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sábado, 20 de junho de 2009 Seleção masculina | 12:19

Brasil vai para quadra “redondo” e vence a Finlândia

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Esta era a seleção masculina que eu estava esperando ver em quadra. Com Thiago Alves na ponta e Leandro Vissotto como oposto, o Brasil ficou “redondo”. O ataque melhorou muito em relação ao primeiro jogo contra a Finlândia, Bruninho variou e acelerou bem mais as jogadas e o time venceu por 3 sets a 0 (veja como foi a partida no post abaixo).

Depois do sufoco dos 3 a 2 no jogo de sexta-feira, a seleção veio para quadra muito mais concentrada e parecia um outro time. Além de Thiago Alves e Vissotto, Sidão assumiu o lugar de Rodrigão no o meio-de-rede e, com ele, a equipe verde e amarela ganhou mais um saque forçado. Enquanto isso, os finlandeses não encaixaram o serviço e se perderam no ataque.

Nesta manhã, o Brasil chegou inteiro no bloqueio, muito criticado por Bernardinho na sexta-feira, e colocou pressão o tempo todo nos rivais. Lembrou até o jogo da seleção feminina, que sabe armar a sua parede. Com isso, os europeus erraram muito mais ao tentar se livrar do bloqueio nacional.

Mas o que foi mesmo bonito de se ver neste sábado foi a evolução de Bruninho. Ele acelerou o jogo, abusou do entrosamento com Thiago Alves e usou muito bem Vissotto, que acertou quase todos os ataques. Com isso, a seleção aproveitou muito mais os contra-ataques, já que a defesa estava em ótimo dia e acreditava em todas as bolas.

O Brasil também não chegava para atacar com bloqueio triplo armado, como na sexta. E, se chegasse, era na segurança com Vissotto, que conseguia passar por cima, com seus 2, 12m, ou tinha visão para explorar. Falando nisso, vamos fazer justiça. No geral, os brasileiros tiveram mais visão de jogo. Ninguém estava querendo soltar o braço e sim, pensar antes de bater para achar o melhor espaço na quadra do adversário. Por isso que a seleção, logo no primeiro set, fez 17 pontos de ataque contra apenas 10 dos finlandeses e manteve o ritmo toda a partida.

Bernardinho também usou Raphael e Rivaldo, na inversão do 5-1, e o levantador reserva entrou e manteve o ritmo acelerado do jogo. Ou seja, a renovada seleção em gente boa em quadra e também no banco de reservas. Lógico, ainda é o começo de um novo trabalho, mas temos excelentes jogadores para treinar e manter o Brasil no topo.

E para você? Qual a melhor formação do Brasil? E o que achou da atuação desta manhã? Mande a sua opinião para o Mundo do Vôlei!

Notas relacionadas:

  1. Brasil 3 x 2 Finlândia
  2. Previsível, Brasil sofre com saque e bloqueio da Finlândia
  3. Brasil 3 x 0 Finlândia
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , ,

Seleção masculina | 12:08

Brasil 3 x 0 Finlândia

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1º set
Brasil sai na frente e consegue impor o seu ritmo de jogo. Com Leandro Vissotto como oposto no lugar de Rivaldo e Thiago Alves na ponta no lugar de Giba, a seleção acertou mais contra-ataques e abriu vantagem. Chegou a ficar 17 a 10 e depois, 20 a 13. Com facilidade, time brasileiro venceu por 25 a 17.

2º set
Finlândia marca o primeiro ponto, mas o Brasil logo empata com Thiago Alves na ponta. Como na primeira parcial, seleção verde e amarela segue virando mais contra-ataques e logo assume a liderança. Assim como no primeiro jogo contra a Finlândia, Lucão força o saque e abre 12 a 7 com um serviço que quebrou o passe e outro ponto direto. Com um bonito contra-ataque, que teve defesa de Serginho, levantamento de uma mão de Bruninho no tempo atrás e ataque certeiro de Sidão, Brasil chega a 16 a 11. Em outro ponto nacional, a vantagem da altura. Sem pular, Lucão só empurrou uma bola que sobrou em cima da rede(18 a 12). Finlândia diminui com três pontos diretos, mas seleção mantém o bom ritmo e fecha em 25 a 19 em um ace de Sidão.

3º set
Brasil começa o set com Éder no lugar de Lucão no meio-de-rede e, mais uma vez, na frente, com 3 a 1, com um ace de Thiago Alves. Com contra-ataques e bloqueio perfeito, a seleção brasileira domina a parcial e faz 9 a 5. Enquanto Siltala está bem marcado, a Finlândia consegue pontos com o número 7, o ponta Hietanen, e diminui a vantagem nacional para apenas dois pontos. Depois, cai para apenas um no ace do levantador Markkula (12 a 11). Finlândia segue pressionando, mas o Brasil deslancha depois de um erro e um levantamento acelerado de Serginho, líbero nacional, com Sidão (23 a 17). Após dois erros de ataque, com Murilo e Thiago Alves, o capitão crava e faz 25 a 20 e o Brasil vence por 3 sets a 0.

Notas relacionadas:

  1. Brasil 3 x 1 Polônia
  2. Brasil 3 x 2 Finlândia
  3. Previsível, Brasil sofre com saque e bloqueio da Finlândia
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

sexta-feira, 19 de junho de 2009 Seleção masculina | 13:14

Previsível, Brasil sofre com saque e bloqueio da Finlândia

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O começo da segunda rodada da seleção masculina na Liga Mundial foi mais complicado do que era esperado. No sufoco e sofrendo com saque e bloqueio da Finlândia, o Brasil suou para vencer por 3 sets a 2 (veja como foi o jogo no post abaixo) nesta manhã em Brasília na volta de Giba e Rodrigão ao time titular.

Giba ataca com bloqueio triplo - AFPO time da Finlândia não tem grande tradição no vôlei mundial, mas não se intimidou e usou o que tem de melhor para complicar a vida do Brasil: o saque forçado. Durante todo o jogo, os europeus dificultaram o passe brasileiro e Bruninho, que ainda não está perfeitamente entrosado com o resto da equipe, foi previsível em muitas jogadas (Pierre, leitor do Mundo do Vôlei, já tinha feito essa crítica nos jogos contra a Polônia). Com isso, quase sempre os atacantes nacionais chegavam para bater com bloqueio armado e muitas vezes triplo. E aí, faltou a malícia. Se tem uma parede na sua frente, para que atacar com força? É melhor explorar ou tentar largar. Enquanto os poloneses conseguiram fazer exatamente isso, o Brasil só se acertou um pouco com Giba e em alguns lances de Rivaldo.

A equipe de Bernardinho ainda apresenta altos e baixos. Algumas vezes, Bruninho consegue acelerar com Rivaldo e Murilo, o que já é uma melhora em relação às primeiras partidas. Mas esses dois atacantes ainda não estão na melhor forma. Já Lucão fez mais uma boa partida. De novo, foi bem no ataque e decisivo no saque, sempre muito forçado. A recepção brasileira também esteve bem nesta manhã, estava melhor posicionada e recuperou diversas bolas. Mas, voltando ao problema do ataque, nem sempre todo o esforço do fundo resultava em ponto.

A seleção ganhou experiência com Giba e Rodrigão em quadra. Porém ainda precisa amadurecer no conjunto e nem era esperado que todos já estivessem “no ponto” na terceira partida. Mas eu contava mais com alguns jogadores, como Murilo. Ele é o capitão do time, mas não mostrou liderança. E foi mais um que não soube se virar com bloqueio armado. Ainda falta alguém que bata no peito e chame a responsabilidade.

É um time novo, que está se conhecendo e, mesmo com tropeços, conseguiu se achar de alguma maneira e vencer. No saque por exemplo, os brasileiros viram que, depois de tanta pancada, tirar o peso atrapalharia a Finlândia. Lideram o terceiro set e o tie-break com essa tática. Venceram, mas ainda precisa melhorar.

E você, o que achou de mais esse jogo da seleção na Liga Mundial? Dê a sua opinião!

Notas relacionadas:

  1. Brasil 3 x 1 Polônia
  2. Saque e bloqueio dão vitória sobre a Polônia
  3. Brasil 3 x 2 Finlândia
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

Seleção masculina | 13:08

Brasil 3 x 2 Finlândia

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1º set
Finlândia começa forçando muito o saque e quebrando a recepção brasileira, que sofre para passar pelo bloqueio. O primeiro ponto de fato do Brasil, já que a Filândia deu um de graça no erro de saque, sai na bola rápida com Lucão, a segurança do time. E ele recoloca o Brasil no jogo com ponto de saque. Com ponto de bloqueio, primeiro do jogo, seleção vira no 8 a 7. A Finlândia, com bloqueio bem armado, segura os ataques nacional e não diexa o time abrir no placar. Brasil cresce com 20 a 19 com Lucão no saque e fecha no 25 a 22 com bola de cheque de novo central.

2º set

De novo a Finlândia sai na frente no placar. Assim como no primeiro set, os europeus forçam o saque, atrapalham o passe brasileiro e abrem 7 a 3. Finlandeses seguem com a combinação saque forçado e bloqueio e Brasil não encontra espaço. O bloqueio nacional não consegue segurar os rivais e o oposto Siltala e o ponteiro Oivanen Mi estão atacando com facilidade. Brasil encosta no 19 a 20 com bloqueio de Rivaldo. Repetindo a primeira parcial mais uma vez, seleção só cresceu no final do set e, com bloqueios de Rivaldo e um ataque de Rodrigão que sobrou na ponta, vira em 22 a 21. Depois de perder três set points e Murilo atacar no bloqueio, Lucão erra pelo meio e Finlândia fecha em 28 a 26.

3º set

Brasil começa na frente pela primeira vez no jogo, mas os adversários seguem colados na seleção todo o tempo. Só abre 13 a 10 no saque forçado de Lucão e passe errado dos europeus. Vantagem aumenta com Rodrigão, que desequilibrou com o serviço não forçado, para 21 a 14. Seleção amplia para 23 a 15 com Brunhinho no saque, enquanto os finlandeses se perderam em quadra. Brasil fecha em 25 a 16 com contra-ataque depois de um ataque errado da Finlândia e fundo com Murilo, capitão do time.

4º set
Parcial começa empata e tem um lindo rali logo no segundo ponto. Depois de belas defesas, bola sobra espetada para Giba, que larga e Brasil faz 2 a 2.Aos poucos, o bloqueio brasileiro se encaixae time vira em 6 a 5. Mas, do outro lado, o bloqueio finlandês segue lendo bem as jogadas nacionais e assume a liderança com 11 a 10 no placar. Brasil retoma a liderança ponto direto de saque de Murilo (14 a 12) e consegue segurar a vantagem com a melhora no ataque e no bloqueio. Mas a Finlândia não desiste, passa a frente no 20 a 19, com bola fora de Lucão, segura o jogo e fecha em 25 a 23, empatando mais uma vez o jogo.

5º set
Brasil começa mais concentrado e se aproveita de alguns erros da Polônia para abrir no placar. Além disso, consegue voltar a variar bem o saque e quebrar o passe adversário. Dominando o jogo pela primeira vez, o Brasil fechou em 15 a 9 no erro de saque finlandês e venceu o jogo por 3 sets a 2.

Notas relacionadas:

  1. Será que agora Giba volta ao Brasil?
  2. Brasil 3 x 1 Polônia
  3. Nova seleção masculina estreia com vitória
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

terça-feira, 16 de junho de 2009 Seleção masculina | 21:51

Nova seleção masculina passa no teste e é aprovada

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A jovem seleção masculina venceu os dois primeiros confrontos na Liga Mundial, contra a Polônia no final de semana, e agradou aos leitores do Mundo do Vôlei. A maioria gostou do desempenho do Brasil em São Paulo e espera bons resultados neste novo ciclo olímpico.

Como ressaltou a leitora Patrícia Silva, o levantador Bruninho ainda está se acostumando com o ritmo dos novos companheiros, mas foi muito bem com os velhos conhecidos da Cimed Lucão e Éder. Ele também conseguiu impor mais velocidade na segunda partida, ao jogar com Thiago Alves como ponteiro, mais um companheiro do time catarinense. Para o leitor Erick, Bruno é muito bom e tem condições de comandar o ataque brasileiro por muito tempo.

Mas Bruninho ainda precisa de mais tempo e entrosamento com os demais jogadores, os desconhecidos. O leitor Pierre reclamou do jogador e nisso eu concordo com ele. “É mais ousado que seu antecessor, mas isso não basta. Levantamento é arte de fazer escolhas revelando-as no último segundo: um ataque previsível é resultado de um levantamento previsível”, afirmou em seu comentário.

Seleção masculina - Divulgação/FIVBO levantador brasileiro tem que se adaptar aos demais e não ficar apenas com as bolas altas, como fez com Rivaldo e João Paulo, principalmente na partida de sábado. E também usar melhor Murilo, que joga na velocidade e sem o tempo ideal, recebeu bolas altas e não soube virar, ficando diversas vezes no bloqueio polonês, como apontou o leitor Logan Ton.

Para Pierre, defesa reagiu bem, mas o bloqueio ainda não mudou com a altura. Nisso eu tenho que discordar. No final do primeiro set da primeira partida, foi com a entrada do Leandro Vissotto, de 2,12m, que o Brasil cresceu e ganhou moral com pontos de bloqueio para virar a partida. O central Lucão virou o homem de segurança no ataque, no bloqueio e no saque com seus 2,09m.

O melhor dessa seleção, como disseram as leitoras Elaine Silva e Karla Dantas, foi o poder de reação. Saiu atrás no primeiro jogo, virou e manteve o ritmo na segunda partida. Mas ainda é um time novo, como afirmaram todos os leitores. “Essa é uma nova seleção que está começando um novo ciclo olímpico. Tudo deve ser feito com calma”, comentou Patrícia Silva. Lógico que o time apresenta problemas, principalmente de falta de entrosamento e falhas na recepção, mas isso só virá com treinos e competições.

Além disso, os adversários do Brasil na primeira fase da Liga Mundial são simples e ajudam a dar mais estabilidade a essa nova equipe. O choque mesmo, como falou Patrícia, será na fase final. Quero ver como essa seleção alta, cheia de vontade, se comporta diante de potências como Rússia e Estados Unidos. E é para isso que servem os veteranos do time. Eles devem passar experiência aos jovens e segurar os nervos. Devolver ao time uma liderança, que como observou Pierre, não foi vista nos primeiros jogos aqui em São Paulo.

Essa é a visão de vocês, leitores! Um bom elenco o Bernardinho tem nas mãos. Agora é trabalho e mais trabalho.

Notas relacionadas:

  1. Técnico da seleção apenas na seleção
  2. Levantadora nova, time novo
  3. Nova seleção masculina estreia com vitória
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , ,

domingo, 14 de junho de 2009 Seleção feminina, Seleção masculina | 15:32

Saque e bloqueio dão vitória sobre a Polônia

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A seleção masculina voltou para a quadra do ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, na manhã deste domingo e venceu de novo a Polônia, agora por 3 sets a 0 (25/20, 25/20 e 25/15). Mas agora, no segundo jogo, o novo time brasileiro relaxou, jogou mais solto e encontrou uma formação melhor em quadra.

Nesta manhã, o central Sidão entrou no lugar de Éder e Thiago Alves ganhou o lugar de João Paulo na ponta. Pelo meio, a mudança não foi tão significativa. Mas a entrada de Thiago Alves deu mais volume à defesa brasileira e mais agilidade ao ataque, já que Bruninho conhece muito bem o novo atacante, seu companheiro de Cimed.

Além de melhorar no fundo de quadra, com passe mais redondo para o levantador e recepção mais consistente. O Brasil acertou o saque neste domingo. Desde o primeiro set, os jogadores entraram forçando e neutralizaram o meio da Polônia, grande arma do time europeu. Só no primeiro set foram quatro pontos diretos no fundamento. E o serviço se manteve forçado e eficiente durante toda a partida.

O bloqueio também estava melhor posicionado neste domingo e acertou o tempo dos poloneses desde o primeiro set. Com saque e bloqueio, o Brasil conseguiu abrir vantagem e se impor em todos os sets. O problema ficou nos contra-ataques. Apesar da defesa alerta, os atacantes desperdiçaram algumas bolas e isso precisa melhorar.

O balanço dos primeiros jogos da nova seleção é positivo. Foi superada a ansiedade da estreia em um ginásio lotado. E o time rendeu mais com Thiago Alves que, apesar de ser mais baixo que João Paulo, tem velocidade no ataque e já está totalmente entrosado com Bruninho. Além disso, a nova seleção já mostrou que a altura ajuda e muito. Quem tem mais de 2,00m saca melhor e bloqueia melhor. Isso é visto nos centrais. Lucão, Éder e Sidão sacam muito bem e são paredes no bloqueio, além de terem versatilidade no ataque. Lucão, em diversas jogadas, chegou com bloqueio armado e parou para pensar e largar antes de soltar o braço e correr o risco de levar um “toco”. Ajustes ainda são necessários, como na defesa, na recepção e no contra-ataque, mas esse time tem tempo e talento suficiente para se arrumar neste novo ciclo olímpico.

Ouro para as mulheres

Já a seleção feminina, que passa por uma renovação bem menos radical que a masculina, venceu neste domingo a Itália e faturou o penta no Montreux Volley Masters.

Mas o melhor resultado deste torneio é ver que o time não se perdeu sem a levantadora Fofão. Ana Tiemi e Dani Lins estão preparadas para assumir o posto da veterana. E a equipe feminina também está mais alta e consegue pressionar e muito no bloqueio. Zé Roberto terá trabalho para definir quem será titular e reserva. No meio, Carol Gattaz teve um retorno arrasador. No ataque, Natália tem o vigor e a potência da juventude. E também tem Adenísia, que fez uma excelente Superliga pelo extinto Finasa/Osasco. Sem contar com as veteranas como Sheilla, Mari, Sassá, Jaqueline…

E você? O que achou das nossas seleções? Aprovou o começo de temporada de homens e mulheres? Assistiu ao jogo dos meninos no Ibirapuera? Deixe a sua opinião! Depois eu volto com o balanço com o que vocês acharam das nossas seleções Até!

Notas relacionadas:

  1. Primeiro torneio, primeiro jogo, primeira vitória
  2. Brasil 3 x 1 Polônia
  3. Nova seleção masculina estreia com vitória
Autor: Aretha Martins Tags: , , , ,

sábado, 13 de junho de 2009 Seleção masculina | 12:25

Nova seleção masculina estreia com vitória

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A renovada seleção masculina foi apresentada ao público brasileiro nesta manhã na vitória por 3 sets a 1 sobre a Polônia na estreia na Liga Mundial (veja como foi o jogo no post abaixo). Brasil busca o oitavo título da competição e, diante do ginásio do Ibirapuera lotado, demorou a se encontrar em quadra, mas cresceu ao longo do jogo e já mostrou as suas forças para o novo ciclo olímpico.

A potência do novo time de Bernardinho está no saque. Quase todos os jogadores têm um serviço muito forçado, como Bruninho, Lucão, Rivaldo e Murilo. No jogo desta manhã, o Brasil não saiu forçando, mas quando acertou o tempo, dificultou para os poloneses.

Entretanto, a seleção brasileira sofreu com o bloqueio bem posicionado e falta de entrosamento entre atacantes e levantadores. Bruninho não conhecida Rivaldo (oposto), e João Paulo (ponta), além de ter jogado pouco com Murilo (ponta). Com isso, nos primeiros sets, Bruninho soltou mais bolas altas e com pouca velocidade, deixando bem mais simples para o bloqueio adversário. Tudo melhorou a partir da terceira parcial. Jogando mais solto, o Brasil conseguiu variar no ataque e furou o bloqueio adversário e venceu sem grandes dificuldades. Rivaldo se acertou com Bruninho e Murilo se soltou mais.

A bola de segurança do Brasil é o meio-de-rede por um motivo simples: Bruninho joga ao lado de Lucão e Éder no Cimed e está perfeitamente entrosado com os dois. Poderia ter usado mais esse recurso na partida deste sábado, mas sofreu com o passe, que chegou muitas vezes quebrado e longe da rede. A defesa ainda não se arrumou. Apesar disso, quando a bola chegou para Lucão, o central cravou na quadra adversária. Ele promete dar trabalho aos rivais.

Quem promete complicar também é o gigante Leandro Vissotto, de 2,12m. Foi com a entrada dele que o Brasil reagiu no final do primeiro set. Ele bloqueia e ataca com muita facilidade e merece seu espaço.

Esse é o novo Brasil. Ainda deve acertar o tempo de bola e a defesa, mas tem potencial para crescer. Tanto que conseguiu crescer ao longo do jogo e depois de um começo com muitos erros, fechou o jogo com bons saques e contra-ataques.

E você? O que achou da esteia da nova seleção? Foi ao ginásio do Ibirapuera? Deixe o seu comentário e colabore com o Mundo do Vôlei!

Notas relacionadas:

  1. Técnico da seleção apenas na seleção
  2. Novatos roubam lugar de olímpicos na seleção
  3. Levantadora nova, time novo
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Seleção masculina | 12:20

Brasil 3 x 1 Polônia

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1º set
Jogo começou a favor da Polônia, que veio forte no bloqueio. Enquanto do lado brasileiro, o bloqueio chegava atrasado, no lado da Polônia os jogadores não deixavam espaços. Além disso, o Brasil errou muito, principalmente nas finalizações. Foram 8 erros contra apenas 4 dos adversários no primeiro set. A seleção conseguiu complicar o jogo com saque forçado e com a inversão do 5-1, com o oposto Leandro Vissotto e levantador Marlom. Mas o bloqueio era mesmo a chave da Polônia, que fechou o set com um ponto neste fundamento em 25 a 23.

2º set
Brasil achou o seu tempo de bloqueio, com o central Éder chegando mais para ajudar as pontas. Mesmo com passe irregular e poucas bolas de meio, a seleção conseguiu variar mais o ataque. Com isso e um saque forçado, a equipe nacional abriu vantagem e segurou o jogo. Apesar do domínio, o Brasil ainda desperdiçou alguns ataques, com Murilo e João Paulo. Já a Polônia não conseguiu mais bloquear tanto e perdeu por 25 a 18.

3º set
Polônia sentiu a falta de Kurek, homem de segurança do time que saiu depois de um entorse no tornozelo no final do set anterior, e começou a parcial mais apáticas e com erros no ataque. Brasil abriu 6 a 0 no placar. A vantagem aumentou para 8 a 1 com mais um ataque errado da Polônia, pelo meio-fundo. Os europeus voltaram para o jogo com bons ataques de Bartman. A vantagem caiu para apenas três pontos (23 a 20). Mas, com variação de jogadas e Lucão mais acionado e virando pelo meio, Brasil segurou bem e fechou em 25 a 20 com bloqueio de João Paulo e Lucão.

4º set
Brasil já começou com saque forçado e manteve o domínio em quadra. Com um bom serviço, o bloqueio funcionou mais e colocou pressão nos poloneses. Murilo cresceu na partida e se tornou mais uma boa opção para Bruninho no ataque. Além disso, a seleção aproveitou os contra-ataques e segurou a vantagem. Com uma cravada de Lucão, Brasil fechou o set em 25 a 19 e levou o jogo por 3 sets a 1.

Notas relacionadas:

  1. Será que agora Giba volta ao Brasil?
  2. Novatos roubam lugar de olímpicos na seleção
  3. Levantadora nova, time novo
Autor: Aretha Martins Tags: , , , ,

sexta-feira, 12 de junho de 2009 Seleção feminina, Seleção masculina | 20:04

Levantadora nova, time novo

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A seleção feminina venceu a Polônia na tarde desta sexta-feira e está classificada para a semifinal do Montreux Volley Masters. Time de Zé Roberto teve mais dificuldade que o esperado contra as polonesas, mas ganhou forças com sua nova levantadora.

O técnico brasileiro havia escolhido Dani Lins para ser o novo coração da equipe nacional. Ela ficaria com a vaga de titular deixada por Fofão, que se aposentou da seleção no ano passado. Dani teve que esperar para jogar com a camisa verde e amarela. Ainda se recuperando de uma entorse no pé, ela entrou em poucas passagens contra Alemanha e China, mas fez a diferença nesta tarde.

O Brasil começou perdendo e, de novo, com erros na defesa e recepção. A Polônia se aproveitou e tomou conta da partida. Entretanto, a seleção brasileira cresceu com ataques de Sassá e fechou o primeiro set por 25 a 18. Na parcial seguinte, mais uma vez, domínio das polonesas, que agora se aproveitaram dos erros do Brasil, que além do fundo, desperdiçava no ataque. Final, 26 a 24 para as europeias.

Foi aí a vez de Dani Lins estrear de fato na seleção. Ela entrou e mudou a cara do time. Com maior potência no ataque, o Brasil passeou no terceiro set, por 25 a 15 e no quarto, por 25 a 13. 3 sets a 1 no placar e a vaga na semifinal do torneio suíço. A seleção brasileira vai encarar a Holanda no sábado. A final está marcada para domingo.

Até agora, a equipe nacional está bem. Ainda precisa acertar o passe, mas tem gente que sabe resolver no ataque, como Sheilla, Sassá, Mari e as centrais. Dani Lins será a titular do time, mas terá uma reserva de luxo, afinal, Ana Tiemi é alta e uma força no bloqueio. E o bloqueio, que não apareceu tanto contra a Polônia, é a grande arma do time. E ganhou o reforço de Caroz Gattaz, que segue líder das estatísticas nesse fundamento. Um bom começo de temporada e grandes chances de título.

Começo também para os homens

Agora quem precisa mostrar a sua nova cara para o público é a seleção masculina, que estreia neste sábado na Liga Mundial contra a Polônia no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. A partida está marcada para às 10h (horário de Brasília) e todos os ingressos estão esgotados.

Diferente das mulheres, os homens de verde e amarelo têm mais caras novas e algumas nem tão conhecidas do público nacional. Os opostos Rivaldo e Leandro Vissotto, o levantador Raphael e o ponta João Paulo Bravo são exemplos de destaques do voleibol italiano. Mas também tem gente conhecido da Superliga como Thiago Barth, Thiago Alves, Bruninho…

Resta saber como eles vão se comportar juntos, pela primeira vez diante da torcida, contra um rival de peso como a Polônia, que também passa por uma fase de renovação. Os veteranos Rodrigão e Giba foram os últimos a se apresentar ao time e estão fora da estreia em São Paulo. Na pré-temporada, o Brasil fez seis jogos em um torneio na França e venceu todos. Agora é para valer. Boa sorte aos novos meninos do Brasil!

A seleção brasileira conta com: Bruninho, Raphael e Marlom (levantadores); Leandro Vissotto, Rivaldo e Leandrão (opostos); Éder, Sidão, Rodrigão, Lucão e Thiago Barth (centrais); Murilo, Giba, Wanderson, Léo Mineiro, João Paulo e João Paulo Bravo (pontas); Mario Jr e Serginho (líberos).

E você? Vai assistir aos jogos do Brasil em São Paulo? Mande o seu comentário e conte o que achou!

Notas relacionadas:

  1. Técnico da seleção apenas na seleção
  2. Primeiro torneio, primeiro jogo, primeira vitória
  3. Parede brasileira segura a China no Montreux Volley Masters
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quarta-feira, 8 de abril de 2009 Seleção masculina | 19:27

Novatos roubam lugar de olímpicos na seleção

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A prometida renovação da seleção masculina de vôlei depois da conquista da medalha de prata na Olimpíada de Pequim continua. A Federação Internacional de Vôlei divulgou nesta quarta-feira a lista dos convocados para a Liga Mundial, e Bernardinho chamou algumas caras novas e deixou de fora André Nascimento, André Heller e Marcelinho. Vamos aos convocados! As novidades estão em destaque.

Levantadores:
- Bruno Resende (Cimed): finalmente terá o espaço para se firmar como titular e provar que tem sim talento e não é apenas o filho do técnico
- Marlon (São Bernardo): já é experiente e atuou na primeira fase da Liga do ano passado, mas não deve ficar muito tempo neste time pela idade “avançada”, 32 anos, em um time que deseja se renovar
- Raphael (Vibo Valentia/ITA): é das novidades na seleção, mas está fez um bom Campeonato Italiano

Pontas:
- Giba (Iskra Odintsovo/RUS): serve como base para o time
- Dante (Dínamo Moscou/RUS): mais um veterano a ajudar na base da nova seleção
- Murilo (Modena/ITA): cresceu na seleção nos últimos anos e deve se firmar no time titular
- Thiago Alves (Cimed): já foi convocado, mas nunca ficou muito tempo no time nacional. É um dos grandes nomes do Cimed na Superliga deste ano e, apesar de não ser muito alto, leva a vantagem na agilidade e tem bom fundo de quadra
- João Paulo Bravo (Piacenza/ITA): mais novato que está fazendo boa boa temporada na Itália
- João Paulo (Unisul): é também um novato na seleção, mas tem uma dura briga até chegar ao time titular

Opostos:
- Samuel (Ulbra): perdeu a Superliga por causa de uma lesão no ombro, mas vem sendo uma aposta de Bernardinho pela versatilidade, já que atua tanto como oposto quanto como ponta
- Rivaldo (Pineto/ITA): principal atacante de seu time na Itália e mereceu essa vaga na seleção. É mais uma novidade e tem potencial para seguir na equipe
- Leandro Vissotto (Trentino/ITA): destaque do Campeonato Italiano e da Liga dos Campões, ele alia altura a potência e é uma excelente opção para a nova seleção, que precisa cada vez de jogadores mais altos para encarar os bloqueios europeus
- Leandrão (Sada Cruzeiro): já fez parte de outras listas, mas está em destaque neste ano porque seu time está com pé na final da Superliga masculina
- Wanderson (Vivo/Minas): foi convocado pela primeira vez, com a mesma responsabilidade que teve em seu time: lutar pela vaga de André Nascimento.

Meios-de-rede:
- Rodrigão (Macerata/ITA): mais um veterano, mais um para ajudar na base da seleção
- Sidão (Modena/ITA): já foi convocado, mas pouco atuou e agora tem a chance de assumir uma das vagas deixadas por André Heller e Gustavo
- Lucas (Cimed): esteve na Liga Mundial do ano passado, mas sofreu uma lesão e jogou pouco. Apesar de jovem, está muito bem tanto no ataque quanto no bloqueio do Cimed e tem chances de crescer mais ainda na seleção
- Éder (Cimed): já era uma pedra no sapato dos titulares e agora tem o caminho livre para se firmar na equipe de Bernardinho
- Tiago Barth (Vivo/Minas): convocado pela primeira vez. Thiagão é a segurança do bloqueio do Minas e ainda tem um longo caminho pela frente, já que tem apenas 20 anos

Líberos:
- Serginho (São Bernardo): veterano que vai tomar conta do fundo de quadra
- Alan (Dínamo Moscou/RUS): já é velho conhecido dos brasileiros, mas sempre acaba perdendo o lugar no time para Serginho
- Mario Júnior (Cimed): sexto na recepção e quarto na defesa na Superliga, Mario tem a vantagem de ser muito bem entrosado com o levantador Bruninho. Mais um convocado pela primeira vez.

Esses são os jogadores para a Liga Mundial de 2009. Tem gente boa, com grande potencial de seguir na equipe. Por outro lado, Daniel, levantador do Minas, e Lukinha, líbero da Unisul, poderiam também ter a sua chance no time. Bernardinho já havia feito mudanças e deixado alguns veteranos de fora na última convocação, para a Copa América, em setembro do ano passado. Mas, na época, o argumento era dar folga para os titulares absolutos e apenas fazer testes. A seleção até que se saiu bem e ficou em segundo lugar. Agora, a renovação deve ser para valer! Liga Mundial vale muito mais que Copa América e já o momento de montar o time para o Campeonato Mundial, em 2010. Vamos ver no que vai dar….

E você? Gostou da convocação da seleção brasileira? Incluiria ou trocaria algum jogador? Dê a sua opinião!

Notas relacionadas:

  1. Técnico da seleção apenas na seleção
Autor: Aretha Martins Tags: , ,

  1. Primeira
  2. 7
  3. 8
  4. 9
  5. 10
  6. 11
  7. Última