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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012 Superliga | 08:00

Tabela ajuda a esquentar a Superliga masculina

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Sabe aquele velho discurso de que todo jogo é importante, de que se tem que respeitar o adversário e seguir em busca dos três pontos? Com a Superliga masculina 2011/2012 já chegando ao final do primeiro turno, esse discurso ganha força. E como a tabela coloca frente a frente os times considerados grandes, todo jogo realmente é importante para não deixar um rival direto disparar na classificação. E a rodada do final de semana também mostrou o momento que vive esses grandes…

Lucão-Vôlei Futuro - Divulgação

RJX, de Lucão, ainda precisa crescer contra times fortes se quiser se dar bem na Superliga

Enquanto Sesi e Vivo/Minas vêm crescendo, RJX não está se dando bem nos principais jogos, por exemplo. O Sesi, com a boa volta de Murilo que está sendo sempre o melhor em quadra depois de se recuperar de uma inflamação no ombro, se deu bem nos confrontos diretos e pulou para a liderança. Agora, testará a boa fase diante do Vivo/Minas, atual quarto colocado.

Veja como foi a oitava rodada da Superliga masculina

A equipe de Minas chegou a essa posição depois de embalar. Foram vitórias sobre RJX, Sada e Vôlei Futuro, todos candidatos ao título. Agora virá o Sesi. Os dois times estão prontos para um grande duelo.

Na contra-mão aparece o RJX. A equipe começou a temporada perdendo, embalou contra menores e na hora de encarar grandes, sentiu as ausências dos lesionados Lipe, o cara de segurança do time, e Dante e parou. Caiu para Vivo/Minas, para o BMG/São Bernardo (eu não esperava tal resultado) e para o Vôlei Futuro. E agora não dá mais para falar que o time é novo, teve pouco tempo para treinar. Já deu para entrosar todo mundo, trabalhar junto e mostrar o que sabe. E ao RJX, ainda falta errar menos e ser mais decisivo contra esses grandes. Só uma boa vitória, como foi a diante da Cimed/Sky lá em dezembro, não vai adiantar.

As próximas rodadas, as últimas do primeiro turno, prometem bons duelos e serão ainda mais parâmetros de comparação para quem sonha com o título nacional. O líder Sesi encara, além do Vivo/Minas, o Vôlei Futuro, equipe que estava invicta em 2011, começou 2012 perdendo para Cimed e Minas, mas se recuperou em uma boa vitória sobre o RJX. Já o Vôlei Futuro, vice na tabela, precisa se esforçar para manter o ritmo pois pega Sada/Cruzeiro e Sesi e contra eles não há como vacilar.

Agora sim a Superliga fica mais interessante. Vamos ver quem realmente vive o melhor momento.

Notas relacionadas:

  1. As primeiras rodadas do ano da Superliga masculina
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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

sexta-feira, 14 de outubro de 2011 Diversos | 11:46

Bronze para as novatas e quarto para os experientes

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O Brasil encerrou a sua participação no Mundial de Clubes com resultados que podem ser considerados inesperados. As mulheres foram melhor que os homens.

Camila Brait e Ivna - Divulgação/FIVB

Abraço de Camila Brait em Ivna durante o Mundial de Clubes

O Sollys/Osasco, que jogou com um time jovem e sem Fabíola, Jaqueline, Tandara e Thaísa (elas estão na seleção, como explicado no post anterior), soube usar Ju Costa, Ivna e companhia e faturou a medalha de bronze. Elas apenas não resistiram ao Rabita Baku, time do Azerbaijão que conta com Mammadova. E como vocês já comentaram por aqui, ela é uma jogadora alta (1,95m) e com uma grande potência no ataque.

No masculino, o Sesi foi a Doha completo e experiente, com Murilo, Rodrigão, Wallace e todos seus jogadores. Ainda assim, foi pior que as mulheres e acabou fora do pódio.

Os times masculino eram mais fortes que o do feminino no geral. Entre as mulheres, além da equipe do Azerbaijão, a turca VBT / VakifBank Ttelekom merece destaque. Entre os homens, o Sesi encarou e perdeu para o Trentino, que faturou o tricampeonato, e também tropeçou contra Jastrzebski Wegiel, de Bartman, um dos melhores jogadores da Polônia, e contra o Zenit Kazan, do russo Mikhaylov, algoz da final da Liga Mundial e que marcou 20 pontos na vitória na briga pela medalha de bronze.

No final, a juventude foi quem se deu bem. O Sollys/Osasco parece que soube aproveitar o torneio para ganhar ritmo e experiência internacional. Já o Sesi ficou abaixo do esperado, errando demais (como as 32 falhas contra os poloneses) e não se impondo no bloqueio, apesar de ir melhor no saque (fez 6 aces a 2 na decisão do bronze). Se os adversários tinham bons jogadores, o time paulista também contou com todo seu elenco. E um elenco que já está acostumado a jogar junto, muito mais do que as meninas do Osasco, já que a base do time são os campeões da Superliga.

P.s.: galera, a correria com o Pan-Americano na redação está grande (madrugadas sem fim!) e, por isso, não estou conseguindo tempo para atualizar tanto o blog. Desculpem! Faço um balanço depois da primeira fase do Pan, combinado?

Notas relacionadas:

  1. Uma notícia ruim para as mulheres e uma boa para os homens
  2. Cimed perde para seus erros e para Kurek
  3. Sesi e Sollys/Osasco vencem e vão ao Mundial
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

sábado, 24 de setembro de 2011 Seleção masculina | 14:29

Brasil faz 3 a 0, mas tem a atuação mais fraca do Sul-Americano

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Mais um jogo do Sul-Americano, mais uma vitória do Brasil por 3 sets a 0, agora sobre a Venezuela (25/14, 25/15 e 27/25). Só que desta vez a partida foi bem pior do que o esperado… Que chegue logo o confronto contra a Argentina!

Bernardinho - Divulgação/Vipcomm

Bernardinho reclama com Murilo. Brasil teve uma atuação ruim contra Venezuela

A seleção foi bem no primeiro set, marcando forte no bloqueio, precisa no saque e quase sem errar. Depois, parou. Saiu perdendo de 3 a 0 na segunda parcial e se recuperou mais em função da confusão da Venezuela do que pela sua qualidade. No final, errou passes e sofreu para fechar, acabando com o set apenas no 27 a 25. No geral, a falta de concentração e os erros de recepção ao logo de quase todo  o jogo fizeram o Brasil ter a pior apresentação no Sul-Americano.

Mas o segundo set ainda merece um espaço a mais pela lambança dos venezuelanos. Eles se atrapalharam de uma maneira que eu nunca tinha visto. Jogadores, técnico e árbitros não se entendiam com a posição de cada um em quadra. Até Bernardinho foi lá ajudar para ver se dava jeito! Depois, eles caíram de rendimento, perderam e só voltaram a jogar no set seguinte, aquele do 27 a 25.

E agora, o que esperar do duelo contra a Argentina? Escrevi que queria ver logo essa partida pelo nível das duas seleções. Finalmente teremos dois times de igual para igual em quadra. Os argentinos, quarto colocados na última Liga Mundial, têm volume de jogo, atacantes bons (como Conte) e um levantador habilidoso (De Cecco).

Théo - Divulgação/Vipcomm

Théo e Bruninho devem ser os titulares na partida contra Argentina

Mas e o Brasil? Como chega para o jogo, ainda mais depois de uma atuação fraca como a deste sábado? Murilo, conhecido pela precisão no passe, não está bem na função. Neste sábado, ele e Dante falharam na posição, por exemplo. Wallace tem as características para embalar, mas não repetiu a atuação que teve diante da Colômbia. Quem veio do banco e precisava conquistar um posição, como Thiago Alves e João Paulo Bravo, foram melhores que os mais experientes.

É difícil mensurar a evolução de uma equipe com rivais mais fracos e é normal perder o foco e tal. Mas se a seleção só teve adversário que não exigiu muito, a Argentina passou pela mesma situação. Porém, a obrigação de vitória é da equipe de Bernardinho. E para conseguir, acho que será necessário arrumar o passe, em primeiro lugar. Além disso, manter o saque que já foi visto neste Sul-Americano, com alguns forçando, como Lucão, Sidão, e outros executando um serviço tático e preciso, como Marlon. De nada adianta errar demais com excesso de pancadas ou só passar para o outro lado. E claro, contra a Argentina não será possível usar a desculpa da falta de concentração ou de um objetivo. Concentração será fundamental para entrar no jogo e não sair dele e o objetivo é cumprir a obrigação de vencer em casa.

P.s.: e na seleção feminina, que joga o Sul-Americano a partir da próxima quarta-feira, Adenízia foi cortada. Pensei que uma das ponteiras poderia perder a vaga, mas Zé Roberto preferiu manter Jaqueline na equipe. O Brasil jogará o torneio com as levantadoras Dani Lins e Fabíola; as opostos Sheilla e Tandara; as centrais Fabiana, Thaísa e Juciely; as ponteiras Mari, Paula, Jaqueline, Sassá, Fernanda Garay e Natália; e a líbero Fabi. Mas isso é assunto para a semana que vem…

Notas relacionadas:

  1. Os cortes de Bernardinho para o Sul-Americano
  2. Brasil ganha ajuda de tabela favorável no Sul-Americano
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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

quarta-feira, 27 de julho de 2011 Superliga | 18:42

O novo velho time do Sesi

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Rodrigão/Futura Press

Rodrigão é um dos reforços do Sesi para a temporada 2011/2012 no vôlei nacional

O Sesi, atual campeão nacional apresentou nesta quarta-feira a equipe para a temporada 2011/2012 com poucas novidades. É um novo time, reforçado, mas com velhos conhecidos.

Entre os titulares estão Rodrigão e Léo Mineiro, que “roubaram” os lugares de Vini e Thiago Alves. Mas vamos por partes… Primeiro a vaga de central.

Vini deixou o Sesi e acertou com o Vôlei Futuro porque sabia que perderia espaço com a chegada do veterano. Bom para o Vini, que será titular e Araçatuba, e para o Sesi, que mantém um meio de ataque (Sidão) e ganha outro que normalmente vai muito bem no bloqueio.

Na ponta, Thiago Alves demorou a negociar e o clube se adiantou e fechou com Léo Mineiro (Thiago acabou fechando com o Panasonic, do Japão). Nesse caso, gostava mais da formação anterior. Murilo é ponteiro passador e Thiago era o cara mais atacante. Pena que jogou pouco por causa da cirurgia do joelho, mas Japa entrou e manteve as suas características. Agora, Léo também é um ponteiro mais defensivo e bom no passe, como disse o técnico Giovane. O fundo está assegurado, mas e o ataque? Ficará com Murilo?

No geral, o Sesi acertou. Manteve jogadores fundamentais como Murilo, Serginho, Sandro, Sidão e Wallace e também mostrou preocupação em ter elenco, como a chegada de Aureliano, por exemplo, para segurar a equipe quando os selecionáveis estiverem com Bernardinho. A temporada começa na próxima semana, com o Sul-Americano, torneio que o time estará completo e é o favorito. Se vencer, disputará o Mundial de Clubes às vésperas do Pan-Americano sem suas estrelas. Aí sim pode pesar esse elenco da equipe. Vamos ver…

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  1. Por que o Sesi continua invicto na Superliga?
  2. O lado bom e o lado ruim de Pinheiros/Sky x Sesi
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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

quarta-feira, 29 de junho de 2011 Seleção masculina | 18:34

Brasil vence a Polônia com um set perfeito

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A seleção masculina venceu a Polônia agora há pouco por 3 sets a 1 (parece que o time gosta desse placar! Já foi a sexta vez nesta Liga Mundial) e, apesar de ainda ter alguns “cochilos”, fez um set perfeito.

No final, a Polônia bloqueou mais e marcou 13 pontos no fundamento. Mas o Brasil, depois de passar apagado na rede diante dos Estados Unidos, voltou a se impor e pontuou 11 vezes. Esse ainda não é o desempenho ideal, principalmente dos nossos centrais, mas já é uma melhora e tanto.

E a melhora apareceu mesmo no terceiro set, o tal set perfeito que falei. A seleção errou apenas um saque e deu aula no fundamento com Sidão. ele marcou três aces e encaixou muito bem o serviço forçado. Além disso, foi o melhor momento do bloqueio, com quatro pontos. Ou seja, tudo fluiu bem. a defesa estava alerta, ajudou nos contra-ataques e o Brasil dominou.

Mas ainda temos que ser realistas. Depois de um belo set desses, a seleção quase perdeu a quarta parcial para a Polônia. De novo, o time caiu na virada de bola e perdeu a agilidade no ataque. Pelo menos foi só um susto e o bloqueio ajudou a fechar o set e o jogo. Entretanto, é preciso ficar alerta a essas oscilações na equipe.

E os jogadores?
Bernardinho escutou os leitores do Mundo do Vôlei! Ele escalou Dante e Sidão no time titular e o resultado foi aprovado. Sidão foi muito bem no saque, como já disse. E Dante está recuperado da inflamação no joelho e leve no ataque como sempre.

Pena que acho que foi pouco utilizado. Assim como Murilo. Ainda acho que Bruno está instável. O levantador faz lindas jogadas, mas peca em outras. Ele, por exemplo, insistiu com Théo, com uma bola baixa, e o oposto levou três ou quatro bloqueios em uma parcial (por isso a Polônia acabou melhor no fumdamento). Théo compensou em outras jogadas e no bloqueio, sendo o maior pontuador da partida. Enquanto isso, Dante e Murilo pouco foram lembrados com as típicas jogadas mais aceleradas. Tanto que o primeiro ponto de Murilo saiu apenas no  19 a 13 no terceiro set! E isso porque quem estava em quadra era Marlon!

Gostei das mudanças para esse jogo, mas agora queria ver Marlon mais tempo em ação também. Quem sabe nesta quinta? O Brasil já está classificado e pode arriscar e “treinar” um pouco, mas sem se esquecer do resultado, afinal, é bom fechar a fase com vitória, não é?

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  1. Brasil 3 x 1 Polônia
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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

segunda-feira, 27 de junho de 2011 Seleção masculina | 20:25

Vaga garantida no dia do vôlei

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Hoje, 27 de junho, é o dia nacional do vôlei (pois é, nosso esporte ganhou um dia!). E para comemorar a data, a FIVB confirmou o que os leitores daqui do blog já tinham alertado desde sábado, depois da derrota do Brasil para os Estados Unidos fora de casa. Apesar dos 3 sets a 1, a seleção de Bernardinho já esta classificada para a fase final da Liga Mundial (obrigada, leitores bons de matemática!).

defesa

Falha na defesa diante dos Estados Unidos

Com isso, a pressão para as partidas contra a Polônia diminui, pelo menos na teoria. Mas acho que isso não deve fazer ninguém no time relaxar. Desde os jogos contra Porto Rico em São Paulo, os brasileiros falam que precisam minimizar os erros. Conseguiram no primeiro jogo contra os EUA, mas voltaram a se perder em quadra no segundo (veja como foi a derrota do Brasil). Como já disse por aqui, acho que agora é o momento não apenas de minimizar os erros, mas de manter o padrão de uma partida para outra.

Perguntaram por aqui se esses altos e baixos do time preocupam. Minha resposta é sim, preocupam um pouco. Já estamos às vésperas da final e já era hora da equipe se encontrar mais. Porém, parece que eles já sabem qual caminho deve ser seguido.

A seleção já conseguiu ser mais agressiva, principalmente no saque. Agora precisa manter o volume no sistema defensivo, com melhor marcação no bloqueio e no fundo de quadra. Só assim é que virão os contra-ataques e o domínio nos jogos.

Quanto aos jogadores, Bruninho pode ser mais constante na distribuição. Ele está oscilando momentos de ótimas jogadas com bolas repetidas e marcadas pelo bloqueio adversário (como contra os EUA). Já Murilo está voltando ao padrão de 2010, virando com consciência e concentrado no fundo. Na outra ponta, Giba vai bem no saque, mas nem sempre é a solução para o ataque. O nosso meio tem que voltar a bloquear mais e seguir no ataque. Pode ser o momento de dar mais chances a Sidão, por exemplo. E como oposto, o time deve seguir com Théo, já que Leandro Vissotto tem apenas um edema na coxa, nada grave, mas acho que ainda não deve ser usado. É a hora de Théo se mostrar mais confiante no ataque.

Além disso, Dante pode ser uma opção. Ele está recuperado da inflamação no joelho e, com o Brasil classificado, pode entrar para ganhar ritmo e chegar mais bem preparado às finais.

Sabemos que o foco do Brasil no ano é a Copa do Mundo, que dá vaga para a Olimpíada de Londres, mas dá para arrumar o time para levar mais um título na Liga Mundial. No dia do vôlei, temos o direito de torcer!

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sábado, 18 de junho de 2011 Seleção masculina | 17:32

Que o 2º set contra Porto Rico vire exemplo

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O clima do jogo Brasil x Porto Rico refletiu, pelo menos em partes, o que os jogadores falaram no treino antes da partida. Murilo tinha tido que, mesmo relaxado o Brasil poderia ganhar de Porto Rico, o que seria quase impossivel contra Polônia ou Estados Unidos. Ele também disse que o time não ralaxaria porque precisava de duas vitorias nesses jogos em casa. Bruninho e Bernardinho pediram mudanças na postura e um saque melhor. E Serginho queria diminuir os erros.

Bloqueio do Brasil

Bloqueio do Brasil pressionou Porto Rico

Bom, nesta manhã, o Brasil venceu por 3 a 0, somou os três pontos que queria (saiba mais sobre a partida, mas deu 19 pontos de graça em erros, começou o jogo mais uma vez devagar, falhando nos contra-ataques, só que soube também mostrar a sua cara. Principalmente no final do primeiro e no segundo sets. Nesses momentos sim, o Brasil jogou como Brasil.

Precisou Porto Rico equilibrar o jogo e mostrar até variedade no ataque para a seleção acordar. E muito da mudança em quadra se deu por causa do saque, que dessa vez funcionou e quebrou a recepção adversária. Não tem como dominar um jogo sem um saque bem executado.

O Brasil ainda deu uma vacilada no final do terceiro set, mas teve tempo e tranquilidade para se recuperar e acabar com o jogo em 3 a 0, o placar que todos esperavam para este final de semana. E domingo tem que ser assim de novo!

Sei que ainda é começo de temporada e que não tem como estar no auge agora, como os jogadores também disseram nos treinos, e nem adiantaria estar voando agora. O time deve estar pronto é nas finais. Esses primeiros jogos foram o momento de errar e escolher a equipe para a decisão. E
o caminho para as finais é jogar com a postura do segundo set desse sábado. Não vai ser facil repetir o placar de 25 a 10, o mais elástico até agora na Liga Mundial, mas dá para ser agressivo, do saque ao ataque, e alerta na cobertura. Enfim, ligado no jogo e com vontade de ganhar e atropelar!

E vocês, gostaram da atuação do Brasil? Mudariam alguma coisa para o jogo de domingo? Deixem as suas opiniões

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  1. Brasil demora, mas embala contra a Venezuela
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quarta-feira, 11 de maio de 2011 Diversos, Superliga | 19:06

Lucão, Tandara, Fernanda Garay… os negócio desta quarta

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Por que eu fui dizer que a terça-feira estava um dia calmo no mercado do vôlei? Pois nesta quarta foi uma novidade atrás da outra! Vamos a um resumo com as principais negociações do dia e alguns pitacos sobre as novidades. E é claro, quem quiser pode comentar também!

Chegadas e saídas do Vôlei Futuro

Lucão é o novo reforço do RJX

Lucão é o novo reforço do RJX

Lucão, mesmo com contrato de dois anos com o time de Araçatuba, acertou a sua saída, vai pagar multa e assinar com o RJX, time que o empresário Eike Batista montou no Rio de Janeiro. Vantagem para os cariocas pela qualidade do jogador. E uma falta e tanto para o Vôlei Futuro. Foi exatamente na volta de Lucão após a cirurgia na mão que a equipe se achou e conseguiu se entrosar e ganhar ritmo na Superliga. Ele foi peça fundamental e, agora, está indo embora.

O Vôlei Futuro, entretanto, trouxe, segundo o jornal Folha da Região, o oposto Lorena (leia mais). Ele é um excelente jogador, com muita raça e, se se adequar à velocidade de Ricardinho, dará trabalho. Basta saber como será a convivência na equipe, já que os dois jogadores têm temperamentos fortes. Pelo menos é o que parece…

O jornal também coloca o líbero Thiago Brendle, ex-Vivo Minas, em Araçatuba. E Mário Jr? Pela atuação nos playoffs da Superliga, Brendle merece destaque. É melhor ter cuidado!

No feminino, Ana Cristina confirmou que segue na equipe. Apesar da baixa estatura, ela é razoável na posição, mas poderia ter conseguido usar mais Fabiana, uma excelente central, na última temporada. Faltou entrosamento entre as duas. Para o ataque, Fernanda Garay está de volta depois de passagem pelo Japão. Vamos ver como Ana Cristina se adaptará as suas atacantes dessa temporada.

Novidades no Sollys/Osasco

Tandara assume vaga de oposta no Sollys/Osasco

Tandara assume vaga de oposta no Sollys/Osasco

Tandara chega para ser a nova oposta, já que Natália será a ponteira do Unilever. Ju Costa também estaria certa como ponteira para a vaga que deve ser deixada por Jaqueline (leia mais). Conversei com Murilo hoje e ele disse que a esposa ainda não assinou com o Sesi. As negociações continuam… Além disso, depois de Adenízia, Thaísa e Camila Brait são outras titulares renovadas.

Tandara e Ju Costa têm características parecidas. As duas são atacantes fortes e que jogam na raça. Podem dar um ânimo diferente ao time de Osasco.

Por enquanto, parece que as potências do vôlei feminino seguirão no eixo Rio-São Paulo. A Unilever conseguiu formar uma grande equipe muito forte segurando suas principais jogadoras e fechando com Natália. Ainda falta uma levantadora. Bernardinho disse após treino com a seleção masculina, que Fernanda Venturini tem interesse em voltar. Mas será que ela ainda está preparada para jogar no alto nível depois de quatro anos de ausência?

Por aqui, o Sollys/Osasco já garante a segurança entre Fabíola com Ju Costa, por exemplo. E o Sesi, se confirmar Jaqueline, Dani Lins e Fabiana como estão comentando, também já nasce com um time entrosado graças à seleção brasileira. Será que o Minas consegue entrar na briga? Em quem vocês apostam?

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  2. Lucão assina, e Vôlei Futuro promete time grande
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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , ,

sábado, 9 de abril de 2011 Superliga | 00:00

Pela primeira vez, Sesi está na final da Superliga

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O time com a melhor campanha na fase de classificação está na final da Superliga masculina. O Sesi, que avançou em primeiro para os playoffs, venceu o Vivo/Minas nesta noite por 3 sets a 0 (leia mais sobre a partida) em casa e fechou a série semifinal. O time paulista está na sua segunda temporada e, pela primeira vez, na final.

Wallace foi o maior pontuador do Sesi no jogo

Wallace foi o maior pontuador do Sesi no jogo

A vaga foi merecida pelo trabalho apresentado ao longo da competição. A equipe se montou para essa temporada, mas sofreu com lesões em quase todo o campeonato. Foram raras as partidas que Giovane teve todos os jogadores disponíveis. Thiago Alves passou por cirurgia, Thiago Barth está fora dos playoffs e, nesta noite, não foi diferente. A vítima foi Murilo, que jogou mesmo com uma lesão na coxa. Com o ponteiro debilitado, Wallace fez valer o seu papel de oposto e comandou ataque.

O que tudo isso mostra? Que o time, como Giovane me disse uma vez, não tem apenas seus titulares, mas um grupo coeso e pronto para entrar em quadra ou se virar com os problemas. Com isso eles mantiveram a regularidade ao longo do campeonato e, com isso, chegaram à final.

E na partida desta noite eles foram mais concentrados em quadra. O Vivo/Minas teve no bloqueio um dos pontos mais fortes do time na Superliga, com Russell e Henrique formando um belo paredão que rendeu até ao brasileiro uma vaga na pré-lista da Liga Mundial. No jogo desta sexta-feira, o bloqueio, que foi fundamental para liquidar o tie-break da primeira partida, voltou a aparecer, com nove pontos, um a mais do que o Sesi. O ataque mineiro também se impôs, comandado por Luiz Felipe. Mas para vencer é preciso pontuar e também errar menos. Por isso digo que o Sesi esteve mais concentrado.

O time de Belo Horizonte deu 26 pontos de graça, ou seja, o Sesi precisou fazer o seu jogo e vencer apenas dois sets. Murilo e companhia erraram apenas 13 vezes e, por isso dominaram o primeiro set, fecharam o segundo de virada depois de uma parcial bem equilibrada, foram bem no terceiro e venceram.

O Sesi, primeiro paulista na final desde o Banespa, há seis anos, vai forte para a decisão e acho que leva um pequeno status de favorito. Já o Minas se despede com 3 sets a 0 que não estava nos planos, mas pode ficar até que satisfeito. A equipe cresceu, e muito, desde a temporada passada. Neste ano, com os reforços de Marlon, Diogo e Luiz Felipe, por exemplo, o time ficou bem mais agressivo, com seus ataques, e objetivo, com um ótimo levantador. Tropeçou nesta noite, mas fez uma boa campanha até aqui. E ainda tem a medalha de bronze em jogo…

Agora vamos ver quem avança na outra chave. Na manhã de sábado tem Vôlei Futuro x Sada/Cruzeiro. E agora? Paulistas empataram a série ou mineiros garantem a vaga na final? A aposta fica por conta de vocês…

3 a 0 também no feminino

Entre as mulheres, a escolha do Unilever de começar a semifinal contra o Pinheiros/Mackenzie fora de casa deu certo. O time carioca venceu por 3 a 0 (leia mais sobre a partida) e, agora, joga a partida que pode colocar a equipe mais uma vez na final, em casa. E, se o Pinheiros empatar, joga em casa mais uma vez no último confronto, já que teve melhor campanha na fase classificatória. Ponto para Bernardinho e sua comissão técnica.

Notas relacionadas:

  1. Pela quarta vez, a mesma final na Superliga masculina
  2. Pela quinta vez, a mesma final da Superliga feminina
  3. Sollys/Osasco está na final da Superliga
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

sábado, 2 de abril de 2011 Superliga | 12:31

Com bloqueio e ataque variado, Sesi faz bela virada na semifinal

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O primeiro jogo da série semifinal entre SESI e Vivo/Minas foi muito equilibrado, decidido apenas no tie-break. Na manhã deste sábado, o primeiro set também foi assim, mas depois, o jogo foi do SESI.

O time de São Paulo perdeu a primeira parcial porque se atrapalhou com o saque do Minas. Sem um bom passe, eles viram os mineiros abrirem no final e vencerem. Mas depois, foi o SESI quem acertou a mão no saque e deu trabalho, e muito para a recepção adversária.

Marlon e Sandro são excelentes levantadores, mas Sandro pode trabalhar com mais tranqüilidade. Já Marlon teve que se virar e viu seus atacantes sendo parados no bloqueio. Foram cinco pontos no fundamento do SESI na segunda parcial contra nenhum do Minas. E a partir daí, os paulistas não pararam mais de colocar pressão na rede, dominado o jogo. No final, o placar do bloqueio foi 15 a 4 para a equipe de São Paulo.

Além disso, o SESI também soube variar o seu ataque, afinal, o bloqueio do Minas costuma ser bem pesado. E para que encarar Henrique, Russel e companhia se é possível jogar no jeito e pontuar? Foi isso que Murilo e Wallace fizeram. Tirando a força do ataque e colocando a bola, eles foram pontuando no contra-ataque e abrindo cada vez mais, até vencerem o jogo (veja detalhes da partida set a set).

A vitória do SESI foi uma bela virada e a série será decidida em São Paulo, na próxima sexta-feira. Mas o Vivo/Minas tem chance de se recuperar, se conseguir fazer o jogo todo um bom saque, como no primeiro set deste sábado, e contar com Luiz Felipe, por exemplo, inspirado, como na primeira partida.  E também errar menos. Hoje eles deram 31 pontos de graça!

Para o SESI a fórmula e manter a concentração e a variação, como acabaram de fazer. E aí, quem arrisca o placar da próxima partida? Quem vai para a final da Superliga?

P.s.: galera, não conseguirei escrever logo depois do jogo das quartas de final da Superliga feminina entre Pinheiros/Mackenzie e Usiminas/Minas… Volto assim que tiver um tempinho! Enqunto isso, vocês me contam o que acharam da partida!

Notas relacionadas:

  1. Melhor ataque x melhor bloqueio é decidido nos erros
  2. Por que o Sesi continua invicto na Superliga?
  3. Bloqueio funciona na hora decisiva, e Minas vira na semifinal
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. 5
  7. Última