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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012 Diversos | 23:30

RJX mostra seu elenco, cumpre o esperado e leva 1º título

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Desde que foi lançado, com grande investimento e nomes de peso, o RJX é apontado com um dos favoritos nesta temporada. Na apresentação da Superliga 2011/2012, o discurso dos jogadores era unânime ao apontar o time carioca como candidato ao título. Depois de um começo devagar no final de 2011, o time estreia em 2012 com seu primeiro título e cumpre o esperado.

O pódio veio na noite desta quinta-feira na final do Campeonato Carioca. O torneio não é forte como o Paulista, por exemplo, e teve apenas o RJX e o Volta Redonda, os dois times na decisão, com elencos profissionais. Mas foi possível ver que nem sempre os selecionáveis da equipe são aqueles que resolvem…

Nem Dante, Théo, Lucão ou Marlon. O nome da final foi Lipe. Com 20 pontos, ele foi o cara de segurança, papel que já desempenhou em outros jogos do RJX. O entrosamento com Marlon, que distribuiu bem o jogo por sinal, depois de atuarem juntos no Minas tem ajudado e o ponteiro está em ótima fase.

Já Dante, ainda com as dores no joelho direito que o atormentaram em 2011, pouco atacou, mas ajudou no passe. Théo nem jogou e deu lugar a Paulo Victor, um oposto forte e promissor. No meio, Lucão fez a sua parte, mas Ualas, o outro central, também tem tido boas atuações no elenco. E Alan, apenas reserva na seleção, fez defesas, peixinhos e colocou a boal na mão de Marlon.

O título carioca pode não ser o mais importante da temporada já que o campeonato só tinha duas equipes, mas é bom começo. E mostra que nem só de estrelas se vive uma equipe (lembram do Pinheiros/Sky, não?). Porém, a decisão desta quinta-feira, vale lembrar, não foi o jogo perfeito do RJX. O time perdeu o primeiro set, quase caiu também no terceiro, mas deu um passeio na quarta e última parcial, saindo de um 8 a 7 para impor larga vantagem e fechar com facilidade em 25 a 17.

O RJX fez o que era esperado e venceu seu primeiro torneio oficial. Agora vamos ver o que o time consegue no campeonato que vale de verdade, a Superliga. Por coincidência, foi justamente diante do Volta Redonda que a equipe conseguiu a primeira vitória, na terceira rodada, e, depois disso, não perdeu mais (relembre como foi a partida, que começou com três horas de atraso). O objetivo do RJX é chegar à final. Pelo que tem apresentado até agora, o novato já tem time para isso?

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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , ,

terça-feira, 20 de setembro de 2011 Seleção masculina | 23:52

Na vitória sobre o Chile, Brasil só joga um set

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Segundo jogo do Sul-Americano e, do outro lado, um time com apenas um jogador profissional. Esse era o Chile, rival do Brasil na noite desta terça-feira. Ainda assim, o jogo foi mais equilibrado do que o que todos imaginavam e a seleção só jogou de fato no terceiro set. Venceu por 3 a o (25/21, 25/19 e 25/10), mas poderia ter feito melhor.

Marlon - Divulgação/Vipcomm

Marlon, uma das novidades no time, foi o levantador titular contra o Chile

Bernardinho seguiu a estratégia de mexer no time. Apenas Lucão foi mantido entre os titulares que jogaram contra o Uruguai. Hoje entraram Murilo, Dante, Marlon, Wallace e Sidão. Para completar, Serginho, único líbero do Brasil no torneio.

Com mudanças ou não, o problema foi que a seleção errou muitos saques! E faço a mesma pergunta de segunda-feira: por que forçar tanto contra um time fraco? Basta usar bem um serviço tático e jogar a responsabilidade para o outro lado. Tudo bem, quando o saque forçado entrava, era ponto praticamente certo, mas também foram muitos desperdiçado.

E o Brasil só jogou no terceiro set! Nos dois primeiros, a seleção estava desconcentrada, errou demais, levou bloqueios e viu os chilenos defenderem e crescerem. Culpa da falta de concentração. E já falávamos aqui que manter a concentração era o desafio desses primeiros jogos do Sul-Americano. Apesar da vitória, foram dois sets feios.

Bloqueio do Brasil no Chile - Divulgação/CBV

Bloqueio do Brasil, que foi bem na estreia, só apareceu no terceiro set contra o Chile

Aí chegou a terceira parcial, e o Brasil fez um pouco do que sabia. Finalmente o bloqueio, que havia marcado apenas um ponto, funcionou. O saque entrou, os ataques ficaram variados e só com um pouco mais de atenção, a seleção fez o seu jogo e venceu por 25 a 10. Não poderia ter sido assim o jogo todo?

Fica a lição… Jogar contra um rival fraco exige cabeça no lugar porque que o Brasil vai ganhar todos esperam, mas é melhor ganhar e aproveitar o jogo para rodar, testar jogadas, acertar o tempo no saque… E como Dante acabou de dizer na TV: “Temos que aproveitar esses jogos para treinar porque os jogos duros começam mais para o final de semana”.

Nesta quarta-feira tem mais, agora diante do Paraguai, também às 22h30. Depois, na quinta, Brasil pega a Colômbia, que já bateu a Venezuela, e aí o Sul-Americano começa a ficar mais interessante.

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quinta-feira, 28 de julho de 2011 Superliga | 22:57

Adeus e gostinho de Superliga no amistoso no Rio

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RJX fez a sua estreia diante do Cimed/Sky nesta noite. O jogo foi um gostinho do que será a próxima Superliga, com ginásio cheio e virada no placar. E uma bonita despedida para Nalbert.

Nalbert e Dante - Flicker/grupo_ebx

Nalbert e Dante antes do amistoso contra a Cimed/Sky

O ex-capitão jogou pelo time carioca e fez bonito, principalmente no fundo, entregando bolas na mão de Marlon o tempo todo. Faltou um pouco de gás no ataque, reflexo desse tempo longe das quadras. Mas era noite de festa e foi bonito de se ver!

Com Nalbert, o RJX venceu com facilidade o primeiro set. No começo do segundo, antes de ser substituído, ele cumprimentou todos os jogadores do time carioca e ainda falou com os atletas do outro lado da quadra. Atitude de quem estava em casa, sentindo-se à vontade e o dono da festa. Se deixasse, ele ficaria mais em quadra, nem que fosse apenas para passar, aposto!

No jogo, os dois primeiros sets tiveram um festival de saques errados e foi facilmente dominado pelo RJX. A Cimed/Sky só entrou em quadra à partir do terceiro set e, aí sim, jogo ficou bom e mais disputado. A equipe de Florianópolis venceu os três sets seguintes e levou o jogo de virada.

O RJX foi melhor no começo porque contou com o entrosamento de quatro atletas da seleção (Dante, Théo, Lucão e Marlon). Depois, Dante saiu e Théo caiu de rendimento. Foi aí que Marcos Pacheco deu uma bela chamada na Cimed/Sky, que acordou.

As duas equipes ainda estão em começo de trabalho, mas o amistoso mostrou que o RJX chegou para brigar entre os grandes. Mas os jogadores ainda estão cansados e sentiram os cinco sets. Faltou energia para lutar até o final, como disse Lucão após a partida.

É só o começo de temporada e não dava para exigir demais. Claro que falta entrosamento, ritmo, condicionamento, mas sobram bons jogadores em quadra, dos dois lados. E não apenas os selecionáveis. O RJX conta com Thiago Sens, por exemplo, um ponteiro promissor. A Cimed/Sky aposta em Kaio, um oposto de 2,07m muito forte, no veterano Badá, que atua como líbero… Dá para ver que os times cada vez mais se preocupam com elencos de alto nível e não apenas nos titulares.

Que o Rio de Janeiro seja bem-vindo de volta à Superliga e que a temporada nos reserve clássicos cada vez mais acirrados.

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quarta-feira, 20 de julho de 2011 Superliga | 20:24

Rio conhece o seu novo time das estrelas

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o esporte se preocupa cada vez mais com o lado social. O projeto de Eike Batista também inclui ações sociais em favelas pacificadas do Rio e investimento em formação de jogadores. E nesta quarta também a ex-jogadora Virna anunciou um projeto de aulas de vôlei para crianças de comunidades. Bom papel do esporte, não?

O RJX, time do empresário Eike Batista, foi apresentado nesta quarta-feira no Rio de Janeiro. O elenco já era conhecido e conta com nomes como Dante, Marlon, Théo, Lucão, Riad, Luis Felipe Chupita e o líbero Alan (leia mais sobre a apresentação do RJX). No papel, é mais um time de estrelas. Mas será que a teoria vai se tornar realidade?

Essa equipe me lembra um pouco o Pinheiros/Sky quando foi apresentado. Um time cheio de gente conhecida e que já nasce com a pressão de vencer. “Eles inflacionaram o mercado e formam um time que já começa forte”, me disse Gustavo na apresentação do Cimed para a temporada.

Gustavo estava no Pinheiros e viu o que aconteceu com os paulistas. Tinham quatro jogadores de seleção, mas não formaram um elenco e, depois de dois anos, o que nasceu galático acabou.

Marlon, capitão do RJX, disse na apresentação desta quarta que uma das preocupações foi justamente montar um elenco de fato, um conjunto. Além dos campeões mundiais, a equipe conta com Chupita, que foi muito bem na Superliga do ano passado pelo Minas e já se acostumou com o levantador. Thiago Sens segue a mesma linha. É um jogador novo, que as poucos está buscando o seu espaço e pode ajudar.

Parece que eles escolheram um bom caminho. Resta ver o entrosamento em quadra. Dante estava no vôlei russo e Riad, no Italiano. São estilos de jogar diferentes do nosso. Na Itália, por exemplo, eles têm um voleibol mais “quadrado”, baseado na força do saque o tempo todo e bolas nem tão velozes, já que é mais complicado passar. Por aqui, a variação de saque é a velocidade no ataque é bem maior. Além disso, o tempo de treinamento será pequeno porque logo os jogadores voltam para a seleção.

Que venha a Superliga para mostrar se o projeto do RJX foi bom ou não. A próxima temporada já começa com times fortes. A Cimed se reforçou com Giba e Gustavo. O Sesi manteve quase todo o seu elenco campeão, assim como o Sada/Cruzeiro, o atual vice. O Vôlei Futuro perdeu Vissotto e Lucão, mas apostou em Vini, Piá e Lorena. Sem falar no Montes Claros, que é sempre empurrado pela torcida. Para quem gosta de vôlei, nada melhor do que ter bons times espalhados pelo País.

Exemplos do esporte
Além do RJX, foram apresentados também os projetos sociais de Eike Batista para o vôlei, que também inclui ações sociais em favelas pacificadas do Rio e investimento em formação de jogadores. E nesta quarta também a ex-jogadora Virna anunciou um projeto de aulas de vôlei para crianças de comunidades. Bom papel do esporte, não? Um lado social muito bem explorado!

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quinta-feira, 14 de julho de 2011 Seleção masculina | 09:00

Os bigodes e as barbas seleção

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Depois de falar do vice da seleção da Liga Mundial, do desembarque, dos erros de arbitragem, vamos a um assunto bem mais leve…

Bigodes e barbas parecem ter virado moda entre os jogadores do time de Bernardinho. Lucão já adota esse visual há algum tempo e Giba sempre cultiva o “bigodon” na finais. Mas a lista ganhou novos adeptos. Depois de Marlon adotar um cavanhaque, o oposto Wallace postou uma foto em sua página no Twitter na quarta-feira ao melhor estilo “mexicano”.

Veja os barbudos ou bigodudos na galeria e, quem quiser, pode deixar um comentário falando qual o visual favorito.

P.s.: isso foi só para descontrair um pouco, logo mais eu volto a falar de coisa séria…

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quarta-feira, 6 de julho de 2011 Seleção masculina | 11:29

Virada dramática para acordar de vez na Liga Mundial

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Depois de cinco sets, o Brasil estreou com vitória sobre Cuba na fase final da Liga Mundial (veja como foi o jogo set a set). Que sufoco! Mas valeu para o time de Bernardinho acordar de vez e mostrar as suas forças nesta competição. E acho que o jogo fez bem aos nossos atletas também…

Bernardinho começou o jogo com Marlon, como a gente comentava por aqui, e voltou Leandro Vissotto na posição de oposto.  Porém o esquema não deu certo e o time não rendeu o esperado. Além de ver seus ataques pararem no bloqueio cubano, errava saque demais. E de que adianta forçar o tempo todo e errar ainda mais contra um time que só joga na força e está acostumado a pancadas?

O jogo passou a mudar no terceiro set, quanto Bernardinho trocou quatro jogadores. Pontos para o treinador! Bruno, Théo, Sidão e Giba deram um gás a mais e o ânimo que o Brasil precisava.  Além disso, a equipe passou a sacar com consciência, colocando e não apenas forçando. E vendo Sidão encaixar, mais uma vez, boas sequências. A reserva fez bem principalmente a Bruno. O levantador mostrou o volume esperado, variou as jogadas e usou todos os seus atacantes. Além disso, Théo foi seguro no ataque e Giba apresentou uma ótima forma.

Poderia ter sido mais simples e o Brasil poderia ter vencido com mais facilidade do quarto set, por exemplo, quando voltou a perder um pouco a objetividade na virada de bola. Mas, diferente das derrotas da primeira fase, o time conseguiu se segurar no momento decisivo e brilhou a estrela de Lucão, mais um que passou diversos jogos desta Liga Mundial longe de suas melhores atuações. Ele ainda vacilou no saque e pode melhorar no bloqueio, mas foi gigante no ataque. E não é sempre que um central fecha um jogo com 20 pontos!

Passado o sufuco, ficaram coisas boas e ruins. Um jogo de cinco sets logo no começo de uma semana cheia desgasta. O Brasil ainda não passou o jogo todo em seu nível ideal. Mas uma virada dá um ânimo a mais!

P.s.: No feminino, o Brasil também segue bem. A seleção principal venceu os Estados Unidos e está na semifinal da Copa Pan-Americana e a seleção de novas passou pela Polônia na Copa Yeltsin. Deu certo assistir aos jogos pela web? Alguém tentou? Eu fui vencida pelo sono…

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sexta-feira, 24 de junho de 2011 Seleção masculina | 23:54

Os altos e os baixos da vitória sobre os EUA

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O Brasil venceu os Estados Unidos pela Liga Mundial agora há pouco, por 3 sets a 1 (veja como foi a partida). O resultado dá tranquilidade ao time, já que praticamente classifica para a fase final do torneio. O jogo mostrou algumas coisas boas, como o saque e a defesa alerta. E algumas erradas, como a sequência de bolas com Lucão no terceiro set. Vamos por partes…

Há um tempo a seleção fala que deve ser mais agressiva nos jogos. Nesta noite, acho que o Brasil conseguiu essa agressividade e, o mais interessante, desde o começo do jogo. A equipe nacional abriu em todas as parciais logo no começo, impondo ritmo. Pena que ainda faltou um pouco manter esse ritmo… Só que dessa vez, o Brasil voltou logo a dominar e arrumar os erros, diferente da derrota em casa lá em Belo Horizonte, quando estava com o set nas mãos e vacilou. Por isso, venceu e venceu com uma certa facilidade.

O time ainda mostrou volume na defesa. Que os Estados Unidos são chatos e sabem defender, a gene está cansado de saber. Mas o Brasil também soube se posicionar no fundo de quadra. Serginho e Murilo estavam alertas e, para completar, o contra-ataque foi eficiente. Ponto positivo.

O negativo foi o vacilo do terceiro set. A seleção tinha tudo para fechar em 3 a 0, mas se perdeu no ataque na terceira parcial. Exemplo disso foram três bolas seguidas para Lucão. O central errou a primeira, e Bruninho insistiu na jogada. Depois, deu mais uma para Lucão. Só que ele estava marcado e desestabilizado e o resultado foi os Estados Unidos abrindo no placar. Tudo bem que dar uma bola para quem errou é uma estratégia para dar moral ao jogador. Mas se ele erra, ele se perde, como aconteceu naquele momento com Lucão.

Bruninho também demorou a acertar o tempo certo com Théo, que entrou no lugar de Vissotto, que sentiu uma fisgada na virilha, logo no começo da partida. Théo isolou algumas bolas, bateu outras na rede, mas, no geral, se saiu bem e foi quem mais colocou bola no chão. Sinal de que o Brasil tem banco, como sempre.

Falando em banco, acabou a ansiedade de Dante! Antes dos jogos contra Porto Rico, falei com ele no ginásio e ele brincou, dizendo que preferia ir para casa a ficar de fora. Nesta noite ele entrou improvisado na inversão do 5-1, ficou pouco tempo em quadra, mas sentiu o gostinho de jogar (pena que quem estava acompanhando pela TV não viu orque foi justo no momento da queda do sinal!). E esse é o caminho. É melhor voltar com calma e garantir o jogador inteiro para a fase final.

Sábado tem mais Brasil x Estados Unidos. Será que vem o 3 sets a 0? Basta se concentrar e evitar os vacilos do terceiro set desta noite porque os Estados Unidos são muito bons no saque e na defesa, mas também tem seus altos e baixos.

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quarta-feira, 11 de maio de 2011 Diversos, Superliga | 19:06

Lucão, Tandara, Fernanda Garay… os negócio desta quarta

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Por que eu fui dizer que a terça-feira estava um dia calmo no mercado do vôlei? Pois nesta quarta foi uma novidade atrás da outra! Vamos a um resumo com as principais negociações do dia e alguns pitacos sobre as novidades. E é claro, quem quiser pode comentar também!

Chegadas e saídas do Vôlei Futuro

Lucão é o novo reforço do RJX

Lucão é o novo reforço do RJX

Lucão, mesmo com contrato de dois anos com o time de Araçatuba, acertou a sua saída, vai pagar multa e assinar com o RJX, time que o empresário Eike Batista montou no Rio de Janeiro. Vantagem para os cariocas pela qualidade do jogador. E uma falta e tanto para o Vôlei Futuro. Foi exatamente na volta de Lucão após a cirurgia na mão que a equipe se achou e conseguiu se entrosar e ganhar ritmo na Superliga. Ele foi peça fundamental e, agora, está indo embora.

O Vôlei Futuro, entretanto, trouxe, segundo o jornal Folha da Região, o oposto Lorena (leia mais). Ele é um excelente jogador, com muita raça e, se se adequar à velocidade de Ricardinho, dará trabalho. Basta saber como será a convivência na equipe, já que os dois jogadores têm temperamentos fortes. Pelo menos é o que parece…

O jornal também coloca o líbero Thiago Brendle, ex-Vivo Minas, em Araçatuba. E Mário Jr? Pela atuação nos playoffs da Superliga, Brendle merece destaque. É melhor ter cuidado!

No feminino, Ana Cristina confirmou que segue na equipe. Apesar da baixa estatura, ela é razoável na posição, mas poderia ter conseguido usar mais Fabiana, uma excelente central, na última temporada. Faltou entrosamento entre as duas. Para o ataque, Fernanda Garay está de volta depois de passagem pelo Japão. Vamos ver como Ana Cristina se adaptará as suas atacantes dessa temporada.

Novidades no Sollys/Osasco

Tandara assume vaga de oposta no Sollys/Osasco

Tandara assume vaga de oposta no Sollys/Osasco

Tandara chega para ser a nova oposta, já que Natália será a ponteira do Unilever. Ju Costa também estaria certa como ponteira para a vaga que deve ser deixada por Jaqueline (leia mais). Conversei com Murilo hoje e ele disse que a esposa ainda não assinou com o Sesi. As negociações continuam… Além disso, depois de Adenízia, Thaísa e Camila Brait são outras titulares renovadas.

Tandara e Ju Costa têm características parecidas. As duas são atacantes fortes e que jogam na raça. Podem dar um ânimo diferente ao time de Osasco.

Por enquanto, parece que as potências do vôlei feminino seguirão no eixo Rio-São Paulo. A Unilever conseguiu formar uma grande equipe muito forte segurando suas principais jogadoras e fechando com Natália. Ainda falta uma levantadora. Bernardinho disse após treino com a seleção masculina, que Fernanda Venturini tem interesse em voltar. Mas será que ela ainda está preparada para jogar no alto nível depois de quatro anos de ausência?

Por aqui, o Sollys/Osasco já garante a segurança entre Fabíola com Ju Costa, por exemplo. E o Sesi, se confirmar Jaqueline, Dani Lins e Fabiana como estão comentando, também já nasce com um time entrosado graças à seleção brasileira. Será que o Minas consegue entrar na briga? Em quem vocês apostam?

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sábado, 9 de abril de 2011 Superliga | 12:59

Vôlei Futuro faz festa em casa e segue vivo na Superliga

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*atualizado às 19h24

O jogo deste sábado já tinha um tom de desabafo antes mesmo de começar. Do lado do Vôlei Futuro, a bandeira contra o preconceito e a homofobia. Do lado do Sada/Cruzeiro, a vontade de mostrar que, em meio a toda a polêmica, o foco era o foco. E depois de uma festa bonita em Araçatuba e um jogo equilibrado, os donos da casa venceram e empataram a série semifinal. A decisão ficou mesmo para a próxima partida…

Os dois primeiros sets deste sábado foram um pouco fora que era esperado. No primeiro, o Cruzeiro venceu com facilidade. No segundo, foi o Vôlei Futuro quem dominou. Já a partir da terceira parcial, o equilíbrio apareceu. O time mineiro voltou a vencer porque conseguiu abrir no final com Filipe no saque. Depois, os anfitriões cresceram no bloqueio, fizeram 4 a 0 no 4º set e empataram. No tie-break, mais equilíbrio, lindos bloqueios (até o levantador William parou o cubano Camejo!) e ponto de saque para liquidar a partida. No final, 3 sets a 2 para o Vôlei Futuro.

Bandeirão do Vôlei Futuro na semifinal

Bandeirão do Vôlei Futuro na semifinal

Essa partida deixa lições fora e dentro da quadra. Fora, nas arquibancadas, a torcida de Araçatuba fez uma bela festa. Eles torceram com o time, vibraram, pressionaram e seguiram na luta contra o preconceito, com bate-bate com o nome de Michael na cor rosa, bandeirão e o que tinham direito. Os jogadores atuaram com uma faixa colorida na manga esquerda e Mário Jr, com uma camisa com as cores do arco-íris. Como já disse aqui, acho que a torcida deve se pronunciar, empurrar o time e tentar atrapalhar o adversário. Esse é o seu papel. Mas tudo isso com respeito. E foi o que aconteceu neste sábado.

Em quadra, tivemos alguns duelos particulares. Os dois levantadores, William e Ricardinho, viram seus atacantes no bloqueio simples. Mas o mineiro teve a bola na mão quase todo o tempo, enquanto o paulista reclamou, e muito, da sua recepção. Entre os opostos, acho que Wallace foi melhor. Ele tem uma impulsão de dar inveja e estava em seu dia hoje. Vissotto demorou a entrar no jogo, fez um ótimo segundo set, mas depois caiu um pouco novamente. Nas pontas, a melhor foi para o Vôlei Futuro, com Dentinho e Camejo. Dentinho foi a vibração e Camejo, a força no ataque e no saque. Um cubano com potência de cubano! Na rede, Acácio e Lucão fizeram o seu papel. No fundo, os mineiros foram melhores, mas só ter passe na mão e não definir no finalzinho, não adianta…

O Vôlei Futuro venceu, na minha opinião, mesmo não tendo um elenco tão homogêneo como o Sada/Cruzeiro. Eles venceram porque ganharam corpo ao longo do jogo, encaixaram o ataque e se arrumaram no saque. As pancadas e Michael, Camejo e Lucão no serviço fizeram a diferença. Além disso, como já comentaram por aqui, também ganharam alguns pontos em marcações duvidosas da arbitragem. Se havia alguma dúvida, o time da casa era beneficiado. Ainda assim, acho que isso não atrapalhou o bom equilíbrio do jogo.

A série está ainda mais aberta. O terceiro jogo, mais uma vez em Contagem, será outro clássico, sem dúvida. Só espero que a torcida compareça em peso e torça muito, mas com respeito porque dentro de quadra temos jogadores para um belo voleibol.

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sexta-feira, 25 de março de 2011 Superliga | 20:29

Vôlei Futuro cresce, e muito, e vai para a semifinal

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O Vôlei Futuro era a promessa para essa Superliga. O time teve tropeços, lesões e chegou aos playoffs na sétima colocação. Mas eles cresceram, e como cresceram nessas quartas de final. Por isso dominaram a Cimed e venceram por 3 sets a 0 em um jogo que as coisas só davam certa de um lado.

O time de Florianópolis estava tenso em quadra e já começou com falhas, com um saque pouco eficiente. Bob até que virou bem, mas o sistema defensivo não colaborou.Do outro lado, tudo certo. Aquela famosa combinação de saque e bloqueio apareceu muito bem. O saque de Lucão e Michael fez estragos. E os centrais também marcaram na rede. Foram 13 pontos de bloqueio contra apenas um da Cimed! Desse jeito, ficou fácil para o Vôlei Futuro abrir no placar e fechar a série (leia mais detalhes sobre a partida).

E sabe o que chama a atenção? O time de Araçatuba não venceu apenas porque tem os “galácticos” Ricardinho, Leandro Vissotto ou Lucão. Eles fizeram, sim, a sua parte. Mas Michael dominou no saque nos dois jogos da série. Camejo, que errou no primeiro jogo, estava inspirado nesta noite. Mas o destaque foi Dentinho. Ele seria o ponteiro passador, mas foi uma arma no ataque e no bloqueio e o maior pontuador do jogo. O time de estrelas virou um conjunto de verdade.

Já a Cimed fica pela vez na sua história fora da final. E o time viveu um momento inverso ao do Vôlei Futuro. Enquanto o time de Araçatuba vinha crescendo desde o returno, eles se perderam com a lesão de Bruninho e chegaram a essas quartas sem o embalo conhecido. Gosto amargo da eliminação de um lado e festa com a inédita vaga na semifinal do outro.

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  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. Última