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Posts com a Tag Kurek

quinta-feira, 30 de setembro de 2010 Sem categoria | 18:37

Brasil faz o melhor jogo no “grupo da morte”

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O “grupo da morte” na segunda fase do Campeonato Mundial de vôlei começou não assustador para o Brasil. A seleção masculina teve a sua melhor atuação no torneio e venceu a Polônia por 3 sets a 0 nesta quinta-feira em Ancona, com parciais de 25/16, 25/20 e 25/20 (veja como foi o jogo). Ótimo começo na segunda fase!

Digo isso porque a Polônia, geralmente, é um time que dá trabalho. Mas nesta partida, eles viram o Brasil arrasador desde o começo e não tiveram chances. Ficaram à frente do placar apenas no segundo set, e por pouco tempo. Kurek, que era apontado como “o cara” do time pouco apareceu e não deu trabalho. Os poloneses conseguiram defender algumas bolas, armaram bonitos contra-ataques, mas erraram muito e não resistiram.

Bloqueio brasileiro também foi bem e marcou nove pontos

Bloqueio brasileiro também foi bem e marcou nove pontos

Já os brasileiros foram muito bem. Disse no post anterior disse que esperava que o executasse bem o saque e fui atendida! Murilo foi o nome do fundamento, com cinco aces, mas todos sacaram com inteligência. A seleção combinou bem a potência com o serviço tático e teve boas passagens com diversos jogadores, como Dante, aniversariante do dia, Bruno e Lucão.

Também pedi um Leandro Vissotto mais ofensivo, como em momentos da partida contra Cuba. Mais um pedido atendido. O oposto finalmente fez um grande jogo neste Mundial, soltando braço no começo, aliviando quando estava na cara do bloqueio e também fechando a porta para os poloneses. Ele foi o maior pontuador, com 21 acertos (17 no ataque e quatro no bloqueio). Sim, ele levou alguns bloqueios, mas cresceu muito em quadra.

O que melhorou também forma os contra-ataques. A defesa estava ligada todo o tempo e a recepção também funcionou. Em um dos poucos momentos de bobeada no fundo, a Polônia equilibrou. Porém, logo Bernardinho pediu tempo, chamou os jogadores e a concentração voltou. Os erros nas finalizações que custaram a vitória para Cuba foram solucionados.

A partida desta quinta-feira deixou uma boa sensação: de que o time está crescendo neste Mundial. Agora o Brasil descansa nesta sexta-feira e encara a Bulgária, no sábado. Mas, como já disseram por aqui, os cruzamentos desse torneio preocupam. Sair dessa fase com duas vitórias daria moral, mas colocaria o Brasil ao lado de Rússia e Espanha ou Sérvia. Se passar em segundo, terá pela frente provavelmente República Tcheca e Alemanha. Já a Itália só tem vida fácil, como vocês leitores comentaram. É estranho e não sei qual a melhor opção. Mas, como Giba comentou depois do jogo de Cuba, eles sabiam que não seria fácil e como querem chegar até Roma, na final, não podem escolher adversários!

Parabéns, Dante!
Dante completou 30 anos na quinta-feira e, além do 3 a 0 de presente contra a Polônia, ganhou bolo dos companheiros. Vissotto postou uma foto à noite em sua página do Twitter. Parabéns, Dante!

E o primeiro pedaço vai para... Mario Jr!

E o primeiro pedaço vai para... Mario Jr!

E vocês? O que acharam da vitória do Brasil sobre a Polônia? Foi a repetição da final do Mundial de 2006, até com o mesmo placar e a mesma superioridade nacional. Deixem seus comentários!

Notas relacionadas:

  1. Vitória com aula de bloqueio no Grand Prix
  2. Regla Bell chega ao São Caetano. Finalmente!
  3. Noite de atletas ilhadas no Rio e dia de decisão em SP
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

quarta-feira, 29 de setembro de 2010 Seleção masculina | 13:22

“Grupo da morte” do Brasil e palpites para o Mundial

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A seleção masculina estreia nesta quinta-feira na segunda fase do Campeonato Mundial e já ouvi muita gente comentar que o time está no “grupo da morte”, ao lado de Polônia e Bulgária. Será mesmo que o futuro do Brasil no torneio é tão preocupante?

Alguns leitores daqui do blog disseram que não e eu concordo com eles. Polônia e Bulgária são bons times e têm suas qualidades.  A Polônia tem o ponteiro Kurek, excelente atacante, e a experiência do levantador Zagumny. A Bulgária, apesar de duas derrotas na primeira fase e da classificação no sufoco, com ajuda da vitória da França sobre a Cihna, é um time de força no ataque e no saque e uma parede no bloqueio e tem Kaziyski e Vladimir Nikolov nas pontas, soltando o braço e também usando a categoria. A primeira é a atual campeã europeia e a segunda, foi bronze no Mundial de 2006.

Qual a vantagem para o Brasil nessa história? O time de Bernardinho está mais do que acostumado aos adversários! Jogou vários amistosos contra a Polônia no ano, venceu a maioria com facilidade e perdeu apenas um. Encarou a Bulgária cinco vezes (quatro na Liga e um amistoso) e venceu todos. E o time que estava em quadra era o mesmo que jogará o Mundial, a exceção é o levantador Marlon, ainda fora do torneio com inflamação no intestino.

Se fosse o primeiro confronto do ano, eu estaria mais preocupada. Mas a seleção já viu, pela Liga Mundial, que não adianta nada medir forças contra a Bulgária, por exemplo. Eles são mais potentes no ataque e a chave é jogar com um saque que encaixe e acreditando no nosso bloqueio e contra-ataque. Apesar da derrota para Cuba, o fundo do Brasil melhorou em relação aos primeiros jogos. E Murilo, que saiu com cãibras, já disse estar bem. O time sabe o que deve fazer em quadra.

Sei que, se o Brasil conhece os rivais, eles conhecem a seleção, mas acho que as chances de classificação são boas. Os jogos serão complicados e agora é esperar que o saque seja bem feito, sem tantos erros, e que as finalizações se encaixem. Além disso, Bruno, que está indo muito bem, tem que aguentar a pressão de ser o único levantador. E também será bom contar com Vissotto como no terceiro set contra Cuba, mais confiante e bloqueando e soltando o braço. Ele está caminhando, mas ainda não é o oposto que queremos…

Quem segue no Mundial?
Com os grupos da segunda fase nas mãos, vamos dar nossos palpites? Abaixo estão as chaves dessa etapa e os meus chutes. O espaço dos comentários, claro, é todo de vocês!

Grupo G: Alemanha, Porto Rico e Itália
Itália, que já havia caído em um grupo simples na primeira fase, ao lado e Egito, Japão e Irã, deve se dar bem mais uma vez. O melhor jogo será entre eles e os alemães, que venceram o Brasil em amistosos antes do Mundial, mas se classificaram apenas em terceiro, com derrotas para Polônia e Sérvia. Porto Rico deve cair

Grupo H: Sérvia, México e Cuba
Cuba e Sérvia saem na frente. Os cubanos ganharam crédito depois do jogo contra o Brasil porque além de atacar e sacar muito bem, eles souberam defender. Os sérvios foram surpreendidos pelo Canadá na primeira fase, ainda forçam o jogo em cima de Milijkovic, mas podem crescer. México deve sobrar.

Grupo I: Rússia, Espanha e Egito
Vantagem para a Rússia, que teve vida fácil na primeira fase e deve ter jogos simples mais uma vez. É bem mais time que Espanha e Egito. Para a outra vaga eu aposto na Espanha. É uma equipe que ataca na velocidade, mas erra quando pressionada. Será que o Egito surpreende? Acho que não…

Grupo L: República Tcheca, Estados Unidos e Camarões
Apesar de toda a festa e emoção da inédita classificação de Camarões, acho que eles ficam nessa fase. Os Estados Unidos não são os fortes campeões olímpicos, mas avançam ao lado dos tchecos.

Grupo M: França, Argentina e Japão
França chega na frente, mas teve trabalho para vencer Bulgária e República Tcheca na primeira fase. Já a Argentina, apesar de ter roubado um set contra os Estados Unidos, ainda é um time em formação. Vai brigar pela segunda vaga com o Japão e não tenho certeza sobre quem avança (quem viu o Japão na primeira fase pode ajudar?)

Grupo N: Polônia, Bulgária e Brasil
Já falamos do grupo e aposto em Brasil em primeiro e Polônia em segundo, pelo embalo depois das vitórias na primeira fase. Mas a briga promete ser boa.

Agora é com vocês! O que esperam da segunda fase do Mundial? Deixem seus palpites e a gente se fala depois do jogo do Brasil. Até!

Notas relacionadas:

  1. Quatro vagas para as finais da Liga Mundial
  2. Brasil estreia na Liga Mundial com pior jogo do grupo
  3. Noite para o Brasil fazer história na Liga Mundial
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

sábado, 21 de novembro de 2009 Seleção masculina | 03:09

Brasil vence Polônia em seu melhor jogo

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A seleção brasileira masculina se encontrou em quadra! Depois da emoção e do desgaste do tie-break contra Cuba na estreia e da falta de concentração contra o Irã, o Brasil fez seu melhor jogo na Copa dos Campeões, cresceu para cima da Polônia e venceu por 3 sets a 0 (25/17, 25/17 e 25/18).

Os poloneses entraram em quadra apáticos pelas derrotas para Japão e Cuba e com Kurek, seu melhor jogador, no banco. Com isso, o Brasil e fez dois sets muito parecidos. Abriu 5 a 1 no placar com a passagem de Murilo no saque e Lucão e Leandro Vissotto na rede. Depois, manteve o domínio com pressão no bloqueio, ótimos saque e bom aproveitamento no contra-ataque. A seleção fechou as duas parciais em 25 a 17.

Já o começo do terceiro set foi o único momento de instabilidade dos brasileiros. Kurek, que havia entrado na segunda parcial, acertou o tempo de bloqueio em Vissotto e marcou os primeiros pontos dos europeus no fundamento. Depois do jogo, Bruninho reconheceu que perdeu a concentração e errou nas armações de jogadas. Mas, diferente da partida contra o Irã, o Brasil logo se recuperou, voltou a dominar com bloqueios e saques e liquidou o jogo em 3 a o.

Como disse Bruninho ao canal Sportv, a seleção foi brilhante. Mesmo diante da abalada Polônia, manteve o seu nível de jogo. O saque foi uma arma mortal! Foram 3 aces, todos no primeiro set, e muitos outros serviços que quebraram o passe polonês. Resultado disso foram os 10 pontos no bloqueio e também muitos outros que amorteceram a bola. E, apesar do vacilo na terceira parcial, Bruninho distribuiu bem as bolas. Assim como no jogo contra Cuba, vários brasileiros passaram da casa dos 10 pontos (Murilo, com 13; Vissotto, com 12, e Giba, com 10). O levantador está cada vez mais afinado com todos os atacantes. Para arrebatar, o time todo soube se fechar no contra-ataque e teve paciência para definir as jogadas.  Tudo começa com um bom saque….

Parece que a viagem para Nagoya fez bem para o Brasil. Bernardinho dizia, após vencer o Irã, que a equipe tinha que recuperar as energias. Pelo visto, recuperou! Agora a seleção enfrenta o Egito e encerra a Copa dos Campeões contra o Japão. O Brasil segue invicto e favorito a mais esse título.

Jogos do Brasil na Copa dos Campeões
dia 22/11 – Brasil x Egito – 1h30
dia 23/11 – Brasil x Japão – 8h
*jogos estão no horário de Brasília. Todos terão transmissão pela Sportv

E você? O que achou do jogo contra a Polônia? Será que a seleção masculina volta para casa campeã? Deixe o seu comentário!

Notas relacionadas:

  1. Brasil vai para quadra “redondo” e vence a Finlândia
  2. Brasil mostra o que é ser Brasil na Liga Mundial
  3. Brasil vence a primeira final na Copa dos Campeões
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

segunda-feira, 9 de novembro de 2009 Diversos, Seleção feminina | 10:56

Fim de uma regra nova, começo de outra

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De 1989 a 1992, times italianos venceram o Mundial de Clubes de vôlei. 17 anos depois, o Trentino, outro italiano, volta ao primeiro lugar do pódio. Em 1992, o vôlei era jogado mais nas bolas altas nas pontas do que na velocidade no meio. 17 anos depois, com o “Golden Formula”, regra do primeiro ataque apenas atrás da linha dos três, o esporte voltou às jogadas mais lentas. E nesse retrocesso, venceu o time com os melhores atacantes nas extremidades da rede.

O Trentino bateu o polonês Belchatow na tarde de domingo na final do Mundial por 3 sets a 0 (veja como foi a partida). Depois de um primeiro set equilibrado, os italianos cresceram na partida com a variação de jogadas de primeira bola, ou pelo menos que era possível ser feito. Enquanto do lado do Belchatow só Kurek recebia bola, o Trentino contava com o brasileiro Leandro Vissotto, o búlgaro Matey Kaziyski e o cubano Osmany Juantorena.

O levantador Raphael, mais um brasileiro no time italiano, podia escolher quem iria usar já que todos estavam muito bem na partida. Ao final, Vissotto marcou 21 pontos, Kaziyski, 16, e Juantonera, 10. Já Kurek teve que carregar sua equipe, literalmente. Só ele marcou 23 pontos, mais do que todos os outros polonesês somados. Apesar de todo o talento desse jogador, não tem como vencer assim. Ainda mais com um adversário desse nível.

Para coroar o desempenho do Trentino, Kaziyski foi o melhor jogador e o melhor atacante do torneio; Juantorena, o melhor saque e Raphael, o melhor levantador.  Kurek foi o maior pontuador, o que não poderia ser diferente. Vissotto, pela regularidade na partida final, merecia também um prêmio, talvez o de melhor ataque.

Trentino, campeão mundial de clubes - Divulgação/FIVB

Trentino, campeão mundial de clubes - Divulgação/FIVB

Outra regra nova na Copa dos Campeões
O Trentino soube se aproveitar da “Golden Formula”, usou bem as bolas altas e faturou o título. Mas isso acabou! Pelo menos até a FIVB resolver fazer outro teste… E pelo que foi comentado ao longo do Mundial de Clubes, todos queriam se livrar dessa regra. Nada mais de ver um central (Salas, do time italiano) sacando do chão em plena final porque quebrar o passe não era mais fundamental, já que a bola seria levantada do fundo! Agora, campeonato novo e mais uma mudança, só que, dessa vez, acredito que para melhor. A Copa dos Campeões começa nesta madrugada e os técnicos poderão contar com 14 jogadores em quadra, ou seja, com duas líberos.

A equipe só pode trocar de líbero uma vez a cada partida. Com a titular em quadra, a líbero reserva pode entrar para atuar em outra posição, como uma jogadora qualquer. E essa mudança já agrada. Segundo Zé Roberto, agora não será mais necessário improvisar alguém para a defesa caso a líbero tenha que sair.

A seleção brasileira feminina estreia na Copa dos Campeões com Fabi e Camila Brait às 4h da madrugada, contra a República Dominicana (com transmissão ao vivo do canal Sportv), e busca o bi no torneio. Que essa regra das líberos faça mais sucesso que a “Golden Formula”. Já estava com saudade das jogadas rápidas pelo meio-de-rede, das fintas para o meio-fundo…

Notas relacionadas:

  1. Levantadora nova, time novo
  2. Começa o Mundial de Clubes com sua regra odiada
  3. Sufoco da regra nova para a Cimed
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

sexta-feira, 6 de novembro de 2009 Diversos | 10:40

Mundial é dos mais altos e fortes, literalmente

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Sabe aquele atacante com mais de 2m de altura, que é lento para as chutadas, mas bate bem pelas pontas as bolas mais altas? Ele estava perdendo um pouco de espaço com as jogadas aceleradas, mas volta a ser fundamental em quadra com a “Golden Formula”, a regra do primeiro ataque depois da linha dos três.

Essa já era a previsão dos jogadores da Cimed antes de embarcarem para o Mundial de Clubes, em Doha, no Catar, e ela foi confirmada em quadra. Estão nas semifinais os times com os gigantes, que batem as tais bolas altas na força. São eles: Trentino, do brasileiro Leandro Vissotto e do búlgaro Kazyski; Zenit Kazan, do norte-americano Stanley e do russo Teykhin e Belchatow, do polonês Kurek e do francês Antiga. Para completar a chave, o Payakan, do Irã, a surpresa do campeonato, que tem um bom oposto, o Mohammad Kazaem, e treinou três meses na regra nova antes do Mundial. A Cimed, acostumada a jogar na velocidade, se perdeu em quadra e foi eliminada (veja post anterior).

Com a nova regra foi fácil observar que o jogo ficou nas mãos dos altos e do bloqueio. Como o ataque vem do fundo, o bloqueio está sempre armado. E como o bloqueio está sempre armado, esses gigantes conseguem mais altura para achar espaço e soltar o braço. Foi assim ontem no jogo Cimed x Belchatow. Apesar de o bloqueio brasileiro estar bem armado, Kurek, de 2,05m, conseguiu encontrar buracos para passar a bola! E o time brasileiro, sem um grande oposto para receber assumir a responsabilidade da primeira bola, perdeu.

Vamos ver agora, entre os gigantes, quem leva a melhor. Uma semifinal será entre Trentino e Payakan. O favoritismo é do time italiano que, além dos bons atacantes, está fazendo estragos no bloqueio. Eles ganharam do Zenit Kazan no grande duelo da primeira fase basicamente neste fundamento, com 21 pontos. Do outro lado teremos Zenit contra Belchatow. Aqui a briga deve ser mais acirrada. Os dois times têm qualidades parecidas para ataque. Os russos tem o genial norte-americano Ball no levantamento, enquanto os poloneses contam com a armação do experiente espanhol Falasca. Mas pela tradição e experiência, o Zenit na frente.

Dia de folga
Sexta-feira é dia de folga em Doha. Os times voltam para a quadra nas semifinais no sábado e na final, domingo. Enquanto isso, eles aproveitam para conhecer a cidade do Catar. Na foto, a equipe do Trentino durante o seu passeio pela cidade. Quem me enviou a imagem foi Nathalia, mulher de Leandro Vissotto. Ela está com ele bem no centro da imagem. Obrigada e boa diversão!

Trentino faz turismo em Doha

Trentino faz turismo em Doha

E para você? Quem leva esse Mundial de Clubes? Dê o seu palpite!

Notas relacionadas:

  1. Primeiro ataque agora só da linha dos três
  2. Começa o Mundial de Clubes com sua regra odiada
  3. Cimed perde para seus erros e para Kurek
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , ,

quinta-feira, 5 de novembro de 2009 Diversos | 17:41

Cimed perde para seus erros e para Kurek

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A Cimed está eliminada do Mundial de Clubes de vôlei. E perdeu porque errou muito, muito mesmo, e enfrentou um atacante mais do que inspirado do outro lado da quadra. O time brasileiro levou 3 sets a 1 do Belchatow, da Polônia, e acabou a primeira fase com a terceira colocação no grupo, fora das semifinais (veja como foi a partida).

Mesmo vencendo o primeiro set e encaixando bem mais o bloqueio que na partida contra o Al-Arabi na quarta-feira, a Cimed se perdeu no ataque. Ficou clara a deficiência nas bolas altas, que são fundamentais com a regra nova, do primeiro ataque atrás da linha dos três. Bruninho tentou acelerar até nesses ataques de fundo e a tática não seu deu certo. Thiago Alves, que foi apontado como atacante letal pela FIVB depois da vitória de quarta-feira, passou um set sem marcar um ponto na rede! No total, a equipe de Florianópolis deu 36 pontos de graça. Isso mesmo, 36!

Kurek, o nome do jogo

Kurek, o nome do jogo

E do outro lado, estava o grande nome do jogo: Bartosz Kurek. Com apenas 21 anos e 2,05m, ele foi um monstro em quadra pelo time polonês nesta tarde. Kurek marcou, simplesmente, 33 pontos, sendo 31 no ataque, um no bloqueio e um no saque. Ele é o atacante perfeito para a nova regra porque é alto, tem força, bate muito bem as bolas mais lentas e ainda consegue ter visão para se virar com bloqueio armado. Kurek recebeu bolas no jogo inteiro, não se cansou e foi, sem dúvida, o destaque da partida. Isso é que é homem de segurança!

A Cimed perdeu por não contar com a sua bola de segurança, que é a acelerada pelo meio. Brasileiro joga muito bem na velocidade, mas isso não importava agora. E olha que Lucão bem que tentou e atacou de todas as posições da quadra! Nas outras quatro edições do Mundial de Clubes, de 1989 a 1992, os campeões foram todos italianos. Teremos que esperar pelo próximo torneio para ter um campeão verde e amarelo…

E você, o que achou da participação da Cimed no Mundial? E agora, sem os brasileiros, vai ficar na torcida para quem? Seguem na briga Trentino (Itália), Zenit Kazan (Rússia), Belchatow (Polônia) e Paykan (Irã). As semifinais serão no sábado. Deixe o seu comentário!

Notas relacionadas:

  1. Começa o Mundial de Clubes com sua regra odiada
  2. Uma “ponte” até Leandro Vissotto em Doha
  3. Sufoco da regra nova para a Cimed
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