Estreia | Mundo do Vôlei, por Aretha Martins

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quarta-feira, 28 de setembro de 2011 Seleção feminina | 19:40

Saque e ponto! Esta foi a estreia do Brasil no Sul-Americano

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“Brasil no perdona”. Esta foi uma das frases mais repetidas pelos narradores da TV peruana pela web que transmitiu a estreia da seleção feminina no Sul-Americano (http://www.frecuencialatina.com/?prog=tv). O placar explica. O Brasil encarou o Paraguai e venceu por 3 sets a 0, com parciais de 25/07, 25/09 e 25/08.

E o Brasil não perdoou e venceu com um placar tão elástico pela fragilidade das rivais, mas também pela maneira como se comportou em quadra. Praticamente todos os contra-ataques viraram pontos com bolas de todas as posições. E o saque, mesmo sem muita força, acabou com passe das paraguaias. O jogo se resumiu a isso. O Brasil chegou, atacou e ganhou.

A facilidade e a diferença entre os times era tanta que um fato chamou a atenção. No único tempo que a tal tv peruana abriu o microfone do ginásio, sabe qual o assunto no banco do Brasil? “Será que estão vendo? Tem algum canal passando”, disse a líbero Fabi para o técnico Zé Roberto. Não, não, Fabi, só a semifinal e a final serão transmitidos pela Sportv…

Ainda não dá para falar da postura do Brasil ou discutir se Zé Roberto acertou ou não em deixar Paula Pequeno e Natália de fora e usar Sassá e Jaqueline, além de Mari e Fernanda Garay, como ponteiras. E, pelo visto, a próxima partida também será simples como a estreia e não será nenhum parâmetro. O Chile, rival desta quinta-feira, também é jovem e não deve representar nenhum perigo. O Sul-Americano deve começar a render mais para o Brasil na partida de sexta, diante da Argentina, que já tem uma equipe mais “encorpada” e que já jogou o Grand Prix.

Mas, como disse Zé Roberto arriscando um espanhol após a estreia, passar por esses jogos faz parte do trabalho do Brasil para garantir a vaga na Copa do Mundo e lutar por um lugar nas Olimpíadas. Se não tem como fugir, é melhor jogar e vencer logo, sem complicações.

Notas relacionadas:

  1. Paula Pequeno é a única “novata” no Sul-Americano
  2. Sul-Americano = vaga na Copa dos Campeões
  3. Estreia com cara de estreia na Copa dos Campeões
Autor: Aretha Martins Tags: , , , ,

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010 Superliga | 10:06

Na Superliga, noite de estreia é noite de Sheilla

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A Superliga feminina está na primeira rodada e a noite de terça-feira foi de estreia para o renovado time do Unilever. As cariocas, acostumadas a decidir o torneio com o time de Osasco, teve que mudar para a temporada, mas começou a disputa bem. E Sheilla, uma dessas novidades, foi o destaque.

Sheilla foi a melhor jogadora em quadra nesta terça

Sheilla foi a melhor jogadora em quadra nesta terça

O Unilever venceu o São Caetano por 3 sets a 0 (25/13, 25/17 e 25/15), em 1h13 de partida. Vale lembrar que esse São Caetano é bem diferente daquele dos últimos anos. A equipe paulista perdeu o patrocínio da Blausiegel e chega para a Superliga com um elenco de novatas, com muita vontade, mas pouca experiência.

No jogo, o São Caetano até conseguiu equilibrar até o 10º pontos da segunda e da terceira parcial com bons ataques e levantamentos até ousados da jovem Juliana, de 18 anos. Mas depois, com passe muito ruim, o time passava a errar e via o Unilever abrir. Aí estava a falta de experiência, para se armar e defender melhor, por exemplo.

Já as cariocas estão se conhecendo agora. Da temporada passada, restaram apenas Dani Lins, Regiane (agora como Régis na camisa) e a líbero Fabi no elenco que foi titular da noite de terça-feira. Nas novidades, Sheilla e Juciely, que jogavam no São Caetano, Valesquinha e Suelle. Mas, mesmo sem ritmo de jogo e ainda pouco entrosada pelo começo da temporada, a equipe seguiu as orientações de Bernardinho, conversou bastante para se entender em quadra e venceu, com a ajuda de um bom saque.

E a noite foi de Sheilla. A oposta conhece Dani Lins da seleção, apesar de ter atuado quase toda a temporada jogando com Fabíola, e acho que as duas combinaram bem as bolas para esse “primeiro momento”. A primeira jogada de meio fundo só saiu no terceiro set, mas Dani conseguiu acelerar algumas jogadas com a nova oposta. E Sheilla sabe se virar… Tanto que foi a principal pontuadora da partida, com 15 acertos.

Essa é apenas a primeira rodada, os times ainda vão se acertar, mas acho que o Unilever, mesmo diferente, dará trabalho. Entretanto, time de Bernardinho muda a sua característica para a temporada. Depois de anos tendo como força o bloqueio pesado no meio, com Fabiana, aposto que a equipe jogará agora na velocidade. Além de Sheilla, que até já comentaram por aqui é uma atleta que bate rápido, as centrais precisam da agilidade e da variedade para compensar a altura. Juciely, de 1,84m, é uma ótima central, mas não é a “parede” Fabiana. Dani Lins terá uma grande responsabilidade nas mãos, mas tem boas jogadoras para ajudar…

E em mais uma edição do boletim Terceiro Set, do site do Milton Neves, parceiro do iG, cometei sobre o desempenho do Unilever neste começo de temporada. Quem quiser ouvir, basta clicar no link Boletim Terceiro Set

Notas relacionadas:

  1. E a regra se mantém na semifinal da Superliga!
  2. Sufoco e passeios na estreia da Superliga feminina
  3. Noite de atletas ilhadas no Rio e dia de decisão em SP
Autor: Aretha Martins Tags: , , , ,

terça-feira, 10 de novembro de 2009 Seleção feminina | 11:51

Estreia com cara de estreia na Copa dos Campeões

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Primeiro jogo é sempre a mesma coisa. As atletas entram um pouco nervosas, as jogadas demoram a sair e, aos poucos, o time se encontra. Foi exatamente isso o que aconteceu com a seleção brasileira feminina nesta madrugada contra a República Dominicana na Copa dos Campeões. As brasileiras venceram por 3 sets a 0 (veja como foi o jogo) em uma estreia com cara de estreia.

Bloqueio do Brasil - Divulgação/FIVB

Bloqueio do Brasil - Divulgação/FIVB

O Brasil começou o jogo tenso, como assumiram as próprias atletas, e chegou a levar 19 a 12 das dominicanas, único time que já venceu a seleção nesta temporada.Foi aí que apareceu uma das armas dessa equipe de Zé Roberto: o bloqueio. Com saque bem feito e uma parede na rede, as brasileiras empataram e depois fecharam com três ataques de Natália, maior pontuadora do jogo. No set seguinte, mais uma vez as dominicanas saíram na frente e o Brasil virou. Já na última parcial, domínio verde e amarelo de ponta a ponta. Ou seja, o time dormiu no começo, mas se achou ao longo da partida.

É bom ver a seleção com bons bloqueios mesmo sem Fabiana, especialista neste fundamento, mas que está fora do time por causa de uma tendinite no ombro. Thaísa, outra central titular que se recupera de lesão, só entrou no terceiro set. Ainda sim, Carol Gattaz e Adenízia seguraram a pressão e mantiveram o nível na rede. Foram apenas nove pontos na partida, o que é pouco para esse time, mas eles saíram em momentos fundamentais.

Agora será a vez de encarar o Japão. Que o nervosismo da estreia tenha passado e a equipe nacional já comece embalada.  O jogo será na manhã de quarta-feira, às 8h (horário de Brasília), com transmissão do canal Sportv. As asiáticas jogam um estilo diferente das dominicanas, usando muito mais a velocidade, e ganharam elogios de Zé Roberto Guimarães. Mas, se o Brasil entrar bem concentrado e quebrar o passe rival, consegue mais uma vitória.

E você, o que achou da estreia do Brasil na Copa dos Campeões? O que espera para o jogo contra o Japão? Deixe seu comentário!

Notas relacionadas:

  1. Brasil ganha mais de um set de graça na estreia no Grand Prix
  2. Sul-Americano = vaga na Copa dos Campeões
  3. As brasileiras para a Copa dos Campeões
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,