Dante | Mundo do Vôlei, por Aretha Martins

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quinta-feira, 21 de março de 2013 Superliga | 14:12

Faz bem ou mal ficar um tempo sem jogar na reta final?

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*atualizado às 18h04

Essa semana é de treinos para os times que estão na decisão da Superliga. No masculino, RJX e Vivo/Minas, que se classificaram para a semifinal em dois jogos, esperam até sábado de manhã para começar a série que vale o lugar na decisão. Sada/Cruzeiro x Sesi iniciam as semis na noite de sábado também depois de alguns dias sem jogos. No final, é bom ou ruim demorar tanto para entrar em quadra entre uma partida e outra? Veja opinião de alguns envolvidos nas decisões no vídeo abaixo:

Thiago Alves, do RJX, ainda comentou ao Mundo do Vôlei outro aspecto. Durante a Superliga, os times jogam duas vezes por semana e quase não têm descanso. Agora sobra um tempo para ajustar a equipe, pensar no adversário e entrar em quadra. Mas tem gente que reclama disso…

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Thaísa, central do Sollys/Nestlé, se prepara para mais uma final diante da Unilever. E no feminino, o tempo de espera ainda é maior. Tanto paulistas quanto cariocas conquistaram a vaga na decisão e vão ficar três semanas apenas nos treinos até a partida que vale o título, marcada para o dia 7 de abril, em São Paulo. Para a central, é complicado não apenas manter o ritmo ou controlar a ansiedade neste tempo todo, como comentaram os outros jogadores no primeiro vídeo. Ela lembra que isso pode afetar ainda mais quem, como ela, é atleta da seleção brasileira. Assista abaixo:

E você? Acha válido ter um campeonato acelerado e um tempo de “folga” nesta reta final? Dê também a sua opinião!

Notas relacionadas:

  1. Na reta final da Superliga, 3 a 0 é o que importa
  2. Folga da Superliga terá Natal em família e Ano Novo na praia
  3. Lá vamos nós para mais um Rio x Osasco na final…
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terça-feira, 19 de março de 2013 Superliga | 11:37

Apagão, calor, reclamação… o que rolou longe da bola

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A Superliga está na reta final para homens e mulheres. No masculino, foram definidas as semifinais e no feminino já sabemos que a final será Sollys/Nestlé x Unilever. Mas essa fase de playoffs e alguns jogos da classificação também chamaram a atenção longe da bola. Relembre na seleção do Mundo do Vôlei

Calor, muito calor

Divulgação

Sassá passou mal por causa do calor no Maracanãzinho

Para começar, o mais recente… A semifinal Unilever e Sesi no sábado teve um grande susto e o vilão foi o calor. O Rio de Janeiro sofreu com os temporais e o Maracanãzinho ficou sem ar condicionado. No final de semana, no jogo Unilever x Sesi, dava para ver as jogadoras transpirando muito logo nos primeiros pontos da partida. E pouco depois, Sassá deu um susto. Ela teve uma queda de pressão, ficou com dificuldade para respirar e, muito nervosa, foi retirada da quadra para receber atendimento. Por sorte, não foi nada grave.

Leia mais: Unilever avança para mais um final em manhã de susto com Sassá

Apagão

Já as quartas de final do masculino foram marcadas pelos apagões. Teve falta de luz e jogo paralisado em dois duelos de Sesi x Canoas e no segundo da série São Bernardo x RJX. Em São Paulo, a forte chuva do final da tarde que fez estragos. Em São Bernardo, o gerador superaqueceu e parou de funcionar. Estava lá nesse confronto e o apagão dividiu opiniões. Enquanto Bruninho acha que uma parada atrapalha, Dante não vê tanto problema ao RJX e leva a situação com bom humor. Assista no vídeo abaixo:

Antes, o Maracanãzinho tinha tido problema no gerador e apagão no jogo RJX x Medley/Campinas e o Canoas havia cancelado um treino no local também pela falta de luz. O Vôlei Amil foi outro a perder treino. A luz acabou devido às fortes chuvas em uma tarde em Campinas.

Ginásio pequeno e falta de estrutura

Ventiladores - Eduardo Valente/Futura Press

Ventiladores ajudam a secar a quadra para partida no ginásio Capoeirão

Não é a primeira vez que as condições das quadras aliadas ao tempo atrapalham. No ano passado, o ginásio de Montes Claros tinha goteiras e o Capoeirão, casa da Cimed, teve um inesquecível jogo com ventiladores para secar a quadra (veja foto)! Mas a Superliga desta temporada também teve falta de estrutura sem nenhuma relação com São Pedro.

Relembre: Ventiladores e toalhas salvam jogo da Superliga

Logo no começo, o RJX mandava seus duelos no ginásio da AABB, considerado pequeno e com teto baixo. Vire e mexe a bola parava no teto a sequência do ponto era interrompida. Depois, o time carioca passou a jogar no Maracanãzinho, que segue em obras.

Reclamação e mais reclamação sobre a arbitragem

Reprodução

Reclamações de Gustavo no Twitter

Como esse assunto rendeu! De novo, a série das quartas entre Sesi e Canoas foi agitada e teve muita reclamação da arbitragem. Em um jogo, Murilo reclamou e foi flagrado dizendo que “ali não era Superliga B”. Ele pediu desculpas depois. Já o irmão Gustavo recorreu ao Twitter para reclamar, como mostra o print. Ele falou dos erros, da falta de preparo dos árbitros, lembrou que jogadores podem sem punidos por reclamação e disse que até perde a vontade de jogar.

Leia mais: Gustavo critica arbitragem no Twitter nas quartas de final da Superliga

Outro exemplo de discussão foi no final do returno, com Sollys/Nestlé x Unilever que terminou em confusão. Mesmo vencendo, o time de Osasco reclamou da arbitragem e, segundo Bernardinho, teria hostilizado o delegado da partida. O técnico carioca saiu em defesa do delegado e o clima pesou a caminho do vestiário.

Que falta faz a tecnologia para falar se a boa duvidosa foi dentro ou fora! Que falta faz um pouco mais de estrutura para o esporte!

Notas relacionadas:

  1. Longe dos times, a solução é pedir uma equipe “emprestada”
  2. Apagão, vitória do RJX e ameça do fim do São Bernardo
  3. Lá vamos nós para mais um Rio x Osasco na final…
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domingo, 23 de dezembro de 2012 Diversos, Superliga | 07:00

Folga da Superliga terá Natal em família e Ano Novo na praia

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A Superliga feminina já está de folga para as festas de final de ano depois da vitória do líder Sollys/Nestlé sobre o Usiminas/Minas no sábado. As mulheres só voltam a jogar no dia 11 de janeiro. Já a Superliga masculina ainda tem partidas até entre o Natal e o Ano Novo. Ainda assim, todo mundo vai ter direito a uma folga e alguns jogadores – como Lucão, Dante, Serginho, a búlgara Vasileva e mais – contaram os seus planos ao Mundo do Vôlei. Quer saber o que eles vão fazer nas festas de final de ano? Veja no vídeo abaixo.

Mas a folga não vai ser igual para todos. No feminino, por exemplo, quem se deu bem foi o Vôlei Amil. O técnico José Roberto Guimarães decidiu dar 10 dias de descanso ao elenco. “Elas vinham de um ritmo forte desde o Paulista e acho que mereciam isso agora”, comentou o treinador. Ele e as jogadoras voltam ao trabalho no dia 2 de janeiro.

Já o Sesi vai disputar o torneio Top Volley, em Basel, na Suíça, de 27 a 29 de dezembro. “Times ficarão treinando aqui e nós estaremos em uma disputa forte”, analisou Talmo, técnico do time paulista. A maioria das equipes deve ganhar folga para o Natal, voltar para um treinamento, e ter mais alguns dias longe das quadras para o Ano Novo.

A tabela foi mais puxada para o masculino. Super Imperatriz encara o Sesi e São Bernardo recebe o Canoas no dia 29 de dezembro. Nem dá para esticar a viagem com a família…

E eu aproveito também uns dias de folga. Ficarei fora no Natal, para também seguir na onda dos jogadores e curtir a família, e volto no plantão de Ano Novo com a já tradicional retrospectiva daqui do blog! Feliz Natal e até mais!

Notas relacionadas:

  1. Rio conhece o seu novo time das estrelas
  2. O novo velho time do Sesi
  3. Cimed/Sky vence de novo sob comando de Douglas, e agora?
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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012 Superliga | 08:00

RJX aprova tabela, virada e segue quase igual Sada na ponta

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Depois de cinco rodadas da Superliga masculina 2012/2013, RJX e Sada/Cruzeiro estão praticamente iguais. São os times que ainda seguem invictos com cinco vitórias e ambos perderam apenas três sets até (uma vitória por 3 a 1 euma por 3 a 2 para cada). Só na média de pontos que a equipe carioca leva vantagem e se segura na liderança.

Mas o RJX perdeu a chance de se distanciar um pouco do rival. O Sada/Cruzeiro já havia jogado na rodada, com vitória sobre o Funvic/Midia Fone ainda na quinta-feira. E no sábado, os cariocas encararam o Sesi e, em um jogo de muito erros, venceram apenas no tie-break e somaram só dois pontos na classificação geral.

Pois é, erros não faltaram. O Sesi deu 38 pontos de graça e o RJX foi além, com 40 erros nos cinco sets. Bruninho não gostou nada da atuação e, depois da partida, falou com exclusividade ao Mundo do Vôlei e reclamou. “Foi um jogo taticamente ruim, feio”, disse.

Entretanto, valeu aos cariocas pela virada. No quarto set, por exemplo, eles estavam perdendo por 18 a 12 e, com uma boa passagem de Lucão pelo saque, viraram e levaram o jogo para o tie-break, que acabou sendo o melhor set do jogo. Lucão fala disso ao blog. Assista ao vídeo:

Já Dante, que aos poucos se livra das dores do joelho e volta a atuar, destaca o poder de reação da equipe carioca. Veja o que ele diz:

E pode-se dizer que agora a Superliga começou de fato para o RJX. Como já comentamos aqui, o time carioca teve uma tabela tranquila nos primeiros jogos, quando venceu todos por 3 a 0. Agora, a vida complicou. Já foi São Bernardo, que roubou um set, depois Sesi com o primeiro 3 a 2… Mas para os jogadores, os jogos mais complicados vieram na hora certa.

E na próxima rodada, na quinta-feira, os líderes voltam para casa e o RJX volta a ter um rival um pouco mais simples. O RJX recebe Vôlei Futuro, que depois de ter perdido investimento para a temporada deixou o grupo de favoritos. O Sada/Cruzeiro recebe o Sesi, que com apenas uma vitória em cinco rodadas, já passou da hora de engrenar na competição. Entretanto, mesmo com os tropeços, já conta com seus jogadores recuperados e pode complicar se não se perder na hora de decidir os sets, como vem sendo neste começo de Superliga. E agora, será que RJX e Sada/Cruzeiro saem desse quase empate?

Notas relacionadas:

  1. Com bloqueio e ataque variado, Sesi faz bela virada na semifinal
  2. Tabela ajuda a esquentar a Superliga masculina
  3. Superliga começa com virada, vitória e derrota aos campeões
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

domingo, 12 de agosto de 2012 Seleção masculina | 13:32

Brasil para em Muserskiy e no técnico russo e fica com a prata

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Derrota na final olímpica dói para qualquer um. Se a derrota for de virada, então… E foi assim que a seleção brasileira masculina de vôlei perdeu a decisão deste domingo para a Rússia e ficou com a medalha de prata em Londres.

Se a equipe feminina colocou a cabeça no lugar ao longo do torneio e até se recuperou de um primeiro set no qual foi atropelada para vencer os Estados Unidos na final,  a masculina não conseguiu reagir. O time de Bernadinho venceu os dois primeiros sets contra os russos com sobras. Murilo começou o jogo arrasando e, mesmo com o saque muito forçado, o passe brasileiro estava saindo. E o saque do Brasil entrou bem no segundo set, tanto que foi a melhor parcial da seleção no bloqueio.

Tudo caminhava para os 3 sets a 0 e mais uma medalha de ouro para o vôlei. Mas aí veio a grande jogada da partida. O técnico Vladimir Alenko mudou o seu esquema e, ali, ganhou o primeiro lugar no pódio. Ele colocou o gigante Dmitry Muserskiy, de 2,018m como oposto, deslocou Maxim Mikhaylov para a ponta e ficou com Volkov e Apalikov como meios.

No começo, parecia que os belos ataques de Muserskiy não compensariam os erros de recepção de Mikhaylov. O Brasil se perdeu um pouco, mas até chegou a ter duas bolas para liquidar a partida. Errou nas duas e deixou a Rússia fechar o set e, depois,  o jogo.

Leia mais sobre a decisão: Brasil sofre pane, perde para a Rússia e fica com a prata no vôlei masculino

Alenko e Muserskiy venceram esse jogo. O técnico pela ousadia de mudar o time durante uma final olímpica. E o gigante por virar tudo quando foi acionado. Ele marcou 31 pontos e não foi parado nenhuma vez no bloqueio pelo Brasil. Já o time nacional foi se perdendo. Primeiro, parou de acertar o saque e de usar Mikhaylov lá no fundo. Depois, perdeu o passe na mão e, tendo que usar bolas mais afastadas ou altas, ficou no bloqueio da Rússia ou viu os europeus defenderem e matarem no contra-ataque, sempre com Muserskiy, até o último ponto do tie-break.

O Brasil parou em quadra com a mudança da Rússia. E os russos acreditaram que poderiam virar e viraram. Eles ganharam o ouro em quadra e também no banco de reservas. Vladimir Alenko mudou quando não tinha mais o que fazer. Era ganhar aquele set e partir para a briga ou voltar para casa. E eles conseguiram.

A seleção fez uma boa campanha em Londres e, depois da Liga Mundial bem apática e sem convicção, voltou a ser aquela seleção que joga com garra, vibração e soltando o braço no ataque. Mas nesta final foi assim no primeiro set, depois não deu mais. Ainda não assim, dá para reconhecer o que eles fizeram de bom em Londres. Bruninho se mostrou muito mais maduro, por exemplo, comandando o Brasil. Murilo voltou a decidir com sua “chicotada”. Dante ajudou no passe e também se achou no ataque ao longo do torneio. Mas na final, quando tinha que ter tudo isso e mais alguma coisa, faltou cabeça no lugar para entender a mudança dos russos e se segurar mesmo levando pancada de Muserskiy a cada ponto.

As lesões também atrapalharam. Leandro Vissotto estava finalmente muito bem na bola mais acelerada com Bruno e ajudando quando teve a contusão na coxa. Wallace, de forma alguma leva qualquer culpa. Ele entrou, segurou as pontas e fez seu trabalho. Mas faz falta não ter um cara no banco para as inversões.

E neste domingo ainda teve Dante que saiu com dores e voltou sem o mesmo rendimento. Para completar, Giba estava muito sem ritmo. Entrou e não correspondeu. Deu lugar a Thiago Alves, que parece ter sentido demais a pressão da Olimpíada e não conseguiu render. Não restavam mais alternativas no banco, tanto que no final, até Rodrigão estava atacando pela ponta. A diferença foi que na Rússia, o meio virou oposto, função que também já estava acostumado a fazer, e foi o cara do jogo.

As Olimpíadas acabam com um ouro, uma prata e um gosto amargo desta derrota.

Notas relacionadas:

  1. O que não faz um bom técnico
  2. Liga Mundial terá mais um Brasil x Rússia
  3. Brasil volta a ter cara de Brasil no vôlei masculino
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

segunda-feira, 2 de julho de 2012 Seleção masculina, olimpíadas | 18:33

Uns dias de férias

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Galera, estou em férias e vou ficar um pouco mais distante do blog. Nas quadras, por enquanto, a seleção feminina segue com os treinos e tenta os últimos ajustes até a estreia nas Olimpíadas. As atenções se voltam agora para o time masculino, que joga as finais da Liga Mundial.

O primeiro jogo do time de Bernardinho será nesta quarta-feira, diante de Cuba. E os jogos dessa fase vão mostrar, como comentamos por aqui, qual a real situação da equipe. Murilo e Dante já estão recuperados? E Giba, já suporta um jogo todo de cinco sets depois de voltar após a cirurgia na canela? Leandro Vissotto, ainda tem chances de também voltar e ficar com uma das vagas de oposto para Londres? Ainda tem Ricardinho, que desde que voltou não foi mais uma vez aquele excelente levantador, cheio de jogadas aceleradas e precisas que foi campeão olímpico e mundial…

Essa fase final da Liga Mundial deve dar algumas respostas e eu tentarei acompanhar alguma coisa durante as férias. E nos jogos que não tiver por aqui, vocês me contam o que for acontecendo, combinado?

Abraços, boas férias a quem também estiver de folga em julho e vamos nos falando! Até mais!

Notas relacionadas:

  1. Ah, como é bom tirar férias!
  2. Serginho e Vissotto entram para seleção ideal
  3. De malas prontas e de volta à seleção brasileira
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , ,

sábado, 30 de junho de 2012 Seleção feminina, Seleção masculina | 13:41

Mais uma vitória no feminino e vaga nas finais no masculino

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O final de semana começou bem para as seleções. No Grand Prix, mais um 3 sets a 0 para o Brasil, agora diante da Tailândia. No masculino, Itália roubou dois sets da França e colocou o time de Bernardinho na fase final da Liga Mundial.

Fernandinha - Divulgação/FIVB

Fernandinha foi mais uma vez a levantadora titular do Brasil diante da Tailândia

Vamos falar primeiro das mulheres. A partida contra a Tailândia acabou em vitória em sets diretos, mas a seleção ainda teve problemas na recepção e sofreu com o saque rival. Mas, apesar de não repetido o excelente desempenho de apenas quarto erros em todo o confronto, como foi contra Cuba, a equipe nacional soube se virar e não alongar a partida. “Nos mantivemos concentradas durante todo o confronto”, resumiu Sheilla. E é isso que é importante agora, ver o time concentrado o tempo todo, atento ao jogo. É isso que pode fazer a diferença lá na frente, em Londres. Manter a atenção o tempo todo já é meio caminho andado…

Veja os detalhes de Brasil x Tailândia

Além disso, o bloqueio brasileiro teve mais uma boa atuação. Foram 15 pontos no fundamento contra 3 das tailandesas. Mais um ponto positivo, já que o time soube se adaptar rapidamente a tipos de jogos diferentes. As cubanas jogavam na força e as tailandesas, na velocidade. E nos dois jogos o bloqueio fez a sua parte.

Por enquanto, o saldo está sendo positivo na fase final do Grand Prix. Os altos e baixos que tanto falamos aqui parecem ter diminuído, pelo menos contra os rivais mais simples. O saque e o bloqueio volta aram funcionar. A recepção, pelo visto, é que segue como o grande problema do time.

Agora o Brasil terá a Turquia pela frente e mais um desafio de peso. As turcas estão nas Olimpíadas, estreiam contra a seleção, inclusive, e tem um bom time. Mas é bom encará-las agora, para ver de fato como o Brasil está e já conhecer melhor o rival olímpico.

Já a seleção masculina segue os treinos e, agora, já está na fase final da Liga Mundial. A França era a única que poderia tirar o Brasil, mas teria que vencer os três jogos do final de semana por 3 a 0 ou 3 a 1. Não conseguiu. Começou com uma vitória, mas apenas por 3 sets a 2 sobre a Itália e não alcança mais os 26 pontos do Brasil na tabela. Com isso, a equipe de Bernardinho avança como a melhor segunda colocada.

E a ideia é a mesma que vale para a seleção feminina. É bom jogar a fase final da Liga Mundial para ficar mais tempo em quadra e colocar mais o time à prova. E os homens ainda tem um ponto a mais: os lesionados. Murilo, Giba, Leandro Vissotto, Dante… Os jogadores já voltaram e a atuaram na primeira fase, mas não ainda nos 100%. Será bom colocá-los para uma vez ação para ver a reação situação deles e definir quem vai ou não para as Olimpíadas.

Notas relacionadas:

  1. Brasil e mais cinco nas finais do Grand Prix?
  2. Mais uma virada e a vaga na semifinal da Liga Mundial
  3. Mais uma vitória e a vaga na semifinal do Grand Prix
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sexta-feira, 1 de junho de 2012 Seleção masculina | 22:02

Primeiro 3 sets a 0 na Liga Mundial

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A seleção brasileira masculina de vôlei conseguiu, nesta sexta-feira, o primeiro 3 sets a 0 nesta Liga Mundial. Depois de duas derrotas, para Polônia e Canadá, e uma vitória por só por 3 sets a 1 diante da Finlândia, o Brasil encaixou o jogo, acertou saque e bloqueio e venceu com facilidade os finlandeses na segunda etapa na competição, em Katowice. O placar foi 25/13, 25/14 e 25/14 em apenas uma hora e cinco de jogo.

Brasil x Finlândia - FIVB

Bloqueio foi o melhor fundamento do Brasil na vitória sobre a Finlândia

A equipe nacional não deu espaço ao ataque da Finlândia, marcando pesado no bloqueio. Foram 16 pontos no fundamento. Antes, o saque também fez a sua parte. Foram seis aces e passes quebrados do lado europeu, o que ajudou a marcação dos brasileiros na rede. A semana de treinamento em Saquarema parece ter feito bem. Agora vamos ver contra o Canadá neste sábado. Será que o bloqueio também conseguirá segurar o gigante oposto Schmitt, que fez mais de 30  pontos na seleção na primeira rodada?

O Brasil também teve a volta de Murilo. Recuperado de uma lesão no ombro, ele foi titular e foi bem. Com ele e Dante nas pontas, além de Wallace como oposto, o time ganhou boas opções no ataque, o que faltou nos primeiros jogos, quando o oposto foi sobrecarregado e, por exemplo, Maurício, não se achou na rede. No terceiro set, Thiago Alves entrou no lugar de Dante e a equipe se manteve agressiva. É uma opção do banco que vem dando certo.

Assim como nos primeiros jogos, Ricardinho foi o levantador titular. Os pontos de ataque ainda saíram mais pelas pontas (Wallace fez 10 e Dante e Murilo marcaram seis), mas as jogadas de meio começaram a aparecer. Aos poucos, o time está se entrosando melhor.

As Olimpíadas de Londres são o foco do ano e os primeiros resultados abaixo do esperado não chegaram a desesperar, mas mostravam que o time ainda estava em começo de temporada e que precisava de ajustes e de mais alguns jogadores. Murilo já está de volta e costuma fazer bem ao time. Giba deve estar nos Jogos Olímpicos também. E na saída, Wallace tem se dado bem enquanto Leandro Vissotto segue treinando em Saquarema. Até Londres, a seleção ainda vai se encontrar, mas é bom ver um 3 sets a 0 assim, sem dramas.

Notas relacionadas:

  1. Virada para acordar na Liga Mundial
  2. A vitória que vale a classificação na Liga Mundial
  3. Brasil fatura 9º título e supremacia na Liga Mundial
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quarta-feira, 25 de abril de 2012 Diversos, Seleção masculina, Superliga | 14:33

Novidades na seleção e novidades nos times

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Depois de suas semanas de muito trabalho para o iG com as finais da Superliga feminina e masculina e um tempinho de folga, estamos de volta com uma semana que começou com novidades. Teve a pré-lista de Bernardinho para a Liga Mundial, ida de Bruninho para o RJX, renovações de Dante, Fabi e Juciely… É hora de colocar o papo em dia!

Pré-lista para a Liga Mundial

Bernardinho divulgou a pré-convocação na segunda-feira. Depois de muito se especular e comentar, está lá o nome de Ricardinho. E também de Lorena, Renan, Wallace, Lucarelli…. (veja a pré-lista completa de Bernardinho). Na prática isso não garante nada, afinal, é apenas uma pré-convocação. Dessa relação vão sair os jogadores que de fato irão disputar a Liga Mundial, mas Bernardinho pode fazer como em 2010 e não manter o nome de Ricardinho.

Por um lado é difícil ver uma mudança às vésperas da Olimpíada. Se os jogos fossem depois de 2010, com título da Liga e do Campeonato Mundial, o questionamento acho que seria menor. Mas o Brasil teve um 2011 instável, nas palavras de Bernardinho, e tanto Ricardinho quanto William são excelentes levantadores e poderiam ajudar. É bom ter alguém experiente na equipe no momento mais importante do ciclo que é a Olimpíada.

Mas, apesar de reconhecer a genialidade de Ricardinho, o seu jeito em quadra me incomoda um pouco. Os muitos questionamentos com a arbitragem, as provocações… É o mesmo com Lorena. Ele é um grande oposto e já levou muitos times nas costas, mas tem um temperamento que parece difícil de lidar dentro da quadra. É um jogador puramente emocional, o que pode ser bom muitas vezes, mas pode tirar o foco em outras.

Enfim, são 25 nomes, mas pouco mais da metade realmente irá para a Liga Mundial e, depois, para a Olimpíada. A escolha depende de Bernardinho.

RJX para 2013

Falando em levantadores, Bruninho fechou com o RJX. Marlon é quem deve sair do time carioca. Bom para os cariocas e ruim para os catarinenses, que perderam um grande time que era Cimed. Como já disse por aqui, acho muito injusto tirar o patrocínio porque a equipe caiu nas quartas de final. Se fosse em campeonato previsível, com amplo favoritismo, ok. Mas a Superliga deste ano foi realmente muito equilibrada. E o Cimed caiu depois de uma série duríssima contra o Vivo/Minas.  Na casa nova Bruninho terá a vantagem de encontrar os conhecidos companheiros de seleção e de já ser bem entrosado com eles. Por enquanto, Dante já renovou o seu contrato.

Recomeço na Unilever

A Unilever já se prepara para a próxima temporada e as primeiras renovações foram com a líbero Fabi e com central a Juciely. Que o time não sofra de novo com uma jogadora a menos, como foi na temporada. Mas a derrota com direito a passeio para o Sollys/Nestlé na final da Superliga deve ter deixado algumas lições. Que o time siga forte, mas que na temporada 2012/2013 outros times cheguem à final do torneio nacional. Variar às vezes faz bem também.

Vice na Turquia

E a notícia quentinha do post é a final do Campeonato Turco. O jogo acabou agora há pouco e o título ficou com o Fenerbahçe, que bateu o Arkas Spor, de João Paulo Bravo, por 3 a 0, com parciais de 25/23, 25/20 e 25/21.

Notas relacionadas:

  1. Técnico da seleção apenas na seleção
  2. Pouco tempo e trabalho duro na seleção
  3. Longe dos times, a solução é pedir uma equipe “emprestada”
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sábado, 14 de abril de 2012 Superliga | 00:13

Vôlei Futuro vence semi que começou e terminou no saque

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Michael - Vipcomm

Michael fez quatro aces para o Vôlei Futuro na partida desta sexta-feira pela semi da Superliga

Logo de cara o Vôlei Futuro deu o seu recado para o RJX na partida que decidiria a semifinal da Superliga: iria apostar no saque forçado. E a aposta deu certo, já que Michael começou fulminando no fundamento. O time chegou a abrir 9 a 2 no primeiro set. Depois foi a vez de Vini, outro central de Araçatuba, acertar a mão, como já fez em outros jogos do torneio e na segunda partida da semifinal. Jogando em casa, o Vôlei Futuro fez 3 sets a 1 para cima do RJX e garantiu a vaga na decisão do campeonato.

Veja como foi a vitória do Vôlei Futuro set a set

Como o Vôlei Futuro soube acertar o saque! No final, foram nove aces da equipe da casa e cinco da carioca. Muitas bolas do Vôlei Futuro não foram direto para chão, mas “explodiram” nos jogadores do RJX. E o jogo começou e acabou no fundamento. Se Michael acertou e pontuou logo de cara no serviço, Lucão entregou o último ponto do quarto set com um erro, depois de ter feito também mais um ponto no saque.

Mas outros aspectos ainda chamaram a atenção nesta sexta-feira. O central paulista Michael não foi bem apenas no serviço. Ele virou no ataque e ajudou no bloqueio, tanto que foi eleito o melhor em quadra. No final, Dentinho foi o cara, com bloqueios em sequência mesmo não sendo o mais alto da rede.

Do outro lado, Dante segurou o jogo. Ele foi o maior pontuador do confronto, com 17 acertos, e entrou de fato na partida depois de ver uma discussão entre seus companheiros. Marlon e Riad se desentenderam e o central acabou indo para o banco. Assim que foi substituído, ele partiu para o vestiário. Dante se revoltou com aquela atitude, chamou Riad de moleque e desabafou na bola, soltando a bola no ataque, pontuando sempre que acionado. Vale lembrar que no segundo jogo uma situação parecida aconteceu. Lorena acordou de vez depois de discutir com Théo.

O problema foi que, desta vez, só a vontade de Dante não adiantou. O ponteiro motivou o RJX no terceiro set e a equipe venceu a parcial. Entretanto, começou o quarto set como os outros, atrás no placar, sofrendo com o saque e sem muitas forças para virar. Além disso, Théo, que seria o cara de segurança no RJX, não se encontrou em momento algum na partida. E se nem o seu oposto joga bem quando o passe está bem quebrado, fica complicado.

Essa partida começou com cara de jogo fácil depois de o Vôlei Futuro vencer as duas primeiras parciais, ganhou ares de um jogaço com a reação no terceiro set do RJX, mas acabou com vantagem para os donos da casa. Que venha agora a final contra o Sada Cruzeiro.

Notícia triste do dia

Segundo jornais e alguns blog, o Cimed perdeu o patrocínio da Sky e corre o risco de fechar. É complicado acabar com uma equipe tetracampeã só porque caiu nas quartas de final duas vezes seguida. Chegar aos playoffs, ainda mais uma um torneio equilibrado como a Superliga masculina, não é pouco.

Com a saída do patrocinador devem sair também Giba e Gustavo. Que o time consiga manter os outros atletas…

Notas relacionadas:

  1. Lucão assina, e Vôlei Futuro promete time grande
  2. Vôlei Futuro volta à briga, e Sada vai à semi com “básico”
  3. Lorena volta, e Vôlei Futuro empata em jogo de saques
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

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