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sábado, 4 de fevereiro de 2012 Superliga | 17:25

Cimed/Sky vence de novo sob comando de Douglas, e agora?

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Douglas - Divulgação/CBV

Douglas conversa com Bruninho durante tempo. Técnico está invicto na Cimed/Sky

A Cimed/Sky trocou de treinador durante a Superliga 2011/2012. Pacheco, como foi comentado por aqui, pediu demissão e seu lugar foi assumido por Douglas. Pacheco saiu depois de duas derrotas, para Sesi e Volta Redonda. E com Douglas no comando, a equipe catarinense ainda não perdeu. Mas a tabela para eles irá complicar daqui para frente…

O primeiro jogo do novo treinador foi contra o novato UFJF. Depois tiveram BMG/São Bernardo, Londrina/Sercomtel, Medley/Campinas (que já exigiu mais) e BMG/Montes Claros neste sábado. Vou comentar sobre esse jogo daqui a pouco… Até agora, foram equipes que estão pelo meio da tabela e a Cimed/Sky cumpriu a sua obrigação.

Agora a sequência será RJX, Vivo/Minas, Vôlei Futuro, Sada/Cruzeiro e Sesi. São basicamente os primeiros colocados até agora. Tudo que que o RJX ainda tem muitos altos e baixos, mas venceu no primeiro turno em um jogo que atuou muito bem com a dupla Marlon e Lipe inspirada. Esses jogos mostrarão a cara da Cimed sob o comando de Douglas.

Por enquanto, ele me pareceu um técnico controlado e, digamos, básico. No jogo desta manhã contra o Moc, ele pediu tempo apenas para reclamar com Bruninho porque o levantador fez três vezes o mesmo meio fundo com João Paulo Tavares e todas deram errado (Já está na hora de Bruno parar com isso e não insistir em jogadas só para dar moral ao atacante…). Douglas pediu para abrir o jogo para as pontas, ou seja, o básico.

E uma das reclamações de Pacheco em sua saída é visível em quadra. A Cimed mudou muito seu elenco. Em dois anos, perdeu nomes importantes e, dos titulares, tem apenas Bruninho, Éder e Renato daqueles que já foram tetracampeões nacionais. Entretanto, isso não quer dizer que o time tenha ficado ruim ou que não tenha chances de ser campeão de novo, longe disso. Giba, que não jogou na temporada e terá que passar por cirurgia na canela, faz muita falta, sem dúvida. Mas Felizardo é um ótimo meio, leve e com bom tempo de bloqueio, por exemplo. Rivaldo, quando inspirado, vira todas. O problema é esperar esse “quando inspirado”.

Emocional decide jogo

Alberto - Divulgação/Vipcomm

Alberto duela com Éder na rede. Moc cresceu no jogo, mas se perdeu no emocional

É possível falar de Rivaldo inspirado para descrever Cimed/Sky x BMG/Montes Claros nesta manhã. O primeiro set foi muito equilibrado. Já no segundo, Rivaldo e companheiros pararam de virar e o Moc venceu com facilidade. No terceiro, a Cimed viu Rivaldo voltar a jogar e, acertando ataques, colocou um 25 a 10 para cima dos mineiros. Na última parcial, começo equilibrado e vitória da equipe de Santa Catarina. Os números resumem a atuação do oposto: foram 15 pontos no jogo, sendo 13 nos dois últimos sets. Coincidência ou não, a Cimed venceu quando Rivaldo entrou no jogo.

Entretanto, o que me chamou a atenção foram os nervos a flor da pele dos mineiros. Na segunda parcial, o levantador Rafinha começou a reclamar mesmo com uma ampla vantagem no marcador. O técnico Jorge Schmidt pediu tempo e perguntou o motivo para aquele “show”. Acho Rafinha um bom levantador, mas não gosto desse jeito, cheio de catimba.

O descontrole seguiu no terceiro set e isso ajudou para lavada dos catarinenses. E tanta implicância e reclamação renderam dois amarelos ao Moc. Sim, o árbitro cometeu erros claros para a Cimed, como já até comentaram aqui. Tiveram bolas claras com desvio no bloqueio catarinense que foram dadas como ataques para fora dos mineiros. Mas ainda assim, se o Moc tivesse mantido o foco, teria mais chances. O emocional decidiu o jogo.

Notas relacionadas:

  1. Semifinal direto do ginásio e a vaga da Cimed
  2. Bruninho faz falta ao time da Cimed
  3. A saída de Pacheco da Cimed/Sky
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012 Superliga | 18:36

A saída de Pacheco da Cimed/Sky

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Pacheco

Pacheco pediu demissão da Cimed/Sky na quinta-feira

Duas derrotas seguidas e um técnico a menos. Esse é o saldo do momento da Cimed/Sky. O time, que no passado caiu ainda nas quartas de final e nessa temporada está em quinto lugar na tabela, viu o treinador Marcos Pacheco pedir demissão na quinta-feira. Conversei com ele hoje e o bate papo mostrou um cara ainda abalado com a decisão.

Pacheco disse que saiu por motivos pessoais, por ver que suas convicções não batiam mais com as do time. A frase que me chamou a atenção foi: “Como eu vou chegar para um cara como o Bruninho, e pedir para ele bater no peito e acreditar em tudo se eu não acredito?”. E se não se acredita mais no local onde se trabalha, não há como continuar. Ele não quis comentar o que não estava mais batendo com a equipe, mas a voz ficou embargada ao lembrar que não conseguiu ao menos conversar com a equipe. “Quando eu cheguei ao ginásio, eu não consegui nem tocar no assunto”, afirmou Pacheco.

Leia a reportagem completa sobre a saída do Pacheco no iG Esporte

Os próximos resultados da Cimed/Sky dirão se a decisão fez bem ou mal ao time. Por enquanto, o que vemos é uma equipe ainda com altos e baixos e cometendo muitos erros em quadra. E com jogadores que pouco atuaram. Foi comentado que o patrocinador estava pressionando para que Giba e Gustavo jogassem. Mas já me garantiram que isso não existe.

Giba chegou, conseguiu fazer um treino apenas com o time, foi para a seleção e voltou com a fratura por estresse na tíbia. Depois, não conseguiu jogar mais. Ele passou por exames na quarta-feira e os resultados foram positivos, ou seja, a recuperação está boa. E o time, por meio da assessoria, fala que não irá apressar a volta do astro. A expectativa que é Giba se recupere para jogar os playoffs. Nada de adiantar a volta.

Já Gustavo é um jogador com todas as qualidades, mas também sofreu com lesões e ficou no banco por opção do treinador. E se o técnico não puder escalar a sua equipe, como será? Por outro lado, é bom ressaltar que a Cimed vem perdendo gente importante desde o último título nacional. Saíram Lucão, Thiago Alves, Bob… Reforços chegaram, sim, mas o time não foi mais o mesmo.

E ainda vale lembrar que a equipe nesta temporada sofreu com a ausência de  Giba, por exemplo, até para treinar. Faltava um ponteiro a mais no time para compor os elencos nos jogos de titulares x reservas, por exemplo. Já tivemos exemplos de que uma equipe inchada pode ajudar, como aconteceu no Sesi na temporada passada, que tinha gente para suprir qualquer machucado e chegou bem à final, tanto que foi campeão.

Pacheco ainda afirmou que sua saída não teve nenhuma relação com a chegada de Douglas à comissão técnica, pelo contrário, ele só fez elogios ao ex-campeão olímpico. O fato é que, agora, Douglas será o treinador interino no cargo e com pouca gente no mercado, tem chance de assumir de fato a equipe.

A Superliga continua neste final de semana e veremos o que tudo isso fez com o emocional da Cimed/Sky.

Notas relacionadas:

  1. Semifinal direto do ginásio e a vaga da Cimed
  2. Clima quente e duelo de levantadores na Superliga
  3. Bruninho faz falta ao time da Cimed
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terça-feira, 13 de dezembro de 2011 Superliga | 08:00

Superliga ainda sem cara de super, mas com promessas

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Bruninho e Gustavo - Divulgação/CBV

Estrelas, Bruninho e Gustavo entraram apenas ao longo da partida de estreia da Cimed/Sky

A Superliga 2011/2012 teve início no final de semana para homens e mulheres. Para começar, um pouco da edição masculina (como a feminina terá rodada completa logo mais, comentamos os primeiros jogos depois, combinado?). Por enquanto, o campeonato ainda não é “super”, mas tem boas promessas.

Saiu na frente quem não tinha um dos “supertimes” da temporada. RJX, por exemplo, nasceu no Rio e tem como objetivo chegar à final da competição. Para não virar um novo Pinheiros e ser apenas um time de estrelas e sem resultado, apostou em selecionáveis como Dante, Théo, Marlon e Lucão e gente também boa como Lipe, Allan ou Thiago Sens para ter titulares e reservas.

Porém, a tabela não foi amiga da equipe carioca. Logo de cara, um clássico sem cara de clássico. O RJX encarou o Sesi, mas as grandes estrelas não atuaram o tempo todo. E venceu quem tem uma base melhor e mais bem entrosada. O Sesi acabou de ser campeão paulista, manteve praticamente o mesmo time campeão da Superliga na última temporada e venceu, sem muitos prolemas (leia mais sobre a partida).

Outro “supertime”, a Cimed, que herdou Giba e Gustavo da Sky, também não precisou da força máxima para vencer o Londrina/Sercomtel. Bruninho e Gustavo atuaram pouco. E Giba nem entrou (leia mais sobre a partida).

O jogo mais equilibrado acabou ficando com os times com menos estrelas. Fora de casa, o BMG/Montes Claros, que quase acabou na temporada passada e refez o elenco, só venceu o Medley/Campinas, que se reforçou com nomes como Bob e Zanuto (que podem não estar na seleção, mas são velhos conhecidos de quem acompanha vôlei), no tie-break.

Por enquanto, esses times menos estrelados, ou a base dos estrelados, saem na frente. É o caminho natural, já que os elencos seguiram trabalhando enquanto os atletas estavam reunidos na seleção brasileira. Só é ruim ver um clássico como Sesi e RJX sem a verdadeira cara e o verdadeiro equilíbrio esperado. No returno será melhor.

Agora, Sesi, que tem um ótimo grupo, Vôlei Futuro, que apostou em atletas fora da seleção, mas qualificados como Lorena, Piá e Ricardinho, estão em vantagem. Depois da pausa para as festas de final de ano e com mais tempo de treino, os outros entrarão de vez na briga. E aí sim a Superliga promete render ótimas emoções.

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  1. A rodada de quinta da Superliga
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011 Seleção masculina | 13:34

Uma boa vitória, mas com cara de obrigação

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Giba - Divulgação/CBV

Giba foi o melhor em quadra na vitória sobre o Irã

Depois de perder para Cuba e Sérvia, o Brasil cumpriu o que era esperado e venceu o Irã nesta madrugada, na abertura da última rodada da Copa do Mundo de vôlei, no Japão. Ainda faltam dois jogos no torneio e o Brasil, agora terceiro colocado, segue na briga por uma das vaga nas Olimpíadas de Londres.

O placar diante dos iranianos foi 3 sets a 0. Dá para se animar com esse resultado? Um pouco, afinal, o time dominou o jogo todo o tempo e teve tranquilidade, encaixando o saque e marcando bem no bloqueio. Mas essa era a obrigação do Brasil. O Irã pode estar em uma boa fase e ter feito jogos interessantes na Copa do Mundo, mas é uma seleção inferior à nacional.

Entretanto, os 3 a 0 mostraram que, apesar das brigas e das partidas com a cabeça baixa, a seleção pode se arrumar. A prova de fogo será contra a Polônia. Se nada de diferente acontecer e eles entrarem com o time principal, a disputa deve ser boa. Diferente dos iranianos, os poloneses tem mais técnica, são altos e também conseguem jogar na velocidade. Não foram líderes do torneio até a rodada desta sexta à toa (foram ultrapassados pela Rússia nesta madrugada).

Ao Brasil, resta manter o emocional equilibrado. Os jogadores são os mesmos que já venceram tantas vezes, mas eles precisam querer seguir vencendo e se empenhar para isso. A diferença é que lá no começo do ano 2000, só a equipe nacional jogava na velocidade e variava tanto os ataques. Agora, todos já sabem como o Brasil joga e muitos usam e abusam da velocidade. Os outros times conhecem o Brasil e estão usando bem isso. Já é o momento de ousar de novo, vibrar mais e voltar a ser aquele Brasil.

Notas relacionadas:

  1. A uma vitória da classificação
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Autor: Aretha Martins Tags: , , ,

domingo, 18 de setembro de 2011 Seleção masculina | 09:49

Os 12 do Brasil para o Sul-Americano

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Bernardinho divulgou no final da tarde de sábado os 12 jogadores que vai levar para o Sul-Americano. Ficaram de fora Giba, Gustavo, Leandro Vissotto e Mário Jr, porém, os dois primeiros viajam e seguem treinando com o time (leia mais). Os cortes foram surpreendentes?

Giba ainda se recupera de lesão e já era esperado que fosse poupado. No meio, Gustavo é o mais velho da posição e também teve lesão na temporada e Bernardinho também pode estar querendo poupá-lo para a Copa do Mundo. Já na saída, achei justa a decisão. Vissotto tem altura e potencia, mas não vem em uma boa fase na seleção, enquanto Wallace é um ótimo jogador e ainda conhece muito bem a Argentina, único rival de peso do Brasil no Sul-Americano. Para fechar, Serginho é melhor líbero que Mário Jr e isso diz tudo.

No final, vão para o Sul-Americano os levantadores Bruno e Marlon, os opostos Theo e Wallace, os centrais Rodrigão, Sidão e Lucas, os ponteiros Murilo, Dante, Thiago Alves e João Paulo Bravo e o líbero Serginho.

O que vocês acharam? Segunda-feira começam os jogos…

Notas relacionadas:

  1. Os cortes de Bernardinho para o Sul-Americano
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quarta-feira, 17 de agosto de 2011 Seleção masculina | 08:00

Giba aposta nas categorias de base, e você?

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Nesta semana, Giba comentou mais uma vez que pretende deixar a seleção brasileira depois das Olimpíadas de Londres e disse que a aposta nas categorias de base para que o Brasil siga no topo.

Para ele, as equipes do País tem jogadores para revezar e, como os mais novos treinam com os mais velhos em Saquarema, eles ganham experiência e queimam etapas (leia a matéria completa com Giba). Será que só isso é suficiente?

No Mundial juvenil masculino, que acabou há pouco no Rio de Janeiro, o Brasil ficou apenas com a quinta colocação. E, segundo o técnico Leonardo Carvalho, faltou tranquilidade e maturidade ao time (sim, estamos falando de uma seleção juvenil, mas os outros times foram melhores e mais maduros, ou pelo menos mais consistentes que o Brasil). Ele chegou a dizer que o time tinha vontade, mas faltava competência para virar as bolas e pontuar. Em vários momentos, a equipe teve chances de fechar e definir os jogos, mas acabou errando demais, perdendo o foco e o resultado foi acabar longe do pódio.

Vale lembrar que jogadores que foram destaque nas outras conquistas mundiais (o Brasil havia vencido as duas últimas edições, em 2007 e 2009), como Renan, estão na seleção de novos.

E falando nisso, se olharmos a seleção de novos, acho que Giba tem razão. Há atletas lá que já defenderam o time principal, como Thiago Alves, Éder e João Paulo Tavares, e também outros que logo estarão prontos, como Wallace e Renan. A seleção de novos está encaminhada, mas a juvenil ainda precisa de mais. Só ter gigantes no time não adianta. Tem que saber decidir. E a seleção principal chegou onde está não por ser a mais alta, mas por ser a mais habilidosa e saber jogar na velocidade, como já comentaram por aqui.

Já outras seleções seguem bem a renovação. A Rússia, campeã mundial juvenil, fez incríveis 32 pontos de bloqueio diante da Sérvia na semifinal e mostrou que esse ainda é o seu melhor fundamento. Já a adulta, campeã da Liga Mundial diante do Brasil, levou o título com um elenco jovem, comandado por Maxim Mikhaylov, oposto de 23 anos e grande destaque da competição e da final, e Dmitriy Muserskiy, central de 22 anos (relembre a final da Liga Mundial)

Tem também a Argentina, que surpreendeu na Liga com uma equipe jovem, com Facundo Conte, de 21 anos, e ainda viu os juvenis chegarem à final do Mundial pela primeira vez.

Para alguns times, a renovação é uma realidade, e para o Brasil?

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  1. Será que agora Giba volta ao Brasil?
  2. A volta de Giba em um encontro de gala no Paulistão
  3. Os bigodes e as barbas seleção
Autor: Aretha Martins Tags: , , , ,

quinta-feira, 14 de julho de 2011 Seleção masculina | 09:00

Os bigodes e as barbas seleção

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Depois de falar do vice da seleção da Liga Mundial, do desembarque, dos erros de arbitragem, vamos a um assunto bem mais leve…

Bigodes e barbas parecem ter virado moda entre os jogadores do time de Bernardinho. Lucão já adota esse visual há algum tempo e Giba sempre cultiva o “bigodon” na finais. Mas a lista ganhou novos adeptos. Depois de Marlon adotar um cavanhaque, o oposto Wallace postou uma foto em sua página no Twitter na quarta-feira ao melhor estilo “mexicano”.

Veja os barbudos ou bigodudos na galeria e, quem quiser, pode deixar um comentário falando qual o visual favorito.

P.s.: isso foi só para descontrair um pouco, logo mais eu volto a falar de coisa séria…

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  1. Alguns acertos e outros erros da nova seleção masculina
  2. O que falam da volta de Ricardinho à seleção
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domingo, 10 de julho de 2011 Seleção masculina | 17:46

Rússia vence a Liga Mundial com saque, pancadas e Mikhaylov

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Rússia - Divulgação/FIVB

Festa da Rússia com ponto na final da Liga Mundial

Não deu… o Brasil acaba de perder para a Rússia na final da Liga Mundial por 3 sets a 2, com parciais de 25/23, 25/27, 23/25, 25/22 e 11/15. O decacampeonato ficou para o ano que vem…

Para falar dessa final, vou começar pelo saque. O serviço da Rússia foi de alto nível em toda a partida. Eles erraram bastante, mas também conseguiram oito pontos em aces e quebraram o passe do Brasil em diversos momentos. A Rússia seguiu a sua estratégia do começo ao fim. Sacou forte o tempo todo e conseguiu o que queria.

Já o saque do Brasil teve bons e maus momentos. Lucão conseguiu encaixar ótimas pancadas, mas Sidão, que havia se tornado uma arma e tanto no fundamento, não estava em um bom dia. Depois, o Brasil achou o saque flutuante em cima do líbero Sokolov, principalmente nas entradas de Marlon. E por que não manter a estratégia? Por que Giba errou aquele saque no final do tie-break? Isso atrapalhou  a seleção…

Mikhaylov - AP

Mikhaylov foi o maior pontuador do jogo com 26 acertos

No ataque, a Rússia ganhou velocidade e precisão com a entrada do levantador Butko. Ele fez o caminho mais fácil: deu bolas para o oposto. E isso ajuda e muito quando o oposto em questão é Mikhaylov. O atacante estava totalmente inspirado e acho que foi parado no bloqueio brasileiro apenas uma vez em toda a partida. Isso, uma vez! Com 26 bolas no chão, Mikhaylov representou muito bem a função de homem de segurança, soltou o braço em belas pancadas e foi um dos caras da partida, ao lado do levantador reserva.

Do lado do Brasil, o que funcionou foram as bolas chutadas para o outro lado da rede. Os russos são altos e bloqueiam bem, mas não estavam se deslocando com precisão. Com isso, Giba fez lindos ataques e o meio também pareceu de maneira eficiente. Mas não foi suficiente. Na hora que poderíamos ter dado mais bolas para o Théo (o nosso oposto também estava virando), não demos. E levamos bloqueios nas jogadas mais curtas.

No geral, Brasil e Rússia fizeram um belo jogo na final da Liga Mundial. Mas os russos, além de uma ajuda e tanto do árbitro em uma bola que claramente caiu dentro e foi marcada como fora no tie-break, não se importou com a pressão da final, me pareceu jogar mais solta e com mais facilidade em colocar a bola no chão, e venceu.

Rússia - Divulgação/FIVB

Jovem Rússia no lugar mais alto da Liga Mundial

E essa Liga Mundial pode deixar uma lição para o Brasil. Temos times renovados e chegando forte por aí. A Argentina ficou com o quarto lugar, mas foi a revelação do campeonato com Facundo Conte, de 21 anos, e companhia. A Polônia levou o bronze também com jogadores jovens, como Kurek, que jogou muito na semifinal, apesar da derrota. E a campeã Rússia é comandada pelo oposto Mikhaylov, de 23 anos, pelo central Muserskiy, de 22 e pelo levantador Butko, de 25 anos. E tem Volkov, o outro central, com 26 anos.

E o Brasil? Vimos Giba em uma excelente forma na fase final, mas ele já tem 34 anos. Por enquanto, o Brasil ainda é um dos melhores do mundo e tem time para jogar com contra qualquer um. Perdeu em um belo jogo neste domingo. Mas e no futuro? A seleção aguenta essa renovação no vôlei mundial? Como torcedora, espero que sim! Que venham o Sul-Americano, a Copa do Mundo a e a vaga para Londres-2012. Por enquanto, parabéns os garotos da Rússia!

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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

sábado, 9 de julho de 2011 Seleção masculina | 14:21

E vamos para mais uma final!

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O Brasil está em mais uma final da Liga Mundial. A seleção acabou de vencer a Argentina por 3 sets a 0. Apesar do placar, o jogo não foi tão fácil assim e teve o segundo set mais longo da história da competição. Dessa vez, vou fazer um comentário diferente por aqui. Primeiro, um resumo de cada set e, depois, um pouco sobre os jogadores do Brasil. Vamos lá!

Sidão - Divulgação/FIVB

Sidão recebe bola. Jogada de meio foi a arma mais eficiente do Brasil

1º set: 25 a 22 para o Brasil
Brasil teve um branco quado deixou a Argentina virar no 11 a 9, mas logo se recuperou e passou a jogar do jeito que a gente vinha pedindo, com alegria e bastante solto. E na parte final do set, a virada de bola brasileira apareceu muito bem, principalmente com o Théo, mais uma vez o oposto titular. Ele só foi bloqueado uma vez e em uma jogada ue foi previsível. O Brasil só não precisava errar tantos saques forçados, poderia “testar” mais os rivais. Já o saque argentino funcionou muito bem na pancada, primeiro com De Cecco, ainda no começo da parcial, e com Conte, no final.

2º set: 42 a 40 para o Brasil
A Argentina começou na frente e me pareceu mais solta no ataque. Entretanto, a defesa brasileira estava bem ligada. Durante todo o set, os brasileiros recuperaram belas bolas. Já o bloqueio nacional ainda foi pouco efetivo, principalmente nas pontas, chegando quebrado. E a Argentina pode ser menos experiente, mas tem bons jogadores. Conte tem muita habilidade e o levantador De Cecco viu que a ponta estava aberta e usou bem Pereya. O Brasil cresceu quando voltou a usar o seu meio e equilibrou novamente. Mas a Argentina não se entregou e levou o jogo até os 40 pontos!

3º set: 25 a 23 para o Brasil
Parecia que o time nacional poderia sentir a famosa síndrome do terceiro set, abrindo e deixando a Argentina crescer. Mas depois de levar os ataques de ponta do set anterior, o bloqueio acordou e marcou essa posição. Além disso, Pereya parou de virar. No final, a inversão do 5-1 não deu nada certo e isso preocupa um pouco para a final porque Vissotto segue sem ritmo e Marlon, apático. Bernardinho fez bem em e logo voltar seus titulares e como o Brasil voltou à frente? Com uma bola de meio! Essa foi a grande arma da seleção diante da inexperiência da Argentina. Eles conseguiram marcar no bloqueio na ponta, mas não chegaram ao meio.

E os brasileiros?

Théo - Divulgação/FIVB

Théo passa pelo bloqueio argentino. Ele foi maior pontuador, com 23 acertos

Foi bom ver o time empolgado de novo em quadra. Giba e Serginho seguiram chamando o jogo e, ao lado de Bruno, contagiaram a equipe. O Brasil também fez algumas lindas pancadas no ataque, daquelas que dão moral (posso estar sendo chata, mas ainda queria mais). Entre os nossos opostos, Théo é a melhor escolha. Ele está mais entrosado com Bruno e foi o maior pontuador da partida. Mas, para mim, o destaque dessa fase final da Liga Mundial é Sidão. Ele conquistou a vaga entre os titulares com um saque potente e presença na rede. Neste sábado o saque brasileiro foi equivocado em alguns momentos, como disse no set a set, mas o ataque de meio foi perfeito. E foi com a bola de meio que o Brasil ganhou, com experiência e maturidade em quadra.

Vale falar também que a Argentina sai da briga, mas deixa uma boa impressão. O Brasil ainda é mais time, mas os argentinos não se intimidaram tanto assim e colocaram pressão. Até as Olimpíadas de Londres esse time ainda vai crescer…

E agora, quem vem pela frente?
Se fosse para escolher, iria preferir a Polônia. O Brasil já sabe jogar contra eles. Mas a Rússia é a favorita. Podemos esperar o tradicional bloqueio alto e saque pesado, mas também algumas jogadas mais aceleradas como vimos no “treino” contra o Brasil na sexta-feira. A partir de 15h a gente descobre!

E vocês? O que acharam do jogo? Poderia ter sido mais fácil, sem os 42 a 40 do segundo set? Deixem seus comentários e mais a tarde a gente volta para falar do rival do Brasil!

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  1. Estamos na final da Liga Mundial
  2. Agora sim, os comentários de mais uma virada…
  3. Argentina dá aula de voleibol e surpreende na fase final
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , , , ,

quinta-feira, 7 de julho de 2011 Seleção masculina | 16:39

Agora sim, os comentários de mais uma virada…

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Mais um jogo do Brasil, mais um começo ruim e mais uma virada na fase final da Liga Mundial. Nesta quinta, a seleção não demorou tanto a acordar como no jogo contra Cuba, venceu por 3 sets a 1 e deu mostras de que sabe se concentrar e pode liquidar um jogo com facilidade.

Pontos negativos?

Anderson, atacante dos Estados Unidos/FIVB

Anderson, dos Estados Unidos, foi bem nos primeiros sets

O começo mais uma vez apático. O time demora a ficar vibrante e solto em quadra. E ainda se deixou levar e se perdeu com erros da arbitragem. Por isso levou 25 a 15 dos EUA no primeiro set. O time tem que fazer seu jogo e esquecer do resto para vencer, sem cair em provocação (pelo menos isso só durou um set…).

E acho que ainda falta aquele atacante de potência, que crava a bola e dá moral à equipe. Vissotto mais uma vez entrou e pouco fez. Com seus 2,12m poderia render muito mais. Wallace não faria bem ao time nessa fase final?

Pontos positivos ?
A postura em geral a partir do segundo set. A equipe ganhou a vontade de jogar e foi para cima. Finalmente o bloqueio, na parte final do jogo, colocou pressão nos norte-americanos (pontuamos mais do que eles na rede). E esse fundamento ajuda a animar o time. Além disso, o Brasil fez belas defesas e teve paciência para trabalhar.

Para fechar, no quarto set, o time finalmente conseguiu abrir no placar e manter o foco para vencer e vencer bem. Nada de relaxar só porque está na frente no placar e chegar até a levar viradas bobas, como nas derrotas para os norte-americanos. Era a isso que eu me referia quando falava de “manter o padrão todo o tempo”!

E os jogadores?

Giba e Serginho/FIVB

Giba foi o maior pontuador da partida, com 21 acertos

Giba foi mesmo o nome do jogo. Bruno acertou as bolas rápidas com ele, o que resultou em lindos ataques. Bom para Bruno, que percebeu o melhor momento do companheiro e mostrou mais segurança, e para Giba, que segue em boa forma e, se contar com essa bola acelerada na medida, é difícil de ser parado. E Sidão, mais uma vez titular, foi bem no saque e na rede. Ele está aproveitando e bem as chances de Bernardinho.

E agora, como encara a Rússia?
Acho que, mais uma vez, com velocidade. Se tentarmos jogar com bolas mais altas, vamos perder no bloqueio. O meio será importante e as pontas com jogadas aceleradas também. E como comentou a leitora Priscilla, Dante faria bem ao time, já que é um belo ponteiro e mais alto que Giba e Murilo. Bernardinho já falou que vai mexer no time e mudar um ou dois jogadores (veja o que técnico falou sobre a Rússia). Dante pode ser um desses. Vamos ver!

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  1. Sufoco e virada contra a Bulgária no 2º jogo
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  3. Mais uma virada e a vaga na semifinal da Liga Mundial
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. 5
  7. Última