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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010 Campeonato Italiano, Diversos, Mais Europa, Seleção feminina, Seleção masculina, Superliga | 08:00

Retrospectiva 2010

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2010 chega ao fim e como já é tradição no Mundo do Vôlei, eu me despeço do ano com uma retrospectiva. 2010 foi o ano do tricampeonato mundial e do enecampeonato da Liga. Foi o ano de prata para a seleção feminina. Foi o ano de Murilo. Foi o ano de agitação no mercado com volta de nomes importantes ao Brasil e também de uma longa novela de Ricardinho com a seleção masculina. Clique nas fotos para relembrar os principais fatos de 2010. E aproveite e dê sua opinião: o que foi mais marcante neste ano? Feliz Ano Novo e até 2011!

Notas relacionadas:

  1. 2009 foi ano de ouros, crise e volta de ídolos ao Brasil
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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , , , ,

sábado, 6 de novembro de 2010 Seleção feminina | 15:46

As brincadeiras de Sheilla no ataque do Brasil

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Seis jogos e seis vitórias. Esse é o balanço da seleção brasileira feminina no Campeonato Mundial de vôlei. O time venceu a Tailândia nesta madrugada por 3 sets a 0 e é líder do grupo, à frente dos Estados Unidos na média de pontos. Mais uma vez, jogando contra uma equipe mais fraca, o Brasil deu alguns tropeços. Mas foi como na primeira fase, nada que comprometesse no final.

A seleção viu um começo de jogo equilibrado e ficou perdida no bloqueio. Depois, Fabiana deu a explicação. Elas estão acostumadas a marcar rivais da mesma altura ou mais até maiores, e não baixinhas de 1,70 e poucos. Se não me perdi, foram apenas dois pontos de bloqueio na primeira parcial (foram nove em toda a partida). Depois, o time deslanchou.

Brasileiras e os já tradicionais beijinhos para os familiares

Brasileiras e os já tradicionais beijinhos para os familiares diante da câmera

Cresceu na parcial na passagem de saque de Fabíola e fechou. Saiu atrás mais uma vez no segundo set, mas logo encaixou o tempo no fundo, defendendo bem e virando contra-ataques. No último set, o Brasil perdeu a concentração, passou a errar mais e irritou Zé Roberto, que parou o jogo só para dar broncas nas atletas. Mas o puxão de orelhas deu certo e a equipe voltou melhor e logo acabou o jogo.

Na primeira fase, a seleção diminuiu o ritmo contra Quênia e Porto Rico. Fez a mesma coisa contra Tailândia, relaxando e se desligando um pouco da partida. Pelo menos está dando algumas “vaciladas” contra os rivais mais frágeis e logo consegue se recuperar. E nesta madrugada, para garantir os pontos, era colocar bola para Sheilla, maior pontuadora do confronto com 21 acertos. A oposta, uma das melhores jogadoras da seleção neste mundial, fez o que quis com a bola: soltou o braço, explorou o bloqueio e largou com precisão.

Gostei dos comentários de Sheilla depois da partida. Já conversei com ela algumas vezes e sempre a vi como uma jogadora de poucas palavras, mas muito direta e sincera. Foi assim após a vitória. “Há dias em que tudo dá certo. Hoje estava inspirada e consegui brincar um pouquinho no ataque”, resumiu a atleta (leia mais). E deu para perceber que ela estava a vontade e confortável em quadra, já que tudo o que tentava dava certo. Uma jogada me chamou a atenção. No segundo set, Sheilla defendeu, Fabíola colocou uma bola um pouco baixa na saída de rede e o bloqueio acompanhou a oposta. Para se livrar, uma largadinha que viajou até cair no canto do fundo da quadra, que estava vazio. Uma jogada linda, com habilidade e grande visão de quadra. Pode continuar brincando assim, se quiser…

A falha do Brasil neste jogo, entretanto, foi na combinação nas jogadas de meio. Fabíola, que se firmou como titular com bons desempenhos, não se entendeu com as centrais. Tanto que Fabiana fechou a partida com mais pontos no ataque do que no bloqueio (3 a 5), por exemplo. A seleção também errou mais saques do que o de costume, mais um reflexo da baixa concentração.

Não é nada que preocupe, mas atenção sempre é bom. A seleção encara agora Cuba, às 4h30 da madrugada deste domingo, e, mesmo que as caribenhas não estejam bem neste Mundial, é um jogo de tradição e provocação (leia mais). A gente sabe muito bem como Cuba joga contra o Brasil… Mas com as brincadeiras de Sheilla e o time concentrado, aposto em mais uma vitória.

Resultados da primeira rodada

Grupo E
Sérvia 0 x 3 Turquia (19/25, 16/25 e 20/25)
Peru 0 x 3 Rússia (15/25, 15/25, 20/25)
Polônia 3 x 2 Coreia do Sul (12/25, 25/17, 25/18, 22/25 e 17/15)
Japão 1 x 3 China (23/25, 23/25, 29/27, 12/25) – (quem diria que as donas da casa perderiam para a renovada China desse jeito?!)

Grupo F
Holanda 3 x 1 Cuba (25/12, 22/15, 25/12 e 25/20)
Brasil 3 x 0 Tailândia (25/19, 25/19 e 25/16)
República Tcheca 0 x 3 Estados Unidos (20/25, 20/25 e 13/25)
Itália 3 x 1 Alemanha (22/25, 32/30, 25/08 e 25/15) – (olha a Itália fazendo um 25/8 para esquecer o 25/7 que levou do Brasil…)

P.s.: galera, a correria no plantão com Fórmula 1, esquenta para clássicos e tudo mais foi grande aqui na redação. Amanhã tem mais e assim que tiver um tempinho, entro aqui para falar do jogo contra Cuba. E como sempre, continuem comentando!

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  2. Sem ataque não dá para ganhar
  3. Brasil arrasa Itália no melhor jogo do Mundial
Autor: Aretha Martins Tags: , , , , ,

quinta-feira, 21 de outubro de 2010 Seleção feminina | 12:36

Seleção já foi para o Mundial…. nos resta torcer!

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A seleção brasileira feminina embarcou na noite de quarta-feira para o Japão. O time fará um período de aclimatação em Tóquio e, depois, segue para Hamamatsu, sede dos primeiros jogos. Para quem fica aqui Brasil (como eu) resta torcer e preparar o café para aguentar os jogos na madrugada!

A minha torcida será em duas “frentes”. Primeiro, para que a onda de lesões realmente tenha acabado. A seleção masculina sofreu com a ausência de Marlon no começo do Mundial e ainda passou sustos com Vissotto, Bruno e Murilo. Já a equipe feminina foi para o Japão sem duas ponteiras, Paula Pequeno e Mari, que ainda se recuperam de lesão, e não pode perder mais jogadoras.

Sheilla e fabi no embarque para o Mundial - Vipcomm

Sheilla e fabi no embarque para o Mundial

Depois, espero que o emocional do time esteja em dia. A seleção feminina passou anos sofrendo com a fama de amarelar em decisões, viveu seu auge com o ouro em Pequim e agora, tirando as mudanças forçadas pelas lesões, chega praticamente com a mesma equipe para disputar o inédito título mundial. Vai ser fundamental equilíbrio para superar as ausências e a pressão, que só aumentou depois da conquista do time masculino. Elas já sabem o que é ganhar e como é perder por falta de cabeça no lugar. E já aprenderam o caminho!

Em quadra, acho que a tarefa da seleção é difícil, mas não impossível. Pelo que mostrou no Grand Prix e nos amistosos ao longo do ano, ainda vive momentos de irregularidade e apresenta falhas no fundo de quadra. Mas também sabe usar bem o saque e o bloqueio, duas armas importantes para o Mundial. Paula Pequeno e Mari são importantes, sim, mas Natália, Jaqueline e Fernanda Garay podem ser titulares. Jaqueline está muito bem desde que voltou ao Brasil e dá volume ao time. Com isso, é a ponteira passadora e deixa o ataque para Natália, que apesar de jovem, já tem uma carreira na seleção e um grande poder no ataque. Para completar, Garay fez uma ótima Superliga e corre por fora. Além disso, Sassá pode ajudar no passe.

Já no bloqueio, a equipe está bem servida. Fabiana e Thaísa, chamadas de “Torres Gêmeas” pelo técnico Luizomar de Moura, melhoraram e muito esse fundamento no time nos últimos anos. No banco, Carol Gattaz também desempenha essa função. E ainda tem Adenízia, leve e rápida nos ataques pelo meio.

Quanto as levantadoras, acho que Zé Roberto fez a escolha certa ao levar Dani Lins e Fabíola. Como já conversamos por aqui, elas ainda não têm o mesmo nível de Venturini ou Fofão, mas estão na seleção durante toda a temporada e já se acostumaram com o time. Nessa posição, o melhor é investir em jogadoras e lapidá-las do que ficar trocando a todo momento.

O Mundial começa no dia 29 de outubro e o Brasil estreia contra o Quênia, rival mais simples do grupo. Boa sorte, seleção! A gente fica na torcida…

Jogos do Brasil – primeira fase
29/10 – Brasil x Quênia – 2h30*
30/10 – Brasil x República Techa – 2h
31/10 – Brasil x Holanda – 7h
02/11 – Brasil x Porto Rico – 2h30
03/11 – Brasil x Itália – 7h
*horários de Brasília – Sportv deve transmitir todos os jogos.

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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , ,

sexta-feira, 8 de outubro de 2010 Seleção masculina | 13:03

Quem leva a batalha da semifinal do Mundial?

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É assim que a partida entre Brasil e Itália no Campeonato Mundial está sendo chamada: uma verdadeira batalha. Essas foram as palavras de brasileiros e italianos quando souberam que iriam se enfrentar pelo lugar na decisão. O confronto deste sábado, às 16 horas (horário de Brasília) promete tanto pelas polêmicas e jogos entregues, como já conversamos por aqui, como pelo que as duas equipes têm a mostrar dentro de quadra.

Pelo retrospecto, o Brasil leva a vantagem. A seleção venceu a Itália na final olímpica em 2004 e, quatro anos depois, venceu de novo na semifinal da Olimpíada de Pequim.  Além disso, a equipe de Bernardinho passou pelos rivais nas conquistas dos Mundiais de 2002 e 2006. E agora? Quais as expectativas para esse confronto?

Acho que tanto Brasil quanto a Itália estão bem neste Mundial. A seleção vem crescendo, desde o tie-break vencido para cima da República Tcheca. Já os donos da casa, favorecidos pelo regulamento nas primeiras fases, fizeram duas grandes partidas e tiraram Estados Unidos e França do caminho, ganhando moral para a semifinal. O jogo promete ser equilibrado e as duas seleções tem alguns jogadores no auge e pontos a serem explorados.

No Brasil, o jogador do momento é Murilo. Ele é referência na defesa e segurança no ataque. Além disso, é um dos poucos  manter a regularidade no saque, mesmo forçando o tempo todo. N aoutra ponta e no meio, o time também está bem servido, com Dante e Rodrigão fazendo um ótimo torneio. Bruno é outro que tem se superado. Já Leandro Vissotto, depois de atuações apagadas, mostrou estar melhor e mais seguro contra a Alemanha e precisa repetir a atuação nesta semifinal. No fundo, Mário Jr, se bem concentrado, dá conta.

A Itália tem um problema pode se dizer parecido com o brasileiro. O seu oposto Fei, ídolo do time, demorou para se encontrar, pelo menos nos últimos jogos e, como já aconteceu no Brasil, deixou de ser o homem de segurança em vários momento. A qualidade italiana também lembra a brasileira. A força do ataque vem pela ponta, com Savani, que está virando tudo. No meio, se temos Rodrigão, eles têm Mastrangelo, que comanda o bloqueio e solta o braço no ataque. Para armar as jogadas, o experiente Vermiglio, um bom levantador que adora provocar os rivais.

Entretanto, os italianos têm uma preocupação a mais no fundo de quadra: Marra. O líbero, desde a partida contra os Estados Unidos, está sofrendo para acertar a recepção, principalmente no saque tático, e virou alvo constante dos rivais.

Na minha opinião, o Brasil leva essa batalha. Para ajudar, os jogadores devem estar concentrados o tempo todo para ignorar o barulho da torcida e a vibração e a provocação do outro lado da quadra. Também é bom estar preparado para erros de marcação, já que os fiscais e linha serão italianos e podem ser tendenciosos em lances duvidosos. Na bola, é bom voltar a contar com pontos de bloqueio, que marcou pouco contra a Alemanha. E vale sacar para cima do líbero e usar esse fundamento com inteligência, ou seja, não arriscar tudo na pancada. Vale mais usar um serviço tático e confiar no sistema defensivo. Volume de jogo para isso o Brasil tem!

Acho que Andrea Anastasi, técnico italiano, resumiu muito bem o que será essa semifinal. Ele disse: “Contra o Brasil será uma verdadeira batalha. Mas não será preciso, necessariamente, um voleibol perfeito. O fundamental será jogar com coração e paixão”.

P.s.: galera, desculpem por ter esquecido de colocar dia e horário da partida antes no post… Falha minha… coisas do cansaço! Abs

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quarta-feira, 6 de outubro de 2010 Seleção masculina | 14:30

Brasil controla Alemanha e vai para a semifinal

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*atualizada às 18h36

O jogo foi inteiro do Brasil, tanto nos aspectos positivos como negativos. A seleção venceu a Alemanha por 3 sets a 0 (veja como foi a partida) e está na semifinal do Campeonato Mundial. O time de Bernardinho sacou muito bem, se recuperou quando era preciso e controlou a partida.

Comemoração do Brasil no Campeonato Mundial

Comemoração do Brasil no Campeonato Mundial

A seleção começou empolgada, ligada em todos os fundamentos. O saque entrou bem, a recepção colocou as bolas na mão de Bruninho e os contra-ataques caíram na quadra dos alemães. No segundo set, o saque nacional caiu, assim como as finalizações, e a Alemanha voltou para o jogo. Fiquei com medo de ver uma reprise do sufoco que foi a vitória sobre a República Tcheca.

Mas nesta tarde o Brasil parecia mais determinado. Logo eles se reencontraram e acabaram com o set no saque e Murilo (mais uma vez em um bom dia) e, depois, de Marlon. Tudo se repetiu na terceira parcial, com os alemães encostando no momento de falta de concentração brasileira. E, de novo, o time nacional se recuperou e liquidou a partida. Por isso que falo que o Brasil controlou  o jogo. Quando estava bem, dominou. E a Alemanha só cresceu não pela grandeza da sua equipe, que não conseguiu usar o seu alto bloqueio e nem a potência dos atacantes, mas pelos vacilos brasileiros. Ainda bem que eles duraram pouco…

Mas esse jogo não foi bom apenas para ver a recuperação do Brasil em quadra. Também valeu ver Vissotto, mesmo ainda sem soltar o braço, jogando mais solto e alegre. Ele parecia mais confiante. Depois da partida, disse ao Sportv que antes estava um pouco gripado e que se sentiu bem em quadra. A gente percebeu. Além disso, se Bruno sobrevivie a pressão quase o tempo todo, Marlon segue muito bem nas inversões. Mesmo ainda se recuperando, ele está lá, jogando e ajudando o time. Como é bom ter um elenco completo!

Mastrangelo é um dos grandes nomes da Itália

Mastrangelo é um dos grandes nomes da Itália

Que venha a Itália!
Depois do vitória, os brasileiros foram unânimes: queriam a Itália como rival da semifinal. Pronto, pedidos atendidos! A Itália venceu a França e está classificada (veja como foi a partida). Eu, como já disse algumas vezes aqui, não acho que seja bom escolher rival. Mas depois de todas as polêmicas deste Mundial, esse jogo vai ter um sabor a mais….

A Itália foi apontada por todos como a grande favorecida com o regulamento. E, cá entre nós, foi mesmo. Só pegou adversários simples nas primeiras fases. Mas vamos ser sinceros. Eles jogaram muito quando tinham que jogar. Venceram os Estados Unidos depois de serem arrasados no primeiro set e souberam aproveitar todas as brechas da França. Eu, que não tinha visto os primeiros jogos, fiquei surpresa com a atuação dos anfitriões. Savani está muito bem na ponta, assim como os centrais Mastrangelo e Sala. O ponto fraco é o líbero, que está perdido na recepção desde o jogo contra os norte-americanos.

Os brasileiros estão engasgados com todas as vaias e críticas que receberam pela derrota proposital para a Bulgária e vão entrar com “faca nos dentes” para o jogo.  A Itália vai querer fazer bonito em casa e provar que pode voltar a ser uma grande potência. É, teremos um jogaço. Mas eu sou mais a seleção brasileira, que mesmo com alguns altos e baixos, tem potencial! Como disse o leitor Edgar, espero Brasil e Cuba na final.

E vocês? O que acharam da vitória do Brasil? Gostaram da Itália como rival? Deixem seus comentários!

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terça-feira, 5 de outubro de 2010 Diversos | 18:49

Que falta faz um bom levantador!

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Os torcedores dos Estados Unidos devem estar pensando agora: cadê o Ball? Os atuais campeões olímpicos fizeram o que puderam e perderam para a Itália em um grande jogo no Campeonato Mundial. E para mim, o motivo da derrota foi a falta de um bom levantador.

Os Estados Unidos, quando puderam contar com Kevin Hansen distribuindo bem, funcionaram e dominaram. Com o saque excepcional de Stanley, dispararam no placar e arrasaram no primeiro set. Parecia que a partida seria simples…

Mas as coisas mudaram a partir da segunda parcial. Hansen se perdeu em quadra e o oposto Stanley e o ponta Priddy tiveram que fazer milagre para conseguir atacar, sempre com bolas afastadas da rede ou fora do tempo. Do outro lado, Cernic entrou para ajudar a recepção italiana e o jogo ficou mais equilibrado. Mas os donos da casa estavam, digamos, completos.

O levantador Vermiglio, apesar de todo o seu jeito cheio de marra, trabalhava bem. Savani estava inspirado, assim como os centrais Mastrangelo e Sala. Até o oposto Fei, apagado no começo, fez a diferença com belos saques no final. Nos três sets seguintes, muito equilíbrio e vitória da Itália por 3 sets a 1.

De que adianta sacar bem, ter atacantes potentes sem alguém para armar? Os Estados Unidos têm a resposta…. E o time conhecido pela tática perfeita se perdeu e ficou quebrado sem o levantamento. O jogo ainda seguiu parelho graças ao saque eficiente e aos pontos de bloqueio dos Estados Unidos, 15 no total.

E a Itália, favorecida nas primeiras fases ao cruzar com adversários fáceis mostrou que pode crescer e jogar contra os grandes também. Aos Estados Unidos, resta torcer para seguir no Mundial. Para a Itália, uma vitória contra França é a vaga na semifinal. E espero que contra o Brasil. O Mundial está pegando fogo e agora sim, está dando gosto de assistir!

P.s.: E a Rússia, que entregou para a Espanha para fugir de um possível confronto com o Brasil, foi eliminada do Mundial. Sérvia mostrou experiência, contou com Miljkovic e venceu por 3 sets a 1. Escrevi sobre isso para o iG. Quem quiser ler, eis o link!

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sábado, 2 de outubro de 2010 Seleção masculina | 18:26

Brasil x Bulgária foi a decepção do Mundial

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*atualizado dia 4/10, às 12h17

Finalmente acabou Brasil x Bulgária pelo Campeonato Mundial masculino. O duelo valia a liderança do grupo, mas foi um jogo duro de assistir, de baixíssimo nível e com os dois times lutando para perder. Para mim, uma palavra resume essa partida: decepção!

A fórmula do campeonato beneficiava a Itália, que avança sem pegar nenhum grande time, e permite que se faça contas e se perca para cair em grupos mais simples. Rússia jogou para perder da Espanha para cair no grupo mais simples e fugir da seleção. Isso é direito e estratégia de cada um, mesmo que eu considere isso uma atitude contra o esporte.

Théo foi o levantador na partida contra a Bulgária

Théo foi o levantador na partida contra a Bulgária

Mas o que me incomodou, e muito, foi como as coisas se desenrolaram em quadra para Brasil x Bulgária nesta tarde. A seleção poupou alguns de seus titulares, e Bernardinho deixou Murilo,que sentiu a panturrilha contra Cuba, Bruno, que teve febre durante a noite e sofre com o começo de uma gripe, e Lucão na reserva. Até aí, tudo bem. O técnico tem direito de montar o seu time e já pensar na próxima fase.

Sabemos da dificuldade em se jogar um torneio desgastante como o Mundial com apenas um levantador e não teria sentido forçar Bruno em um jogo como esse e correr o risco de ficar sem alguém para armar as jogadas no momento decisivo. O mesmo vale para Murilo. E já que Théo seria o segundo levantador, melhor testá-lo em um jogo mais simples no que colocá-lo na “fogueira”.  Do outro lado, também pensando no futuro, a Bulgária tinha todo o direito de ir para quadra com reservas… Mas a atuação dos jogadores, principalmente dos brasileiros, não tem justificativa!

Desde a primeira bola, todos estavam completamente apáticos, sem vontade ou vibração. Théo fez o que podia e, como não tem prática como levantador, usou bolas altas e lentas. Apesar do jogo feio e pouco eficiente, ele está perdoado porque pelo menos tentou. Mas e o resto do time? O Brasil levou nove aces e o fundo não funcionou em nenhum momento. Foram inúmeras falhas na recepção e na defesa. E isso não é problema do levantador. É falta de concentração e até de interesse na partida. Parecia que os jogadores estavam pensando: “para que vou me esforçar e correr para recuperar as bolas se não vale nada mesmo?” E nem assim Bernadinho mexeu e colocou outros reservas que poderiam salvar a partida, como João Paulo Bravo, especialista no fundo. Mais uma vez, decepção total. A torcida, que lotou o ginásio, vaiou e protestou, com toda a razão.

E depois da partida, Bernardinho e Giba, em entrevista ao Sportv, tentaram justificar, dizendo que a falta de respeito foi da Bulgária, ao escalar apenas um titular. Mas pelos menos os europeus soltaram o braço e não jogaram mais porque não são excelentes jogadores. Eles erraram demais, deram quase 10 pontos por set, mas tentaram fazer alguma coisa. Fiquei com a sensação de que o Brasil nem tentar tentou…

Como muitos comentaram por aqui, isso pode ter sido um protesto da seleção. Sim, o regulamento foi muito mal formulado. E, como disse, é um direito jogar de acordo com as regras e escalar quem quiser. Mas se foi um protesto, assuma essa posição e não tente se defender das críticas dizendo que a Bulgária foi a culpada. Depois, nos treinos em Roma, os brasileiros mudaram o discurso.

“A gente sabe que ficou ridículo. Mas fizemos porque o sistema de disputa permite. É um absurdo ver que o segundo tem tudo de melhor em comparação com o primeiro. Pode ter sido errado, mas é a forma mais simples de ser campeão. Todos têm direito de criticar. Foi a estratégia que escolhemos e achamos melhor”, disse Rodrigão ao jornal Lance!.

O protesto deu certo e a terceira fase será equilibrada, com Itália tendo que passar pela França e Estados Unidos para chegar às semifinais. Entretanto, ainda assim, eu fiquei incomodada.

No final, a seleção acabou na chave mais simples. Agora eles vão direto para Roma, evitam uma viagem a mais para Florença e encaram República Tcheca e Alemanha. O Brasil se valeu do regulamento, perdeu e se classificou, mas sem fazer nada de bonito. Não seria muito melhor, ao menos, jogar com garra, mesmo com os poupados, para chegar mais forte à próxima etapa?

Acho que o melhor que temos a fazer é  esquecer essa partida! Vou continuar na torcida pelo Brasil. Que os regulamentos das próximas competições sejam mais bem elaborados. E que essa apatia de hoje não contamine o Brasil. O alívio é que tudo isso acabou. Agora não tem essa de perder para cair um grupo mais simples. Tem que vencer e vencer para chegar à semifinal. Quero ver o campeonato começar para valer, na bola!

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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , ,

segunda-feira, 27 de setembro de 2010 Seleção masculina | 19:25

Cuba vence Brasil em jogaço no Mundial

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Brasil x Cuba era o melhor jogo deste grupo B na primeira fase do Campeonato Mundial. E em quadra, os times atuaram à altura das expectativas. Com uma bela partida, repleta de saques potentes, bolas cravadas e defesas surpreendentes, Cuba venceu o Brasil por 3 sets a 2 (34/32, 18/25, 23/25, 25/21 e 15/12).

O jogo
A partida começou com a cara de Cuba, com saque muito fortes. Os caribenhos marcaram cinco aces na primeira parcial. Mas o Brasil não se intimidou e se mostrou bem melhor na recepção do que nas primeiras partidas do Mundial. Aos poucos o serviço cubano perdeu a potência e, apesar de continuar eficiente, marcou menos pontos direitos. Do outro lado, a seleção errou alguns saques no finalzinho do set e perdeu por 34 a 32.

Na segunda parcial, o saque nacional melhorou e aproveitando-se de boas passagens de Bruno no fundamento, o time jogou a responsabilidade para cima de Cuba, que passou a errar mais. Depois de não fazer nenhum ace, eles viram o Brasil fechar e empatar o jogo.

Vissotto foi destaque no terceiro set

Vissotto foi destaque no terceiro set

No terceiro set, entretanto, Cuba mostrou grande volume de jogo. A seleção, que é elogiada pela potência física no saque e no ataque, defendeu bem e chegou a abrir seis pontos de vantagem. De novo, com Bruno no saque e a melhor rede, com Vissotto, Rodrigão e Murilo, o Brasil buscou. Foi o melhor momento no jogo de Vissotto! Melhor no bloqueio (que fez cinco pontos na parcial), a seleção virou a partida.

Mas equilíbrio e ótimas jogadas na sequência da partida. A partir do quarto set, Cuba usou e abusou de uma de suas armas: o oposto Hernandez. Se o passe saia ruim, ele recebia bola e virava mesmo assim. E ainda pedia para atacar! Além disso, Leon, na ponta, e Simon, no meio, continuaram voando. Os cubanos levaram o jogo para o tie-break, se aproveitaram de poucas falhar do Brasil no contra-ataque e fecharam o jogo, assegurando a liderança do grupo B.

Os destaques
Tanto Cuba quanto Brasil mostraram um voleibol de alto nível. Cuba não teve os famosos altos e baixos e manteve a energia, principalmente no ataque, do começo ao fim. Já o Brasil, nas palavras de Bernardinho, fez o seu melhor jogo do ano, apesar da derrota.

Quem me chamou a atenção na seleção foi mais uma vez Bruninho. Ele arriscou, forçou bolas chutadas e deixou os atacantes baterem diversas vezes no simples. Sim, ele errou algumas bolas, mas isso é normal. Fez uma ótima atuação.

No ataque, Murilo voltou a ser o grande nome, recebendo mais bolas e virando com consciência. Assim como no jogo da Espanha, ele comandou também o fundo e se apresentou na recepção. Infelizmente teve que sair no quarto set, com caibrãs, mas terá alguns dias para se recuperar até a próxima partida. E Giba entrou e ganhou elogios de Bernardinho, mas o Brasil não foi o mesmo no fundo.

Ainda sobre o ataque, fiquei mais feliz com Leandro Vissotto. Ele teve altos e baixos, mas finalmente soltou o braço do alto e seus 2,12m. Também foi fundamental na vitória no terceiro set e acho que, pela primeira vez nesta temporada, foi um oposto de verdade, seguro em todas as bolas. Mas tem que conseguir manter esse ritmo toda a partida.

Hernanez foi o maior pontuador da partida, com 28 acertos

Hernanez foi o maior pontuador, com 28 acertos

Mas oposto mesmo foi o cubano Fernando Hernandez. Ele tem 21 anos, está no primeiro Mundial e em ótima fase. Ele pediu bola, bateu no peito, encarou os brasileiros e não se intimidou em nenhum momento com o bloqueio ou a defesa da seleção. Que sirva como exemplo. Vamos falar a verdade, Cuba é um exemplo no ataque de maneira geral, com jogadas plásticas, bolas cravadas. Leon, o garoto de 17 anos é uma bela realidade. Simon no meio é um gigante no ataque e tem boa visão no bloqueio. Não foi a toa que o jogo foi tão bom…

E acho que o saque ainda merece destaque nesta partida. Quem saca pesado o tempo todo está acostumado a receber pancadas sempre, não é? Portanto, o Brasil melhorou quando jogou com inteligência no serviço. Para que correr risco na pancada? O melhor foi usar o serviço tático, pensar onde colocar a bola e acreditar no seu potencial. As melhores viradas, como disse na descrição do jogo, aconteceram com Bruninho no saque, usando essa tática. Na bola mais leve, colocada, com auxílio do bloqueio e do contra-ataque, o Brasil segurou o jogo e cresceu. A seleção errou serviços, vacilou, mas se encontrou ao longo do jogo. O time tem que levar essa lição para a próxima fase e se aproveitar dessa passagem para pontuar, afinal, com o levantador no saque, a seleção tem a sua melhor rede e o bloqueio mais forte, com Vissotto, Rodrigão e Murilo.

A próxima fase
Acho que já falei demais da partida… Vamos olhar para frente. Agora a seleção brasileira vai para o grupo N e encara Polônia, no dia 30 de setembro, e Bulgária, no dia 2 de outubro. São dois times foram apontados como favoritos por Bernardinho.

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domingo, 26 de setembro de 2010 Seleção masculina | 18:13

Bloqueio + sequência de saque = 2ª vitória no Mundial

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*atulizada às 21h10

A seleção brasileira masculina venceu a segunda partida no Campeonato Mundial. O jogo desta tarde foi contra a Espanha e foi mais complicado que o esperado. Com erros no fundo e falhas no saque, o Brasil demorou a embalar até conseguir se impor e fazer 3 sets a 1 para cima dos europeus (veja como foi a partida).

Bloqueio foi o melhor fundamento do Brasil

Bloqueio foi o melhor fundamento do Brasil

Já sabíamos que a partida mais simples dessa chave tinha sido a estreia contra a Tunísia. A Espanha joga na velocidade e poderia complicar. Só não achava que fosse complicar tanto. Logo de cara, o Brasil mostrou a sua principal arma para o jogo: o bloqueio. E na sequência, colocou em quadra a sua deficiência: o fundo de quadra.

No primeiro set, o bloqueio parou diversas jogadas da Espanha (marcou oito pontos), mas faltou um pouco de conexão com o resto. A recepção falhou e a defesa também. Com isso, foi complicado contra-atacar. E o Brasil só não perdeu a parcial graças ao bloqueio, que segurou os ataques europeus.

No segundo set, a Espanha manteve a velocidade no ataque, sendo eficiente nas pontas, e o bom saque e até venceu sem muitos problemas. Do lado brasileiro, diversos pontos dados de graça em saques. Todo mundo que ia para o serviço errava, de Murilo e Lucão, tentando forçar, a Rodrigão, sacando balanceado. Assim não dava…

As boas sequências vieram na terceira parcial. Finalmente o Brasil acertou o saque e o jogo foi se encaixando. Murilo teve sua boa passagem, depois Lucão e até Théo, no quarto set. E essa foi a chave da vitória. Com o saque funcionando, a seleção se manteve forte no bloqueio e ainda conseguiu se armar e forçou o jogo para o lado dos espanhóis, que começaram a errar também. E no final, o time nacional teve tranqüilidade e domínio e fechou a partida.

Quem se destacou e quem falhou
No geral, a seleção demorou a engrenar. A exceção foi Rodrigão. O central fez nove dos 18 pontos de bloqueio do Brasil no jogo e ainda cravou belas bolas rápidas. Méritos também para Bruno, que parece estar suportando bem a pressão de ser o único levantador do time e fez jogadas lindas e precisas (só para lembrar, Marlon faz exames nesta semana para saber se segue ou não no Mundial, mas, segundo o regulamento, Bernardinho não pode convocar ninguém para o seu lugar).

Dante foi a maior pontuador da partida

Dante foi a maior pontuador da partida

No ataque, a segurança ficou na ponta, com Dante. Ele foi o maior pontuador da partida (17 acertos, sendo 15 no ataque e dois no bloqueio) e virou de todos os lugares da quadra. Já Murilo ajudou muito mais na defesa que no ataque, na tentativa de arrumar o setor mais deficiente do time, com Mário Jr também devagar, principalmente nos primeiros sets.

A posição de oposto segue como a minha preocupação no time. Leandro Vissotto começou como titular, mas não estava soltando o braço. Théo entrou no segundo set e ficou, mas também perdeu jogadas bobas. Essa bola de segurança precisa se encaixar.

Para tentar aumentar a rede no bloqueio, Bernardinho improvisou na inversão do 5-1 com Vissotto na rede e João Paulo Bravo no fundo. A formação ajuda, mas apenas para o momento do saque. Quando a bola muda de lado, Bruno tem que voltar para levantar. É complicado se virar com um levantador e eu sinceramente não sei quem poderia assumir esse papel (aceito palpites e sugestões nos comentários!).

Agora o Brasil encara Cuba no jogo que vale a liderança do grupo B e, contra nossos tradicionais rivais, é bom não vacilar. Cuba é sempre um time duro, com explosão e força física e ótimos atacantes. A seleção precisa de acertar no fundo e não desperdiçar as finalizações para evitar complicações contra os caribenhos. Vamos ver o que acontece amanhã!

P.s.: e quem viria que a Sérvia perderia para o Canadá? Isso é Mundial. Ao final da rodada farei um balanço com os principais resultados…

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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , , , , ,

sábado, 25 de setembro de 2010 Seleção masculina | 15:16

Facilidade em quadra e problemas fora no Mundial

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A seleção brasileira masculina estreou no Campeonato Mundial com uma vitória simples sobre a Tunísia, como já era esperado. Mas os problemas de lesões seguem assombrando e preocupam para principal torneio dessa geração…

No jogo deste sábado, o Brasil fez 3 a 0 (25/14, 25/21 e 25/14) para cima do rival mais simples do grupo B. A equipe nacional começou atropelando em todos os fundamentos. No segundo set, teve uma queda nas finalizações e a Tunísia encostou, mas logo o Brasil voltou ao jogo e fechou. O domínio voltou na terceira parcial.

O desempenho da seleção foi o que eu esperava. Logo de cara, imprimiu um belo ritmo para espantar qualquer ansiedade da estreia e mostrou que dominaria. Até o relaxamento no segundo set já era previsível, pois não é simples se manter no alto nível contra um adversário mais fraco, como era o caso hoje. E Bruno voltou a jogar bem com a camisa brasileira. Ele distribuiu bem e se mostrou seguro com os atacantes.

Mas o que preocupa são os problemas fora das quadras, digamos assim. Ainda no segundo set, Leandro Vissotto sentiu dores no calcanhar e passou o resto da partida do banco, assistindo ao jogo com gelo no local. Já Marlon, com inflamação no intestino, passará por exames e deve perder toda a primeira fase do torneio. E agora, a vida do Brasil começa a piorar… Encara a Espanha, que é melhor que a Tunísia, e encerra a fase contra Cuba, com atacantes fortes e potentes e sempre perigosa.

A lesão de Vissotto, pelas imagens da TV, não deve ser nada grave. Mas como um time vai ser campeão com apenas um levantador? E não estou colocando em questão a qualidade de Bruno. Eu o acho um bom jogador, que sempre teve grandes atuações pela Cimed, mas que teve uma fase ruim nas finais da Liga Mundial. Que bom que voltou bem ao time neste sábado! Mas como inverter o 5-1 e tentar alguma nova opção sem um levantador no banco? Alguém pode ser improvisado na posição, mas não será a mesma coisa…

A estreia deixou impressões boas e ruins. Espero que, dentro de quadra, o Brasil mantenha o grande volume, principalmente como no primeiro set deste sábado. Amanhã tem mais!

Fofão na seleção feminina
Aproveitando o assunto levantadores…. Fofão está na pré-lista da seleção feminina para o Mundial, no final de outubro. Fiquei muito surpresa com a notícia já que a levantadora me disse, em entrevista por e-mail que publiquei aqui, que ela não voltaria ao time. A explicação veio com a CBV. Segundo informações de jornais, a atleta está na lista apenas como precaução e só será confirmada no time caso alguma das outras levantadoras Fabíola, Dani Lins e Ana Tiemi) tenha algum problema. Vamos esperar….

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Autor: Aretha Martins Tags: , , , , ,

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