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Posts com a Tag Leandro Vissotto

sábado, 13 de junho de 2009 Seleção masculina | 12:25

Nova seleção masculina estreia com vitória

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A renovada seleção masculina foi apresentada ao público brasileiro nesta manhã na vitória por 3 sets a 1 sobre a Polônia na estreia na Liga Mundial (veja como foi o jogo no post abaixo). Brasil busca o oitavo título da competição e, diante do ginásio do Ibirapuera lotado, demorou a se encontrar em quadra, mas cresceu ao longo do jogo e já mostrou as suas forças para o novo ciclo olímpico.

A potência do novo time de Bernardinho está no saque. Quase todos os jogadores têm um serviço muito forçado, como Bruninho, Lucão, Rivaldo e Murilo. No jogo desta manhã, o Brasil não saiu forçando, mas quando acertou o tempo, dificultou para os poloneses.

Entretanto, a seleção brasileira sofreu com o bloqueio bem posicionado e falta de entrosamento entre atacantes e levantadores. Bruninho não conhecida Rivaldo (oposto), e João Paulo (ponta), além de ter jogado pouco com Murilo (ponta). Com isso, nos primeiros sets, Bruninho soltou mais bolas altas e com pouca velocidade, deixando bem mais simples para o bloqueio adversário. Tudo melhorou a partir da terceira parcial. Jogando mais solto, o Brasil conseguiu variar no ataque e furou o bloqueio adversário e venceu sem grandes dificuldades. Rivaldo se acertou com Bruninho e Murilo se soltou mais.

A bola de segurança do Brasil é o meio-de-rede por um motivo simples: Bruninho joga ao lado de Lucão e Éder no Cimed e está perfeitamente entrosado com os dois. Poderia ter usado mais esse recurso na partida deste sábado, mas sofreu com o passe, que chegou muitas vezes quebrado e longe da rede. A defesa ainda não se arrumou. Apesar disso, quando a bola chegou para Lucão, o central cravou na quadra adversária. Ele promete dar trabalho aos rivais.

Quem promete complicar também é o gigante Leandro Vissotto, de 2,12m. Foi com a entrada dele que o Brasil reagiu no final do primeiro set. Ele bloqueia e ataca com muita facilidade e merece seu espaço.

Esse é o novo Brasil. Ainda deve acertar o tempo de bola e a defesa, mas tem potencial para crescer. Tanto que conseguiu crescer ao longo do jogo e depois de um começo com muitos erros, fechou o jogo com bons saques e contra-ataques.

E você? O que achou da esteia da nova seleção? Foi ao ginásio do Ibirapuera? Deixe o seu comentário e colabore com o Mundo do Vôlei!

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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , ,

sábado, 30 de maio de 2009 Campeonato Italiano, Seleção masculina | 10:30

Estrela do Trentino, Leandro Vissotto quer vaga na seleção

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Quem acompanhou o Trentino nesta temporada sabe de quem estamos falando. O oposto Leandro Vissotto é um gigante de 2,12m, foi decisivo nos jogos finais do Italiano, tem o título da Liga dos Campeões da Europa e chega à seleção brasileira com grandes chances de assumir a vaga de titular. Conversei com o jogador para o iG Esporte e para uma entrevista exclusiva para o Mundo do Vôlei. Confira a nossa conversa na íntegra!

Leandro Vissotto treina na seleção brasileiro - Divulgação/CBVMundo do Vôlei: Você chegou à seleção brasileira no começo da semana e agora, sem André Nascimento e Anderson, pode virar titular. Como está o clima no time nacional?
Leandro Vissotto:
É um trabalho muito intenso, mas ainda está no começo. É uma grande oportunidade que todo mundo estava esperando. Vai mudar muita coisa na seleção, principalmente na posição de oposto. Não é sempre que tem uma vaga assim em aberto.

Mundo do Vôlei: Mas por enquanto você está quase sozinho na seleção, já que quase todo mundo está na pré-temporada na Europa…
Leandro Vissotto:
Por enquanto estamos treinando em quatro. Tem eu, João Paulo Bravo, Wanderson e Léo. Ainda não tive contrato com os outros jogadores. Mas Quando tiver todo mundo vai ser melhor. Aí é que vamos nos conhecer e ver como estamos. Vamos treinar para nos entrosar.

Mundo do Vôlei: E treinar com poucos jogadores assim, como é?
Leandro Vissotto:
A diferença é que o treino é mais curto, mas é muito mais intenso. E treinamos as mesmas coisas, ataque, defesa, bloqueio…

Mundo do Vôlei: Você já esteve na seleção, jogou a Copa América no ano passado, já fez parte da seleção de novos e agora tem a chance de ser titular do time principal. Aumentou a responsabilidade?
Leandro Vissotto:
Antes chegava como um complemento e agora é a peça principal. E também tem a responsabilidade de manter o Brasil lá em cima.

Mundo do Vôlei: E agora é um momento de renovação, de preparar o time para um novo ciclo olímpico…
Leandro Vissotto:
Sim, é o momento de renovação e não tem que ter cobranças. Se tiver, tem que ser algo positivo. É um time novo, que vai se conhecer agora. Tem que fazer um grupo novo e começar tudo de novo. Sim, tem a responsabilidade (de manter os bons resultados), mas responsabilidade todo mundo tem e em todos os momentos da vida, no profissional, no pessoal… Tem que saber lidar e não usar isso como um peso ainda maior. Já tem um adversário do outro lado a cada jogo, não precisa de mais.

Mundo do Vôlei: Mas a cobrança sempre vai existir, ainda mais depois de todos os resultados da “era Bernardinho”. Você e os outros novatos estão preparados para isso?
Leandro Vissotto:
Somos jogadores novos, mas já temos bastante bagagem. Eu jogo na Itália e lá os estrangeiros, principalmente, sofrem muita pressão. Mas sei que com a camisa da seleção é um compromisso ainda maior e vou entrar com vontade e fazer o melhor possível para conseguir a minha vaga.

Leandro Vissotto - Divulgação/Trentino

Mundo do Vôlei: Nesta temporada, você foi um dos destaques do Trentino no Campeonato Italiano e na Liga dos Campeões. Como é o assédio lá fora?
Leandro Vissotto:
Lá o pessoal acompanha muito o time. Já tem uma história com a cidade de Trento e sempre todo mundo acompanha, vai aos ginásios e viaja para ver o time. Lá os jogadores de clube são muito mais conhecidos do que aqui no Brasil. Aqui, são reconhecidos os caras da seleção e acho isso até injusto com quem é bom e joga nos clubes. Lá na Itália ainda tem a admiração das crianças, as pessoas te conhecem e às vezes te param quando você sai para jantar. É uma satisfação pessoal muito grande. Estamos aqui para dar bons exemplos. O importante é a admiração pelo jogador. Isso é muito positivo. Você é visto como um símbolo. Mas a gente sabe que isso é passageiro. Tem que aproveitar essa pseudofama para passar algo de bom para as pessoas.

Mundo do Vôlei: Pelo visto você está feliz na Itália. Vai continuar por lá ou pensa em voltar a jogar no Brasil?
Leandro Vissotto:
O Campeonato Italiano é o melhor do mundo. É o número um se comparar com o nível internacional. Enquanto gostar e tiver prazer de jogar no alto nível, eu vou continuar lá. Ainda tenho mais três temporadas de contrato com o Trentino.

Mundo do Vôlei: Mas nem tudo deu certo nesta temporada na Itália. Você faturou a Liga dos Campeões, mas ficou com o vice no Campeonato Italiano. O que faltou para vencer o Piacenza na final?
Leandro Vissotto:
Faltou fôlego. O nosso objetivo era conseguir a Liga dos Campeões e nós vencemos. Já o Piacenza chegou mais descansado para a final. Eles tinham três jogadores importantes que ficaram fora por causa de lesão e estavam voltando a jogar, Marshall, Zlatanov e João Paulo Bravo. Com isso, chegaram mais frescos à decisão. O time deles eliminou o Macerata na semifinal, que era um dos favoritos, e mereceu o título. O nosso segundo lugar foi muito bom. Fiquei muito feliz pelo que fiz nesta temporada. Ficamos em segundo, mas combatemos até a final. Foi decidido no último jogo, no último set, por dois pontos. É claro que a gente quer ganhar tudo. Mas estou feliz e lá as pessoas reconheceram o nosso esforço.

Mundo do Vôlei: E no Campeonato Italiano você jogou com bons atletas do mundo inteiro. Isso vai ajudar em alguma coisa agora na Liga Mundial?
Leandro Vissotto:
Conhecer os outros jogadores ajuda um pouco, você acaba sabendo de alguma coisa. Ajuda para não pegar a gente de surpresa.

Mundo do Vôlei: E o que esperar da Liga Mundial, sua primeira competição com a seleção brasileira?
Leandro Vissotto:
Pelo que eu andei escutando, é um ano de renovação para todo mundo, não só para nós. Então eu não sei dizer o que esperar dos outros times.

Notas relacionadas:

  1. Novatos roubam lugar de olímpicos na seleção
  2. Brasileiro Leandro Visotto comanda vitória na final italiana
  3. Vissotto empata série final na Itália com João Paulo Bravo
Autor: Aretha Martins Tags: , ,

segunda-feira, 18 de maio de 2009 Campeonato Italiano | 11:21

Piacenza é campeão e faz história na Itália

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Acabou o Campeonato Italiano e o dono da taça foi o time “da primeira vez”. Depois de quatro finais, o Piacenza, do brasileiro João Paulo Bravo, faturou o título. O time venceu o Trentino na casa dos adversários no último jogo da série, acabou com os traumas de ser apenas vice e levantou a taça.

Lembra o terceiro jogo dessa série, quando Piacenza venceu e assumiu a liderança na final? Foi ao começo da lista da “primeira vez”: pela primeira vez estava na frente na série decisiva, pela primeira vez teria a chance de conquistar o título em casa, pela primeira vez fez o Trentino perder diante da torcida e, pela primeira vez, fez o rival perder um tie-break.

Piacenza é campeão italiano - Divulgação/LegavolleyNa partida de domingo, quando estava tudo empatado, já que o Trentino havia levado o quarto jogo, alguns itens dessa lista se repetiram. O Piacenza venceu de novo o Trentino na casa do rival e, mais uma vez, por 3 a 2. A equipe de João Paulo Bravo continuou a sua lista de “primeira vez”. Foi o primeiro time a terminar a temporada regular em quinto lugar e ser campeão. E, para manter a regra, quase todos os jogadores do Piacenza faturaram o título pela primeira vez. Só o técnico Angelo Lorenzetti, campeão com o Modena em 2002, e o levantador Dante Bonifante, campeão com o Treviso, já tinham sentido o sabor da vitória.

Depois de passar pelo Peruggia, melhor time da segunda fase, pelo Macerata, vencedor da temporada regular, e pelo Trentino, campeão da Liga dos Campeões da Europa, o Piacenza mereceu muito o título. Principalmente pelo poder de reação. Depois de levar um 3 a 0 na quarta partida da final e sair atrás do placar no ultimo jogo, o Piacenza se superou, virou e venceu. Depois de quatro anos na espera, vale gritar “É Campeão”!

O último jogo

Com o ginásio lotado em Trento, os donos da casa saíram na frente. O Trentino lutava pelo bicampeonato e venceu os dois primeiros sets por 25/21 e 25/20. A partir daí, a reação do Piacenza foi impressionante. Eles levaram os dois sets seguinte, por 25/21 e 25/22, e empataram a partida. No tie-break, o Trentino reagiu e parecia que iria repetir o feito da última temporada, quando faturou o título em cima do Piacenza. Entretanto, o Piacenza manteve a concentração, segurou o jogo e fechou em 15 a 13.

O grande nome da partida foi o italiano Zlatanov. Só ele fecharia um set sozinho e ainda sobraria, já que marcou 30 pontos. João Paulo Bravo também fez a sua parte e colocou 13 bolas no chão. Cubano Marshall, destaque do Piacenza na fase final, foi autor de 18 pontos. Do outro ladro, o brasileiro Leandro Vissotto também não fez feio e marcou 17 vezes.

Ou seja, foi uma série final de alto nível, como é esperado no Campeonato Italiano, e decidida apenas nos últimos lances do tie-berak da última partida.  Emoção e bons jogos. “Estavamos esperando isso acontecer há anos e é muito bom que tenha vindo desta maneira”, concluiu o campeão João Paulo Bravo.

Crédito das fotos: Divulgação/legavolley.it

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  3. Vissotto empata série final na Itália com João Paulo Bravo
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , ,

quinta-feira, 14 de maio de 2009 Campeonato Italiano | 11:37

Vissotto empata série final na Itália com João Paulo Bravo

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Ainda não foi desta vez que o Piacenza conseguiu mudar a sua história e faturar um título do Campeonato Italiano. Diante da sua torcida, o time do brasileiro João Paulo Bravo sentiu a pressão e perdeu por 3 sets a 0 (25/23, 25/11 e 26/24) para o Trentino, do oposto Leandro Vissotto. Duelo brasileiro está acirrado lá na Itália!

A partida da noite de quarta-feira foi a quarta da série final. Se o Piacenza vencesse, fecharia a série em 3 a 1 e levaria o caneco. Mas, logo de cara, João Paulo Bravo e companhia pararam no bloqueio do Trentino. Só o levantador sérvio Nikola Grbic fez três dos sete pontos de Trento nesse fundamento no primeiro set. Na parcial seguinte, o Piacenza se desconcentrou, errou muito, principalmente no ataque, e levou uma lavada dos visitantes. No último set, o time da casa tentou reagir, salvou dois match points, mas acabou perdendo para o Trentino.

Desta vez, os brasileiros não foram os principais jogadores das suas equipes. O melhor em quadra foi mesmo Grbic e seus bloqueios. Mas a atuação nacional foi equilibrada. Leandro Vissotto terminou com oito pontos marcados e João Paulo Bravo, com nove. Riad, outro brasileiro do Trentino, começou como titular, mas logo voltou para o banco.

A decisão do título italiano ficou para a última partida. Trentino recebe o Piacenza no domingo e quem vencer é campeão. Pelo desenrolar da competição, Trentino leva a vantagem, já que está empolgado com a boa vitória desta quarta e só perdeu uma vez em casa, justamente para o Piacenza.

Façam as suas apostas! Quem fatura o Campeonato Italiano de 2009? Trentino leva o bi ou Piacenza, depois de quatro anos, vai conseguir desencantar? Deixem os seus palpites por aqui e a gente descobre quem acertou no domingo!

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  3. Título brasileiro e virada na Itália
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terça-feira, 4 de novembro de 2008 Mais Europa | 11:45

Brasileiros na ponta do Italiano e na Liga dos Campeões

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De um lado, time de Rodrigão, que começou arrasador o Italiano. Do outro, Trentino, do oposto Leandro Vissotto, atual campeão do torneio. Os dois seguem na ponta da tabela após a sexta rodada, que terminou nesta segunda-feira, com a surpreendente vitória do Franca sobre o Montichiari.

Trentino, líder com 16 pontos, passou com facilidade pelo Pineto. Mais uma vez, o brasileiro Vissotto fez bonito nas quadras italianas. Ele marcou 10 pontos nos 3 sets a 0 e se consolida como um dos homens se segurança do levantador Nikola Grbic. E a concorrência entre os atacantes do Trentino é grande! Ao lado do brasileiro estão o búlgaro Kaziyski e o polonês Winiarski, gigantes na rede. Mas Vissotto tem o seu espaço no time e quase sempre fica entre os maiores pontuadores.

Já o Macerata, do central Rodrigão, teve um pouco mais de dificuldade na partida de domingo. O Verona não se intimidou com o vice-líder do Italiano e entrou em quadra forçando o saque e crescendo no bloqueio. Mas Macerata contava com Martino e Swiderski e foi para cima, tirando o foco dos visitantes. Verona ainda tentou reagir no terceiro set, mas perdeu por 3 a 0. Equipe de Rodrigão segue a dois pontos do Trentino, que assumiu a liderança do campeonato na vitória no confronto direto na quinta rodada. Rodrigão ainda não atuou muito nesta temporada e entrou apenas no terceiro set da vitória contra o Verona.

Agora, os líderes do Italiano ganham uma missão a mais: a Liga dos Campeões da Europa. Macerata já é um veterano na competição. Joga a quarta edição e ficou com a taça na temporada 2001/2002. Já o Trentino faz a sua estréia no torneio e está preocupado. Segundo Kaziyski, os outros times são poucos conhecidos e o ritmo da equipe, que estava acostumada apenas com os jogos aos domingos ou segundas do Italiano, vai dobrar. Tem que ter fôlego para agüentar tudo e ainda manter o alto nível.

A Liga dos Campeões ainda conta com destaques da Rússia, como o Dínamo Moscou, de Dante, e o Iskra Odintsovo, de Giba. Os jogos começam nesta terça, mas a competição é longa. O novo campeão da Europa será conhecido apenas em abril de 2009. Na edição 2007/2008, Serginho colocou uma mão no título. Seu time, o Piacenza, caiu na final diante do russo Dínamo Kazan por 3 sets a 2 e o brasileiro foi eleito o melhor líbero do continente. Será que dá para conciliar Italiano e Liga dos Campeões? Qual brasileiro vai levar a melhor na Europa? Dê o seu palpite!

Autor: Aretha Martins Tags: , , ,

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