novato já tem time para isso?

      Notas relacionadas:

      1. Retrospectiva 2010
      2. Quem disse que o Brasil é o país do futebol?
      3. Lucão, Tandara, Fernanda Garay… os negócio desta quarta
      Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , ,

      terça-feira, 27 de dezembro de 2011 Seleção feminina, Seleção masculina, Superliga | 11:24

      Retrospectiva: 2011 teve vaga olímpica, sustos e decepção

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      Mais um ano de blog e mais uma vez aqui está a tradicional retrospectiva. O ano de 2011 foi de aquecimento no mercado nacional e alerta para as seleções, tanto masculina quanto feminina. E para vocês, o que mais marcou nos últimos 12 meses? Relembre nos tópicos, clique nos links para reler mais sobre os assuntos e deixe seus comentários no final. E Feliz 2012! Até lá!

      Acidente e preconceito na Superliga 2010/2011

      Acidente-Vôlei Futuro/Futura Press

      Ônibus do Vôlei Futuro tomba perto de ginásio da semifinal da Superliga feminina

      A Superliga 2010/2011 foi a primeira decisão na temporada do vôlei por aqui. E a fase final foi mais conturbada do que o normal por problemas que aconteceram fora das quadras.

      Na semifinal da edição feminina, o ônibus com a delegação do Vôlei Futuro tombou perto do ginásio do Osasco, no dia 12 de abril. Segundo as primeiras informações, a líbero norte-americana Stacy Sykora era a única que preocupava, com um corte na cabeça. Pouco depois, todos souberam que a situação era bem mais grave e que a atleta havia sofrido um traumatismo craniano. Stacy ficou quase um mês internada, voltou aos EUA para completar a recuperação e, aos poucos, já voltou a atuar. A líbero segue no Vôlei Futuro para a temporada 2011/2012.

      Já na semifinal do masculino, o Vôlei Futuro foi jogar na casa do Sada/Cruzeiro e o central Michael afirmou ter passado a partida ouvindo gritos preconceituosos. O caso tomou grandes proporções, o Sada/Cruzeiro foi multado e, no jogo de volta, o time de Araçatuba fez uma “festa rosa” para o atleta, com jogadores usando camisas rosa ou com o arco-íris, símbolo GLSTB e a torcida com batedores coloridos e com o nome de Michael. Ele assumiu ser homossexual e, em uma entrevista exclusiva, falou que nunca namorou, nem homem e nem mulher. Dentro de quadra, o Sada/Cruzeiro levou a melhor e ficou a vaga na decisão.

      No final, um campeão inédito e um velho conhecido

      Unilever vence a Superliga - Divulgação/CBV

      Unilever faturou o sétimo título na Superliga

      A edição 2010/2011 da Superliga teve um campeão novato e outro mais do que conhecido. No masculino, o Sesi venceu o Sada/Cruzeiro e conquistou o seu primeiro título nacional com uma equipe equilibrada e um grupo homogêneo. Tanto que, na decisão, o nome do jogo não foi alguém da seleção. O destaque ficou para Vini, prova de ter um grupo completo e preparado pode valer mais do que só alguns selecionáveis.

      Entre as mulheres, mais um Unilever x Sollys/Osasco. E o time do Rio de Janeiro, derrotado na temporada 2009/2010, recuperou a coroa e faturou o sétimo título nacional. Na decisão, assim como em quase todos os jogos do time, Sheilla foi a jogadora de segurança. Agora, na temporada 2011/2012, ao lado de uma levantadora experiente como Fernanda Venturini, tende a crescer ainda mais em quadra.

      Novos ‘supertimes’, volta de Venturini e mais contratações

      Fernanda Venturini - Divulgação

      Depois de quatro anos, Fernanda Venturini volta a jogar e assina com o Unilever

      Como o costume, depois da Superliga vem a movimentação do mercado e, nesse ano, dois ‘supertimes’ surgiram. Em abril, Eike Batista montou o RJX, no Rio de Janeiro. a equipe contrataria Dante, Marlon, Théo e Lucão, da seleção, além de Lipe, Alan e outros nomes importantes. No mesmo mês, a Cimed anunciou a parceria com a Sky. A ex-patrocinadora deixou o Pinheiros depois de uma temporada turbulenta, com dispensas de Rodrigão e Marcelinho e eliminação nas quartas de final da Superliga diante do Sada/Cruzeiro, que seria vice-campeão. O Pinheiros não manteve o time e a Cimed “ganhou” Giba e Gustavo para a temporada 2011/2012.

      No feminino, o mercado viu trocas entre rivais e até o final de uma aposentadoria. Atendendo a um pedido de Bernardinho, que ficou sem levantadora depois de Dani Lins assinar com o Sesi, que montou um time feminino em 2011, Fernanda Venturini voltou a jogar e é a levantadora do Unilever. O time também tirou Natália do rival Sollys/Osasco.

      O problema é que, até dezembro, alguns reforços ainda não jogaram em seus times. Giba, com fratura por estresse na tíbia, e Natália, depois da segunda cirurgia para retirada de um tumor benigno na canela esquerda, são exemplos de contratados que ainda não atuaram.

      Depois de Stacy, o susto com Jaqueline

      Jaqueline - Vipcomm

      Jaqueline deixa hospital depois de fratura na cervical na estreia no Pan

      Quem acompanha vôlei teve dois grandes sustos em 2011. O primeiro foi o acidente com o time do Vôlei Futuro e o traumatismo craniano de Stacy, como comentamos. Meses depois, Jaqueline foi a protagonista da vez. Pelo menos as duas estão bem e recuperadas.

      A jogadora deu um susto gigante ao se chocar com Fabi logo na estreia do Brasil no Pan-Americano de Guadalajara. As duas caíram para defender uma bola e a ponteira bateu a nuca na testa da líbero. O resultado, depois de momentos de apreensão e de ver a jogadora deixando a quadra de maca, foram fraturas em duas vértebras da cervical.

      Jaqueline, que já tinha sofrido no ano com a perda de seu primeiro bebê logo no começo da gestação, surpreendeu na recuperação. O que eram oito semanas com o colar cervical viraram três e na semifinal do Paulista, em novembro, ela já estava em quadra novamente.

      Novidades emplacam na seleção feminina

      Tandara- Divulgação/CBV

      Tandara chegou para ficar na seleção feminina

      Já que falamos de mercado e novos times, vamos falar também de caras novas na seleção feminina. 2011 viu a estreia de Tandara como oposta. A jogadora ficou com o lugar de Joycinha e se tornou uma arma no ataque, para as inversões de 5-1, e também no saque, com pontos importantes ao entrar no serviço nos finais dos set. Ela ainda é reserva de Sheilla, mas tem potencial.

      Fernanda Garay voltou ao time de Zé Roberto na temporada e não fez feio. Ela ajudou no passe, grande problema da equipe, e ainda mudou o ritmo de ataque. A ponteira segue a boa fase no Vôlei Futuro e deve ter vindo para ficar.

      Juciely completa o trio de novidades do ano, mas a central ainda está atrás de Fabiana e Thaísa e tem que brigar com Adenízia por uma vaga entre as preferidas de Zé Roberto.

      E falando nas mulheres, 2011 acabou com decepção

      Fabi e Sheilla - Divulgação/FIVB

      Seleção decepcionou na Copa do Mundo e perdeu a primeira chance de se classificar para as Olimpíadas

      Com suas caras novas, a seleção feminina partiu para um ano de recuperação. Em 2010, o Brasil foi prata no Grand Prix e prata no Mundial. Agora, conseguiu voltar ao lugar mais alto do pódio, mas ainda decepcionou.

      A seleção teve ouro na Copa Pan-Americana, em torneio amistoso em casa e no Sul-Americano e ainda ficou com a prata depois de ser derrotada pelos Estados Unidos com facilidade na decisão do Grand Prix. Mas os problemas e as críticas começaram nos Jogos Pan-Americanos.

      Zé Roberto, visando treinar o time para a Copa do Mundo, que valeria a vaga olímpica, levou a equipe principal para Guadalajara. Lá, rivais como os Estados Unidos estavam com a equipe B. O Brasil foi ouro, mas depois, decepcionou e, com três derrotas, ficou apenas em quinto lugar na Copa do Mundo.

      Aí vieram as perguntas e as críticas, até de Ary Graça. Valeu a pena jogar com a seleção A em Guadalajara? O time está preparado para lutar pelo bi nas Olimpíadas de Londres? Mais uma vez a seleção está com problemas em quadra, como no passe e no levantamento, e fora dela, como o emocional.? As respostas só virão em 2012. E o ano começará mais cedo, já que as atletas terão que disputar o pré-Olímpico continental para chegar a Londres.

      Homens conseguem vaga, mas no sufoco

      Giba - Divulgação/FIVB

      Giba comemora ponto na vitória sobre o Japão. Jogo valeu o bronze e a vaga olímpica

      A seleção masculina fechou 2011 com a vaga olímpica assegurada, mas o caminho até aqui não foi simples. Bernardinho aproveitou o calendário cheio de campeonatos para montar duas equipes e mesclar jogadores em alguns torneios. A equipe B foi ouro no Pan, mas a A teve problemas e derrotas inesperadas.

      O time principal venceu o Sul-Americano, mas ficou com a prata na Liga Mundial e passou sufoco para assegurar o terceiro lugar no Japão e lugar Nos Jogos Olímpicos de Londres, com tie-break contra China e derrotas para Itália, Cuba e Sérvia. O bronze a vaga olímpica só vieram na última fase, no último jogo. E quem não viu a briga entre Bernardinho e Serginho diante das câmeras na vitória sobre a Argetina? Os dois perderam a cabeça, mas logo minimizaram a discussão, falando que era algo normal e que a convivência seguia boa. Depois, Murilo, que foi o pivô da briga (Serginho “tomou as dores” do companheiro com Bernardinho, que reclamava do Brasil em jogo no qual a Argentina não se esforçou para fazer nada, já que a derrota até que ajudaria a equipe), comentou que até há um desgaste no time, mas não a ponto de alguém pedir para sair.

      O ano também foi de fazer testes e trocar jogadores em algumas posições.o que gerou insegurança na equipe. Afinal, quem são os opostos da seleção, por exemplo? Mas os atletas também ressaltaram que esse foi o ano certo para esses testes e que todos estão confiantes para o ouro em 2012, ano que fechará o ciclo olímpico e também marcará as últimas Olimpíadas de ídolos como Giba, Dante…

      Notas relacionadas:

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      3. Unilever terá ataque de gala na temporada 2011/2012
      Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , , , , ,

      quarta-feira, 21 de dezembro de 2011 Superliga | 11:19

      RJX vence bem depois de sufoco dentro e fora de quadra

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      Demorou quatro rodadas, mas o RJX, novo time do Rio de Janeiro, começou a mostrar a sua cara na Superliga masculina 2011/2012. O time, criado para a temporada e já apontado por todos como um dos favoritos ao título, venceu a Cimed/Sky na  noite de terça-feira por 3 sets a 1. Foi o segundo triunfo do time no torneio.

      Dante - Divulgação/CBV

      Dante comemora ponto para o RJX sob os olhares de Bruninho, da Cimed

      Essa vitória pode ter ajudado a lavar a alma da equipe (veja todos os problemas que o time enfrentar abaixo). Depois de perder o primeiro set e ainda mostrar falta de entrosamento, com um empurrão feio de Marlon no companheiro em uma corrida desnecessária para o levantamento, os talentos individuais começaram a aparecer e formar um conjunto.

      O RJX nasceu favorito pelos nomes do elenco, como Dante, Marlon, Théo, Lucão e Lipe. Mas, por conta da Copa do Mundo, a equipe só tinha conseguido fazer três treinos juntas até a partida contra a Cime/Sky. E, nessas horas, vale ter gente boa em quadra. Marlon acertou a bola com Lipe, que passou a virar tudo a partir do segundo set. Lucão e Dante, com a ajuda de Ualas, comandaram os 16 pontos de bloqueio. E isso não quer dizer que a Cimed não tenha jogadores de talento, longe disso. Mas o RJX soube manter o ritmo, passou a ganhar uma cara de conjunto com um jogador acertando o saque, outro o ataque e assim por diante, e venceu. Já o time de Florianópolis perdeu o embalo e a partida (leia mais detalhes da partida).

      Noite sem dormir e a viagem com 12 horas a mais

      Entretanto, o que poucos sabem é do sufoco do RJX para chegar a essa vitória. Logo no começo da temporada, o time não tinha um ginásio para treinar. Depois, ficou sem seus atletas que foram para a seleção. E na Superliga, até o tempo conspirou contra, como contou Dante ao blog Mundo do Vôlei.

      Segundo o ponteiro, as dificuldades começaram ainda antes da primeira vitória, um 3 a 2 de virada sobre o Volta Redonda, na rodada passada (leia mais sobre o jogo). A viagem de Montes Claros, depois da derrota para o time local, até Volta Redonda demorou 12 horas a mais que o previsto.

      “Em Montes Claros já estava chovendo e terminamos o jantar à 1h da manhã. Saímos do hotel às 4h30 porque nosso voo seria às 5h50. Iríamos para Belo Horizonte e, depois, para Volta Redonda. Mas o aeroporto estava fechado e aí começaram os problemas”, fala Dante.

      “Mudaram nosso voo e tivemos que ir para São Paulo. Chegamos lá por volta da hora do almoço. Esperamos no aeroporto e decidiram nos colocar em uma ponte aérea para o Rio de Janeiro e de lá a gente pegaria um ônibus para Volta Redonda”, continua o ponteiro. “Dividiram os jogadores em dois grupos, mas, também por causa do tempo, teve gente que foi parar em Campinas. Chegamos no Rio só umas sete horas da noite, passamos em casa voando para tomar um banho e fomos para Volta Redonda. Ou seja, jogamos depois de passar a noite em claro e a partida foi aquele sufoco na virada por 3 a 2″, completa Dante.

      Pelo menos para jogar em Florianópolis, o RJX não teve problemas. E em quadra, o time começou a mostrar a que veio nesta Superliga. Mas, depois, na chegada ao Rio de Janeiro nesta quarta, muita espera para pegar as malas no aeroporto, como os jogadores comentam no Twitter…

      Notas relacionadas:

      1. É hora de voltar para casa
      2. Adeus e gostinho de Superliga no amistoso no Rio
      3. Os jogos não seriam as quartas e sábados?
      Autor: Aretha Martins Tags: , , ,

      quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 Superliga | 08:30

      Os jogos não seriam as quartas e sábados?

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      Durante o lançamento da Superliga masculina, no final da semana passada em São Paulo, o discurso dos jogadores sobre a calendário da competição era um só. Todos afirmaram que o calendário não ficaria apertado com o o torneio com 12 times (e não 15 como eram na última temporada) e começando um mês do que foi a edição 2010/2011. Todos falaram também, independente de que time eram, que os jogos seriam as quartas e sábados.

      Vivo/Minas - Divulgação/CBV

      Vivo/Minas jogou na noite de terça-feira e volta para a quadra apenas no sábado

      A Superliga 2011/2012 está na segunda rodada e, depois da mudança de diversos jogos, alguns por conta do canal que transmite o campeonato, teremos jogos em diferentes dias da semana. Para quem acompanha de casa os jogos, isso pode até ser bom, já que com partidas espalhadas ao longo da semana, fica mais simples montar a grade de programação e exibir os melhores duelos da rodada.

      Já os jogadores comemoraram na festa de lançamento o tempo de descanso entre uma partida e outra. “Jogamos na quarta, mas teremos quinta e sexta para descansar e treinar até jogar de novo no sábado”, comentou Murilo. Mas com as alterações, alguns times terão mais folga do que outros. Vivo/Minas e Londrina/Sercomtel, por exemplo. Eles jogaram na terça, com vitória do time mineiro, e voltam para quadra apenas no sábado, quando o Londrina encara o Vôlei Futuro e os mineiros pegam o Medley/Campinas. Já RJX pega o Montes Claros fora de casa na quinta e os dois jogam de novo no sábado, contra Volta Redonda e Cimed/Sky, respectivamente (veja tabela completa da rodada).

      Uma semana puxada deve ser compensada por outra mais tranquila ao longo da Superliga. Que as viagens não cansem demais, ainda mais neste começo do torneio, que ninguém ainda está no auge da sua forma física e o pessoal da seleção ainda está se recuperando da Copa do Mundo.

      Notas relacionadas:

      1. Quartas para as mulheres e vagas para os homens
      2. Começam as quartas de final da Superliga masculina
      3. Só dá 3 sets a 1 nas quartas da Superliga masculina
      Autor: Aretha Martins Tags: , , , , ,

      1. Primeira
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